INFORMAÇÕES GERAIS. Local Centro de Convenções Talatona - Avenida Talatona, Luanda Sul, Angola

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2 INFORMAÇÕES GERAIS Organização Ordem dos Médicos de Angola Secretariado Rua Amilcar Cabral, nº , Luanda Tel.: (+244) / Fax: (+244) Sítio: Data 26 e 27 de Janeiro de 2015 Local Centro de Convenções Talatona - Avenida Talatona, Luanda Sul, Angola Lema Os desafios da saúde em Angola no contexto de um mundo em mudança Alto Patrocínio Governo da República de Angola Ministério da Saúde Deslocações Estão asseguradas as seguintes deslocações para os convidados: a) Do aeroporto para os hotéis e destes para o aeroporto; b) Dos hotéis para o local de realização do Congresso e vice-versa. Urgências Em caso de necessidade, poderão ser contactados: Hospital do Prenda / Clínica Girassol / 415 / 226 Clínica Multiperfil /47/50 Clínica Sagrada Esperança /1 Instituto Nacional de Emergência Médica -116

3 ÍNDICE Mensagem do Presidente do Congresso...05 Comissões...07 Formas de participação Programa Científico Painéis...17 Conferências...18 Temas livres...18 Simpósios...19 Posters...19 Cursos Pré-congresso Resumos

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5 MENSAGEM DO PRESIDENTE DO CONGRESSO Excelências, É com grande satisfação que recebemos os ilustres convidados e participantes, nacionais e estrangeiros, do X Congresso Internacional dos Médicos em Angola. Este evento anual evidencia já uma identidade própria claramente traduzida na crescente qualidade das apresentações dos muitos intervenientes neste espaço de reflexão e partilha de conhecimentos no âmbito da Medicina. Constitui também um sinal inequívoco da capacidade mobilizadora da Ordem dos Médicos de Angola, demonstrada pela presença significativa e interessada de centenas de médicos nacionais e estrangeiros que pretendem partilhar as suas experiências. E reforça, claramente, os laços de colaboração entre os Médicos e as Entidades Públicas, num esforço conjunto para alcançar uma Saúde Melhor Para Todos. O Lema escolhido Os Desafios da Saúde em Angola no Contexto de um Mundo em Mudança e os temas que foram seleccionados abordam assuntos de extrema importância para a saúde dos angolanos. Na verdade, a Medicina evolui lembremo-nos dos longínquos humores de Hipócrates que já abordavam, com muita propriedade, o ambiente interno (corpo humano) e ambiente externo (clima, ar, comida, bebida), dos contributos de galeno, das dúvidas científicas de Descartes, dos iluministas do século XVIII, até às imensas descobertas bem conhecidas (por exemplo de Koch, Pasteur, Virchow, Laennec, Jenner e tantos outros); e também a auscultação, os sintomas, a percussão (que vieram substituir os célebres humores de Hipócrates) e os desenvolvimentos tecnológicos sobretudo após a segunda guerra mundial, e, repare-se, ao quase endeusamento da máquina como substituto do homo sapiens sapiens então devemos considerar com muito positiva a troca de experiências sobre todos os determinantes que a envolvem e que ela, directa ou indirectamente, influencia. O médico na era da técnica Estamos, pois, confrontados por uma nova era a que não podemos ficar alheios: aquilo a que Karl Jaspers designou como O Médico na Era da Técnica. Por um lado, as consequências do desenvolvimento científico e tecnológico em torno da prevenção, da promoção, da cura, da investigação e do ensino são enormes e, por outro, a ética, a bioética e o biodireito, vieram introduzir um factor de equilíbrio na relação dos doentes (dos cidadãos em geral) com os médicos e no envolvimento da sociedade na sua pluridimensão. Ora, a Ordem dos Médicos de Angola pretende, neste seu X Congresso Internacional, trazer à discussão serena, firme e consistente, um conjunto de matérias que possam aumentar a elevada conscientização dos médicos não apenas face à doença, mas, igualmente, face às exigências plurifacetadas que a Medicina provoca pela sua complexidade e riqueza e aos modelos de organização, de atendimento e de prestação de cuidados. 5 Agradecimentos Agradeço a presença das mais altas individualidades governamentais, presentes ou fazendo-se representar, emprestando, assim, um concreto e institucional apoio e um significativo incentivo à realização do Congresso, e, muito directamente, às grandes causas da saúde no nosso país. Um palavra de saudação e agradecimento aos ilustres palestrantes que nos apresentarão os seus conhecimentos e experiências. Agradeço a todos os patrocinadores pelo seu envolvimento no Congresso. Finalmente, convido todos os médicos a participar activamente nos debates, contribuindo para a dignificação do Congresso e para o engrandecimento da nobre profissão que abraçamos. Bem-vindos, O Presidente do Congresso e Bastonário da Ordem dos Médicos de Angola Prof. Doutor Carlos Alberto Pinto de Sousa

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7 X CONGRESSO INTERNACIONAL DOS MÉDICOS EM ANGOLA PRESIDENTE DE HONRA Sua Excelência Presidente da República de Angola Engº. José Eduardo dos Santos COMISSÃO DE HONRA Sua Excelência Senhor Ministro da Saúde Dr. José Vieira Dias Van-Dúnem Sua Excelência Presidente da VII Comissão da Assembleia Nacional Dra. Irene da Silva Neto Sua Excelência Senhora Ministra da Ciência e Tecnologia Prof. Dr.ª Maria Cândida Pereira Teixeira Sua Excelência Senhor Ministro do Ensino Superior Prof. Dr. Adão do Nascimento Sua Excelência Senhor Governador da Província de Luanda Dr. Graciano Francisco Domingos 7 Sua Excelência Senhor Secretário de Estado da Saúde Dr. Carlos Alberto Masseca

8 COMISSÕES Presidente do Congresso Carlos Alberto Pinto de Sousa Bastonário da Ordem dos Médicos de Angola 8 Comissão Organizadora Carlos Alberto Pinto de Sousa (Coordenador) Mariana Paulo André Afonso Joseth Rita Fernandes de Sousa Maria Isabel António Massocolo das Neves (Porta-Voz) Miguel Santana Bettencourt Mateus Abreu Pecamena Afonso Wete Ermelinda Soito Ferreira Paulo Jorge Van-Dúnem Victória do Espírito Santo José Vieira Dias Cunha João Fernando Chicoa Fátima Ferraz Armando João Fernando Mendes Fernando Miguel Antónia de Sousa Rui Moreira de Sá Mário Dias Leonardo Inocêncio Mário Rui Cardoso Rosa da Fonseca Bessa de Campos José Carlos Van-Dúnem Constantina Furtado Rodrigues Leonardo Armanda Maria Ferreira da Conceição Paulo Salgado Lígia Alves Comissão Científica Miguel Santana Bettencourt Mateus (Coordenador) Arlete da Visitação Borges (Coordenadora adjunta) Filomena Burity Neto Adriano Martins de Oliveira Suzana do Céu Costa Adelaide Neto Matias Luísa Assis Margarete Arrais Fausta de Sá dos Santos

9 Sandra Pereira Helga Freitas Guilhermino Joaquim Comissão de Logística e Protocolo António Leite da Costa (Coordenador) Ermelinda Soito Ferreira (Coordenadora Adjunta) Fatima Ferraz Renato Palma Mujimbi José Viana Avelino Ganga Marinha Comissão de Redacção e Secretariado Inês Maria Primo Vitória Pereira (Coordenadora) Brígida Marisa dos Santos (Coordenadora Adjunta) António Gomes Beatriz Paiva da Costa Bento Luzia Quental Ana Paula Barbosa Catarina Gonçalves Domingos de Castro Juliana de Fátima Clemente Victor Manuel Bernardo Domingas Hilária Sebastião Maria Albertina Alves Faustino Pedro Muanza Abel Manuel Chimenga João António Sebastião Alexandra Telles 9

10 FORMAS DE PARTICIPAÇÃO 1. Painel Cada prelector terá 20 minutos para a apresentação do tema e 10 minutos para a discussão. 2. Conferência Terá a duração máxima de 30 minutos (20 minutos para apresentação e 10 minutos para discussão). 3. Comunicação Livre As comunicações livres orais terão a duração máxima de 15 minutos (10 minutos para apresentação e 5 minutos para discussão). 4. Poster O Secretariado do Congresso indicará o local e o painel onde deverá ser colocado. Os posters deverão estar em exposição durante todo o Congresso. Terão 5 minutos para apresentação e 5 minutos para discussão. O poster deverá ter como dimensões mínimas: 60cm de comprimento x 100 cm de largura; máximas: 80 cm de comprimento x 120 cm de largura. 5. Exposição Técnico-Comercial Durante o Congresso as empresas poderão apresentar os seus produtos e novidades, de acordo com regulamento definido pela Ordem dos Médicos de Angola. 10

11 PROGRAMA CIENTÍFICO Segunda-feira, 26 de Janeiro de h30 Abertura do secretariado e entrega de documentação Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2015 AUDITÓRIO 09h00 Sessão solene de abertura 10h00 Conferência de abertura: Política Nacional de Saúde dos constrangimentos aos desafios Moderador: Carlos Alberto Pinto de Sousa Prelector: José Vieira Dias Van-Dúnem, Ministro da Saúde de Angola 10h30 Conferência: financiamento em saúde e desenvolvimento económico Moderador: Job Graça, Ministro de Planeamento e Desenvolvimento Territorial de Angola Prelector: Roberto Iunes 11h00 Pausa / Inauguração da feira Médica Hospitalar Angola 11h30 Conferência: Febres hemorrágicas Moderadora: Fernanda Dias Monteiro Prelector: Peter Phori 12h00 Painel: A saúde em rede Moderador: Mário Jorge Cartaxo Fresta A municipalização estruturante da descentralização da saúde desafios actuais Helga Freitas A saúde em rede conceito e evolução (representante de Cuba) O direito da cidadania como um imperativo ético-constitucional Carlos Feijó, Consultor do Presidente da República de Angola 13h30 Almoço 14h30 Painel: A relação entre médico e doente na actualidade: a humanização e a alta tecnologia são compatíveis? Moderador José Manuel Silva Competências dos médicos em humanização de cuidados de saúde António Vaz Carneiro Os curricula das Faculdades de Medicina e a humanização em saúde Miguel Santana Bettencourt Mateus A relação entre médico e doente sustenta-se numa relação ética José Luís Biscaia A percepção dos estudantes sobre a humanização e qualidade do atendimento Cármen Van-Dúnem 16h00 Conferência: Educar é a nossa missão Prelector: Fundação Lwini 16h30 Pausa 16h45 Painel: A literacia como factor de desenvolvimento da municipalização o contributo dos médicos Moderador: Ana Escoval A literacia como factor de empoderamento Arlete da Visitação Borges A literacia experiências de Portugal José Manuel Silva A literacia experiências do Brasil José Maia Vinagre Literacia e municipalização Peter Phori 11

12 Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2015 SALA 1 11h30 Conferência: A segurança do doente Moderador: Manuel Vidigal Prelector: José Fragata 12 12h00 Painel: A actividade clínica no cumprimento das metas referentes à saúde da mulher e da criança um imperativo constitucional e uma resposta à Estratégia global para a saúde da mulher e da criança, segundo a OMS Moderador: Paulo Adão Campos As intervenções prioritárias para reduzir a mortalidade materna e infantil em Angola Adelaide Carvalho/Abreu Tondesso Os riscos de vulnerabilidade nos adolescentes, crianças e mulheres em Angola Ana Leitão Estratégias de vigilância e investigação epidemiológica Rosa Moreira Experiência da província de Luanda Rosa Bessa Normas de orientação clínica com aplicação na mulher e na criança António Vaz Carneiro 13h30 Pausa 15h00 Conferência: Segurança medicamentosa em Angola Moderador: Santos Nicolau Prelector: Miguel Oliveira 15h30 Conferência: O erro em medicina Moderador: Armando Jorge Tavares Lima Prelector: José Fragata 16h00 Conferência: O papel do médico na redução da sinistralidade rodoviária em Angola Moderador: Eustáquio Gomes Prelector: Rui Capo 16h30 Pausa 16h45 Conferência: O papel do médico na melhoria da qualidade e viabilização de saúde Moderador: Mariana Afonso Prelector: Afonso José de Matos 17h15 Conferência: Rastreio, diagnóstico e tratamento do câncer da próstata Moderador: Heriberto Carlos Bickman de Araújo Prelector: Carlos Manuel Dias Semedo Jesus 17h45 Temas Livres Moderador: Pedro Lara Albuquerque TL2 - Oftalmologia preventiva na criança Prelector: Isabel Alexandre TL15 - Micro-mapeamento da filaríase linfática e oncocercose em áreas co-endémicas de loa loa, na província do Bengo Prelector: Rossely Paulo

13 11h30 Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2015 SALA 2 Painel: A experiência do Hospital Américo Boavida na certificação da qualidade pela norma ISO 9001 em quatro serviços clínicos Moderador: Alberto Paca Prelectores: Lina Antunes/Carla Gonçalves Pereira 12h00 Painel: Telemedicina em Angola Moderador: João Sebastião Teta, Secretário de Estado da Ciência e Tecnologia de Angola Prelectores: ANGOLA SAT - Min. das Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação RAFT Angola - Minsa/Hospital Américo Boavida CEAD UAN - Américo Victorino 13h00 Simpósios Moderador: Lopes Martins Update TAC/ RM como exames complementares de diagnóstico Alberto Vieira Sinergia no tratamento da dislipidemia Serra Coelho 13h30 Pausa 14h30 Painel: As parcerias público-privadas em saúde (PPP) Moderador: José Vieira Dias Cunha Experiência de Portugal Paulo Salgado Experiência de Angola Luís Bernardino Experiência do Brasil Florentino Cardoso 15h30 Conferência: Patologias do parto Moderador: Paulo Adão Campos Prelector: Abreu Pecamena Tondesso 16h00 Conferência: Insuficiência respiratória aguda Moderadora: Olímpia Mac-Mahon Benge Prelector: Margarete Arrais 16h30 Pausa 16h45 Conferência: Rastreio, diagnóstico e tratamento dos cânceres do útero e da mama Moderador: Clarinha Domingos Prelector: Fernando Miguel 17h15 Temas livres Moderador: Judite Ferreira TL10 - Citologia vaginal para rastreamento do cancro do colo uterino: experiência do IACC Prelector: António Armando TL9 - Perfil clínico e epidemiológico dos pacientes com neoplasia hematológica no IACC Prelector: Silvana Iange Kurizemba 17h45 Temas livres Moderador: Maria Stella Cristiano T L18 - Medicina do golfe: o estado da arte Prelector: Rui Marques Sales TL3 - Protocolo reabilitador de atendimento do doente com lesão medular de etiologia traumática Prelector: Manuela Escolástica de Oliveira TL4 - Um aceramento à abordagem à paralisia cerebral da reabilitação pediátrica Prelector: Eduardo Dunn Garcia 13

14 14 Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015 AUDITÓRIO 09h00 Painel Gestão da qualidade e reflexos na economia da saúde Moderador: Carlos Alberto Masseca A qualidade em saúde tem preço? Correia de Campos A economia da saúde: novas tecnologias e sustentabilidade do sistema de saúde Francisco Ramos A regulação na avaliação em saúde Alberto Paca A medicação sem acompanhamento médico e a sobremedicação como factores de não qualidade Boaventura Moura 11h00 Pausa 11h30 Painel: A promoção da saúde e a prevenção como pilares primaciais do sistema de saúde Moderador: Raul Feio Sentido evolutivo do conceito promoção da saúde perspectiva mundial Isabel Loureiro Promoção da saúde no contexto africano Hernando Agudelo Promoção da saúde e intervenção comunitária Isilda Neves Promoção no contexto do PNDS Helga Freitas 13h00 Conferência: Neurocirurgia moderna para o tratamento, gestão e reconstrução após lesões traumáticas cerebrais Moderador: Maianda Inocente Prelector: Benoit Pirotte 13h30 Pausa 14h30 Conferência: Promover a segurança e qualidade de saúde através da simulação baseada em educação médica Moderador: Mário Jorge Cartaxo Fresta Prelector: Amitai Ziv 15h00 Conferência: Gestão eficiente de um hospital público Moderador: António Filipe Júnior Prelector: Alain de Wever 15h30 Conferência: Medicina de catástrofe Moderador: José Belchior da Silva Prelector: Kobi Peleg 16h00 Pausa 16h15 Conferência: Como mobilizar o financiamento para o sector da saúde Moderador: Armando Manuel Ministro das Finanças de Angola Prelector: Roberto Iunes 16h45 Apresentação do projecto social da Ordem dos Médicos de Angola Prelector: Reinaldo Faro 17h00 Conferência de encerramento: Plano Nacional de Formação de Quadros Prelector: Aldemiro Vaz da Conceição, Director do Gabinete de Quadros da Casa Civil do Presidente da República de Angola, Ministro 17h30 Sessão solene de encerramento do congresso

15 9h00 Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015 SALA 1 Temas Livres Moderador: Guilhermino Joaquim TL8 - Trauma rodoviário. Prevenção Prelector: Roberto Arbelo TL11 - O exame médico do condutor e a segurança no trânsito Prelector: Rui Manuel Capo 09h30 Painel: Sistemas de informação Moderador: José Belchior da Silva Sistemas de informação em saúde Prelector: José Carlos Batista do Nascimento e Silva Informação sanitária em Angola Prelector: Daniel António 10h30 Conferência: Hemorragias digestivas Moderador: Mário Conde Prelector: Fátima Vieira Lopes 11h00 Pausa 11h30 Conferência: Insuficiência renal Moderador: Matadi Daniel Prelector: Suzana Costa 12h00 Conferências: Obesidade e doenças cardiovasculares Moderador: Mário Fernandes Prelector: Eustáquio Gomes 12H30 Conferência: Hipertensão resistente à terapêutica Moderador: Sílvia Lutucuta Prelector: Armando Serra Coelho 13h00 Conferência: Tratamento da hipertensão arterial de difícil controlo: denervação renal Moderador: Rosa Cunha Prelector: José Roberto 13h30 Pausa 15 14h30 Conferência: Formação em oncologia cirúrgica em Angola Moderador: Renato Palma Orador: Lúcio Lara Santos 15h00 Temas Livres Moderador: Dadi Bucusso Netemo TL6 - Tratamento cirúrgico da fissura labial e palato unilateral. Estudo preliminar Prelector: Luís Torres Rodrigues TL13 - Derivação submandibular versus traqueostomia nos traumas faciais complexos Prelector: Luís Torres Rodrigues TL16 - Aspectos modernos da cirurgia plástica reconstrutiva Prelector: Kodirov Ahad TL12-Ecografia doppler nos vasos do pescoço Prelector: Yanela Pequero Bringuez 16h00 Fim dos trabalhos nesta sala

16 Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015 SALA 2 09h00 Temas livres Moderador: Arlindo Chilumbo TL5 - Síndroma da apneia obstrutiva do sono Prelector: Maria de Fátima Caetano TL1 - Asma, diagnóstico e tratamento Prelector: Margarete Teixeira Arrais TL7 - Reacções adversas relacionadas com o tratamento da tuberculose Prelector: Maria Luísa Alfredo TL17 - Factores de risco cardiovascular em Angola: um estudo prospectivo em Angola Prelector: Miguel Brito 10h00 Conferência: Doenças genéticas em pediatria Moderador: Madalena Chimpolo Prelector: Jorge Sales Marques 10h30 Conferência: Fortalecimento dos laboratórios - conquistas e desafios para a acreditação dos laboratórios Moderador: Filomena Silva Prelector: Moisés Francisco 11h00 Pausa 11h30 Conferência: Organização do banco de urgência Moderador: Conceição Pitra Prelector: António Marques 12h00 Conferência: Infertilidade conjugal Moderador: Pedro Almeida Prelector: Luís Ferraz 12h30 Conferência: Fístulas obstétricas Moderador: Abreu Pecamena Tondesso Prelector: Paolo Parimbelli 16 13h00 Conferência: Cirurgia reconstrutiva Moderador: Caetano Prata Prelector: Igor Vaz 13h30 Pausa 14h30 Simpósios Moderador: Sandra Pereira Ozonoterapia: Experiências em Angola José Baeza Noci Abordagem terapêutica da dor lombar em Angola Adriano de Oliveira Moderador: Eunice Palmira Sebastião A importância do montelucaste no controlo da asma Margarete Arrais Inibidores da DPP-4 no tratamento da diabetes: Sitaglitina o que se sabe 8 anos depois? Sabrina Cruz 15h30 Tema Livre Moderadora: Ermelinda Soito Ferreira TL14 - Avaliação do cumprimento do calendário vacinal em crianças dos 0-5 anos no Hospital Municipal de Capalanga-Viana Prelector: Esperança Correia da Silva 16h00 Fim dos trabalhos nesta sala

17 Painéis Sistemas de informação Sistemas de informação em saúde José Carlos Batista do Nascimento e Silva Informação sanitária em Angola Daniel António A saúde em rede A municipalização estruturante da descentralização da saúde desafios actuais Helga Freitas A saúde em rede conceito e evolução - representante de Cuba O direito da cidadania como um imperativo ético-constitucional Carlos Feijó A relação entre médico e doente na actualidade: a humanização e a alta tecnologia são compatíveis? Competências dos médicos em humanização de cuidados de saúde António Vaz Carneiro Os curricula das Faculdades de Medicina e a humanização em saúde Miguel Santana Bettencourt Mateus A relação entre médico e doente sustenta-se numa relação ética José Luís Biscaia A percepção dos estudantes sobre a humanização e qualidade do atendimento Carmen Van-Dúnem A literacia como factor de desenvolvimento da municipalização o contributo dos médicos A literacia como factor de empoderamento Arlete da Visitação Borges A literacia experiências de Portugal José Manuel Silva A literacia experiências do Brasil Roberto Luís D Ávila Literacia e municipalização um representante da OMS - AFRO A promoção da saúde e a prevenção como pilares primaciais do sistema de saúde Sentido evolutivo do conceito promoção da saúde perspectiva mundial Isabel Loureiro Promoção da saúde no contexto africano Hernando Agudelo Promoção da saúde e intervenção comunitária Isilda Neves Promoção no contexto do PNDS Helga Freitas A experiência do Hospital Américo Boavida na certificação da qualidade pela norma ISO 9001 em quatro serviços clínicos Lina Antunes/Carla Gonçalves Pereira Telemedicina em Angola Angola SAT Min. das Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação RAFT Angola MINSA / Hospital Américo Boavida CEAD / UAN Américo Victorino Gestão da qualidade e reflexos na economia da saúde A qualidade em saúde tem preço? Correia de Campos A economia da saúde: novas tecnologias e sustentabilidade do sistema de saúde Francisco Ramos A regulação na avaliação em saúde Alberto Paca A medicação sem acompanhamento médico e a sobremedicação como factores de não qualidade Boaventura Moura A actividade clínica no cumprimento das metas referentes à saúde da mulher e da criança um imperativo constitucional e uma resposta à estratégia global para a saúde da mulher e da criança, segundo a OMS As intervenções prioritárias para reduzir a mortalidade materna e infantil em Angola Adelaide Carvalho/Abreu Tondesso Os riscos de vulnerabilidade nos adolescentes, crianças e mulheres em Angola Ana Leitão Estratégias de vigilância e investigação epidemiológica Rosa Moreira Experiência da província de Luanda Rosa Bessa Normas de orientação clínica com aplicação na mulher e na criança António Vaz Carneiro As Parcerias Público-Privadas em saúde (PPP) Experiência de Portugal Paulo Salgado Experiência de Angola Luís Bernardino Experiência do Brasil Florentino Cardoso 17

18 18 Conferências A segurança do doente - José Fragata Cirurgia reconstrutiva - Igor Vaz Como mobilizar o financiamento para o sector da saúde - Roberto Iunes Doenças genéticas em pediatria - Jorge Sales Marques Educar é a nossa missão - Fundação Lwini Febres hemorrágicas - Peter Phori Financiamento em saúde e desenvolvimento económico - Roberto Iunes Fístulas obstétricas - Paolo Parimbelli Formação em oncologia cirúrgica em Angola - Lúcio Lara Santos Fortalecimento dos laboratórios: conquistas e desafios para a acreditação dos laboratórios - Moisés Francisco Gestão eficiente de um hospital público - Alain de Wever Hemorragias digestivas - Fátima Vieira Lopes Hipertensão resistente à terapêutica - Armando Serra Coelho Infertilidade conjugal - Luís Ferraz Insuficiência renal - Suzana Costa Insuficiência respiratória aguda - Margarete Arrais Medicina de catástrofe - Kobi Peleg Neurocirurgia moderna para o tratamento, gestão e reconstrução após lesões traumáticas cerebrais - Benoit Pirotte O erro em medicina - José Fragata O papel do médico na melhoria da qualidade e viabilização de saúde - Afonso José de Matos O papel do médico na redução da sinistralidade rodoviária em Angola - Rui Capo Obesidade e doenças cardiovasculares - Eustáquio Gomes Organização do banco de urgência - António Marques Patologias do parto - Abreu Pecamena Tondesso Plano Nacional de Formação de Quadros - Aldemiro Vaz da Conceição, Director do Gabinete de Quadros da Casa Civil do Presidente da República de Angola, Ministro Política Nacional de Saúde dos constrangimentos aos desafios - José Vieira Dias Van-Dúnem, Ministro da Saúde de Angola Promover a segurança e qualidade de saúde através da simulação baseada em educação médica - Amitai Ziv Rastreio, diagnóstico e tratamento do câncer da próstata - Carlos Manuel Dias Semedo Jesus Rastreio, diagnóstico e tratamento dos cânceres do útero e da mama - Fernando Miguel Segurança medicamentosa em Angola - Miguel Oliveira Tratamento da hipertensão arterial de difícil controlo: denervação renal - José Roberto Temas Livres Asma, diagnóstico e tratamento - Margarete Teixeira Arrais Aspectos modernos da cirurgia plástica reconstrutiva - Kidorov Ahad Avaliação do cumprimento do calendário vacinal em crianças dos 0-5 anos no hospital municipal de Capalanga Viana - Esperança Correia da Silva Citologia vaginal para rastreamento do cancro do colo uterino: experiência do IACC- António Armando, Fernando Miguel Derivação submandibular versus traqueostomia nos traumas faciais complexos - Luís Torres Rodrigues Ecografia doppler nos vasos do pescoço - Yanela Pequero Bringuez Factores de risco cardiovascular em Angola: um estudo prospectivo em Angola - Miguel Brito

19 Medicina do golfe: o estado da arte - Rui Marques Sales Micro-mapeamento da filaríase linfática e oncocercose em áreas co-endémicas de loa loa, na província do Bengo - Rossely Paulo O exame médico do condutor e a segurança no trânsito - Rui Manuel Capo Oftalmologia preventiva na criança - Isabel Alexandre Perfil clínico e epidemiológico dos pacientes com neoplasia hematológica no IACC - Silvana Kurizemba Protocolo reabilitador de atendimento do doente com lesão medular de etiologia traumática - Manuela Escolástica de Oliveira Reacções adversas relacionadas com o tratamento da tuberculose - Maria Luísa Alfredo Síndroma da apneia obstrutiva do sono - Maria de Fátima Caetano Tratamento cirúrgico da fissura labial e palato unilateral. Estudo preliminar - Luís Torres Rodrigues Trauma rodoviário. Prevenção - Roberto Arbelo Um aceramento à abordagem à paralisia cerebral da reabilitação pediátrica - Eduardo Dunn Garcia Simpósios A importância do montelucaste no controlo da asma Margarete Arrais Abordagem terapêutica da dor lombar em Angola Adriano Oliveira Inibidores da DPP-4 no tratamento da diabetes: Sitaglitina o que se sabe 8 anos depois? Sabrina Cruz Ozonoterapia: experiências em Angola José Baeza Noci, Emilio Lopez, Manuel António Gomes Sinergia no tratamento da dislipidemia Serra Coelho Update TAC/ RM como exames complementares de diagnóstico Alberto Vieira Posters Angiodisplasia em criança de 7 anos de idade internada no Hospital Pediátrico David Bernardino - Cristina de Oliveira, César Freitas Filomena Manuel Apresentação clínica de carcinoma renal com metástases ósseas dolorosas - Tomás Lázaro Rodríguez Collar Apresentação de um caso de pseudopuberdade precoce masculina - Luís Torres Rodrigues Caracterização das patologias associadas a síndromes febris em crianças menores de 5 anos no Hospital Pediátrico David Bernardino, de Fevereiro a Abril de 2014, em Luanda Cicatriz quelóide. Experiência dos cuidados em serviço de cirurgia Diagnóstico de situação da reabilitação no âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento Sanitário - Noélia Maria Teixeira Investigação do surto de cólera num estaleiro de construção - José M. Catalahali Prestação de serviços de saúde às populações de difícil acesso com equipas móveis e avançadas - Ramón Gonzalez Tarrago, Dália Portal, Yamila de Arma, Helga Reis Freitas, Adelaide de Carvalho Prevalência de pacientes com sequelas por acidente de trânsito no CMFR de Maio a Outubro de Maribel Aguila Toledo Programa de formação do internato médico complementar de Medicina Física e Reabilitação - Colégio de Medicina Física e Reabilitação Serviço de informação dos medicamentos no Hospital Josina Machel / Maria Pia - Lúcia Gómez Fraga Trauma panfacial complexo. Conduta tomada de emergência e electiva. Apresentação de caso clínico - Luís Torres Rodrigues Tumor de Wilms. Caso clínico e revisão da literatura - Tomás Lázaro Rodríguez Collar 19

20 CURSOS PRÉ-CONGRESSO 21, 22, 23 e 24 Janeiro 2015 Assinale com X os cursos em que se inscreve LOCAL HORA COORDENADOR 21/01/2015 Manhã 8h30 16h30 8h30 18h30 Joseth Rita de Sousa e Mário Fernandes Fernando Miguel Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos Luís Mariano Miguel Bettencourt Vasco Sabino 8H30 12H30 9h30 18h00 Adelaide Matias e Maria José Reis Rosa Calembe Longina Negrin Mário Conde Afonso Wete Matuba Filipe 21/01/2015 Tarde Tecnologias de informação e comunicação em saúde Trauma abdominal Urgência em urologia Abordagem da criança com febre Abordagem das manifestação hemorrágicas Colposcopia e rastreio do cancro do colo uterino Diabetes Mellitus: diagnóstico e tratamento Auditoria de mortes maternas Novas tecnologias em saúde 22/01/2015 Manhã INSP Clínica Girassol FM da UAN HAB-SALA 2 HPDB HMP HAG CNO INSP EFTSL 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 Tiago Baptista e Manuel Laco.Júlio Neto Nilo Borja e Simão Bom Ano Francisco Domingos Mariquinha Moniz Carvalho Judite Ferreira Morgada Rodrigues e Eunice Palmira Adelaide de Carvalho e Isilda Neves Alexandre Lobo 20 Actualização em HIV Actualização em malária Actualização em medicina intensiva Dermatologia: Princípios Gerais e Tratamento Pediatria no ambulatório Perícia médica Actualizações em planeamento familiar Oftalmologia para clínicos gerais 22/01/2015 Tarde Atendimento do queimado AVC: diagnóstico e tratamento Biossegurança nas unidades sanitárias Atendimento do politraumatizado Choque : diagnóstico e tratamento Dispepsia funcional e helicobacter pylori: diagnóstico e tratamento FM da UAN FM da UAN HJM sala 1 FM da UAN HPDB HJM sala 2 INSP IONA ETSL HJM sala 1 INSP HJM sala 2 HMP HMP 8H30 17H30 8H30 12H30 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 14h00 18h00 Milton Veiga Fernanda Dias Monteiro José Cordeiro Alves Lidia Voumard SAP João Paulo Conceição Adelaide de Carvalho e Isilda Neves Isabel Alexandre Valdemiro Diogo Elisa Inglês Filomena Silva e Moisés Francisco Leonardo Inocêncio Luís Filipe Borges Belmiro Rosa 23/01/2015 Manhã 14h00 18h00 Lina Antunes Colégio de gastrenterologia José Carlos Van-Dúnem e Suzana Bessa Henrique Batista e Silva José Cunha e Paulo Salgado Colégio de Nefrologia Adelaide de Carvalho e Rosa Moreira 24/01/2015 Manhã António Vaz Carneiro HP Hospital do Prenda HNB Hospital Neves Bendinha CRF Centro de Reabilitação Física INLS Instituto Nacional de Luta Contra o Sida INSP Instituto Nacional de Saúde Publica HAG Hospital Auguto N gangula ETSL Escola Técnica de Saúde de Luanda HPDB Hospital Pediátrico David Bernardino CNO Centro Nacional de Oncologia FM da UAN HAB (Fac. de Medicina da Univ. A. Neto Hospital Américo Boavida HMP Hospital Militar Principal MLP Maternidade Lucrécia Paim HJM Hospital Josina Machel

21 RESUMOS * COMUNICAÇÕES LIVRES TL1 - Asma, diagnóstico e tratamento Autor: Margarete Arrais Introdução: A asma é uma importante causa de morbidade crónica e de mortalidade em todo o mundo e existem evidências de que a sua prevalência tem vindo a aumentar consideravelmente ao longo dos últimos 20 anos, principalmente em crianças. Estima-se que, no mundo inteiro, existam mais de 300 milhões de indivíduos com asma. Trata-se de uma doença inflamatória crónica das vias aéreas caracterizada por episódios recorrentes de sibilos, dificuldade respiratória, aperto torácico e tosse, principalmente durante a noite ou de manhã cedo. Diagnóstico: Em geral, a asma pode ser diagnosticada com base na história clínica de um doente. A medição da função pulmonar através da espirometria fornece uma avaliação da gravidade, reversibilidade e variabilidade da limitação do fluxo aéreo e ajuda a confirmar o diagnóstico de asma. Tratamento: A meta do tratamento da asma é atingir e manter o controlo das manifestações clínicas da doença por períodos prolongados, pois é uma doença que não tem cura. Os fármacos para o tratamento da asma podem ser divididos em duas classes: aqueles que previnem ou revertem o processo inflamatório da asma, considerados como medicamentos controladores ou de manutenção (corticosteróides, principalmente os inalatórios); e aqueles que previnem ou revertem a contracção das vias aéreas, que são os medicamentos de alívio ou de resgate (broncodilatadores inalatórios de curta acção). TL2-Oftalmologia preventiva na criança Autor: Isabel Alexandre Introdução: O conhecimento das causas locais é a primeira medida para elaboração de estratégias para a redução local da cegueira na comunidade. O tema aborda as principais patologias oculares responsáveis pela cegueira e deficiência visual no recém-nascido e na criança, com o objectivo de apontar as medidas preventivas aplicáveis nos níveis de atenção primária. Metodologia: Fez-se uma pesquisa bibliográfica utilizando-se as palavras-chave: causas de cegueira, cegueira infantil, baixa visão infantil, oftalmia, neonatal, infecções oculares congénitas. Resultados: A perda visual é um importante problema de saúde pública com impacto em diferentes níveis (individual e colectivo) e com um custo económico e social muito elevados (custo global da cegueira, estimado em 2000, é de 42 bilhões de dólares, perspectivando-se um aumento para 110 bilhões em 2020). Os dados globais sobre cegueira e deficiência visual da OMS indicam: 45 milhões de cegos, 135 milhões de deficientes visuais sendo as crianças cegas em todo mundo 1 milhão e 400 mil. Nos países em vias de desenvolvimento vivem 90% das crianças cegas e estima-se uma incidência de 500 mil crianças cegas/ano. Apresentam-se as principais patologias responsáveis por cegueira e ou baixa visão destacando as causas mais frequentes nos países em vias de desenvolvimento. De modo geral, mais da metade das crianças cegas do mundo são-no por causas inevitáveis sendo 15% tratáveis e 28% preveníveis. Apresentam-se ainda dados estatísticos locais sobre as patologias oculares frequentes no recém-nascido e na criança localmente. Conclusões: O conhecimento das principais causas de cegueira e baixa visão no recém-nascido e na criança em idade pré-escolar é uma condição indispensável para elaboração de programas efectivos de prevenção da cegueira infantil no nosso meio. 21 *Resumos recebidos até 12 de Dezembro de 2014

22 TL3 - Protocolo reabilitador de atendimento do doente com lesão medular de etiologia traumática 22 Autor: Manuela da Conceição Escolástica de Oliveira Introdução: África é o segundo Continente mais populoso do Mundo, com mais de 800 milhões de habitantes, sendo estimado que mais de metade da população se concentrou nas cidades. Angola está dividida em 18 províncias, com uma aglomeração da população nas zonas de maior desenvolvimento económico e social. Luanda é considerada a cidade de maior densidade populacional. Preocupados com o índice de vítimas resultante dos acidentes de viação, que eleva de maneira relevante o índice de sinistralidade rodoviária, destacando-se os doentes politraumatizados e com sequelas de Trauma Vértebro-Medular, impõe-se a necessidade de melhorar o atendimento integral - desde o local do acidente até ao momento da reinserção social do paciente. Trata-se de estabelecer um programa de tratamento que diminua o número de complicações pós-trauma, que acelere o atendimento integral e permita conservar ou devolver a funcionalidade do indivíduo sem acarretar uma sobrecarga social, ou seja, implicando um número reduzido de incapacidades. A Lesão Vértebro-Medular é um dos episódios mais avassaladores e traumáticos que um ser humano pode vivenciar, obrigando a uma adaptação completa com dificuldades ou obstáculos. Pode ser considerada um grande problema de saúde pública. Material de Estudo: Foi realizado um estudo investigativo baseado na experiência dos médicos fisiatras no atendimento ao doente com Trauma Vértebro-Medular de etiologia Traumática, recorrendo a evidências da prática assistencial dos Hospitais Nacionais Américo Boavida e Centro de Reabilitação Física de Luanda. Métodos: Para concretizar o objectivo de elaboração do Protocolo Reabilitador de atendimento ao lesionado medular, aplicaram-se variáveis nominais qualitativas em doentes em tratamento reabilitador. Resultados: Apresentação de uma proposta de Protocolo Reabilitador no seguimento do doente com Trauma Vértebro-Medular de maneira a definir estratégias de intervenção ao nível dos hospitais nacionais e regionais em Luanda. Conclusões: Em função do crescente número de doentes observados com Lesão Vértebro-Medular e da deficiente intervenção ao nível da Reabilitação, propomos uma nova estratégia de atendimento reabilitador destes doentes de maneira a agir prontamente até ao logro de uma reintegração social com um mínimo de incapacidade. TL4 - Uma abordagem à paralisia cerebral em reabilitação pediátrica Autor: Eduardo Dunn García Introdução: A paralisia cerebral é um grupo de transtornos do desenvolvimento da postura e do movimento que causa limitação da actividade, sendo atribuída a distúrbios não progressivos que ocorrem no cérebro fetal e infantil. Este grupo de doenças é, muitas vezes, a principal fonte de grande deficiência na população pediátrica em todo o mundo e também na população de Angola, embora nesta última os números não tenham ainda sido estimados. Certamente, a complexidade da sua gestão impõe um início na organização do diagnóstico e classificação, assim como algumas linhas necessárias para a sua abordagem terapêutica. Este continua a ser um tema amplo e complexo. Pretende-se, então, com este trabalho, divulgar o conceito actual de paralisia cerebral e alguns dos sistemas de classificação sugeridos para a sua classificação funcional, assim como mencionar a importância da terapia a desempenhar nestes pacientes, abandonando muitos dos antigos tratamentos convencionais, que incorporaram já o conceito do jogo para o tratamento de crianças com paralisia cerebral. A questão apresentada é baseada em informações obtidas nos últimos dez anos na área de reabilitação pediátrica publicadas em revistas de alto impacto.

23 TL5 - Síndroma da Apneia Obstrutiva do Sono Autor: Maria de Fátima Caetano Os distúrbios do sono têm vindo a adquirir uma importância crescente nos últimos anos, nomeadamente a Síndroma de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), que, dada a sua prevalência e consequências clínicas, é actualmente considerada um problema de saúde pública. A hipersonolência diurna e as alterações neuropsicológicas secundárias a esta patologia são responsáveis por um elevado número de acidentes de trabalho e de viação. Por outro lado, a associação da síndroma a complicações cardiovasculares como a hipertensão arterial, a doença coronária e doença cerebrovascular é apontada como responsável pelo aumento da mortalidade e morbilidade nos doentes com SAOS. Por este facto, o seu diagnóstico e tratamento são fundamentais, embora os dados da literatura apontem que a SAOS ainda é subdiagnosticada devido ao desconhecimento tanto da parte dos médicos, como do público em geral. Afecta preferencialmente 4% dos indivíduos do sexo masculino, de meia-idade, na maioria obesos. Nas mulheres, é mais frequente em 2% pós-menopausa. Nas crianças a prevalência é de 2%. A obesidade, os hábitos alcoólicos, tabágicos e sedativos, as alterações crânio-faciais e orofaríngeas são factores de risco no desenvolvimento de limitação do fluxo oronasal. A SAOS é caracterizada por episódios recorrentes de obstrução da via aérea superior (VAS), condicionando ausência total (apneia) ou parcial (hipoapneia) do fluxo oronasal devido à incapacidade de manter a permeabilidade da VAS. A repetição dos episódios de apneia causam dessaturações, múltiplos despertares e microdespertares que fragmentam o sono e, como consequência, a sonolência diurna excessiva, alterações neurocognitivas e cardiovasculares. As queixas são referidas pelo doente ou cônjuge como: roncopatia, paragens respiratórias, nictúria, cefaleias matinais, hipersonolência diurna, défice de memória, impotência sexual. O diagnóstico deve iniciar-se por uma anamnese detalhada seguida de exame físico onde a obesidade, a hipertensão arterial, as alterações crânio-faciais e orofaríngeas são sugestivos de SAOS. A polissonografia é o exame do sono de referência que confirma o diagnóstico e a gravidade da SAOS. O tratamento da SAOS passa pela adopção de medidas gerais higieno-dietéticas, de abstinência alcoólica, tabágica e de sedativos, associadas à aplicação de pressão positiva contínua na VAS mediante um gerador de pressão, o CPAP. As medidas cirúrgicas da VAS e dispositivos intraorais são também opções terapêuticas nos casos ligeiros de SAOS. O CPAP é o tratamento de eleição para a SAOS grave, com maior eficácia e com evidência científica comprovada na remissão dos sintomas no risco cardiovascular na SAOS. TL6 - Tratamento cirúrgico da fissura labial e palato unilateral. Estudo preliminar Autor: Luís E Torres Rodriguez Introdução: As fissuras lábio-alvéolo-palatinas constituem uma das malformações congénitas que mais frequentemente afectam as estruturas faciais humanas. São defeitos anatómicos com um profundo impacto estético e funcional que levam a outras alterações. Objectivo: Apresentar cinco casos operados e expor a sua evolução pré e pós-operatório até à presente data. Materiais e métodos: Foram avaliadas doze crianças na consulta de cirurgia maxilofacial, com diagnóstico de fissura de lábio e palato unilateral completa, sendo operados cinco doentes. Fezse a avaliação em conjunto com a equipa de pediatria e anestesia, e foram levados para a unidade cirúrgica de forma electiva. Realizou-se a técnica de rotação e avanço modificada de Millard II na fissura de lábio em cinco doentes e recorreu-se à técnica de Waldir numa criança, conseguindo-se operar as duas doenças. Resultados: Cinco crianças foram alvo de intervenção: todas do sexo masculino, duas portadoras de fissuras lábio-alvéolo-palatinas unilaterais completas, um paciente com uma fissura labial incompleta, um outro paciente com uma sequela de uma cirurgia primária correctiva (defeito estético), um paciente alvo de cirurgia de palato com técnica de Waldir, já que havia sido diagnosticado com fissura de lábio e palato completa. Os cinco doentes estão a evoluir satisfatoriamente até à data. 23

24 Conclusões: Ficou demostrado que a técnica de rotação e avanço de Millard II tem as suas vantagens, sendo recomendada em fissuras unilaterais do lábio, pois verificaram-se resultados satisfatórios nas cinco crianças. A técnica de Waldir mostrou-se adequada na única criança a que se aplicou. Recomendação: A criação do protocolo em equipa multidisciplinar para o tratamento dos pacientes portadores de fissuras lábio-alvéolo-palatinas nas unidades de saúde onde exista a condição. TL7 - Reacções adversas relacionadas com o tratamento da tuberculose Autor: Maria Luísa Pereira de Alfredo Introdução: O tratamento da TB combina diferentes fármacos e tem os seguintes objectivos: curar o doente com TB; prevenir a transmissão do bacilo a outros indivíduos; prevenir as recidivas da doença; prevenir o desenvolvimento de resistência aos fármacos; prevenir o desenvolvimento de complicações (óbito e sequelas de doença). Combinações de fármacos: RHEZ, RHZ, EH, RHZ, RH. Esquemas de tratamento: Todos os esquemas de tratamento podem ser administrados diariamente, três vezes por semana ou em tratamento intermitente. Esquema I (padrão): RHEZ diariamente durante 2 meses, seguido de RH durante 4 meses, indicado para casos novos sem tratamento anterior. Esquema IR (reforçado): RHZE diariamente durante 2 meses, seguido de RHE durante 4 meses; formas de retratamento (recidiva pós-cura com E-I e retorno pós-abandono com E-I). Esquema II: RHZ diariamente durante 2 meses seguido de RH durante 7 meses: formas de TB meningoencefálica. Esquema III: SZEEt durante 3 meses seguido de EEt durante 9 meses: falência do E-I/E-IR (caso crónico) deve ser referenciado à US especializada para tratamento anti-tb de segunda linha. Grande parte dos doentes não apresenta qualquer reacção adversa (RA) relevante durante o tratamento. A ocorrência de RA leves varia entre 5% a 26% e as RA graves, que determinam a suspensão ou alteração no esquema terapêutico, variam entre 3% a 8%. Os factores de risco mais referidos para o desenvolvimento são: idade acima dos 40 anos, dependência química do álcool (ingestão diária de álcool acima de 80g/dia, desnutrição (perda de acima de 15% do peso corporal), história de doença hepática prévia, coinfecção pelo vírus do HIV. As RA mais frequentes do esquema HRZE são a mudança na coloração da urina (ocorre universalmente), a intolerância gástrica (40%), as alterações cutâneas (20%), a icterícia (15%) e as dores articulares (4%). Deve ter-se em mente que, quando a RA resultar de reacção de hipersensibilidade, por exemplo, de plaquetopenia, anemia hemolítica, insuficiência renal, etc.), o medicamento suspeito não deve ser reiniciado após a suspensão, pois na reintrodução, a RA é ainda mais intensa e grave. 24 TL8 - Trauma Rodoviário. Prevenção Autor: Roberto Arbelo Introdução: Face aos desafios na prevenção dos acidentes rodoviários, pela sua alta incidência tanto ao nível mundial como a nível local, e pelas suas múltiplas consequências, sendo aa mais graves uma alta mortalidade e taxa de invalidez, consideramos que são de grande interesse as abordagens a esta problemática da sociedade moderna. Material de Estudo: Revisão sistémica dos relatórios, informações, estatísticas e demais bibliografia local e mundial sobre o Trauma Rodoviário. Análises da população lesada no período no País. Analisámos o triângulo epidemiológico: Hóspede-Agente-Meio Ambiente dos acidentes. Método: Realizou-se um estudo descritivo retrospectivo e transversal com cálculo das taxas (X 100 mil habitantes). Resultados: O estudo demonstrou as altas taxas de incidência de feridos e mortos em acidentes rodoviários, revelando que essa foi a segunda causa de morte da população entre os 22 e os 40 anos. Os factores causais mais comuns foram a deficiente formação dos condutores, a condução sob o efeito de álcool, o desrespeito das regras básicas rodoviárias, a ineficiência na aplicação da lei, e o défice construtivo e de iluminação nas vias. 80% dos casos eram de trauma fechado. Verificaram-se altos custos ao nível da atenção médica, seja por cuidados médicos ou por invalidez.

25 Discussão: Os indicadores de mortalidade, invalidez e dos custos económicos são altos em todo o mundo, sendo que as nossas taxas são das mais elevadas, apesar dos esforços que se realizam para a sua diminuição. Pretendemos que o trauma seja considerado como um problema de saúde pública. Para isso, importa fomentar o debate e os conhecimentos dos profissionais da área da saúde e da sociedade em geral ao nível da prevenção e dos cuidados sobre algo que a todos afecta de uma forma ou de outra. Conclusão: O Trauma não é um acidente, pode ser evitado. Os riscos específicos que concorrem para a sua ocorrência são identificáveis e controláveis. É um problema actual, que, com o grande e acelerado desenvolvimento das estradas no país, pode futuramente aumentar. Propomos sugestões e recomendações para a prevenção e controlo do trauma e também apresentamos a bibliografia estudada. TL9 - Perfil clínico e epidemiológico dos pacientes com neoplasia hematológica no IACC Autores: Silvana Kurizemba, António Armando Introdução: O cancro da mama é a neoplasia maligna mais incidente em mulheres no mundo. Objectivo: Descrever as características clínicas e demográficas de pacientes com diagnóstico de cancro da mama submetidas ao tratamento radioterapêutico em 2013 no Serviço de Radioterapia da instituição acima citada. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo transversal prospectivo. Os dados foram obtidos no banco de dados do Serviço de Radioterapia. Foram incluídos todos os casos com o diagnóstico de cancro da mama submetidos ao tratamento radioterapêutico no período de 01/01/2013 a 31/12/2013. Foram analisadas as seguintes variáveis: idade, topografia do tumor, estádio da doença e área de residência. Resultados: No período estudado foram tratados 71 novos casos de cancro da mama, o que corresponde a 31% de todos os casos no Serviço. Desses, 65% viviam na província de Luanda. Em relação à idade, 24% das pacientes tinham idade inferior a 40 anos, 65% entre os 40 e 65 anos de idade, e 11% tinham acima de 65 anos. Quanto ao estádio da doença, 59% das pacientes não apresentavam essa variável, 21% encontravam-se no estádio III e 17% no estádio II. Conclusões: Considera-se que o IACC é a única instituição hospitalar do país especializada no tratamento das neoplasias malignas. Os presentes resultados são uma amostra razoável para se determinar o perfil epidemiológico da paciente com cancro da mama no país. TL10-Citologia vaginal para rastreamento do câncer do colo uterino: experiência do IACC Autores: António Armando, Fernando Miguel Introdução: A citologia vaginal é o principal exame de rastreamento do câncer de colo uterino. Os países que implantaram esse método de rastreamento com taxa de cobertura de 80%, reduziram, tanto a incidência, quanto a mortalidade por câncer de colo uterino em 75%. É nesta perspectiva que o IACC tem realizada esses exames para beneficiar a população de risco. Objectivo: Apresentar os resultados dos exames citopatológicos analisados no laboratório de citologia do IACC em Materiais e métodos: trata-se de um estudo transversal retrospecto. Foram incluídos casos de citopalogia vaginal de pacientes que acorreram tanto para IACC quanto para a campanha de prevenção de colo uterino com o objectivo de realizar o exame. Resultados: Foram alisadas 2326 exames citológicos, dos quais 57% foram colectados no IACC e o restante em campanhas de controlo do câncer de colo uterino. Do total de casos analisados, 531 (22%) foram positivos. Esta positividade foi de 10,5% para os casos colectados no IACC e de 22,8% para os casos colectados nas campanhas. Conclusões: A alta proporção de casos positivos encontrados pode ser atribuída ao facto de o rastreamento no IACC ainda se encontrar nos anos iniciais, em que se detecta a maioria de população com alterações pela primeira a realizarem. Em programas de rastreamento coordenados e de longa duração, em que a maioria do grupo alvo já realizou mais de uma exame, a proporção de casos positivos é de 1%. 25

26 TL11-O exame médico do condutor e a segurança no trânsito Autor: Rui Manuel Capo Introdução: O acidente de trânsito é hoje considerado uma causa externa importante de morbimortalidade em todo o mundo. Em Angola, estima-se que seja a segunda causa de morte, depois da malária. O presente estudo de carácter descritivo do tipo transversal teve como objectivo avaliar a condição de saúde dos condutores na cidade de Luanda e determinar a sua aptidão médica para uma direcção veicular segura através de exames padronizados de medicina do tráfego. Como base legal, e por inexistência, em Angola, de critérios padronizados claros para estas avaliações, usou-se a Resolução 267 do Código de trânsito do Brasil que prevê procedimentos clínicos para aferir a aptidão física, mental e psicológica de condutores e candidatos a carta de condução. As avaliações foram feitas nas estradas da cidade de Luanda e em duas empresas, entre Novembro de 2013 e Janeiro de 2014, com os seguintes resultados finais: dos 333 condutores que participaram na pesquisa, 330 completaram as seis estações das avaliações médicas pela Brigada de Saúde na Estrada. Destes, 214 (65%) teriam sido considerados aptos no momento da avaliação, dos quais 19 (9%) teriam aptidão com redução do tempo de validade da carta de condução e 2 (1%) com restrição de condução nocturna. Um total de 116 (35%) teriam sido considerados temporariamente inaptos e encaminhados para reavaliação em consultas externas com diferentes especialistas. Os automobilistas referiram que não precisaram de efectuar nenhum procedimento médico para a obtenção do atestado médico para carta de condução, tendo obtido o documento a partir de vendedores de rua. Palavras-chave: Acidentes rodoviários, sinistralidade, prevenção de acidentes, legislação do trânsito. 26 TL12-Ecografia doppler nos vasos do pescoço Autores: Yanela Peguero Bringuez, Iván Diaz Hernández Resumo: O físico Christian Doppler descreveu o efeito doppler utilizado no campo da medicina no diagnóstico não-invasivo de doenças vasculares. Ultra-som de troncos supra aórticos é muito importante para detectar lesões do sector extra craniano como são a causa aterosclerótica, inflamatória, glomus carótideo, roubo da subclávia, etc. Realizou-se um estudo descritivo e transversal de 30 pacientes (26 homens e 14 mulheres) que vieram à consulta de Angiologia com história de acidentes cérebro vasculares, sopros e massa cervicais palpável no período de Janeiro a Setembro do Foram detectados 15 pacientes com doença aterosclerótica esteno-oclusivas, 2 com lesões inflamatórias, 3 com roubo da subclávia, e em 8 pacientes não se observaram lesões. TL13 - Derivação submandibular versus traqueostomia nos traumas faciais complexos Autor: Luís Torres Rodrigues Introdução: A derivação submandibular consiste na passagem do tubo endotraqueal da boca para o ambiente externo, entrando através do assoalho lateral da boca até fora através de uma incisão na pele da região submandibular. O cirurgião tem acesso livre para o controlo e a restauração da oclusão dentária, permitindo a realização de bloqueio maxilar, bem como a adequada redução de fracturas envolvendo a pirâmide nasal e o complexo naso-órbito-etmoidal. Denomina-se fractura panfacial quando a lesão compromete os terços superiores, médio e inferior da face, o que resulta numa perturbação grave da arquitectura facial. A traqueostomia é um procedimento realizado com o objectivo de criar uma abertura na traqueia através de uma incisão realizada no pescoço com a inserção de um tubo ou cânula para facilitar a passagem de ar para os pulmões. Objectivos: Dar a conhecer como se elabora o procedimento cirúrgico em equipa (anestesista e cirurgião maxilofacial) e relatar os casos realizados até à actualidade. Materiais e Métodos: Expõe-se o caso realizado, levado ao bloco cirúrgico de forma urgente por apresentar um diagnóstico de fractura panfacial complexo ao qual se fez uma derivação submandibular. Realizou-se a técnica descrita por Altemir e também muito bem comentada por Guevara Mantilla, Cano Tejada, Tenopala Villegas e Sánchez Toledo, seguindo as quatro etapas descritas pelos mesmos.

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