RESPONSABILIDADE SOCIAL EM EMPRESAS INDUSTRIAIS CADASTRADAS NO SISTEMA FIEP DA CIDADE DE PARANAVAÍ- PR RESUMO

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1 RESPONSABILIDADE SOCIAL EM EMPRESAS INDUSTRIAIS CADASTRADAS NO SISTEMA FIEP DA CIDADE DE PARANAVAÍ- PR LIMA, Wilson Pereira 3 METZ, Keila Aline 4 RESUMO O crescente aumento da complexidade dos negócios, o avanço de novas tecnologias e o incremento da produtividade levou a um aumento significativo da competitividade entre as empresas e, desta forma, elas tendem a investir mais em processos de gestão de forma a obter diferenciais competitivos. Por outro lado, as crescentes disparidades e desigualdades sociais obrigam a que se repense o desenvolvimento econômico social e ambiental. Assim, para responder a esse desafio é necessário buscar novas alternativas, visando um desenvolvimento econômico sustentável que englobe os aspectos sociais, econômicos e ambientais. Ações de Responsabilidade Social se tornam fundamentais para que as empresas possam ser reconhecidas como empresas cidadãs, substituindo a postura passiva de repassar ao governo toda a responsabilidade pelos problemas sociais, por uma atitude proativa de integração dos valores éticos e do compromisso social a sua estratégia de negócio. Este estudo explicativo tem por objetivo conhecer o pensamento das empresas industriais cadastradas no Sistema de Atendimento FIEP de Paranavaí e seus programas de ação voltados para a Responsabilidade Social, através dos resultados da aplicação de um questionário de pesquisa adaptado do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI/DN. Palavras-chave: Responsabilidade social. Empresas Industriais. Racionalidade Instrumental e Substantiva. Ética. 3 Autor do artigo e acadêmico do 4º ano do curso de Administração da UNESPAR Universidade Estadual do Paraná Campus FAFIPA. 4 Orientadora e jornalista graduada pela Faculdades Maringá em Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 42

2 1. INTRODUÇÃO No cenário contemporâneo percebem-se inúmeras transformações de ordem econômica, política social e cultural que, por sua vez, se adaptam aos novos modelos de relações entre instituições e mercados, organizações e sociedade. No âmbito das atuais tendências de relacionamento, verifica-se a aproximação de interesses das organizações e os da sociedade resultar em esforços múltiplos para o cumprimento de objetivos compartilhados. As transformações socioeconômicas dos últimos 20 anos têm afetado profundamente o comportamento de empresas até então acostumadas à pura e exclusiva maximização do lucro. Se por um lado o setor privado tem cada vez mais lugar de destaque na criação de riqueza, por outro lado é bem sabido que com grande poder, vem grande responsabilidade. Em função da capacidade criativa já existente e dos recursos financeiros e humanos já disponíveis, empresas buscam cada vez mais por uma intrínseca responsabilidade social (SUCUPIRA, 2010). Na década de 80, por exemplo, no Brasil era quase impossível imaginar que algum dia uma empresa pudesse ser avaliada pelo mercado a partir de seu desempenho ético e do relacionamento que ela tem com a comunidade e demais públicos de interesse, os chamados stakeholders. Esse fenômeno denominado responsabilidade social vem sendo discutido incessantemente no meio empresarial e acadêmico e despertando na sociedade a importância da atuação socialmente responsável pelas organizações em geral (SUCUPIRA, 2010). O conceito de responsabilidade social vem se consolidando como uma iniciativa interdisciplinar, multidimensional e associada a uma abordagem sistêmica, focada nas relações entre os públicos, ligados direta ou indiretamente ao negócio da empresa. Portanto, é imprescindível a sua incorporação à orientação estratégica da empresa, refletida em desafios éticos para as dimensões econômica e ambiental dos negócios. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 AS CONSEQUÊNCIAS DO CAPITALISMO E DA GLOBALIZAÇÃO A competição, segundo Singer (2002), traz benefícios por dois pontos de vista: a satisfação em escolher melhor a qualidade pelo menor preço e também fazer com que as empresas que unem essas variáveis permaneçam em uma posição de vencedoras. Para ele, o capitalismo é um modelo econômico que se tornou dominante há tanto tempo que a tendência atual e vindoura é aceitar essa competição como natural, ignorando os que não conseguem se posicionar como líderes ou vitoriosos nessa competição que, por consequência, perdem lucratividade e acabam por fechar. Por esse ponto de vista, a consequência para os grupos que não conseguem se posicionar num patamar de liderança é a exclusão social, conforme observa: Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 43

3 A apologia da competição chama a atenção apenas para os vencedores, a sina dos perdedores fica na penumbra. O que acontece com os empresários e empregados das empresas que quebram? E com os pretendentes que não conseguem emprego? Ou com os vestibulandos que não entram na universidade? Em tese, devem continuar tentando competir, para ver se saem melhor da próxima vez. Mas, na economia capitalista, os ganhadores acumulam vantagens e os perdedores acumulam desvantagens nas competições futuras. [...] Tudo isso explica por que o capitalismo produz desigualdade crescente, verdadeira polarização entre ganhadores e perdedores (SINGER, 2002, p. 8). A exclusão social gerada por esse modelo econômico também foi abordada por Dupas (1998) como um aspecto que possui uma essência multidimensional e está relacionado desde a falta de acesso a bens e serviços quanto à segurança, justiça e cidadania. Também abordada por Santos (2003 apud MAZZEI, 2009) corrobora com a ideia de Singer sobre o mercado globalizado, pois trazem benefícios como redução de distâncias e muitas facilidades no processo de escolha e tomada de decisões, porém, aumenta a competição e intensifica o desemprego. Mazzei (2009) enfatiza a interpretação de Santos que denomina esse modelo econômico como perverso, uma vez que aumenta a diferença entre as classes e se apresenta como igualador, quando na verdade, aprofunda as diferenças locais. Srour (2003, p.306) diz ainda que o capitalismo e a globalização operam sob a égide do risco, ou melhor, do medo: [...] há o medo da concorrência, das crises internacionais, do surgimento de produtos alternativos; há o medo de cometer erros de gestão, de perder o que se investiu, de contrair dívidas insolváveis; há o medo de intervenções estatais, de greves, de ver o negocio falir. O mercado também gera inquietações contínuas nos assalariados: acidentar-se e ficar desempregado; deixar de ser produtivo e acabar na penúria; tornar-se obsoleto e ser condenado a uma velhice desamparada. Desta forma, não é possível que somente o governo assuma os custos da desigualdade social. Para se pensar em desenvolvimento econômico, é necessário promover ações conjuntas entre sociedade, governo e empresas. Também se propõe uma mudança no modelo de educação e na formação das pessoas, pois, segundo Coraggio (2002 apud MAZZEI, 2009) é a separação das esferas econômicas e sociais, juntamente com o afastamento do Estado, que não consegue dar suporte a esses excluídos. Assim, todos devem buscar o desenvolvimento econômico e social DAS ABORDAGENS HISTÓRICAS Segundo a pesquisa histórica feita por Sucupira (2010) e que baseia esta abordagem, as questões envolvendo Responsabilidade Social já vêm sendo discutidas desde a década de 50. A primeira publicação a abordar o tema da responsabilidade social foi o livro Social Responsabilities of the businessman, de Howard Bowen, editado em 1953 e traduzido para diversos idiomas (TORRES, 2005 apud SUCUPIRA, 2010). A partir de então o tema se difundiu, primeiro na Europa Ocidental e depois em outros continentes. Ainda nessa década Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 44

4 de 50, o surgimento de campanhas pela melhoria da qualidade de vida nos Estados Unidos foi outro fator que ajudou a disseminar a ideia. A eclosão da Guerra do Vietnã, nessa época, também levou as empresas americanas a começarem a se preocupar em prestar informações ao público sobre suas ações na era social. Várias instituições como a igreja, fundações, universidades, dentre outras organizações da sociedade civil, passaram a denunciar a utilização de armamentos sofisticados (gases paralisantes, napalm) que dizimavam civis inocentes, afetavam negativamente o meio ambiente, colocando em risco a própria sobrevivência do homem no planeta. A guerra do Vietnã provocou sério desastre na imagem das empresas que se beneficiavam daquela guerra (SUCUPIRA, 2010, p. 32). As organizações que, de alguma forma, eram identificadas com o conflito passaram a sofrer boicotes dos consumidores, que deixavam de comprar seus produtos. Um dos fatores que mais despertava revolta na população eram a produção e o uso de armas químicas, que poderiam levar ao extermínio de muitas vidas e colocar em risco a sobrevivência do planeta. Como resposta a essas pressões, e numa tentativa de melhorar sua imagem corporativa, muitas organizações passaram a se preocupar em explicar o objetivo de suas ações (SUCUPIRA, 2010). Entre os anos 50 e 60, multiplicaram-se os estudos acadêmicos sobre o tema Responsabilidade Social, devido à tese de Bowen. Então surgiu, pela primeira vez, a obrigatoriedade do balanço social. Já nos anos 80, surgiram nos Estados Unidos outras cobranças. Dessa vez o foco foi no comportamento das empresas em relação aos seus funcionários. Os programas de reengenharia que incentivaram a redução indiscriminada de custos e a eliminação de postos de trabalho colocaram novamente as empresas na alça de mira da sociedade. O aumento das pressões dos empregados por meio de seus sindicatos, especialmente nos anos 80, forçou muitas empresas a reverem suas práticas. Nessa época também começaram a se fortalecer os movimentos em defesa do meio ambiente (SUCUPIRA, 2010). A questão da responsabilidade social corporativa ganhou força na década de 80. Força esta atribuída aos grandes incidentes ambientais ocorridos na Índia e no Alasca. Organizações que não adotavam uma política ambientalmente responsável passaram a ser discriminadas pelos consumidores. A partir daí, as empresas começaram a criar códigos de conduta ambiental e se preocuparam em prestar contas de suas ações em prol da sociedade (SUCUPIRA, 2010). No Brasil, diversos fatores se somaram no início dos anos 90, levando a uma disseminação do conceito e de algumas práticas de responsabilidade social corporativa. Entre as mudanças político-econômicas que contribuíam para isso estão: a abertura da economia, a privatização das estatais, a crise política com o impeachment do presidente Fernando Collor de Mello, o crescimento da informalidade e do desemprego e a dificuldade do Estado em atender às crescentes demandas na área social. É neste cenário de agravamento das condições sociais e econômicas que a sociedade civil começa a se mobilizar e surgem movimentos como a da: Ética na Política e a Ação da Cidadania Contra a Miséria e Pela Vida, e as empresas começam a ter uma atuação mais significativa na área social (SUCUPIRA, 2010). Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 45

5 A década de 90 é a década da consolidação do discurso da responsabilidade social no Brasil. A produção acadêmica começa a dar respostas e diversas monografias e teses de mestrado surgem nos novos cursos de especialização e mestrado no tema RSE. Também a criação de instituições específicas para discutir e promover o tema, tais como a Fundação Abrinq (1996), o Instituto Ethos (1998), o Fórum Permanente de Discussão do Balanço Social (1999) (SUCUPIRA, 2010, P. 37). As chamadas empresas cidadãs estão substituindo a postura passiva de repassar ao governo toda a responsabilidade pelos problemas sociais, por uma atitude proativa, de integração dos valores éticos e do compromisso social a sua estratégia de negócio. Hoje, a empresa que deseja competir no mercado mundial tem de estar atenta às normas ambientais e já tem de comprovar também um comportamento socialmente responsável. As empresas que, por exemplo, têm se valido de mão-de-obra infantil ou escrava em seus processos produtivos ou que têm direcionado sua produção para países mais pobres, onde exploram a força de trabalho local em troca de salários minguados, estão sendo alvo de boicotes promovidos ou incentivados por grupos ativistas e também por legislações nacionais. Diante disso, Sucupira (2010, p.64) conclui: [..] cabe a cada empresa, dependendo de seu porte e do setor onde atua desenvolver a competência de elaborar e executar sua estratégia empresarial em sintonia com os princípios da responsabilidade social. Isto implica numa postura que vai muito além de uma mera formalização de instrumentos como a construção de códigos de ética, obtenção de certificações ou elaboração de relatório de sustentabilidade ou do balanço social. Trata-se de um compromisso. Compromisso com os valores éticos DOS CONCEITOS E SUA RELAÇÃO COM A ÉTICA O termo Responsabilidade Social das Empresas já integra o vocabulário de grande parte dos executivos e profissionais de Administração e Recursos Humanos. Mas ainda não existe um consenso sobre esse conceito, nem sobre as ideias a ele relacionadas como empresacidadã, filantropia empresarial, marketing social e terceiro setor. Responsabilidade Social não tem o mesmo significado para todo mundo. Para alguns possui o sentido de obrigação legal, uma imposição. Para outros, significa ter um comportamento ético e envolvido com o ambiente ao redor. Há ainda quem o interprete como uma contribuição caridosa. Entretanto, o Instituto Ethos de Responsabilidade Social Empresarial defende a relação de acordo com a teoria dos stakeholders: Responsabilidade social empresarial é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais que impulsionem o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais (INSTITUTO ETHOS, 2011). Qualquer que seja a teoria que venha a orientar as práticas de Responsabilidade Social Empresarial, sempre haverá dificuldades para implementá-las e as razões são muitas, começando pelo fato de envolver uma Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 46

6 diversidade de questões que se traduzem em direitos, obrigações e expectativas de diferentes públicos, internos e externos à empresa (SANTOS apud MAZZEI, 2009, p.91). Existe certo consenso de que a empresa que apenas cumpre as obrigações legais previamente determinadas pela sociedade não está tendo um comportamento socialmente responsável. Ela está apenas cumprindo sua obrigação social. Da mesma forma, apoiar o desenvolvimento da comunidade e preservar o meio ambiente não é suficiente para atribuir a uma empresa a condição de socialmente responsável. A disseminação no Brasil de conceitos sobre a Responsabilidade Social corporativa por entidades como Instituto Ethos e o Instituto de Grupos, Fundações e Empresas (GIFE) tem consolidado o entendimento de que, para ser considerada socialmente responsável, a empresa deve levar em conta as consequências de suas ações para a comunidade e sentir-se responsável por todos aqueles com quem mantém intercâmbio, como acionistas, empregados, fornecedores, clientes, concorrentes, governo e a comunidade (SUCUPIRA, 2010). Em qualquer organização as pessoas tomam decisões e agem independentemente dos cargos que ocupam ou funções que exercem, produzindo efeitos sobre outros indivíduos, grupos e segmentos inteiros da sociedade, bem como sobre o meio ambiente, o que as coloca na esfera da moral. As teorias éticas normativas que foram construídas ao longo da história humana fornecem orientações e argumentos para a ética aplicada às empresas (BARBIERI; CAJAZEIRA, 2009, p. 101). Um dos expoentes do movimento da Responsabilidade Social Empresarial (RSE), Archie B. Carroll, desenvolveu um modelo conceitual em quatro dimensões: econômicas, legais, éticas e filantrópicas este último termo usado mais recentemente para substituir a expressão discricionária (SANTOS apud MAZZEI, 2009). As responsabilidades econômicas como sendo a primeira e principal responsabilidade social da empresa. Ela (a empresa) deve ser lucrativa já que é a unidade econômica básica da sociedade, trazendo para si a responsabilidade de produzir bens e serviços que a sociedade deseja e vendê-los com lucro. A responsabilidade legal vem na sequência, quando a aceitação da sociedade define as regras básicas, as leis sob as quais as empresas devem operar, pressupondo um contrato social (MONTANA; CHARNOV 2009). A responsabilidade ética seria a terceira das dimensões apontadas por Carroll. Segundo Montana e Charnov (2009, p.93), enquanto a responsabilidade legal se refere à expectativa de atuar conforme a lei, a ética se refere à obrigação de fazer o que é certo e justo, evitando ou minimizando causar danos às pessoas. Para os autores, por último, aparece a dimensão filantrópica, que diferente das anteriores, não depende de uma participação ou aprovação da sociedade. Esta dimensão abrange ações que correspondam às expectativas que a sociedade tem de que as empresas atuem como bons cidadãos, envolvendo comprometimento em ações que promovam o bemestar comum. É considerada a menos importante das dimensões, mas também o toque especial do conjunto. Concluindo, a Responsabilidade Social Empresarial total impõe o cumprimento simultâneo das responsabilidades econômicas, legais, éticas e filantrópicas. Colocado em termos mais pragmáticos, significa que a empresa Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 47

7 deve, ao mesmo tempo, ser lucrativa, obedecer às leis, atender as expectativas da sociedade e ser boa cidadã (SANTOS apud MAZZEI, 2009, p.93). O compromisso das empresas com a construção de um novo cenário na área social deve começar dentro de seus muros. Entre as muitas responsabilidades das organizações destaca-se o desenvolvimento dos seus empregados, que devem passar a ser vistos como parceiros. Muitos empreendedores estão descobrindo que oferecer qualidade de vida, salário e desenvolvimento profissional e manter um ambiente motivador pode ser seu principal diferencial competitivo, além de aumentar a produtividade e o nível de satisfação dos funcionários. E se tudo isso for combinado com uma atitude ética em relação aos consumidores, à comunidade e ao meio ambiente, esse retorno será maximizado DAS RACIONALIDADES INSTRUMENTAL E SUBSTANTIVA O debate sobre o papel de agente social das empresas no processo de desenvolvimento, cada vez ganha mais espaço e importância no cenário mundial. Uma das maiores indagações é sobre como a Responsabilidade Social ganha lugar nas empresas em meio à tradicional visão de obtenção de lucros com a produção. Será que as empresas realmente têm uma consciência de Responsabilidade Social ou à adesão a essas novas práticas faz apenas parte de um objetivo mercadológico de construir uma boa imagem perante a sociedade? Para analisar essas questões é preciso ter em vista a contextualização de dois principais métodos de racionalização: o instrumental e o substantivo. O ir além da imagem e da ostentação de selinhos beneficentes pressupõe uma visão estratégica institucional, colocando a organização/empresa como agente de desenvolvimento econômico e social e incluída na dinâmica social. A diferença que isso representa para a empresa é a mesma que existe entre sobrevivência a curto prazo e perenidade. É a mesma diferença que existe entre a dimensão puramente negocial e a dimensão institucional; entre o instrumento e a finalidade, enfim, entre o instrumental e o substantivo (SANTOS apud CAVALCANTI, 2006, p.63). A racionalidade instrumental está basicamente ligada à consciência para o consumo de produtos eticamente corretos. A globalização de mercados faz com que os consumidores ou parceiros de negócios possam estar em qualquer parte do mundo. Os consumidores e investidores de países desenvolvidos, por exemplo, jamais comprarão um produto de um país subdesenvolvido com fama de explorar trabalho infantil, ou promover desmatamento desenfreado, ou sonegar impostos, ou fabricar armas, tabaco, álcool. Quem faz propaganda ofensiva ou fere a ética, de alguma maneira, está fora. É o chamado boicote do consumidor consciente (SANTOS apud CAVALCANTI, 2006, p.63). Portanto, olhe para esses aspectos de sua produção, adote uma creche, uma escola, uma praça, coloque seus empregados para fazer trabalho voluntário, mas remunere-os adequadamente, invista em treinamento, desenvolvimento e no clima organizacional de sua empresa, associe-se a uma entidade de representação de empresas-cidadãs e comece a pensar em seu Balanço Social. [...] É o que poderíamos chamar de marketing da ética e que tem aberto grandes possibilidades de negócios (SANTOS apud CAVALCANTI, 2006, p.65). Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 48

8 A racionalidade substantiva está envolvida com questões muito mais profundas; trata-se de consequências involuntárias de uma ordem pré-estabelecida. Resumidamente, é considerar que nem sempre há uma resposta racional e programada para tudo, mas é necessário existir um dever moral de ter consideração com os outros seres humanos. Se não há uma maneira de programar como as coisas devem acontecer dentro dos lares, do trabalho e até mesmo do Governo, em todo o mundo isso seria praticamente impossível (SANTOS apud MAZZEI, 2009). Para Drucker (1997 apud CAVALCANTI, 2006, p.66), responsabilidade é o fundamento, a base do novo tipo de organização. Essa responsabilidade é que define os limites de seu poder, cuja ultrapassagem representa a perda de legitimidade no exercício de suas funções. E ele ainda exemplifica: [...] os hospitais precisam acreditar que nada é tão importante quanto curar os doentes. As empresas precisam acreditar que nada é tão importante quanto satisfazer os desejos e necessidades materiais da comunidade; e, em particular, que nenhum produto ou serviço é tão vital para a economia e a comunidade quanto o produto ou serviço que nossa empresa produz e entrega. Os sindicatos precisam acreditar que nada importa, exceto os direitos do trabalhador. As igrejas precisam acreditar que nada importa, exceto a fé. As escolas precisam acreditar que a educação é o único bem absoluto. E assim por diante. Resumindo, as empresas não podem esquecer ou perder o foco de sua competência essencial. Não podem fugir do objetivo para o qual foram criadas. [...] As empresas poderiam transmitir conceitos como avaliação de resultados, estabelecimento de metas, foco, estratégias, e as entidades poderiam oferecer às empresas a eficiência em se fazer muito com pouco, técnicas motivadoras, trabalho em equipe, atribuição de autonomia. O empowerment real (SANTOS apud CAVALCANTI, 2006, p.67-68) DA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL E DOS NEGÓCIOS O atual ambiente empresarial aponta para dois pontos extremos: o aumento da produtividade em função das novas tecnologias e a difusão de novos conhecimentos que levam as empresas a investir mais em processos de gestão buscando competitividade. Neste contexto, o papel social da empresa passa a ser fundamental como mecanismo para diminuir ou atenuar as desigualdades sociais geradas pelo capitalismo. Para as empresas, a responsabilidade social pode ser vista como uma estratégia a mais para manter ou aumentar sua rentabilidade e potencializar o seu desenvolvimento. Isto é explicado ao se constatar maior conscientização do consumidor o qual procura por produtos e práticas que gerem melhoria para o meio ambiente e a comunidade (ASHLEY, 2003). Além disso, o crescimento econômico só será possível se estiver alicerçado em bases sólidas e, portanto, deve haver um desenvolvimento de estratégias empresariais competitivas que passem por soluções ambientalmente sustentáveis, socialmente corretas e economicamente viáveis. Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 49

9 De acordo com o Instituto ETHOS de Empresa e Responsabilidade Social (2005), há pelo menos seis benefícios reais da implantação de uma estratégia de desenvolvimento sustentável na empresa: a. Antecipação dos problemas e prevenção do risco (social, ecológico, jurídico, imagem); b. Redução dos custos ligados ao consumo de recursos e produção de resíduos; c. Inovação pelo aumento da qualidade, do serviço e do valor acrescentado; d. Diferenciação face ao mercado e aumento do valor da marca; e. Melhoria da reputação e fidelização dos públicos; f. Performance econômica e financeira. Porter (1986, p.11) analisa a responsabilidade social corporativa como uma estratégia de diferenciação: [...] é usada para criar novas demandas e obter um preço Premium para um produto ou serviço existente. Isto significa que alguns consumidores querem que os produtos que compram apresentem alguns atributos de responsabilidade social (inovação de produtos). Outros consumidores valorizam produtos que são produzidos de forma responsável (inovação de processo). Ainda segundo Porter (1986, p.12), essa estratégia consiste basicamente em desenvolver as atividades de uma empresa, buscando agregar valor aos seus produtos e serviços e, Dessa forma, a empresa desenvolve uma oferta única no âmbito de todo o mercado, oferecendo produtos e serviços com atributos distintos e valorizados pelos clientes. Diante da tendência de disponibilidade cada vez maior dos recursos tecnológicos, a vantagem competitiva de uma empresa será determinada em grande medida pela qualidade da relação que ela mantém com as pessoas, interna e externamente. E essa qualidade está diretamente relacionada ao problema da inclusão ou exclusão de diferentes grupos sociais. Dessa forma, não se pode pensar em responsabilidade social sem ter como ponto de referência a busca de um desenvolvimento sustentável sob as dimensões mais diversas, política, social, ambiental e humana. Todos são responsáveis pelo planeta, pelas pessoas, as empresas por seus clientes, as escolas por seus alunos, o governo pelo povo, enfim, uns pelos outros. Toda ação que se digne combater as desigualdades necessita investir tanto no capital humano, na potencialidade de cada indivíduo, como promover o capital social das comunidades ou de seus stakeholders (todas as partes envolvidas) (SUCUPIRA, 2010). Enfim, a dimensão do que deve ser considerado como responsabilidade social ultrapassa o seu aspecto mais comum, como convencionalmente compreendido na discussão habitual sobre o tema, pois empresas e instituições têm de alguma maneira devolver de forma sustentável à sociedade os recursos utilizados da natureza e do planeta, que são de todos, porém, encontram-se gerando, muitas vezes, lucros privados e prejuízos democratizados, além de danos ao planeta, às pessoas, à vida humana, mais reconhecida no processo de exclusão social, como a miséria. Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 50

10 3 MATERIAL E MÉTODO Richardson (1999) explana que um estudo explicativo tem por objetivo analisar as causas ou consequências de um fenômeno, e que estudos quantitativos caracterizam-se pelo emprego da quantificação, tanto nas modalidades de coleta de informações, quanto no tratamento delas por meio de técnicas estatísticas. O objetivo principal deste estudo é fazer uma análise explicativa, buscando conhecer as causas e consequências do pensamento e dos programas de ação das empresas industriais, voltados para Responsabilidade Social, através de uma coleta de dados, possibilitando a análise quantitativa dos resultados. Para tanto, um questionário fechado foi utilizado como ferramenta de pesquisa, visando posicionar o conjunto das empresas industriais de Paranavaí no tema. O questionário foi adaptado do original da pesquisa Responsabilidade Social em empresas industriais brasileiras, realizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI/DN, 2006), e aplicado como amostra nas regiões Norte, Nordeste, Sul Sudeste e Centro Oeste do Brasil. O critério de seleção das empresas aptas a responder ao questionário foi unicamente o cadastro no Sistema de Atendimento FIEP/Paranavaí. O formulário de pesquisa foi enviado para todas as 27 empresas industriais cadastradas no referido sistema. O questionário foi composto de 38 questões contendo entre 2 e 10 alternativas, dependendo da questão, e abordando três principais assuntos: os aspectos conceituais da Responsabilidade Social, a postura interna da empresa e a percepção que a mesma tem do seu entorno social. As questões contemplavam alternativas com respostas: sim ou não ; concordo totalmente, concordo parcialmente ou discordo totalmente ; e ainda alternativas específicas para determinadas questões. Em algumas delas, era possível assinalar duas ou mais respostas. Além das questões fechadas, também foi aberto um espaço denominado Canal Livre, onde as empresas tinham a possibilidade de dar opiniões livres a respeito de Responsabilidade Social. Nenhuma empresa foi identificada por nome no formulário de pesquisa, apenas pelo ramo de atividade, número de empregados e tempo de existência. Nesses aspectos, foram consultadas empresas dos ramos de: artefatos de concreto, indústria moveleira, indústria de fécula de mandioca, implementos rodoviários, marmoraria, indústria de sucos, indústria alimentícia, cooperativa, equipamentos ópticos, construção e pavimentação, comércio de brindes, fabricação de estrutura de metal, indústria de bebidas, fabricação de amido e derivados de mandioca, construção de rodovias e ferrovias, indústria gráfica, abate de aves e farinheira. As empresas que responderam aos questionários têm entre 6 e 59 anos de existência e de 6 a empregados. 4 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS O formulário de pesquisa foi enviado para todas as 27 empresas industriais cadastradas no Sistema FIEP/Paranavaí, das quais 20 retornaram o questionário preenchido, Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 51

11 num prazo mínimo de 3 e máximo de 20 dias no mês de agosto de O questionário foi dividido em três blocos de perguntas, sendo: dos 20 formulários respondidos, apenas uma empresa usou o Canal Livre para se manifestar. - Bloco 1: Aspectos Conceituais (questões de 01 a 08); - Bloco 2: A postura da empresa (questões de 09 a 18); - Bloco 3: A empresa percebe seu entorno social (questões de 19 a 38 + Canal Livre) Com relação aos Aspectos Conceituais (Bloco 1), 80% das empresas pesquisadas entendem totalmente que Responsabilidade Social diz respeito às interações com funcionários, fornecedores, acionistas, clientes, governo, concorrentes, meio ambiente e comunidade, os chamados stakeholders. Outros 20% concordam parcialmente com este conceito, mas nenhuma das empresas discorda da afirmação. A mesma perspectiva se apresenta com relação à afirmação de que Responsabilidade Social é contribuir para a melhoria da qualidade de vida da comunidade. Novamente, 80% das empresas concordaram totalmente, 20% parcialmente e nenhuma discordou. Quando é colocada a afirmação de que Responsabilidade Social não é prioridade no atual quadro de dificuldades conjunturais da economia, 30% discordam e 70% das empresas concordam parcialmente. Dentro da visão das racionalidades instrumental e substantiva, quando questionado se a Responsabilidade Social das empresas reside em aumentar a sua produtividade e os seus lucros obedecendo às leis em uma competição honesta, as empresas se dividiram nas respostas, onde: 50% concordaram totalmente, 40% concordaram parcialmente e apenas 10% discordaram totalmente. Outro dado interessante quanto aos Aspectos Conceituais, é que as empresas demonstram uma mudança de mentalidade sobre o entendimento de que Responsabilidade Social seja sinônimo de filantropia. Neste caso, 55% das empresas responderam que discordam desse conceito, 25% concordam parcialmente e 20% concordam totalmente com a afirmação. As questões do bloco 1 buscaram levantar o pensamento dessas empresas industriais sobre Responsabilidade Social. O que se percebe nesta análise é uma grande simpatia em relação ao tema, pois entendem, mesmo que posicionadas dentro das racionalidades instrumental ou substantiva, que a Responsabilidade Social pode trazer benefícios para ela e para o meio em que está inserida. Pensamento sintetizado quando perguntado se a Responsabilidade é contribuir para a melhoria da qualidade de vida da comunidade, 80% das empresas responderam que concordam totalmente e 20% concordaram parcialmente. Nenhuma discordou. As contradições ocorrem quando é feita uma análise cruzada entre o primeiro bloco de questões que tratam do pensamento, e os blocos 2 e 3 que exprimem as ações de Responsabilidade Social voltadas para os empregados e para com o entorno social. Nas questões relacionadas à Postura da Empresa com relação a ações práticas voltadas para a Responsabilidade Social, Bloco 2, o que se apresentou foi uma falta de políticas empresariais voltadas ao tema. Para 90% das empresas pesquisadas, investir em Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 52

12 Responsabilidade Social melhora a imagem da mesma, porém apenas 20% possuem programas de ação social estruturados no orçamento anual e um código de ética escrito. Outro dado importante é que 45% das empresas pesquisadas não conhecem a Norma SA8000, uma norma internacional de avaliação que traz todos os requisitos e a metodologia de auditoria para uma correta avaliação das condições do local de trabalho. Apenas 15% das empresas afirmam conhecer a Norma, e 40% apontaram que já ouviram falar, mas não conhecem detalhes. Quando o assunto é adotar ações de Responsabilidade Social utilizando funcionários como voluntários, 55% das empresas apontam que pensaram nessa prática algumas vezes. Apenas 20% afirmam que sempre adotam tal postura, e as outras 25% nunca pensaram na possibilidade. No total, 65% das empresas não possuem quadro de carreira nem adotam política de valorização contínua dos seus empregados. Nas relações com terceiros, 20% consideram que não é um fator relevante conhecer sobre o cumprimento dos contratos de terceiros com seus empregados. O mesmo percentual também não se interessa pelas relações internas dos seus fornecedores com seus empregados. Nas questões relacionadas à como a Empresa Percebe seu Entorno Social (Bloco 3), 75% das empresas afirmaram que percebem a existência de problemas sociais na sua região que dificultam seus negócios. Nesse sentido, 70% das empresas apontaram a Deficiência de Mão-de-obra como sendo o principal problema. As empresas também costumam fazer doações de produtos, serviços ou recursos para projetos da comunidade (70% delas), mas 75% também afirmam que não disponibilizam área, espaços e equipamentos para esses projetos. Apenas 30% das empresas conhecem e apoiam o trabalho comunitário realizado por seus empregados, e este apoio, em todos os casos apontados, é feito através de doações de produtos e recursos financeiros. De acordo com a pesquisa, 70% das empresas já detectaram perdas empresariais devido à má imagem social, mas apenas 50% assume participar de processos de desenvolvimento da comunidade onde está localizada, e 60% admite não ter nenhum responsável por ações de Responsabilidade Social na empresa. Todas as empresas (100%) afirmam utilizar normas e procedimentos de prevenção de riscos à saúde; 75% delas fazem o processo de destinação adequada de resíduos e 65% utilizam alguma forma de coleta seletiva de lixo, mas apenas 20% adotam programas de educação ambiental e 35% fazem controle de impactos ambientais de atividades externas. Por fim, 70% das empresas apontam os funcionários como sendo seus principais clientes em ações de Responsabilidade Social; 55% adotam práticas diferenciadas de Responsabilidade Social na área de RH, como a contratação de desempregados, de pessoas com mais de 45 anos e a proibição de práticas discriminatórias no ambiente de trabalho. E, ainda, 95% das empresas não publicam anualmente o seu balanço social em atividades e recursos empregados em Responsabilidade, mas 55% das entrevistadas consideram a possibilidade de contratar serviços de terceiros para executar ações de Responsabilidade Social. Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 53

13 Os resultados da pesquisa apontaram para uma discrepância na relação Pensamento x Ação nas empresas industriais de Paranavaí. Isto porque, com relação aos aspectos conceituais de Responsabilidade Social, as empresas demonstraram ter, além de conhecimento e simpatia, uma afinidade com o tema no que tange ao plano teórico. Porém, as ações práticas ainda se apresentam bastante distantes do ideal. CONSIDERAÇÕES FINAIS Na visão de Santos (apud CAVALCANTI, 2006, p.62), existem muitas empresas tentando ampliar o conceito de responsabilidade social, direcionando-o à cidadania empresarial. A autora ainda aponta que a discussão sobre o papel de agente social das empresas no processo de desenvolvimento, vem ganhando cada vez mais importância nos debates entre os países em desenvolvimento. E afirma que é necessário: [...] colocar em debate alguns aspectos que envolvem o conceito de empresa-cidadã, analisando como a responsabilidade social vem somar-se àquela visão tradicional de produção e obtenção de lucros. Um ponto que é fator de polêmica nesta discussão e em outras que envolvem aspectos sociais é: a motivação para esta nova visão e prática resulta de uma tomada de consciência da responsabilidade social? Ou é parte de um objetivo mercadológico de boa imagem? (SANTOS apud CAVALCANTI, 2006, p. 57) Sendo assim, o objetivo central desse trabalho foi conhecer os pensamentos e os programas de ações de Responsabilidade Social praticados pelas empresas industriais de Paranavaí para verificar o nível de entendimento e de atuação das mesmas, a ponto de promover mudanças reais e colaborar efetivamente com o desenvolvimento do seu entorno social. Através dessa pesquisa foi possível entender globalmente as necessidades de atuação de profissionais dedicados especificamente a essa área, e traçar linhas de planejamento para que os administradores possam atuar nas empresas, buscando incorporar cada vez mais a importância da Responsabilidade Social para o desenvolvimento da própria empresa, dos seus empregados e da comunidade onde ela está inserida. Desta forma, abre-se um leque de opções para que estudos futuros se intensifiquem nessa área, levando para a alta administração das empresas profissionais capacitados nas técnicas e ferramentas administrativas e que agreguem valores éticos em Responsabilidade Social, transpondo os limites da teoria e inovando na prática. REFERÊNCIAS AHSLEY, Patrícia Almeida (org.) Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Ed. Saraiva, BARBIERI, José Carlos; CAJAZEIRA, Jorge Emanuel Reis. Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável. São Paulo: Ed. Saraiva, CAVALCANTI, Marly (org.) Gestão Social, Estratégias e Parcerias: redescobrindo a essência da administração brasileira de comunidades para o Terceiro Setor. São Paulo: Saraiva, Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 54

14 DUPAS, Gilberto. Economia global e exclusão social: pobreza, emprego, estado e o futuro do capitalismo. São Paulo: Ed. Paz e Terra, INSTITUTO ETHOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL. O que é responsabilidade social? Disponível em: < Acesso em: 04 set INSTITUTO ETHOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL. Gestão da responsabilidade social e do desenvolvimento sustentável. São Paulo, Disponível em: <http://www.ethos.org.br/_uniethos/documents/revistafat03_ethos.pdf>. Acesso em: 04 set MAZZEI, Bianca B. (org.) Sustentabilidade e Responsabilidade Social. São Paulo: Saraiva, MONTANA, Patrick J.; CHARNOV, Bruce H. Administração. 3. Ed. São Paulo: Ed. Saraiva, PORTER, Michael E. Estratégia competitiva: técnicas para análise da indústria e da concorrência. 7ª ed. Rio de Janeiro: Campus, RICHARDSON, Roberto J. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. Responsabilidade social em empresas industriais brasileiras. Brasília: SENAI/DN, SINGER, Paul. Introdução à Economia Solidária. 1. Ed. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, SROUR, Robert H. Ética Empresarial a gestão da reputação. 2. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, SUCUPIRA, João; ASHLEY, Patrícia; NADAS, Peter; CALSING, Eliseu. Responsabilidade Social. Brasília: SESI/DN, Anais Eletrônico do I CONREAD Loanda/Pr (de 22 a 26 de outubro de 2011) Página 55

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