PONTO 1: Controle de Constitucionalidade 1. CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE REPERCUSSÃO GERAL

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1 1 DIREITO CONSTITUCIONAL DIREITO CONSTITUCIONAL PONTO 1: Controle de Constitucionalidade 1. CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE CONTINUAÇÃO DO CONTROLE DIFUSO REPERCUSSÃO GERAL Art. 102, 3º da CF Repercussão Geral: discussão constitucional que não interesse apenas às partes do caso concreto, mas repercute numa série de outras ações sobre a mesma matéria. 3º No recurso extraordinário o recorrente deverá demonstrar a repercussão geral das questões constitucionais discutidas no caso, nos termos da lei, a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso, somente podendo recusá-lo pela manifestação de dois terços de seus membros. A Lei acrescentou os artigos 543-A e 543-B ao CPC, disciplinando a repercussão geral. O 1º do art. 543-A conceitua a repercussão geral: questões relevantes que ultrapassem os interesses subjetivos da causa. Art. 543-A. O Supremo Tribunal Federal, em decisão irrecorrível, não conhecerá do recurso extraordinário, quando a questão constitucional nele versada não oferecer repercussão geral, nos termos deste artigo. 1º Para efeito da repercussão geral, será considerada a existência, ou não, de questões relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico, que ultrapassem os interesses subjetivos da causa. 2º O recorrente deverá demonstrar, em preliminar do recurso, para apreciação exclusiva do Supremo Tribunal Federal, a existência da repercussão geral. 3º Haverá repercussão geral sempre que o recurso impugnar decisão contrária a súmula ou jurisprudência dominante do Tribunal. 4º Se a Turma decidir pela existência da repercussão geral por, no mínimo, 4 (quatro) votos, ficará dispensada a remessa do recurso ao Plenário. 5º Negada a existência da repercussão geral, a decisão valerá para todos os recursos sobre matéria idêntica, que serão indeferidos liminarmente, salvo revisão da tese, tudo nos termos do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. 6º O Relator poderá admitir, na análise da repercussão geral, a manifestação de terceiros, subscrita por procurador habilitado, nos termos do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. 7º A Súmula da decisão sobre a repercussão geral constará de ata, que será publicada no Diário Oficial e valerá como acórdão. São necessários 8 votos para afirmar que o recurso não possui repercussão geral. Assim, se pelo menos 4 Ministros decidirem pela existência da repercussão geral, será dispensada a remessa ao Plenário.

2 2 DIREITO CONSTITUCIONAL O 6º do art. 543-A admite a presença do Amicus curiae. Art. 543-B. Quando houver multiplicidade de recursos com fundamento em idêntica controvérsia, a análise da repercussão geral será processada nos termos do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, observado o disposto neste artigo. 1º Caberá ao Tribunal de origem selecionar um ou mais recursos representativos da controvérsia e encaminhá-los ao Supremo Tribunal Federal, sobrestando os demais até o pronunciamento definitivo da Corte. 2º Negada a existência de repercussão geral, os recursos sobrestados considerar-se-ão automaticamente não admitidos. 3º Julgado o mérito do recurso extraordinário, os recursos sobrestados serão apreciados pelos Tribunais, Turmas de Uniformização ou Turmas Recursais, que poderão declará-los prejudicados ou retratar-se. 4º Mantida a decisão e admitido o recurso, poderá o Supremo Tribunal Federal, nos termos do Regimento Interno, cassar ou reformar, liminarmente, o acórdão contrário à orientação firmada. 5º O Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal disporá sobre as atribuições dos Ministros, das Turmas e de outros órgãos, na análise da repercussão geral. A decisão valerá para todos os demais recursos, por isso a importância da seleção dos recursos representativos. O Tribunal de origem, após a decisão do STF, pode se retratar ou declarar os recursos prejudicados. Os Tribunais não estão obrigados a este juízo de retratação. No JEC também cabe Recurso Extraordinário. Assim, o controle difuso, hoje, não é mais apenas o controle do caso concreto, devido a repercussão geral. Súmula 343 do STF: Não cabe ação rescisória por ofensa a literal dispositivo de lei, quando a decisão rescindenda se tiver baseado em texto legal de interpretação controvertida nos tribunais. A súmula não admite a ação rescisória, mas se tratando de matéria constitucional, afasta-se a súmula 343 que, hoje, vale apenas para matéria infraconstitucional. Com esse entendimento, restou relativizada a coisa julgada COISA JULGADA INCONSTITUCIONAL. O termo inicial da ação rescisória, conforme a opinião da professora, deve ser contado a partir da decisão do STF, mas a questão é polêmica. Art. 741, único do CPC: Art Na execução contra a Fazenda Pública, os embargos só poderão versar sobre: II - inexigibilidade do título;

3 Parágrafo único. Para efeito do disposto no inciso II do caput deste artigo, considera-se também inexigível o título judicial fundado em lei ou ato normativo declarados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal, ou fundado em aplicação ou interpretação da lei ou ato normativo tidas pelo Supremo Tribunal Federal como incompatíveis com a Constituição Federal. Exemplo: Projeto de emenda constitucional admitindo a pena de morte, flagrantemente inconstitucional. Ingresso de ADI no STF sobre esse projeto, foi indeferido, porque não cabe controle preventivo em ADI. Postulado Mandado de Segurança requerendo que não fosse incluído em pauta de votação o referido projeto, com fundamento no art. 60, 4º da CF, alegando direito subjetivo de não deliberar sobre matéria que viole os direitos e garantias individuais. 4º - Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir: I - a forma federativa de Estado; II - o voto direto, secreto, universal e periódico; III - a separação dos Poderes; IV - os direitos e garantias individuais. O direito subjetivo dos parlamentares se refere ao direito ao devido processo legislativo. O STF concedeu a ordem e, por conseqüência, exerceu um controle preventivo de constitucionalidade. Assim, o controle concentrado não admite o controle preventivo, mas o controle difuso, nesta hipótese restrita (Mandado de Segurança interposto por parlamentar) admite. É uma hipótese excepcional de controle incidental preventivo de constitucionalidade. 3 CONTROLE CONCENTRADO DE CONSTITUCIONALIDADE O controle concentra-se num Tribunal constitucional, o STF. A competência é originária, privativa e exclusiva do STF. O controle é direito porque o pedido é unicamente a declaração da inconstitucionalidade. Busca afastar a norma do ordenamento jurídico, expurgando o ato viciado que contraria a constituição. O processo é dotado de natureza objetiva, porque falta a subjetividade do controle difuso. Nesse controle não existe partes manifestando seus interesses. Lei 9.868, art. 7º - ADC não admite intervenção de terceiros, isso porque o processo não possui partes, o controle concentrado busca apenas saber se uma norma é compatível ou não com a constituição. AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE Art. 102, I, a da CF:

4 Art Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe: I - processar e julgar, originariamente: a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal; O guardião da constituição estadual é o TJ, ou seja, é possível a ADI em face da constituição estadual, perante o TJ. Art. 125, 2º da CF: Art Os Estados organizarão sua Justiça, observados os princípios estabelecidos nesta Constituição. 2º - Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual, vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão. Ex: art. 94, XII, d da CE: Art Ao Tribunal de Justiça, além do que lhe for atribuído nesta Constituição e na lei, compete: XII - processar e julgar: d) a ação direta da inconstitucionalidade de lei ou ato normativo estadual perante esta Constituição, e de municipal perante esta e a Constituição Federal, inclusive por omissão; Declarada a inconstitucionalidade do trecho tachado na ADI nº D.J.U., 26/04/02. Na constituição do estado do Rio Grande do Sul, foi declarado inconstitucional o dispositivo que regula a matéria de controle de constitucionalidade que admitia ADI de lei municipal que contrariasse a CF. Não existe controle de constitucionalidade concentrado de norma municipal em face da CF. Exemplo: Rcl 383: EMENTA: Reclamação com fundamento na preservação da competência do Supremo Tribunal Federal. Ação direta de inconstitucionalidade proposta perante Tribunal de Justiça na qual se impugna Lei municipal sob a alegação de ofensa a dispositivos constitucionais estaduais que reproduzem dispositivos constitucionais federais de observância obrigatória pelos Estados. Eficácia jurídica desses dispositivos constitucionais estaduais. Jurisdição constitucional dos Estados-membros. - Admissão da propositura da ação direta de inconstitucionalidade perante o Tribunal de Justiça local, com possibilidade de recurso extraordinário se a interpretação da norma constitucional estadual, que reproduz a norma constitucional federal de observância obrigatória pelos Estados, contrariar o sentido e o alcance desta. Reclamação conhecida, mas julgada improcedente. 4

5 5 DIREITO CONSTITUCIONAL Legitimados: Art Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade: I - o Presidente da República; II - a Mesa do Senado Federal; III - a Mesa da Câmara dos Deputados; IV - a Mesa de Assembléia Legislativa; V - o Governador de Estado; IV - a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; V - o Governador de Estado ou do Distrito Federal; VI - o Procurador-Geral da República; VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; VIII - partido político com representação no Congresso Nacional; IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. O DF pode legislar sobre matérias de competência estadual e municipal. Quando a lei editada for de competência municipal, não se admitirá ADI. A legitimidade será auferida somente no momento da propositura da ADI, assim, mesmo que o Partido Político perca sua representatividade, após a propositura, a ação continuará. Devem demonstrar vínculo de pertinência temática legitimados restritos: IV, V e IX. Os demais são legitimados universais. Lei regulamenta a ADI, o art. 2º reproduz o art O art. 3º trata dos requisitos da petição inicial. Art. 3º A petição indicará: I - o dispositivo da lei ou do ato normativo impugnado e os fundamentos jurídicos do pedido em relação a cada uma das impugnações; II - o pedido, com suas especificações. Parágrafo único. A petição inicial, acompanhada de instrumento de procuração, quando subscrita por advogado, será apresentada em duas vias, devendo conter cópias da lei ou do ato normativo impugnado e dos documentos necessários para comprovar a impugnação. Não é apenas a lei stricto sensu que admite a ADI, pode ser qualquer ato legislativo, desde que revestido de normatividade. ENTENDIMENTO DO STF: a Suprema Corte tem entendido que as leis, independentemente de se revestirem de características normativas, podem ser objeto de ADI.

6 O STF exige que o confronto entre norma e constituição seja direto, por isso não admite ADI contra atos regulamentares. Dos atos regulamentares cabe o exame da legalidade. Decretos autônomos: admitem a ADI, pois não haverá intermediação legislativa. O STF não admite ADI contra leis ou atos normativos revogados, a norma deve estar produzindo seus efeitos. STF não admite ADI contra atos anteriores à CF, pois quando incompatíveis, as normas não são recepcionados, ou seja, são revogados. CLÁUSULA DE PEDIR ABERTA: O STF não está adstrito aos argumentos do requerente, podendo declarar a inconstitucionalidade por razões diversas das argüidas. É exigida representação por advogado apenas dos incisos VIII, IX do art. 103 da CF. Os entes públicos não precisam se fazer representar. O agravo é o único recurso admitido em ADI, da decisão monocrática do relator. Não cabe recurso porque cabe ao relator submeter a sua decisão para ser referendada ou não pelo Pleno. Art. 10. Salvo no período de recesso, a medida cautelar na ação direta será concedida por decisão da maioria absoluta dos membros do Tribunal, observado o disposto no art. 22, após a audiência dos órgãos ou autoridades dos quais emanou a lei ou ato normativo impugnado, que deverão pronunciarse no prazo de cinco dias. Uma vez proposta, não é possível desistir da ADI. Art. 5º Proposta a ação direta, não se admitirá desistência. Art. 6º O relator pedirá informações aos órgãos ou às autoridades das quais emanou a lei ou o ato normativo impugnado. Parágrafo único. As informações serão prestadas no prazo de trinta dias contado do recebimento do pedido. Não cabe intervenção de terceiros, a não ser que o terceiro também seja legitimado. Art. 7º Não se admitirá intervenção de terceiros no processo de ação direta de inconstitucionalidade. 2º O relator, considerando a relevância da matéria e a representatividade dos postulantes, poderá, por despacho irrecorrível, admitir, observado o prazo fixado no parágrafo anterior, a manifestação de outros órgãos ou entidades. Art. 103, 3º - Trata de controle concentrado. Presença obrigatória do Advogado-Geral da União defendendo a norma impugnada, ele será um curador legal da presunção de constitucionalidade dos atos normativos. 6

7 ENTENDIMENTO DO STF: AGU só fica dispensado desta defesa quando o STF já tiver se manifestado sobre a matéria. 3º -Quando o Supremo Tribunal Federal apreciar a inconstitucionalidade, em tese, de norma legal ou ato normativo, citará, previamente, o Advogado-Geral da União, que defenderá o ato ou texto impugnado. Já na ADC não haverá a declaração do AGU, pois esta visa a constitucionalidade. Assim, como também não é necessário na ADI por Omissão, pois não há lei a ser defendida. É possível ao PGR opinar pela improcedência da ação que ele mesmo propôs, como fiscal da lei. Art. 8º Decorrido o prazo das informações, serão ouvidos, sucessivamente, o Advogado-Geral da União e o Procurador-Geral da República, que deverão manifestar-se, cada qual, no prazo de quinze dias. Há possibilidade de diligências, audiências públicas. O prazo de 30 dias previsto no 3º não tem sido atendido. Art. 9º Vencidos os prazos do artigo anterior, o relator lançará o relatório, com cópia a todos os Ministros, e pedirá dia para julgamento. 1º Em caso de necessidade de esclarecimento de matéria ou circunstância de fato ou de notória insuficiência das informações existentes nos autos, poderá o relator requisitar informações adicionais, designar perito ou comissão de peritos para que emita parecer sobre a questão, ou fixar data para, em audiência pública, ouvir depoimentos de pessoas com experiência e autoridade na matéria. 2º O relator poderá, ainda, solicitar informações aos Tribunais Superiores, aos Tribunais federais e aos Tribunais estaduais acerca da aplicação da norma impugnada no âmbito de sua jurisdição. 3º As informações, perícias e audiências a que se referem os parágrafos anteriores serão realizadas no prazo de trinta dias, contado da solicitação do relator. O art. 22 e seguintes se aplicam para a ADI e a ADC. O art. 22 se refere ao quorum de instalação, mínimo de 8 Ministros (2/3). Art. 22. A decisão sobre a constitucionalidade ou a inconstitucionalidade da lei ou do ato normativo somente será tomada se presentes na sessão pelo menos oito Ministros. 7 Ministros. Para a decisão propriamente dita, todavia, serão necessários somente 6 Art. 23. Efetuado o julgamento, proclamar-se-á a constitucionalidade ou a inconstitucionalidade da disposição ou da norma impugnada se num ou noutro

8 sentido se tiverem manifestado pelo menos seis Ministros, quer se trate de ação direta de inconstitucionalidade ou de ação declaratória de constitucionalidade. Parágrafo único. Se não for alcançada a maioria necessária à declaração de constitucionalidade ou de inconstitucionalidade, estando ausentes Ministros em número que possa influir no julgamento, este será suspenso a fim de aguardarse o comparecimento dos Ministros ausentes, até que se atinja o número necessário para prolação da decisão num ou noutro sentido. EFEITO DÚPLICE ou NATUREZA AMBIVALENTE: tanto a ação direta como a declaratória podem ter decisão de inconstitucionalidade ou constitucionalidade. Art. 24. Proclamada a constitucionalidade, julgar-se-á improcedente a ação direta ou procedente eventual ação declaratória; e, proclamada a inconstitucionalidade, julgar-se-á procedente a ação direta ou improcedente eventual ação declaratória. A decisão é irrecorrível, ressalvada a interposição de embargos declaratórios, não admitindo também a ação rescisória. Só quando o STF rediscutir a matéria, em questão de ordem. Art. 26. A decisão que declara a constitucionalidade ou a inconstitucionalidade da lei ou do ato normativo em ação direta ou em ação declaratória é irrecorrível, ressalvada a interposição de embargos declaratórios, não podendo, igualmente, ser objeto de ação rescisória. 8

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