SEGUROS. Aposta nos mercados externos aumenta risco das empresas. 1 Crédito 2 Responsabilidades. 3 Imagem & Reputação 4 Falha na cadeia.

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1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5804 DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Processos de internacionalização de empresas acrescentam maior complexidade aos processos. JinLee/Bloomberg Aposta nos mercados externos aumenta risco das empresas A crise torna as empresas mais exportas a alguns riscos que devem ser acautelados. TEXTOS DE RAQUEL CARVALHO Acrise em Portugal tem levado muitas empresas a optar pela internacionalização. Mas esta aposta aporta vários riscos aos quais as empresas devem estar atentas. Pedro Penalva, director-geral da AON, corretora de seguros e resseguros, não tem dúvidas quando afirma que a internacionalização introduz variáveis novas no processo de actuação de uma empresa, além de que acrescenta uma maior complexidade ao processo. Daí que, frisa, torna ainda mais importante uma correcta e eficaz transferência de risco. De acordo com Mário Vinhas, deputy country manager da corretora MDS Portugal, apesar de não haver um pacote fechado de coberturas para estes casos, o processo de internacionalização envolve um trabalho prévio de análi- se e conhecimento dos mercados locais sobre legislação, fiscalidade, segurança social, modelos de distribuição, hábitos e cultura, etc. Nestes casos é importante transferir o risco para uma ou várias seguradoras através do desenho e implementação de um programa de seguros internacional, tanto ao nível dos recursos humanos, com beneficios na área da saúde, vida, acidentes, reforma, além de produtos específicos para expatriados, como no que respeita aos bens patrimoniais e responsabilidades., diz o responsável da MDS. Mário Vinhas lembra por exemplo que, para quem vai trabalhar para o continente africano, as soluções de seguros para expatriados são muito importantes, uma vez que na maioria dos países não existem estruturas de assistência médica adequadas. Já para os países europeus e norte americanos o risco de responsabilidade civil de exploração, profissional e ambiental assume enorme relevância, face às exigências legais desses mercados. Fernando Chaves, líder de risco de crédito & político da Marsh Portugal recorda que, se há riscos que aparecem de forma óbvia, outros são menos visíveis, mas têm igual ou maior capacidade para perturbar os planos de crescimento e impedir o sucesso da internacionalização. São eles o risco político, o risco associado à actuação de novos fornecedores, oriscodamarcanaretiradadeprodutos,o risco de falhas na cadeia de fornecimento e o risco de catástrofes naturais, que, admite, são cada vez mais frequentes e afectam seriamente a continuidade de negócio. Daí ser determinante avaliar bem o mercado, identificar os riscos, traçar estratégias de gestão e transferi-los para os mercados financeiros ao melhor custo possível, mantendo o controlo do investimento.» Os riscos associados à crise 1 Crédito 2 Responsabilidades profissionais 3 Imagem & Reputação 4 Falha na cadeia de fornecimento 5 Segurança & Manutenção 6 Fuga de Talentos & Propriedade Intelectual 7 Fragilidades cibernáuticas 8 Liquidez e cash Flowa 9 Solvência e incapacidade de prestação de garantias 10 Catástrofes naturais 11 Convulsões sociais & Políticas 12 Crescimento de Litigância.

2 II Diário Económico Terça-feira 19 Novembro 2013 Tabare Miro / Reuters» Sobre a segurança dos profissionais que se deslocam, Luís Gomes, director de Lisboa da Marsh, defende que deve ser um pilar que a empresa não deve delapidar. Porque, frisa, nele assenta a capacidade produtiva e a primeira imagem da empresa. O responsável aconselha as empresas que se internacionalizama a actualizarem as apólices de acidentes de trabalho em matéria de expatriados e a contratarem seguros de acidentes específicos para ampliar o leque de coberturas 24 horas por dia. Defende ainda que os seguros de responsabilidade civil são uma ferramenta de melhor gestão para empresas, e afirma que têm muito potencial de crescimento pela emergente consciencialização de potenciais danos em causa e das fragilidades que muitas empresas têm sentido face ao cenário de responsabilização dos seus actos. Sobre estes seguros, Mário Vinhas informa estarem a aumentar o seu nível de importância, o que está relacionado com uma maior consciencialização da sociedade para os riscos a que estamos expostos. Além disso, a sua contratação minimiza os riscos na medida em que a responsabilidade de reparar é transferida para os seguradores, permitindo assim às empresas uma melhor gestão financeira, ex- Tem vindo a registar-se uma redução dos prémios dos seguros de acidentes de trabalho, o que, segundo o Instituto de Seguros de Portugal, se pode justificar pelo aumento do desemprego, mas, também, por haver uma aposta menor na actividade industrial e agrícola, e por isso, havendo menos riscos, há uma redução dos prémios. Existem hoje tipologias de riscos como os cibernéticos, assim como os relacionados com perda de informação, propriedade intelectual e social media. Os resultados das seguradoras O último ano foi positivo paraaaçoreanaeé marcado pela integração da seguradora na Global. A empresa tinha, no primeiro semestre do ano, 1,18 mil milhões de euros em activos sob gestão e uma evolução acima do mercado nos segmentos de acidentes de trabalho, saúde, multiriscos comércio e vida risco. Os prémios brutos emitidos ultrapassaram os 185 milhões de euros. A Tranquilidade manteve uma receita de 333,4 milhões de euros, tendo aumentado2% nos particulares e 5% em empresas. A Zurich tem mais de 500 mil clientes e em 2012 produziu 263 milhões de euros no Ramo Não Vida e mais de 55 milhões de euros no Ramo Vida. Já na Ocidental Vida, o segmentovidacresceu 78%, no valor de prémios cobrados em No segmento Não Vida, o crescimento foi de 4%. No ramo vida, até Outubro, o valor dos prémios emitidos pelo Santander Seguros, bem como volume de seguros financeiros alcançou 456 milhões de euros. plica, destacando a importância dos seguros de acidentes pessoais, obrigatórios e essenciais para minimizar o risco das empresas. Pedro Penalva, director-geral da AON, defende que as duas principais áreas que as empresas têm sempre que acautelar estão relacionadas com pessoas e riscos. Além dos riscos tradicionais, como as responsabilidades e os patrimoniais, juntam-se outras tipologias de riscos, como por exemplo os riscos cibernéticos a que actualmente as empresas estão muito expostas, o risco associado à perda de informação e propriedade intelectual, social media, etc.. Na sua opinião, estas áreas, apesar de não serem obrigatórias, estão cada vez mais no dia-a-dia das organizações apresentando riscos que muitas vezes não são considerados. Para o director-geral da AON, a primeira regra de uma boa gestão do risco é identificar e contabilizar a possibilidade de incidências que poderão por em causa o negócio nas alturas mais críticas, com as que vivemos hoje. Quanto aos riscos que as empresas mais correm com a crise, Pedro Penalva diz que são o abrandamento da economia, aumento da concorrência, e a dificuldade em atrair e reter talento. OS NÚMEROS DO SECTOR SEGURADOR EVOLUÇÃO DO SECTOR A produção de seguro directo entre Janeiro e Setembro deste ano atingiu perto de nove mil milhões de euros, mais 23,8% face a período homólogo de A taxa de cobertura da margem de solvência das empresas supervisionadas pelo ISP era de 228%, em Setembro. Já as carteiras de investimento das empresas de seguros cresceram 0,3%, face aos montantes sob gestão no final de RAMO VIDA A produção de seguro directo do ramo vida registou uma variação positiva, aumentando mais de 1,8 mil milhões de euros, situando-se próximo de 6,4 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 40,3%. Este crescimento resultou, principalmente, do incremento da produção da modalidade Vida não ligada a fundos de investimento, seja contratos de seguro (32,8%) ou contratos de investimento (89,3%) DE SAÚDE No ramo doença, (seguros de saúde), os prémios brutos emitidos de seguro directo atingiram perto de 439 mil euros, até Setembro deste ano, mais 2,8% do que em igual período de 2012, segundo dados da Associação Portuguesa de Seguradores. De frisar que este foi o segmento não vida com melhor performance. Destacar ainda que 20% da população tem seguros de saúde. RAMO NÃO VIDA O ramo Não Vida registou uma queda de 4,8% nos primeiros nove meses do ano, quando comparado com o mesmo período de 2012, seguindo a tendência registada há dois anos, e fruto das variações negativas em quase todos os segmentos de negócio. Os custos com sinistros globais desceram mais de 12% comparativamente com os nove primeiros meses de 2012, tendo sido muito influenciados pela variação do ramo Vida.

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4 IV Diário Económico Terça-feira 19 Novembro 2013 PERGUNTAS & RESPOSTAS Como uma boa gestão dos riscos pode ajudar uma empresa a resistir à crise Corretoras como a Marsh, a MSD e a AON explicam de que forma podem ajudar as empresas a gerir os riscos. Uma empresa pode passar ao lado da crise se souber gerir de forma correcta os riscos que corre. Para uma boa gestão de riscos, o ideal é recorrer a corretoras, que, especialistas na matéria, analisam a exposição da empresa ao risco e aconselham o melhor produto. O Diário Económico foi falar com três das principais corretoras do país e deixa aqui as suas ideias. 1 De que forma uma boa gestão de riscos ajuda as empresas a minimizar riscos? A situação do sector empresarial é, de uma forma transversal bastante frágil, pelo que só uma gestão muito controlada de custos e dos diversos riscos a que estão expostas, permite garantir um bom equilíbrio face à incerteza no lado das receitas, diz Luis Gomes, director de Lisboa da Marsh Portugal. O responsável frisa que ao longo dos anos, as empresas têm alterado a sua postura no que diz respeito à importância de uma boa gestão de riscos e estão hoje muito mais preocupados e interessados em ter um parceiro que os ajude a identificar e a mitigar os seus riscos. Mário Vinhas, deputy coutry manager da MDS Portugal, garante que a correcta identificação, avaliação, transferência e mitigação dos riscos é muito importante, e o envolvimento de um corretor neste exercício é aconselhável. Pedro Penalva, director-geral da AON, frisa que a evolução do mercado tem tornado os riscos cada vez mais sofisticados, o que também faz com que o papel do gestor de risco seja cada vez mais exigente e complexo, tanto ao nível de identificação dos riscos que uma empresa pode estar sujeita em todas as fases da sua cadeia de valor, como na altura de transpor o risco para um produto com as coberturas e limites indicados. 2 Qual o papel de um corretor de seguros na ajuda às empresas a gerir os seus riscos? Em cenários de crise, as empresas procuram muitas vezes cortar nos custos, nomeadamente no seu programa de seguros, mas por vezes essa redução pode implicar a eliminação de coberturas e protecções que podem ser cruciais para a sua continuidade de negócio em caso de um sinistro, diz Luís Gomes. Assim, o papel de um corretor como a Marsh, passa por ajudar as empresas a analisarem o seu programa de seguros e garantir que têm as A evolução do mercado tem tornado os riscos cada vez mais sofisticados. Opapeldogestor de risco é, por isso, cada vez mais exigente e complexo. A crise tem levado algumas empresas acortaremnos seus programas de seguros, eliminando coberturas e protecções que podem ser cruciais para a continuidade do seu negócio em caso de sinistro. coberturas mais indicadas para a protecção do seu património, das suas responsabilidades e dos seus trabalhadores. Já Mário Vinhas, deputy coutry manager da MDS Portugal, diz que corretoras como a MDS detêm uma estrutura e competências que permitem executar o trabalho de consultoria de riscos, com o rigor e profundidade necessário para uma empresa, independemente do seu sector de actividade e dimensão. O responsável garante que um corretor, conhecendo a legislação e a oferta de produtos e serviços, contribui para antecipar as necessidades dos seus clientes, evitando eventuais problemas futuros. Pedro Penalva, director-geral da AON, afirma que uma correcta avaliação do riscoeaimplementação eficaz de uma política de gestão e transferência de risco é muito importante para diminuir a exposição de risco associado ao elevado grau de incerteza que existe atualmente no mercado. As empresas enfrentam hoje riscos cibernéticos importantes. 3 Que preocupações devem ter as empresas quando escolhem produtos que visem minimizar riscos? Luís Gomes, da Marsh diz ser dificil responder a esta questão, mas alerta que as empresas devem conhecer bem os produtos, que coberturas oferecem e se respondem eficazmente aos riscos que querem proteger. Mário Vinhas não tem dúvidas ser a dimensão e a exposição ao risco que têm, as grandes preocupações a ter em primeiro lugar. Com isso, afirma, a empresa conseguirá identificar a adequabilidade e elegibilidade das coberturas em relação às necessidades da empresa, abrangência e simplicidade do clausulado, e segurança relativamente ao serviço pós venda. Sem esquecer, claro, a competitividade. Já Pedro Penalva defende que os produtos que uma empresa deve escolher para fazer uma correcta transferência do risco têm que estar muito alinhados com a estratégia da empresa. Paulo Figueiredo

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6 VI Diário Económico Terça-feira 19 Novembro 2013 Os trabalhadores di sector da indústria são dos que mais necessitam de ser protegidos, devido aos riscos constantes da profissão. Oliver Bunic / Bloomberg Seguradoras estão mais atentas ao segmento empresarial Empresas compensam queda de salários com seguros que protegem os colaboradores. As empresas portuguesas podem estar em crise, mas procuram cada vez mais soluções junto das seguradoras para compensar a queda de salários. A Tranquilidade, por exemplo, registou um aumento no segmento empresas de 5%. Nuno Clemente, administrador, garante que a seguradora compensou a queda de sectores como a construção e imobiliário, focando-se em sectores como a indústria ou a agricultura. Para o responsável, há ainda oportunidades de crescimento devido aos processos de internacionalização das empresas. Com o processo de internacionalização e com a necessidade de protecção de colaboradores que trabalham no estrangeiro, diz, verificamos um aumento da procura por soluções concebidas para estas necessidades. Para minimizar os efeitos da crise, algumas empresas esforçam-se para garantir aos colaboradores benefícios associados aos seguros de saúde. Luís Drummond Borges, director- -geral da AdvanceCare, seguradora especializada em seguros de saúde do grupo Espírito Santo, acredita que as empresas vão manter Conclusões Barómetro AXA A Axa, através do seu barómetro anual, que analisa as necessidades e expectativas das PME e empresários em nome individual, concluiu que os próximos tempos mostram uma evolução dos negócios, e maiores perspectivas de exportação, o que, segundo João Leandro, Chairman e Ceo levará a um aumento da protecção das empresas. O estudo mostra que, no geral, as PME têm maior nível de protecção do que um trabalhador por conta própria, sendo que em ambos os casos, as apólices de seguro mais comuns são o carro e o seguro de responsabilidade civil dos funcionários, revela, frisando, haver preocupação em proteger os danos em propriedade e morte em serviço. estes seguros, mas tenderão a negociar o mais adequado equilíbrio entre preço e benefícios a disponibilizar. António Bico, CEO da Zurich, tem a mesma opinião. As empresas tendem a contemplar cada vez mais uma maior protecção para os seus colaboradores, sendo que em primeira linha se destaca a protecção na saúde através de planos privados. Porém,estenãoéoúnicosegmentoaserprocurado pelas empresas. Na Zurich as soluções para a indústria do vinho e do azeite cresceram cerca de 9%, e o mesmo se aplica nos seguros para a indústria do calçado, com um aumento de 14%. Neste segmento, e no que respeita aos seguros de responsabilidade civil, houve um aumento de 40%. A seguradora está aliás a reformular algumas soluções para empresas, sobretudo em sectores em desenvolvimento como a agricultura, serviços de saúde e distribuição alimentar, afirma. Quem também sente um aumento da procura por seguros de responsabilidade civil em transportes e em patrimoniais é a Allianz que, de acordo com Teresa Brântuas, directora de produto, tem neste último ramo verificado um crescimento significativo, quer em multiriscos comércio, quer em multiriscos industrial. O aumento da protecção das empresas em período de crise explica-se, na opinião de Diogo da Silveira, presidente da Açoreana, com o facto de uma boa gestão dos riscos, com produtos adequados, permitir aos gestores combater a crise. Ou seja, uma melhor protecção é uma garantia de menores custos futuros em caso de sinistralidade e isto é fundamental. Por essa razão, este segmento será uma das principais apostas da Açoreana, diz. Também para a Ocidental Seguros, o segmento das PME é um dos pilares estratégicos de crescimento, estando em ascensão, destaca fonte da seguradora do grupo Millenniumbcp. A estratégia é apostar no desenvolvimento do canal bancassurance porque o potencial é muito elevado. A seguradora diz não ter dúvidas que, de futuro, os seguros empresa irão crescer, mantendo a tendência já sentida. Sendo os colaboradores um activo fundamental no desenvolvimento da actividade, temos sentido uma procura crescente de produtos e soluções que além da protecção dos colaboradores, são, também, instrumentos de motivação, fidelização e retenção do capital humano.

7 Terça-feira 19 Novembro 2013 Diário Económico VII Soluções das seguradoras para empresas Seguradoras querem estar ao lado das empresas suas clientes nos processos de internacionalização. Fidelidade A Fidelidade Empresas é uma oferta integrada de soluções de seguros para empresas. Permite acesso a um conjunto serviços associados, que apoiam as empresas na gestão dos seus seguros e em outras áreas importantes de suporte ao negócio, como a prevenção, segurança e o financiamento. A oferta para empresas da maior seguradora nacional tem soluções que contemplam multiriscos negócios, acidentes de trabalho, automóvel negócios e responsabilidade civil,sendoaofertadeseguros, complementada por uma equipa dedicada de especialistas em seguros para empresas, que faculta à empresa um acompanhamento personalizado. Em geral, as empresas procuram ofertasnaáreadasaúdeparaosseus colaboradores. Ocidental Seguros No segmento empresas a Ocidental Seguros desenvolve soluções com base numa oferta segmentada. Uma aposta de grande relevo da seguradora do grupo Millenniumbcp é o apoio à dinâmica de importação e exportação sos seus clientes, assumindo assim o desejo de estar junto deles no seu processo de internacionalização. Neste apoio, a seguradora disponibiliza soluções imediatas associadas à aberturas de créditos documentário e soluções duradouras e competitivas para clientes com expressivos movimentos anuais João Paulo Dias / Arquivo Económico de mercadorias. As soluções disponibilizadas passam pela protecção de acidentes de trabalho, automóvel e responsabilidade civil e pela protecção do património onde se incluem os multiriscos, engenharias e mercadorias transportadas. A seguradora oferece ainda seguros de saúde para empresas e protecção de acidentes pessoais. Tranquilidade Além da comercialização de vários pacotes de seguros de saúde para empresas, a Tranquilidade, tendo em conta a protecção do património da empresa, comercializa vários produtos de responsabilidade civil, além de seguros de transportes de mercadorias, avaria de máquinas e equipa-» PUB

8 VIII Diário Económico Terça-feira 19 Novembro 2013» mento electrónico. Nuno Clemente, administrador, destaca ainda o lançamento recente de um seguro de responsabilidade civil empresarial, que garante a responsabilidade civil de empresas industriais, entrepostos de comércio por grosso ou empresas de transporte rodoviário de mercadorias. Segundo o adminstrador, este produto pode incluir a responsabilidade civil patronal, decorrente de danos sofridos por empregados, não garantidospelosegurodeacidentes de trabalho, e a responsabilidade civil produtos, decorrentes de danos a consumidores, causados por produtos defeituosos. Outro produto lançado em 2013 foi o Plano Vida sem Fronteiras, que se dirige à protecção de colaboradores de empresas expatriados ou que se desloquem regularmente ao estrangeiro. Axa As pequenas e médias empresas constituem um dos segmentos estratégicos para a AXA Portugal. Ao longo dos últimos anos, a seguradora tem desenvolvido uma oferta global, sendo de destacar o Segurtrade, plano multirriscos nas áreas e actividades de comércio e serviços. João Leandro, Chairman e CEO da Axa, dá ainda ênfase à recém-lançada AXA Ensino específica para este sector. No que toca aos serviços, o responsável destaca o site Protecção PME, bem como outras acções de prevenção e análise de risco, com formação no terreno (alargado a grandes empresas). Ao nível do serviço, destaca o apoio ao cliente na reclamação de facturas em atraso e o diagnóstico online de prevenção (site Protecção PME). De referir ainda a especialização de um grupo de mediadores certificados preparados para aconselhar e apoiar os nossos clientes PME, prestando-lhes o melhor serviço. Allianz Portugal A oferta da Allianz para empresas é vasta e abarca vários sectores. Mas é para nichos de mercado que a Allianz tem desenvolvido produtos específicos. É o caso do Allianz Hotéis, dirigido ao sector hoteleiro, com limites de indemnização elevados e franquias acessíveis, destaca Teresa Brântuas,directoradeproduto.O Allianz Vinhos e Azeites é outro desses produtos de nicho. Inclui coberturas sobre o derrame de mercadorias ou a perda de lucros, por exemplo. Os colaboradores expatriados já têm seguros específicos para os seus casos. Paula Nunes As seguradoras têm váriasopçõesdeprodutosque protegem os produtos transportados. Ainda na área agrícola a seguradara tem o Allianz Agro, que garante situações habitualmente excluídas num seguro de multirriscos. Exemplo é o roubo de bens ao ar livre, danos provocados pelo gado em propriedades vizinhas ou danos na habitação e respectivo recheio. Para as PME a Allianz tem o Allianz Responsabilidade Civil PME, que cobre vários riscos relacionados com actividades, profissões ou situações que possam ocorrer na vida familiar. O seguro responsabilidade civil dos transportadores protege, por seu turno, os danos materiais sofridos pelas mercadorias transportadas. Zurich No segmento empresas, as soluções da Zurich estão orientadas por áreas de actividade, que vão do turismo aos serviços, metalurgia e até produtos alimentares, diz António Bico, CEO. A seguradora analisa cada área, identifica necessidades e oferece protecção patrimonial, financeira, responsabilidade civil, acidentes, saúde, vida e investimentos financeiros, garante o responsável. A Zurich tem uma solução pensada para restaurantes e outra para hotéis, onde estão incluídas coberturas de responsabilidade civil, de protecção ao património e perdas de exploração. Todas as soluções são disponibilizadas em módulos e podem ser contratadas de forma fléxivel. Advancecare A oferta da AdvanceCare para empresas assenta na máxima flexibilidade ao nível das coberturas que podem ser subscritas (internamento, ambulatório, estomatologia, próteses e ortóteses, medicamentos e subsídio diário), garante Luis Drummond Borges, director-geral. A seguradora quer também, que os segurados possam aderir a redes de prestadores de saúde credenciados em Portugal, Espanha, Estados Unidos, Angola, Brasil, Namíbia e África do Sul e às redes especializadas de oftalmolofia, estomatologia e bem estar, diz o responsável que assegura que a tendência é aumentar os copagamentos, franquias e períodos de carência, visando uma maior cobertura, em termos de montante em internamentohospitalar. Mais plafond de internamento e cobertura de doenaçs graves fora e dentro do país. A seguradora vai disponibilizar a rede angola para todas as empresas que tenham expatriados deslocadops nesse país, facilitando todos os mecanismos transacionais e o acompanhamento dos segurados nessa geografia, diz. Saúde Prime O mercado empresarial é naturalmente estratégico pela natureza do volume que nos permite rapidamente atingir, considera Filipe Simões de Almeida, presidente da Saúde Prime. O número de pessoas empregadas em Portugal - cerca de quatro milhões - constitui um enorme potencial de crescimento. Desta forma surgem novas oportunidades, bem como espaço para ofertas mais criativas e flexíveis, na área da saúde, que permitam um acesso facilitado à medicina privada. Em 2014, a estratégia da Saúde Prime passa por apostar com grande enfoque nesta área. CA Seguros A sua vocação agrícola faz com que a CA Seguros tenha muitas opções de produtos destinados a empresas e empresários deste sector. É o caso do seguro CA Tractores e Máquinas Agrícolas; para Energias Renováveis; para colheitas; para estufas; para pecuárias ou contra perdas de exploração. Além destes, a companhia tem os seguros normais para uma empresa, como o da protecção de bens, comércio e serviços, riscos industriais ou avaria de máquinas, assim como os destinados a proteger pessoas. Paulo Figueiredo

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10 X Diário Económico Terça-feira 19 Novembro 2013 ENTREVISTA PEDRO SEIXAS VALE, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE SEGURADORES O sector está a repensar o seu modelo de intervenção Para o responsável, o sector segurador deve ser o maior gestor de poupança a longo prazo. Osector segurador está a repensar o seu modelo de intervenção e a ganhar terreno como alternativa à oferta pública em diversas áreas, disse Pedro Seixas Vale, presidente da Associação Portuguesa de Seguradores, em entrevista ao Diário Económico. Com a crise a procura pelas empresas por produtos que protejam os seus colaboradores vai aumentar? A crise cria de forma natural um maior espaço para que o sector segurador seja uma clara alternativa ou complemento à solução gerida pela entidade pública, em áreas como a saúde, educação, segurança social e justiça. Acresce que, dada a cada vez menor capacidade do Estado português em actuar nos grandes riscos da sociedade tal como sismos, inundações e outros riscos ambientais, o sector está a repensar o seu modelo de intervenção, encontrando soluções e produtos específicos que possam materializar uma maior responsabilização do sector privado. Como explica esta tendência? Assiste-se ao emergir de uma nova forma de liderança e de um grupo de gestores de topo que se empenham em gerar resultados em três frentes: criar valor a longo prazo, potenciar os recursos/capital social dentro das organizações que dirigem; e produzir benefícios significativos para a comunidade em geral. Fazem-no potenciando o factor humano dentro das suas organizações. Essa nova atitude passa também por viabilizar a permanência das pessoas no mercado de trabalho tornando imperativo procurar e implementar um conjunto de benefícios adicionais, promovendo o equilíbrio na relação de vida/trabalho, revendo condições no sentido de tornar mais fácil aos colaboradores mais velhos a permanência no mercado de trabalho, apostando na gestão da sua saúde e bem- -estar, e assegurando uma cultura saudável e O futuro do mercado segurador Pedro Seixas Vale acredita que, olhando-se para o futuro, há uma expectativa muito positiva quanto à capacidade de melhorar ainda mais a gestão dos nossos produtos e serviços em Portugal, qualquer que seja o enquadramento em que tenhamos que operar. O presidente da Associação Portuguesa de Seguros diz que a capacidade do sector está patente no lançamento de novos produtos nas Áreas Vida e Não Vida, bem como nas áreas de assistência e apoio ao cliente nas diferentes situações e eventos em que ocorrem prejuízos ou dificuldades de gestão. Para o responsável, o grande desafio será incrementar a inserção do sector como o maior e melhor gestor de poupança de longo prazo dos portugueses. Pedro Seixas Vale acredita que um seguro que pode ser atractivo para as empresas destina-se a minorar as consequências de perdas de exploração. uma mudança de consciência desenvolvendo programas para a fase em que a vida activa termina. Dos produtos disponibilizados no mercado para empresas, que tipo se seguros acha serem os mais atractivos? A primeira referência obrigatória é para o seguro de saúde privado que funciona suplementarmente ao Serviço Nacional de Saúde e que cobre, já hoje, cerca de 20% da população. Sendo um seguro facultativo, a maior parte destes contratos respeita a apólices de grupo contratadas pelas empresas a favor dos seus colaboradores em moldes, capitais e coberturas distintas, mas contratadas sempre com a preocupação de lhes conferir um plano de saúde. Com tradição e experiência como gestor das poupanças de longo prazo dos portugueses, o sector tem o modelo de negócio e a cultura para o fazer, de forma mais eficiente que os seus competidores (bancos, gestoras de fundos e Estado). Assim, outro seguro facultativo interessante para as empresas num contexto de protecção dos colaboradores é o seguro de vida. Desde os Planos de Poupança Reforma aos seguros de capitalização ou os ligados a fundos de investimento, e as rendas temporárias e vitalícias, é vasta a oferta de produtos para responder à necessidade de prevenir as consequências da morte ou invalidez, receber um determinado montante no final do contrato, para poupança, complementar a reforma ou financiar a educação. Neste contexto, e tratando-se de um seguro obrigatório, faz igualmente sentido destacar o seguro de acidentes de trabalho em que as empresas transferem para as seguradoras a responsabilidade pela reparação de danos sofridos pelos trabalhadores. E com reflexos muito positivos tanto para os sinistrados como para o tecido empresarial. Destaco também os seguros multiriscos e os seguros de engenharia e um outro tipo de produtos que pode ser atractivo que se destina a minorar as consequências de perdas de exploração. Paulo Figueiredo

11 Terça-feira 19 Novembro 2013 Diário Económico XI Procura de seguros de crédito ainda tem pouca procura mas tende a crescer As empresas com vocação exportadora são as que procuram mais os seguros de crédito. São as empresas exportadoras que mais procuram os seguros de crédito. São ainda poucas as empresas que utilizam seguros de crédito em Portugal. De acordo com os últimos dados da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), são apenas Nuno Francisco, administrador da Cesce, especialusta na gestão integral de risco cujo principal accionista é o Estado espanhol, diz que este é um número revelador da baixa penetração deste ramo. Porém, a tendência é para cescer. Berta Dias da Cunha, administradora da Cosec, garante que este é um mercado muito competitivo e com uma oferta diversificada, que tem registado um crescimento sustentado desde 2011, com cerca de 3% no corrente ano. A responsável explica que o crescimento mais regular das exportações tem levado as empresas nacionais a estarem mais atentas à oferta das seguradoras, especialmente em produtos que, como o seguro de créditos, mitigam o risco de incumprimento no pagamento de facturas a crédito para o exterior, diz. Nuno Francisco confirma uma maior procura por este tipo de seguro por parte de empresas com vocação exportadora, com o objectivo de se proteger das suas vendas a crédito no exterior. O administrador da Cesce não tem dúvidas que os seguros de crédito são um apoio muito importante para as empresas ao nível da prevenção das situações de incumprimento e ao nível da indemnização após ocorrer a situação de incumprimento dos prazos de pagamento. Através de um seguro de crédito, as empresas têm acesso a um conjunto de informações e opiniões que resultam da análise da seguradora sobre o grau de solvência dos seus clientes e com essa informação poderão tomar melhores decisões na hora de vender a crédito. Após uma situação de incumprimento, as empresas com seguro de crédito são indemnizadas pelas seguradoras, para que esta não tenha de suportar uma perda que pode afectar a sua situação de tesouraria, explica ainda. Sobre os benifícios deste tipo de seguro o facto de sustentarem uma estabilidade dos riscos de crédito das empresas e de criarem segurança na entrada em novos mercados, dando a possibilidade de gerir e avaliar os riscos dos seus novos clientes nesses países são os beifícios apontados pela administra- As novidades Cosec Para minimizar o risco de crédito nos mercado doméstico e externo, a Cosec disponibiliza duas soluções novas de cobertura adicional, designadas por Garantia + e Garantia ++, que permitem às empresas majorar a cobertura de riscos, acima do limite máximo de crédito atribuído na apólice de seguro de créditos. Cesce A Cesce lançou a solução Pay per Cover, que permite às empresas beneficiarem do apoio da Cesce para terem todos os seus clientes sob vigilância, mas com liberdade para escolherem em qualquer momento que clientes pretendem transferir para a Seguradora, para que esta efectue a cobertura do risco. dora da Cosec. O seguro de crédito é uma ferramenta de gestão orçamental, uma vez que reduz a necessidade de efectuar provisões, libertando, dessa forma, o cash-flow necessário para novos investimentos e procura substituir um encargo aleatório (a perda do crédito irrecuperável), por um encargo conhecido e negociável (o prémio). No fundo, as empresas que recorrem aos seguros de crédito procuram proteger-se de um eventual problema de pagamento com os seus clientes, diz Nuno Francisco. Para Berta Dias da Cunha, as empresas portuguesas ao procurarem o seguro de crédito, procuram de certa forma, impulsionar a sua actividade económica e reduzir as suas perdas. PUB Paulo Alexandre Coelho

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