ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Aula 01

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Aula 01"

Transcrição

1 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Aula 01 1

2 EVOLUÇÃO DOS MODELOS DE ADMININSTRAÇÃO PÚBLICA partindo-se de uma perspectiva histórica, verifica-se que a administração pública evoluiu através de três modelos básicos: a administração pública patrimonialista, a burocrática e a gerencial.

3 EVOLUÇÃO DAS FUNÇÕES DO ESTADO segurança Interna e defesa proteção economia interna assistência (dádiva patriarcal) sec xix intervenção na economia 1ª guerra função social a partir De 40 oferta de bens serviços sociais pós 2a guerra sec xviii clássicas 3

4 EVOLUÇÃO DAS FUNÇÕES DO ESTADO segurança Interna e defesa proteção economia interna assistência (dádiva patriarcal) sec xix intervenção na economia 1ª guerra função social a partir De 40 oferta de bens serviços sociais pós 2a guerra sec xviii clássicas Aumento de gastos Públicos: Políticas Públicas Máquina Administrativa 4

5 FUNÇÕES CONTEMPORANEAS DO ESTADO Defesa e segurança: interna/externa soberania nacional Relações externas: Países/blocos econômicos Organismos multilaterais Distributiva/alocativa assegurar distribuição compensar imperfeições Corrigir falhas do mercado Estimular/desincentivar externalidades Prom. igualdade de oportunidade Estabilização interna: econômica política Regulação: defesa dos direitos Infr.à ordem econômica Prof Silvestre 5

6 FUNÇÕES CONTEMPORANEAS DO ESTADO 6

7 REQUISITOS DA BOA GESTÃO PUBLICA Fazer o que deve ser feito Com capacidade de formulação e implementação Deficit Institucional Governança Otimizando os recursos Eficiência Com transparência, participação e responsabilização Democracia 7

8 EVOLUÇÃO DOS MODELOS DE ADMININSTRAÇÃO PÚBLICA GERENCIAL 1970 BUROCRÁTICA Inicio do séc.xix PATRIMONIALISTA Ate inicio do séc. XIX 8

9 Modelo de AP típico dos estágios primitivos da sociedade. PATRIMONIALISTA Ate inicio do séc. XIX Incapacidade de distinção entre o público e o privado. 9

10 partindo-se de uma perspectiva histórica, verifica-se que a administração pública evoluiu através de três modelos básicos: a administração pública patrimonialista, a burocrática e a gerencial. Nenhuma delas foi inteiramente abandonada. 10

11 CARACTERISTICAS DA ADMINISTRAÇÃO PATRIMONIALISTA baseado em relações de lealdade pessoal ausência de limites entre os bens e recursos públicos e privados clientelismo, corrupção, nepotismo Feudalismo, sultanismo, Patriarcalismo, Gerontocracia. o centro do modelo era o chefe político ausência de carreiras e critérios de promoção função do Estado e do servo público era dar emprego, favorecer aliados 11

12 Cont... As nomeações baseavam-se em critérios pessoais, trocas de favores. São utilizados os termos sinecura e prebenda para descrever os empregos públicos, já que significam ocupação rendosa de pouco trabalho. Ao grupo que dominava o poder no Estado patrimonialista, Raymundo Faoro denominou de Estamento Burocrático. O estamento se diferencia da classe social porque, nessa, o critério de pertencimento é o econômico, enquanto no estamento é social, de status, prestígios. 12

13 1 CESPE TCU - Analista de Controle Externo - Planejamento e Gestão - Prova 2 - Com referência aos conceitos e situações aplicáveis à administração pública, bem como à experiência e à legislação brasileira nesse setor, julgue os itens. O clientelismo e o corporativismo são padrões institucionalizados de relações que estruturam os laços entre sociedade e Estado no Brasil. O clientelismo, que faz parte da tradição política secular brasileira, está associado ao patrimonialismo e ao fisiologismo. O corporativismo emergiu nos anos 30, sob o governo de Getúlio Vargas. Essas características passaram, então, a inter-relacionar-se, e constituem instrumentos de legitimação política. 13

14 2 CESPE MPS Administrador - Com referência aos modelos de administração pública, julgue os seguintes itens. Raymundo Faoro, em sua clássica obra Os Donos do Poder, ao confrontar o Estado patrimonial com o feudal, já se referia ao sistema patrimonial como aquele que, ao contrário dos direitos, dos privilégios e das obrigações fixamente determinados do feudalismo, prende os servidores em uma rede patriarcal, na qual eles representam a extensão da casa do soberano. 14

15 Atributos do Modelo racional- legal IMPESSOALIDADE ESPECIALIZAÇÃO HIERARQUIA NORMATIZAÇÃO MERITOCRACIA BUROCRÁTICA Inicio do séc.xix Surge no final do Sec. XIX com o objetivo de frear a expansão patrimonialista, a partir dos estudos de Weber sobre as formas de dominação. Se propõe implantar um sistema racional-legal 15

16 Para Reflexão BUROCRÁTICA Inicio do séc.xix É muito caro para a sociedade investir recursos humanos e financeiros na geração de informações que cumprem a legislação, mas que ninguém utiliza para tomada de decisão Paulo Henrique Feijó 16

17 CARACTERISTICAS Divisão de trabalho definida em cargos hierarquizados Elimina variabilidade de resultados Elimina julgamentos subjetivos Autoridade reside na posição e não na pessoa Prof Silvestre 17

18 CARACTERISTICAS Carreiras, competências fixas, cargos padronizados Reduz a desintegração dos órgãos. Funcionários devem obediência às definições do cargo. Organizados em carreiras e promovidos por tempo de serviço ou mérito. Contratados com base na qualificação profissional Prof Silvestre 18

19 CARACTERISTICAS Controle por procedimentos e regras desempenho eficiente da rotina Impede tratamento diferenciado. Garante neutralidade Foco na tarefa 19

20 CARACTERISTICAS Confiabilidade e confidencialidade Separa trabalho intelectual do operacional Separação entre administração/técnica e política Normalização segue a risca regras e rotinas reduz o risco de decisões discricionárias padroniza comportamentos 20

21 4 CESPE Polícia Federal - Agente da Polícia Federal - Se adotar a abordagem burocrática, o gestor, com o objetivo de definir as futuras promoções na organização, avaliará seus subordinados considerando aspectos relacionados ao mérito. 21

22 (CESPE/STM/2004) Burocracia é um sistema social racional, ou um sistema social em que a divisão do trabalho é racionalmente realizada tendo em vista os fins visados. Se adotarmos uma definição curta e perfeitamente enquadrada dentro dos moldes da filosofia aristotélica, diremos que uma organização ou burocracia é um sistema social racional, ou um sistema social em que a divisão do trabalho é racionalmente realizada tendo em vista os fins visados. (Bresser Pereira com o Fernando Prestes Motta. ) 22

23 PRINCIPAIS DISFUNÇÕES Centralização, verticalização das estruturas Ênfase na posição e não na pessoa Formalismo e ritualismo - ênfase na disciplina e controles, Privilegio da norma em detrimento da busca a de resultados Flexibilidade limitada: morosidade e lentidão do processo decisório. Ignora a importância das pessoas e das relações interpessoais - organização informal 23

24 PRINCIPAIS DISFUNÇÕES Administração autoritária - acúmulo de poder. Regras tornam-se fins em si mesma. Administração auto referenciada voltada para si mesma Ética da obediência dificuldade de responsabilização Síndrome do eu sou meu cargo Lógica da dupla desconfiança Do servidor Do cidadão 24

25 5 CESPE EBC - Técnico Administração - Tendo o fragmento de texto acima como referência inicial, julgue os próximos itens, referentes a noções de administração pública. Getúlio Vargas, na década de 30 do século passado, teve um papel importante na evolução da administração pública no Brasil, ao promover a racionalização burocrática do serviço público, por meio da padronização, normatização e implantação de mecanismos de controle. 25

26 7 CESPE STM - Analista Judiciário - Área Judiciária - A década de 30 do século passado caracterizou-se por uma significativa centralização no nível político e econômico. Nesse período, assistiu-se ao fortalecimento do Estado intervencionista, cuja expansão se deu mediante três linhas de ação: criação de órgãos e departamentos formuladores de políticas públicas; expansão dos órgãos da administração direta; e expansão empresarial do Estado. 26

27 18 CESPE CNPQ - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior Acerca de gestão pública, julgue os itens a seguir. O modelo gerencial de gestão foi inserido no Brasil a partir das reformas ocorridas na década de 90 do século passado, tendo como inspiração os modelos instituídos, nos Estados Unidos da América, por Ronald Reagan e, na Inglaterra, por Margareth Tatcher. 27

28 Globalização: CRISE DO ESTADO Fatores Determinantes - Enfraquecimento do Estado nacional; - Dificuldade de promover a equidade e justiça social - Perda da capacidade de controlar o fluxo de informações entre os cidadãos; - Perda de atividade e funções; Crise fiscal: Endividamento/perda de controle das contas públicas incapacidade de geração de poupança pública para realizar investimentos sociais Prof Silvestre

29 CRISE DO ESTADO Fatores Determinantes Crise política: Crise de governabilidade Perda de legitimidade Descrédito nas instituições Crise econômica: Crise no modelo de intervenção do Estado; Perda da capacidade de coordenar o sistema econômico Inflação, desemprego, recessão Crise do modo de administrar: esgotamento do modelo burocrático Déficit de desempenho - baixa qualidade na prestação dos serviços públicos.

30 1. (ESAF/MPOG/2005) Segundo Abrúcio (1998), entre os fatores que ajudaram a desencadear a crise do Estado, indique a opção incorreta. a) As duas crises do petróleo, em 1973 e 1979, contribuíram para a diminuição do ritmo do crescimento econômico, colocando em xeque o modelo de intervenção estatal até então vigente. b) A crise fiscal dos taxpayers, que não enxergavam uma relação direta entre o acréscimo de recursos governamentais e a melhoria dos serviços públicos, fez diminuir ainda mais a arrecadação. c) Denúncias de corrupção envolvendo funcionários públicos de países centrais geraram um movimento, por parte dos movimentos sociais organizados, contrário à continuidade do modelo de Bem-estar. d) A globalização enfraqueceu os Estados nacionais no que tange ao controle dos fluxos financeiros e comerciais, mitigando em grande parte sua capacidade de ditar suas políticas macroeconômicas. e) A incapacidade do governo de responder às demandas sociais crescentes durante esse período gerou, segundo alguns cientistas políticos, uma ingovernabilidade de sobrecarga. 30

31 Enquanto o mundo vivia o que Eric Hobsbawn chamou de era dourada uma era de prosperidade que teve início após a II Guerra Mundial as disfunções da burocracia não recebiam tanta atenção assim. Tanto os países desenvolvidos quanto os comunistas e os em desenvolvimento apresentavam altas taxas de crescimento. Foi com a crise do petróleo em 1973 que entrou em xeque o antigo modelo de intervenção estatal, quando se abateu sobre o mundo uma grave crise econômica, resultando na crise fiscal dos Estados. A maioria dos governos não tinha mais como financiar seus déficits, e os problemas fiscais tendiam a se agravar, na medida em que as sociedades se voltavam contra as altas cargas tributárias, principalmente porque não enxergavam uma relação direta entre o acréscimo de recursos governamentais e uma melhora nos serviços públicos. Prof Silvestre

32 "O impacto do modelo gerencial na Administração Pública: Um breve estudo sobre a experiência internacional recente Fernando Luiz Abrúcio 32

33 REFORMA DO ESTADO X REFORMA DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA REFORMAS DE PRIMEIRA GERAÇÃO ( ) Estado mínimo Desconcentração do aparelho do Estado Redução do Estado-Providencia Vendas de ativos, privatização, terceirização Economia/eficiencia Ajuste fiscal pré condição para o desenvolvimento e aumento da credibilidade Utilização de técnicas gerenciais do setor privado Redução do aparelho do Estado Adequação da maquina estatal aos tempos de escassez. Cortes de subsídios, incentivos, pessoal,etc Prof Silvestre 33

34 REFORMA DO ESTADO X REFORMA DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA REFORMAS DA SEGUNDA GERAÇÃO (a partir de 1995) Fortalecimento das instituições Busca da governança social Mudança do modelo de gestão Integração bem estar social X responsabilidade fiscal Ênfase na efetividade e na redução do déficit institucional. Papel central do Estado Estado rede Aumento da accountability e da participação social Prof Silvestre 34

35 AS TRANSFORMAÇÕES O CONTEXTO Sociedade Industrial Sociedade do Conhecimento O ESTADO Provedor Direto de Serviços Regulador Promotor e Prof Silvestre 35

36 AS TRANSFORMAÇÕES A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Burocrática Gerencial A GESTÃO DE PESSOAS Controle Comprometimento Prof Silvestre 36

37 Organizações Patrimonialistas Organizações Burocráticas Organizações Pósburocráticas Seleção Linhagem Treinamento Específico Potencialidade e Educação Generalizada Promoção Favoritismo, Corrupção Mérito, Antiguidade Conhecimento e Desempenho Passado Bases de Especialização Hierarquia Arbitrariedade ou Hereditariedade Correspondem as classes sociais Treinamento na Organização Autoridade Legal, Sistema de Status Profissional: Baseada na Estrutura do conhecimento Difusa: Respeito Baseado no Conhecimento e na Competência Regras Tradição ou Capricho Legalísticas, Rígidas Pragmáticas, Temporárias Mandato Tratamento dos Clientes Depende de favores Pessoal, particularista Permanente Impessoal, Universalista Baseado na Vida do Projeto Universalista, Democrático 37

38 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NO TEMPO Aperfeiçoamento da burocracia Era da Burocracia Era da NPM Combate ao patrimonialismo Era das Reformas Combate à burocracia A nova agenda Prof Silvestre 38

39 A EMERGENCIA DA NOVA GESTÃO PÚBLICA CONTEXTO DE CRISE E ONDA GLOBAL DE REFORMAS Fim do período desenvolvimentista crises do petróleo crise de liquidez instabilidade do mercado financeiro internacional Novos requisitos de integração competitiva da globalização Prof Silvestre 39

40 A EMERGENCIA DA NOVA GESTÃO PÚBLICA Crise do Estado disfunções da intervenção estatal na garantia do bem estar e da estabilidade econômica disfunções burocráticas Ingovernabilidade Prof Silvestre 40

41 A EMERGENCIA DA NOVA GESTÃO PÚBLICA Motivações teóricas Escolha pública Agente/principal Gerencialismo Influências programas de privatização cooperação internacional consultorias Prof Silvestre 41

42 A EMERGENCIA DA NOVA GESTÃO PÚBLICA OS MODELOS DA NPM Prof Silvestre 42

43 GERENCIALISMO PURO - (managerialism) OBJETIVOS: FAZER MAIS COM MENOS Organizar governos que custassem menos Preocupação com o contribuinte - reduzir gastos e desperdícios em uma era de escassez Utilização maciça de técnicas e mecanismos do sp. para melhorar a eficiência Economia e eficiência governamentalengrenagens do modelo Weberiano Produtividade como eixo central Separação entre administração e política Preocupação com valor do dinheiro (value money). 43

44 GERENCIALISMO PURO - (managerialism) MEDIDAS PRINCIPAIS Privatização em massa. Corte de pessoal. Devolução de atividades à iniciativa privada. Descentralização. Desconcentração. Delegação de poder. Utilização de técnicas de racionalização e controle orçamentário. Adoção da administração por objetivos (Governo Inglês) Descentralização administrativa 44

45 PRINCIPAIS CRITICAS Despolitização das ações estatais. Desatenção à efetividade - pouca preocupação com flexibilidade. Retorno à rigidez do modelo Weberiano. Não estimula a construção de instituições voltadas à participação popular. Centraliza o processo decisório no núcleo central. Desconsidera peculiaridade do Setor Público. Enfatiza as dimensões estruturais e não sociais da gestão. 45

46 ESAF MPOG (adaptado) - Acerca dos modelos de gestão patrimonialista, burocrática e gerencial, no contexto brasileiro, Julgue: a) cada um deles constituiu-se, a seu tempo, em movimento administrativo autônomo, imune a injunções políticas, econômicas e culturais. b) com a burocracia, o patrimonialismo inicia sua derrocada, sendo finalmente extinto com a implantação do gerencialismo. c) o caráter neoliberal da burocracia é uma das principais causas de sua falência. d) fruto de nossa opção tardia pela forma republicana de governo, o patrimonialismo é um fenômeno administrativo sem paralelo em outros países. e) com o gerencialismo, a ordem administrativa se reestrutura, porém sem abolir o patrimonialismo e a burocracia que, a seu 46 modo e com nova roupagem, continuam existindo.

47 CONSUMERISMO - New public management OBJETIVOS: FAZER MELHOR Introdução do conceito de qualidade dos serviços Flexibilidade de gestão Foco no cliente/consumidor (usuário/consumidor) Descentralização, como forma de conferir direito de escolha aos consumidores Aumento da competição entre agencias Adoção de novas formas de contratação Prof Silvestre 47

48 PRINCIPAIS CRITICAS O conceito de consumidor Diferença da relação nos setores Não atende a equidade Significa apenas direito de escolha Desatenção com problemas de coordenação central. Prof Silvestre 48

49 ESAF ANA (adaptado) - Sobre o tema 'administração pública gerencial', julgue: a) o consumerism e o public service oriented são visões completamente antagônicas da administração pública gerencial. b) no Brasil, a adoção do gerencialismo na administração pública visa à efetiva implantação de um modelo burocrático weberiano, objetivo que nenhuma reforma administrativa logrou alcançar. c) a primeira experiência de administração pública gerencial, em nosso país, remonta ao século passado, sendo seu marco a criação do DASP, por Getúlio Vargas, em d) Tal como originalmente promulgada, em outubro de 1988, a Constituição Federal contemplava todos os preceitos do gerencialismo, não necessitando, para tanto, sofrer qualquer alteração posterior. e) uma das principais críticas que se faz ao consumerism decorre do fato de o modelo não identificar, adequadamente, quem são os seus clientes, já que o conceito de 'consumidor' não equivale ao de 'cidadão'. 49

50 ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO PÚBLICO - Public service orientation) OBJETIVOS: FAZER O QUE DEVE SER FEITO" Fusão de idéias de gestão dos setores públicos e privados Redução do déficit institucional (O QUE e não COMO) Foco no cidadãos (conotação coletiva) Descentralização como forma de participação dos cidadãos. Ênfase no desenvolvimento da aprendizagem social (Curso Controle Social e Cidadania) 50 Prof Silvestre

51 ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO PÚBLICO - Public service orientation) Accountability com o binômio justiça e equidade Garantia da participação e responsabilização social Colaboração entre agencias Transparência e controle social criação de uma nova cultura que congregue cidadãos, funcionários e políticos Prof Silvestre 51

52 GERENCIALISMO PURO Foco na economia & eficiência fazer mais com menos CONSUMERISMO Foco na eficácia & qualidade fazer melhor PUBLIC SERVICE ORIENTED Foco na equidade & accountability fazer o que deve ser feito Contribuintes Clientes Cidadãos Prof Silvestre adaptado de Abruccio 52

53 17 CESPE Correios - Analista de Correios Administrador - Acerca de administração pública, julgue os itens a seguir. O modelo racional-legal de administração pública confere eficiência, qualidade e baixo custo aos serviços prestados pelo Estado aos cidadãos. 53

54 ESAF SUSEP - Uma adequada compreensão do processo evolutivo da administração pública brasileira nos revela que: a) o patrimonialismo se extingue com o fim da dominação portuguesa, sendo o reinado de D. Pedro II o ponto de partida para a implantação do modelo burocrático. b) em um ambiente onde impera o gerencialismo, não há espaço para o modelo burocrático. c) a implantação do modelo gerencial, em fi ns do século passado, consolida o caráter burocrático-weberiano do aparelho do Estado, notadamente na administração direta. d) de certa forma, patrimonialismo, burocracia e gerencialismo convivem em nossa administração contemporânea. e) a importância do modelo gerencial se expande a partir do momento em que a administração direta se robustece, nos 54 anos 1950, em paralelo à crescente industrialização do país.

55 ESAF Receita Federal - Uma correta análise da adoção da chamada Nova Gestão Pública, pelo Brasil, revela que: a) em sua forma original, a Constituição Federal de 1988 já disponibilizava a base legal suficiente para a implementação daquele novo modelo de gestão, sem a necessidade de reformas. b) toda a máquina pública passou a adotar o controle por resultados, razão pela qual foram descontinuados alguns mecanismos de controle financeiro e orçamentário até então existentes. c) com o aumento da descentralização, visava-se reduzir o nível de accountability a que se submeteriam os órgãos reguladores. d) no plano federal, a implementação das Organizações Sociais sagrou-se vitoriosa, havendo, hoje, milhares delas espalhadas pelo país, prestando serviços públicos essenciais. e) o Estado tinha por objetivo atuar mais como regulador e promotor dos serviços públicos, buscando, preferencialmente, a descentralização, a desburocratização e o aumento 55 da autonomia de gestão.

56 Bresser Pereira: (...)a combinação de princípios gerenciais e burocráticos deverá variar de acordo com o setor. A grande qualidade da administração pública burocrática é a sua segurança e efetividade. Por isso, no núcleo estratégico, onde essas características são muito importantes, ela deverá estar ainda presente, em conjunto com a administração pública gerencial. Já nos demais setores, onde o requisito de eficiência é fundamental dado o grande número de servidores e de cidadãosclientes ou usuários envolvidos, o peso da administração pública burocrática deverá ir diminuindo até praticamente desaparecer no setor das empresas estatais. 56

57 Plano Diretor da Reforma - MARE FORMA DE PROPRIEDADE FORMA DE ADMINISTRAÇÃO NÚCLEO ESTRATÉGICO Legislativo, Judiciário, Presidência, Cúpula dos Ministérios, Ministério Público ATIVIDADES EXCLUSIVAS Regulamentação Fiscalização, Fomento, Segurança Pública, Seguridade Social Básica SERVIÇOS NÃO-EXCLUSIVOS Universidades, Hospitais, Centros de Pesquisa, Museus PRODUÇÃO PARA O MERCADO Empresas Estatais Estatal X X Publicização Privatização Pública Não Estatal X Privada X Burocrática Gerencial X X X X X

58 Organizações Patrimonialistas Organizações Burocráticas Organizações Pósburocráticas Seleção Linhagem Treinamento Específico Promoção Bases de Especialização Hierarquia Favoritismo, Corrupção Arbitrariedade ou Hereditariedade Correspondem as classes sociais Mérito, Antiguidade Treinamento na Organização Autoridade Legal, Sistema de Status Potencialidade e Educação Generalizada Conhecimento e Desempenho Passado Profissional: Baseada na Estrutura do conhecimento Difusa: Respeito Baseado no Conhecimento e na Competência Regras Tradição ou Capricho Legalísticas, Rígidas Pragmáticas, Temporárias Mandato Depende de favores Permanente Baseado na Vida do Tratamento dos Clientes Pessoal, particularista Impessoal, Universalista Projeto Universalista, Democrático 58

59 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Qualidade no Setor público Gespública Professor Silvestre 59

60 Contexto Histórico Desde o final da década de 80 o Brasil buscou, com a abertura de mercado, mecanismos e métodos que preparassem e atualizassem as empresas e o serviço público com relação à qualidade e produtividade. Professor Silvestre 60

61 Contexto Histórico ERA COLLOR :Foi criado em 1990 o Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade PBQP, que gerou o Subcomitê da Administração Pública. Collor também via de forma negativa os órgãos e empresas estatais. Os servidores eram marajás, que deveriam ser demitidos. Assim, a administração pública também foi inserida no PBQP, no subprograma setorial Programa da Qualidade no Serviço Público (PQSP). Professor Silvestre 61

62 Contexto Histórico ERA FHC: Em 1995, com a Reforma do Estado, foi criado o Programa Qualidade e Participação na Administração Pública - QPAP, ainda com foco nas ferramentas e o início de um discurso voltado para a qualidade como instrumento de modernização do aparelho do Estado. Professor Silvestre 62

63 Contexto Histórico ERA FHC: Programa QPAP - O princípios: Satisfação do Cliente Envolvimento de Todos os Servidores Gestão Participativa Gerência de Processos Valorização do Servidor Público Constância de Propósitos Melhoria Contínua Não aceitação de erros Professor Silvestre 63

64 Contexto Histórico Em 1999, no MPOG, foi criado o Programa da Qualidade no Serviço Público - PQSP, agregando toda a experiência dos programas anteriores e o foco no atendimento ao cidadão. Por ex: pesquisa de satisfação Padrões de Atendimento SACs Serviços de Atendimento ao Cidadão. Professor Silvestre 64

65 Contexto Histórico ERA LULA: Em 2005 o Governo Federal lançou, por Decreto (No. 5378, de 23/02/2005), o Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização - GESPÚBLICA, unificando o Programa da Qualidade com o Programa Nacional de Desburocratização Professor Silvestre 65

66 Professor Silvestre 66

67 Modelo de Excelência em Gestão Pública O Decreto de 2005 determina que: (...) IV - desenvolver modelo de excelência em gestão pública, fixando parâmetros e critérios para a avaliação e melhoria da qualidade da gestão pública, da capacidade de atendimento ao cidadão e da eficiência e eficácia dos atos da administração pública federal. Professor Silvestre 67

68 a) Ser essencialmente pública; b) Estar focada em resultados para o cidadão (sair do serviço à burocracia e colocar a gestão pública a serviço do resultado dirigido ao cidadão); c) Ser federativa (não estão limitados à poder, ente ou objeto de gerenciamento); Professor Silvestre 68

69 Professor Silvestre 69

70 a) Pensamento sistêmico: entendimento das relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização, bem como entre a organização e o ambiente externo, com foco na sociedade. b) Aprendizado organizacional: busca contínua e alcance de novos patamares de conhecimento, individuais e coletivos, por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de informações e experiências. Professor Silvestre 70

71 c) Cultura da Inovação: promoção de um ambiente favorável à criatividade, à experimentação e à implementação de novas idéias que possam gerar um diferencial para a atuação da organização. d) Liderança e constância de propósitos: É exercida pela alta administração, entendida como o mais alto nível gerencial e assessoria da organização. Professor Silvestre 71

72 e) Orientação por processos e informações: compreensão e segmentação do conjunto das atividades e processos da organização que agreguem valor para as partes interessadas, sendo que a tomada de decisões e a execução de ações devem ter como base a medição e análise do desempenho, levando-se em consideração as informações disponíveis. Professor Silvestre 72

73 f) Visão de Futuro: indica o rumo de uma organização e a constância de propósitos que a mantém nesse rumo. Está diretamente relacionada à capacidade de estabelecer um estado futuro desejado que dê coerência ao processo decisório e que permita à organização antecipar-se às necessidades e expectativas dos cidadãos e da sociedade. Inclui, também, a compreensão dos fatores externos que afetam a organização com o objetivo de gerenciar seu impacto na sociedade. Professor Silvestre 73

74 g) Geração de Valor: alcance de resultados consistentes, assegurando o aumento de valor tangível e intangível de forma sustentada para todas as partes interessadas. h) Comprometimento com as pessoas: estabelecimento de relações com as pessoas, criando condições de melhoria da qualidade nas relações de trabalho, para que elas se realizem profissional e humanamente, maximizando seu desempenho por meio do comprometimento, de oportunidade para desenvolver competências e de empreender, com incentivo e reconhecimento. Professor Silvestre 74

75 i) Foco no cidadão e na sociedade j) Desenvolvimento de parcerias: desenvolvimento de atividades conjuntamente com outras organizações com objetivos específicos comuns, buscando o pleno uso das suas competências complementares para desenvolver sinergias. Professor Silvestre 75

76 l) Responsabilidade social: atuação voltada para assegurar às pessoas a condição de cidadania com garantia de acesso aos bens e serviços essenciais, e ao mesmo tempo tendo também como um dos princípios gerenciais a preservação da biodiversidade e dos ecossistemas naturais, potencializando a capacidade das gerações futuras de atender suas próprias necessidades. Professor Silvestre 76

77 m) Controle Social: atuação que se define pela participação das partes interessadas no planejamento, acompanhamento e avaliação das atividades da Administração Pública e na execução das políticas e dos programas públicos. n) Gestão participativa: estilo que busque o máximo de cooperação das pessoas, reconhecendo a capacidade e o potencial diferenciado de cada um e harmonizando os interesses individuais e coletivos, a fim de atingir a sinergia. Professor Silvestre 77

78 Instrumento para Avaliação da Gestão Pública O Modelo de Excelência em Gestão Pública é composto por 8 critérios que juntos compõem um sistema de gestão para as organizações do setor público brasileiro. Os critérios que compõem o modelo são os seguintes: Liderança; Estratégias e Planos; Cidadãos; Sociedade; Informação e Conhecimento; Pessoas; Processos; e Resultados. Professor Silvestre 78

79 Instrumento para Avaliação da Gestão Pública Os Critérios de Excelência fazem parte de um modelo que propõe como sistemática avaliar a gestão, tomando como referência o estado da arte em gestão, em geral desenvolvido a partir dos prêmios nacionais da gestão. (Brasil, 2009) Professor Silvestre 79

80 Transcrevendo os Arts. 2º e 3º do Decreto nº 5.378, de 23 de fevereiro de 2005: Art. 2 o O GESPÚBLICA deverá contemplar a formulação e implementação de medidas integradas em agenda de transformações da gestão, necessárias à promoção dos resultados preconizados no plano plurianual, à consolidação da administração pública profissional voltada ao interesse do cidadão e à aplicação de instrumentos e abordagens gerenciais, que objetivem: Professor Silvestre 80

81 Art. 2 o I - eliminar o déficit institucional, visando ao integral atendimento das competências constitucionais do Poder Executivo Federal; II - promover a governança, aumentando a capacidade de formulação, implementação e avaliação das políticas públicas; Professor Silvestre 81

82 Art. 2 o III - promover a eficiência, por meio de melhor aproveitamento dos recursos, relativamente aos resultados da ação pública; (...) V - promover a gestão democrática, participativa, transparente e ética. Professor Silvestre 82

83 Art. 3 o Para consecução do disposto nos arts. 1 o e 2 o, o GESPÚBLICA, por meio do Comitê Gestor de que trata o art. 7 o, deverá: I - mobilizar os órgãos e entidades da administração pública para a melhoria da gestão e para a desburocratização; II - apoiar tecnicamente os órgãos e entidades da administração pública na melhoria do atendimento ao cidadão e na simplificação de procedimentos e normas; Professor Silvestre 83

84 Art. 3 o III - orientar e capacitar os órgãos e entidades da administração publica para a implantação de ciclos contínuos de avaliação e de melhoria da gestão; e IV - desenvolver modelo de excelência em gestão pública, fixando parâmetros e critérios para a avaliação e melhoria da qualidade da gestão pública, da capacidade de atendimento ao cidadão e da eficiência e eficácia dos atos da administração pública federal. Professor Silvestre 84

85 Modelo de Excelência em Gestão Pública A compreensão de que um dos maiores desafios do setor público brasileiro é de natureza gerencial fez com que, na década de 90, fosse buscado um novo modelo de gestão pública focado em resultados e orientado para o cidadão. Esse modelo de gestão pública deveria orientar as organizações nessa transformação gerencial e, ao mesmo tempo, permitir avaliações comparativas de desempenho entre organizações públicas brasileiras e estrangeiras e mesmo com empresas e demais organizações do setor privado. Professor Silvestre 85

86 Modelo de Excelência em Gestão Pública Em 1997, optou-se pelos Critérios de Excelência utilizados no Brasil e em diversos países e que representam o estado da arte em gestão. A adoção sem adaptação dos modelos de gestão utilizados mostrou-se inadequada para os órgãos e entidades, principalmente a administração direta, fundações e autarquias, em função da natureza essencialmente pública dessas organizações. Professor Silvestre 86

87 Modelo de Excelência em Gestão Pública A estratégia utilizada pelo Programa foi adaptar um modelo de excelência em gestão, de padrão internacional, que representa o estado da arte em gestão. A intenção foi incorporar os fundamentos e linguagem que definem a natureza pública das organizações que compõem o aparelho do estado. Partiu-se da premissa de que é possível ser excelente sem deixar de ser público. Não se tratou, em momento algum, de fazer concessões à gestão pública, mas de criar o entendimento necessário para dar viabilidade ao seu processo de transformação. A excelência gerencial com base em padrões e práticas mundialmente aceitas foi o alvo principal. Professor Silvestre 87

88 Professor Silvestre 88

89 CESPE ANTAQ - Analista Administrativo - Acerca de gestão de processos de negócio e gestão estratégica, julgue os itens subsequentes. Os produtos principais do Programa Nacional de Gestão Pública - Gespública - são a avaliação continuada dos serviços públicos e a promoção dos resultados do plano plurianual, desde que as mudanças decorrentes desse programa não alterem os processos de burocratização existentes Professor Silvestre 89

90 FCC AL-SP - O modelo de administração pública gerencial a) prioriza o atendimento das demandas do cidadão. b) identifica o interesse público com a afirmação do poder do Estado. c) identifica o interesse da coletividade com o do Mercado. d) baseia-se na competência técnica dos servidores e na centralização da decisão. e) enfatiza o controle dos processos formais, visando à punição exemplar dos incompetentes. Professor Silvestre 90

91 CESPE TRT - 1ª REGIÃO (RJ) - Analista Judiciário - Acerca da evolução da gestão pública na busca da excelência dos serviços públicos, assinale a opção correta. a) A excelência na gestão pública está centrada no modelo de administração pública patrimonialista, no qual a preservação do patrimônio público deve ser a finalidade precípua. b) O modelo de administração pública burocrática apresenta, originalmente, como vantagem em relação a outros modelos, a busca do controle de abusos e do fim do nepotismo. c) O modelo de administração pública gerencial, por se inspirar no modelo adotado na administração privada, é confundido com ele. d) Uma das políticas formuladas na busca da excelência nos serviços públicos é o GesPública, elaborado com base na premissa de que a gestão de órgãos e entidades públicos pode e deve ser excelente, mas não pode ser comparada com padrões internacionais de qualidade em gestão, devido às especificidades de cada país. e) A qualidade da gestão pública deve ser orientada para o Estado e desenvolver-se no âmbito de valores demarcados por princípios similares àqueles preconizados em empresas de classe mundial. Professor Silvestre 93

92 Sistema de Excelência do Exército inspira outras organizações É possível um contingente de 200 mil militares e 30 mil civis espalhados até pelos locais mais remotos do País seguir um único modelo de Excelência em Gestão? O Exército Brasileiro (EB) mostra que sim, desde que se tenha paciência e flexibilidade para assimilar novos conceitos, além de muita disposição. Com o objetivo de adotar práticas que tornassem mais efetivo o desempenho gerencial da instituição, até então pautada por tradicionais modelos militares, a organização resolveu apostar em sistemas originários do setor privado. Por meio de uma parceria com a FNQ, o exército vem implementando gradativamente elementos do MEG e já é destaque no Gespública. Professor Silvestre 94

93 Professor Silvestre 95

94 ADMINISTRAÇÃ O PÚBLICA Administração Científica Professor Silvestre 96

95 Contexto Socioeconômico Substituição progressiva da economia... Feudal Autoridade de nobres e senhores feudais Bases religiosas e patriarcais crescimento do comércio e das cidades Industrial Acumulação de capital Emergência da Burguesia mercantil Modernização sistema produtivo Autoridade racional-legal

96 Revolução Industrial processo de transição da sociedade passando de uma base agrícola-artesanal para outra urbano-industrial protótipo é o desenvolvimento ocorrido na Grã- Bretanha entre 1750 e 1830.

97 Caracterização da produção Pré 1800 Natureza da sociedade: agrária Local de trabalho: Fazenda/ lar Natureza do trabalho: Física: - agricultura/artesanato Recurso principal: Terra Natureza da sociedade: Industrial Local de trabalho: Fábrica Natureza do trabalho: Física: manufatura Recurso principal: Maquinário

98 Bases Pré-Revolução Industrial Trabalho como algo a ser realizado por escravos e cidadãos pouco respeitáveis. Organizações eram estáticas Indivíduos predestinados às suas situações de vida, Regras não poderiam ser questionadas. Visão desfavorável da atividade com fins lucrativos.

99 Substituição do tradicional pelo racional Renné Descartes negou todo conhecimento recebido com base apenas em costumes e tradições. Salientou o poder da razão para resolver qualquer espécie de problema

100 Advento das máquinas tornou o trabalho mais eficientes, porém ainda não havia provocado a racionalização da organização e execução do trabalho

101 Movimento da Administração Científica Foco é interno e estrutural Aperfeiçoamento das regras e estruturas internas da organização Homem todo o resto se resolve questões humanas e concorrenciais Ser que analisa racionalmente as diversas possibilidades de decisão Cria e implementa as melhores ações Racionalidade Absoluta e ilimitada

102 Frederick Taylor (1903) Preferência pela experiência e a indução Racionalização do trabalho na linha de produção Administração vista do chão de fabrica

103 Frederick Taylor (1903) 1. Estudo da fadiga: a fadiga predispõe o trabalhador à diminuição da produtividade e perda de qualidade, acidentes, doenças e aumento da rotatividade de pessoal. 2. Divisão do trabalho e especialização do operário: cada um se especializaria e desenvolveria as atividades de maior aptidão. 3. Desenho de cargos e tarefas: especificar o conteúdo de tarefas de uma função, como executar e as relações com os demais cargos existentes. 4. Homem econômico: o homem é motivado por recompensas salariais, econômicas e materiais.

104 Frederick Taylor (1903) 4. Condições de trabalho: conforto do operário e o ambiente físico ganham valor, não porque as pessoas merecessem, mas porque são essenciais para o ganho de produtividade 5. Padronização: aplicação de métodos científicos para obter a uniformidade e reduzir os custos 6. Supervisão funcional: os operários são supervisionados por especialistas, e não por uma autoridade centralizada.

105 Henri Fayol (1916) identificou as 5 funções básicas da administração: planejamento, organização, direção, coordenação controle. Descreveu os princípios da administração Visão de cima para baixo Administração e a perspectiva do gerente

106 Princípios de Fayol Divisão do trabalho: especialização das tarefas e ao controle da quantidade de objetos sob cada trabalhador para melhorar a eficiência e eficácia. Autoridade e responsabilidade: confere à autoridade o direito de dar ordens, e o poder para obter obediência. A responsabilidade emerge diretamente da autoridade. Unicidade de comando: ninguém deve ter mais de um chefe.

107 Princípios de Fayol Remuneração: o pagamento deve ser justo e satisfatório para o empregador e para o empregado. Espírito de equipe: o moral e um sentimento positivo em relação à organização são intensificados pela comunicação face a face e pela coesão do time.

108 4 Funções da Administração Planejar: definir objetivos e desenvolver estratégias e ações para alcançá-los Controlar: monitorar o desempenho para garantir que os objetivos sejam alcançados Organizar: determinar o que deve ser feito, como deve ser feito e quem deve fazer Dirigir: liderar e motivar os membros da organização

109 Outros Autores

110 Outros Autores

111 IDÉIAS CENTRAIS DO MOVIMENTO Homem é um ser racional conhece todas alternativas de ação e consequências pode escolher a melhor e maximizar resultados Homo Economicus objetivos prefixados facilita ação e reação ser simples e previsível comportamento não varia produtividade vigilância e treinamento ação inadequada defeitos na estrutura solução de problemas aperfeiçoar regras e estruturas

112 Bases Filosóficas do Conceito Hobbes o ser humano é egoista e busca a satisfação de seus próprios desejos. Smith o interesse em maximizar ganhos individuais move os agentes econômicos em busca de maiores ganhos em mercados competitivos. Bentham utilitarismo ser humano é hedonista, busca aumentar seus prazer e rejeitar a dor, gera inércia e indolência Locke homem deve possuir os frutos do seu trabalho direito à propriedade individual Weber ética protestante trabalho frugal, ascético e disciplinados é uma glorificação religiosa que favorece acumulação de capital e propriedade privada.

113 É papel do administrador... identificar o Homem de Primeira Classe existem pessoas ideais para cada tipo de trabalho que servem de base para o estudo dos movimentos determinar a maneira certa de executar o trabalho analisar o trabalho em suas diferentes fases estudar os movimentos para simplificar e reduzir planejar a execução de cada operação e movimento administrador é cabeça do processo operário é o braço do processo

114 Eficiência surge de... máxima divisão do trabalho maior agrupamento de tarefas por semelhança maior supervisão e menor proporção subordinados/chefe maior centralização e impessoalidade nas decisões organizar em função das tarefas e não dos homens criar uma estrutura ideal e sistemas perfeitos

115 Incentivos Monetários padrões de produção seleção, treinamento e controle por supervisão sistema de incentivos garante resultados pagamento por peça ou bônus

116 Integrando Taylor e Fayol determina r a maneira certa incentiv o monetár io divisão do trabalho especializ ação Estudo de tempos e movimen tos seleção do homem de 1 a. classe padrão de produçã o Org. Formal Foco nas tarefas unidade de comando lei da fadiga supervis ão cerrada amplitude de controle

117 Fordismo Ford desenvolveu e aperfeiçoou o sistema de linhas de montagem Plataformas volantes (vagões) transportavam as peças na linha de montagem Produção em massificada do Ford Bigode Preto. operários permaneciam nos postos de trabalho, menor movimentação e tempo menor força de vontade descartou cartões de instrução mínimo de esforço mental push product line rápida produção e venda linha parada é capital sem dividendo único modelo = economia de escala Ponto Fraco sistema sem inovação e adaptação ao

118 Contexto e Desdobramentos Divisão do Trabalho já existia Inovação está associada à substituição das corporações de ofício e trabalho artesanal Diante da Revolução Industrial representou uma forma de proteção para o operariado trabalhadores tinham dificuldade de adaptação às disciplinas das fábricas e o trabalho não era regulamentado

119 Contexto e Desdobramentos Braço Eficiente era uma proteção culpa pela baixa produtividade era do engenheiro responsável por aprimorar o sistema de trabalho. Proteção é paternalista já que operário não pensa gera alienação e bloqueia desenvolvimento, aprendizado e autonomia.

120 Críticas: Estudo Hoxie (1911) Sindicatos acusam a exploração do trabalhador Objetivo era apenas maximizar lucros e não garantir direitos e bem-estar Retirava da classe operária o direito de opinar sobre o processo produtivo

121 Críticas: Herbert Simon (1947 e 1955) estudo do comportamento administrativo princípios científicos são contraditórios especialização vs. unidade comando hierarquia rígida vs. amplitude de controle Racionalidade Limitada não é possível a 1 homem conhecer todas as alternativas de ação e suas consequências

122 Críticas: Estruturalistas negam harmonia de interesses e a racionalidade normativa diferenças de organização formal e informal regras não são seguidas como elaboradas Dissociação (ou decoupling) separação entre normas e práticas espaços de ajustes às regras procedimentos são ritos ou cerimônias Fechar os Olhos (ou overlooking) gerentes desconsideram o descumprimento de regras visando resultados Organizações loosely coupled estruturas interligadas de forma sutil e relaxada

123 Críticas: Relações Humanas reconhecem outros fatores de incentivo prestígio poder aprovação do grupo auto-realização controle por resultados defendem a participação de trabalhadores nas decisões que afetam seu trabalho

124 Fundamentos e Teorias da Administração Unidade II - Perspectivas Clássicas em Administração Semana 2 Escola de Relações Humanas Profa. Dra. Fernanda Sauerbronn UFRJ/FACC

125 Origens e Fundamentos da Escola das Relações Humanas O ser humano não é totalmente controlável e previsível Há sempre um certo grau de incerteza associado à gestão de pessoas Há limites para a regulação social via regras e controle burocrático Questões como motivação e afetividade humana entram no debate

126 Estudo de Hawthorne ( ) Primeira Fase: Análise dos efeitos da iluminação no local de trabalho sobre a produtividade a. grupo de teste e grupo de controle => ambos tiveram a produtividade aumentada independente da variação, ou não, na iluminação. b. comportamento no trabalho era influenciado positivamente pela observação dos pesquisadores c. sentimento de valorização pela observação e atenção

127 Estudo de Hawthorne ( ) Segunda Fase: Novas análises consideravam... uma sala menor iluminação mais intensa permissão para interação durante o trabalho novamente... a. aumento de produtividade independente da iluminação ou sala. b. comportamento influenciado pela observação de pesquisadores c. comunicação e interação no trabalho influenciaram resultados

128 Estudo de Hawthorne ( ) Terceira Fase: foco na dinâmica de pequenos grupos permissão para interação durante o trabalho pesquisadores interagiram menos resultados... a. produtividade se manteve b. comprovou-se que o grupo limitava/dirigia o ritmo de trabalho e a produtividade

129 Resultados de Hawthorne Produtividade é determinada por padrões e comportamentos informais estabelecidos pelo grupo de trabalho Esses padrões e normas informais nos grupos são influenciados por cultura e hábitos do processo de socialização A queda de produtividade ocorre em função do conflito entre as regras de trabalho e os padrões informais.

130 Mary Parker Follet ( ) Reconheceu a existência de 3 métodos para solução do conflito industrial método da força: coerção, ameaças e violência com riscos, desgastes e cursos método da barganha: negociação política entre as partes método da integração: ferramentas participativas e democráticas que levem os indivíduos a se dedicarem mais no trabalho. unidade de análise não é o indivíduo, mas sim o grupo social.

131 Elton Mayo ( ) psicólogo industrial: primeiros trabalhos antes de integrar Hawthorne indicaram que a solução dos problemas dos trabalhadores estava na mente e no corpo No livro de 1945, concluiu que grupos formais grupos informais pesquisas no trabalho introduzem caráter afetivo operários e seus problemas não são ignorados foco para produtividade é outro incentivos monetários objetivos organiz. Incentivos psicosociais valores dos grupos

132 Roethlisberg e Dickson (1939) líderes naturais surgem nos grupos com consentimento ativo de integrantes Dinâmica gerada no interior dos grupos informais podem ajudar ou atrapalhar a produtividade nas organizações. valores e costumes do grupo são muito importantes para os indivíduos imposição de regras regulam a produtividade atitude generalizada de descaso com recompensas monetárias Crença de que valores e sentimentos podem ser transformados a partir da interação na organização e na sociedade

133 Chester Barnard (1938) As organizações informais são necessárias ao funcionamento da organização formal como um meio de comunicação, coesão e proteção da integridade individual. organizações são construídas para fins específicos e determinados indivíduos possuem poder de escolha, objetivos diversos e interesses próprios As organizações são meios para a satisfação de objetivos individuais. seleção e treinamento não são suficientes para garantir colaboração e obediência desenvolvimento de valores comuns é uma forma de controle que gera integração e comprometimento incentivos normativos e morais são mais baratos

134 Homo Socialis comport. complexo sistema social e biologia SER HUMANO Ne afiliação grupos informais comportamento não pode ser reduzido a esquemas simples e mecanicistas. é condicionado pelo sistema social e pela biologia. afetividade e sociabilidade possui necessidades de segurança, afeto, aprovação social, prestígio e autorealização.

135 Grupos Informais Conjunto de indivíduos suficientemente pequeno, de forma que possam comunicar-se entre si direta e frequentemente. Para conhecer um grupo observação técnica sociométrica dinâmicas de grupo O que define um grupo frequência de interação fatores que provocam tecnologia adotada interesses em comum grupos atendem às necessidades de segurança, aprovação social, afeto... saída para monotonia e fadiga.

136 Participação nas Decisões Motivação para levar o indivíduo a trabalhar para o alcance dos objetivos da organização formal. Homem não pode ser obrigado a realizar tarefas as quais desconhece o fim. Homem deve participar da decisão que dá origem à tarefa a ser executada. Amplitude da motivação deveria variam com a situação e padrão de liderança adotado. Liderança democrática e controle por resultado.

137 Estratégia Administrativa de Relações Humanas Administração Sistema de Comunicações Objetivo da Organização Formal Participação nas Decisões Indivíduo Grupo Informal Objetivo da Organização Inormal

138 Conclusões Centrais Trabalho é atividade grupal Mundo social do trabalho é padronizado em relação ao trabalho Necessidade de reconhecimento e segurança são mais importantes do que condições de trabalho Atitudes e eficiência do trabalhador são condicionadas por demandas sociais, dentro e fora da fábrica. Grupos informais exercem grande controle sobre os hábitos e atitudes Colaboração em grupo deve ser planejada e desenvolvida

139 Industriai s Psicólogo s Sociólogo s Críticas à Elton Mayo bem-estar do trabalhador é questão secundária na indústria, e não a sua função principal. Tenho que produzir bens e obter lucro. Valorização do trabalhador se dá em detrimento do Conclusões consumidor. são verdadeiras, porém óbvias. Grupos primários e relações com indivíduos é mais antiga e consistente. Resolve o conflito industrial pela sua negação Tendência à favorecer à administração: fatos são indiscutíveis, mas a interpretação não é. Trabalhador é um meio a ser manipulado e ajustado para fins impessoais. Ignora teorização e exalta o empirismo e a observação, abrindo mão de valores e ética na pesquisa.

Teorias da Administração

Teorias da Administração Teorias da Administração Cronologia das teorias da administração 1903 Administração Científica 1903 Teoria Geral da Administração 1909 Teoria da Burocracia 1916 Teoria Clássica da Administração 1932 Teoria

Leia mais

FICHAMENTO. Aluno(a): Odilon Saturnino Silva Neto Período: 3º

FICHAMENTO. Aluno(a): Odilon Saturnino Silva Neto Período: 3º FICHAMENTO Aluno(a): Odilon Saturnino Silva Neto Período: 3º Disciplina: Administração Contemporânea IDENTIFICAÇÃO DO TEXTO MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONCELOS, Isabella F. Gouveia. Teoria geral da

Leia mais

Comunidade no Orkut: Administração Pública - concursos. Grupo no Yahoo: enviar e-mail para: professor_wagner_rabellosubscribe@yahoogrupos.com.

Comunidade no Orkut: Administração Pública - concursos. Grupo no Yahoo: enviar e-mail para: professor_wagner_rabellosubscribe@yahoogrupos.com. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA _ Prof. Wagner Rabello Jr. Currículo resumido: Wagner Leandro Rabello Junior é pós-graduado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e bacharel em Biblioteconomia

Leia mais

EVOLUÇÃO DOS MODELOS/PARADIGMAS DE GESTÃO: A NOVA GESTÃO PÚBLICA. Prof. WAGNER RABELLO JR. Origem Reino Unido. New Public Management: características

EVOLUÇÃO DOS MODELOS/PARADIGMAS DE GESTÃO: A NOVA GESTÃO PÚBLICA. Prof. WAGNER RABELLO JR. Origem Reino Unido. New Public Management: características EVOLUÇÃO DOS MODELOS/PARADIGMAS DE GESTÃO: A NOVA GESTÃO PÚBLICA Prof. WAGNER RABELLO JR Origem Reino Unido Conceito: É um modelo de administração pública voltado para a eficiência, a eficácia e a efetividade

Leia mais

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública Sumário Aula 1- Características básicas das organizações formais modernas: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e critérios de departamentalização. Aula 2- Processo

Leia mais

Evolução do Pensamento

Evolução do Pensamento Unidade I Evolução do Pensamento Administrativo Prof. José Benedito Regina Conteúdo da disciplina EPA Parte 1 - Conceitos gerais da administração Parte 2 - Evolução histórica: Abordagens administrativas

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESCOLAS DA ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESCOLAS DA ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESCOLAS DA ADMINISTRAÇÃO Atualizado em 14/10/2015 ESCOLAS DA ADMINISTRAÇÃO TIPOS DE DOMINAÇÃO Em todo Estado deve existir alguma relação de dominação na qual os governantes exercem

Leia mais

TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS. Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc

TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS. Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc Ph.D in Business Administration Doutorado

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

Governabilidade = Poder de Governo

Governabilidade = Poder de Governo 6. Governabilidade, Governança e Accountability 1. Governança 2. Controle por Resultados 3. Accountability Esta tríade reflete os princípios da Nova Gestão Pública e serviu de fundamento para o desenho

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA ANÁLISE DOS INDICADORES E METAS DO ACORDO DE RESULTADOS DA DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO DO DER/MG.

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA ANÁLISE DOS INDICADORES E METAS DO ACORDO DE RESULTADOS DA DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO DO DER/MG. CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO/MBA GESTÃO PÚBLICA ANÁLISE DOS INDICADORES E METAS DO ACORDO DE RESULTADOS DA DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

ADM. GERAL E PÚBLICA Módulo Único

ADM. GERAL E PÚBLICA Módulo Único Rua Maria Tomásia, 22 Aldeota Fortaleza/CE Fone: (85) 3208.2222 www.masterconcurso.com.br 2 CONCURSO: TJ-Ce ASSUNTO: EXERCÍCIOS 01. O líder autocrático, na divisão de tarefas, determina quem vai executar

Leia mais

Gestão Por Competências nas IFES

Gestão Por Competências nas IFES Goiânia 22 de Novembro de 2012 Gestão Por Competências nas IFES Anielson Barbosa da Silva anielson@uol.com.br A G E N D A 1 Desafios da Gestão de Pessoas nas IFES. 2 3 Bases Legais da Gestão de Pessoas

Leia mais

Gestão da Produção. 1- Histórico. Revolução Industrial:

Gestão da Produção. 1- Histórico. Revolução Industrial: Gestão da Produção Prof. Miguel Antonio Pelizan 1- Histórico 1.1 Produção e Administração Revolução Industrial: processo de transição de uma sociedade, passando de uma base fundamentalmente agrícola-artesanal

Leia mais

Poder e Dominação Segundo Max Weber. Dominação Legal, Dominação Tradicional, Dominação Carismática. Dominação Legal. Dominação Tradicional

Poder e Dominação Segundo Max Weber. Dominação Legal, Dominação Tradicional, Dominação Carismática. Dominação Legal. Dominação Tradicional Poder e Dominação Segundo Max Weber Poder significa toda oportunidade de impor sua própria vontade, no interior de uma relação social, até mesmo contra resistências, pouco importando em que repouse tal

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

Capítulo 1 Organização e o Processo Organizacional

Capítulo 1 Organização e o Processo Organizacional Sumário Capítulo 1 Organização e o Processo Organizacional 1. O Conceito de Organização...1 2. O Conceito de Processo...2 3. O Conceito de Administração...3 4. O Processo Organizacional...3 4.1. Conceito

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos Gestão por Processos Gestão por Projetos Gestão por Processos Gestão de Processos de Negócio ou Business Process Management (BPM) é um modelo de administração que une gestão de negócios à tecnologia da

Leia mais

3. Experiências de Reformas Administrativas

3. Experiências de Reformas Administrativas A Máquina Administrativa no Brasil: da Burocracia à New Public Management 3. Experiências de Reformas Administrativas - 1930/45 A Burocratização da Era Vargas. - 1956/60 A Administração Paralela de JK.

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Teorias e Modelos de Gestão

Teorias e Modelos de Gestão Teorias e Modelos de Gestão Objetivo Apresentar a evolução das teorias e modelo de gestão a partir das dimensões econômicas, filosóficas, pol Iticas, sociológicas, antropológicas, psicológicas que se fazem

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

Fundações Estatais e Contratos de Gestão: fortalecimento do Estado na área social e em particular para hospitais públicos -SUS

Fundações Estatais e Contratos de Gestão: fortalecimento do Estado na área social e em particular para hospitais públicos -SUS Fundações Estatais e Contratos de Gestão: fortalecimento do Estado na área social e em particular para hospitais públicos -SUS VI Fórum Brasileiro sobre Reforma do Estado Rio de Janeiro Pedro R. Barbosa

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

Objetivo. Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão.

Objetivo. Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão. Liderança Objetivo Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão. 2 Introdução O que significa ser líder? Todo gestor é um líder? E o contrário? Liderança

Leia mais

A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA

A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA Tarciso Dal Maso Jardim 1 A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável,

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS 1º MÓDULO: SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS Economia e Sociedade do Conhecimento: Conceitos básicos: economia da informação e conhecimento. Investimentos tangíveis e intangíveis. Gestão do Conhecimento e

Leia mais

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR Consiste na forma como as diferentes Pessoas Jurídicas atuam no desenvolvimento de atividades econômicas e sociais no âmbito da sociedade. De acordo com o

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias Evolução da Administração e as Escolas Clássicas Anteriormente XVIII XIX 1895-1911 1916 1930 Tempo

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

GESTÃO DE DESEMPENHO. Prof. WAGNER RABELLO JR. Conceito de desempenho. Níveis de desempenho. O di?

GESTÃO DE DESEMPENHO. Prof. WAGNER RABELLO JR. Conceito de desempenho. Níveis de desempenho. O di? GESTÃO DE DESEMPENHO Prof. WAGNER RABELLO JR Conceito de desempenho Níveis de desempenho O di? O que medir? Resultados Desempenho Competências Fatores críticos de desempenho 1 Segundo Chiavenato, existem

Leia mais

Curso de Especialização em Gestão Pública

Curso de Especialização em Gestão Pública Universidade Federal de Santa Catarina Centro Sócio-Econômico Departamento de Ciências da Administração Curso de Especialização em Gestão Pública 1. Assinale a alternativa falsa: (A) No processo gerencial,

Leia mais

Tipos de Administração Pública. 1 - Administração Patrimonialista 2 - Administração Burocrática 3 Administração Gerencial

Tipos de Administração Pública. 1 - Administração Patrimonialista 2 - Administração Burocrática 3 Administração Gerencial Tipos de Administração Pública Professor Luiz Antonio de Carvalho Tipos de Administração Pública BUROCRÁTICA 1 - Administração 2 - Administração Burocrática 3 Administração Gerencial lac.consultoria@gmail.com

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO ESPÍRITO SANTO FACASTELO Faculdade De Castelo Curso de Administração Disciplina: Qualidade e Produtividade PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO 1 Profa.: Sharinna

Leia mais

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Abril/2014 Porto Velho/Rondônia Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Terceiro Setor É uma terminologia sociológica que

Leia mais

Gestão Democrática da Educação

Gestão Democrática da Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino Coordenação Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

Aspectos Institucionais e Tendências da Regulação

Aspectos Institucionais e Tendências da Regulação PRO-REG/IBI PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM REGULAÇÃO Aspectos Institucionais e Tendências da Regulação Pedro Farias Especialista Lider em Modernização do Estado Banco Interamericano de Desenvolvimento Sebastian

Leia mais

Introdução às teorias organizacionais.

Introdução às teorias organizacionais. Curso: Teologia Prof. Geoval Jacinto da Silva. Introdução às teorias organizacionais. Boas vindas Apresentação. Iniciamos hoje, com o Tema: Introdução às teorias organizacionais. Portanto, espero contar

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil. Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC

Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil. Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC QUEM SOMOS? INSTITUTO GESC - IGESC Fundação da AMBA, pelos alunos do primeiro curso de MBA. Serviços

Leia mais

3. Experiências de Reformas Administrativas

3. Experiências de Reformas Administrativas A Máquina Administrativa no Brasil: da Burocracia à New Public Management 3. Experiências de Reformas Administrativas - 1930/45 A Burocratização da Era Vargas. - 1956/60 A Administração Paralela de JK.

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Sul Mineira 1 Índice Política de Sustentabilidade Unimed Sul Mineira Mas o que é Responsabilidade Social? Premissas Básicas Objetivos da Unimed Sul Mineira Para a Saúde Ambiental

Leia mais

COMENTÁRIOS QUESTÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CONCURSO MCTI ANALISTA DE GESTÃO ADMINISTRATIVA PROFESSOR: MARCELO CAMACHO

COMENTÁRIOS QUESTÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CONCURSO MCTI ANALISTA DE GESTÃO ADMINISTRATIVA PROFESSOR: MARCELO CAMACHO Pessoal, Estou inaugurando meus artigos no site do ponto postando comentários sobre as questões de Administração Pública da prova Específica de Analista de gestão Administrativa do MCTI. Não vislumbro

Leia mais

Curso Empreendedorismo Corporativo

Curso Empreendedorismo Corporativo Curso Empreendedorismo Corporativo Todos os fatores relevantes atuais mostram que a estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, assim as pessoas e principalmente as organizações devem descobrir maneiras

Leia mais

Filósofos. A história administração. Filósofos. Igreja Católica e Organização Militar. Revolução Industrial

Filósofos. A história administração. Filósofos. Igreja Católica e Organização Militar. Revolução Industrial Uninove Sistemas de Informação Teoria Geral da Administração 3º Semestre Prof. Fábio Magalhães Blog da disciplina: http://fabiotga.blogspot.com A história administração A história da Administração é recente,

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

E-mail: rabello_jr@yahoo.com.br. Comunidade no Orkut: Administração Pública - concursos

E-mail: rabello_jr@yahoo.com.br. Comunidade no Orkut: Administração Pública - concursos ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA _ Prof. Wagner Rabello Jr. Currículo resumido: Wagner Leandro Rabello Junior é pós-graduado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e bacharel em Biblioteconomia

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011 Workshop 2011 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011 Agência Nacional de Transportes Aquaviários O MAPA ESTRATÉGICO ANTAQ 2 Missão Assegurar à sociedade

Leia mais

Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações. Prof Rodrigo Legrazie

Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações. Prof Rodrigo Legrazie Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações Prof Rodrigo Legrazie Escola Neoclássica Conceitua o trabalho como atividade social. Os trabalhadores precisam muito mais de ambiente adequado e

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Questões sobre o tópico Avaliação de Desempenho: objetivos, métodos, vantagens e desvantagens. Olá Pessoal, Espero que estejam gostando dos artigos. Hoje veremos

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

DIAGNÓSTICO GERAL DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS ESTADUAIS PESQUISA PNAGE

DIAGNÓSTICO GERAL DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS ESTADUAIS PESQUISA PNAGE DIAGNÓSTICO GERAL DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS ESTADUAIS PESQUISA PNAGE Fernando Luiz Abrucio DIMENSÃO DO ESTADO Principais Problemas Precariedade das informações Falta de Bancos de Dados compartilhados

Leia mais

Modernização da Gestão

Modernização da Gestão Modernização da Gestão Administrativa do MPF Lei de Responsabilidade Fiscal, Finanças Públicas e o Aprimoramento da Transparência Francisco Vignoli Novembro-Dezembro/2010 MPF - I Seminário de Planejamento

Leia mais

Amigos concurseiros, Administração Pública (Banca FGV)

Amigos concurseiros, Administração Pública (Banca FGV) 1 Amigos concurseiros, Tendo em visto a iminência da realização de mais um concurso para a Secretaria de Fazenda do Estado RJ (SEFAZ/RJ), vamos analisar as questões de Administração Pública que caíram

Leia mais

www.concursovirtual.com.br

www.concursovirtual.com.br Questões de Administração Pública Brasileira I ESAF - 2012 - CGU - Analista de Finanças e Controle 1. O foco das atividades de monitoramento e avaliação na Administração Pública é a) garantir a legalidade

Leia mais

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento;

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento; FRANCISCO BITTENCOURT Consultor Sênior do MVC VISÃO, AÇÃO, RESULTADOS Visão sem ação é um sonho, sonho sem visão é um passatempo. Fred Polak INTRODUÇÃO No conhecido diálogo entre Alice e o gato Ceeshire,

Leia mais

Introdução à Administração. Prof. Adilson Mendes Ricardo Novembro de 2012

Introdução à Administração. Prof. Adilson Mendes Ricardo Novembro de 2012 Novembro de 2012 Aula baseada no livro Teoria Geral da Administração Idalberto Chiavenato 7ª edição Editora Campus - 2004 Nova ênfase Administração científica tarefas Teoria clássica estrutura organizacional

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

Abordagem Clássica da Administração

Abordagem Clássica da Administração Abordagem Clássica da Disciplina: Planejamento Estratégico Página: 1 Aula: 05 Principais Personagens Fredeick Winslow Taylor (americano) Escola da Científica: aumentar a eficiência da indústria por meio

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil P e s q u i s a d a F u n d a ç ã o G e t u l i o V a r g a s I n s t i t u t o d e D e s e n v o l v i m e n t o E d u c a c i o n a l Conteúdo 1. Propósito

Leia mais

Parte V Financiamento do Desenvolvimento

Parte V Financiamento do Desenvolvimento Parte V Financiamento do Desenvolvimento CAPÍTULO 9. O PAPEL DOS BANCOS PÚBLICOS CAPÍTULO 10. REFORMAS FINANCEIRAS PARA APOIAR O DESENVOLVIMENTO. Questão central: Quais as dificuldades do financiamento

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR Prof. Bento QUESTÕES Doc. # 1 Revisão Indique se é Verdadeira ou Falsa a seguinte afirmação UMA TEORIA É UMA EXPLICAÇÃO LÓGICA OU ABSTRACTA DE UM PROBLEMA OU CONJUNTO DE

Leia mais

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS Agenda da Conferência O que são redes? O que são redes interorganizacionais? Breve histórico das redes interorganizacionais Tipos

Leia mais

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão 1 V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Painel: Desenvolvimento Institucional Mudanças na Cultura de Gestão Roteiro: 1. Perfil das organizações do PAD. 2. Desenvolvimento Institucional:

Leia mais

A Importância do Gestor Público no Processo Decisório. Coordenação-Geral de Desenvolvimento Institucional Secretaria do Tesouro Nacional

A Importância do Gestor Público no Processo Decisório. Coordenação-Geral de Desenvolvimento Institucional Secretaria do Tesouro Nacional A Importância do Gestor Público no Processo Decisório Coordenação-Geral de Desenvolvimento Institucional Secretaria do Tesouro Nacional Contexto A administração pública brasileira sofreu transformações

Leia mais

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar março de 2012 Introdução Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar na gestão pública. A criação

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão

1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão 1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão 1.2- História do Pensamento sobre a Gestão 1 GESTÃO 1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão 1.2- História do Pensamento sobre a Gestão 2 1.2-História

Leia mais

estão de Pessoas e Inovação

estão de Pessoas e Inovação estão de Pessoas e Inovação Luiz Ildebrando Pierry Secretário Executivo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Prosperidade e Qualidade de vida são nossos principais objetivos Qualidade de Vida (dicas)

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

20/04/2009. Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores. Disciplina: Dinâmica nas Organizações. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Unidade 2.

20/04/2009. Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores. Disciplina: Dinâmica nas Organizações. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Unidade 2. Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores Disciplina: Dinâmica nas Organizações Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 2.1 2 ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags Estratégia Empresarial Prof. Felipe Kovags Conteúdo programático Planejamento: definição, origem, espírito, princípios e tipos empresariais Planejamento estratégico por negócio Formulação de estratégia:

Leia mais

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas As pessoas devem ser tratadas como parceiros da organização. ( Como é isso?) Reconhecer o mais importante aporte para as organizações: A INTELIGÊNCIA. Pessoas:

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ADMINISTRAÇÃO DE ENFERMAGEM AVALIANDO O QUE ESTUDAMOS 1. A Supervisão de Enfermagem é fundamental para o desenvolvimento dos recursos humanos, através da educação

Leia mais

Reforma do Estado. Pressões para Reforma do Estado: internas (forças conservadoras) e externas (organismos multilaterais).

Reforma do Estado. Pressões para Reforma do Estado: internas (forças conservadoras) e externas (organismos multilaterais). Reforma do Estado Pressões para Reforma do Estado: internas (forças conservadoras) e externas (organismos multilaterais). Redefinição da natureza, do alcance e dos limites à intervenção estatal. Preocupação

Leia mais

Antecedentes Históricos da Administração: Os primórdios da Administração

Antecedentes Históricos da Administração: Os primórdios da Administração Antecedentes Históricos da Administração: Os primórdios da Administração No decorrer da história da humanidade sempre existiu alguma forma simples ou complexa de administrar as organizações. O desenvolvimento

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais