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1 Informativo da Prevenção Boletim das Coordenações de Prevenção em Segurança Pública / DEPRO / Secretaria Nacional de Segurança Pública / MJ Ano 2 Número 9 Julho de 2010 Brasileiros fazem curso de Polícia Comunitária no Japão Foto: Cristiano Guedes O Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), enviou ao Japão uma comitiva de 13 policiais militares de 11 Estados para participar do Curso Internacional de Multiplicador de Polícia Comunitária. A capacitação, realizada entre os dias 16 e 27 de junho, serviu para mostrar aos brasileiros o funcionamento das bases comunitárias do Sistema Koban, que estreita a relação entre o policial e os moradores de determinado bairro, por meio de visitas domiciliares e reuniões com os conselhos comunitários. O curso está dentre as ações do Acordo de Cooperação Técnica firmado em novembro de 2008, entre a Senasp, a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), a Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/ MRE) e a Polícia Militar do Estado de São Paulo. O modelo japonês de policiamento comunitário é um dos mais antigos do mundo, com cerca de 130 anos existência, e começou a ser aplicado no Brasil há cerca de uma década, pela PM de São Paulo. Essa é a segunda turma a ser capacitada no Japão, visando auxiliar na mudança de cultura do policial, para que ele se comprometa ainda mais com a prevenção primária da violência, de forma a garantir a cidadania e promover o respeito aos Direitos Humanos. Além de reduzir as tensões entre o agente de segurança pública e a comunidade, o policiamento comunitário promove maior eficiência no atendimento às demandas locais de controle da criminalidade e possibilita o uso mais adequado dos recursos humanos e materiais, com mobilização social e mediação de conflitos. A comitiva brasileira que viajou para o Japão foi formada por policiais do Acre, Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Para facilitar a aprendizagem em terras nipônicas, os militares receberam instruções sobre regras de etiqueta do país oriental e como deveriam se comunicar com os japoneses. Para fazer parte da equipe, os 11 policiais tiveram que passar pelo Curso Nacional de Promotor de Polícia Comunitária e pelo Curso Nacional de Multiplicador de Polícia Comunitária. Segundo o coordenador dos Cursos de Polícia Comunitária da Senasp, capitão PM Cristiano Guedes, que fez parte da comitiva, o curso foi importante para conhecer a rotina de trabalho dos policiais japoneses, que vão às casas das pessoas para coletar opiniões, sugestões e informações sobre a segurança pública. Conhecemos o funcionamento dos kobans, como são chamadas as bases comunitárias, e dos chuzaishos, que são bases onde o policial reside com sua família, atendendo as necessidades de segurança de determinado bairro. No Japão, quase metade do efetivo policial trabalha na área preventiva. A troca de experiência é necessária para aprimorarmos nossas ações no Brasil, que já segue caminho parecido no que diz respeito à aproximação da comunidade com a polícia, diz Guedes.

2 2 As instruções fazem parte da rotina dos policiais japoneses. Quando saem do serviço, eles são capacitados sobre práticas se segurança comunitária e cidadã. Fotos: Cristiano Guedes Os policiais brasileiros conheceram as técnicas e os equipamentos usados pela Polícia Comunitária do Japão. As bases policiais no Japão dispõem de informações sobre crimes que ocorrem na comunidade. Os dados ficam expostos para que o cidadão tenha acesso a eles. Segunda turma brasileira a ser capacitada em Polícia Comunitária no Japão, em frente a uma base policial do Sistema Koban.

3 3 Perito japonês visita projetos de Polícia Comunitária no Brasil Para conhecer a dinâmica brasileira de Polícia Comunitária e avaliar a implementação do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Brasil e o Japão, o inspetor da Polícia Nacional do Japão Naoto Honda visitou o Brasil entre os dias 14 de junho e 9 de julho. O perito conheceu os trabalhos desenvolvidos pelas bases de policiamento comunitário de São Paulo, Mato Grosso, Pará e Distrito Federal. O Acordo de Cooperação Técnica, que tem como principal finalidade a difusão do modelo japonês do Sistema Koban de policiamento comunitário no Brasil, foi assinado em 23 de novembro de 2008, pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJ), Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/ MRE) e pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. Para Naoto Honda, que terá que elaborar um relatório indicando o panorama de execução das metas do acordo, a vinda para o Brasil também serviu para a troca de experiências, já que, apesar de a polícia brasileira seguir os passos da nipônica, no que diz respeito à aproximação com a comunidade, há ações distintas desenvolvidas no país que serão levadas ao Japão, a exemplo da gestão das bases fixas e móveis. A viagem foi frutífera. Observei muitos detalhes que mostrarei aos meus colegas do Japão, como o modo de gestão na polícia comunitária de Brasília, que coloca a responsabilidade das funções diárias no sargento. Pelo que vi, a Polícia Comunitária está funcionando muito bem e todos os lugares que visitei estão no caminho certo. Notei que os comandantes de base estão bastante motivados para desenvolver o policiamento comunitário e isso é importante. Em geral, o Brasil está fazendo um bom trabalho, diz Honda. O Acordo de Cooperação Técnica prevê, até 2011, a capacitação de profissionais e a implementação do sistema Koban nas cinco regiões brasileiras. O coordenador de projetos da JICA Nobuyuki Kimura ressalta que, a cada ano, dois peritos japoneses visitam o Brasil. A estimativa é de que o próximo perito venha no dia 23 de agosto. O último tinha vindo em novembro do ano passado. Trata-se de profissionais gabaritados, indicados pela Polícia Nacional do Japão, com grande conhecimento na área, diz Kimura. Senasp compartilha dados da Infoseg com municípios paulistas A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) já compartilha os dados da Rede de Integração Nacional de Informações de Segurança Pública, Justiça e Fiscalização (Infoseg) com municípios do Estado de São Paulo. O coordenador-geral da Rede Infoseg, Reinaldo Las Cazas, e a coordenadora-geral das Ações de Prevenção em Segurança Pública da Senasp, Cristina Gross Villanova, participaram de uma reunião no dia 24 de junho, em Campinas/SP, para capacitar secretários, gestores e servidores públicos de 90 municípios de São Paulo, no que diz respeito às ferramentas de acesso ao sistema. A discussão técnica contemplou principalmente os 20 municípios paulistas que já tinham encaminhado ao Ministério da Justiça algum tipo de solicitação ou firmado acordo de cooperação para acesso à Rede. Com dados uniformizados, a Infoseg tem ganhado destaque por conta da agilidade, segurança e facilidade com o manuseio das informações e agora passa a contribuir no aprimoramento das políticas públicas de enfrentamento da violência em âmbito municipal. Com um banco de dados alimentado pelos Estados, os guardas municipais tem acesso a informações sobre mandados de prisão, roubo de veículos e outros registros criminais, assim como já acontece com os profissionais de segurança pública da cidade de Vinhedo, que interage com o sistema há oito meses. De acordo com Cristina Villanova, a capacitação durou o dia inteiro e serviu também para dirimir dúvidas que apareceram com o uso do sistema. "Na reunião do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, secretários e gestores municipais de São Paulo tinham ressaltado a importância da Rede Infoseg no desempenho das atividades realizadas pelas guardas municipais. Considerando que o acesso à Rede Infoseg é novidade para a maioria dos municípios, foi importante esta capacitação inicial para que o sistema possa ser bem aproveitado", explica a coordenadora. Las Cazas ressalta que a participação dos municípios na Rede Infoseg foi viabilizada pela regulamentação da Rede em 2007, por meio de convênio entre a prefeitura e a Senasp. Essa iniciativa está dentro do contexto de atuação dos municípios na prevenção da Segurança Pública, fomentado pelo Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), diz.

4 4 CGAP monitora a execução de projetos de prevenção da violência Em atendimento a orientações da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU), a Coordenação Geral das A- ções de Prevenção em Segurança Pública (CGAP), vinculada ao Departamento de Políticas, Programas e Projetos da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), começou a fazer visitas locais para verificar a execução de convênios firmados no âmbito da prevenção da violência. Ao lado da equipe da Coordenação Geral de Fiscalização de Convênios do Departamento de Execução e Avaliação do Plano Nacional de Segurança Pública da Senasp, os técnicos da CGAP estiveram, entre os dias 23 de junho e 7 de julho, nos municípios fluminenses do Rio de Janeiro, São Francisco de Itabapoana, Resende e Itaboraí. Segundo a coordenadora-geral das Ações de Prevenção em Segurança Pública da Senasp, Cristina Gross Villanova, o acompanhamento da execução dos convênios é uma obrigação do órgão repassador de recursos. Geralmente, as análises baseiam-se apenas na documentação encaminhada pelo ente federado às áreas técnicas, mas a fiscalização in loco ocorre sempre que possível e está prevista nas cláusulas dos termos de convênios celebrados com o Ministério da Justiça. O plano de trabalho dos projetos aprovados deve ser cumprido de forma transparente e os recursos aplicados de forma correta, obedecendo aos princípios constitucionais da legalidade, moralidade e eficiência. Enquanto a Coordenação Geral de Fiscalização de Convênios analisa a regular aplicação dos recursos, nós ficamos responsáveis por averiguar o cumprimento do objeto pactuado. Além de monitorar a execução física do plano de trabalho, aproveitamos para orientar nossos parceiros no tocante aos procedimentos técnicos e operacionais necessários à perfeita execução do projeto, diz Villanova. Em 2009, a Senasp aprovou R$ 97,4 milhões para investimentos em projetos na área de prevenção em segurança pública, sendo R$ 67,9 milhões via Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e R$ 29,5 milhões pelo Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). De acordo com a coordenadora substituta das Ações de Prevenção em Segurança Pública da Senasp, Cátia Simone Gonçalves Emanuelli, os Estados e municípios que firmam parceria com a Senasp devem encaminhar um relatório trimestral sobre a execução físicofinanceira do convênio, prestar contas no prazo previamente estabelecido e zelar pela conservação e manutenção dos bens adquiridos. A fiscalização é uma das funções básicas da administração existentes em qualquer organização, seja ela pública ou privada. A fiscalização pode ser realizada através de análise documental ou com visitas locais, com o objetivo não apenas de identificar improbidade, negligência ou omissão, mas, principalmente, de antecipar essas ocorrências e orientar os parceiros, para que o resultado se reverta efetivamente em bens e serviços que beneficiem a sociedade e fortaleça a gestão pública, ressalta Cátia Emanuelli. As propostas recebidas pela CGAP são voltadas geralmente às ações de prevenção junto à comunidade, ao apoio na realização de seminários, cursos e fóruns, aparelhamento das delegacias especializadas no atendimento a grupos em situação de vulnerabilidade, ao fortalecimento de corregedorias e ouvidorias das polícias, ao reaparelhamento e à capacitação das guardas municipais. Nossa missão é planejar, pactuar, implementar, coordenar e apoiar, junto aos Estados, Distrito Federal, municípios e consórcios intermunicipais, a implementação de projetos multisetoriais de prevenção, com objetivo de enfrentar a violência, a criminalidade e a discriminação de credo, etária, de gênero, raça e orientação sexual, bem como promover os espaços de convivência pacífica por meio de profissionais de segurança pública com a sociedade civil e a comunidade, com enfoque especial em crianças, adolescentes e jovens, destaca Cristina Villanova. Guarda Civil de Osasco inaugura Centro de Formação e Ensino Foi inaugurada, no dia 6 de julho, a nova sede do Centro de Formação e Ensino do Departamento de Segurança Urbana da Guarda Civil Municipal de Osasco/SP. A iniciativa é fruto de um convênio firmado entre a Prefeitura da cidade e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), que tem apoiado, em todo o Brasil, treinamento e qualificação do efetivo das guardas municipais. Para o comandante da Guarda Civil de Osasco, Gilson Menezes, o Centro de Formação servirá como instrumento de prevenção da violência e criminalidade no município, podendo ser compartilhado por profissionais de outras cidades paulistas, tais co- mo Ferraz de Vasconcelos, Piedade e Embu-Guaçu. A sede conta com auditório para 90 pessoas, academia para exercícios físicos, sala administrativa e três salas de aula, munidas de televisor, vídeo e data-show. Além de investirmos na formação profissional, criamos plano de carreira e implantamos a guarda feminina, ressalta.

5 5 Brasil leva aos EUA experiências de prevenção às drogas A Coordenação Geral do Plano de Implantação e Acompanhamento de Programas Sociais de Prevenção da Violência do Departamento de Políticas, Programas e Projetos da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Piaps/Depro/Senasp) participou de um treinamento nos Estados Unidos, no período de 18 a 24 de julho, no âmbito das atividades da 23ª Conferência Internacional de Formação em Educação para Resistência ao Abuso de Drogas. Durante o evento, que aconteceu em Cincinnati/Ohio, um dos diretores da D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education) Internacional, Michael Kuhlman, reuniu os representantes da Embaixada dos EUA no Brasil, da Senasp, da Câmara Técnica do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares (CNCG) e da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). Segundo o coordenador geral do Piaps, coronel PM Erisson Lemos Pita, o objetivo da reunião foi discutir as ações da cada instituição na expansão do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) no Brasil, em que os currículos adotados seguem o modelo da D.A.R.E Internacional tanto nos ensinos fundamental e médio quanto nos cursos suplementares, para pais e responsáveis. O plano de metas, até 2012, é de aprimoramento qualitativo e quantitativo do programa em âmbito nacional, com formação, atualização e nivelamento dos instrutores. Em 2009, a Senasp investiu R$ 5,7 milhões em convênios e quase R$ 590 Erisson Pita diz que o Brasil é um dos países da América Latina que mais contribuem com a expansão do Proerd. mil em execução direta, para o desenvolvimento das atividades do Proerd no Brasil. Dentre as ações que apoiamos no ano passado, destacaram-se o Encontro dos Coordenadores Estaduais no Rio Grande do Norte, os Cursos de Instrutores e Mentores no Paraná e o Evento de Capacitação em Minas Gerais. Em 2010, faremos a atualização do novo currículo em dez lições; um Curso de Nivelamento de Mentores, no Rio de Janeiro; um Curso para os instrutores do Rio de Janeiro, Piauí e Sergipe; um Seminário Proerd, no Paraná; um Encontro de Pedagogos, no Distrito Federal e um Curso de Instrutores no Maranhão, diz o coronel Pita. O Brasil tem se destacado como um dos países da América Latina que mais contribuem com a ampliação do programa, tendo ultrapassado a marca dos 12,5 milhões de atendimentos nos últimos 18 anos. O Proerd é aplicado nos 26 Estados, no Distrito Federal e em municípios brasileiros, possuindo material didático adaptado conforme as necessidades culturais e especiais de cada aluno, além de contar com os respectivos manuais que auxiliam os policiais facilitadores nas modalidades de ensino e aprendizagem. Dentre as experiências brasileiras mais exitosas destacam-se o Proerd para adolescentes que cometeram atos infracionais, da Brigada Militar do Rio Grande do Sul; o Proerd para estudantes portadores de necessidades especiais, desenvolvido no Distrito Federal, São Paulo e Rio Grande do Sul; o Proerd para comunidades ribeirinhas, do Pará, Amazonas, A- cre, Rondônia e Roraima; o Clube de Pais do Proerd, oriundo do Rio Grande do Norte, e o Proerd voltado a assentamentos rurais e comunidades indígenas, do Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. Segundo o assistente técnico do Piaps, capitão PM Muriel Mendonça Dias Silva, que participou do evento, os educadores sociais do Proerd que atuam nas comunidades indígenas aprenderam as línguas nativas para se comunicarem com as crianças e adolescentes. Há também, no Paraná, o Clube Proerd, em que educadores voluntários aplicam cursos de informática, línguas estrangeiras, artesanato, artes cênicas, música e dança. São realizados acampamentos e atividades relacionadas a campanhas de saúde, prevenção ao uso de drogas etc, ressalta o capitão.

6 6 Senasp apoia eventos locais para promoção de políticas de prevenção em segurança pública Fotos: Divulgação Além de promover seminários que qualifiquem o debate em torno do papel do município no Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) tem apoiado diretamente a realização de cursos de capacitação para as guardas municipais e estimulado o debate por meio de eventos locais ou regionalizados. No dia 7 de junho, em Amparo/SP, a Senasp participou ativamente do 1º Fórum de Segurança Municipal e, no dia seguinte (8/06), foi a vez da cidade de Americana/SP receber a equipe da Secretaria Nacional para uma palestra. O Fórum contou com a participação de representantes das Guardas de oito municípios paulistas, enquanto que a palestra foi proferida para 70 novos guardas municipais de Americana, convocados no início deste ano. Segundo a coordenadora geral das Ações de Prevenção em Segurança Pública da Senasp, Cristina Villanova, que foi palestrante nos dois eventos, a intenção do Governo Federal é compartilhar conhecimento junto aos profissionais que trabalham com segurança pública nos municípios, mostrando os limites e desafios dos gestores e das guardas municipais e a necessidade de participação comunitária na tomada de decisões sobre políticas de prevenção e controle da violência. Essa foi a primeira vez que a Senasp foi discutir o assunto naquela região. Falamos sobre as ações do Ministério da Justiça, as diretrizes do SUSP e do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) e o papel do município na prevenção da criminalidade. Percebemos que ambos os municípios possuem uma estrutura bem organizada, no que diz respeito à segurança pública, e que contam com um alto poder de articulação para vencer o desafio da complexidade do tema, diz Villanova.

7 7 Maria de Fátima Pagan, Carlos Alberto Pagotto, Wanderley Cardoso e Cristina Villanova no Fórum de Segurança Municipal, em Amparo,SP. Além de ministrar palestra, Cristina Villanova visitou as instalações da Guarda Municipal de Amparo,SP, que já recebeu verba do MJ por meio de convênio. Em Amparo,SP, ocorrem reuniões semanais para discutir o tema da segurança pública, com a participação do promotor de Justiça, do delegado da Polícia Civil e representantes da Polícia Militar. Coordenação Cristina Gross Villanova Erisson Lemos Pita Gerência de conteúdo Patrícia Costa Textos e diagramação Danielle Azevedo Souza Secretaria Nacional de Segurança Pública Ministério da Justiça Governo Federal O conteúdo deste informativo pode ser acessado através do Portal de Segurança com Cidadania (www.segurancacidada.org.br) ou pela intranet do Ministério da Justiça, no link Informativos : SENASP.

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