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1 R E A L I D A D E E P E R S P E C T I V A S JUNHO/2008

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4 José Eduardo dos Santos Presidente da República António Pitra Neto Ministro da Administração Pública, Emprego e Segurança Social - MAPESS Sebastião Luquinda Vice-Ministro da Administração Pública, Emprego e Segurança Social - MAPESS Jesus Maiato Director Nacional da Segurança Social - MAPESS Sebastião Mixinge Director Geral do Instituto Nacional da Segurança Social - INSS Manuel Moreira Director Executivo do Plano de Modernização e Desenvolvimento Institucional do INSS - PMDI

5 R E A L I D A D E E P E R S P E C T I V A S INSS - JUNHO/2008

6 INSS - SEGURANÇA QUE NOS PROTEGE

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9 SUMÁRIO Apresentação Segurança Social Surgimento da Segurança Social de Angola Lei de Bases da Protecção Social em Angola Organização Administrativa do INSS PMDI - Plano de Modernização e Desenvolvimento do INSS Realizações Prestações Garantidas pelo INSS Explicativo das Prestações Subsídio Maternidade Subsídio de Aleitamento Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais Pensão de Reforma por Velhice Pensão de Reforma Antecipada Abono de Velhice Pensão de Sobrevivência Vitalícia Pensão de Sobrevivência Temporária Subsídio por Morte Subsídio Funeral Abono Família Indicadores da Protecção Social Obrigatória em Angola Pensões e Subsídios Distribuição por Região Geográfica Distribuição das Despesas por Região Geográfica Distribuição por Província Distribuição por Sexo e Tipo de Prestação Segurados Evolução Anual Distribuição por Idade e Sexo Contribuintes Evolução Anual Tendências Evolutivas Principais Resultados E o Futuro?

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11 AOS TRABALHADORES E EMPREGADORES DE ANGOLA Renascem no país a esperança, a auto-estima e a confiança num futuro seguro que garanta bem-estar e prosperidade para os angolanos. Temos afinal um destino comum a construir e interesses nacionais e estratégicos a preservar e a desenvolver. Cada pessoa, família e comunidade para se organizar e prosperar precisa de harmonizar os seus próprios interesses com os objectivos gerais e específicos da Nação. Os circuitos económicos, comerciais e financeiros estão a ser paulatinamente restabelecidos e todos os dias surgem novas oportunidades de negócio, de investimento e de geração de emprego. O sector empresarial público deverá ser reestruturado, com vista a melhorar a eficácia, a eficiência e a supervisão da gestão das empresas. Temos como meta o bem-estar comum e a felicidade de cada um nessa caminhada. Estamos juntos. José Eduardo dos Santos Extractos do discurso feito por ocasião das comemorações pela assinatura do Memorando de Entendimento de Luena e saudação do Ano Novo de 2007.

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13 APRESENTAÇÃO A Protecção Social é entendida e aceite como um direito que assiste a toda pessoa de aceder, pelo menos a uma protecção básica para satisfação dos seus estados de necessidade. Neste contexto sempre se concebeu o Estado como o principal promotor de desenvolvimento da política socioeconómica, na qual os programas de Segurança Social fazem parte de forma cuidada e previlegiada. Contudo, e apesar de todo o esforço do Governo, nem sempre se conseguiu garantir aos cidadãos, em geral, e aos trabalhadores, em particular, um sistema de Protecção Social justo e equitativo, no qual os beneficiários e assistidos tivessem, realmente acesso as prestações que merecessem, quer em quantidade quer em qualidade. O longo período de destruição sistemática do tecido produtivo, das infraestruturas económicas e dos equipamentos sociais, provocados pela guerra que durou quase 30 anos - e com ela a ruína social - teve um impacto muito negativo no estabelecimento de um sistema sólido de Segurança Social. Junta-se a este facto, o vertiginoso crescimento da economia mundial, onde também se destaca a própria economia de Angola, ou seja, a Protecção Social não teve um crescimento paralelo em relação a economia, o que seria vital para que se conseguisse um crescimento equilibrado. Neste sentido o Governo de Angola promulgou, a Lei 7/04 de 15 de Outubro, após a vigência de aproximadamente 14 anos da Lei 18/90 de 27 de Outubro, com o objectivo de harmonizar e garantir os direitos sociais dos cidadãos, dimanando várias orientações no cumprimento de determinadas políticas sociais que garantam e assegurem o bem estar dos mesmos em determinadas áreas como a saúde, a educação, a formação profissional, a assistência e reinserção social etc. Esta Lei que de forma concreta estabelece princípios de Protecção Social que auxiliam a redistribuição da riqueza, contribuindo para a eliminação de precariedades e redução das consequências sociais provocadas pelos longos anos de guerra, é estruturada em 3 níveis de protecção, nomeadamente, a Protecção Social de Base, a Protecção Social Obrigatória e a Protecção Social Complementar. 13 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

14 A semelhança dos vários sistemas de Segurança Social do mundo, a Protecção Social Obrigatória de Angola fundamenta-se nos seguintes princípios gerais: Princípio da universalidade. Princípio da igualdade. Princípio da solidariedade. Princípio da equidade social. Princípio da diferenciação positiva. Princípio da inserção social. Princípio da coesão geracional. Princípio do primado da responsabilidade pública. Princípio da complementaridade. Princípio da unidade. Princípio da descentralização. Princípio da participação. Princípio da conservação dos direitos adquiridos e em formação. Princípio da informação. O princípio da informação acima descrito, que consiste na divulgação a todas as pessoas dos seus direitos e deveres bem como na informação à sociedade, numa perspectiva de transparência, dos principais indicadores e realizações da Segurança Social, também é para nós a mola impulsionadora desta primeira publicação oficial sobre a Segurança Social de Angola. Através da edição desta primeira publicação, de muitas outras que virão, o INSS dá um importante passo no sentido de prover toda sociedade Angolana da oportunidade de conhecer, analisar e discutir com base em números e estatísticas confiáveis, os diversos aspectos da Protecção Social Obrigatória. Este Repertório da Segurança Social apresenta informações a partir de 1992 e informações gerais relativas aos anos de 2005, 2006 e 2007 através de textos, tabelas, gráficos e notas. Por ser a primeira, essa edição resume o surgimento da Segurança Social em Angola, relata a história, visão, missão e valores do INSS, além das estatísticas de prestações, contribuições, contribuintes, segurados, serviços, entre outros aspectos, que em conjunto permitem uma visão ampla da Segurança Social. Por fim, a atenção permanente às necessidades dos cidadãos angolanos através de uma boa gestão da Segurança Social, impõe-nos o constante aperfeiçoamento em todas as áreas e, neste sentido, conscientes do nosso papel como instituição pública, firmamos aqui o nosso compromisso de continuar a elevar a qualidade e a eficácia dos serviços prestados e alargá-los a todas as localidades do nosso país. António Pitra Neto Ministro do MAPESS 14

15 SEGURANÇA SOCIAL A Segurança Social também é entendida como sinónimo de Protecção Social Obrigatória, e é uma realidade assumida colectivamente pelo Estado, de indiscutível importância nos seus quatro aspectos essenciais: Económico. Social. Jurídico. Político. Como técnica de Protecção Social, a Segurança Social define-se, comumente, como sendo a protecção que a sociedade proporciona aos seus membros, através de uma série de medidas públicas, contra as carências económicas e sociais que, de outra forma poderiam ocorrer pela supressão ou redução substancial dos rendimentos em resultado de doença, maternidade, acidentes de trabalho e doenças profissionais, desemprego, velhice, morte e encargos familiares. Significa dizer que é através deste sistema que todas as contribuições são arrecadadas para o posterior pagamento das prestações ou subsídios que servem para substituir a renda do segurado quando da perda ou interrupção de sua capacidade de trabalho na ocorrência de determinados riscos sociais. SURGIMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL DE ANGOLA Apesar da relativa juventude da Segurança Social de Angola, a publicação da Lei 18/90 de 27 de Outubro, que além de ser uma Lei de bases também era reguladora, marcou então o início da Segurança Social entendida como um sistema, fundamentado nos aspectos de gestão, financiamento e, logicamente normativo. 15 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

16 Assim podemos de alguma maneira alargar o conceito de Segurança Social no tempo e fazer uma breve retrospectiva sobre o que existiu no período pré independência, ou mesmo no período anterior à publicação da Lei 18/90. Angola independente herdou as Caixas de Previdência Social de natureza corporativista que protegiam grupos profissionais, como por exemplo os ferroviários, os funcionários dos correios e telecomunicações, das alfândegas etc. E herdou, igualmente, as instituições de natureza mutualista, as quais estavam abertas para toda a população, como era o caso do montepio geral. As Instituições existentes na altura da independência do país foram as seguintes: a) Caixa de Previdência do Pessoal do Caminho-de-Ferro de Benguela. b) Mutualidade de Angola. c) Montepio Geral de Angola. d) Montepio Ferroviário de Angola. e) Caixa de Auxílios dos Empregados dos Correios e Telecomunicações. f) Cofre de Previdência dos Funcionários Públicos de Angola. g) Caixa de Pensões e Aposentação do Pessoal das Alfândegas. h) Caixa dos Funcionários da Câmara Municipal de Luanda. i) Cofre de Previdência do Pessoal da Polícia Nacional. A maior parte das instituições acima citadas praticava, geralmente, as seguintes modalidades: pensão de reforma, pensão de sobrevivência e subsídio por morte. Após a independência o Governo foi orientado para institucionalizar uma Política Nacional de Segurança Social. Foram feitos estudos durante cerca de 10 anos enquanto que de forma esporádica tomaram-se algumas medidas no sentido de se alargar o âmbito pessoal da Segurança Social (trabalhadores por conta de outrem e funcionários públicos) assim como o âmbito de protecção material, tendo em linha de conta, por um lado a realidade socio-económica do país e, por outro, em obediência a Norma Mínima de Segurança Social, aprovada pela Convenção nº 102 de

17 17 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

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19 Sistema de Protecção Social de Angola Protecção Social Básica Sociedade em geral Protecção Social Obrigatória Trabalhadores Funcionários Públicos Militares Protecção Social Complementar Inscritos no Sistema de Protecção Social Obrigatória Órgãos do Governo INSS CSS - FAA Fundos de Pensões e Seguros de Vida Associações Mutualistas 19 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

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21 Protecção Social de Base Sob a tutela do Estado, e financiada, fundamentalmente, pela via dos impostos, a Protecção Social de Base é organizada por grandes objectivos, de acordo com programas anuais e plurianuais, pelos organismos responsáveis pela sua materialização e destina-se a promover a auto-suficiência dos cidadãos e seus familiares. a) Principais fundamentos e objectivos: Solidariedade nacional. O bem-estar da população em geral, através da redução progressiva das desigualdades sociais e assimetrias regionais. Acções de protecção social e garantia dos níveis mínimos de subsistência e dignidade a grupos mais vulneráveis da sociedade. b) Âmbito de aplicação pessoal: Abrange a população residente que se encontre em situação de falta ou diminuição dos meios de subsistência e que não possa assumir na totalidade a sua própria protecção. Protecção Social Obrigatória A Protecção Social Obrigatória é gerida pelo Instituto Nacional de Segurança Social, e financiada, fundamentalmente, pelas contribuições dos trabalhadores e empregadores, destina-se a dar protecção aos trabalhadores por conta própria ou por conta de outrem e suas famílias, em situações de falta ou diminuição da capacidade de trabalho, maternidade, acidente de trabalho e doenças profissionais, desemprego, velhice e morte, bem como nas situações de agravamento dos encargos familiares. No âmbito da Protecção Social Obrigatória, os funcionários públicos são protegidos por regime próprio. Entretanto, enquanto não for estabelecida a necessária regulamentação específica, estão, transitoriamente, abrangidos pelo regime dos trabalhadores por conta própria ou por conta de outrem, sem prejuízo do Sistema de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas. a) Principais fundamentos e objectivos: Apoia-se na solidariedade contributiva entre trabalhadores e entidades empregadoras, tem carácter comutativo e assenta-se numa lógica de seguro. Pressupõe a solidariedade entre gerações de segurados. 21 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

22 b) Âmbito de Aplicação Pessoal: Trabalhadores por conta de outrem. São abrangidos obrigatoriamente os trabalhadores nacionais e estrangeiros residentes, os familiares que estejam a seu cargo, incluindo os que desenvolvam actividades temporárias e intermitentes, como é o caso dos eventuais e sazonais. Trabalhadores por conta própria. São obrigatoriamente abrangidos os trabalhadores que exerçam actividade profissional sem sujeição de contrato de trabalho ou contrato legalmente equiparado e não se encontrem em função da mesma, inscritos no regime dos trabalhadores por conta de outrem. c) Âmbito de aplicação material: O âmbito de aplicação material do regime, compreende i) a protecção na doença ii) a protecção na maternidade iii) a protecção nos riscos profissionais, acidente e doenças profissionais iv) a protecção na invalidez e velhice v) a protecção na morte vi) a protecção no desemprego e vii) a compensação dos encargos familiares. Protecção Social Complementar Promovida e administrada por entidades gestoras de fundos de pensões, por companhia de seguros ou por associações mutualistas, tem carácter facultativo, apoia-se na lógica do seguro e destina-se a reforçar a cobertura oferecida pelos regimes integrados de Protecção Social Obrigatória. A autorização e constituição dos fundos de pensões e das sociedades gestoras no âmbito da Protecção Social Complementar é da responsabilidade do Ministério das Finanças, ouvido o Ministério responsável pela área de Protecção Social Obrigatória. a) Principais fundamentos e objectivos: Deve reforçar e complementar as prestações dos regimes obrigatórios nas eventualidades de velhice, invalidez, morte e cuidados da saúde, através de planos de pensões. A gestão dos recursos deve basear-se em técnicas de capitalização. Deve estruturar-se sob o carácter facultativo. b) Âmbito de aplicação pessoal: 22 Abrange apenas as pessoas inscritas num dos regimes de Protecção Social Obrigatória.

23 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DO INSS Estrutura Organizativa do INSS. O Instituto Nacional de Segurança Social, é um Instituto Público dotado de personalidade jurídica e de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, sob tutela do Ministério de Administração Pública, Emprego e Segurança Social com os seguintes objectivos fundamentais: a prossecução de aplicação da política definida para a protecção dos trabalhadores e seus familiares contra os riscos sociais e assegurar a concessão de prestações de segurança social. Principais Atribuições:. Arrecadar directamente as contribuições que lhe são devidas.. Conceder prestações de segurança social.. Gerir directamente os fundos de reserva constituídos. Para a prossecução dos seus objectivos, o INSS compreende os seguintes Órgãos e Serviços:. Órgãos: o Conselho de Administração e a Direcção Geral; o Conselho Fiscal e o Conselho Nacional de Segurança Social.. Serviços: de Produção; de Apoio Administrativo e Financeiro; de Apoio Técnico e; de Fiscalização. 23 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

24 Em todas as Províncias, exceptuando Luanda, foram criados os Serviços Provinciais, que são unidades administrativas desconcentradas do INSS. A seguir apresenta-se o organigrama actual do Instituto Nacional de Segurança Social: Instituto Nacional de Segurança Social Direcção Nacional de Segurança Social Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social Instituto Nacional de Segurança Social Conselho Nacional Segurança Social Cons. Administração Director Geral Conselho Fiscal Departamento Administrativo Finanças Departamento Segurança Social Departamento Organização Informática Departamento Recursos Humanos Gabinete Jurídico e Contencioso Serviços de Fiscalização e Inspecção 24 Serviços Provinciais INSS Serviços Locais INSS

25 1.2 - Estrutura do Pessoal do INSS Como se verifica, o INSS para a prossecução dos seus objectivos conta com 575 funcionários distribuídos por carreira, sexo e âmbito geográfico, de acordo com o mapa abaixo. Estrutura do Pessoal do INSS Grupo de Pessoal Distribuição por Sexo e Serviços Totais Gerais CENTRAIS LOCAIS DIR/CHEFIA TÉCNICO SUPERIOR TÉCNICO TÉCNICO MÉDIO ADMINISTRATIVO AUXILIAR MAS FEM TOTAL MAS FEM TOTAL TOTAIS A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

26 Visão Ser uma Instituição Pública com elevada capacidade de inovação, um modelo de excelência na prestação de serviços aos seus segurados e pensionistas, e contribuir para o desenvolvimento económico e social de Angola. Missão Gerir os recursos e pagar as prestações sociais relacionadas com a Protecção Social Obrigatória. Garantir os direitos sociais dos segurados. Valores Igualdade, equidade social e diferenciação positiva. Respeito ao cidadão. PMDI - PLANO DE MODERNIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DO INSS O PMDI é uma ideia do governo, concebido há três anos, fundamentalmente com objectivo de se ter um sistema de Segurança Social moderno e desenvolvido. O governo teve a preocupação de fazer com que o PMDI fosse de âmbito nacional e abrangente, isto é, um plano voltado; fundamentalmente: I. para os novos sistemas e tecnologias de informação; II. para processos e instrumentos normativos e regulamentares ligados à Segurança Social e III. para a gestão das pessoas e a formação dos trabalhadores do INSS e seus responsáveis. Respeito aos compromissos. Transparência e eficiência. Trabalho em equipa. Solidariedade e amor. 26

27 Em resumo, o Plano de Modernização e Desenvolvimento Institucional envolve as seguintes as áreas do Instituto: Identificação, padronização, revisão e automatização dos processos. Valorização, motivação e formação do pessoal do INSS. Melhoria contínua no atendimento aos cidadãos, garantindo-lhes respeito e efectiva protecção dos seus direitos. Utilização de tecnologias de informação avançadas na gestão e na documentação das operações. Segurança das informações. Controlos financeiros e análises actuariais para garantir o futuro dos direitos dos trabalhadores e a continuidade da Protecção Social Obrigatória. Nova cultura organizacional. REALIZAÇÕES Durante estes anos podem-se destacar as principais realizações efectuadas, tendo sempre em vista, uma actuação sistémica e totalmente integrada no INSS. Os serviços estão estruturados no modelo web e através do portal do INSS (www.inss.gv.ao) é possível ter acesso a alguns serviços, tais como consulta aos extractos das contribuições tanto dos segurados, quanto dos contribuintes, acesso às folhas de remunerações, geração de guias de pagamento das contribuições, canal de atendimento para sugestões, consultas e reclamações. Além de servir à população o portal constitui uma poderosa ferramenta de gestão, permitindo aceder aos aplicativos do Instituto de qualquer lugar do mundo, conforme senhas individuais de acesso, interligando assim todas as unidades em todas as províncias do país. Uma vez que todas as unidades do INSS ao nível do país já se encontram informatizadas, está-se a trabalhar, no sentido de se fazer a respectiva integração do SIGINSS - Sistema de Informação e Gestão do Instituto Nacional de Segurança Social e, futuramente, solicitar-se a sua certificação. 27 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

28 Foram desenvolvidos até ao presente os seguintes sistemas: 1. Base de Dados dos Contribuintes 2. Registo de Remunerações 3. Base de Dados dos Segurados 4. Cartão de Identificação dos Segurados 5. Cartão de Identificação dos Pensionistas 6. Cartão de Identificação dos Contribuintes 7. Controlo das Contribuições Mensais 8. Reconciliação entre Contribuições Lançadas e Extractos Bancários 9. Análise das Remunerações Informadas e as Contribuições Pagas. 10. Conta Corrente dos Contribuintes. 11. Conta Corrente dos Beneficiários 12. Prova de Vida 13. Gestão de Pagamento de Benefícios 14. Reconciliação entre Benefícios Pagos e Extractos Bancários 15. Conta Corrente dos Pensionistas 16. Contabilidade 17. Fiscalização 18. PMA - Posto Móvel de Atendimento 19. Gestão Orçamental 20. Gestão de Tesouraria 21. Contas Bancárias 22. Gestão por Processos e Documentação 23. Atendimento aos Utentes 24. Gestão de Recursos Humanos 25. Controlo Patrimonial 26. Gestão Actuarial. 28

29 PRESTAÇÕES GARANTIDAS PELO INSS Como foi abordado, anteriormente, a missão do INSS, consiste na garantia dos direitos sociais dos segurados, que se consubstanciam na atribuição de prestações. O quotidiano diz-nos que muitos destes direitos são desconhecidos dos seus beneficiários, pelo que reservamos esta secção para descrição mais pormenorizada do processo de atribuição das prestações. As prestações consistem em valores pecuniários pagos pelo INSS, aos segurados ou aos seus dependentes na ocorrência de determinados riscos sociais tipificados na lei. As prestações podem ser de concessão única, como por exemplo o subsídio por morte ou de concessão continuada, as pensões. Elas também podem ser imediatas ou diferidas. São imediatas, quando a sua atribuição é feita nos primeiros períodos de pagamento, ao passo que as diferidas, normalmente, necessitam de um período de carência, o que faz com que os respectivos pagamentos das prestações só sejam efectuados em períodos posteriores. Na prática, estes períodos de carência, correspondem aos prazos de garantia, por exemplo para o direito a pensão de reforma por velhice é necessário um prazo mínimo de 15 anos. O processo normal de entrada e saída de uma prestação envolve três etapas: concessão, manutenção e cessação. A concessão trata do fluxo de entrada de novos processos no SIGINSS; a manutenção abrange as prestações activas no cadastro; e a cessação corresponde às prestações que não mais geram créditos. 29 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

30 EXPLICATIVO DAS PRESTAÇÕES Protecção na Doença: A regulamentar. Protecção na Maternidade: Subsídio de Maternidade. Subsídio de Aleitamento. Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais: Coberturas específicas, incluindo prestações pecuniárias e em espécie regulamentadas ao abrigo do Decreto Nº 53/05 de 15 de Agosto sobre o regime jurídico dos Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais. Protecção na Invalidez e Velhice: Pensão de Invalidez (a regulamentar). Pensão de Reforma por Velhice. Pensão de Reforma Antecipada. Abono de Velhice. 30

31 Peças publicitárias da campanha institucional realizada em A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

32 Protecção na Morte: Pensão de Sobrevivência Vitalícia. Pensão de Sobrevivência Temporária. Subsídio de Morte. Subsídio de Funeral. Protecção no Desemprego: Subsídio a regulamentar. Compensação dos Encargos Familiares: Abono de Família. 32 Peça publicitária da campanha institucional realizada em 2007.

33 SUBSÍDIO MATERNIDADE Definição: É a ausência legal remunerada, paga à segurada, em virtude da licença por altura do parto, por um período definido em lei, sem prejuízo do emprego e do salário. Base Legal:. Decreto 52/05, de 08 de Agosto. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social.. 6 (seis) meses de contribuição nos últimos 12 (doze) meses seguidos ou interpolados. Quem pode requerer: Segurado. Comprovação Documental:. Identificação da segurada.. Declaração dos serviços de saúde - maternidade.. Início da licença de maternidade.. Certidão de Nascimento do filho.. Declarações do empregador:. com indicação do primeiro dia de suspensão da relação jurídico-laboral da segurada;. dos salários dos 2 (dois) últimos meses anteriores à data da suspensão da relação jurídico-laboral da segurada. Observações:. Deve ser requerido até o quarto mês de nascimento do filho.. Mãe - Segurada do sexo feminino. 33 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

34 Metodologia de Cálculo: SM SM = R x 90 - se parto simples; ou = R x se parto múltiplo. Onde: SM R = Valor do Subsídio Maternidade. = Média diária das remunerações dos últimos 2 meses anteriores à data de início da licença maternidade.. Nestas remunerações não são considerados: subsídios de férias e outros.. Os meses considerados deverão ter mais de 20 dias de remunerações.. Se não tiver, dos 6 meses que precedem o 2º anterior ao início da licença, considerar os 2 melhores com 20 dias ou mais de remunerações. 34

35 35 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

36 SUBSÍDIO DE ALEITAMENTO Definição: Prestação paga ao segurado para atender a necessidade de compensar os encargos decorrentes da administração do regime alimentar aos descendentes recém-nascidos. Base Legal:. Decreto N.º 52/05 de 08 de Agosto. Art. 10º - O montante do subsídio é fixado por Decreto-Executivo Conjunto. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social.. 6 (seis) meses de contribuição nos últimos 12 (doze) meses seguidos ou interpolados. Quem pode requerer: Segurado.. Mãe ou pai. 36 Peça publicitária da campanha institucional realizada em 2007.

37 Comprovação Documental:. Identificação da segurada.. Declaração dos serviços de saúde.. Início da licença maternidade.. Certidão de Nascimento do filho ou declaração do Serviço de Saúde. Metodologia de Cálculo:. É devido logo após o nascimento do filho.. Pago de uma única vez. Valor do Subsídio Aleitamento (SA): SA = Valor Fixo estabelecido através de Decreto do Executivo ,00 Akz (parto múltiplo acrescentar 12 meses).. Declarações do empregador:. com indicação do primeiro dia suspensão da relação jurídico-laboral da segurada;. dos salários dos 2 (dois) últimos meses anteriores à data suspensão da relação jurídico-laboral da segurada. Observações:. Deve ser requerido até trinta dias após o nascimento do filho.. Caso o pai seja segurado prova de casamento união de facto identidade do cônjuge. 37 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

38 ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS Definição: Acidente de trabalho é o acontecimento súbito que ocorre no exercício da actividade laboral ao serviço da empresa ou instituição que provoque ao trabalhador lesão ou danos corporais de que resulte incapacidade parcial ou total, temporária ou permanente para o trabalho, ou ainda a morte. Nos termos do Decreto 53/05 de 15 de Agosto, são consideradas doenças profissionais as constantes no índice codificado das doenças profissionais, anexa ao Decreto em referência e dele faz parte integrante, assim, consideram-se doenças profissionais, a alteração da saúde patologicamente definida, gerada por razões da actividade laboral nos trabalhadores que de forma habitual se expõem a factores que produzem doenças e que estão presentes no meio ambiente do trabalho ou em determinadas profissões ou ocupações. Base Legal:. Decreto 53/05, de 15 de Agosto. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social.. Portador de doença profissional e acidente de trabalho, conforme definições do Decreto. Quem pode requerer: Segurado, e Dependentes quando decorrer a morte por acidente de trabalho, ou doença profissional. Comprovação Documental:. Em caso de acidente, a vítima ou dependente deve avisar, no prazo de 72 (setenta e duas) horas, à Entidade Empregadora ou à pessoa que a represente, verbalmente ou por escrito.. Em caso comprovado de impedimento ao cumprimento do prazo das 72 (setenta e duas) horas, fica fixado o prazo a partir da cessação do obstáculo ao aviso.. Em caso de doença profissional, atender o requisito previsto no código de doenças definidas legalmente.. Prova de identificação do requerente.. Em caso fatal o prazo de aviso é de 24 (vinte e quatro) horas. 38

39 . O trabalhador sem o seguro, deve participar o acidente ou doença profissional à Inspecção-geral do trabalho no prazo de 8 (oito) dias, a partir do evento ou conhecimento.. Os empregadores devem comunicar os casos de doenças profissionais, em função do local de trabalho, através de relatório descritivo acompanhados dos exames médicos a que foi submetido o trabalhador. Observações:. Os prazos devem observar as disposições legais de acordo com cada caracterização. 39 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

40 40 Metodologia de Cálculo: Indenização ou subsídio por incapacidade temporária. 65% da remuneração de referência ou retribuição de referência. Internamento hospitalar. 100% da remuneração nos 30 primeiros dias e 75% enquanto se mantiver a situação. Montante de pensão por incapacidade permanente absoluta. De 50% até 70% da remuneração de referência, acrescida de um subsídio de abono de família por cada familiar a cargo do segurado, ao limite de 100% da referida remuneração. Montante de pensão por incapacidade permanente parcial. 70% da redução sofrida na capacidade geral de ganho. Montante em caso de morte. 30% da remuneração de referência até perfazer a idade de reforma por velhice;. 40% a partir da idade de reforma por velhice; Montante da pensão por morte a atribuir aos filhos menores. 20% da remuneração de referência se for 1 filho;. 40% se forem 2 filhos;. 60% se forem 3 ou mais. Peça publicitária da campanha institucional realizada em 2007.

41 PENSÃO DE REFORMA POR VELHICE Definição: Renda mensal vitalícia, paga ao segurado que requereu e atingiu os requisitos após cumpridos tempo de serviço ou idade, para implementação do direito à prestação. Base Legal:. Decreto 76/05, de 12 de Outubro. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social.. Ter no mínimo 60 anos de idade ou 35 anos de serviço meses (15 anos) de contribuição seguidos ou interpolados. Quem pode requerer: Segurado. Comprovação Documental:. Identificação do segurado.. Comprovativos = Recibos de Salários dos últimos 12 meses. Observações: Mãe Segurada: A mãe segurada tem direito a redução no limite de idade. Neste caso, a idade mínima (60 anos) pode ser reduzida em 1 ano por cada filho nascido até o máximo de 55 anos. Alargamento:. Trabalhador com mais de 50 anos na data de inscrição.. Ter no mínimo 6 meses de contribuições no 1º ano de inscrição.. Redução de 6 meses para cada ano a mais sobre a idade do segurado à data da inscrição. Trabalhador Estrangeiro Inscrito:. Tem direito, desde que existam acordos internacionais.. Certificado do tempo de serviço - Empregador.. Certificado de remunerações do último ano - Empregador. 41 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

42 Metodologia de Cálculo:. Valor da Pensão (P) S x N P = 35 Onde: P = Valor da pensão S = Salário médio ilíquido mensal dos últimos 12 meses; ou último salário auferido antes da data da reforma se funcionário público N = Número de anos de serviço. Se o valor da pensão for inferior ao mínimo nacional deve ser ajustada para 90% do mínimo.. O valor da Pensão não pode superar o salário ilíquido que seria pago ao trabalhador caso estivesse activo à data da reforma. Pensão Mínima: 5.374,00 AKz Decreto de 01/04/07 PENSÃO DE REFORMA ANTECIPADA Definição: Prestação mensal paga ao segurado que atingiu a idade definida legalmente e demais requisitos básicos, para obtenção do direito. Base Legal:. Decreto 76/05, de 12 de Outubro. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social exercendo actividades penosas e desgastantes.. Ter no mínimo 50 anos de idade ou 35 anos de tempo de serviço, conforme redutor.. Acréscimo de 6 meses a cada ano de serviço.. Limite 10 anos. Quem pode requerer: Segurado. 42

43 Comprovação Documental:. Identificação do segurado.. Certificado do tempo de serviço - Empregador.. Certificado de remunerações do último ano - Empregador.. Comprovativos = Recibos de Salários dos últimos 12 meses. Observações: Alargamento:. Trabalhador com mais de 50 anos na data de inscrição.. Ter no mínimo 6 meses de contribuições no 1º ano de inscrição.. Redução de 6 meses para cada ano a mais sobre a idade do segurado à data da inscrição. Trabalhador Estrangeiro Inscrito:. Tem direito, desde que existam acordos internacionais. Peça publicitária da campanha institucional realizada em A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

44 Metodologia de Cálculo:. Valor da Pensão (P) S x N P = 35 Onde: P = Valor da pensão S = Salário médio ilíquido mensal dos últimos 12 meses; ou último salário auferido antes da data da reforma se funcionário público N = Números de anos de serviço. Se o valor da pensão for inferior ao mínimo nacional deve ser ajustada para 90% do mínimo.. O valor da Pensão não pode superar o salário ilíquido que seria pago ao trabalhador caso estivesse activo à data da reforma. Pensão Mínima: 5.692,00 AKz Decreto de 09/07 ABONO DE VELHICE Definição: Prestação mensal paga ao segurado, visando dar estabilidade material, desde o momento que este deixou de poder prestar sua contribuição laboral, de acordo com definições legais. Base Legal:. Decreto 76/05, de 12 de Outubro. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social.. Ter no mínimo 60 anos de idade e não estar exercendo actividade profissional na data solicitação da prestação.. Segurado não enquadrado à pensão de reforma com o mínimo de 60 meses (5 anos) de contribuição. Quem pode requerer: Segurado. Comprovação Documental:. Identificação do segurado. 44. Certificado do tempo de serviço - Empregador.

45 . Certificado de remunerações do último ano - Empregador.. Comprovativos = Recibos de Salários dos últimos 12 meses. Observações: Alargamento:. Trabalhador com mais de 50 anos na data de inscrição.. Ter no mínimo 6 meses de contribuições no 1º ano de inscrição.. Redução de 6 meses para cada ano a mais sobre a idade do segurado à data da inscrição. Trabalhador Estrangeiro Inscrito:. Tem direito, desde que existam acordos internacionais. Metodologia de Cálculo: Onde: P = 30% de S P =Valor do Abono S =Salário médio ilíquido mensal dos últimos 12 meses Valor Mínimo do Abono de Velhice: 2.601,00 AKz - Decreto de 01/04/07 PENSÃO DE SOBREVIVÊNCIA VITALÍCIA Definição: Renda mensal vitalícia, paga ao dependente, com o objectivo de compensá-lo da perda dos rendimentos de trabalho determinada pela morte do segurado. Base Legal:. Decreto 50/05, de 08 de Agosto. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social.. Ter no mínimo 36 meses de contribuição seguidos ou interpolados nos últimos 60 meses (5 anos). Quem pode requerer: Dependente.. Cônjuge incapaz a partir de 50 anos de idade na data de falecimento do segurado.. Descendentes inválidos.. Ascendentes incapazes dos cônjuges, a partir de 50 anos de idade na data de falecimento do segurado, desde que comprove não receber qualquer prestação da Segurança Social. 45 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

46 Comprovação Documental:. Certidão de óbito do segurado.. Prova de identificação do requerente e do segurado.. Outros documentos conforme o caso: - Certidão de Casamento ou Certificado de União de Facto. - Certidão de Casamento ou de óbito do ex-cônjuge em caso de outros que requeiram o prestação e houve divórcio. - Cópia ou a Certidão da Sentença da Fixação Homologada de Alimentos. - Certidão de Nascimento dos descendentes do segurado. - Certificado Escolar de Frequência do ensino médio até os 18 anos - até 25 a frequentar ensino superior. - Atestado Médico comprovativo da incapacidade para descendentes acima de 18 anos de idade. Observações:. Prazo de requerimento: até 2 anos após o falecimento do segurado;. Sujeito anualmente à prova de vida dos dependentes. Metodologia de Cálculo:. Trabalhador activo 70% do salário ilíquido.. Trabalhador reformado 75% da Pensão de Reforma.. Distribuição: Cônjuge = 30% Ex-cônjuge = Depende do valor da pensão de alimentos. Ascendentes = n x 10% (n = número de ascendentes com direito). Descendentes:. órfãos de um dos cônjuges 1 filho = 10% 2 filhos = 30% 3 ou mais filhos = 40%. órfãos duplos 1 filho = 25% 2 filhos = 45% 3 ou mais filhos = 60% Pensão Mínima de Sobrevivência: 4.678,00 Akz - Decreto de 01/04/07 46 Peça publicitária da campanha institucional realizada em 2007.

47 PENSÃO DE SOBREVIVÊNCIA TEMPORÁRIA Definição: Renda mensal temporária, destinada a compensar a perda dos rendimentos de trabalho determinada pela morte do segurado, paga ao dependente, enquanto este encontre-se em situação de desemprego ou outras definidas em lei. Base Legal:. Decreto 50/05, de 08 de Agosto. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social.. Ter no mínimo 36 meses de contribuição seguidos ou interpolados nos últimos 60 meses (5 anos). Quem pode requerer: Dependente.. Cônjuge desempregado.. Filhos menores ou nascituros até 18 anos de idade.. Filhos de 19 aos 25 anos de idade a frequentarem o nível superior.. Filhos inválidos com incapacidade para o trabalho superior a 30%.. Ex-cônjuge divorciado com direitos a alimentos. 47 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

48 Comprovação Documental:. Certidão de óbito do segurado.. Prova de identificação do requerente e do segurado.. Outros documentos conforme o caso:. Certidão de Casamento ou Certificado de União de Facto.. Certidão de Casamento ou de óbito do ex- cônjuge em caso de outros que requeiram a prestação e houve divórcio.. Cópia ou a Certidão da Sentença da Fixação Homologada de Alimentos.. Certidão de Nascimento dos descendentes do segurado.. Certificado Escolar de Frequência do ensino médio até os 18 anos - até 25 a frequentar ensino superior.. Atestado Médico comprovativo da incapacidade para descendentes acima de 18 anos de idade. Observações:. Prazo de requerimento: até 2 anos após o falecimento do segurado.. Ao cônjuge desempregado - Duração da prestação: 12 meses (1 ano). Metodologia de Cálculo:. Trabalhador activo 70% do salário ilíquido.. Trabalhador reformado 75% da Pensão de Reforma.. Distribuição: Cônjuge = 30%; Ex-cônjuge = Depende do valor da pensão de alimentos. Descendentes:. órfãos de um dos cônjuges 1 filho = 10% 2 filhos = 30% 3 ou mais filhos = 40%. órfãos duplos 1 filho = 25% 2 filhos = 45% 3 ou mais filhos = 60% Pensão Mínima de Sobrevivência: 4.678,00 AKz - Decreto de 01/04/ Sujeito anualmente à prova de vida dos dependentes.

49 SUBSÍDIO POR MORTE Definição: Prestação única, atribuída por morte do segurado, conforme definições legais, com objectivo de compensar os dependentes da morte do segurado e permitir a reorganização da vida familiar. Base Legal:. Decreto 50/05, de 08 de Agosto. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social.. Inscrito no mínimo 6 meses antes do seu falecimento.. Ter no mínimo 3 meses de contribuições seguidos ou interpolados. Quem pode requerer: Dependente.. Cônjuge e descendentes.. Ex-cônjuge com direito a alimentos sem contrair outra união. Peça publicitária da campanha institucional realizada em A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

50 50. Ascendentes na falta do cônjuge e dos descendentes.. Herdeiro Universal por testamento na falta dos anteriores. Comprovação Documental:. Certidão de óbito do segurado.. Prova de identificação do requerente e do segurado.. Outros documentos conforme o caso:. Certidão de Casamento ou Certificado de União de Facto.. Certidão de Casamento ou de óbito do excônjuge em caso de outros que requeiram a prestação e houve divórcio.. Cópia ou a Certidão da Sentença da Fixação Homologada de Alimentos.. Certidão de Nascimento dos descendentes do segurado.. Certificado Escolar de Frequência do ensino médio até os 18 anos até 25 a frequentar ensino superior.. Atestado Médico comprovativo da incapacidade para descendentes acima de 18 anos de idade. Observações:. Prazo de requerimento: Até 2 anos após o falecimento do segurado.. Sujeito anualmente à prova de vida dos dependentes. Metodologia de Cálculo: VS = 6 x SM SM = S/N Onde: VS = Valor do Subsídio por Morte. SM = Salário médio ilíquido mensal dos últimos 12 meses. S = Soma das remunerações dos últimos 12 meses, excluídos meses que não representem 20 dias de trabalho. N = Número de meses onde a quantidade dos dias de trabalho é superior a 20. Observações: Se o período de contribuição for inferior a 12 meses, SM deve ser calculado a partir do n.º de meses de contribuição. Se o trabalhador era Funcionário Público, o valor do Subsídio por Morte será de 6 x SALÁRIO que o mesmo recebia na data da morte. Se o trabalhador era Reformado o valor do Subsídio por Morte será de 6 x PENSÃO que o trabalhador recebia na data da morte.

51 SUBSÍDIO FUNERAL Definição: É uma prestação de atribuição única, conforme disposições legais, que objectiva compensar o requerente, dependente ou outros, das despesas de funeral efectuadas em decorrência da morte do segurado. Base Legal:. Decreto 49/05, de 08 de Agosto. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social.. Inscrito no mínimo 6 meses antes do seu falecimento.. Ter no mínimo 3 meses de contribuições seguidos ou interpolados. Quem pode requerer: Dependentes ou Outros.. Responsável pelas despesas com funeral do segurado. Peça publicitária da campanha institucional realizada em A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

52 Comprovação Documental:. Certidão de óbito do segurado.. Prova de identificação do requerente.. Prova do pagamento das despesas com funeral em nome do requerente Originais da factura. Observações:. Prazo de requerimento: até 1 ano após o falecimento do segurado. Metodologia de Cálculo:. Valor único fixado por Decreto Executivo Conjunto.. Montante - Kz: 7.500,00 ABONO FAMÍLIA Definição:. Prestação mensal, paga ao segurado, de acordo com o número de filhos e idade, legalmente definidos. Base Legal:. Decreto 46/05, de 08 de Agosto. Requisitos para Requerimento:. Trabalhador inscrito na Segurança Social. Quem pode requerer: Segurado. Quem São os Dependentes:. Filhos do segurado ou do cônjuge menores de 18 anos.. Netos do segurado ou do cônjuge, órfãos, menores de 18 anos.. Ascendentes do segurado ou do cônjuge comprovada a total incapacidade de subsistência. 52

53 Comprovação Documental:. Identificação do segurado e de seus dependentes.. Certidão de Casamento ou Certificado de União de Facto.. Atestado Médico comprovativo da incapacidade total para o trabalho, no caso dos ascendentes.. Certificado de óbito dos pais do dependente órfão. Observações:. Idade mínima dos ascendentes = 60 anos.. Idade inferior somente com comprovação de incapacidade total para o trabalho e que não recebam nenhuma prestação ou provento do sistema de Segurança Social.. Encargo pago pelo Empregador. Metodologia de Cálculo:. Valor fixado por Decreto. Kz: 120,00 por Dependente. 53 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

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55 INDICADORES DA PROTECÇÃO SOCIAL OBRIGATÓRIA EM ANGOLA A seguir vamos apresentar uma radiografia, através de dados numéricos, da evolução da Protecção Social Obrigatória em Angola, principalmente nos últimos três anos. Algumas das estatísticas apresentadas, por questões práticas de trabalho, fazem referência às regiões geográficas onde se localizam as Províncias. Assim, para que as informações sejam facilmente compreendidas, mostramos abaixo como estão agregadas as Províncias, segundo cada região geográfica estabelecida: REGIÃO NORTE REGIÃO LESTE REGIÃO SUL REGIÃO CENTRO Cabinda Zaire Uíge Bengo Malange Luanda Kwanza Norte Lunda Norte Lunda Sul Moxico K.Kubango Kwanza Sul Benguela Namibe Huila Cunene Bié Huambo 55 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

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57 PENSÕES E SUBSÍDIOS DISTRIBUIÇÃO POR REGIÃO GEOGRÁFICA O Quadro 1 - Média Mensal de Pensões e Subsídios Pagos e o Quadro 2 - Total Anual de Pensões e Subsídios Pagos abaixo, apresentam, de forma consolidada, a quantidade de pensões e subsídios pagos pelo INSS, ao longo dos últimos 3 anos, em cada província de Angola, agregadas segundo a região geográfica a que pertencem, conforme estabelecido: Quadro 1 - Média Mensal de Pensões e Subsídios Pagos REGIÃO GEOGRÁFICA TOTAL PRESTAÇÕES PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL PRESTAÇÕES PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL PRESTAÇÕES PENSÕES SUBSÍDIOS NORTE LESTE SUL CENTRO TOTAL Quadro 2 - Total Anual de Pensões e Subsídios Pagos REGIÃO GEOGRÁFICA TOTAL PRESTAÇÕES PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL PRESTAÇÕES PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL PRESTAÇÕES PENSÕES SUBSÍDIOS NORTE LESTE SUL CENTRO TOTAL A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

58 Podemos observar, dos quadros apresentados anteriormente, que a maior quantidade de prestações pagas concentra-se na região norte, onde se encontra também a maior parte da população segurada de Angola. Entretanto, podemos constatar também, por um lado, que o maior crescimento está a ocorrer na região centro, cuja média mensal da quantidade de prestações pagas está a crescer a uma taxa de 13,03% ao ano, contra um crescimento geral médio em todas as regiões da ordem de 7,97% ao ano. Por outro lado, os dados relativos ao total anual de prestações pagas, indicam -nos que no período em análise, a região centro contabiliza um crescimento da ordem de 38,43% ao ano, contra um crescimento geral médio em todas as regiões da ordem de 32,24% ao ano, tais informações são apresentadas no gráfico 2 a seguir. Quantidade de Prestações Pagas - Média Mensal Taxa Média de Crescimento Anual /2007 GRÁFICO 1 14% 12% 10% 8% 6% 4% 2% 0% -2% 7,85% 7,42% 3,70% NORTE -1,58% 8,29% -1,28% 9,85% 5,36% 9,59% 13,43% 3,87% 13,03% 8,32% 4,11% LESTE SUL CENTRO TOTAL 7,97% 58 PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL

59 Quantidade de Prestações Pagas - Total Anual Taxa Média de Crescimento Anual /2007 GRÁFICO 2 45% 40% 35% 30% 32,09% 27,01% 31,56% 32,63% 34,54% 29,03% 34,22% 38,92% 27,22% 38,43% 32,66% 27,51% 32,24% 25% 20% 20,54% 20,91% NORTE LESTE SUL CENTRO TOTAL PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL Instalações do INSS na Província do Huambo. 59 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

60 DISTRIBUIÇÃO DAS DESPESAS POR REGIÃO GEOGRÁFICA O Quadro 3 - Média Mensal da Despesa com Pagamento de Pensões e Subsídios e o Quadro 4 - Total Anual da Despesa com Pagamento de Pensões e Subsídios abaixo, retratam de forma consolidada, a despesa efectuada pelo INSS com o pagamento de pensões e subsídios, ao longo dos anos em apreço, em cada província de Angola, agregadas segundo a região geográfica a que pertencem: Quadro 3 - Média Mensal da Despesa com Pagamento de Pensões e Subsídios Valores em Mil Akz REGIÃO GEOGRÁFICA NORTE LESTE SUL CENTRO TOTAL TOTAL PRESTAÇÕES PRESTAÇÕES PRESTAÇÕES PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL PENSÕES SUBSÍDIOS 17, Instalações do INSS na Província do Bié.

61 Quadro 4 - Total Anual da Despesa com Pagamento de Pensões e Subsídios Valores em Mil Akz REGIÃO GEOGRÁFICA NORTE LESTE SUL CENTRO TOTAL TOTAL PRESTAÇÕES PRESTAÇÕES PRESTAÇÕES PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL PENSÕES SUBSÍDIOS Apesar das restrições comparativas impostas pelo facto dos dados referentes a 2005 somente representarem o período de Maio a Dezembro, podemos observar, dos quadros apresentados acima, que as maiores despesas com pagamentos de prestações se concentram na região norte. Resultado esperado, tendo em vista que aquela região concentra a maior quantidade de benefícios e a maior parcela da população angolana. Instalações do INSS na Província do Bengo. 61 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

62 Por outro lado, apesar das informações parciais referentes ao ano de 2005, conforme já comentado, pode ser constatado um crescimento nas despesas com pensões em todas as regiões. Tal facto, entretanto, não se verifica quando estão a ser consideradas as despesas com subsídios, visto o decréscimo ocorrido no montante anual de despesas nas regiões norte e centro, apesar do crescimento acentuado ocorrido nas províncias componentes das regiões leste e sul, teve forte influência na despesa média mensal com esta modalidade, que apresentou uma taxa de crescimento negativa, da ordem de - 52% ao ano, no período 2005/2007 como pode ser observado nos gráficos 3 e 4. Despesa com Pagamento de Prestações - Média Mensal Taxa Média de Crescimento Anual / ,48% 1.579,71% 3.306,31% GRÁFICO 3 30% 20% 20,57% 13,24% 11,31% 11,34% 22,25% 22,31% 28,00% 28,19% 21,18% 16,19% 10% 0% -10% -20% -30% -40% -50% -60% -52,39% -51,64% NORTE LESTE SUL CENTRO TOTAL 62 PENSÕES SUBSÍDIOS TOTAL

63 Despesa com Pagamento de Prestações - Total Anual Taxa Média de Crescimento Anual /2007 GRÁFICO 4 60% 40% 20% 47,67% 38,69% 36,33% 36,33% 32,58% 62,68% 49,73% 49,74% 56,76% 51,84% 48,41% 41,92% 0% -20% -40% -60% -80% -41,69% -67,17% -42,37 % -100% NORTE LESTE SUL CENTRO TOTAL PENSÕES Despesa com Pagamento de Benefícios Distribuição Percentual por Região Geográfica SUBSÍDIOS TOTAL GRÁFICO 5 8% 8% 9% 20% 68% 20% 68% 22% 65% 4% 4% 4% NORTE LESTE SUL CENTRO 63 A SEGURANÇA SOCIAL EM ANGOLA

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