Excel ent íssimo Senhor Desembargador Federal do Trabalho Altino P edrozo dos Sant os P resident e do Tribunal Regi onal do Trabalho de 9ª Regi ão

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Excel ent íssimo Senhor Desembargador Federal do Trabalho Altino P edrozo dos Sant os P resident e do Tribunal Regi onal do Trabalho de 9ª Regi ão"

Transcrição

1 Curitib a, 11 d e d ezemb r o d e Excel ent íssimo Senhor Desembargador Federal do Trabalho Altino P edrozo dos Sant os P resident e do Tribunal Regi onal do Trabalho de 9ª Regi ão P ropost as para a segurança dos ofi ci ai s de j usti ça. Os oficiais d e j ustiça d o TRT9 agr ad ecem p ela solicitud e e acolhimento com q ue for am r eceb id os p or essa Pr esid ência na r eunião r ealizad a no dia 18/11/2014, q uand o d a p assag em d o sétim o dia d a m or te d o coleg a Oficia l de Justiça Fr ancisco Per eir a Lad islau Neto. Por sug estão d e Vossa Excelência, r ealizam os um intenso d eb ate com coleg as d e tod o o Estad o p ar a verificar as condições d e seg ur ança nas d iversas localid ad es e r eunir pr op ostas cap azes d e minim izar os p er ig os a que estam os exp ostos no cumpr im ento d as ord ens judiciais. Constatam os um a for te sensação d e inseg ur ança entr e os oficiais ao tr ab alhar em sozinhos em locais isolad os e zonas urb anas d e alto r isco com o d ever d e imp or a vontad e d a lei e do Juízo aos p ar ticular es, q ue m uitas vezes pr ocur am exter nar sua contr ar ied ad e e fr ustr ação p ar a a face visível d o Pod er Judiciário q ue está ali ao seu alcance: o oficial d e justiça. Os r elatos d e situações d e r isco são inúm er os e os oficiais carr eg am consig o um a intensa pr essão psicológica p or exer cerem função extr em am ente ar riscad a. Recentem ente, o Pr esid ente d o TST, Ministr o Barr os Levenhag en, encam inhou m ensag em ao Colég io d os Pr esid entes e Corr eg ed or es de Tr ib unais Regionais d o Tr ab alho p ar a q ue se intensifiq uem as m edidas p ar a pr om over a seg ur ança d os oficiais d e j ustiça. Gostar íam os d e p ed ir seu ap oio às pr ovid ências sug eridas p elo colegiad o e, em vir tud e d e seu pr estígio e influência junto aos nossos ór g ãos d ir etivos, em esp ecial ao Conselho Sup erior d a Justiça do Trab alho, a pr op osição e d efesa d e m edidas assecur atórias aos oficiais d e justiça. Em vista d a gr and e r elevância d o tem a, q ue envolve a pr eser vação d a vid a d os ser vid or es, e atend end o à sua convocação, vim os tr azer pr op ost as e p edid os q ue, entend em os, p od em atenuar o risco e assim atend er aos anseios da categ oria p or m aior seg ur ança. Acr editam os q ue m uitos d os itens a seg uir elencad os p o d em ser atend id os d e form a dir eta e imediata p or nosso Regional, sob a d eter minação d e Vossa Excelência.

2 1 - Reconhecim ento da atividade de ri sco Os Oficiais d e Justiça d esemp enham evid ente ativid ad e d e risco, não ap enas p or sua atuação exter na em locais p er ig osos, m as p ela natureza d e sua função, d efinid a com o aq uela exercid a p or servid or p úblico na execução d e ord ens judiciais, em vista d os p er ig os envolvid os em sua efetivação com for ça cog ente e p ela impr evisibilid ad e d as r eações d os d estinatários, m uitas vezes am eaçad or as ou violentas. Com o essas dilig ências constituem o d ia a d ia d e tr ab alho, o p erigo é constante e se estend e aos outr os m om entos d a vid a d o oficial d e justiça, sujeito tamb ém a atos d e ving ança, am eaça e pr essão p sicológica d e eventuais d escontentes. Nossas entid ad es r ep r esentativas em nível nacional envid am esfor ços p ar a o r econhecimento d essa cond ição d e risco nas vias adm inistr ativa, jud icial e legislativa, e suas conseq uências pr incip ais são a aut ori zação do port e de arm a para def esa pessoal e a aposent adori a especi al, dir eitos atrib uíd os a diver sos ser vid or es q ue exer cem ativid ad e d e risco sem elhante à nossa. O Conselho d a Justiça Fed er al há m uito r econheceu os p erig os d a função d o oficial d e justiça em d ecisão no p r ocesso 8661 /85 m encionad o p ela Senhor a Ministr a Car m en Lúcia em julg am ent o d o Mand ad o d e Injunção 833 /2008, q ue tr ata d a ap osentad oria esp ecial, ond e afir m a q ue o ofi ci al de j usti ça exerce ativi dade com risco ai nda m aior que aquel a exercida pel os poli ci ai s f ederais e c ivi s, op inião b asead a no fato d e q ue o oficial enfr enta as dilig ências sozinho, d esar m ad o, sem ap oio ou eq uip am ento d e seg ur ança individ ual, cond ições às q uais os p oliciais não estão sujeitos. Diversas d ecisões em Mand ad os d e S eg ur ança imp etr ad os p or oficiais d e justiça em tod o o Br asil conced em o p orte d e arm a a esses p r ofissionais, b asead as no r isco a q ue estão subm etid os e a na Instr ução Nor m ativa n. 23/2005/DG/DPF d a Polícia Fed er al q ue consid er a com o atividad e d e risco p ar a a concessão d o p or te d e arm a nos ter m os d a Lei /2003, Estatuto d o Desar m am ento, a execução d e ord ens judiciais. Emb or a os p ed id os p ar a a g ar antia d esses d ir eitos sigam vias q ue p od em escap ar à com p etência im ed iata do Trib unal Reg ional, m uitas interp elações r eq uer em o p ar ecer d a adm inistr ação sobr e o tem a, r azão p ela q ual soli cit am os seu apoio às i ni ci ativ as que vi sam ao reconhecim ent o do ri sco const ant e de nossa ativi dade e aos consequent es di reitos ao port e de arm a e à aposent adori a especi al. Pedim os tamb ém seu p osicionam ento favor ável a esse pleito nos órg ãos diretivos d o Judiciár io e q uand o consultad o, judicial ou ad ministr ativam ente, sobr e a q uestão.

3 2 Aum ent o do quadro de Ofi ci ai s de Justi ça As autorid ad es p oliciais e esp ecialistas em seg ur ança p úb lica r ecom end am q ue dilig ências arr iscad as sejam r ealizad as p or p elo m enos d ois p oliciais e jam ais d e form a solitária. A pr esença d e um coleg a d e ser viço é elem ento fundam ental de seg ur ança, p ois inib e tentativas d e r eação violenta e p ossib ilita defesa m ais efetiva. Ser ia d esejável q ue tod as as d ilig ências d e intervenção no p atrim ônio ou lib erd ad e individ ual fossem r ealizad as p or d ois oficiais d e justiça confor m e exigid o p elo Códig o d e Pr ocesso Civil ao d iscip linar a b usca e apr eensão e o ar r omb am ento (CPC, ar t. 661 e ar t. 842), m as o r ed uzid o q uadr o d esses ser vid or es em nosso Trib unal d ificulta sobr em aneir a esse pr ocedimento. Na pr ática, se está exigind o q ue os oficiais d ilig enciem sozinhos, o q ue nem m esm o a p olícia se ar risca a fazer. Compr eend em os as dificuld ad es p ar a o aum ento d e q uadr os em q ualq uer órg ão p úblico, m as estam os d iante d e um a q uestão d e seg ur ança q ue d eve ser sempr e priorizad a. A R esolução 63/2010 d o CSJT em seu ar tig o 7º d efiniu os p ar âm etr os p ar a o q uantitativo d e oficiais d e justiça em cad a unid ad e judiciária em núm er os sup er ior es aos ob ser vad os hoje em nossas var as e centr ais d e m and ad os. Além disso, a Resolução facultou a cad a Regional a ad eq uação d esse núm er o à d em and a, q ue em nosso caso é alta em pr aticam ente tod as as unid ad es. Não ob stante, a d esig nação d e novos p ostos d e oficial d e justiça tem sid o preter id a nas últim as cr iações d e carg os em nosso Trib unal. Em vista d o exp osto, solicitam os a essa pr esid ência a ob ser vação d os critér ios p ar a distrib uição d e carg os estab elecid os na m encionad a r esolução e a tom ad a d e p r ovid ências p ar a o aum ento d o q uadr o d e oficiais d e justiça no TRT9. 3 Acompanham ent o por agente de segurança Disp om os d e um q uad r o d e ser vid or es q ue ocup am carg o esp ecífico na ár ea d e seg ur ança, p r ovid o d e gr atificação pr óp ria e com a autorização leg al p ar a o p or te d e ar m a pr evista na Lei /2012. Os ag entes d e seg ur ança, q ue p od em ser d esig nad os p ar a a p r oteção d o fór um, d os m agistr ad os e d e suas fam ílias, p od er iam ser acionad os, onde estiver em disp onívei s, p or r eq uisição d o oficial d e justiça, p ar a acompanhá-lo em dilig ências d e risco, em ár eas r em otas ou notad am ente p er ig osas. A pr esença do seg ur ança d evid am ente car acter izad o te m forte p od er inibitório de atitud es violentas.

4 Da m esm a for m a, os veículos d o Trib unal exer cem esse p ap el d e seg ur ança ostensiva e p od eriam ser disp onibilizad os aos oficiais d e justiça p ar a dilig ências p er ig osas ond e não convém o uso d o car r o p ar ticular. Assim, r eq uer em os p r ovid ências p ar a q ue o setor d e seg ur ança e tr ansp or te viabilize acomp anham ento p or ag ente d e seg ur ança e o tr ansp or te em veículo oficial ond e p ossível, sob r eq uisição fund am e ntad a d o oficial d e justiça. 4 Redução do núm ero de m andados O excesso d e m and ad os é um fator d e r isco, p ois r etir a d o oficial d e justiça temp o d e pr ep ar ação p ar a as d ilig ê ncias m ais d elicad as e p er ig osas. Não obstante, ob ser vam os a utilização d o oficial p ar a inúm er as com unicações e diligências q ue p od eriam ser r ealizad as p or outr o m eio. O pr ovim ento conjunto pr esid ência/corr eg ed or ia TRT9-02/2010, q ue p adr oniza a ativid ad e d os oficiais d e justiça, tr az em seu ar t. 6º orientação nesse sentid o, a q ual nem sempr e é ob ser vad a. O oficial d e j ustiça d ever ia ser r eservad o p ar a as dilig ências m ais elab or ad as e q ue exig em a pr esença d o ag ente p úblico. As com unicações m ais simp les, com tod o o r esp eito ao seu conteúd o, p od em ser r ealizad as p or outr os m eios m ais ad eq uad os à sua natur eza. Tal é o caso de inúm er as intim ações d e testem unhas, alter ação d e d ata d e audiência e com unicações com conteúd o favor ável tais com o ciência d e g uia d e r etirad a, e q ue m uitas vezes o d estinatár io d eclar a já estar ciente q uand o lhe entr eg am os o d ocum ento. Nem m esm o o pr ocesso eletr ônico tem conseg uid o r ed uzir a exp ed ição d e m and ad os, talvez p orq ue as funcionalid ad es d o m und o digital não estejam send o plenam ente utilizad as. Diversas intimações à F azend a Púb lica aind a são feitas p or m and ad o, q uand o o simples cad astr am ento d o órg ão em nosso sistem a de pr ocesso eletr ônico p er mitir ia a intim ação autom ática d as diver sas pr ocur ad orias. Esp ecificam ente, o m and ad o d e citação executiva, q ue constitui um g r and e núm er o d e dilig ências r ealizad as p or oficial d e justiça (CLT, ar t. 880), p od eria ser substituíd o p or m od alid ad es m ais céler es com o a criad a p elo ar t. 475-J d o CPC, já r eg ulam entad o p ela OJ EX SE 35 d e nosso Tr ib unal, em q ue a com unicação p ar a p ag am ento p od e ser feita eletr onicam ente p or simp les intim ação, disp ensand o - se a em issão d o m and ad o. Solicitam os, p ois, um a r ecom end ação d a Pr esid ência/corr eg ed oria p ar a q ue as Var as d o Tr ab alho evitem ao m áximo a emissão d e m and ad o s d e simples intim ação p or oficial d e j ustiça, ad otem os novos pr oced im entos d e com unicação na execução e privilegiem o uso d os m eios ordinários e eletr ônicos com o, p or exem p lo, o corr eio, o m alote d igital e o cad astr am ento d e tod os os órg ãos p úb licos p ar a o r eceb im ento d e intim ações eletr ônicas.

5 5 Banco de dados de inf orm ações de segurança No cumprim ento d os m and ad os judiciais os oficiais d e j ustiça se d ep ar am com locais e p essoas q ue r epr esentam risco à seg ur ança. Ao d escr ever em essas situações em cer tid ão, infelizm ente, elas ficam esq uecid as nos autos e o p r óximo coleg a a atuar naq uelas circunstâncias sofr er á com os m esm os r iscos p ar a os quais não foi aler tad o. Essas inform ações p r ecisam ficar disp oníveis p ar a tod os os oficiais d e justiça e o com p ar tilham ento eletr ônico nos p ar ece o m elhor caminho. Os pr óp rios oficiais p od eriam alim entar um sistem a d essa natur eza d esd e q ue disp usessem d as ferr am entas ad eq uad as. Atualmente o SUAP id entifica os end er eços neg ativos com d estaq ue em verm elho p ar a evitar q ue m and ad os sejam em itid os p ar a a r ealização d e um a dilig ência inútil. Da m esm a form a um end er eço, um nom e ou núm er o d e d ocum ento p od eriam ser cad astr ad os no sistem a com o p otencialmente p erig osos, d e m aneira q ue um aler ta fosse emitid o no m om ento d a g er ação d o m and ad o q uando houvesse situação d e p erig o pr eviam ente cad astr ad a e assim o oficial p od eria ser aler tad o no texto d o p r óprio m and ad o, p od end o tom ar as m edid as d e pr ecaução necessárias. Solicitam os, p ois, a d eterminação da Pr esid ência p ar a q ue a S ecr etaria d e Tecnologia d a Infor m ação crie ferr am enta eletr ônica p ar a o comp ar tilham ento d as inform ações d e seg ur ança, autorizand o, em car áter e xcepcional, o d esenvolvim ento d e novas soluções em inform ática. De ig ual m aneir a, solicitam os seja encaminhad o p edid o d e d esenvolvim ento d e ferr am enta similar ao Com itê Gestor Nacional d o Pr ocesso Judicial Eletr ônica d a Justiça d o Tr ab alho - PJE- JT. 6 Acesso ao I NFOSEG O Infoseg é o m aior cad astr o d e seg ur ança p ública d o p aís e ag reg a inform ações sob r e p essoas e empr esas. O sistem a c onsolid a d ad os d os órg ãos d e seg ur ança estad uais e fed er ais d e tod o o Br asil sob r e ind ivíd uos q ue p ossuam inq uéritos p oliciais, m and ad os d e prisão, ar m as d e fog o e pr ocessos crim inais. Essas infor m ações r evelam m uito sobr e nossos p ossíveis interlocutor es e o gr au d e r isco q ue p od em apr esentar. Quand o se tr ata d e seg ur ança, a pr evisib ilid ad e e a intelig ência são fator es d ecisivos e as infor m ações d os órg ãos d e seg ur ança p úb lica d evem estar à disp osição d o oficial d e justiça p ar a pr ep ar ar suas d ilig ências e tom ar as pr ecauções necessárias. O acesso ao Infoseg é a m ed id a m ais simp les e efetiva q ue p od em os tom ar p ar a a r ed ução d o risco em nossas dilig ências e j á é g ar antid o a tod os os oficiais

6 d a Justiça Fed er al, d o TRT15 e a outr os servid or es q ue atuam na r ealização d e dilig ências exter nas e arriscad as. O convênio já existe em nosso Trib unal, m as seu acesso aind a não foi disp onibilizad o aos oficiais, p or isso r eq uer em os a inter venção d a Pr esid ência p ar a q ue o setor d e convênios viabilize o acesso ao Infoseg aos oficiais d e justiça q ue o r eq uer er em. 7 Aprim oram ent o da comuni cação com a P olíci a Os oficiais d e justiça necessitam d a pr esença d a p olícia p ar a a p r ática d e atos d e força e coerção e p ar a r esg uard ar sua integrid ad e física, m as em m uitas cid ad es encontr am d ificuld ad e p ar a r eq uisitar o acomp anham ento p olicial. Nas dilig ências em q ue se p od e antever a p ossib ilid ad e d e r esistência à ord em judicial ou naq uelas em q ue há evid ente risco p ar a o oficial d e justiça, p od em os solicitar auxílio pr eviam ente, m as a Polícia Militar p ed e o envio d e ofício r eq uisitório ao com and o r eg ional, pr ocedimen to q ue tom a d e 5 a 10 dias e q ue nem sempr e ob tém o r esultad o d esejad o, p ois não é r ar o q ue o d ocum ento atr ase nos tr âmites inter nos e no m om ento d a dilig ência o oficial não consig a o esp er ado acomp anham ento. Entend em os q ue o m and ad o judicial é o instr um ento ad eq uad o p ar a a r eq uisição d e acomp anham ento p olicial, b astand o q ue em seu texto conste a autor ização p ar a tal e a ord em esp ecífica p ar a os p oliciais acompanhar em o oficial d e justiça, g ar antir em sua integridad e física e a pr ática d o ato p rocessual, o q ue já é r ecom end ad o no pr ovimento pr esidência/corr eg ed or ia TRT9 02/2010, ar t. 20, m as p ouco observad o. Aind a no tem a d a p r evisibilid ad e, a Polícia Militar p od er ia comp ar tilhar conosco suas estatísticas d e criminalid ad e e o m ap eam ento d as ár eas com m aior núm er o d e ocorr ências e sua m od alid ad e. Nas situações inesp er ad as d e am eaça e violência ou q uand o é necessár ia ação im ediata p ar a imp edir o p er ecim ento d o d ir eito, pr ecisam os chamar a p olícia d e form a em erg encial utilizand o a Centr al 190, m as tem os r elatos d e dificuld ad e em ob ter auxílio im ed iato e p or vezes a inform ação r ecebida é a d a necessidade d e ofício r eq uisitór io. Pr ecisam os m elhor ar nossa com unicação com a Pol íci a M ilit ar e cr iar canais m enos b ur ocr atizad os p ar a r eq uisitar o r efor ço p olicial. Necessár io tamb ém o contato com a Pol íci a Federal, nas cid ad es ond e há efetivo, com o alter nativa p ar a acomp anham ento, p ois som os servid or es p úb licos fed er ais em ser viço e os crimes pr aticad os contr a nós são investig ad os p ela Polícia Fed er al. Par a sup er ar essas dificuld ad es solicitam os o contato d a Pr esid ência d o Trib unal com o com and ante d a Polícia Militar e o D eleg ad o Sup er intend ente d a

7 Polícia Fed er al no Par aná p ar a estab elecer um p r otocolo d e atendimento simp lificad o e d esb ur ocr atizad o. 8 Cursos preparat óri os na área de segurança A p r ep ar ação p ar a situações d e em erg ência é fund am ental e, diante d o r isco d e nossa ativid ad e, cur sos d e cap acitação em d efesa p essoal, utilização d e eq uip am entos d e seg ur ança, pr oced im entos d e em erg ência, d ir eção d efensiva/ofensiva e g er enciam ento d e conflitos são p ar te imp or tante d essa pr ep ar ação. Solicitam os, p ois, a r ealização p ela Escola Jud icial d e cursos na ár ea d e seg ur ança voltad os p ar a a atuação d o oficial d e j ustiça. 9 P reparação dos novos ofi ci ai s Quand o tom am p osse no carg o, os oficiais d e justiça se r essentem d e um a pr ep ar ação esp ecífica log o nos pr im eiros d ias d e atividad e. Muitos, dir ecionad os p ar a unid ad es ond e tr ab alhar ão sozinhos, iniciam o cum primento d e m and ad os sem instr ução form al pr évia ou acomp anham ento p or coleg a m ais exp er iente, o q ue os exp õe ao risco p ela inexp eriên cia. A Escola Jud icial tem r ealizad o cur sos d e cap acitação p ar a os oficiais r ecém - emp ossad os, o q ue é m eritório, m as d evem os avançar nessa form ação, com a d eter minação d e q ue tais cur sos sejam r ealizad os antes m esm o d e o oficial iniciar o cump rim ento efeti vo d os m and ad os e q ue eles sejam acomp anhad os p or p elo m enos um m ês p or coleg a m ais exp eriente antes d e assumir em seus pr óp rios m and ad os. Por isso p edimos sua d eter minação nesse sentid o. 10 Equipam ent os de segurança O for necim ento d e eq uip am entos d e seg ur ança p elo empr eg ad or é pr ovid ência d efend id a p ela Justiça d o Tr ab alho q ue d evem os p r aticar em nosso m eio. Recentem ente a ad ministr ação tom ou a louvável iniciativa d e for necer t el ef ones celul ares sm art phones com pl ano de v oz e Int ernet p ara tod os os oficiais d o Estad o. Essa elog iosa m ed id a r epr esenta um imp or tante avanço na seg ur ança d os oficiais, p ois a p ossibilid ad e d e com unicação é o primeir o r eq uisito p ar a se ob ter auxílio e socorr o. Rog am os q ue esse eq uip am ento e os planos contr atad os sejam m antid os e g ar antid os a tod os os oficiais d o Estado, inclusive àq ueles q ue exer cem a função em car áter ad hoc e q ue r ealizam as m esm as funções d os oficiais d e justiça em carg o efetivo.

8 Quand o am eaçad os ou ab ord ad os p or m arginais nas r uas d a cidad e pr ecisam os d e um local seg ur o p ar a nos abr ig ar e q ue nos p ossibilite a fug a em seg ur ança. Tem se tor nad o usual nas gr and es cid ad es a ap licação d e pel ícul as de segurança q ue r eforçam os vidr os d o carr o contr a p ancad as e evitam o estilhaçam ento p or temp o suficiente p ar a q ue o m otorista p ossa empr eend er fug a. Solicitam os q ue o Trib unal d isp onibilize r ecur sos p ar a a instalação d esse tip o d e p elícula nos veículos d os oficiais q ue assim o r eq uer er em, um a vez que o custo com esse tip o d e eq uip am ento não está pr evisto na ind en ização d e tr ansp or te e se constitui em d esp esa com a seg ur ança d o ser vid or. Outr o eq uip am ento q ue p od e ser necessário p ar a d eterm inad as situações são os col et es bal ísti cos. Ob ser vam os q ue em d ilig ências acomp anhad os d a p olícia o oficial d e justiça é o único ser vid or d esp r otegid o contr a tiros d e ar m a d e fog o. Esse eq uip am ento d everia estar à disp osição d os oficiais q ue d ele necessitar em e q ue o r eq uer er em, p elo q ue solicitam os p r ovid ências p ar a sua aq uisição. Cer tos d e sua compr eensão e pr eocup ação com a seg ur ança d os oficiais d e justiça, p edimos o d eferimento d as p r op ostas or a apr esentad as e d esd e já agr ad ecem os p ela ab er tur a d esse imp ortante canal d e com unicação q ue r enova as esp er anças d e m elhoria d e nossas condições d e tr ab alho. O pr esente d ocum ento é sub scrito p elos oficiais d e justiça comp onentes d a comissão instituíd a p ar a sua elab or ação e ab a ixo nom inad os, além d os d em ais oficiais em tod o o Estad o q ue colab or ar am com id eias nos d eb ates on-line. Júlio Cez ar Ram os Hein Mar celo Ar aújo d e Fr eitas Mar ia Ang élica Cr ep aldi Bor nia Ricard o Pontalti

PRONUNCIAMENTO SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL DA PETROBRAS

PRONUNCIAMENTO SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL DA PETROBRAS PRONUNCIAMENTO SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL DA PETROBRAS Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Senadores, Amigos que nos assistem e nos ouvem pela Rádio Senado e pela TV Senado em Mato Grosso e no Brasil inteiro

Leia mais

PRONUNCIAMENTO SOBRE AS RECENTES CONSTATAÇÕES SOBRE O ESTADO ATUAL DA FERROVIA NORTE-SUL

PRONUNCIAMENTO SOBRE AS RECENTES CONSTATAÇÕES SOBRE O ESTADO ATUAL DA FERROVIA NORTE-SUL PRONUNCIAMENTO SOBRE AS RECENTES CONSTATAÇÕES SOBRE O ESTADO ATUAL DA FERROVIA NORTE-SUL Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Senadores, Amigos que nos assistem e nos ouvem pelos meios de comunicação

Leia mais

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular Área de formação 813. Desporto Curso de formação Técnico/a de Apoio à Gestão Desportiva Nível de qualificação do QNQ 4 Componentes de Sociocultural Duração: 775 horas Científica Duração: 400 horas Plano

Leia mais

Empresas e Organizações da Sociedade

Empresas e Organizações da Sociedade Administração e Planejamento em Serviço Social Profa. Edilene Mar ia de Oliveira Empresas e Organizações da Sociedade Civil Palavras chave: Gestão, administração púbica, gestor social 1 Aula Tema 5 Empr

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO 1. RESULTADOS QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO 1.1- QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO: AMOSTRA REFERENTE AS

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Abril / 2014 (dados até Março)

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Abril / 2014 (dados até Março) ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Abril / 2014 (dados até Março) Sumário Executivo Os dados desse relatório são apresentados da ordem geral para específico, ou seja, apresenta

Leia mais

Ribeirão Bonito - SP Abril 2008 AMARRIBO A MA R R IB O

Ribeirão Bonito - SP Abril 2008 AMARRIBO A MA R R IB O Ribeirão Bonito - SP Abril 2008 A MA R R IB O A MA R R IB O w w w.a m a r r ib o.or g.b r f u n d a çã o: 1 4 d e n ov em b r o d e 1 9 9 9 loca liza çã o A MA R R IB O- A m igos A s s ocia d os d e R

Leia mais

Alencar Instalações. Resolvo seu problema elétrico

Alencar Instalações. Resolvo seu problema elétrico Alencar Instalações Resolvo seu problema elétrico T r a b a lh a m o s c o m : Manutenção elétrica predial, residencial, comercial e em condomínios Redes lógicas Venda de material elétrico em geral. Aterramentos

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Janeiro/2014 (dados até Dezembro)

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Janeiro/2014 (dados até Dezembro) ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Janeiro/2014 (dados até Dezembro) Sumário Executivo Os dados desse relatório são apresentados da ordem geral para específico, ou seja, apresenta

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Dezembro/2013 (dados até Novembro)

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Dezembro/2013 (dados até Novembro) ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Dezembro/2013 (dados até Novembro) Sumário Executivo Os dados desse relatório são apresentados da ordem geral para específico, ou seja, apresenta

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Setembro/2013 (dados até Agosto)

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Setembro/2013 (dados até Agosto) ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Setembro/2013 (dados até Agosto) Sumário Executivo (entrevistas realizadas em Julho/13) Os dados desse relatório são apresentados da ordem geral

Leia mais

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de APRESENTAÇÃO O T r i b u n a l d e J u st i ç a d e S ã o P a u l o d e s e n v o l ve, d e s d e 2 0 0 7, o P r o j e to P a t e r n i d a d e R e s p o n s á v e l. S u a d i s c i p l i n a e s t á

Leia mais

Gerência e Segurança d e R ed es W irel es s Claudia Pereira c lp ereir@ c is c o. c o m 1 Aplicaçõ e s I n t e r at iv as X Aplicaçõ e s T r an s acio n ais 1950s-1990s C a r t a s e me mo r a n d o s

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES APLICÁVEIS AO SERVIÇO DE TRANSFERÊNCIA DE DINHEIRO ( SERVIÇO ) PRESTADO PELA WESTERN UNION

TERMOS E CONDIÇÕES APLICÁVEIS AO SERVIÇO DE TRANSFERÊNCIA DE DINHEIRO ( SERVIÇO ) PRESTADO PELA WESTERN UNION TERMOS E CONDIÇÕES APLICÁVEIS AO SERVIÇO DE TRANSFERÊNCIA DE DINHEIRO ( SERVIÇO ) PRESTADO PELA WESTERN UNION O Ser viço é p r est ad o p ela West ern Un io n Paym ent Ser vices Ireland Lim it ed ( WUPSIL

Leia mais

C o p y r i g h t A r g e n s i n t e r S. R. L. T o d o s o s d i r e i t o s r e s e r v a d o s

C o p y r i g h t A r g e n s i n t e r S. R. L. T o d o s o s d i r e i t o s r e s e r v a d o s S e r r a s I n t e g r a i s d e M e t a l D u r o A r g e n s i n t e r standard C o p y r i g h t 2 0 1 1 - A r g e n s i n t e r S. R. L. T o d o s o s d i r e i t o s r e s e r v a d o s Serras Integrais

Leia mais

Mét odo do Valor At ual (VA) ou Valor Pr esent e Líquido (VPL)

Mét odo do Valor At ual (VA) ou Valor Pr esent e Líquido (VPL) Mét odo do Valor At ual () ou Valor r esent e Líquido (VL) O mét odo do Valor At ual () per mit e que conheçamos as nossas necessidades de caixa, ou ganhos de cer t o pr oj et o, em t er mos de dinheir

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Novembro / 2014 (dados até Outubro)

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Novembro / 2014 (dados até Outubro) ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Novembro / 2014 (dados até Outubro) Sumário Executivo Os dados desse relatório são apresentados da ordem geral para específico, ou seja, apresenta

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Outubro / 2014 (dados até Setembro)

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Outubro / 2014 (dados até Setembro) ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Outubro / 2014 (dados até Setembro) Sumário Executivo Os dados desse relatório são apresentados da ordem geral para específico, ou seja, apresenta

Leia mais

Prefeitura do Município de Carapicuíba Secretaria Municipal de Planejamento Urbano

Prefeitura do Município de Carapicuíba Secretaria Municipal de Planejamento Urbano Prefeitura do Município de Carapicuíba Secretaria Municipal de Planejamento Urbano L e i M u n i c i pa l n. º 2 1 0 7, d e 0 5 d e J u l h o d e 1 9 9 9. Dispõe s o b r e a d i v i s ã o d o ter r i t

Leia mais

Ciclo de Palestras. Celeb ra r o d ia d o p ro fissiona l fa rm a c êutic o c om c a p a c ita ç ões q ue p ossa m Instrum enta liza r e

Ciclo de Palestras. Celeb ra r o d ia d o p ro fissiona l fa rm a c êutic o c om c a p a c ita ç ões q ue p ossa m Instrum enta liza r e Ciclo de Palestras UDia do Farmacêutico OBJETIVO Celeb ra r o d ia d o p ro fissiona l fa rm a c êutic o c om c a p a c ita ç ões q ue p ossa m Instrum enta liza r e a tua liza r os p rofissiona is c om

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00004 Sexta-Feira Quit-Feira 08 11 de Março Janeiro de de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Nº

Leia mais

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 D A T A D E A B E R T U R A : 2 9 d e d e z e m b r o d e 2 0 1 0 H O R Á R I O : 9:0 0 h o r a s L O C A L D A S E S S Ã O P Ú B L I C A: S a l a d a C P L/

Leia mais

Des pacho Normativo n.º 37/2003

Des pacho Normativo n.º 37/2003 Des pacho Normativo n.º 37/2003 Cons i der ando que o Decr eto- L ei n.º 125/2003, de 20 de Junho, regulou a f or m a de emis s ão de bi lhetes de ingr esso nos recintos de es pectácul os de nat ur ez

Leia mais

DIRE ITO EM P RE S A RIA L

DIRE ITO EM P RE S A RIA L DIRE ITO EM P RE S A RIA L Um si n d i cato d e trab al h ad ores SI N F O, cu j a p recí p u a e ef eti va ati vi d ad e é a d e d ef en d er os d i rei tos l ab orai s d e seu s associ ad os resol veu

Leia mais

Considerando a capacidade de capacitação dos órgãos e entidades públicas de segurança, de saúde, forças armadas e auxiliares; e

Considerando a capacidade de capacitação dos órgãos e entidades públicas de segurança, de saúde, forças armadas e auxiliares; e 473, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2014 condutores, com redação dada pela Resolução CONTRAN nº 444, de 25 de junho de 2013. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO acional de Trânsito SNT; Considerando as regras, normas

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00034 Sexta-Feira Quit-Feira 22 08 de de Fevereiro Março de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

Leia mais

FACULDADES UNIFICADAS DA. Curso de Direito Escritório de Assistência Jurídica Registro OAB 6614 DA F UNDAÇ Ã O EDUCACIONAL DE B ARRETOS

FACULDADES UNIFICADAS DA. Curso de Direito Escritório de Assistência Jurídica Registro OAB 6614 DA F UNDAÇ Ã O EDUCACIONAL DE B ARRETOS FACULDADES UNIFICADAS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS Curso de Direito Escritório de Assistência Jurídica Registro OAB 6614 REGULAMENTO DO NÚ CLEO DE PRÁ TICA JURÍ DICA DA F UNDAÇ Ã O EDUCACIONAL DE

Leia mais

COMBINAR CORRESPONDENCIA, CREACIÓN DE INDICES Y TABLAS DE CONTENIDO EN MICROSOFT WORD.

COMBINAR CORRESPONDENCIA, CREACIÓN DE INDICES Y TABLAS DE CONTENIDO EN MICROSOFT WORD. COMBINAR CORRESPONDENCIA, CREACIÓN DE INDICES Y TABLAS DE CONTENIDO EN MICROSOFT WORD. I.E.S. ANDRÉS DE VANDELVIRA J. G a r r i g ó s ÍNDICE 1 COMBINAR CORRESPONDENCIA... 2 2. CREACIÓN DE ÍNDICES EN MICROSOFT

Leia mais

CONCEI TOS BÁSI COS I. Qualquer conceito sobre rede de computadores é arbitrário e depende do

CONCEI TOS BÁSI COS I. Qualquer conceito sobre rede de computadores é arbitrário e depende do APOSTILA DE REDES CONCEI TOS BÁSI COS I Qualquer conceito sobre rede de computadores é arbitrário e depende do cr it ér io que ser á ut ilizado par a def ini-lo. Assim, t emos vár ios conceit os: É um

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

Conhecendo o Kit Real

Conhecendo o Kit Real Conhecendo o Kit Real Versão do Kit Botão de Login Botões de Cálculo Pesquisa de Cálculos Botões de Transmissão Manutenção e Relatórios Acompanhamento de propostas transmitidas Versão do Kit: Mostra qual

Leia mais

LEI Nº 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 SUMÁRIO. T í t u l o I C a p í t u l o Ú n i c o D a s D i s p o s i ç õ e s P re l i m i n a res

LEI Nº 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 SUMÁRIO. T í t u l o I C a p í t u l o Ú n i c o D a s D i s p o s i ç õ e s P re l i m i n a res LEI Nº 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 SUMÁRIO T í t u l o I C a p í t u l o Ú n i c o D a s D i s p o s i ç õ e s P re l i m i n a res T í t u l o I I D o P ro v i m e n t o, Va c â n c i a, R e m o

Leia mais

M etodologia para elaboração de projetos. Disciplina:Projeto Professora:Fabiana Besen

M etodologia para elaboração de projetos. Disciplina:Projeto Professora:Fabiana Besen M etodologia para elaboração de Disciplina:Projeto Professora:Fabiana Besen O que é um projeto? Caractersticas í de um projeto Projetos x opera ções contnuas í Dem andas de um projeto Etapas de um projeto

Leia mais

Consultas e Serviços Especiais, com 0 (zero) dispositivos de segurança (Token) Agência: 3943 Conta Corrente: 13 001897-8 Titularidade: Cliente

Consultas e Serviços Especiais, com 0 (zero) dispositivos de segurança (Token) Agência: 3943 Conta Corrente: 13 001897-8 Titularidade: Cliente Termo de Adesão aos Serviços do Internet Banking Empresarial São partes neste Instrum ento: BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A., instituição financeira com sede no Município de São Paulo, Estado de São Paulo,

Leia mais

s er humano. Os benef íc ios da am ament ação e da relação af etiva

s er humano. Os benef íc ios da am ament ação e da relação af etiva O aleitamento mat erno faz parte do conhecim ent o nat ural do s er humano. Os benef íc ios da am ament ação e da relação af etiva que est e pr omove à mãe-filho, bem com o os inúm eros outros benef íc

Leia mais

INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (ICMPE) NO BRASIL. Novembro/2012 (dados até outubro)

INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (ICMPE) NO BRASIL. Novembro/2012 (dados até outubro) INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (ICMPE) NO BRASIL Novembro/2012 (dados até outubro) Características da pesquisa Objetivo: - medir o impacto da conjuntura econômica nas MPE brasileiras

Leia mais

Programa USP Recicla Coordenadoria Executiva de Cooperação Universitária e Atividades Especiais - USP

Programa USP Recicla Coordenadoria Executiva de Cooperação Universitária e Atividades Especiais - USP Programa USP Recicla Coordenadoria Executiva de Cooperação Universitária e Atividades Especiais - USP CEPARA - Centro de Pesquisa para o Aproveitamento de Resíduos Agroindustriais/ESALQ 1. INTRODUÇÃO A

Leia mais

Tópicos Quem é é a a PP aa nn dd ui t t?? PP oo rr qq ue um CC aa bb ea men tt oo PP er ff oo rr ma nn cc e? dd e AA ll tt a a Qua ll ii dd aa dd e e PP aa nn dd ui t t NN et ww oo rr k k II nn ff rr aa

Leia mais

INDÍGENAS NO BRASIL PRECONCEITO CONTRA INDÍGENAS

INDÍGENAS NO BRASIL PRECONCEITO CONTRA INDÍGENAS Capítulo 3 PRECONCEITO CONTRA INDÍGENAS Concordância com afirmações sobre indígenas Os í nd io s vivem mais d e aco rd o co m a nat ureza d o q ue o s b ranco s 75 15 3 432 Os í nd io s p ro t eg em mais

Leia mais

PARA: GEA-3 RA/CVM/SEP/GEA-3/Nº 40/14 DE: RAPHAEL SOUZA DATA: 07.05.14

PARA: GEA-3 RA/CVM/SEP/GEA-3/Nº 40/14 DE: RAPHAEL SOUZA DATA: 07.05.14 PARA: GEA-3 RA/CVM/SEP/GEA-3/Nº 40/14 DE: RAPHAEL SOUZA DATA: 07.05.14 ASSUNTO: GPC Participações S.A. Recurso adm inistrativo Processo CVM RJ-2014-4201 Senhor Gerente, I. Síntese 1. Trata-se de recurso

Leia mais

EDUCAÇÃO, ÉTICA E TECNOLOGIA Im p r e s s õ e s e R e f l e x õ e s Dagmar Aparecida Trautmann E s t a D i s s e r t a ç ã o f o i j u l g a d a a d e

EDUCAÇÃO, ÉTICA E TECNOLOGIA Im p r e s s õ e s e R e f l e x õ e s Dagmar Aparecida Trautmann E s t a D i s s e r t a ç ã o f o i j u l g a d a a d e UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA P RO G RAM A DE P Ó S-G RADUAÇ Ã O EM CIÊ NCIA DA CO M P UTAÇ Ã O D a g m a r A p a r e c i d a T r a u t m a n n EDUCAÇÃO, ÉTICA E TECNOLOGIA Im p r e s s õ e s

Leia mais

PRONUNCIAMENTO SOBRE AGÊNCIAS REGULADORAS COMO TEXTO

PRONUNCIAMENTO SOBRE AGÊNCIAS REGULADORAS COMO TEXTO PRONUNCIAMENTO SOBRE AGÊNCIAS REGULADORAS COMO TEXTO Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Senadores, Amigos que nos assistem e nos ouvem pela Rádio Senado e pela TV Senado Eu q ueria vir aq ui f alar

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE MODERNIZAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO. pronamp

PROGRAMA NACIONAL DE MODERNIZAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO. pronamp PROGRAMA NACIONAL pronamp PROGRAMA NACIONAL A modernização e o fortalecimento do Ministério Público é ação necessária ao progresso da segurança jurídica e da igualdade de todos os cidadãos (Documentos

Leia mais

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde B ra s ília, 26 de s etem bro de 2009 C o ntro le da s P o lític a s de L uiz R ibeiro FU N Ç Ã O D O J O R N A L I S M O J o r n a lis m o é a a tiv id a d e p r o fis s io n a l q u e c o n s is te e

Leia mais

Câmara Municipal de Porto Alegre

Câmara Municipal de Porto Alegre Câmara Municipal de Porto Alegre ATA DA SESSÃO DO PREGÃO ELETRÔNICO - para Registro de Preço EDITAL: 09/2014-SRP PROCESSO: 2615/13 Em, às 10:01 horas, na CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE - CMPA, sito à

Leia mais

APOSTILA EXCEL AIM - 2010. Prof. Helio Canavesi Filho

APOSTILA EXCEL AIM - 2010. Prof. Helio Canavesi Filho APOSTILA EXCEL AIM - 2010 Prof. Helio Canavesi Filho &DStWXOR$SUHVHQWDomRGR([FHO 6XPiULR &DStWXOR,QLFLDQGRR0LFURVRIW([FHO &DStWXOR/LQKDV&ROXQDVH&pOXODV &DStWXOR3DVWDGHWUDEDOKRH3ODQLOKDV &DStWXOR&RPRFULDULQVHULUH[FOXLUHPRYHUSODQLOKDV

Leia mais

Assistência Empresarial Gratuita ARTIGO 1 - DEFINIÇÕES A ) USUÁRIO:

Assistência Empresarial Gratuita ARTIGO 1 - DEFINIÇÕES A ) USUÁRIO: Assistência Empresarial Gratuita ARTIGO 1 - DEFINIÇÕES A ) USUÁRIO: B ) P ESSOA USUÁRIA: Entende-se por Pessoa Usuá ria, alé m do proprietá rio, os funcioná rios da Empresa, desde q ue, devidamente registrados

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA VALORIZAÇÃO DO COLABORADOR NOS EMPREENDIMENTOS HOTELEIROS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DA VALORIZAÇÃO DO COLABORADOR NOS EMPREENDIMENTOS HOTELEIROS RESUMO A IMPORTÂNCIA DA VALORIZAÇÃO DO COLABORADOR NOS EMPREENDIMENTOS HOTELEIROS PEREIRA, Rosemeire dos Santos Curso de Turismo Faculdade de Ciências Humanas ACEG Garça SP C H E H A D E, M ichelle B ellintani

Leia mais

EDITAL Nº 01 / 2 011 DE 2 8 DE FEVERE IRO DE 2 0 1 1 CONCURSO PARA I NGRES SO EM ESTÁG IO NA ÁREA DE D IRE ITO

EDITAL Nº 01 / 2 011 DE 2 8 DE FEVERE IRO DE 2 0 1 1 CONCURSO PARA I NGRES SO EM ESTÁG IO NA ÁREA DE D IRE ITO EDITAL Nº 01 / 2 011 DE 2 8 DE FEVERE IRO DE 2 0 1 1 CONCURSO PARA I NGRES SO EM ESTÁG IO NA ÁREA DE D IRE ITO A Co o r d e n a ç ã o d e E s t á g i o d a P r o c u r a d o r i a d a R e p ú b l i c a

Leia mais

2. A C l a s s i f i c a ção M S C 01 H i s t o r y a n d b i o g r a p h y 03 M a t h e m a t i c a l l o g i c a n d f o u n d a t i o n s 05 C o m

2. A C l a s s i f i c a ção M S C 01 H i s t o r y a n d b i o g r a p h y 03 M a t h e m a t i c a l l o g i c a n d f o u n d a t i o n s 05 C o m Áreas Científicas do Departamento de Matemática Docu mento de trab al h o 1. Introdução O D e p a r t a m e n t o d e M a t e m á t i c a e st á or g a n i z a d o e m q u a t r o S e c ç õ e s: S 8 1

Leia mais

O papel da mãe no desenvolvimento da criança

O papel da mãe no desenvolvimento da criança O papel da mãe no desenvolvimento da criança O pa pel d a m ãe no desenv olvim ento de um a cr i a n ça é i m portante pois esta é quem lhe v ai d ar as d efesas que n e cessita, assim como, tem o dever

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL Termo de Apreensão de mercadorias e outros bens (Artigo 859, 8º - RICMS/RO) (NR dada pelo Dec. 18976, de 30.06.14 efeitos a partir de 30.06.14) GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA D.R.F. AR/PF TERMO DE APREENSÃO

Leia mais

ÍN DICE GERAL. das sociedades (artigo 64.! 1 do CSC)... 19

ÍN DICE GERAL. das sociedades (artigo 64.! 1 do CSC)... 19 ÍN DICE GERAL P ro g ra m a d a s J o rn a d a s so b re a R e fo rm a d o C ó d ig o d a s S o c ie d a d e s C o m e r c ia is... 5 A p re s e n ta ç ã o... 9 D isc u rso d o M in istro d e E sta d o

Leia mais

Prefeitura Municipal de Gavião-BA

Prefeitura Municipal de Gavião-BA Edição Nº Nº 024/2012 030/2012 Segunda-Feira Quinta-Feira 08 26 de Março Junho de 2012 Rua Irmã Dulce, nº 370 Gavião Bahia CEP: 44650-000. Tel/Fax: 75.3682 2271 CNPJ: 13.233.036/0001-67 www.gaviao.ba.gov.br

Leia mais

MANUAL DE ESTRUTURA, NORMAS E PROCESSOS DA BIBLIOTECA DA FESVV

MANUAL DE ESTRUTURA, NORMAS E PROCESSOS DA BIBLIOTECA DA FESVV BIBLIOTECA DA FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE VILA VELHA MANUAL DE ESTRUTURA, NORMAS E PROCESSOS DA BIBLIOTECA DA FESVV Bibliotecária Luzia Ribeiro 2010 Juarez Moraes Ramos Júnior Diretor Geral Luiz Cláudio

Leia mais

1. A cessan do o S I G P R H

1. A cessan do o S I G P R H 1. A cessan do o S I G P R H A c esse o en de reç o w w w.si3.ufc.br e selec i o ne a o p ç ã o S I G P R H (Siste m a I n te g ra d o de P la ne ja m e n t o, G estã o e R e c u rs os H u m a n os). Se

Leia mais

ATA DA SESSÃO DO PREGÃO ELETRÔNICO EDITAL: 026/2014 PROCESSO: 910-04.96/14-1

ATA DA SESSÃO DO PREGÃO ELETRÔNICO EDITAL: 026/2014 PROCESSO: 910-04.96/14-1 ATA DA SESSÃO DO PREGÃO ELETRÔNICO EDITAL: 026/2014 PROCESSO: 910-04.96/14-1 Em, às 09:00 horas, na EMPRESA GAUCHA DE RODOVIAS S/A - EGR, sito à AV. BORGES DE MEDEIROS, 261-3ºANDAR - PORTO ALEGRE - RS,

Leia mais

Workshop da Micro e Pequena Indústria. Licenciamento Ambiental. CIESP Sorocaba 26/maio/2009

Workshop da Micro e Pequena Indústria. Licenciamento Ambiental. CIESP Sorocaba 26/maio/2009 Workshop da Micro e Pequena Indústria Licenciamento Ambiental CIEP orocaba 26/maio/2009 O CIEP - Regionais Meio Ambiente CIEP 31 grupos MA formados +9500 Empresas e 43 DRMD s ~ 290 profissionais voluntários

Leia mais

Fabiano Leoni. William Corbo

Fabiano Leoni. William Corbo Fabiano Leoni William Corbo O CURSO Este é um curso pensado especialmente para líderes inquietos e cheios de vontade de mergulhar fundo em PESSOAS. O curso Cultura & Encantamento pretende fornecer importantes

Leia mais

Construmat Barcelona

Construmat Barcelona Construmat Barcelona 20 a 24/04/2009 Realização Salvador Benevides Diretor de Rel açõ es Int ernaci onais e Co orden ad or do Pr oj et o de In ov açã o Tecn ológic a da CB IC Coordenação Alexandre Luis

Leia mais

B r ixmas t er. 1. Ger al

B r ixmas t er. 1. Ger al B r ixmas t er 1. Ger al É de impor tância fundamental que as uvas, especialmente as uvas de mes a destinadas à ex por tação, sejam colhidas com o teor de açúcar correto. S e for em colhidas muito cedo,

Leia mais

Empowerment d a s f a m í l i a s : E n ã o s e p o d e e m p o d e r á -l a s?

Empowerment d a s f a m í l i a s : E n ã o s e p o d e e m p o d e r á -l a s? Empowerment d a s f a m í l i a s : E n ã o s e p o d e e m p o d e r á -l a s? I s a b e l M e n e z e s U n i v e r s i d a d e d o P o r t o, P o r t u g a l O conceito de empoderamento (empowerment)

Leia mais

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI REFORMA POLÍTICA Capítulo VI REFORMA QUE O GOVERNO LULA E O CONGRESSO NACIONAL DEVEM PRIORIZAR [espontânea e única, em %] Pe so 1 0 0 % Re fe rê ncia s a re form a s Re form a Agrá ria 7 Re form a Tra

Leia mais

Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. Prof. Mat eus Andrade

Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. Prof. Mat eus Andrade Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. CLASSIFICAÇÃO DAS REAÇÕES CINÉTICAS I - Quant o à veloc idade Rápidas: neut ralizaç ões em m eio aquoso, c om bust ões,...

Leia mais

Oferta Significado 2011. Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão. Setembro 2011

Oferta Significado 2011. Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão. Setembro 2011 Oferta Significado 2011 Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão Setembro 2011 Data para submissão das Candidaturas: Até 10 de Outubro 2011 Financiamento Formação Geral Micro

Leia mais

As principais diretrizes de um sistema em três camadas. Luís Guilherme A. Pontes lgapontes@gmail.com www.guilhermepontes.eti.br

As principais diretrizes de um sistema em três camadas. Luís Guilherme A. Pontes lgapontes@gmail.com www.guilhermepontes.eti.br As principais diretrizes de um sistema em três camadas Luís Guilherme A. Pontes lgapontes@gmail.com www.guilhermepontes.eti.br O que é um sistema em três cam adas? ou melhor, O que é um sistema? Essa

Leia mais

ALFANDEGATUR - EMP.DESENV.TURIST.DE ALF.DA FE EM

ALFANDEGATUR - EMP.DESENV.TURIST.DE ALF.DA FE EM Cn t - 31. 05. 2014 Me s : Ma r ç o Pag. 1 11 CA I XA 41, 0 14. 63 37, 080. 00 3, 9 34. 6 3 111 Ca i x a 6, 0 47. 50 4, 449. 54 1, 5 97. 9 6 112 Ca i x a Fa c t u r a ç ão 34, 7 92. 13 32, 630. 46 2, 1

Leia mais

S EG UR O DE PR E Ç OS AG R IC ULTUR A FAMILIAR

S EG UR O DE PR E Ç OS AG R IC ULTUR A FAMILIAR MINIS TÉR IO DO DES ENVOLVIMENTO AG R ÁR IO S EG UR O DE PR E Ç OS PAR A A AG R IC ULTUR A FAMILIAR Perg untas e R es pos tas 1- O que é o S eg uro de Preços para a Ag ricultura Familiar? R É um mecanis

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Direito de associação do servidor público militar Paulo Tadeu Rodrigues Rosa* Constituição Federal vigente rompeu com o Estado até então existente e que era regido pela Constituição

Leia mais

NEWCOLLECTOR SISTEMA DE COBRANÇA. Controle Judicial. Manual de Instruções. Versão 8.32

NEWCOLLECTOR SISTEMA DE COBRANÇA. Controle Judicial. Manual de Instruções. Versão 8.32 NEWCOLLECTOR SISTEMA DE COBRANÇA Controle Judicial Manual de Instruções Versão 8.32 1 Sumário 1 CONTROLE DE COBRANÇA JUDICIAL... 4 1.1 ARQUIVO... 4 1.1.1 Processos...4 1.1.1.1 Réus Principais do Processo...13

Leia mais

DIAGNÓSTICO ESTRUTURAL DA JUSTIÇA DE 1º GRAU DO PARANÁ ( OUT/2009)

DIAGNÓSTICO ESTRUTURAL DA JUSTIÇA DE 1º GRAU DO PARANÁ ( OUT/2009) DIAGNÓSTICO ESTRUTURAL DA JUSTIÇA DE 1º GRAU DO PARANÁ ( OUT/2009) COMARCA: O SINDIJUS-PR pretende elaborar um diagnóstico da estrutura administrativa da justiça de 1º grau do Paraná e as condições gerais

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO fls. 200 Registro: 2014.0000390320 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 2044896-12.2014.8.26.0000, da Comarca de Franca, em que é agravante MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP GIS Gertran Integration Suite Guia de T ransferência de Arquivos Entidade x DATAPREV Versão 1.0 HTTPS G I S G ui a de T ra n sf er ên ci a d e Ar qu i vo s 1/ 8 ÍNDICE ANALÍT ICO 1. INTRODU ÇÃO......4

Leia mais

p r o jet p o r t át il d esem p en h o Rico h PJ WX3231N/ PJ X3241N/ PJ X3131

p r o jet p o r t át il d esem p en h o Rico h PJ WX3231N/ PJ X3241N/ PJ X3131 Rico h PJ WX3231N/ PJ X3241N/ PJ X3131 Eq uip am ent os d e Pr ojeção Pr o f issio nais Ad icione Clar eza às Com unicações Em p r esar iais p o r t át il p r o jet e d esem p en h o Rico h PJ WX3231N/

Leia mais

Petição Inicial. OBS: todas as petições iniciais obedecem aos mesmos requisitos, seja ela de rito ordinário, sumário, cautelar procedimento especial.

Petição Inicial. OBS: todas as petições iniciais obedecem aos mesmos requisitos, seja ela de rito ordinário, sumário, cautelar procedimento especial. Petição Inicial A Petição inicial é a peça por meio da qual o autor provoca a atuação jurisdicional do Estado. A sua redação deverá obedecer a determinados requisitos estabelecidos no artigo 282 do CPC.

Leia mais

ANÁLISE DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS

ANÁLISE DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS DONO DE OBRA: CÂMARA MUNICIPAL DE ARCOS DE VALDEVEZ ANÁLISE DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS ARRANJO URBANÍSTICO DA ENVOLVENTE DA IN.CUBO ARCOS DE VALDEVEZ ÍNDICE - Termo de Responsabilidade do Autor

Leia mais

MI CR OF ONE S. H élio R odrigues Santos R obs on Rodrigues

MI CR OF ONE S. H élio R odrigues Santos R obs on Rodrigues MI CR OF ONE S H élio R odrigues Santos R obs on Rodrigues Os microfones há muito s ão equipamentos essenciais para captação de sons de for ma s is tematiz ada. Ao longo de s ua ex is tência for am aperfeiçoados

Leia mais

Processo CVM nº RJ2013/11017

Processo CVM nº RJ2013/11017 Processo CVM nº RJ2013/11017 Interessados: Assunto: Diretora Relatora: Citibank DTVM S.A. Pedidos de dispensa de requisitos da Instrução CVM nº 356, de 2001, com alterações introduzidas pela Instrução

Leia mais

PROGRAMA DE ESTUDOS E

PROGRAMA DE ESTUDOS E ESTU DO S & PESQ UISA S PROGRAMA DE ESTUDOS E PESQUISAS EM REFORMA DO ESTADO E GOVERNANÇA Fundação Getúlio Vargas / Escola Brasileira de Administração Pública* OEstado brasileiro vem passando por transformações

Leia mais

AMB I Ê NCI A. (2) Característica acús tica dis tinta de um determinado local.

AMB I Ê NCI A. (2) Característica acús tica dis tinta de um determinado local. AMB I Ê NCI A E dilene R ipoli Valmir Perez Def inições : Ambiência: (1) A dis tr ibuição tempor al das reflexões sonoras, cria a s ens ação de ambiência, que é a capacidade de identificação es pacial

Leia mais

Seu Recibo do Bilhete Eletronico 1 message

Seu Recibo do Bilhete Eletronico 1 message Leonardo Menezes Vaz Seu Recibo do Bilhete Eletronico 1 message nao responda@tam.com.br Reply To: NAO RESPONDA@tam.com.br To: LEONARDO.VAZ@gmail.com Sat,

Leia mais

MANUAL DE DIRETRIZES NACIONAIS PARA EXECUÇÃO DE MANDADOS JUDICIAIS DE MANUTENÇÃO E REINTEGRAÇÃO DE POSSE COLETIVA.

MANUAL DE DIRETRIZES NACIONAIS PARA EXECUÇÃO DE MANDADOS JUDICIAIS DE MANUTENÇÃO E REINTEGRAÇÃO DE POSSE COLETIVA. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO DEPARTAMENTO DE OUVIDORIA AGRÁRIA E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS - DOAMC MANUAL DE DIRETRIZES NACIONAIS PARA EXECUÇÃO DE MANDADOS JUDICIAIS DE MANUTENÇÃO E REINTEGRAÇÃO DE

Leia mais

T e c n o l o g i a d e M á q u i n a s e F e r r a m e n t a s p a g 1 / 6 CONSTRUÇÃO MECÂNICA 1. ELEMENTOS DE TRANSMISSÃO PARAFUSO SEM FIM E COROA

T e c n o l o g i a d e M á q u i n a s e F e r r a m e n t a s p a g 1 / 6 CONSTRUÇÃO MECÂNICA 1. ELEMENTOS DE TRANSMISSÃO PARAFUSO SEM FIM E COROA T e c n o l o g i a d e M á q u i n a s e F e r r a m e n t a s p a g 1 / 6 CONSTRUÇÃO MECÂNICA 1. ELEMENTOS DE TRANSMISSÃO PARAFUSO SEM FIM E COROA I n t r o d u ç ão U m e n g r enamento d o t ipo C

Leia mais

16/02/2014. Masakazu Hoji. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Uma Abordagem Prática. 5a. Edição Editora Atlas. Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

16/02/2014. Masakazu Hoji. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Uma Abordagem Prática. 5a. Edição Editora Atlas. Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DMNSTRÇÃ FNNCER Uma bordagem Prática 5a. Edição Editora tlas Masakazu Hoji NTRDUÇÃ À Capítulo 1 DMNSTRÇÃ FNNCER 1.1 dministração financeira nas empresas 1.2 ntegração dos conceitos contábeis com os conceitos

Leia mais

O trabalho com textos na alfabetização de crianças do 1º e 2º anos do ensino fundamental

O trabalho com textos na alfabetização de crianças do 1º e 2º anos do ensino fundamental O trabalho com textos na alfabetização de crianças do 1º e 2º anos do ensino fundamental Izac Trindade Coelho 1 1. I n t r o d u ç ão Ai de mim, ai das crianças abandonadas na escuridão! (Graciliano Ramos)

Leia mais

Princípios Básicos. Sindicância

Princípios Básicos. Sindicância Princípios Básicos Da Sindicância ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA É a atividade concreta e imediata que o Estado desenvolve para a consecução dos interesses da coletividade. 1 O servidor público ao ser investido

Leia mais

I n tr oduçã o a G es tã o da Qua lida de. E n gen h a r ia

I n tr oduçã o a G es tã o da Qua lida de. E n gen h a r ia I n tr oduçã o a G es tã o da Qua lida de E n gen h a r ia P r ofes s or Bacharel em Administração de Empresas com Ênfase em Gestão da Informação; MBA em Gestão da Qualidade e Produtividade; 20 anos de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO A Pró-Reitoria d e Pesquisa e Pós-Graduação d o Centro Universitário UnirG torna públic o o presente Edita l p ara a abertura d e insc

Leia mais

PORTARIA N 55/2008/EXT/DGPJC

PORTARIA N 55/2008/EXT/DGPJC PORTARIA N 55/2008/EXT/DGPJC Disciplina os procedimentos para incineração de drogas ilícitas e dá outras providências O Diretor-Geral de Polícia Judiciária Civil do Estado de Mato Grosso, no uso das atribuições

Leia mais

Anuário das Estatísticas do Turismo 2012

Anuário das Estatísticas do Turismo 2012 Anuário das Estatísticas do Turismo 2012 1 Índice CAPÍTULO I Séries Internacionais e Nacionais 2003 a 2012 6 Fluxos Turísticos Internacionais 7 O Turismo na Economia Nacional 16 O Alojamento Turístico

Leia mais

n d ice : n d i c e :Í Apresentação Capítulo I - Introdução Capítulo II - O que são os Genéricos Capítulo III - Genéricos no Mundo

n d ice : n d i c e :Í Apresentação Capítulo I - Introdução Capítulo II - O que são os Genéricos Capítulo III - Genéricos no Mundo n d ice : n d i c e :Í Apresentação Capítulo I - Introdução Capítulo II - O que são os Genéricos Capítulo III - Genéricos no Mundo Capítulo IV - Genéricos no Brasil Capítulo V - Bioequivalência e Equivalência

Leia mais

Advogados fazem ato contra sistema de Processo Judicial Eletrônico e TRT admite falha

Advogados fazem ato contra sistema de Processo Judicial Eletrônico e TRT admite falha Fonte: Dra. Cláudia Brum Mothé Seção: Rio Versão: Online Data: 31/07 Advogados fazem ato contra sistema de Processo Judicial Eletrônico e TRT admite falha Presidente da OAB do Rio recorre ao STF para garantir

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE AUDITORIA IA CLÍNICA A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE Auditoria é em um exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor, cujo objetivo é averiguar

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores VICE PRESIDENTE (Presidente sem voto), MARIA OLÍVIA ALVES E MARTINS PINTO.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores VICE PRESIDENTE (Presidente sem voto), MARIA OLÍVIA ALVES E MARTINS PINTO. Registro: 2011.0000086162 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0403953-58.2010.8.26.0000, da Comarca de Fernandópolis, em que é apelante PROMOTOR JUSTIÇA VARA INFANCIA E JUVENTUDE

Leia mais