Raparigas Juntas, o Futuro Brilhante Depende de Nos:

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1 Search for Common Ground in Angola Raparigas Juntas, o Futuro Brilhante Depende de Nos: Guião de Formação para o Empoderamento de Jovens Raparigas Angolanas Este manual foi escrito pelas participantes, mentores e líderes na programa "Big Sister" e é com base em suas idéias, perspectivas e contributos

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3 Índice i. Agradecimentos...4 ii. Objectivo do projecto...6 iii. Introdução do papel da Líder...8 iv. Introdução do papel da Mentora...9 v. Passo Para Líder Formar o Seu Grupo vi. Como Usar o Manual I. Tópico: Liderança e Gestão de Conflitos O que é Liderança Como Construir uma Visão A Nossa Identidade A Diferença do Conflito e da Violência Estilos de Comunicação Estilos de Gestão de Conflitos Estilos de Gestão de Conflitos II. Tópico: Saúde A Droga e Alcoolismo A Cólera A Saúde Reprodutiva III. Tópico: Educação A Cidadania e o Civismo Economia Domestica IV. Tópico: Emprego Gestao Financeiro Criar o Seu Pequenos Negócios Criar o Seu Pequenos Negócios Parte II Opções do Futuro V. Tópico: Relacionamento Relacionamento Familiar Amizade Namoro VI. Bibliografia:

4 i. Agradecimentos Tendo em conta que todo um bom trabalho é um esforço conjugado de vários intervenientes dentro de um processo; a SFCG agradece a ExxonMobil Educating Women and Girls Initiative e a Comissão Europeia pela Doação que tornou realidade este projecto. A SFCG agradece também os parceiros de implementação nomeadamente Casa da Juventude Viana, Jango Juvenil Viana, Associação Cuidados de Infância, ONG AJJURS, PROMAICA da Diocese de Viana, IECA Viana, e o Governo de Angola através do Ministério da Juventude e Desportos, Ministério da Família e Promoção da Mulher e a Administração Municipal da Viana. Neste projecto, trabalharam pessoas que com o seu espírito de equipa e sabedoria, transmitiram a sua experiência e energia durante a implementação a planificação e execução das actividades como Supervisoras, Facilitadoras e Mentoras, cujo o dinamismo delas tornou possível transformar muitos sonhos em esperança na vida destas jovens raparigas. Essa equipa dinâmica da Equipa Big Sister, como habitualmente fora tratada pelos colegas, fizeram parte dela, a Sheila Daunt Escandon, o Luís Jimbo, a Maria Marcolino Junjuvili, a Siminha Nsequele e a Rosa Mussili. A SFCG se orgulha e agradece o compromisso destes promotores em prol da Nossa missão em Angola. Finalmente, com muito carinho nos dirigimos as jovens raparigas e Senhoras que participaram activamente durante a elaboração e aplicação deste Manual. São elas que realmente escreveu o conteúdo do manual com base na sua experiência e prioridades no dia-a-dia da vida das mulheres e das raparigas angolanas. Delas que se identificaram a responsabilidade de Mentoras e de Lideres com sabedoria, usaram o manual e realizaram actividades nos seus bairros do município de Viana, como forma de participação nas questões públicas que a todos nos pertence, discutindo e buscando soluções das várias preocupações ligadas a comunidade em prol de um futuro melhor para todas as angolanas e angolanos. A todas vocês, muito obrigada 4

5 Agradecemos especificamente as Lideres e Mentoras: Albertina Susso Santos Ana Cristina Mualunua Carla Coelho Silva Custodia Engrácia Domingas Nafeca Viegas Nhenguene Emiliana H. Kanjilo Esperança da Silva Jerónimo Fernanda Benjamim Isabel chaquissa José Laurindo Loide do Amaral Maria Madalena Ndjnunju, Maria Trosso Natália Cahando Lambo Sónia Paulina Teresa Costa Ana Bela Baptista Anabela Chimbinde Chigica Germana Domingas Joana Elisa Changa Shawaro Cahando Erica Vanessa da Silva Fernanda Beijamim Gomes de Assunção Isabel Luís João Joaquim Kátia Gizela Vaz Lopes Madalena Marta Lemos Gaspar Maria Rosa Saldanha Miusa Rodrigues Rita Raimundo Tania Cristina da Silva Jerónimo Teresa Wandi 5

6 ii. Objectivo do projecto Este manual pode ser considerado um projecto em curso do Projeto Big Sister. Foi elaborado por e para as líderes e as mentoras que compõem o programa. Na sequência do primeiro ano, se da aplicação, o grupo vai trabalhar para rever e actualizar o manual para responder às lições aprendidas durante este primeiro ano. Este manual, surge como resultado de um projecto desenvolvido pela SFCG Angola em parceria com NED e UNHCR denominado Projecto Mulheres com finalidade de intervir e incentivar as mulheres a participarem nos processos de tomada de decisão nas suas comunidades. Este projecto tem sido desenvolvido desde 2003 e constou de um conjunto de acções que se circunscreveram na realização de uma série de actividades que abordaram questões de género, mulheres e técnicas de gestão de conflitos. Pretendendo assim o SFCG, dar o seu contributo para a melhoria da situação da mulher e da afirmação de uma sociedade justa e democrática. Por essa razão, empreendemos acções que não se ficam pelo projecto desenvolvido mas que têm sequência num conjunto de outros actos que visam sempre a defesa dos direitos da mulher e salvaguardar os seus princípios de natureza cultural. O objectivo do projecto Big Sister Angola, apoiado pelo Fundação ExxonMobil e o Comissão Europeu, e para apoiar meninas da Luanda na realização de o seu potencial completo como líderes no seu próprio futuro e o futuro do seu país. O Manual foi elaborado na perspectiva de fazer chegar a jovem rapariga, numa linguagem simples conceitos nem sempre fáceis de compreender colocados em situações muitas vezes tendo que utilizar termos técnicos afectos ao trabalho desenvolvido pela SFCG Angola. Para este trabalho recorremos a aprendizagem de adultos e a experiência de outros povos e ONGS ligadas a sociedade civil de Viana bem como, a literatura especializada dicionários de língua portuguesa 6

7 e materiais fornecidos por algumas ONGS de índole nacional que implementam acções no município de Viana. A SFCG Angola faz votos de que este trabalho contribua para o nosso processo de aprendizagem democrática de compreensão de melhor participação da jovem rapariga e da mulher no amplo processo do despertar das suas capacidades de liderança e busca de oportunidades para o seu bem-estar. Este manual foi concebido especificamente para uso pelas mulheres e raparigas Angolanos quem querem avançar as suas capacidades de liderança através de uma exploração de temas identificadas por elas como importantes para as suas vidas quotidianas. O manual pode ser usado por qualquer pessoa, mas idealmente será aplicado por uma equipe de mulheres (mentoras) e meninas (lideres) que trabalharam com um e outro para que se envolvam num processo de aprendizagem mútua. O papel da mentora e do líder são descritas a seguir. 7

8 iii. Introdução do papel da Líder A Líder é o alvo directo deste manual. Elas estão na faixa etária dos 15 aos 20 anos de idade e foram identificadas nas Igrejas, Escolas e Associações sitiadas ao redor do município de Viana em Luanda e beneficiaram de varias formações sobre Liderança, Gestão de Conflitos e sobre o Manual de Liderança. Através das suas capacidades inatas e adquiridas de liderança, cada Líder irá criar um grupo de raparigas na faixa etária entre 12 aos 17 anos com quem irá trabalhar na comunidade e para a comunidade usando o Manual de Liderança. 8

9 iv. Introdução do papel da Mentora As Mentoras são pessoas já adultas que têm alguma experiência e idoneidade reconhecida. Foram identificadas através da parceria Institucional com Órgãos do Governo, Organizações Não Governamentais e Igrejas. Elas, também beneficiaram e participaram directamente nas várias formações sobre Liderança, Gestão de Conflitos e sobre o Manual de Liderança. A Mentora irá usar a sua experiência e sabedoria para aconselhar e orientar a Líder durante as suas actividades com o seu grupo na comunidade, através de visitas regulares e encontros de campo. Cada Mentora poderá ter mais de uma Líder para apoiar. 9

10 v. Passo Para Líder Formar o Seu Grupo 1. Como para identificar quem deve fazer parte do grupo? A Líder deverá conversar e convidar outras raparigas ou adolescestes com idade entre os 12 á 17 anos e falar sobre a ideia de fazer parte de um grupo de raparigas com objectivo de melhorar as suas capacidades de liderança no dia a dia e também para serem reconhecidas como Meninas que participam para o bem do bairro. Isso quer dizer que devem fazer parte meninas com idade á cima espelhada e sem descriminação de religião, cor, raça, língua ou etnia. 2. Onde encontrar as outras raparigas para formar o grupo? A líder deverá começar pelas pessoas que já conhece é fácil de contactar e de preferência de menor idade da sua, por exemplo se a Líder tem 19 anos ela pode começar a falar com jovens menores de 18 anos. Então, o local fácil para Líder encontrar essas pessoas deverá ser no seu bairro, por exemplo, as suas vizinhas ou amigas, as colegas da mesma Escola, as Irmãs da mesma Igrejas, as amigas ou conhecidas que vendem no Mercado ou fazem Zunga, e outras raparigas que vierem pedir para fazer parte do grupo ou estiverem interessadas. 3. Quantas pessoas devem fazer parte do grupo? Cada Líder vai organizar um grupo de raparigas que deverá ter no mínimo 8 e no máximo 15 pessoas 4. Quando tempo deve levar para formar o grupo? Os grupos devem estar formados logo depois da Líder terminar a formação sobre Como Usar o Manual de Liderança e ter o Manual consigo. 5. Depois de formar o grupo o quê a Líder deve fazer? i. A Líder deve fazer uma lista com os nomes completos, idade, nível escolar, local de residência e contacto telefónico. Essa lista a Líder deverá entregar a sua Mentora e ao Oficial da SFCG. 10

11 ii. iii. iv. A Líder deverá decidir em grupo um nome para o seu grupo. Por exemplo, o Grupo As Meninas da Rua 11.`` A Líder deverá decidir em grupo um local e data para se reunirem. O local pode ser no quintal de casa de uma das meninas que os pais não têm nada contra, numa Sala da Escola que o director aceitou, na Igreja ou então no onjango ou debaixo de uma árvore do bairro. Mas o grupo deve também decidir qual o dia e a hora da semana, em que pelo menos a maioria das raparigas estão livres dos afazeres de casa e da escola e podem se encontrar uma vez por semana. A Líder com ajuda da Mentora deverá escrever uma carta, aonde irá colocar o nome do grupo, os objectivos do grupo (objectivo: melhorar as suas capacidades de liderança no dia a dia e também para serem reconhecidas como Meninas que participam para o bem do bairro), o local e os dias da semana aonde o grupo irá realizar os seus encontros, ex : (na escola Mandume, todas as sexta-feira, das 14:00H ás 16:00H) v. Enviar esta Carta para Coordenador do Bairro, ou ao Soba do Bairro, ou ao Director da Escola, ou o Pastor da Igreja, dependo do lugar onde a Líder formou o grupo, por exemplo, se o Grupo a Meninas da Rua 18 são da Rua Combatentes ou do Bairro do Tombo, a Carta será dirigida aos Coordenador do Bairro e com o conhecimento da Secção da Família e Promoção da Mulher da Administração Municipal da Viana. vi. Comunicar a Mentora e a Oficial da SFCG que todos os passos foram dados e iniciar os encontros com o seu grupo usando o Manual de Liderança. Neste caso, o Grupo pode decidir convidar uma representante, o Coordenador do Bairro ou o Director da Escola, ou o Pastor da Igreja para assistir ao primeiro encontro do grupo. 11

12 vi. Como Usar o Manual A ideia original por trás deste manual foi a de criar um manual simples e de fácil utilização para as líderes com a fim de multiplicar o efeito do trabalho de formação realizado pelo Search for Common Ground (SFCG) em Angola. Como nunca é fácil reduzir conceitos complexos a simples diagramas e ilustrações, o produto final é mais longo e o texto mais específico do que inicialmente concebido. Entretanto, tentamos ser fiéis à nossa ideia original, fornecendo agendas, descrições detalhadas das actividades e listas de materiais que devem ser preparadas antecipadamente para cada sessão. O uso do manual será conduzido pelas líderes com supervisão das mentoras a supervisão geral estará a cargo da SFCG. Os participantes são os mesmos de uma fase a outra, o que permite que o trabalho seja aprofundado e expandido a partir das lições aprendidas na fase anterior. O desenvolvimento de cada uma das sessões será de quatro (4) actividades por mês. Seguem algumas observações para a utilização bem sucedida deste manual: 1. Quem deve utilizar este manual: Este manual é mais bem empregue por pessoas que já participaram de formações anteriores. É muito mais fácil entender o conteúdo e acompanhar as ideias após a participação em uma das actividades. 2. A Equipa de Lideres: Cada uma das lideres vai contar com o apoio da sua mentora antes da implementação de cada actividade para aconselhando e orientado diversos procedimentos como por exemplo: controlar o tempo previsto para cada actividade e a apoiar o grupo no decurso dos diálogos. 3. Os participantes: Jovens raparigas dos 12 a 17 anos de idade. 4. Esteja Preparado: Revise o manual, desenvolva o seu próprio esboço e escreva suas anotações. Antes do início de cada sessão organize material necessária antecedência. 5. Adaptação ao Contexto: Vários exercícios e actividades funcionam em Angola o em uma área especifica, mas não são relevantes ao contexto do seu país o do todos bairros de Angola. Crie, com antecedência, actividades alternativas com as quais seus participantes possam se identificar. 12

13 6. Não tenha medo de errar: Todos nós aprendemos fazendo. Nenhuma actividade jamais será perfeita e você poderá encontrar dificuldades em uma ou mais sessões. Reúna-se com sua mentora e alguns participantes chave depois da cada sessão para discutir as dificuldades e trocar ideias sobre maneiras de melhorar a actividade da próxima vez. Use os seus erros como uma oportunidade para aprender. 7. Organize sãs uas reuniões semanais para expandir além de o que é escrito no manual: como a líder/mentora do grupo, você deve fazer uma estrutura a suas reuniões semanais que construirão um sentido da unidade e do divertimento. Muitas líderes decidem começar cada reunião com uma sessão da conversa do grupo em que cada menina tem 2 minutos à parte com o grupo de todas as ideias, pensamentos, eventos especiais etc. que tiver o excesso a semana passada. Ou você pode decidir terminar cada reunião com uma canção especial o encaixe ritual a seu grupo, fazer à reunião seus próprios e pensar das ideias com seu grupo. 8. Divirta-se: Quanto mais você divertir-se como líder mais as participantes se divertirão; assim você se tornará uma boa líder e facilitadora de uma aprendizagem ainda mais eficaz. Cada sessão é descrito em um formato semelhante a permitir a facilidade na facilitação. Cada sessão inclui as seguintes secções: Tópico Sub Tópico Material Necessário Objectivo Introdução Actividades Conclusão Discussão e passos seguintes Notas Refere se ao Tema do Manual O que é que vamos falar hoje O que vamos precisar e usar hoje no nosso encontro O que queremos alcançar ou atingir hoje A introdução da conversa através de alguns conceitos e teorias sobre o tema Um e exercício sobre o que acabamos de falar ou o tema A consolidação ou resumo entre o que acabamos de falar e o exercício que fizemos O que vamos então fazer agora Para escrever antes ou depois coisas importantes para não esquecer de falar durante o encontro ou apresentar para apresentar a Mentora depois do encontro 13

14 I. Tópico: Liderança e Gestão de Conflitos

15 1.1 O que é Liderança Tópico Sub Tópico Material Necessário Objectivo Introdução Liderança Liderança Marcadores, Papel de Flip Chart, Cavalete, Incentivar as jovens raparigas a desenvolverem as suas próprias visões para a sua liderança, com poder e habilidade de identificar o contexto e criar oportunidades de participar como líder na comunidade Por que aprender a ser um líder? Para se envolver com o que realmente importa. Para poder fazer algo inspirador e importante para você. Para ter companheiros no seu grupo. Em qualquer área, na qual queira obter mais influência, você deve se tornar um líder. A liderança esta dentro de si ela é um presente que só pode ser dado pelos outros. Ela chega quando eles reconhecem você, porque ser um líder não tem qualquer sentido sem outros que estão consigo no mesmo trabalho. Um líder completamente solitário é como uma só mão batendo palmas. Você precisa ser forte e ter recursos para poderes crescer e ter sucessos na vida. Você precisa influenciar e inspirar os outros para juntar-se a você, se não, você se arrisca ser uma viajante solitária e não uma líder. E você precisa de um mapa, pois mesmo sendo forte você pode se perder em muitas coisas que gostarias de atingir. Então: Ser uma Líder significa desenvolver-se a si mesmo. A medida que se torna uma líder, você encontra recursos e potencial em si mesmo que não sabia que tinha. Você se torna mais você, porque a maior influência de um líder vem de quem ela é, do que ela faz e do exemplo que ela dá. Uma Líder inspira outros para juntar-se a ale no grupo, então liderança envolve habilidades de comunicar e influenciar. Em resumo: Liderança é uma combinação de quem você é, habilidades e talentos que você tem e a sua compreensão da situação ou do contexto em que você está. Embora esses elementos sejam universais, você juntará as peças de uma maneira única. 15

16 Actividades Os participantes serão divididos em 4 grupos pela Líder e distribuídos marcadores e papel de flip chart. O grupo 1 e 3 trabalharão para responder as seguintes questão: 1. O que é a Liderança? 2. Quais são as qualidades de um bom líder? 3. Exemplos ou uma historia de uma pessoas que conheces e tem uma das qualidades de um bom líder. Porque achas que essa pessoa é um (a) bom líder? O grupo 2 e 4 trabalharão para responder as seguintes questão: 1. O que é que as jovens ou raparigas mais fazem aqui na sua comunidade? 2. Exemplos ou uma historia de uma jovem ou rapariga Líder na sua comunidade, o que é que ela faz como uma jovem líder? Depois os grupos apresentarão os seus trabalhos em plenária e a Líder irá fazer o resumo no quadro anotando as respostas semelhantes dos grupos 1 e 3, 2 e 4. Finalmente, irá facilitar os comentários em plenário sobre as respostas e porquê é importante aprender ser uma boa líder. Conclusão Em plenário, a Líder irá facilitar através de chuvas ideias a conclusão do encontro e alistar no quadro com ajuda de uma co facilitadora. Pergunta para concluir: 1. Sobre Liderança o que é que mais gostaste de aprender hoje? 2. Como vais usar na sua vida o que acabaste de aprender? Discussão e passos seguintes Em plenário, a Líder irá facilitar através de chuvas ideias a discussão de passos seguintes e alistar no quadro com ajuda de uma co facilitadora. Pergunta para discussão: 1. O que é que podemos fazer para que as jovens raparigas tenham mais liderança na nossa comunidade 16

17 Notas 17

18 1.2. Como Construir uma Visão Tópico Sub Tópico Material Necessário Objectivo Introdução Liderança Mapa de Apoio da Visão Marcadores, Papel de Flip Chart, Cavalete, cartolina, tesoura, cola, fitacola, bustique, um Rádio cassete, um CD música e papel álbum. Habilitar as jovens raparigas a desenvolverem as suas próprias visões para as suas próprias lideranças, O que é Visão Uma líder precisa olhar para frente, bem como prestar atenção onde ela esteve e onde ela está agora. Isso é ter Visão. A líder vê além da situação imediata. Ele vê o contexto da jornada inteira, o que pode acontecer no futuro. Isso significa que ela precisa compreender o contexto do qual faz parte, ver além, sentir como os eventos se ligam uns com os outros, enquanto outros apenas vêem acontecimentos isolados. Então: Liderança se baseia em propósito, visão e valores. Não é uma qualidade que possa ser racionada ou controlada. O propósito estabelece o destino. Em resumo: A visão é para ver aonde você está indo e os valores para guiá-lo em direcção a um futuro de sucesso sustentável a longo prazo. Os líderes são necessários para guiar a organização e desenvolver outros líderes. 18

19 Actividades A Líder vai pedir e explicar aos participantes para pensarem naquilo que cada uma gostaria de ser daqui a há mais 10, 20, ou 30 anos. Pode ser um sonho, um profundo desejo, um objectivo ou meta, mas deve ser aquilo como cada uma gostaria de, se ver, ou, ser vista, e podem ser em casa, ou no bairro, ou no País, ou ate no mundo. Cada participante terá escrever a Visão num pedaço de papel de cartolina, essa frase, não poderá conter mais de 30 palavras e nem menos de 15 palavras. Também, é permitido escrever o seu nome, colar desenhos ou flores, pintar, fazer decotes, caso a participante queira fazer a sua cartolina mais bonita. Depois de todos escreverem, a Líder deve orientar os participantes a colarem as suas visões na parede ou árvore, o que estiver ao redor, com fitacola ou bustique. Finalmente, a Líder deve orientar os participantes a circularem pela Sala, ou no espaço aonde estão reunidas, para visitarem e lerem as Visões de cada uma. Neste momento, as participantes poderão falar uma com as outras sobre a Visões de cada uma ou para fazer algum esclarecimento sobre a visão de uma ou de outra. Conclusão A Líder deve preparar o rádio cassete e uma música suave para ser tocada. Pedir as raparigas para reunirem em círculo e de mãos dadas e cada uma dizer uma boa qualidade de Líder que falaram no último encontro. Neste caso, a Líder também poderá relembrar algumas das qualidades. Então, a Líder deve pedir silencio e olhos fechados de todas, fazer tocar a musica já preparada, e de forma calma ao ritmo da musica, a Líder deve repetidamente orientar o seguintes: Que cada uma pensa calmamente na sua Visão que acabou de escrever Que cada uma tente sonhar, que é o quer ser na sua Visão Que cada uma tem uma boa qualidade de Líder Que cada uma repita dizendo uma qualidade: Eu sou Eu sou... Esta actividade deve terminar quando a musica também terminar. E depois cada rapariga deve retirar a sua cartolina. 19

20 Discussão e passos seguintes Notas Em plenário, a Líder irá orientar as raparigas a construírem um Mapa de Apoio da Minha Visão, como trabalho para fazerem durante a semana. Pergunta para o Mapa de Apoio da Minha Visão: 1. O que Eu já tenho e o que Eu necessito da minha Família (Pai, Mãe, Irmãos, Tios, Tias, Primos, Avos) para conseguir conquistar a Minha Visão 2. O que Eu já tenho e o que Eu necessito dos meus Amigos (Vizinhos, Colegas, Conhecidos) para conseguir conquistar a Minha Visão 3. O que Eu já tenho e o que Eu necessito mais Saber (Escola, Formação, Curso, Tecnologia, etc) para conseguir conquistar a Minha Visão 4. O que Eu já tenho e o que Eu necessito de Recurso (Financeiros, Materiais, Humanos) para conseguir conquistar a Minha Visão 20

21 1.3. A Nossa Identidade Tópico Sub Tópico Material Necessário Objectivo Introdução Liderança Identidade Marcadores, Papel de Flip Chart, Cavalete, autocolantes pequenos de varias cores Capacitar nas jovens raparigas conhecimentos sobre identidade pessoal e do grupo e ajudar a desenvolvem suas próprias ideias sobre as estratégias para melhor cultivarem a suas liderança entre os amigos e colegas, O Que é a Identidade? E um conjunto de caracteres próprios e exclusivos de uma pessoa (nome, idade, sexo, estado civil, filiação, etc.) A ideia de identidade é carregada de símbolos e está relacionada a factores culturais, religiosos, políticos, familiares, económicos e ate de saúde (ex. como são identificados as pessoas com: HIV SIDA, Tuberculoses, Lepra, etc). Então: A identidade nos fala, sobre a cultura, a época, as relações entre as pessoas, ou seja, ela é também uma intersecção de diferentes componentes. Acreditamos que é através dos significados produzidos por estas relações que encontramos sentido naquilo que somos ou, ainda, para aquilo que podemos nos tornar. Logo: Para falarmos em identidade precisamos falar também de diferença. A nossa identidade, muitas vezes, é descrita pelos outros a partir do que ela não é. Isso, é utilizada para promover agrupamentos e possibilitam divisões do tipo: nós/eles. Dessa forma, a identidade e a diferença estão interligados, e resultam do mesmo momento. Concluindo: A identidade e a diferença, não são elementos naturais que estão a espera de se revelar ou serem descobertos. Ambos, para existir, precisam ser criados ou produzidos. Somos nós que criamos identidades e diferenças nas nossas relações de amizade, familiar, colegas, trabalho, na comunidade e em outros 21

22 lugares. Assim, com essas influências e diferenças, as posições que assumimos e com as quais nos identificamos ou identificamos os outros, constituem as nossas identidades. Actividades A Líder vai formar as raparigas em círculo e com olhos fechados. Em seguida a Líder irá colocar os autocolantes na testa em cada uma delas. Ao colocar os autocolantes deve ter a certeza que as cores do autocolantes estão agrupadas, isso é, 5 vermelhos, 4 verdes, 5 azuis e 1 branco, que no total faz um grupo de 15 raparigas. (o um numero correcto para o seu grupo mas sempre com mais de um de cada cor e só uma da cor branca). Em seguida, a Líder pede para abrirem os olhos, ninguém falar uma com a outra e só com gestos juntarem-se para formarem pequenos grupos. A Líder deve controlar a formação dos grupos sem interferir e deixar que os membros dos grupos aceitam ou rejeitam aqueles que não tiverem a mesma cor do seu pequeno grupo. E no final terá de haver formado 3 grupo juntado sendo 1 com autocolantes vermelhos na testa, 1 com autocolantes verde na testa e 1 com autocolantes azuis na testa. Finalmente, haverá uma rapariga com autocolantes branco na testa que será rejeitada pelos 3 grupos e Ela não saberá porque nenhum dos grupos a aceitou. Então a Líder pede as raparigas para voltarem a fazer a roda e faz as seguintes perguntas para a chuva de ideais: O que aconteceu durante o exercício? Porque vocês formaram os grupos desta maneira? Porque vocês rejeitaram as outras raparigas como vocês? Como é que você se sentiu ser parte do grupo? Como é que você se sentiu ser rejeitada do grupo? Conclusão Em plenários a Líder deve facilitar um debate sobre o exercício e o tema falado sobre identidade. Perguntas para a chuva de ideais: 1. Porque vocês formaram os grupos desta maneira? 2. Porque vocês rejeitaram as outras raparigas como vocês? 22

23 Discussão e passos seguintes Notas 3. Como é que você se sentiu quando encontraste o seu grupo? 4. Como é que você se sentiu quando foste expulsa? do grupo, o que pensaste fazer (especificamente para a rapariga de autocolante branco)? 5. Quem pode dar um exemplo de como é que identificamos e separamos as outras raparigas, em casa, na escola, no bairro e noutros lugares? 6. Como gostarias de agir e comportar em casa, na escola, ou no bairro, fruto do que hoje falamos e fizemos durante o exercício? Continuando em plenário, a Líder de fazer a uma única pergunta e anotar a s resposta no quadro. Perguntas: 1. O que podemos fazer para ajudar as outras raparigas no bairro a mudarem de comportamentos de não rejeitar ou excluir outras pessoas que elas identificam que são diferentes delas? 23

24 1. 4. A Diferença do Conflito e da Violência Tópico Sub Tópico Material Necessário Objectivo Introdução Liderança O Conflito Um quadro ou flipchart, papel, marcadores Dar conhecimentos as jovens raparigas sobre técnicas básicas e teorias de resolução de conflito que influenciam na liderança, O que é o conflito Por conflito se pode entender: Um Estado de tensão entre duas ou mais partes resultantes de insatisfação e incompatibilidade das necessidades ou interesses dos envolvidos Estado de tenção porque é uma preocupação, nervosismo, ansiedade, stress, e isso, sempre ocorre na nossa mente psíquica. Essa preocupação deverá ser entre duas pessoas diferentes, ou até, dois grupos diferentes, então por isso dissemos entre duas ou mais partes. Assim, a causa do conflito vai ser as diferenças ou a insatisfação das necessidades ou interesses de cada uma das partes que não são iguais ou que são incompatíveis. Então: O conflito pode ser positivo ou negativo, dependentemente do modo como o mesmo será resolvido pelas pessoas nela envolvidas. O conflito será positivo quando: ajudar a encontra solução sem violência ou mágoas; quando promover harmonia e respeito entre as pessoas; quando ajudar a criar diálogo entre todos; quando dela resulta a paz; quando busca sempre o consenso. O conflito será negativo quando: não promove disputa invés de consenso; quando dela resulta espancamentos ou mortes; quando provocar separação das pessoas; quando há violência. 24

25 Concluindo: Todos os seres vivos encontram-se, potencialmente em permanente estado de conflito. O conflito não é anormal; e embora não pareça, útil. Conflitos causam mudanças. Os conflitos fazem com que observemos, escutemos, pensemos e aprendemos. Existem técnicas próprias para resolver o conflito, o que permite melhorar as nossas vidas sob muitos aspectos. Um conflito ocorre quando as pessoas se sentem incapazes de suprir as suas necessidades de alimentação, habitação, educação e instrução, respeito, amor, dignidade, liberdade, integridade, lazer etc. Podemos aproveitar o conflito para melhorar uma situação, fortalecer uma relação, criar um ambiente favorável no escritório e na comunidade. Para que um conflito seja proveitoso necessitamos de dotar-nos de instrumentos e conhecimentos para que não repitamos erros. Não devemos deixar de ter em conta que a chave da resolução de conflitos está na satisfação das necessidades de todos, porque a não ser atendido este pressuposto os conflitos podem ser contínuos ou cíclicos. E por outro lado a violência é a manifestação activa do conflito na sua fase de resolução menos correcta, em que o poder e a posição se destacam ao longo da solução das diferenças e disputas. Actividades Violência O facilitador divide os participantes em dois grupos, um interno e outro externo, que ficam todos de mãos dadas. O grupo de dentro, mantém os seus integrantes juntinhos uns aos outros. O grupo de fora forçará a sua passagem para o centro do grupo interno. Estes, por sua vez, não deverão deixar que os do grupo externo penetrem. É uma situação que se deve desenvolver durante um ou dois minutos, ou até mesmo em alguns segundos. Feito isso, a Líder manda parar para cada sentar no seu lugar e provocar um debate em torno do exercício realizado para concluir. Conclusão Depois do exercício, em plenário, a Líder deve facilitar, através de chuva de ideias, em volta do exercício realizado. 25

26 Discussão passos seguintes Notas e Perguntas: 1. De que maneira a grupo externo tentou penetrar para o meio do grupo interno? A Lider vai usar as respostas das raparigas, do tipo, usar a força ou violência, e aproveitar o momento para dar uma boa explicação e pedir comentários sobre o que falaram relativamente ao tema e o exercício acabado de ser feito. 2. Como a violência tem afectado a nossa vida de rapariga 3. Como vamos usar o que acabamos de aprender no nosso dia a dia Continuando em plenário, a Líder de fazer a uma única pergunta e anotar a s resposta no quadro. 1. O que podemos fazer para ajudar a diminuir a violência em casa, no bairro ou na escola que afecta a vida de outras raparigas. 26

27 1.5. Estilos de Comunicação Tópico Sub Tópico Material Necessário Objectivo Introdução Liderança Comunicação Material necessário: quadro e flip chart, marcadores, manual de Liderança e de resolução de conflito, blocos e esferográficas, álbum seriado Motivar nas raparigas a autoconfiança e estima de comunicar seus interesses em grupo amigas, familiar usando técnicas básicas de diálogo. O que é Comunicação É o veículo de transmissão do pensamento daquilo que observamos, percebemos de uma realidade e permite a troca de impressões e transferência de ideias e a inteiração entre os homens em cada qual exprime, compreender e perceber algo do que o rodeia. Então: Comunicar bem não é só transmitir ou só ouvir bem. Comunicar é troca de entendimento, e ninguém entende ninguém sem considerar além das palavras, as emoções e a situação em que fazemos a tentativa de tornar comuns os conhecimentos, ideias, instruções ou qualquer outra mensagem, seja ela verbal, escrita ou corporal. Queremos dizer que na comunicação há que termos um comportamento de Escuta Activa ou de boa escuta que se caracteriza no seguinte: Mostra atenção para pessoa Colaboração durante a conversa Olhar atento pessoa Acenar c/ a cabeça de vez enquanto Fazer sempre resposta de eco Deste modo, a outra pessoa com que estamos a conversar mostrara interesse e respeitos mútuo, porque ela terá um sentimento de satisfação, alegria e bem-estar. 27

28 Também, a vez a comunicação é caracterizada por uma Ma Escuta, pelo comportamento das pessoas, da seguinte maneira: Não estar atenta Não dar importância a outra pessoa Estar distraída com a conversa Mostrar ignorância com o sentimento das outras Deste modo, a outra pessoa com que estamos a conversar reage demonstrando sentimentos desprezo, ignorância, nervosismo, faz conclusões erradas, não fala a verdade, desconfia da sua palavra e não mostra honestidade. Concluindo: Actividades Conclusão Como líderes devemos, usar a Boa Escuta durante a comunicação. Porque gera respeito, consideração e desta forma a Líder mostra segurança no que diz e é valorizado e respeitado pelas outras. Assim, a Líder mostra respeito mútuo, mostra-se preparado para soluções de problemas e não magoa as outras pessoas. A Líder/ facilitadora coloca uma cadeiras no centro do grupo e convida duas voluntárias uma das quais sentar-se-á sob à cadeira enquanto a outra contelhe uma cena qualquer. Neste instante a ouvinte (que está sentada e que deveria estar a escutar a cena) simula estar distraído, põe-se a cantar, a tocar a lapiseira na cadeira, olha para o outro lado, assobia eficiente mostrar-se desatento. No segundo momento, depois de passado o primeiro cenário, o mesmo diálogo prossegue entre as duas, mas desta vez a ouvinte presta mais atenção, acompanha toda a informação que lhe está sendo prestada, e por vezes acena a cabeça em jeito de concordância, deves em quando parafrasear o seu interlocutor. Passado estes dois momentos, o debate é levado a plenária para os participantes fazerem um comentário sobre o que acabaram de observar. Depois do exercício, em Plenário, a Líder deve facilitar, através de chuva de ideias, em volta do exercício realizado. Perguntas: 1. Em que momentos da comunicação houve boa escuta e em que momento houve má escuta, porque? 28

29 Discussão passos seguintes Notas e A Líder vai usar as respostas das raparigas, do tipo, não esteve assobiar, e aproveitar o momento para perguntar e explorar o sentimento da outra pessoa, do tipo, o que é que sinetes quando falas sério e a outra pessoa diz que escuta mas esta assobiar ou a cantar. Finalmente, a Líder pedir comentários sobre o que falaram relativamente ao tema e o exercício acabado de ser feito e deve anotar no quadro com ajuda de uma co facilitadora 2. Como vamos usar o que acabamos de aprender no nosso dia a dia? Continuando em plenário, a Líder de fazer a uma única pergunta e anotar a s resposta no quadro. O que podemos fazer para ajudar a promover uma boa comunicação entre as jovens raparigas e em casa, no bairro ou na escola que afecta a vida de outras raparigas? 29

30 1.6 Estilos de Gestão de Conflitos Tópico Sub Tópico Material Necessário Objectivo Introdução Liderança Estilos de Gestão de Conflitos Quadro ou flip chart, papel e marcadores, álbum seriado Levar os participantes a reflectirem como lidam com o conflito no seu dia a dia. O que é gerir conflitos A resolução de conflitos sem violência, só é possível através dum trabalho persistente com domínio e habilidade firme na comunicação e cooperação. Portanto, gestão pacífica de diferenças é a definição mas correcta de resolução de conflitos, pode ser melhor compreendida, através dos diversos estilos de resolução de conflito que usamos no dia-a-dia, e que tem uma relação com o que já foi dito anteriormente. Então: No nosso dia-a-dia, diante quando estamos diante de um problema, neste caso o conflito, reagimos de formas diferentes, e essa forma de reagir de forma inicial, consideramos ser a forma de administrares ou gerires o seu conflito. Podemos identificar os seguintes estilos de gestão Competir é o estilo em que se sustenta a defesa das minhas necessidades em prejuízo das dos outros. Baseia-se num estilo agressivo de comunicação, desrespeitando quaisquer outras consequências de relacionamento que poderão advir no futuro. Acomodar è o oposto de competição. Pessoas que usam este estilo, cedem as suas necessidades em benefício das dos outros que se encontram nas mesmas condições, tentando ser bonzinho e preservar o relacionamento è vista como sendo muito mais importante, mesmo que isso me cause dissabores. 30

31 Evitar è a resposta comum para a negativa percepção dum conflito. Talvez se não falarmos não vai haver problema dizemos a nós mesmos, talvez sim. Mas geralmente tudo o que acontece è que os sentimentos ficam inibidos, as opiniões e os pontos de vista não são expressos e o conflito cresce ate que se torna tão grande para poder-se ignorar. Compromisso è a solução satisfatória dum conflito em que cada um de nós ganha e dá alguma coisa numa série de toma-lá-dá-cá. Apesar de satisfatório o compromisso geralmente è visto como não trazendo satisfação cada um de nós continua moldado nas suas percepções individuais sobre as nossas necessidades e desejamos se tivéssemos trabalhado cooperativamente para alcançar a solução. Actividades Colaboração è a junção das necessidades e objectivos individuais para objectivos comuns. Chamando geralmente solução ganhar-ganhar a colaboração requer muita comunicação e cooperação de forma a obter uma solução melhor do que a que podia ser obtida por um único individuo. A facilitadora indica um integrante do grupo, para ficar de pé no meio dum espaço aberto na sala e indica que ele/ela representa o conflito. Uma vez naquela posição, o facilitador pede aos outros integrantes do grupo que para se levantarem e se posicionarem em relação a forma como habitualmente lidam com conflitos. Depois de se posicionarem o facilitador pergunta o seguinte: Porquê é que tu (falando para uma pessoa) te posicionaste desta forma em relação ao conflito? A facilitadora irá fazer as perguntas até encontrar os 5 e cincos estilos de gestão de conflitos, com ajuda dos participantes. 31

32 Conclusão Depois de se posicionarem a facilitador pergunta o seguinte: Discussão passos seguintes Notas e Porquê é que tu (falando para uma pessoa) te posicionaste desta forma em relação ao conflito? O facilitador irá fazer as perguntas até encontrar os 5 e cincos estilos de gestão de conflitos, com ajuda dos participantes Em plenário, através de chuvas de ideias, a Líder deve fazer a uma única pergunta e anotar a s resposta no quadro. O que podemos fazer para ajudar a promover a colaboração entre as jovens raparigas em casa, no bairro ou na escola que afecta a vida de outras raparigas. 32

33 II. Tópico: Saúde 33

34 2.1. A Droga e Alcoolismo Tópico Saúde Sub Tópico Drogas e Alcoolismo Material Necessário Marcadores, papel de Flip Chart, Cavalete, ilustração de Tipos de Droga, álbum seriado Objectivo Introdução Os participantes obterão conhecimentos sobre os efeitos negativos da droga e álcool a uma jovem rapariga e ao organismo humano e terão habilidade de identificar as drogas mais comuns e fazer sensibilização aos jovens no combate contra o uso de drogas. O que é uma droga? Droga é qualquer ingrediente ou substância seja ela química, natural ou sintética que provoca alterações físicas e psíquicas numa pessoa. As drogas naturais são obtidas em plantas e em minerais, as drogas químicas são obtidas em farmácias (lembrando que todo medicamento é droga e faz mal se usado incorrectamente) e drogas sintéticas que são fabricadas em laboratórios. As drogas circulam pelo corpo e entram na corrente sanguínea causando dependência, problemas circulatórios, cerebrais e respiratórios, compulsão e outros vários factores que iguais a estes citados podem levar à morte. Hoje, os principais usuários de drogas são adolescentes de 16 a 18 anos começam a usa-las por curiosidade, influências, pelo prazer que elas proporcionam, pelo fácil acesso e pelo desejo de que elas resolvam seus problemas. Pode-se dizer que há quatro tipos de utilizadores de drogas: o que experimenta, o que ocasionalmente consome uma droga, o que consome habitualmente e o toxicodependente. Felizmente que nem todos os que experimentam ou consomem uma droga com alguma frequência se tornam toxicodependentes, mas a verdade é que todos os que são toxicodependentes começaram por experimentar uma droga. O maior problema é que nunca temos maneira de saber se vamos ficar dependentes ou não antes de isso acontecer e quando sabemos já é tarde demais. 34

35 Afinal quem é que se droga? R: Dizem-se muitas coisas sobre isso: as pessoas que têm problemas, as que querem curtir ou divertir-se, as que têm fácil acesso a drogas. O certo é que a maior parte das pessoas não se droga mesmo quando tem problemas, quando se quer divertir ou quando é fácil experimentar ou adquirir drogas. Pode-se dizer que há pessoas mais susceptíveis do que outras e que em certos momentos da vida essa vulnerabilidade é maior, pode dizer-se que há condições de vida e familiares que são difíceis mas há sempre formas de ultrapassar ou lidar com os obstáculos ou as dificuldades. A decisão de usar ou não drogas é sempre uma questão individual, mesmo com influências ou pressões de outros. O que leva uma jovem adolescente a consumir drogas: São variados os factores que levam ao consumo e geralmente estão combinados. Por exemplo: curiosidade, desejo de viver outras experiências, procura do prazer/diversão, desejo de testar limites e transgredir regras, pressão dos Pais, desafio à autoridade, desejo de afirmação, informação incorrecta ou ausência de informação. As drogas podem ser consumidas de diferentes formas, que vão do consumo experimental, ao frequente, do consumo recreativo ao abuso ou à dependência. Um consumo experimental não conduz necessariamente a uma dependência. É importante saber a diferença entre o uso de substâncias e o seu abuso. Do mesmo modo é fundamental responsabilizar o jovem pela consequência das suas decisões. Não são só os adolescentes que consomem drogas. Os consumos podem existir em qualquer idade e as razões para tal variam consoante as pessoas. Como ajudar uma amiga a deixar de consumir droga ou álcool. Claro que sim. No entanto, só o poderás fazer se ele assumir a que tem um problema e estiver disponível para receber ajuda. Assim, podes sempre procurar acompanhá-lo e aconselhá-lo e estar atento, sabendo que o único responsável pelo sucesso ou fracasso desse processo será sempre o próprio. 35

36 Deixar de consumir uma substância, neste caso drogas ou álcool, depende da força de vontade própria. Cada pessoa terá o seu ritmo e poderá sozinho, ou em conjunto num centro de tratamento para toxicodependentes encontrar o seu plano de tratamento. É fundamental ajudar o outro a reflectir sobre o que significam os consumos e que peso têm na sua vida, assim como o que ela própria está disposto a fazer para se tratar. Ajudar uma amiga não significa que tenhamos de concordar e aceitar em tudo. Ser amiga pode por vezes significar saber dizer não, conversar, partilhar, criticar. Só assim poderá haver crescimento e mudança de comportamentos. Consequências do uso de drogas e álcool na juventude. O consumo de drogas psicoativas na adolescência tem consequências diversas. Há prejuízo da cognição, capacidade de julgamento, do humor e das relações interpessoais, além do risco de dependência, super dosagem, acidentes, danos físicos e psicológicos e morte prematura. A alteração de percepção e reacções psicomotoras induzidas pela droga podem levar a acidentes fatais e ao suicídio. A dependência de droga aumenta o risco do jovem se envolver em crime e prostituição para financiar seu hábito. As consequências decorrentes do uso de drogas entre os adolescentes são semelhantes para ambos os géneros. Meninas e meninos apresentam queda no rendimento escolar, abandono escolar, expulsão da escola e envolvimento em actividades ilegais (roubo e tráfico), sem diferença entre os géneros. Apesar disso, as meninas têm menos problemas com a polícia. Actividades Dramatização. A Líder forma 2 grupos através dos participantes e pede a elas que para fazerem uma peça de teatro cada para mostrar como acontece nos seus bairros ou escola o que acabaram de falar sobre as drogas e álcool. Cada grupo será livre de criar a sua peça e apresentará em 5 minutos. Conclusão Depois de apresentada as peças de teatro, Líder irá em plenário discutir com as participantes sobre o tema de hoje falado e de mostrado no teatro, através das seguintes questões que devem estar visualizado em papel de flip chart aonde também a facilitadora vai resumir as respostas dos participantes com ajuda da mentora ou de uma participante. 36

37 Discussão passos seguintes Notas e O que aconteceu durante apresentação das peças de teatro Como as cenas de teatro mostraram o que falamos de positivas e de coisas negativa sobre nosso tema de hoje Perguntas: O que é que mais gostastes hoje. Porque? O que gostarias de saber mais sobre as drogas? Como tudo que falamos e aprendemos vamos usas nas nossas vidas e no nosso bairro ou escola? A Líder em plenário vai escrever no papel de flip chart a seguinte pergunta para discussão O que podemos fazer para ajudar a reduzir as drogas e do álcool nos jovens aqui no nosso bairro ou escola? A líder vai ouvir todas as contribuições e anotara e no fim vai volta a ler para os participantes? 37

38 2. 2. A Cólera Tópico Sub Tópico Material Necessário Objectivo Introdução Saúde Cólera Materiais Necessários: Quadro móvel, giz ou marcadores, papel, cadernos, lápis e esferográficas, manual de Big Sisters, água fervida, sal, açúcar jarra de um litro uma colher de chá e copos, lixívia, o produto certeza. Despertar a jovem rapariga sobre a importância do saneamento Introdução: A cólera é uma infecção intestinal aguda causada pelo Vibrio cholera, que é uma bactéria capaz de produzir uma enterotoxina que causa diarreia. Transmissão - A Cólera transmite-se principalmente através da ingestão de água ou de alimentos contaminados. Na maioria das vezes, a infecção é assintomática ou produz diarreia de pequena intensidade. Em algumas pessoas pode ocorrer diarreia aquosa, súbita e potencialmente fatal, com uma evolução rápida para desidratação grave e diminuição acentuada da pressão sanguínea. Riscos - A cólera é uma doença de transmissão fecal-oral. São factores essenciais para a disseminação da doença condições deficientes de saneamento, particularmente a falta de água tratada. A cólera é endémica em vários países mas normalmente ocorrem surtos onde a infra-estrutura de saneamento básico é inadequada ou inexistente. O risco de transmissão da cólera é variável entre países e, dentro de um país pode haver diferenças de risco entre regiões e, até mesmo, entre diferentes bairros de uma cidade. A cólera pode ocorrer em uma cidade que tenha água tratada e esgotos, porém em geral afecta principalmente os habitantes de comunidades carentes, onde o saneamento básico é inadequado. O risco de aquisição da cólera para quem fica em bairros com saneamento básico adequado é relativamente menor e, basicamente, está mais relacionado aos alimentos, uma vez que podem estar contaminados na origem e o seu preparo exige higiene adequada. Quando a localidade inteira não possui infra-estrutura adequada, além dos alimentos, existe a possibilidade de contaminação da 38

39 água para consumo, que deve ser tratada pelo próprio consumidor. Medidas de protecção individual O consumo de água tratada e o preparo adequado dos alimentos são medidas altamente eficazes. A agua deve estar sempre tratada. Existe algumas maneiras diferentes para tratar água incluindo: ferver (tem que ferver numa fervida rápida para mínimo de 3 minutos); tratar com lixívia (3 gotas por x 1 litro de agua); tratar com outro produto da confiança como certeza. Os alimentos devem ser bem cozidos e servidos logo após a preparação, para evitar nova contaminação com a bactéria. Os alimentos preparados com antecedência devem ser novamente aquecidos, imediatamente antes do consumo e servidos ainda quentes. Água mineral gaseificada e outras bebidas engarrafadas industrialmente, como refrigerantes, cervejas e vinhos são geralmente seguras. Café e chá bebidos ainda quentes não constituem risco. Não deve ser utilizado gelo em bebidas, a não ser que tenha sido preparado com água tratada (desinfectada com lixívia 1 ) ou fervida). Manifestações Após um período de incubação de algumas horas a 5 dias, a maioria dos casos de cólera, apresenta-se como uma diarreia leve ou moderada, indistinguível das diarreias comuns. Podem ocorrer vómitos. Em algumas pessoas, a cólera pode evoluir de forma mais grave, com início súbito de uma diarreia aquosa profusa, geralmente sem muco, pus ou sangue e, com frequência, acompanhada de vómitos. Pode ocorrer perda rápida de líquidos (até 1 a 2 litros por hora), levando a desidratação acentuada. Em função disso, há sede intensa, perda de peso, e os olhos ficam encovados. Encerramento: encenação sobre cólera, cuja as causas são o consumo de água e alimentos contaminados. Socorros foram providenciados em casa. 39

40 Actividades Próximos passos elaboração de um projecto que visa a sensibilização da população em temática de cólera. A jovem líder/ facilitadora deverá organizar uma sessão de chuva de ideias durante 15 minutos questionando. O que é a Cólera? Como se transmite a cólera? Como podemos evitar a cólera? Alguem aqui tinha usado lixivia o certeza para tratar a sua agua? da um apresentação do uso do produto. Após chuvas de ideias, a líder terá 10 minutos para dar uma explicação sucinta sobre a matéria que deverá ser acompanhada com ilustrações. 2: Como para fazer o soro de hidratação oral: A líder deverá orientar o grupo a fazer o soro de hidratação oral caseiro no local de encontro. Divida o grupo em grupos pequenos e cada grupo faz o soro de hidratação. Si ainda existe tempo no encontro, pede os grupos fazer uma dramatização de dar uma doente o soro. Receita para o soro Um colher de chá de sal Oito colheres de chá de açúcar Um litro de água potável ou fervida e posteriormente arrefecida Conclusão Após as actividades do grupo a facilitadora/ Líder deve perguntar e anotar as respostas no quadro: O que é que aprendemos hoje? Que atitude devemos ter? Discussão e passos seguintes Alguém do grupo tinha uma experiencia com a cólera o outra doença da diarreia? Pode nos contar a tua historia? O que que foi feito? 40

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