EDUCAÇÃO, TRABALHO E CIDADANIA

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1 EDUCAÇÃO, TRABALHO E CIDADANIA Marcia Cristina Rafael * RESUMO: A transformação do trabalho e da educação acompanham a evolução da própria humanidade. São o resultado de lutas dos trabalhadores, de classes privilegiadas e desprivilegiadas, de mudanças econômicas e sociais, evoluindo à medida que o mundo evoluiu. Aqui procuramos evidenciar a educação e o trabalho como direitos fundamentais, as finalidades da educação e porque o trabalho é tão importante para todos nós. Ainda, a importância da educação no mundo do trabalho, e a necessidade da completa integração entre ambos para que o homem tenha um mínimo de dignidade, citando os principais aspectos e entendimentos que norteiam o tema. Palavras chave: TRABALHO. EDUCAÇÃO. CIDADANIA. DIREITO AO TRABALHO. 1. INTRODUÇÃO A relação existente entre educação e trabalho é tema que vem sendo debatido e discutido pelos doutrinadores, psicólogos, pedagogos, educadores, etc, atualmente, ora no sentido de se atribuir à educação ou à falta dela o problema do desemprego em massa, ora no sentido de se encontrar meios imediatos para acabar com o problema crescente do desemprego. A intenção aqui é de demonstrar a relação existente entre educação e trabalho, e a imprescindibilidade de ambos para o exercício da cidadania. 2. DIREITO À EDUCAÇÃO * Especialista em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho. Mestranda em Direito do Trabalho pela PUC/SP, Professora dos cursos de Direito e Administração das Faculdades Maringá.

2 O direito à educação e ao trabalho, por serem direitos fundamentais, estão consagrados na ordem constitucional. Por direito fundamental deve-se entender a faculdade ou prerrogativa essencial ou necessária ao ser humano para fazer valer um atributo inerente à sua natureza. Devido ao seu sentido universal, o seu conteúdo adquire reconhecimento e valor formalizando princípios que são ordinários a todos os povos do mundo. Tais direitos são reconhecidos pelo Estado com o intuito de tutelar os mais fracos, proporcionando igualdade de oportunidade, de obtenção de qualidade de vida e de tratamento fraterno e não discriminativo, sem os quais o homem é incapaz de alcançar sua realização e desenvolvimento com plenitude. Nas palavras de José Afonso da Silva (1992, p. 159) direitos fundamentais do homem são: aquelas prerrogativas e instituições que ele (direito positivo) concretiza em garantias de uma convivência digna, livre e igual de todas as pessoas. No qualificativo fundamentais acha-se a indicação de que se trata de situações jurídicas sem as quais a pessoa humana não se realiza, não convive e, às vezes, nem mesmo sobrevive; fundamentais do homem no sentido de que a todos, por igual, devem ser, não apenas formalmente reconhecidos, mas concreta e materialmente efetivados. Também nesse sentido se manifesta Giuliano Mazzoni (1972, p. 01) quando diz que é através da organização que o homem persegue o trabalho e sua autotutela. Educação vem do latim educere que significa extrair, tirar, desenvolver e de ducere que significa conduzir a pessoa a desenvolver. Portanto, os estudantes precisam receber uma real orientação efetiva no sentido de se encaminharem para cursos que lhes possam abrir melhores perspectivas, atendendo tanto ao seu interesse pessoal quanto ao dos pais. Com isto em mente, passaremos a tratar da pesquisa e da inovação no ensino (COOMBS, H. Philip, 1986, p. 160). Sabemos que é através da educação que a pessoa se desenvolve dignamente enquanto ser humano e está apta a desempenhar os diferentes papéis sociais. 3. FINALIDADES DA EDUCAÇÃO

3 Segundo John Dewey (1979, p. 106) a educação é um processo social e como tal deve ser analisada de acordo com cada sociedade. Assim, fica a pergunta: o que cada sociedade espera da educação? No art. 205 da Constituição Federal ficou clara a intenção do legislador quando apontou as finalidades da educação no Brasil, sendo elas: a) pleno desenvolvimento da pessoa; b) seu preparo para o exercício da cidadania; c) sua qualificação para o trabalho. A educação tem por fim atingir o pleno desenvolvimento da pessoa humana, ou seja, preparála em todos os aspectos, seja para a vida, seja para o trabalho, seja para o preparo para o exercício da cidadania, aprendendo quais são os seus direitos e obrigações como cidadã e, a sua qualificação para o trabalho, mas não uma qualificação imediata, no sentido de provê-la apenas para o presente, mas uma qualificação constante, que a prepare para o trabalho a vida toda. Portanto, a educação não possui uma única finalidade, mas visa o desenvolvimento pleno do ser humano, sendo que a essência ideológica da educação está justamente nessa transmissão das tradições da cultura do grupo de uma geração a outra (FERREIRA, Pinto, 1987, p. 51). Portanto, a educação é um processo constante de transmissão cultural. Assim, a finalidade da educação é de tríplice natureza, sendo que o pleno desenvolvimento do educando significa que a educação é um processo intencional que deve contribuir para que o indivíduo se desenvolva psicologicamente de forma sadia e harmoniosa. Embora faça parte do exercício da cidadania, a educação escolar deve preparar o indivíduo para poder ser cidadão pleno. Quanto à qualificação para o trabalho, significa que o homem, através do trabalho, se realiza como pessoa e parte de sua sociedade, conforme ensinamentos de Moaci Alves Carneiro (1998, p ). Cabe ao Estado, ainda, educar homens para serem cidadãos, ou seja, tornar o indivíduo capaz de saber cumprir os seus deveres para com a sociedade e até para com o mundo, no sentido de respeitar as leis humanas e universais e de preservação da cultura e do meio-ambiente.

4 Herbert Marcuse (1998, p. 166) defende ainda a educação para uma independência intelectual e pessoal, pois, segundo ele, a liberdade de expressão num sistema democrático só funciona se não se questiona esse próprio sistema. Assim, a própria liberdade funciona como veículo de adaptação e limitação, ou seja, na opinião dele, posso expressar a minha opinião desde que ela não contrarie os interesses da maioria. Para Marcuse a educação hoje quer criar homens que pensem apenas mutiladamente, através de escolas apenas profissionalizantes, quando o correto seria educar através da experiência, passando-se os conhecimentos adquiridos, a história, a cultura de geração a geração, podendo então formar no homem o espírito crítico, não através de uma experiência mutilada, mas através de uma experiência completa. Para Delors (1999, p. 101): o desenvolvimento tem por objeto a realização completa do homem, em toda a sua riqueza e na complexidade das suas expressões e dos seus compromissos: indivíduo, membro de uma família e de uma coletividade, cidadão e produtor inventor de técnicas e criador de sonhos, acrescentado que a educação baseia-se em quatro pilares que são: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser. Porém, não se pode ignorar que o ensino profissionalizante possui a sua importância; logicamente que não seria a única forma de educação a ser praticada, pois deveria permitir o ensino de forma permanente, mas não pode ser descartada in totum, pois o trabalho é o único meio de subsistência do homem e, como tal, deve o Estado lhe proporcionar meios de ingressar no mercado de trabalho com a menor brevidade possível, desde que também lhe proporcione o acesso contínuo à educação. 4. DIREITO AO TRABALHO Somente através do trabalho é que o ser humano encontra sua verdadeira dignidade sob o aspecto social, pois exercendo atividade produtiva se tornará útil à sociedade, à sua família e a si mesmo. Assim, poderá proporcionar a si e à sua família a necessária subsistência, liberdade, dignidade e plenitude como ser humano.

5 Não podemos perder de vista que o Direito ao Trabalho é considerado um direito fundamental, e este deve ser entendido como a faculdade ou prerrogativa essencial ou necessária ao ser humano para fazer valer um atributo inerente à sua natureza. Portanto, ao se procurar garantir o exercício do direito ao trabalho, seus pressupostos vão se concentrar na livre escolha de emprego, em condições de trabalho justas e favoráveis, bem como na proteção contra o desemprego (Recomendação 169 da Organização Internacional do Trabalho). É primordial, portanto, que exista a oportunidade de inserção na vida profissional, pressuposto do direito ao trabalho, conforme concepção dada pelos instrumentos universais e internacionais. Em tal sentido comenta Manoel Gonçalves Ferreira (1990, p. 90), dizendo que o direito ao trabalho é assegurado quando se encontra uma atividade produtiva remunerada, quando não se fica desempregado. Portanto, é essencial que o homem tenha consagrado o direito ao trabalho para que possa suprir as suas necessidades materiais mais primárias, além da plena realização de seus justos anseios. Dalmo de Abreu Dallari (1996, D-5), em um artigo no jornal o Estado de São Paulo, sobre o trabalho disse: o trabalho faz parte da condição humana e por isso não pode ser tratado como coisa supérflua, ou então como se fosse apenas mais um dos componentes na conjugação de elementos que irão proporcionar vantagens materiais a alguém... o trabalho para uns é atributo dignificante do homem...todos os seres humanos, sem qualquer exceção e sejam quais forem a época e o lugar, sempre necessitaram de alimento e abrigo, além de muitos outros bens materiais e imateriais. E sempre houve pessoas que trabalharam para que todos sobrevivessem. É o trabalho que aparece como um bem essencial para a preservação da vida, para a satisfação de desejos e necessidades, para a proteção da dignidade humana. Segundo Carlos Alberto Barata Silva e preciso não perder de vista que o trabalho é um dever social, deve,r que a bem dizer, surgiu com o próprio homem (1976, p. 33). Complementa dizendo que é obrigação do Estado proporcionar condições de trabalho a todos, sendo tal fato

6 inerente a própria natureza humana, pois se o homem possui o direito à vida, conseqüentemente deve ter o direito à sua subsistência. 5. EDUCAÇÃO, TRABALHO E CIDADANIA É interessante observar que o aspecto em que se vincula educação-trabalho-cidadania tem sido pouco estudado, segundo Arroyo (1987, p. 75). Arroyo (1987, p. 74) diz que a concepção do povo e de sua ação como sujeito político exige uma revisão profunda na relação tradicional entre educação, cidadania e participação política. Para Josania Lima Portela (1988, p. 07), o trabalho e a educação são elementos de construção da cidadania capitalista, pois para ela é através do trabalho que se conquista a cidadania, ou seja, é através do trabalho que o indivíduo recebe a parcela que tem direito nas relações sociais, o seu salário, tornando real a sua condição de cidadão. Para Jaime Pinsky (1999, p. 18) cidadania enfeixa uma séria de direitos, deveres e atitudes relativos ao cidadão, aquele indivíduo que estabeleceu um contrato com seus iguais para a utilização dos serviços em troca de troca de pagamento (taxas e impostos) e de sua participação, ativa ou passiva, na administração comum. Para Maria de Lourdes Manzine-Covre (1995, p. 09), ser cidadão significa ter direitos e deveres, ser súdito e ser soberano. Tal situação está descrita na Carta de Direitos da Organização das Nações Unidas (ONU), de 1948, que tem suas primeiras matrizes marcantes nas cartas de Direitos dos Estados Unidos (1776) e da Revolução Francesa (1798). Para estes instrumentos, segundo Maria de Lourdes (1995, p. 09): a proposta mais funda de cidadania é a de que todos os homens são iguais ainda que perante a lei, sem discriminação de raça, credo ou cor. E ainda: a todos cabem o domínio sobre seu corpo e sua vida, o acesso a um salário condizente para promover a própria vida, o direito à educação, à saúde, à habitação, ao lazer. E

7 mais: é direito de todos poder expressar-se livremente, militar em partidos políticos e sindicatos, fomentar movimentos sociais, lutar por seus valores. Enfim, o direito de ter uma vida digna de ser homem. Novamente Arroyo (1987, p. 79) ressalta que existe imensa relação entre cidadania e educação, dizendo que a luta pela cidadania, pelo legítimo, pelos direitos, é o espaço pedagógico onde se dá o verdadeiro processo de formação e constituição do cidadão. A educação não é uma precondição da democracia e da participação, mas é parte, fruto e expressão do processo de sua constituição. Para Finger (2001), é importante pensar no foco do ensino, analisando-se a questão do emprego, pois, as pessoas numa escola estão fazendo investimento nelas mesmas e esperam tirar daí a sua sobrevivência, fator que deve ser pensado quando se debate a revisão do ensino superior no país. Mais do que tudo, a universidade tem de ser competente para identificar oportunidades e definir estatuto organizacional ágil, que lhe possibilite acompanhar as mudanças de outros setores. Nilson José Machado (1997, p. 19), por sua vez, critica ferozmente a educação voltada exclusivamente para o trabalho, como tem acontecido com o nível médio de ensino, onde se prepara o indivíduo apenas para uma determina atividade, posto que, em seu entendimento, o indivíduo deve ter uma formação geral e permanente, onde possa se associar uma atividade de estudo com uma atividade de ensino, para poder supri-lo sempre que necessitar e não apenas momentaneamente, como a educação profissionalizante. E conclui dizendo: O FUTURO DO TRABALHO É A EDUCAÇÃO. Para Frigotto (2000, p. 13): existe uma inversão falseadora da realidade, produto do pensamento conservador, atribuir à educação, em geral, e à formação profissional, em particular, o papel definidor das relações de poder no plano econômico e político. Ao contrário, os processos educativos são dominantemente condicionados pelas relações de poder político e econômico.

8 Fica fácil observar que o governo e os empresários têm o mesmo discurso, ou seja, alegam que só seria possível a criação de empregos se houvesse a redução do custo do trabalho e com a flexibilização das normas trabalhistas. Dessa forma, tentam romper com a tradição que identifica cidadania com exercício de um trabalho. Nossa tradição diz que o emprego é um direito do cidadão e, na sua ausência, quem deve assegurá-lo é o Estado. O que ocorre na atual conjuntura econômica é que tanto as empresas como o Estado buscam se livrar dos encargos com o emprego, fazendo com que o desemprego seja responsabilidade individual do próprio desempregado. Nesse sentido Cláudio Scandalara (1998, p.22) diz: os governantes devem conscientizar-se que, primeiro, devem cumprir o dever com seus governados, propiciando o bem comum, executando e cumprindo as leis, pois como escreveu JEAN LAHOR, atos fragorosos e de repercussão nada valem em comparação ao silêncio de uma alma que cumpre simplesmente seu dever. Para Nilson José Machado (1997, p. 18), sempre que se analisar a questão do desemprego, em todos os ângulos que sob se discutir a questão, ou seja, quanto à necessidade de lazer, alterações dos modos de trabalho, etc, sempre vai sobressair a questão educacional. Lia Vargas Tiriba (2000, p. 211) explica que os trabalhadores alijados dos direitos sociais como escola, saúde, moradia, como também das conquistas trabalhistas historicamente conquistadas, os trabalhadores expulsos do sistema assalariado de trabalho buscam satisfazer, ao menos, uma parcela de suas necessidades através do trabalho por conta própria. O trabalho por conta própria tem sido uma tendência, deixando os trabalhadores de esperar pelo emprego assalariado, o que demonstra cada vez mais a deterioração das relações de trabalho. Para Paulo Roberto Melo (1997), é uma vertente a ser observada com muita profundidade, porque, na verdade, não se trata de mão-de-obra disponível, embora desempregada. Está na

9 economia informal, na condição de ambulantes, prestadores de serviços autônomos ou, mesmo, pequenos empresários não legalizados. Por isso, Scandalara (1998, p. 24) propõe que o Governo não deve dar esmolas, mas, sim, ajudar na geração de empregos, agindo como veículo de geração dos mesmos, para que possa garantir o mínimo de vida digna aos brasileiros. Agindo dessa forma, cumprirá o seu dever no sentido de prestar trabalho, pois, se assim não o for, não alcançarão a tão sonhada justiça distributiva. Osmar Fávero, José Silvério Baia Horta e Gaudêncio Frigotto (1995, p. 13) bem acentuam os desafios que vamos encontrar: matéria-prima e abundância de mão-de-obra, elementos antes fundamentais nas relações internacionais de países como o Brasil, hoje contam bem menos. A nova base técnica não é só altamente otimizadora de matéria-prima, como também cria substitutos; a grande matéria-prima chama-se hoje tecnologia. Por outro lado, exigem-se cada vez mais pessoas dotadas de elevada capacidade de abstração. Mais que nunca, a educação e a formação profissional tornam-se questão estratégica, tanto na criação científica quanto na transformação da ciência em tecnologia. José Pastore (1995, p. 2) salienta que o moderno capitalismo também requer um especial adestramento para "pertencer à nova orquestra" (a da economia integrada pelo sistemamundo a que nos referimos antes). Segundo ele, "as novas tecnologias criam ambientes de trabalho que demandam novas capacidades. Elas vão exigindo pessoas cada vez mais educadas, polivalentes, multifuncionais". Segundo Vanilda Paiva (2001, p. 56), todo o processo de transformação econômica e produtiva que está ocorrendo leva a uma exigência cada vez maior e mais aprimorada da formação educacional. Para César P.S. Machado Junior (1998, p. 33), a solução para esse grave problema, sem dúvida alguma, está na educação, onde o trabalhador deveria ser qualificado para atividades novas e mais complexas. Ressalta a importância de se preparar o homem para uma educação global e não para uma educação voltada para o trabalho, que efetivamente possa assegurar ao trabalhador uma cidadania ativa.

10 Para Guy Standing (1996), Economista da Organização Internacional do Trabalho (OIT), estamos passando de uma fase na qual o trabalho era um dever, para outra em que ele é um direito. As pessoas têm o direito de trabalhar e de ter trabalho digno. A sociedade está saindo de uma época dominada pelas forças do mercado, que se mostraram insuficientes para atender às necessidades do cidadão. A insegurança ronda o mundo, ninguém está tranqüilo em seu trabalho, as desigualdades vêm se agravando. Sabemos que apenas a formação técnica não garante emprego, a menos a longo prazo não, pois as descobertas de novas tecnologias mudam nossas vidas cotidianamente. Nassim Gabriel Mehedff salienta que antigamente a educação profissional era vista como sendo de longa duração, onde era possível entrar no mercado de trabalho, podendo substituir a educação básica, pois nessa época o operário padrão era valorizado, bastando muitas vezes que vestisse a camisa da empresa. Porém, com a mudança de paradigma o novo lema hoje é Empresa competitiva, cidadão competente. Para ele, a educação profissional apenas é suplementar a educação básica, mas jamais poderá substituí-la. Ademais, o fortalecimento das pessoas pela educação cidadã de qualidade será sempre um caminho seguro para enfrentar a crise do desemprego. Pessoas educadas, mais do que treinadas, estarão em melhores condições de repensar alternativas, segundo Jorge Werthein. E complementa: a partir dessa premissa de complementaridade à educação de 1o. e 2o. graus, educação profissional tem que ser pensada em bases contínuas ou permanentes: não basta um único e longo curso para entrar no mercado. Todo trabalhador precisa ter chance de múltiplas entradas e saídas nos sistemas de educação profissional, para se qualificar ou se requalificar - não raro, no curto prazo, e durante toda sua vida produtiva. Educação profissional certamente não cria empregos. Sendo a educação a base para a formação profissional e fundamental na constituição da cidadania, é indispensável que ela seja realizada de forma continuada e permanente, não apenas para preparar qualificados desempregados, como ocorre com o ensino profissionalizante a longo prazo.

11 Mauro Del Pino salienta que a formação profissional tem sido vista como a resposta para os problemas imediatos do desemprego. Porém, a resposta para tal problema é a maior base científica e tecnológica, que dependem da educação básica, de formação profissional, qualificação e requalificação. José Pastore, porém, salienta: A educação sozinha não gera emprego. Mas ela ajuda a manter as pessoas empregadas assim como facilita a mudança de emprego. E complementa: nunca a educação foi tão crucial para as pessoas conseguirem um emprego e, sobretudo, permanecerem empregadas. Antonio Ermínio de Moraes salienta que hoje temos como característica a mudança de emprego continuamente, desaparecendo a figura do emprego para a vida toda, sendo que para isso as pessoas precisam cada mais possuir informações e desenvolver novas habilidades. Porém, a conseqüência disso é que quanto mais se exige do trabalhador, mais aumenta a pressão sobre aqueles que estão despreparados e não conseguem se adaptar à nova realidade, aumentando, dessa forma, a exclusão social dos mesmos. No entanto, temos um aspecto muito positivo de todo o panorama traçado, pois para Maria da Glória Gohn (2001, p. 95), a educação ganha importância na nova conjuntura da era da globalização, porque o elevado grau de competitividade ampliou a demanda por conhecimento e informações. Discordando do entendimento de muitos Autores aqui apontados, temos Peter Drucker, considerado um dos grandes pensadores da administração moderna, sobre Empreendedorismo e educação, o qual afirma que doravante os pais não mais deverão preparar os filhos para serem empregados, mas empreendedores, pois a era do emprego acabou, porém, o mercado estará sempre aberto para acolher novos empreendimentos criativos e interessantes. O certo é que os empresários, de uma maneira geral, passaram a encarar a educação de seus empregados como premissa essencial para sobrevivência em um mercado global. Hoje, dificilmente o acesso ao trabalho é garantido aqueles que não têm uma profissão, bem como não é mais possível se manter no mercado de trabalho se o leque de conhecimento não for ampliado continuamente.

12 Daí porque grande parte dos doutrinadores citados defendem uma educação continuada, onde a escola será uma instituição a ser freqüentada pelo resto das nossas vidas, para melhor aprimoramento e adaptação ao mercado de trabalho. 6. CONCLUSÃO Pudemos observar uma corrente doutrinária que defende ardorosamente o ensino profissionalizante no lugar do ensino básico, como solução para o problema do desemprego que a tantos atormenta atualmente, pois o ingresso no mundo do trabalho se daria em média de 04 (quatro) a 05 (cinco) anos do que se o indivíduo freqüentasse uma faculdade. Os que são contra tal corrente atacam dizendo que somente uma educação continuada será capaz de manter as pessoas no emprego, ou mesmo possibilitar o engajamento em novos empregos, pois o ambiente de trabalho é cada vez mais polivalente, exigindo que o trabalhador tenha maiores conhecimentos e múltiplas aptidões. Até mesmo os empresários passaram a investir mais na educação de seus empregados, com a finalidade de que os mesmos desenvolvam múltiplas tarefas em seu ambiente de trabalho. Em contrapartida, os trabalhadores também estão procurando se aperfeiçoar para que possam sobreviver no mercado competitivo. Por fim, há aqueles que defendem que a era do emprego acabou, pois, segundo estes, seria impossível o mercado de trabalho absorver toda a mão de obra disponível, que aumenta dia a dia, em desproporção ao número de empregos criados. BIBLIOGRAFIA ARROYO, Miguel G. Educação e exclusão da cidadania. In: BUFFA, Ester. NOSELLA, Paolo. Educação e cidadania: quem educa o cidadão? São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1987.

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