Faculdade Mogiana do Estado de São Paulo - FMG Faculdade do Sudoeste Paulistano FASUP

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1 1 Faculdade Mogiana do Estado de São Paulo - FMG Faculdade do Sudoeste Paulistano FASUP Publicação Semestral Diretoria Geral Prof. Fredy Rodrigues Prof. Julio Guilherme Martinelli Rodrigues Prof. Marcelo Martinelli Rodrigues Diretoria Acadêmica Prof. Dr. Sergio Fernando Zavarize Secretaria Acadêmica Verônica Costa Nunes Conselho Editorial Presidente: Prof. Dr. Sergio Fernando Zavarize Membros: Prof. Ms. João Paulo Barbosa Profª Drada Roberta Elisabete de Mello Francatto Prof. Ms. Fernando Celso Ribeiro da Silva Prof. Anderson Martelli Prof. Ms. Lucas Rissetti Delbim Profª. Érica Franco de Souza Fini Profª. Ms. Miriam Pavani Profª. Andrea Ambrozio Prof. Givaldo Fontes Prof. Adão da Silva Coutinho Prof. Vagner Quartero Martim Prof. Alexandre do Carmo Siqueira Conselho Consultivo Profª. Dra. Solange Muglia Wechsler PhD PUC-Campinas Profª. Dra. Erica Passos Baciuk Doutora - UNIFAE, FAJ Profª. Dra. Tatiana de Cassia Nakano Pós-doutorado PUC-Campinas Prof. Dr. Marcelo Gulini Chiodi Doutor Faculdades ANHANGUERA Prof. Ms. Ediano Dionisio do Prado Mestre IESI, IESF, FMG Prof. Ms. Airton José Martins FMG PUC-Campinas Prof. Dr. Irineu Francisco Barreto Jr Universidade Vila Velha, FMU/SP Prof. PHd. Eduardo Marostica PHd FGV Prof. Ms. Neiva Alessandra Coelho Mestre / Doutoranda Faculdades ENIAC Prof. Ms. Milton Gonçalves de Oliveira Mestre Anhanguera Prof. Ms. Mauro Benevenuto Mestre FASUP

2 2 DIAGRAMAÇÃO E PRODUÇÃO GRÁFICA João Paulo Barbosa Sergio Fernando Zavarize Marcelo Martinelli Rodrigues Lidiane Cristina Teixeira Revisora Profª. Érica Franco de Souza Fini FICHA CATALOGRÁFICA Revista Faculdades do Saber Artigos Acadêmicos e Científicos FMG Faculdade Mogiana do Estado de São Paulo / FASUP Faculdade do Sudoeste Paulistano Volume I nº 1 Julho a Dezembro de 2013 Mogi Guaçu: FMG, ISSN ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA E CONTATO Revista Faculdades do Saber Av. Padre Jaime, 2600 Serra Dourada Mogi Guaçu / SP CEP Tel. (19) Home page Os textos publicados na revista são de inteira responsabilidade de seus autores. Permite-se a reprodução desde que citada a fonte e o autor. Pede-se permuta.

3 3 Sumário Editorial Artigos Originais A concepção de corpo na visão do professor de educação física escolar... BASTOS, André Luiz; MORCHIO, Lucy Análise da Composição Corporal de Motoristas Profissionais de Ônibus e Sua Relação com Fatores de Risco Cardiovascular: Um EstudoDiagnóstico. DELBIM, Lucas Rissetti; BACIUK, Érica Passos Professores alfabetizadores de adultos: Criatividade e autopercepção de estratégias de ensino... GUMS, Elieser Fernandes; WECHSLER, Solange Muglia Revisão de Literatua Desidratação no Esporte e a Homeostase da Volemia Corporal e Pressão Arterial pelo Sistema Renina Angiotensina Aldosterona... MARTELLI, Anderson; ZAVARIZE, Sergio Fernando A dinâmica da aprendizagem organizacional... CASTILHO, Noel Teodoro de; COBÊRO, Claudia; FERNANDES, Luiz Antonio Avaliação da liderança: análise das publicações brasileiras... MUNDIM, Maria Célia Bruno; WECHSLER, Solange Muglia Ferramentas para a análise técnica de ações no mercado à vista: uma implementação computacional... CAMARGO, José Tarcísio Franco de; BARBOSA, João Paulo Indústria farmacêutica e assistência farmacêutica no Brasil, o princípio constitucional brasileiro do direito à saúde... PAVANI, Miriam

4 4 Editorial Com a certeza de contribuir para o crescimento acadêmico do país, a Direção da Faculdade Mogiana do Estado de São Paulo FMG, da Faculdade do Sudoeste Paulistano FASUP e os integrantes do Conselho Editorial têm o orgulho de apresentar o primeiro exemplar da revista acadêmica Faculdades do Saber. A publicação desse periódico se deve ao grande esforço dos Mantenedores e da Direção destas instituições, que sempre priorizaram o conhecimento, o aprendizado e a evolução de toda a comunidade acadêmica. Atendendo de forma multidisciplinar às áreas de Educação Física, Administração, Contabilidade, Pedagogia e Direito, a revista tem como objetivo inicial a publicação semestral de artigos científicos que tragam grande representatividade no meio acadêmico. Com o escopo de enriquecer o mundo acadêmico por meio de publicações científicas, a revista Faculdades do Saber apresenta artigos que tenham a finalidade de trazer informação, inovação, reflexão, conhecimento e compartilhamento de experiências, tornando-se de suma importância no âmbito educacional e da pesquisa. É com muito orgulho que convidamos a todos para fazerem parte desse projeto e desejamos que a leitura desta revista seja prazerosa e enriquecedora. Conselho Editorial

5 Artigos Originais 5

6 6 A concepção de corpo na visão do professor de educação física escolar Design of a body in the vision of physical education teacher education BASTOS André Luiz 1, MORCHIO Lucy 2 Resumo Através deste presente estudo analisaram-se algumas tendências científicas, a partir do século XVII, que influenciaram o pensamento e o comportamento da sociedade ocidental daquele período até os dias atuais em relação a temático corpo e como estes pensamentos influenciam hoje os professores de Educação Física da Rede Pública escolar Estadual e Municipal do Ensino Fundamental, da cidade de Barretos/SP. Para tanto, foram realizadas entrevistas estruturadas, questionando-os sobre o tema corpo, Educação e Educação Física. Finalmente, relacionamos as respostas obtidas com a pesquisa bibliográfica. Palavra-chave: Corpo, Concepções, Filosofia e Educação Física!"# $ %!"# $ &!&! $ ' ()* +!"#,- ).& %. ' /# % ).& %.' /#

7 7 Abstract Through this present study analyzed some scientific trends, from the seventeenth century, which influenced the thinking and behavior of western society that period to the present day in relation to thematic body and how these thoughts influence today's teachers of Physical Education Network State and Local Public School Elementary School, the town of Barretos / SP. Thus, we conducted structured interviews, questioning them on the topic body, Education and Physical Education. Finally, we relate the answers to the research literature. Keywords: Body, Conceptions, Philosophy and Physical Education Introdução Desde os primórdios da civilização até os dias atuais, o homem vem sofrendo e vivenciando grandes transformações. Muitas destas transformações afetaram indubitavelmente, a intrínseca relação do homem com a natureza e seus fenômenos. Subentendemos que o corpo do ser humano deixa de ser encarado como elemento integrante neste relacionamento com a natureza. O corpo é elemento que se comunica com a natureza fundindo-se com a manifestação da própria vida (RECTOR; TRINCA 1990). Parte desta comunicação (relacionamento) se da através do movimento. Como afirma Freire (1991), somos seres locomotores, corpos locomotores. Neste tocante constatamos a grande importância da Educação Física, em estudar o corpo, encarando este como um ser uno e intimamente relacionado com a natureza. Voltando a discussão histórica do corpo, a visão de mundo dominante na Europa antes do século XVI estava voltada para uma concepção orgânica, sustentada em Aristóteles e nos ensinamentos da Igreja. A estrutura científica, firmada por Tomás de Aquino no século XIII, afirma a interdependência entre os fenômenos materiais e espirituais, colocando as necessidades individuais como subordinadas às da comunidade (CAPRA, 2001). A partir do século XVII, ocorreu uma importante transformação: a concepção orgânica do mundo passa a ser substituída pela metáfora do mundo como máquina. Destacam-se como precursores dessa

8 8 concepção Galileu, Descartes e Newton. Esta maneira de pensar o mundo e procurar compreendê-lo como um complexo mecânico teve reflexos em relação aos seres vivos, resultando na crença da divisão entre espírito e matéria (mente e corpo), (CAPRA, 2001). Através dessa forma de raciocínio, Descartes privilegiou a mente em relação a matéria (corpo) e chegou a conclusão de que as duas eram separadas e diferentes, afirmando:: Não há nada no conceito de corpo que pertença a mente, e nada na idéia de mente que pertença ao corpo (CAPRA, 2001, p. 55). Desta maneira, Capra (2001, p.158) chegou à conclusão que segundo Descartes, mente e corpo pertenciam a dois domínios paralelos, mas fundamentalmente diferentes, cada um dos quais podia ser estudado sem referência ao outro. O corpo era governado por leis mecânicas, mas a mente - ou alma - era livre e imortal. Esta divisão da mente e da matéria, elaborada por Descartes, afetando todo o pensamento ocidental causando uma influência decisiva no desenvolvimento das Ciências Humanas como nos demonstra Capra (2001, p.55) A divisão cartesiana entre matéria e mente teve um efeito profundo sobre o pensamento ocidental. Ela nos ensinou a conhecermos a nós mesmos com egos isolados existentes dentro dos nossos corpos; levou-nos a atribuir ao trabalho mental um valor superior ao trabalho manual; habilitou indústrias gigantescas a venderem produtos - especialmente para as mulheres - que nos proporcionem o corpo ideal; impediu os médicos de considerarem seriamente a dimensão psicológica das doenças e os psicoterapeutas de lidarem com o corpo de seus pacientes. Nas ciências humanas a divisão cartesiana redundou em interminável confusão acerca da relação entre mente e cérebro; e, na física, tornou extremamente difícil aos fundadores da teoria quântica interpretar suas observações dos fenômenos atômicos. Heisinberg apud Capra (2001, p. 56), afirma que: [...] essa divisão penetrou profundamente no espírito humano nos três séculos que se seguiram a Descartes, e levará muito tempo para que seja substituída por uma atitude realmente diferente em face do problema da realidade. Embora a limitação que a visão de mundo cartesiana nos impõe hoje, não se pode negar a sua importância no avanço no que se refere ao pensamento científico e a clareza na exposição de idéias, isto porque através de seu aperfeiçoamento, o modelo mecanicista causou enorme sucesso, pois fenômenos físicos, químicos (e biológicos) podiam ser compreendidos de acordo com as leis de Newton, chegando-se a conclusão que suas leis mecânicas formavam a teoria definitiva dos fenômenos naturais. Para Capra (2001, p. 53) a crença na certeza do conhecimento científico está na

9 9 própria base da filosofia cartesiana e na visão de mundo dela derivada, e foi aí nessa premissa essencial que Descartes errou. A física do século XX mostrou-nos de maneira convincente que não existe verdade absoluta em ciência, que todos os conceitos e teorias são limitados e aproximados. Segundo Damásio (1998, p.280) a noção dualista de Descartes, ou seja, aquela que separa a mente do cérebro e do corpo, ainda está presente entre nós a idéia de uma mente pensante e de um corpo que não pensa. Ainda está presente em várias áreas do conhecimento a afirmação de Descartes Cogito ergo sum (penso, logo existo). O grande erro de Descartes, segundo Damásio: É a separação abissal entre o corpo e a mente, entre a substância corporal, infinitamente divisível, com volume, com dimensões e com um funcionamento mecânico, de um lado, e a substância mental, indivisível, sem volume, sem dimensões e intangível, de outro. Ainda de acordo com Damásio, tal noção cartesiana esteve na origem, no século XX, da metáfora da mente como programa de software, assim como está na origem do modo de pensar de muitos cientistas. O dualismo corpo e mente vem, durante grande parte da história humana, recebendo das mais variadas culturas e povos, diferentes significados. Porém, não perdendo a marca da divisão. No que diz respeito aos profissionais da área da Educação Física, tal modo de pensar influenciou e ainda influencia seus trabalhos e atividades. Formadores de professores e professores ainda estão impregnados da dicotomia entre corpo e mente, mesmo que estudos e pesquisas tenham sido difundidos nestas últimas décadas, mostrando a totalidade do humano. Atualmente Segundo Guiraldelli (1991), vem surgindo uma nova concepção de corpo, baseada na inter-relação e interdependência dos fenômenos que o compõem (aspectos físicos, biológicos, psicológicos, sociais e culturais). Assim, a Educação Física deveria, seguindo esta tendência, não só explicar o corpo como um fim em si próprio, mas, compreendê-lo e entender sua relação com o meio do educando através de uma consciência corporal, que lhe permita perceber o mundo em que vive e assim consciente possa interferir criticamente no processo de construção da sociedade e, por conseguinte, de seu bem estar (BRUEL, 1990, p. 13). Bruel (1990, p.11) afirma, ainda, que: Não é apenas o corpo que entra em ação pelo fenômeno do movimento, mas é o homem todo que age que se movimenta... A Educação Física não deve prender-se na compreensão restrita do movimento, mas entender o seu significado na relação dinâmica entre o ser humano e o meio ambiente... Há uma extrema coerência entre o que somos, pensamos, acreditamos ou sentimos, e aquilo que expressamos através

10 10 de pequenos gestos, atitudes, posturas ou movimentos mais amplos. As reflexões que viemos fazendo sobre estas questões e fundamentalmente as reflexões sobre a formação dos professores de Educação Física contribuíram para ganhar força o interesse no intuito de verificarqual a concepção de corpo, hoje, dominante entre os professores de Educação Física. Acredita-se que o professor de Educação Física tem o compromisso de assumir a relação entre o equilíbrio físico, mente e corpo, e ainda como educador, estar consciente de seu papel na formação de indivíduos que possam atuar participativamente na sociedade. O interesse do homem pelo próprio corpo acompanha as indagações sobre o que é o próprio homem, na tentativa de se conhecer melhor. Estas tentativas de compreensão, por mais contraditórias que sejam, devem ser compreendidas relativamente ao tempo e ao espaço, às diferentes épocas e culturas, à pluralidade de valores que vão se constituindo na vida da humanidade. É como nos esclarece Porter (1992, p.308):a distribuição da função e da responsabilidade entre o corpo e a mente, o corpo e a alma, diferem extremamente segundo o século, a classe, as circunstâncias e a cultura, e as sociedades com frequência possuem uma pluralidade de significado concorrente. Ainda que a concepção sistêmica de corpo - mente e matéria já não parece pertencer a duas categorias fundamentalmente distintas - estando presente em muitos discursos científicos, a dicotomia sobre o corpo se faz presente em nossos meios (seja educacional ou não). Isto não quer dizer que o corpo (seja como for entendido pela sociedade) esteja em baixa. Pelo contrário, na atualidade o corpo é cultuado e por isso está em alta. Porém, a sociedade moderna reproduz o nosso corpo como uma mercadoria e, assim, nós não somos capazes de entender que, nem sempre aquilo que é bom para o lucro seja bom para o corpo. É nesse tocante que Educação Física tem o intuito dedar sua contribuição para a tentativa de esclarecimento e reflexão sobre o corpo. O compromisso como homem e a sociedade impõe-me o empenho de pesquisar sobre esta questão, refletindo seriamente sobre ela, levantando questões e contribuindo com a comunidade em geral e com a escola em particular, afirmando como faz BRUEL (1990, p.13) que a Educação Física deveria não só explicar o corpo como um fim em si próprio, mas, compreendê-lo e entender sua relação com o meio do educando através de uma consciência corporal, que lhe permita perceber o mundo em que vive e de posse dessa consciência, interferir criticamente no

11 11 processo de construção da sociedade e, por conseguinte, de seu bem estar. Referêncial Teórico O referencial teórico no qual se baseia este estudo defende a concepção de que somos construídos nas relações concretas da vida social, e que nossas concepções formam-se ao longo de nossas vidas, articulando teoria e prática, pensar e fazer, revelando nossas crenças enquanto agimos no cotidiano. As aprendizagens e experiências que tivemos e temos durante a vida são relacionados com nosso fazer profissional (ECO, 1996). Assume-se uma perspectiva integral de corpo e uma concepção sistêmica de educação física onde, corpo e mente pertencem a uma única esfera. Atualmente vem surgindo algumas correntes filosóficas que se opõe ao mecanicismo de Descartes chamados de Vitalistas e Existencialismo (DAOLIO, 1999). Este primeiro diz que o corpo não é uma máquina insensível, mas um ser dotado de sensibilidade, emoções, afeições e que a inteligibilidade é imante a matéria. Já o segundo nos mostra que a única maneira de conhecermos os corpos é vivenciá-lo, viver suas paixões e dramas, captar e fluir com ele em sua existência que se levanta diante todo mundo isto é: corpo na relação do mundo e com o mundo e corpo sujeito de uma relação afetiva (DAOLIO, 1999). Objetivo Comprometido com o homem e seu desenvolvimento na sociedade e em especial, como educador comprometido com uma análise das áreas do conhecimento de si e do mundo, que é a Educação Física, objetiva-se com este trabalho analisar e compreender a concepção de corpo, hoje dominante entre os profissionais de Educação Física, que são, prioritariamente, no interior da escola, profissionais responsáveis por trabalhar com o corpo e a influência de suas concepções na formação de seus respectivos alunos. Vislumbramos com este trabalho a possibilidade de contribuir com as discussões teóricometodológicas sobre o corpo e as práticas educativas. Hipótese A hipótese que norteia este trabalho defende a concepção de que os professores de educação física da rede escolar, ainda sustentam uma concepção fragmentada edicotomizada de corpo, havendo uma lacuna quanto ao seu entendimento como prática sócio-cultural isto é: Que a dicotomia corpo e mente, bem como a concepção cartesiana ainda continua fortemente presente na atuação deste profissional, que corpo é sinônimo de mercadoria e prazer, mas, que também é possível encontrar indícios de profissionais à procura de uma

12 12 reflexão holística de corpo, sistêmica de vida ou ainda, de uma concepção de corpo integral e de um ser crítico de sua realidade social. Problema Analisando-se toda nossa trajetória de vida, de pesquisa e pesquisador pergunta-se e faz desta pergunta o instrumento o instrumento de pesquisa: Qual a relação entre a concepção de corpo e o trabalho desenvolvido por professores de Educação Física em suas aulas? Em que medida, o que pensam os professores de Educação Física sobre o corpo, estaria articulado com os modos de compreender o próprio corpo e o de seus alunos e dessa forma, o que fazem de suas aulas? Buscam-se elementos para compreender e discutir esta questão no relato e análise da minha vida enquanto de aluno, antes e enquanto formávamos para ser educador/professor de Educação Física, embasado em referências de autores renomados e no contato direto com professores da rede pública de ensino, tanto Municipal quanto Estadual da cidade de Barretos, São Paulo. Metodologia Método de Abordagem Partindo do pressuposto de que o mundo não deve ser classificado como um complexo de coisas acabadas e, sim, como uma rede de fenômenos interligados entre si, portanto, em processo, em transformação, estudou-se o fenômeno corpo, por meio de uma abordagem qualitativo-dialética, para principalmente detectarmos as possíveis contradições inerentes ao objeto de estudo proposto. Método de Procedimento Utilizamos o método de procedimento Histórico-Bibliográfico, onde verificamos as concepções históricas do corpo e da Educação Física fundamentada em renomados autores-pesquisadores e suas respectivas mudanças e transformações, desde o Renascimento até os dias atuais. Após tal procedimento, comparamos os dados obtidos com a revisão de literatura e os relatos dos professores convidados nas entrevistas semi-estruturadas. Instrumental de Pesquisa A) Pesquisa Bibliográfica sobre o tema proposto B) Entrevista Semi-Estruturada Para tanto realizamos oito entrevistas utilizando a técnica semi-estruturadas, em quatro escolas do Ensino Fundamental e Médio, sendo dois professores de cada escola, um sexo masculino e outro do sexo feminino, totalizando quatro professores e

13 13 quatro professoras questionando-os sobre o corpo e sua relação com a Educação Física. Coletas De Dados As entrevistas foram gravadas procurando deixar os entrevistados bem à vontade para que pudessem contar suas passagens e experiências de uma vida inserida no contexto educacional. Suas concepções de corpo e a relação desta com a Educação Física e sua atuação profissional. O entrevistador estava munido de um gravador Aiwa e um roteiro flexível de questões, podendo assim, alterar a ordem ou até mesmo a própria questão, dependendo da resposta do entrevistado. O questionário foi elaborado de tal forma que pudesse ajudar na compreensão do objeto de estudo proposto, bem como, estas respostas estarem articuladas com história do conceito de Corpo e Educação Física. Procura-se, desta maneira, abordar os seguintes pontos/questões: I Conceitue corpo. O que seria corpo para você? II Qual a relação entre corpo e Educação Física? III O corpo ideal. O que tem feito para atingir este ideal em que acredita. IV Como trabalha o desenvolvimento corporal das crianças nas diferentes faixas etárias, durante a aula de Educação Física? V Como relaciona o corpo no dia-a-dia? VI Como visualiza o corpo na sociedade atual? Após a gravação das entrevistas as mesmas foram transcritas na íntegra procurando ter um total reconhecimento do que foi tratado. Nos depoimentos dos professores e professoras e das escolas seus nomes verdadeiros foram substituídos por números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7,8 e pelas letras A, B, C, D, E, onde procuramos deixar bem claro que seus nomes, bem como o de suas escolas não seriam mencionados/citadas, para que posteriormente pudesse finalmente relacionar os depoimentos coletados com a pesquisa bibliográfica realizada para, principalmente, detectarmos as possíveis contradições inerentes ao objeto de estudo proposto: Corpo. Resultados Os depoimentos apresentados na íntegra revelam a crise da Educação Física Escolar, ou melhor, do sistema educacional brasileiro. Porém constata-se a dificuldade de compreensão deste profissional, no que se refere ao corpo humano, o qual se utiliza diariamente. A atuação profissional encontra-se distante de uma harmonia corporal à luz da abordagem sistêmica de vida. Observa-se, no entanto, que os professores até então possuem consciência de que a sociedade resume o corpo como uma simples mercadoria, um conjunto de sistemas. No entanto, não conseguem definir claramente objetivos para superar,

14 14 relacionar, trabalhar e visualizar este corpo que esta inserida na sociedade especificamente dentro escola. A Educação Física Escolar, ainda, caracteriza-se como uma atividade eminentemente prática, comporia fundamentação teórica onde, reduz-se a prática de jogos e brincadeiras, preocupando-se apenas com o corpo saudável, bonito, atlético, como encontramos nas entrevistas. Enfim, a dicotomia corpo-mente, ainda, encontra-se presente Considerações finais Acreditamos que podemos analisar o fato de que o dualismo corpo e mente vem, durante grande parte da história humana, recebendo das mais variadas culturas e povos, diferentes significados. Porém, nunca perdendo este estigma de divisão do nosso corpo. Talvez este interesse pelo corpo venha de uma necessidade íntima e intrínseca do homem se conhecer melhor. Estas tentativas de compreensão, por mais contrárias que sejam nossas concepções e conceitos sobre o corpo, e os problemas que hoje enfrentamos causados por estas tentativas de se compreender o homem, devem ser respeitados, pois cada época e cultura possuem determinados valores para determinadas aspectos. É como nos esclarece Porter (1992, p. 308): A distribuição da função e da responsabilidade entre o corpo e a mente, o corpo e a alma diferem extremamente segundo o século, a classe, as circunstâncias e a cultura, e as sociedades com frequência possuem uma pluralidade de significados concorrentes. Atualmente, mesmo com a concepção sistêmica de corpo, em que mente e matéria já não parecem pertencer a duas categorias fundamentalmente distintas, estando presente em muitos discursos científicos, ainda, a dicotomia sobre o corpo se faz presente em nossos meios (seja educacional ou não). Porém, a sociedade moderna reproduz o nosso corpo como uma mercadoria e, assim, nós não somos capazes de entender que, nem sempre aquilo que é bom para o lucro seja bom para o corpo. Após a análise dos depoimentos reafirmase que é nesse tocante que Educação Física deve, no nosso ponto de vista, dar sua contribuição para a tentativa de esclarecimento e reflexão sobre o corpo. Estamos de uma maneira ou de outra, compromissados e comprometidos com o homem e seu desenvolvimento na sociedade e em especial, como educador comprometido com uma análise das áreas do conhecimento de si e do mundo, que é a Educação Física Daí, a importância em nos empenharmos sobre este assunto, refletindose seriamente sobre ele, levantando questões e levando nossas conclusões à comunidade.

15 15 Como declara Bruel (1990, p. 13): #, ),89 % 8,, ) : ),; 4 2 ; ), %,, 2 0 Entretanto, em contraposição como já citado anteriormente e confirmado após análise dos depoimentos, foi verificousetambém, indícios profissionais à procura de uma reflexão holística de corpo, de uma abordagem sistêmica de vida, ou ainda, de uma concepção de corpo integral e de um ser crítico a sua realidade social. Referências AGOSTINHO, Santo. As confissões. Tradução de Frederico Ozanam de Barros. Rio de Janeiro: Ediouro, sd. ALMEIDA, Célia S.; SPELLER, Paulo. In: 8º ENDIPE ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO.,8., 1996, Florianópolis. Anais... Florianópolis:Universidade Federal de Santa Catarina CEB/UDESC/FAED., p. p ARROYO, Miguel. Ofício de mestre: imagens e auto-imagens. 3. ed. Petrópolis: Vozes, ARROYO, Miguel. Prática pedagógica e currículo. In: 8º ENDIPE ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO.,8., 1996, Florianópolis. Anais... Florianópolis:Universidade Federal de Santa Catarina CEB/UDESC/FAED., p. p ALVES, Rubem.Estória de quem gosta de estudar. 12. ed. São Paulo: Cortez, Conversa com quem gosta de estudar. São Paulo: Cortez, ARANHA, Maria L. de A.; MARTINS, Maria H.P. Filosofando: Introdução à filosofia. São Paulo: Moerna, BERTHERAT, Thérèse.; BERNSTEIN C. O corpo tem suas razões: Antiginástica e consciência de si. Tradução de Estrela dos Santos Abreu. 18. ed. São Paulo: Martins Fontes, BETTI, Mauro.Valores e finalidade na educação escolar:uma concepção sistêmica. Departamento de Educação Física. Rio Claro: UNESP, Ensino de 1 e 2 graus: Educação Física para que?.revista Brasileira de

16 16 Ciências do Esporte. Goiânia, v. 13. p , BRACHT, Valter. Educação física: a busca da autonomia pedagógica. Revista da Educação Física/UEM,Maringá, v. 1, n. 1, p , BRACHT, Valter; MELLO, Rosângela A. Educação física: revisão crítica e perspectiva. Revista da Educação Física/UEM,Maringá, v. 3, n.1, p , BREIRA, Vanessa C.; JORGE, Ione G.; MANCEBO, Deise. Produção sobre currículo na educação superior e na sociedade brasileira para progresso na ciência. In: 49ª RUNIÃO ANUAL DO SBPC SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA, 49., 1997, Belo Horizonte. Comunicações... Belo Horizonte:Universidade Federal Minas Gerais., p. p BRUEL, Maria Rita. O corpo em movimento. In: Revista Motrivivência. Departamento de Educação Física. Sergipe, UFS, BRUHNS, Heloísa. O Culto do corpoprazer. O fenômeno lazer e o lúdico. Revista do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte. Goiânia, CARDOSO, Clodoaldo M.A canção de inteireza: Uma visão holística da educação. São Paulo: Summus,, CARVALHO, Maria Luiza. Filosofia:Entendimento e vivência. Brasília: Thesauros, CASTELLANI, Lino F. Educação física no Brasil:A história que não se conta. São Paulo:Papirus, CHAUI, Maria Helena. Convite a filosofia.12. ed. São Paulo: Ática, CODO, Wanderley.; SENNE, Wilson. O que é corpo(latria). São Paulo: Brasiliense, COMISSÃO DE GRADUAÇÃO. Diretrizes curriculares: cursos de formação de professores e graduação em educação física proposta para discussão. Campinas: UNICAMP Faculdade de Educação Física, CONFEF/CREFs-SP. Conselho Federal de Educação Física e Conselho Regional de Educação Física. Revista do CONFEF/CREF-SP. São Paulo, Dimmer, CAPRA, F. O ponto de mutação. São Paulo: Cultrix, CRESPO, Jorge. A história do corpo. Lisboa: DIFEL, 1990.

17 17 DAMÁSIO, Antônio R. O erro de Descartes:Emoção, razão e o cérebro humano. Tradução de Dora Vicente.; Georgina Segurado. São Paulo: Companhia das letras, DAOLIO, Jocimar. Da cultura do corpo.4. ed. Campinas: Papirus, ECO, Umberto. Com se faz uma tese. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, FRIGOTTO, Gaudêncio. A formação e profissionalização da educação frente aos novos desafios. In: 8º ENDIPE ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO.,8., 1996, Florianópolis. Anais... Florianópolis:Universidade Federal de Santa Catarina CEB/UDESC/FAED., p. p ELISA, Carmem HennBrandl. A consciência corporal na perspectiva da educação Física.Revista do CONFEF/CREFs-SP - Conselho Federal de Educação Física e Conselho Regional de Educação Física. São Paulo, Dimmer FARIA Júnior, ALFREDO G. Formação profissional em educação física. In: MOREIRA, Wagner W. (org.) Educação Física & Esportes: perspectivas para o século XXI. 3. ed. Campinas: Papirus, FERREIRA, Aurélio B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, FILHO, Nei A.B. Leituras sobre o corpo: aspectos na história. In: COLETÂNEA DO III ENCONTRO NACIONAL DE HISTÓRIA DO ESPORTE, LAZER E EDUCAÇÃO FÍSICA, 3., 1995, Curitiba. Anais... Curitiba:Universidade Federal do Paraná., p. p. 62. FREIRE, João Batista. De corpo e alma: o discurso da motricidade. São Paulo: Summus, FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 41. ed. São Paulo: Paz e terra, Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. 11. ed. São Paulo: Paz e terra, Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa. 30. ed. São Paulo: Paz e terra, FONTANA, Roseli A. C. Como nos tornamos professoras? Belo Horizonte: Autêntica, GAARDER, Jostein.O mundo de Sofia: Romance da história da filosofia. São Paulo: Cia. das letras, 1995.

18 18 GAIARSA, José A.O corpo ainda proibido e mau tratado. In: Revista Motrivivência. Departamento de Educação Física. Sergipe, UFS, GALLO, Silvio. Ética e cidadania: Elementos para o ensino de Filosofia:O corpo. Campinas, Papirus, física: concepções subjacentes na sua formação profissional x perfil acadêmico idealizado. In: COLETÂNEA DO III ENCONTRO NACIONAL DE HISTÓRIA DO ESPORTE, LAZER E EDUCAÇÃO FÍSICA, 3., 1995, Curitiba. Anais... Curitiba: Universidade Federal do Paraná., p. p. 104 GNECCO, José Roberto. Dualidade corpo e mente como conseqüência do surgimento da razão ocidental:origens históricas e filosóficas. In: COLETÂNEA II ENCONTRO NACIONAL DE HISTÓRIA DO ESPORTE LAZER E EDUCAÇÃO FÍSICA, 2., 1994, Ponta Grossa. Anais... Ponta Grossa: Grupo de História do Esporte Lazer e Educação Física DEF/UEPG FEF/UNICAMP, p. p GRIFI, Giampiero. História da educação física e esporte. Porto Alegre: D.C. Luzzato, GUILHERMETI, Paulo. Do corpo medieval ao corpo moderno. In: Revista Motrivivência. Departamento de Educação. Sergipe: UFS, GHIRALDELLI, Paulo J. Educação física progressista: A pedagogia crítcio-social dos conteúdos e a Educação Física brasileira. São Paulo: Loyola, HUNGER, Dagmar Aparecida C. F. Professores universitários de educação LEITE, Regina G. O corpo que fala dentro e fora da escola.coleção o sentido da escola. Rio de Janeiro: DP&A, LIBÂNEO, J.C. A prática pedagógica da educação física nos tempos e espaços sociais.revista. Brasileira Ciências do Esporte. Florianópolis, CD- Rom - Anais XII CONBRACE, Algumas abordagens contemporâneas de temas da educação e repercussão na didática. In: 8º ENDIPE ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO.,8., 1996, Florianópolis. Anais... Florianópolis:Universidade Federal de Santa Catarina CEB/UDESC/FAED., p. p LÚCIA, Carmem S. Corpo e educação.cadernos Cedes ed. Campinas: Unicamp, LÜDORF, S. M. A. Panorama da pesquisa em educação física da década de 90: análise dos resumos de dissertações e teses. Revista

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22 22 Análise da Composição Corporal de Motoristas Profissionais de Ônibus e Sua Relação com Fatores de Risco Cardiovascular: Um EstudoDiagnóstico Body Composition Analysis of Professional Bus Drivers and the Relation with Cardiovascular Risk Factors: A Diagnostic Study Lucas RissettiDelbim RG / CPF Professor da FMG Faculdade Mogiana do Estado de São Paulo Mestre em Desenvolvimento Sustentável e Qualidade de Vida Rua Maria Caporali, 90 Apto 62 Jd Parque Real Mogi Guaçu SP. CEP Contatos Telefônicos: (19) / (19) Érica Passos Baciuk RG / CPF Docente do Mestrado do UNIFAE Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino. Doutora em Toco Ginecologia - UNICAMP Rua das Abélias, 2047 nº 15 Condomínio Alphaville Dom Pedro Campinas SP. CEP Resumo A obesidade figura como uma das principais causas de mortalidade e internações médicas em todo o mundo. O objetivo deste estudo centrou-se na verificação da relação da obesidade comfatores de risco para doenças cardiovasculares em motoristas de ônibus de um grupo empresarial. Trata-se de um estudo de campo descritivo, analítico e aplicado com delineamento transversal, que contou com uma amostra de 50 motoristas profissionais de ônibus com média etária de 32,5 ± 8,4 anos, dos quais foram coletadas medidas antropométricas (peso, estatura e perímetro de abdômen), medidas sorológicas (glicemia de jejum) e medidas fisiológicas (pressão arterial sistólica - PAS e pressão arterial diastólica PAD). Os dados foram processados e analisados de forma quantitativa. O IMC médio apresentado pelos participantes foi de 26,8 ±4,3 Kg/m 2, o

23 23 perímetro abdominal (PAb) médio foi de 94 ± 11,8 cm. Os valores de glicemia de jejum apresentados pelos participantes do estudo foram de 114,2 ±28,7 mg/dl. Os valores pressóricos médios foram 128 ±13,1 mmhg e 83 ± 8,4 mmhg para as variáveis sistólicas e diastólicas respectivamente. Em relação à distribuição de frequência da classificação por nível nutricional segundo o IMC, 18% da amostra foi enquadrado como obesidade, 40% como sobrepeso, 40% como eutróficos (peso adequado) e 2% como abaixo do peso. Após a correlação entre as variáveis coletadas e o IMC, o melhor escore encontrado foi a correlação com o PAb (coeficiente de determinação r 2 =0,86) sugerindo haver uma sobreposição de fatores de risco em pelo menos 86% da amostra da presente pesquisa. Palavras-chave: Obesidade; Risco cardiovascular, Rotinas hipocinéticas. Abstract Obesity is figuring as a major cause of medical and hospital mortality worldwide. This study focused on the verification of the relationship between obesity and risk factors for cardiovascular disease in bus drivers of a business group. This is a field study descriptive, analytical and applied transversal which featured a sample of 50 professional drivers of buses with a mean age of 32.5 ± 8.4 years, which were collected and anthropometric measurements (weight for height and girth of the abdomen), serologic measures (fasting) and physiological measures (systolic blood pressure - SBP and diastolic blood pressure - DBP). The data were processed and analyzed quantitatively. The mean BMI presented by the participants was 26.8 ± 4.3 kg/m2; waist circumference (PAb) averaged 94 ± 11.8 cm. The values of fasting glucose presented by study participants were ± 28.7 mg / dl. The average blood pressure values were 128 ± 13.1 mmhg and 83 ± 8.4 mmhg for systolic and diastolic variables respectively. Regarding the frequency distribution of ratings by nutritional status according to BMI, 18% of the sample was framed as obesity, 40% as overweight, 40% as normal (normal weight) and 2% as underweight. After the correlation between the variables collected and BMI, the best score was found to correlate with the PAb (coefficient of determination r2 = 0.86) suggesting that there is an overlap of risk factors in at least 86% of the sample of this research. Keywords: Obesity; Cardiovascular risk; Hypokinetic routines.

24 24 Introdução A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a obesidade e seus fatores de risco correlacionados como um mal da sociedade contemporânea e, para tanto, incentiva investimentos que, numa abordagem regionalizada possam colaborar com a reversão de tão alarmantes dados populacionais (WHO, 2012). Em alinhamento aos conceitos supracitados, recorre-se à literatura especializada para que se faça possível a compreensão de quão grave se torna a incidência do distúrbio do peso corporal. No presente trabalho denominado obesidade, e o associado aumento do risco de intercorrências em organismos muitas vezes já debilitados. Segundo a OMS (WHO, 2003), trabalhadores braçais, carteiros e profissionais que mantém, durante sua jornada de trabalho, altos níveis de atividade física, sofrem menor incidência de obesidade ao confrontar com aqueles que passam a maior parte da jornada diária em condições de sedentarismo, ou rotinas hipocinéticas, como os profissionais administrativos, motoristas e correlatos. No Brasil, a incidência de sobrepeso e obesidade, nos últimos vinte anos, tem aumentado progressivamente, além da morbimortalidade por doenças e agravos não transmissíveis (BARBOSA e MONTEIRO, 2006). Segundo dados da WHO (2012) e IBGE (2010), o Brasil apresentou em ,8% dos seus habitantes classificados como sobrepeso ou obesos, considerando o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 25,0 Kg/m 2, perfazendo um total de indivíduos com fatores de risco ou com predisposição para aquisição de fatores de risco à saúde cardiovascular. A obesidade e o sobrepeso, entendidos como desmedido acúmulo de gordura corporal, estão relacionados ao aumento do risco de mortalidade e de desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) (COELHO et al., 2009). Ebbelingetal (2002) afirma que a obesidade é uma doença multissistêmica com consequências potenciais devastadores. Não obstante a esta informação, são fartas as publicações científicas que demonstram a importância do diagnóstico e tratamento da obesidade que se trata de uma síndrome plurimetabólica de gênese multifatorial e acometimento severo (AMIGO 2005). Para Sichieri e Moura (2009), o aumento da prevalência da obesidade e suas consequências adversas, como diabetes

25 25 mellitus, doença cardiovascular, hipertensão arterial sistêmica e alguns tipos de câncer, bem como os custos associados ao seu tratamento, fazem com que fatores associados a essa epidemia crescente sejam recorrentemente escrutinados. Tal situação é semelhante em países desenvolvidos e no Brasil. DelbimeBaciuk(2012) afirma que é de inegável importância o controle diário do aporte nutricional, especificamente o calóricoe a inclusão, adoção ou incremento de atividades físicas de cunho moderado para prevenção, manutenção ou melhora das condições orgânicas, tanto cardiovasculares quanto ligadas ao aparato locomotor. Uma vida fisicamente ativa é um fator de prevenção e enfrentamento do desmedido ganho ponderal (VILARTA, 2007). Em relação a dados consistentes relacionando obesidade, sobrepeso e transtornos metabólicos, sabe-se que a deposição de gordura na região abdominal (obesidade visceral) é mais grave do que a obesidade generalizada por se tratar de um fator de risco cardiovascular e de distúrbio na homeostase glicose-insulina. Esta condição é associada à HAS, dislipidemias, fibrinólise, aceleração da progressão da aterosclerose e fatores psicossociais e, estatisticamente apresenta maior incidência no sexo masculino (MARTINS e MARINHO, 2003). Deve-se considerar também a diabetes melitus (DM) como uma patologia estreitamente associada à obesidade (ADA, 2006). Não obstante, trata-se de uma doença crônica, grave, de evolução lenta e progressiva, que acomete milhares de pessoas em todo mundo, necessitando de tratamento intensivo e orientação médica adequada, atingindo um grande número de pessoas emtodos os níveis sociais (VILARTA, 2004). Há consenso que o indivíduo diabético apresenta relevante risco cardiovascular (SBD, 2011). Dessa forma, justificam-se as metas rigorosas em termos de valores deglicemia (jejum e pós-prandial) propostas pela ADA (2006). Em relação à pressão arterial, o peso corporal é um determinante na grande maioria dos grupos étnicos, em todas as idades. O risco de desenvolvimento dehipertensão arterial sistêmica (HAS) é aumentado em até seis vezes em pessoas com sobrepeso, se comparadas às populações com peso dentro da faixa de normalidade; levando-se em conta o IMC do indivíduo (JNC, 1997; SBC,

26 ). De forma complementar ao exposto, a redução de três mmhg na pressão arterial sistólica (PAS), de acordo com a JNC (1997), diminuiria a mortalidade por acidente vascular encefálico (AVE) em 8%. Com isso, as pessoas em alto risco devem ser muito estimuladas a adotar estilos de vida mais saudáveis, sendo essencial tanto para a prevenção quanto para o controle da hipertensão (JOHNSON, 2002; WHO, 2012; VILARTA, 2004; SBC, 2007). Segundo o Ministério da Saúde ocorreram mortes em indivíduos com mais de 30 anos no Brasil no ano de 2009 (MANSUR e FAVARATO, 2012). A mortalidade por doenças cardiovasculares aumenta progressivamente com a elevação da pressão arterial (LEWINGTON, 2002) que por sua vez aumenta progressivamente com incremento do peso corporal (FAGHERAZZI et al., 2008). Os quadros 1 e 2 apresentam os valores normativos para glicemia de jejum e pressão arterial respectivamente. QUADRO 1 Valores de glicemia de jejum para diagnóstico de diabetes melitus FONTE: (SBD, 2011) Adaptado pelos autores A obesidade tem sido reconhecida como fator de risco independente para doença cardíaca coronariana (DCC) (MANSON et al., 1992). O estudo de Framinghan (FraminghamHeartStudy, 1948/1971) considerou a obesidade como o terceiro mais importante fator preditivo de DCC (CARVALHO et al., 2007), ficando atrás só das alterações séricas de lipídeos e da idade.

27 27 QUADRO 2 Classificação de pressão sanguínea em adultos. FONTE: (SBD, 2011) Adaptado pelos autores. Heart, Lung, and Blood Institute of the Alguns pesquisadores questionam a utilização de índices antropométricos para identificação de obesidade e outros riscos nutricionais, sob alegações de se NationalInstitute of Health (REZENDE et al., 2010). De certa forma, há a necessidade de se complementar a avaliação através desses índices com tratarem de métodos simplistas, porém, metodologias mais detalhadas de quando estes índices são aplicados em análise, porém a utilização da amostras populacionais randomizadas sua acurácia é bastante representativa (COSTA, 2003; FISBERG, 1995). Os antropometria figura como sendo uma importante ferramenta de levantamento populacional. índices antropométricos como Ao se pensar em saúde pública, peso/estatura (P/E), peso/idade (P/I), estatura/idade (E/I), índice de massa corporal (IMC), índice ponderal (IP), observa-se que a mesma deve ter como objetivo o estudo e a busca de soluções para problemas que levam ao agravo da entre outros, são normalmente saúde e da qualidade de vida da utilizados para identificar o estado população, considerando, para tanto, os nutricional; utilizando-se valores sistemas sociocultural, ambiental e normativos estabelecidos a partir de econômico (PHILIPPI Jr e estudos populacionais. O IMC e a medida doperímetro de abdômen (PAb) têm sido amplamente utilizados na MALHEIROS, 2005), não obstante a possibilidade de redução da incidência de moléstias passíveis de prevenção por avaliação do excesso de peso e da intermédio de práticas cotidianas obesidade abdominal. elementares. EstassãomedidasrecomendadaspelaWorl d Health Organization e pelonational Mesmo entendendo a saúde pública como a ciência e a arte de promover,

28 28 proteger e recuperar a saúde por meio de medidas de alcance coletivo e de motivação da população (WHO, 2003), profissionais que atuam diretamente nesta áreatrabalhamempenhados no encorajamento de ações que fluam em direção aos melhores hábitos cotidianos. Faz-se necessário um levantamento de dados simplificados e de baixo custo como proposta de ferramenta de diagnóstico, para que o poder público e comunidade obtenham informações relevantes com um mínimo de confiabilidade exigida. O IMC ou Índice de Quetelet trata-se de um índice criado no ano de 1833 pelo polímata Lambert Quetelet para avaliação de superfície corporal. É calculado dividindo o valor do peso corporal do indivíduo (expresso em quilogramas) pelo quadrado da medida da estatura (expressa em metros); a unidade de medida resultante, portanto, é Kg/m 2 (COSTA, 2003). O IMC é um dos indicadores antropométricos mais utilizados na identificação de indivíduos em risco nutricional, obedecendo à classificação pré- estabelecida, conforme mostra a tabela 1. Isso ocorre em virtude da sua facilidade de aplicação, seu baixo custo e pequena variação entre avaliadores (SAMPAIO e FIGUEIREDO, 2005). TABELA 1 Valores normativos de IMC para a população adulta FONTE: (WHO, 2012) Adaptado pelos autores Rezende et al. (2010) afirmam que o IMC é largamente utilizado para determinação dos padrões de adiposidade na população por apresentar uma correlação muito interessante (r 2 =0,866), portanto aproximadamente 87% de correlação, com níveis de gordura corporal verificados por outras metodologias de avaliação. Como afirmam Torre et al. (2010), o IMC tem sido escolhido como um método substituto de avaliação da gordura corporal por apresentar uma correlação satisfatória com o conteúdo

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