SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA - SAAE - REVISÃO DO PLANO DIRETOR DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE SOROCABA

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1 SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA - SAAE - REVISÃO DO PLANO DIRETOR DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE SOROCABA RELATÓRIO FINAL VOLUME 1 TEXTO ENGENHARIA S/C LTDA MAIO/2000 CTR-177/00 REV. 1

2 RELAÇÃO DE DESENHOS NÚMERO TÍTULO FOLHA VOLUME PD-DEM PD-DEM PD-EXI PD-EXI PD-EXI PD-EXI PD-EXI PD-EXI PD-EXI-07 Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Planta de Setores Censitários Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Estudos Demográficos e Territórios Planta de Zonas Homogêneas Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Captação e Adução de Água Bruta Sistema Existente Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Reservação e Macro Distribuição Sistema Existente Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Adução de Água Bruta Existente Captação na Represa do SAAE Perfil Longitudinal Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Adutoras de Água Bruta Existentes Captação no Rio Ipaneminha Planta e Perfil Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Adutoras de Água Bruta Existentes Captação no Rio Ipaneminha Planta e Perfil Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Adutora de Água Bruta Parque São Bento Existente Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água ETA Cerrado Sistema Existente 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/2 2/2 1/1 1/1 CTR-177/00

3 NÚMERO TÍTULO FOLHA 177-PD-EXI-08 VOLUME PD-HID PD-HID PD-HID PD-ADU PD-ETA-01 Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água ETA Éden Sistema Existente Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Centros de Distribuição Propostos Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Esquemas Gerais de Macrodistribuição Alternativa 1 Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Macrodistribuição Esquema de Cálculo Alternativa 1 Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Adutora de Água Bruta- Alternativas 1 e 2 Captação na Represa do SAAE Planta e Perfil Revisão do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água Proposta de Ampliação da ETA Cerrado Alternativa 1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 CTR-177/00

4 APRESENTAÇÃO O presente estudo contempla o escopo do Contrato Nº 018/SL/94 firmado entre o S.A.A.E. - Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba - SP e a PROESP - Engenharia S/C Ltda. Tem como objeto a apresentação dos estudos e proposições desenvolvidas que configuram o Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água da Cidade de Sorocaba. Estão aqui apresentadas de forma consolidada o conjunto de intervenções, melhorias e ampliações que deverão nortear, como diretrizes, as obras necessárias a serem implementadas no sistema, objetivando o atendimento da comunidade em questão ao longo do período de alcance do projeto. CTR-177/00

5 ÍNDICE VOLUME CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA EM ESTUDO INTRODUÇÃO LOCALIZAÇÃO E ACESSO TOPOGRAFIA E CLIMA SISTEMA VIÁRIO INFRA ESTRUTURA URBANA 2 - ESTUDOS DEMOGRÁFICOS E TERRITORIAIS SUMÁRIO DO ESTUDO ESTUDO DEMOGRÁFICO ESTUDOS URBANÍSTICOS E TERRITORIAIS ANÁLISE E CONCLUSÃO 3 - SISTEMA EXISTENTE INTRODUÇÃO MANANCIAL E CAPTAÇÃO ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ÁGUA BRUTA ADUTORA DE ÁGUA BRUTA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA MACRO-DISTRIBUIÇÃO RESERVAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ÁGUA TRATADA POÇOS SEMI-ARTESIANO REDE DE DISTRIBUIÇÃO 4 PARÂMETROS BÁSICOS DE PROJETO ALCANCE DE PLANO ÍNDICE DE ATENDIMENTO E ÁREA ATENDIDA COEFICIENTE DE VARIAÇÃO DE CONSUMO MICROMEDIÇÃO PERDAS NO SISTEMA CONSUMO PER CAPITA SETORIZAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO POPULAÇÃO TOTAL E DE PROJETO DEMANDAS DE PROJETO CTR-177/00

6 5 - CONSIDERAÇÕES SOBRE O SISTEMA EXISTENTE ASPECTOS GERAIS PRODUÇÃO MACRO-DISTRIBUIÇÃO RESERVAÇÃO DISTRIBUIÇÃO 6 - ESTUDOS DOS MANANCIAIS INTRODUÇÃO MANANCIAIS EXISTENTES ESTUDO HIDROLÓGICO MANANCIAIS ESTUDADOS 7 CONCEPÇÃO DAS ALTERNATIVAS PARA O SISTEMA ASPECTOS GERAIS ALTERNATIVAS DE CONCEPÇÃO 8 - ANÁLISE DAS ALTERNATIVAS CONFRONTO TÉCNICO DAS ALTERNATIVAS COTEJO ECONÔMICO DAS ALTERNATIVAS CONCLUSÃO SISTEMA PROPOSTO 9 - VIABILIDADE ECONÎMICA DO EMPREENDIMENTO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DAS OBRAS VIABILIDADE DO EMPREENDIMENTO VOLUME 2 - ANEXOS ANEXO I - MEMORIAIS DE CÁLCULO ANEXO II - ESTIMATIVAS DE CUSTOS ANEXO III - LOCALIZAÇÃO DAS UNIDADES EXISTENTES ANEXO IV - ANÁLISE DE CONSISTÊNCIA DA PROJEÇÃO REALIZADA VOLUME 3 - ANEXOS ANEXO 5 - REVISÃO DO PLANO DIRETOR DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE SOROCABA ANEXO 6 ESTUDO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA ÁREA DA SUB-BACIA A VOLUME 4 - DESENHOS VOLUME 5 - DESENHOS CTR-177/00

7 1 - CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA EM ESTUDO CTR-177/00

8 1 - CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA EM ESTUDO INTRODUÇÃO O trabalho ora desenvolvido compreende o Plano Diretor do Sistema de Abastecimento de Água de Sorocaba e tem como área de projeto, além da sede, os distritos de Cajuru do Sul, Éden, Aparecidinha, Brigadeiro Tobias e Zona Industrial LOCALIZAÇÃO E ACESSO O município de Sorocaba está localizado a sudoeste do Estado e pertence à 4ª Região Administrativa do Estado de São Paulo. Ocupa uma área aproximada de 456 Km 2 e tem como limites, os seguintes municípios: ao norte, Porto Feliz e Itú; ao sul, Votorantim e Salto de Pirapora; a leste, Mairinque e a oeste, Araçoiaba da Serra e Iperó. Distante cerca de 100 Km da capital, seus principais acessos rodoviários são feitos pelas rodovias Castelo Branco (SP-280) e Raposo Tavares (SP-270) e o ferroviário, por rede da FEPASA (antiga Estrada de Ferro Sorocaba). Atravessando a zona industrial e fazendo a ligação entre a sede do município e a Rodovia Castelo Branco, existe a Rodovia Senador José Ermírio de Morais, conhecida, regionalmente, por "Castelinho" TOPOGRAFIA E CLIMA O município de Sorocaba apresenta-se relativamente acidentado com cotas variando entre 540 e 650 metros. A zona central da cidade está situada entre as cotas 560 e 600 metros em sua maior parte, apresentando também, áreas na cota 550 m, correspondente aos vales. Não há registros de ocorrências de inundações por ocasião de grandes chuvas, principalmente pela configuração bem definida dos talvegues, sendo que parcela signifivativa dos córregos foram canalizados pela Prefeitura Municipal. Quanto ao clima, a região apresenta média anual em torno de 20 o C e possui inverno relativamente úmido SISTEMA VIÁRIO A cidade de Sorocaba, pelo seu próprio porte e pujança econômica, apresenta um sistema viário complexo, com ruas em sua quase totalidade pavimentada nas áreas de ocupação mais consolidada. A malha viária conta com avenidas de porte, sendo que face ao rápido crescimento urbano, predominam nas vias periféricas a ausência de pavimento e o traçado indefinido. CTR-177/00 1.1

9 O sistema viário é estrangulado por dois obstáculos de difícil transposição, que são o rio Sorocaba e a Estrada de Ferro Sorocabana INFRAESTRUTURA URBANA Drenagem Não existe um plano diretor para coleta de águas pluviais, e as obras para implantação de galerias e outras afins, são feitas pela Prefeitura Municipal em áreas consideradas de risco, sujeitas a inundação à medida em que se tornam necessárias. O lançamento é direto no Rio Sorocaba e indiretamente, através de córregos Sistema de Coleta, Transporte e Tratamento de Esgoto Sanitários O sistema de esgotos sanitários de Sorocaba resume-se a coleta e transporte. Não há tratamento e os efluentes dos emissários são lançados "in natura" no Rio Sorocaba e seus afluentes. A rede coletora tem extensão aproximada de 878 km com aproximadamente ligações, o que se traduz em 97,5% de atendimento da população Lixo A coleta de lixo é feita, diariamente, pela Prefeitura Municipal em toda a área urbana, com a disposição final do resíduo em aterro sanitário Outras Concessionárias - Energia Elétrica: o sistema é operado pela ELETROPAULO, atendendo a cerca de 100% da população, através de um total de ligações, das quais são residenciais. - Telefonia: o sistema existente é operado pela subsidiária da TELESP com prestação de serviços similar a esta. - Gás: não há sistema público de distribuição de gás. A população consome gás distribuído em bujões por engarrafadoras particulares. CTR-177/00 1.2

10 2 - ESTUDOS DEMOGRÁFICOS E TERRITORIAIS DO MUNICÍPIO DE SOROCABA CTR-177/00

11 2 - ESTUDOS DEMOGRÁFICOS E TERRITORIAIS DO MUNICÍPIO DE SOROCABA SUMÁRIO DO ESTUDO O presente estudo tem por objetivo oferecer subsídios para o planejamento do Plano Diretor de Abastecimento de Água do Município de Sorocaba, São Paulo. Metodologicamente, os estudos demográficos e territoriais foram desenvolvidos a partir da análise do comportamento da evolução demográfica verificada no município, tendo por base os dados relativos aos censos demográficos do FIBGE de 1970, 1980 e Foram realizadas, ainda, avaliações de campo que tiveram por objetivo colher informações mais pormenorizadas da realidade na área em estudo. Foram contemplados, também, os estudos existentes para o município e para a região com o objetivo de possibilitar uma análise comparativa dos resultados verificados. Dentre estes, vale ressaltar o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado do Município de Sorocaba, elaborado pela Prefeitura Municipal em 1990, atualmente em fase de revisão, que balizou os estudos realizados, procurando, com isso, compatibilizar as proposições elaboradas e contribuir para a definição de uma ação conjunta, visando a melhoria da qualidade de vida da população do município. De acordo com as recomendações técnicas, as projeções foram elaboradas para o período de 21 anos, atingindo o ano de 2015, considerando-se 1 ano de projeto e implantação e 20 anos de operação ESTUDO DEMOGRÁFICO Características Sócio-econômicas Regionais De acordo com a nova divisão político-institucional adotada para o Estado de São Paulo (1), a Região Administrativa de Sorocaba, que se localiza a oeste da Grande São Paulo, é formada por 7 Sub-regiões: Sorocaba, Tatuí, Itapetininga, Capão Bonito, Itapeva, Avaré e Botucatu, sendo a Sub-região de Sorocaba formada por 17 municípios a saber: Araçoiaba, Ibiuna, Mairinque, Porto Feliz, São Roque, Tapiraí, Cabreúva, Iperó, Piedade, Salto, Sarapuí, Votorantim, Capela do Alto, Itu, Pilar do Sul, Salto de Pirapora e Sorocaba. (1) Pelo Decreto Estadual Nº /70, o Estado de São Paulo foi dividido, para efeito de administração e planejamento, em 11 Regiões Administrativas. CTR-177/00 2.1

12 Ao analisar as áreas de influência das grandes cidades, a Fundação IBGE, em recente estudo (2), demonstra que Sorocaba, como Capital Regional, é subordinada diretamente a São Paulo, sem a intermediação de nenhum centro sub-metropolitano. Polariza diretamente 9 centros de zona e, através de Tatuí e Itapetininga, Centros sub-regionais polarizados por Sorocaba, os centros zonais de Capão Bonito e Apiaí. Ao todo, a região de influência de Sorocaba subordina 57 municípios. Estas duas informações indicam o grau de importância do município de Sorocaba para o contexto sócio-econômico regional. A região tem como origem de sua ocupação as expedições de caça aos índios, tendo seu município sede, Sorocaba, originalmente datado de 1654, sido elevado à categoria de cidade em Sua posição geográfica tornou-a importante entreposto de comércio de muares, interligando as regiões criadoras desse animal às regiões consumidoras de São Paulo e dos Estados do Norte. A partir de meados do século XVIII, as feiras anuais de muares foram progressivamente se transformando na atividade organizadora da economia local. Complementares a elas desenvolveram-se importantes atividades: bordados, panos grosseiros, redes, arreios, utensílios de ferro, etc., diversificação da agricultura de alimentos e da pecuária (gado, cavalos, suínos e muares). A ocupação de seu campo se desenvolveu dentro de estreitos limites impostos pelas peculiaridades geológicas e topográficas da região. Localizada entre duas serras, a de Paranapiacaba ao sul/sudoeste e a de Botucatu a noroeste, a região desenvolveu suas atividades agropecuárias no imenso vale limitado por elas. O solo, excetuadas algumas manchas de terra férteis, é de composição granítica, predominantemente formado por grés e xistos, propícios, respectivamente, para uso em construções de alvenaria e para a produção de artefatos de argila, sendo pouco propícia às culturas permanentes e aos cultivos extensivos. Na passagem do século, após esgotar o ciclo tropeiro, a região possuía modesta posição no cenário estadual. Sua economia urbana, integrada ao espaço econômico da capital bandeirante desde 1875 pela estrada de Ferro Sorocabana e favorecida pela construção de hidrelétricas nas quedas d'água da região, encontrou na transformação têxtil de sua produção algodoeira um novo caminho para o seu desenvolvimento. Após a crise cafeeira, as manchas de café das sub-regiões de Sorocaba, Tatuí e Itapetininga cederam, paulatinamente, lugar à cana-de-açúcar e ao algodão, num processo de fracionamento da propriedade e liberação de mão-de-obra. Nas sub-regiões de Botucatu e Avaré, a substituição do café pela pecuária se dá anos mais tarde. A melhor qualidade dos solos desta sub-região permitiu, por um período maior, a manutenção de rentabilidades positivas perante às condições da demanda externa. (2) "Regiões de Influência das Cidades", Fundação IBGE/MHU, 1987, Rio de Janeiro. CTR-177/00 2.2

13 Nessa mesma época, nas sub-regiões de Itapeva e Capão Bonito, avançou a atividade mineral e algumas culturas alimentares, trigo principalmente, além do reflorestamento, cujos sentidos, ao contrário dos processos anteriores, foram de absorção de contingentes populacionais. Estes movimentos populacionais deram nova conformação aos campos sorocabanos, sem, contudo, tornarem a região grande expulsora de população. A sub-região de Sorocaba a absorveu parcelas desses migrantes na sua indústria que se diversificava. Apesar do alto ritmo de crescimento de sua indústria, a região de Sorocaba foi superada em 1940 pela de Campinas, região melhor situada nas transformações industriais pós-30. A análise do Censo de 1940 evidencia o declínio da liderança têxtil na região de Sorocaba em contrapartida à ascensão do setor extrativo mineral não metálico, cuja exploração ocupava 50% dos trabalhadores do ramo no Estado. Nesse mesmo ano, o beneficiamento do algodão reduziu-se dos 52% do total estadual, em 1928, para pouco mais de 10%, conseqüência da expansão algodoeira no oeste paulista. A agricultura regional, aprofundando a vocação já presente nos anos 30, foi praticamente impelida a se diversificar com base em produtos alimentares de menor valor da produção, economicamente menos dinâmicos e com pequenos desdobramentos industriais. A pecuária regional, no segmento dedicado ao gado de corte e leiteiro, integrou-se ao processo de transformação industrial, laticínios notadamente, mas o papel de asininos e muares apresentou, progressivamente, desempenho fraco, de forma que, em 1960, havia perdido a liderança estadual, passando a ocupar a terceira posição no Estado. Por seu lado, a indústria sorocabana cresceu acompanhando a expansão desse setor no Brasil e em São Paulo. O fez, porém, com taxas menores que a média estadual, amargando, portanto, quedas seguidas no seu peso relativo. Seu contingente operário, 12,6% do total do Estado, perdeu, em 1940, a condição de maior do interior do Estado, passando para 6,3% e 5,0%, respectivamente nos anos de 1950 e Em suma, por todo o período de industrialização restringida, de 1930 a 1956, o crescimento econômico e urbano de Sorocaba e Região foi positivo, porém com menor intensidade que o das demais regiões do Estado. De 1956 até o final da década de 70, sob a influência da nova dinâmica econômica, a indústria da região se diversifica, estimulada pela implementação do Plano de Metas e pela inauguração da Rodovia Raposo Tavares em Nesta etapa, a indústria regional é marcada pela produção de bens intermediários, de capital e de consumo duráveis, em parte fruto da diversificação de grandes grupos locais na exploração mineral da região. Na década de 80 a indústria voltou a apresentar expansão superior à média estadual e semelhante à das regiões de Campinas e do Vale do Paraíba, 2,6% e 3,1%, respectivamente. Estas taxas, bem inferiores àquelas verificadas nas principais regiões do interior do Estado distantes da capital, 8,3% em Araçatuba, 6,7% em São José do Rio Preto e 5,1% na de Ribeirão Preto, evidenciam diferentes dinâmicas industriais. CTR-177/00 2.3

14 Enquanto no interior mais distante a integração agricultura e indústria liderou o crescimento industrial, nas regiões do entorno metropolitano a industrialização é marcada pela produção de bens intermediários, de capital e de consumo duráveis. Em que pese haverem continuado os investimentos estaduais na malha viária, principal elemento indutor de desenvolvimento nos anos anteriores, inegavelmente não possuem a mesma carga de benefícios e poder de atração das obras dos anos 70, quando se abriram novos caminhos, Castelo Branco, Bandeirantes, Imigrantes, etc.. Assim sendo, é razoável supor que a descentralização ganhou mote próprio, dado, por um lado, pelo relativo saturamento das condições da Grande São Paulo e, por outro, pela própria sinergia que os núcleos industriais interioranos adquiriram. Desta forma, a Sub-região de Sorocaba já havia assumido o papel de receptora de migrantes intra-regionais e das regiões paranaenses contíguas, tendo absorvido, ao longo dos anos 70 e notadamente ao final da década, um contingente equivalente á 35% do total residente na região em No que se refere à demografia regional, verifica-se que nestes últimos 50 anos a região de Sorocaba tem apresentado taxas de crescimento populacionais sempre positivas, tendo seu número de habitantes crescido cerca de 3,1 vezes entre 1940/1991, bem inferior, porém, ao ritmo do Estado, que se tornou 4,5 vezes maior neste mesmo período. Observa-se que a região vem tendo sua participação relativa no contexto demográfico do Estado cada vez mais reduzida, passando de 14,0% no começo do século, para 9,0%, 6,0% e 6,0% em 1940, 1980 e 1991, respectivamente. No entanto, neste período, a região de Sorocaba vem apresentando taxas populacionais sempre crescentes, tendo diminuído a diferença em relação à taxa verificada no Estado, principalmente no que se refere a esta última década. Isto se deve basicamente ao crescimento de algumas áreas da região, como a sub-região de Sorocaba, que apresentou, entre 1970 e 1980, taxa de crescimento superior a 4,0% ao ano, e em menor escala, de algumas áreas esparsas nas demais sub-regiões. Em outro extremo, situa-se as sub-regiões de Avaré, Itapeva e Capão Bonito, que se constituem nas sub-regiões de menor crescimento populacional da região, tendo, nesta última década crescido apenas em torno de 1,0% ao ano (ver Quadro 2.1 a seguir). CTR-177/00 2.4

15 Quadro Taxas de Crescimento Populacional da Região de Sorocaba, segundo as sub-regiões de 1940 a 1991 SUB-REGIÕES ANO 1940/ / / / /91 Sorocaba 2,34 2,97 3,02 4,13 3,30 Tatuí -0,40 1,22 1,31 2,78 2,98 Itapetininga 0,64 1,36 2,31 2,29 2,85 Capão Bonito 1,75 1,30 2,01 2,92 1,32 Itapeva 0,45 3,14 3,14 2,26 1,56 Avaré -1,43 2,31 1,56 1,18 1,43 Botucatu -0,15 0,60 0,74 1,01 2,56 Região 0,78 2,14 2,32 2,96 2,65 Estado 2,50 3,39 3,33 3,49 2,12 Fonte: Fundação IBGE, Censos Demográficos do Estado de São Paulo de 1940, 1950, 1960, 1970, 1980 e 1991 Como conseqüência disto, tem ocorrido uma crescente concentração populacional na região, numa área onde se localiza a sede regional e nos seus municípios vizinhos, que, somando-se aos movimentos de migração, tem afetado, principalmente, as sub-regiões de Avaré, Botucatu e Itapetininga, que vem diminuindo sensivelmente suas participações dentro desta região, pois se, em 1940 elas comportavam 38,5% do total, em 1980 e 1991, esse percentual havia baixado para 25,5% e 24,6%, respectivamente (ver Quadro 2.2 a seguir). Quadro Participação Relativa das Sub-regiões na População Total nos anos de 1940, 1980 e 1991 SUB- ANO REGIÕES Sorocaba 30,8% 46,7% 48,4% Tatuí 11,9% 8,6% 8,4% Itapetininga 10,0% 8,5% 8,1% Capão Bonito 7,3% 7,2% 7,3% Itapeva 11,5% 12,0% 12,3% Avaré 12,9% 8,4% 8,1% Botucatu 15,6% 8,6% 8,4% Fonte: Fundação IBGE, Censos Demográficos do Estado de São Paulo de 1940, 1950, 1960, 1970, 1980 e 1991 CTR-177/00 2.5

16 De fato, observa-se que a sub-região de Sorocaba, que detinha, em 1980, quase a metade dos habitantes da região, em 1940 não chegava a um terço e essa concentração se deve não só à presença da sede regional, que é o maior centro urbano da região, mas também devido à sua proximidade com a área metropolitana. Isso porque esta última região já se encontra num processo de saturação industrial, tendo havido uma procura de áreas relativamente próximas para a sua expansão. E neste ponto as sub-regiões de Sorocaba e, em menor grau, Tatuí, tem atraído diversas unidades industriais, pois, além de serem as áreas mais próximas, contam com alguns centros urbanos bastante desenvolvidos e uma rede viária mais complexa, destacando-se a Via Castelo Branco, o mais importante eixo de penetração industrial na região. O componente migratório foi o principal indutor de crescimento populacional na região. Tal fato pode ser verificado ao se constatar que os municípios que apresentaram nos últimos anos os maiores índices são aqueles cujo poder de atração migratório é mais significativo. Entretanto, o componente vegetativo é verificado como o principal responsável pela manutenção das taxas positivas nos municípios cujo crescimento populacional encontra-se entre 1% e 3% a.a., impedindo o surgimento de taxas negativas em vários municípios da região. A nível de sub-regiões, a componente vegetava foi menos significativa nos municípios de Sorocaba e Tatuí com, respectivamente, 49% e 58%, entre 1970 e Em Itapetininga e Capão Bonito esse percentual foi de 92% e em Itapeva e, principalmente, em Avaré e Botucatu, com a totalidade do crescimento populacional, uma vez que os saldos migratórios foram negativos. O Quadro 2.3, abaixo, apresenta a evolução da população segundo seus componentes para os anos de 1940 e Os dados de 1991 ainda não estão disponíveis não sendo possível sua aferição. Quadro Evolução da População segundo seus Componentes ANO POPULAÇÃO CRESCIMENTO CRESCIMENTO DESCENAL (%) (hab) TOTAL (hab) Total Vegetativo Migratório ,11 16,99-8, ,62 26,38-2, ,83 24,98-0, ,84 23,31 10, Fonte: Fundação IBGE, Censos demográficos do Estado de São Paulo de 1940, 1950, 1960, 1980 e 1991 CTR-177/00 2.6

17 A região de Sorocaba constitui-se, de 1940/60, numa área de expulsão populacional, atingindo em maior grau as sub-regiões de Tatuí, Avaré e Botucatu, que apresentaram grandes perdas populacionais, principalmente no meio rural. A ocupação de algumas áreas rurais, ao sul da região, mais especificamente nas subregiões de Capão Bonito e Itapeva, e o incremento da industrialização na sub-região de Sorocaba, permitiram que esta região apresentasse saldos migratórios quase nulos entre 1960/70. Já na década de 1970/80 ocorreram mudanças na estrutura industrial, com a instalação de unidades mais modernas que procuraram, principalmente, a sub-região de Sorocaba. Dessa forma, esta sub-região, que se constituía na única área que havia apresentado saldos migratórios positivos desde 1940, atraiu considerável número de pessoas, provavelmente, até de fora do Estado. O processo de urbanização na região de Sorocaba apresenta-se mais lento que nas demais regiões do Estado. Por exemplo, em 1940, sua taxa de urbanização era igual a da região de Ribeirão Preto, 32,40%, mas em 1980, a de Ribeirão se elevou para 84,3%, enquanto a de Sorocaba era de 71,70% Características do Município de Sorocaba Aspectos Históricos O município de Sorocaba situa-se no sudoeste do Estado de São Paulo, a cerca de 100 Km da capital, sendo sua posição geográfica determinada pelas coordenadas 23º29' latitude sul e 47º27' longitude oeste. Possui o total de 456 Km 2, dos quais cerca de 249,2 Km 2 correspondem a área urbana, fazendo divisa ao norte com o município de Porto Feliz, ao sul com Votorantim, ao leste com Mairinque, ao nordeste com Itu, ao oeste com Araçoiaba da Serra, ao sudoeste com Salto de Pirapora e a noroeste com Iperó. Localizado à altitude média de 600 m acima do nível do mar, sendo ponto mais elevado a Fazenda Brigadeiro Tobias com m, o município, de clima predominantemente tropical, é cortado pelos rios Sorocaba, Ipanema, Itaguá e Pirajibu. A falta de documentação dificulta uma posição mais precisa acerca da origem da cidade; entretanto, alguns pesquisadores afirmam que o início da povoação data de 1580, quando Afonso Sardinha construiu a primeira casa da região, sede de dois engenhos de fundição de ferro. Em 1611 o Capitão Baltazar Fernandes fundou o povoado de Sorocaba, palavra de origem indígena que significa "Pedra Rasgada", que se desenvolveu em torno da capela erguida em louvor de Nossa Senhora da Ponte de Sorocaba, atual igreja de Sant'Ana. CTR-177/00 2.7

18 Para auxiliar o povoamento e a vinda de novos habitantes, foi doada uma grande gleba de terras aos Beneditinos de Parnaíba, com a condição de que construíssem o convento e mantivessem uma escola para quem desejasse estudar. Em 1661 Sorocaba foi elevada à categoria de Vila; em 1842 à de cidade e, finalmente em 1871, uma lei provincial criou a Comarca de Sorocaba. A partir de 1720, aproximadamente, com a passagem do Coronel Cristovão Pereira de Abreu, fundador do Estado do Rio Grande do Sul, com a primeira tropa de muares, a região se tornou um importante centro de comercialização, atraindo comerciantes de todo o país. No século XIX a cidade manteve seu papel, consolidando-se como um importante centro de comercialização de muares se tornando um importante eixo geo-econômico para o desenvolvimento das regiões norte e sul do país. Como resultado deste ciclo econômico foi construída, através da ação dos tropeiros, a Estrada de Ferro Sorocabana, que muito contribuiu para o desenvolvimento de toda a região. Depois de ter sido considerada como o núcleo industrial do interior do Estado de São Paulo a partir do desenvolvimento das indústrias de fiação e tecelagem, Sorocaba viveu, durante os anos 50 e 60, uma longa fase de estagnação, causada pela crise no setor têxtil. Nas décadas seguintes o município recuperou sua posição de centro industrial importante para o Estado de São Paulo Aspectos Demográficos De acordo com a análise anteriormente realizada, verifica-se que o município de Sorocaba, devido as suas características sócio-econômicas, se consolidou como um importantes centro de absorção de fluxos migratórios intra e extra regionais. A análise do Quadro 2.4, apresentado a seguir, demonstra que o município tem apresentado, sucessivamente, taxas positivas para o crescimento da população, exceto no que se refere a população rural, que apresentou taxas negativas de crescimento nas décadas de 60 e 70, -10,70 % a.a. e -4,40 % a.a., respectivamente. Quadro População Residente em Sorocaba nos anos de 1960, 1970, 1980 e 1991 POPULAÇÃO (HAB) DISTRITOS Urbana Rural Total Urbana Rural Total Urbana Rural Total Urbana Rural Total Sorocaba Brig. Tobias Cajuru do Sul Éden Votorantim TOTAL Fonte: Censos Demográficos do FIBGE 1960, 1970, 1980 e CTR-177/00 2.8

19 A população urbana do município experimentou uma forte elevação na década de 70, 4,60% a.a., condizente com as características do período marcado pelo êxodo rural, voltando a apresentar uma taxa na década de 80, 3,45% a.a., bastante próxima daquela verificada para a década de 60, 3,57% a.a.(ver Quadro 2.4.a). Verifica-se, ainda, que os distritos do município, Brigadeiro Tobias, Cajuru do Sul e Éden, tiveram participação significativa na manutenção das taxas de crescimento da população total, uma vez que se consolidaram como centros locais, com destaque para o distrito de Cajuru do Sul, que apresentou uma taxa de crescimento de 12,84% a.a.. A taxa de urbanização do município se mantém na ordem de 98%, aproximadamente, desde a década de 70. Quadro 2.4a - Taxas Geométricas de Crescimento Anual Verificadas TAXAS GEOMÉTRICAS DE CRESCIMENTO POPULACIONAL DISTRITOS 1960/ / /1991 Urbana Rural Total Urbana Rural Total Urbana Rural Total Sorocaba 4,26 (8,85) 3,83 4,39 (5,29) 4,29 3,20 6,12 3,22 Brig. Tobias 9,25 (5,52) 1,60 8,19 2,58 6,64 4,60 0,74 33,85 Cajuru do Sul 3,14 3,81 3,67 17,99 0,18 12,84 12,84 Éden 17,52 (1,39) 5,47 13,67 2,65 10,29 8,46 (2,53) 6,95 Votorantim TOTAL 3,57 (10,70) 2,42 4,60 (4,40) 4,39 3,45 2,39 3,44 Fonte: Quadro Área de Projeto Para a elaboração dos estudos demográficos foi adotada como área de projeto aquela representada pelo perímetro urbano da sede do município de Sorocaba acrescida de algumas áreas que, apesar de não pertencerem ao perímetro urbano, apresentam-se loteadas ou com ocupação característica de áreas urbanas, além de terem sido contempladas no Plano Diretor. Desta forma, foi selecionada a área de ,80 ha, apresentada no Desenho nº 177-PD-DEM-02, em anexo Cálculo da População de Saturação Tendo por objetivo apresentar uma informação que norteie as avaliações demográficas para a área em estudo, foi realizada uma análise que visou determinar a população de saturação da mesma. Para a realização deste cálculo foram definidas zonas homogêneas que, do ponto de vista da densidade demográfica, apresentassem as mesmas características. CTR-177/00 2.9

20 A delimitação destas zonas foi embasada em uma análise que procurou identificar os padrões de ocupação vigentes na área de projeto e que determinam as variações da densidade demográfica. A partir dos critérios de Tipos de Uso, Padrão de Ocupação e Densidade de Ocupação foram identificadas 19 áreas distintas. Uma descrição completa de cada uma destas zonas identificadas encontra-se no item 2.3.1, do presente estudo. A definição da população de saturação de cada uma destas áreas foi calculada a partir da aplicação do índice de ocupação de 50%, definido no Plano Diretor, da área total, sendo calculada, desta forma, a área efetivamente ocupável de cada uma das áreas. Esta área foi então dividida pela área do lote mínimo previsto na legislação de uso e ocupação do solo para cada uma das áreas. O total verificado foi multiplicado pela relação habitantes/domicílio verificada no Censo Demográfico do FIBGE em Para efeito do cálculo da população de saturação a relação hab/dom foi homogeneizada pela média global nas zonas com as mesmas características finais de ocupação. O resultado desta operação é a população de saturação estimada para cada uma das Zonas Homogêneas definidas. Nas zonas ZC, ZM1 e ZM2, núcleo de ocupação mais antiga, devido ao fato de se encontrarem consolidadas, do ponto de vista urbanístico, foi adotada como população de saturação aquela verificada no censo demográfico de O Quadro 2.5, a seguir, apresenta a base para a realização deste cálculo e os resultados verificados. CTR-177/

21 Quadro População de Saturação ÁREA ÁREA ÚTIL LOTE NÚMERO RELAÇÃO SATURAÇÃO ZONA TOTAL (50%) MÉDIO DE LOTES HAB/DOM População Densidade HOMOG. (HAB) (HA) (M 2 ) (UN) FIBGE/91 AJUSTADO (hab) (hab/ha) ZC 180,90 90, ZM1 216,30 108, ZM2 284,40 142, ZR 4.330, , ,95 4, ZRP 2.152, , ,41 4, ZI 5.651, ,85-0 6,85 0, ZIC 958,30 479,15-0 5,50 0, ZSC 3.469, , ,92 4, ZER 1.536,40 768, ,16 4, ZERP 2.809, , ,52 4, ZRM-BT 237,80 118, ,21 4, ZE-BT 199,80 99, ,23 4, ZRM-E 248,20 124, ,71 3, ZE-E 307,70 153, ,67 3, ZRM-A 73,40 36, ,33 4, ZE-A 46,30 23, ,33 4, ZRM-CS 62,20 31, ,72 3, ZE-CS 517,60 258, ,72 3, Z INST 537,10 268, TOTAL , , Para uma melhor visualização das áreas selecionadas foi elaborado o Desenho nº 177-PD-DEM-02, em anexo, que representa, graficamente, as zonas homogêneas de densidade. Desta forma estima-se em habitantes a população de saturação para a área em estudo Projeção da População A partir da análise das características físicas, sócio-econômicas e demográficas vigentes no município foram desenvolvidas três hipóteses de crescimento da população da área de projeto. Em todas elas optou-se pela adoção da curva logística como método matemático ideal para a realização das projeções. A opção pela curva logística se justifica por ser este o método mais indicado para áreas confinadas cujo crescimento populacional apresenta como condicionante o fator "área disponível". CTR-177/

22 Neste sentido a análise do Plano Diretor do município, principal instrumento de ação do poder público, demonstra que a ação do poder municipal visará, nos próximos anos, propiciar o adensamento das áreas já ocupadas no sentido de preencher os vazios urbanos, característicos da mancha urbana do município. Tal fato se evidencia na delimitação de áreas que deverão funcionar como elementos impeditivos à expansão física da atual área ocupada, confinando-a entre zonas industriais, onde a ocupação residencial é proibida, e zonas de sítios e chácaras, onde o lote mínimo inviabiliza a ocupação com características nitidamente urbanas. Tal medida se baseia na premissa básica de que a expansão da área ocupada ocasiona novos investimentos em infra-estrutura básica, onerando as finanças municipais. Desta forma pode-se presumir que a ocupação do solo, ao longo do horizonte de projeto, se dará no sentido de preenchimento dos vazios urbanos, sendo pouco provável sua expansão para além dos limites definidos neste estudo, justificando, desta forma, a adoção da curva logística. As três hipóteses foram desenvolvidas a partir do cálculo da população de saturação e dos dados censitários do FIBGE referentes aos anos de 1970, 1980 e 1991 para a área de projeto. A elaboração de três hipóteses de crescimento visou possibilitar uma análise comparativa das tendências de crescimento, a partir da adoção de períodos distintos, e a identificação do modelo que melhor representa a expectativa de evolução demográfica esperada para o município. As projeções foram realizadas para o horizonte de 21 anos, atingindo, desta forma, o ano de As três hipóteses formuladas são: Hipótese I: Desenvolvida a partir dos dados relativos à população residente na área em estudo nos anos de 1970 e 1980, contida nos Censos Demográficos do FIBGE e do cálculo da população de saturação. Hipótese II: Desenvolvida a partir dos dados relativos à população residente na área em estudo nos anos de 1970 e 1991, contida nos Censos Demográficos do FIBGE e do cálculo da população de saturação. Hipótese III: Desenvolvida a partir dos dados relativos à população residente na área em estudo nos anos de 1980 e 1991, contida nos Censos Demográficos do FIBGE e do cálculo da população de saturação. CTR-177/

23 Os Quadros 2.6, 2.7 e 2.8, a seguir, apresentam as projeções realizadas. Quadro Projeção Demográfica de Sorocaba - Hipótese I Dados Básicos: Parâmetros Básicos To = 1970 P. Sat. = A = 2, T1 = 1980 P.To = B = 0, T = 10 P.T1 = ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO CTR-177/

24 Quadro Projeção Demográfica de Sorocaba - Hipótese II Dados Básicos: Parâmetros Básicos To = 1970 P. Sat. = A = 2, T1 = 1991 P.To = B = 0, T = 21 P.T1 = ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO CTR-177/

25 Quadro Projeção Demográfica de Sorocaba - Hipótese III Dados Básicos: Parâmetros Básicos To = 1980 P. Sat. = A = 1, T1 = 1991 P.To = B = 0, T = 11 P.T1 = ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO CTR-177/

26 Para uma melhor visualização da evolução do crescimento populacional verificado em cada uma das hipóteses foi elaborada o Quadro 2.9, a seguir, que apresenta, de forma sintetizada, os resultados verificados para o horizonte de projeto. Quadro Resumo das Projeções Elaboradas ANO HIPÓTESE I HIPÓTESE II HIPÓTESE III TCG 2,89% a.a. 2,75% a.a. 2,43% a.a. Fonte: Quadros 2.6, 2.7 e 2.8 A análise das projeções elaboradas revela que a população de saturação estimada para o município de Sorocaba, habitantes, não será atingida dentro do horizonte de projeto. De acordo com as análises anteriormente realizadas o município de Sorocaba possui algumas características peculiares que devem ser levadas em consideração quando da escolha da alternativa a ser adotada no presente estudo. Verificou-se que o município, ao contrário dos demais da região, não se caracteriza por ser uma área de expulsão populacional, tendo demonstrado ao longo dos últimos 40 anos capacidade de absorção populacional dos saldos vegetativos e migratórios, sempre positivos, verificados. Mesmo na década de 70, quando vários municípios do interior paulista verificaram saldos migratórios negativos em função do poder de atração das regiões mais industrializadas, o município de Sorocaba demonstrou capacidade de manter o saldo migratório positivo, sobretudo devido a sua indústria, que manteve seu ritmo de crescimento mesmo na década de 80. Um forte indicador desta característica é o fato de que a expansão recente, captada pela relação municipal do licenciamento de atividades e pela declaração de ICMS, revelam que cerca de 20% do valor agregado na indústria local em agosto de 1989 proveio de instalações posteriores a janeiro de (3) Portanto, a expansão da indústria no município de Sorocaba, 76% do valor da produção industrial regional em 1980, manteve os mesmos ritmos de crescimento verificados na década anterior, apesar de contar com uma conjuntura econômica claramente recessiva. (3) Zimmermann, Gustavo, "A região administrativa de Sorocaba", Cenários da Urbanização Paulista, Coleção "São Paulo no Limiar do Século XXI", Fundação Seade, CTR-177/

27 Desta forma, verifica-se que o município manteve na década de 80 as mesmas características que a possibilitaram manter na década de 70 taxas de crescimento populacional positivas acima da média verificadas para o conjunto da região. Noutros termos, é de se esperar que a região tenha se firmado como receptora de mão de obra e que prossiga retendo intra-regionalmente parte expressiva de sua população rural expulsa pelo avanço nas transformações do seu campo. Entretanto, verifica-se uma sensível queda nas taxas de crescimento populacional para as áreas urbanas entre a década de 70, 4,60% a.a., e a década de 80, 3,45% a.a., que refletem sobretudo a diminuição dos fluxos migratórios motivada pela queda dos índices de crescimento econômico no país. É, portanto, razoável afirmar que esta tendência de queda das taxas de crescimento populacional tende a se aprofundar, sobretudo devido à consolidação da estrutura urbana no município. A análise do Quadro 2.9 revela que, ao se adotar períodos distintos, 70/80, 70/91 e 80/91, as projeções apresentam variações que refletem dinâmicas diferenciadas verificadas ao longo dos últimos 20 anos. A utilização dos dados referentes à década de 70, hipóteses I e II, período considerado atípico devido às elevadas taxas de desenvolvimento econômico nacional, faz com que as estimativas de crescimento contidas nestas hipóteses se elevem, sendo que, os elementos conjunturais característicos dessa época dificilmente voltarão a ocorrer dentro do horizonte de projeto. Desta forma, optou-se pela utilização da Hipótese III, que refere-se ao período 80/91. Este período é considerado como de consolidação da estrutura sócio-econômica da grande maioria dos municípios do interior paulista, exceção feita à região de Campinas, cujas características de centro industrial apresentou uma dinâmica diferenciada do restante do Estado. Neste sentido, o principal fator que justifica a adoção desta hipótese é a premissa básica de que a conjuntura econômica vigente no país na década de 80, quais sejam, diminuição da atividade produtiva, com os conseqüentes rebatimentos na estrutura urbana e rural, alternando períodos de crescimento e recessão econômica, deverão perdurar nos próximos anos, sendo considerada improvável a ocorrência de novos surtos de desenvolvimento capazes de causar impactos na demografia da região onde se insere a área de projeto. Prevê-se, desta forma, para o horizonte de 2015 o total de habitantes na área de projeto ESTUDOS URBANÍSTICOS E TERRITORIAIS Os estudos urbanísticos visaram caracterizar especialmente a distribuição da população existente dentro dos limites da área de projeto. CTR-177/

28 Zonas Homogêneas De encontro com o objetivo acima, tomou-se como ponto de partida a análise da atual estrutura urbana, com o intuito de identificar e caracterizar zonas que, dentro da área de projeto, se diferenciem entre si quanto aos tipos de uso, densidade de ocupação e padrão de urbanização. Foram levadas em consideração, ainda, as proposições contidas no novo Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado, que pretende disciplinar o uso e ocupação do solo na área urbana do município. Desta forma, dentro dos limites da área de projeto foram identificadas zonas que apresentam homogeneidade quanto à ocupação e utilização do solo urbano. Cada uma destas áreas foram definidas como zonas homogêneas de ocupação, totalizando dezenove (19) tipos, a saber: ZC - Zona Comercial: região central da cidade, de ocupação mais antiga, que concentra a grande maioria dos estabelecimentos comerciais, bancários e empresas de prestação de serviços, bem como residências e edifícios (residenciais e comerciais). Área consolidada do ponto de vista urbanístico; possui área total de 180,90 ha e média de 3,04 hab/dom. ZM1 - Zona de Uso Misto: área adjacente à Zona Comercial, onde predomina o uso residencial de médio padrão, com lotes de 250 m 2. Verifica-se a presença de estabelecimentos comerciais de médio e pequeno portes, destinados ao atendimento da demanda local e extra local, pequenas indústrias e empresas de prestação de serviços. Apresenta unidades verticalizadas (residencial e comercial). Área consolidada do ponto de vista urbanístico; possui área total de 216,30 ha e média de 3,54 hab/dom. ZM2 - Zona de Uso Misto: área adjacente à Zona Comercial, com grande número de estabelecimentos comerciais de médio e pequeno portes, destinados ao atendimento da demanda local e extra local, pequenas indústrias e empresas de prestação de serviços, bem como uso residencial de médio/alto padrão, com lotes de 250 m 2. Apresenta unidades verticalizadas (residencial e comercial). Área consolidada do ponto de vista urbanístico; possui área total de 284,40 ha e média de 3,60 hab/dom. ZR - Zona Residencial: área de uso predominantemente residencial de médio/alto padrão, com lotes médios com cerca de 300 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento familiar diário. Possui área total de 4330,20 ha e média de 3,95 hab/dom. ZRP - Zona Residencial Popular: área de uso predominantemente residencial de baixo padrão, onde se localizam os conjuntos habitacionais populares, com lotes de 125 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento familiar diário. Possui área total de 2.152,00 ha e média de 4,41 hab/dom. ZI - Zona de Uso Industrial: áreas de uso exclusivamente industrial, com limites e uso definidos pelo Plano Diretor, onde estão instaladas boa parte das indústrias de grande porte. Possui área total de 5.651,70 ha. O Censo Demográfico da Fundação IBGE identificou uma população residente, sendo que o Plano Diretor não permitirá a ocupação residencial destas áreas. CTR-177/

29 ZIC - Zona Industrial de Uso Condicionado: área de uso exclusivamente industrial, com limites e uso definidos pelo Plano Diretor, que, por localizar-se na bacia hidrográfica de um dos mananciais de abastecimento de água de Sorocaba, tem seu uso condicionado e restrito à apenas atividades não poluentes. Possui área total de 958,30 ha, não sendo permitida sua ocupação residencial. ZSC - Zona de Sítios e Chácaras: Área de sítios e chácaras de laser, definida pelo Plano Diretor que prevê lotes mínimos de m 2 ; Possui área total de 3.469,80 ha e apresentou a média de 4,92 hab/dom. ZER - Zona de Expansão Residencial: compreende a totalidade dos vazios urbanos existentes dentro da Zona Residencial, ZR; sua ocupação futura deverá obedecer aos padrões existentes nas áreas adjacentes, quais sejam: médio e alto padrões, com lotes médios de cerca de 300 m 2. Possui área total de 1.536,40 ha e média de 4,16 hab/dom. ZERP - Zona de Expansão Residencial Popular: compreende a totalidade dos vazios urbanos existentes dentro da Zona Residencial Popular, ZRP; sua ocupação futura deverá obedecer aos padrões existentes nas áreas adjacentes quais seja: baixo padrão, sobretudo conjuntos habitacionais populares, com lotes com cerca de 125 m 2. Possui área total de 2.809,70 ha e média de 4,52 hab/dom. ZRM-BT - Zona Residencial Mista de Brigadeiro Tobias: área de uso predominantemente residencial de médio/baixo padrão, com lotes médios de 250 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento local e extra local, pequenas indústrias e empresas prestadoras de serviços. Possui área total de 237,80 ha e média de 4,21 hab/dom. ZE-BT - Zona de Expansão do Distrito de Brigadeiro Tobias: compreende a totalidade dos vazios urbanos existentes dentro da zona ZRM-BT; sua ocupação futura deverá obedecer aos padrões existentes nas áreas adjacentes quais sejam: baixo padrão, com lotes médios de cerca de 250 m 2. Possui área total de 199,80 ha e média de 4,23 hab/dom. ZRM-E - Zona Residencial Mista de Éden: área de uso predominantemente residencial de médio/baixo padrão, com lotes de 250 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento local e extra local, pequenas indústrias e empresas prestadoras de serviços. Possui área total de 248,20 ha e média de 3,71 hab/dom. ZE-E - Zona de Expansão do Distrito de Éden: compreende a totalidade dos vazios urbanos existentes dentro da zona ZRM-E; sua ocupação futura deverá obedecer aos padrões existentes nas áreas adjacentes quais sejam: baixo padrão, com lotes médios de cerca de 250 m 2. Possui área total de 307,70 ha e média de 3,67 hab/dom. ZRM-A - Zona Residencial Mista de Aparecidinha: área de uso predominantemente residencial de médio/baixo padrão com lotes de 125 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento local e extra local, pequenas indústrias e empresas prestadoras de serviços. Possui área total de 73,40 ha e média de 4,33 hab/dom. CTR-177/

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