Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Estado de Sergipe

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1 Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Estado de Sergipe Processo nº ª Vara Classe: 29 - Ação Ordinária Partes: Autor: Espólio de Givaldo da Conceição Santos Réu: União Federal e Outro ADMINISTRATIVO. CIVIL. CONSTITUCIONAL. AÇÃO ORDINÁRIA. MANDADO DE PRISÃO CONSTANTE DO SISTEMA INFOSEG EM ABERTO. SISTEMA DESATUALIZADO. PRISÃO ILEGAL CONFIGURADA. CONDUÇÃO DO AUTOR À DELEGACIA DE POLÍCIA PARA AVERIGUAÇÃO. AUSÊNCIA DE ILEGALIDADE OU ABUSO POR PARTE DOS POLICIAIS RODOVIÁRIOS FEDERAIS. RESPONSABILIDADE DO ESTADO DE SERGIPE DE INDENIZAR. DANOS MORAIS. CABIMENTO. PROCEDÊNCIA PARCIAL DO PEDIDO. SENTENÇA 1 - Relatório GIVALDO DA CONCEIÇÃO SANTOS ajuizou a presente Ação Ordinária em face da União Federal e do Estado de Sergipe, objetivando, em linhas gerais, a condenação dos réus ao pagamento de indenização, a título de danos morais, 1

2 no valor de R$ ,00 (cinquenta mil reais), a fim de compensar os constrangimentos sofridos. Narra o autor que foi abordado, ao retornar do seu trabalho, no dia 10 de fevereiro de 2011, passando pelo Posto da Policia Rodoviária Federal, localizado no Município de Nossa Senhora do Socorro/SE, e ao se identificar, os agentes federais afirmaram haver três mandados de prisão em aberto, verificados através do Sistema Infoseg em desfavor do demandante, razão pela qual foi conduzido até a Delegacia Plantonista, onde passou a noite. Ademais, aduz que, no dia seguinte, constatou-se que a prisão era indevida por ter ocorrido um equívoco causado pela existência de um homônimo. Outrossim, aduz que a única ação penal que respondeu teve reconhecida a extinção de punibilidade pela prescrição retroativa e, por isso, não havia mandando de prisão aberto em seu desfavor. Ressalta a grande humilhação e o constrangimento sofrido, pois foi colocado na carceragem com outros 05 (cinco) detentos que já se encontravam no local, inclusive diz que foi obrigado a pernoitar com marginais, além da deturpação da sua imagem frente a terceiros que deixaram de contratá-lo como servente de pedreiro, causando-lhe prejuízos e comprometendo o seu sustento e de sua família. Junta documentos e procuração, fls. 15/19. Pedido de justiça gratuita deferido, fl. 21. A União apresentou contestação, às fls. 24/40, arguindo, preliminarmente, sua ilegitimidade passiva ad causam, sob o fundamento de que os atos sofridos pelo autor que, supostamente, possam ensejar danos morais, não tiveram qualquer participação da Polícia Rodoviária Federal. Informa, ainda, que os agentes da União agiram em função e nos limites do dever legal de conduzir o autor e que o equívoco deu-se em função da negligência do Estado de Sergipe em não proceder à baixa dos mandados de prisão dirigidos ao demandante. No tocante ao mérito, alega que o autor fora conduzido à Delegacia de Polícia, sem ofensa a quaisquer das garantias constitucionais asseguradas ao preso. Aduziu que os mandados de prisão em tela constavam no Sistema Infoseg, alimentado pelo Estado de Sergipe, tendo a Polícia Rodoviária Federal apenas exercido o seu dever legal. Refutou, por conseguinte, o quantum indenizatório, uma vez que considera ser o mesmo excessivo, não podendo conduzir a parte ao enriquecimento sem causa. 2

3 O demandante apresentou réplica, às fls. 82/90, ratificando a responsabilidade da União, haja vista que os agentes federais conduziram o requerente de forma arbitrária e ilegal. Afirma serem inaceitáveis os argumentos expostos pela União, vez que, quando preso, afirma ter alertado os policiais da existência de um homônimo. Ademais, alega ter sido algemado e humilhado, pernoitando na cela com outros cinco detentos, simplesmente em virtude somente dos dados constantes no Sistema Infoseg, não lhe sendo apresentando Mandado de Prisão. Indigitou, por fim, que a União, em sua explanação, acabou reconhecendo os fatos ensejadores do dano moral. Devidamente citado, o Estado de Sergipe contestou, às fls. 99/107, suscitando, preliminarmente, a sua ilegitimidade passiva, uma vez que afirma não ter causado nenhum dano ao requerente. No que concerne ao mérito, aduz que a atuação estatal foi legítima, haja vista ter atuado no estrito cumprimento do dever legal. Preleciona, ainda, que o EMGETIS e o Site do TJ/SE informaram a existência de prisão preventiva decretada contra o demandante, razão pela qual o mesmo fora conduzido à Delegacia de Polícia e lá permanecido até ser entregue à Polinter/SE, que tem a incumbência de buscar, junto à Vara Criminal competente, as cópias dos mandados de prisões. Salienta que o autor não apresentou nenhum alvará de soltura quando dos fatos e que, assim que foi averiguada a baixa do mandado, o mesmo foi liberado. Por fim, alega ser o valor da indenização exacerbado, devendo ser analisado à luz dos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade. O Estado de Sergipe requer a designação de audiência, vez que afirma ter interesse na produção de prova oral, fl Às fls. 136/138, o Delegado de Polícia Civil Wellington Fernandes Rogério, vislumbrando a impossibilidade de comparecimento à audiência designada, manifestou-se relatando que não havia dúvida quanto à identidade do conduzido, visto que os nomes dos seus genitores coincidiam com os da informação que constava no Sistema Infoseg. Alude, ademais, que o autor afirmou que tudo não passava de um erro ocasionado pela existência de um homônimo, mas que não apresentou nenhuma documentação que comprovasse o alegado. Destarte, não havia motivo para duvidar dos sistemas. Relata que, enquanto o requerente se manteve encarcerado, foi resguardada a sua integridade corporal, bem como foi cientificada sua família dos motivos da detenção e que, assim que constatado o erro no Infoseg, o mesmo foi liberado. Ilustra que o CPP prevê, no artigo 287, que, em se tratando de crime inafiançável, a ausência de exibição 3

4 do mandado não obstará a prisão, e o preso será imediatamente apresentado ao juiz que tiver expedido o mandado. Como inexiste no Estado de Sergipe plantão noturno, o delegado confiou nos sistemas, utilizados há muito tempo, entendendo mais prudente do que ignorar as informações. Dessa forma, alude que a Polícia agiu segundo os padrões de procedimento regularmente adotados. Constatado o falecimento do autor, seus herdeiros foram devidamente habilitados e prosseguiram no feito. Em decisão de fls. 266/267, o MM. Juiz rejeitou as preliminares suscitadas pela União e pelo Estado de Sergipe, aduzindo que a questão confunde-se com o próprio mérito, regularizou a polaridade ativa da demanda e designou audiência. Às fls. 290, colheu-se as declarações de Roberta Raquel dos Santos; às fls. 299, colheu-se o depoimento de Wellington Fernandes Rogério; e, às fls. 300, de Paulo Ferreira Lima. Às fls. 325/328 a DPU pugna pela procedência do pedido em face do autor. Às fls. 309/310, a União requer a improcedência da demanda em relação ao ente federal, denotando não ser função de nenhum dos seus órgãos atualizar as informações atinentes a qualquer mandado de prisão cadastrado no Infoseg, pois afirma competir, exclusivamente, à Secretaria de Segurança Pública do Estado de Sergipe tal providência. Ademais, requer a juntada dos documentos de fls. 311/314 v, a fim de comprovar o alegado. Em seu douto Parecer exarado às fls. 329/334, o MPF reconhece que a responsabilidade pelo ocorrido é do Estado de Sergipe e opina pela procedência da ação em relação a esse réu, a teor do disposto no 6º, do art. 37 da Constituição Federal de 1988, reduzindo o valor da condenação requerida, para que não traga enriquecimento sem causa ao autor. Vieram-me os autos conclusos, para sentença. É o relatório. Decido. 2 Fundamentação Cinge-se a demanda ao pleito autoral de indenização, a título de danos morais, em razão da prisão ilegal do requerente, devido à equivocada informação, no Sistema Infoseg de mandado de prisão em aberto. 4

5 Em princípio, a obrigação de indenizar pode ser definida como a conduta de reparar o dano imposta a todo aquele que, ilicitamente, causar prejuízo a outrem, nos termos do art. 927 do Código Civil. No entanto, no tocante à responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito público, a mesma está disciplinada no artigo 37, 6º da Constituição Federal, que preleciona que: 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. Mediante a análise desse dispositivo, tem-se que a Administração Pública responde, objetivamente, pelas condutas de seus agentes, sendo imprescindível, para a sua responsabilização, a demonstração do nexo de causalidade existente entre a conduta praticada e o dano sofrido. Destarte, as entidades estatais tem a obrigação de indenizar o dano causado a terceiros, por seus servidores, independentemente de prova da culpa da lesão perpetrada. In casu, alega o autor ter sido preso por Policiais Rodoviários Federais, quando foi abordado no Posto Policial existente na cidade de Nossa Senhora do Socorro, neste Estado, pernoitando em uma cela da Delegacia Plantonista, em razão de constar, indevidamente, no Sistema INFOSEG, a existência de mandado de prisão em seu nome e, em decorrência desse fato, passou a padecer de pressão psicológica e constrangimentos, bem como foi prejudicado, em seu trabalho, uma vez que tal fato gerou desconfianças acerca do seu caráter, dificultando a contratação de seus serviços perante terceiros, causando dano à sua imagem e à sua honra, razão pela qual sustenta que o Estado de Sergipe e a União devem ser responsabilizados pelos danos sofridos. O Estado de Sergipe salienta que não causou nenhum dano ao autor e que agiu no estrito cumprimento do dever legal. Não assiste razão ao Estado de Sergipe, porque, ao contrário do que ele sustenta, está provado ter ele promovido, a inserção, indevida, do nome do requerente no Sistema Infoseg e, em decorrência desse fato, operacionalizou-se a prisão e o respectivo encarceramento do postulante, sem fundamento legal, porque não havia mandado de prisão expedido. 5

6 A prisão foi executada devido a essa informação existente no Sistema Infoseg. Destarte, comprovada a inclusão de dados incorretos ou equivocados sobre a pessoa, como a existência de mandado de prisão em aberto, que lhe acarretou o aprisionamento, exsurge o dano moral, que é in re ipsa, ou seja, o dano é presumível segundo as regras da experiência comum, haja vista que o requerente pernoitou na Delegacia Plantonista, juntamente com outros cinco detentos, fato que restou incontroverso. Contudo, o autor preconiza que a responsabilidade pelo ocorrido também é da União, no que não lhe assiste razão, pois o Decreto Federal nº 6.138/97, que institui, no âmbito do Ministério da Justiça, a Rede de Integração Nacional de Informações de Segurança Pública, Justiça e Fiscalização - Rede INFOSEG, dispõe: "Art. 1º. Fica instituída, no âmbito do Ministério da Justiça, a Rede de Integração Nacional de Informações de Segurança Pública, Justiça e Fiscalização - Rede Infoseg, com a finalidade de integrar, nacionalmente, as informações que se relacionam com segurança pública, identificação civil e criminal, controle e fiscalização, inteligência, justiça e defesa civil, a fim de disponibilizar suas informações para a formulação e execução de ações governamentais e de políticas públicas federal, estaduais, distrital e municipais. Art. 2º. Poderão participar da Rede Infoseg os órgãos federais da área de segurança pública, controle e fiscalização, as Forças Armadas e os órgãos do Poder Judiciário e do Ministério Público, e, mediante convênio, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. 1º. O Ministério da Justiça fica autorizado a celebrar convênio com empresas públicas que têm por finalidade a prestação de serviço de processamento de dados aos órgãos e entes de que trata o caput, vedada a utilização por essas empresas dos dados e informações da Rede Infoseg para finalidades próprias ou diversas daquelas relacionadas ao serviço de processamento de dados prestados aos referidos órgãos e entes. 2º. O convênio de que trata este artigo atribuirá aos convenentes a obrigação para que, dentro de suas respectivas competências, gerenciem e atualizem on line seus respectivos dados, disponíveis para consulta via Rede Infoseg." 6

7 Assim, mediante a análise de todos os documentos colacionados aos autos, temse que a União é responsável apenas pela manutenção e disponibilização do Sistema Infoseg, mas não pela inserção ou retirada de informações. Tal Sistema permite uma melhor informatização e comunicação entre os órgãos da Administração Policial e Judicial, que têm a responsabilidade de alimentá-lo das informações devidas, inclusive incluir ou remover os dados da rede. Portanto, no que concerne à prisão realizada pelos Policiais Rodoviários Federais, resta evidente que os mesmos agiram no estrito cumprimento do dever legal, uma vez que as diligências efetuadas pelos mesmos, quando da verificação de existência de mandado de prisão em aberto, em desfavor do autor, em consulta ao INFOSEG, não lhes cabia outra diligência a ser efetuada que não fosse a condução do demandante para averiguação junto à Delegacia de Polícia competente, que foi exatamente o ocorrido, sendo o mesmo liberado, posteriormente, depois de constatar-se a ocorrência do equívoco no INFOSEG. Dessa forma, os agentes federais realizaram as diligências necessárias para o regular cumprimento do seu dever funcional, que foi desempenhado nos estritos limites da legalidade e da proporcionalidade, não se justificando a condenação da União em danos morais, mesmo que tenham acarretado eventuais constrangimentos ao requerente. Além disso, O STF reconhece o Banco de Dados do INFOSEG como consulta legítima para a verificação dos antecedentes criminais dos denunciados, cf. MS 26593/DF, Rel. Min. Carlos Britto, e HC MC/MT, Rel. Min. Gilmar Mendes. Portanto, conforme os documentos anexados aos autos, denota-se que o Estado de Sergipe é o único responsável pela prisão ilegal do autor, por não ter alimentado, corretamente, o aludido Sistema, respondendo pelos danos morais suportados pelo autor. Destarte, caracterizado o dano moral, cabível é sua indenização, nos moldes explicitados na parte dispositiva. 3 - Dispositivo Ex positis, julgo procedente, em parte, o pedido elencado na exordial, para condenar o Estado de Sergipe ao pagamento de indenização, a título de danos morais, em favor do requerente, com base nas circunstâncias do fato, na gravidade da lesão e na situação econômica do réu, no valor de R$ ,00 (vinte mil reais), 7

8 quantia esta já atualizada até a data desta sentença, devendo, a partir daí, ser corrigida na forma do Manual de Cálculos desta Justiça Federal. Condeno, ainda, o Estado de Sergipe ao pagamento de honorários advocatícios, os quais arbitro em 10% sobre o valor total da condenação. Sem custas, vez que o autor é beneficiário da Justiça Gratuita e o Estado de Sergipe goza de isenção legal. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Aracaju, 11 de novembro de Juiz Edmilson da Silva Pimenta 8

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