Universidade Agostinho Neto Faculdade de Letras. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Universidade Agostinho Neto Faculdade de Letras. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao"

Transcrição

1 Universidade Agostinho Neto Faculdade de Letras Aulas de Pós Graduação Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 1

2 Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 2

3 Formação Académica Doutorando em Administração e Finanças; (Florida Christian University Nª ) Defesa de tese PhD 6 de Dezembro EUA ; Mestre em Finanças Empresariais - Master of Science in Business (FCU Florida Christian University Nr. [ ]); Mestre em Projectos de Investimento; (MBA BBS, Brazilian Business School - Escola Internacional de Negocio Brazil); Licenciado em Contabilidade e Administração; (UAN - Universidade Agostinho Neto, Faculdade de Economia Nº [70894]); Técnico Médio em Contabilidade & Administração Publica; (IMEL Instituto Médio de Economia de Luanda Nº [001854]); Licenciado pelo Ministério das Finanças como Técnico de Conta com a licença Nº [3211]. Contabilista Sénior (SOF Serviços de Organização e Finanças); Gestão Financeira; Contabilidade de Custos / Analítica; Fiscalidade; Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 3

4 FISCALIDADE Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 4

5 2.1. Noção e modalidades de Fontes de Direito: A Actividade Tributária do Estado é realizada de acordo com as Normas consagradas pelos Órgãos com poder Legislativo. No sentido Técnico-Jurídico, por Fontes de Direito, pretende-se expressar a forma como se criam e se manifestam as Normas Jurídicas. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 5

6 2.1. Noção e modalidades de Fontes de Direito: As Fontes de Direito positivo que tradicionalmente se enumeram são várias: A Lei, O Costume (nas Sociedades Tradicionais é a base do Direito Tradicional Costumeiro), A Jurisprudência, A Doutrina, Os Tratados Internacionais, Etc. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 6

7 2.1. Noção e modalidades de Fontes de Direito: A esse propósito está generalizada a conclusão segundo a qual, actualmente, entre nós, só a Lei, em sentido amplo, a que se acrescentam os Tratados Internacionais, é Fonte de Direito Fiscal. Há, porém, que ter hoje em conta também o Direito Comunitário, isto é, o Direito no âmbito da CPLP, T1 SADC, CEAC, etc. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 7

8 Diapositivo 7 T1 (14) Quando se fala aqui em Lei em sentido amplo alude-se a qualquer "disposição genérica provinda dos órgãos estaduais competentes" (n.º 2 do art.º 1.º do Código Civil) ou, dizendo melhor, a qualquer texto ou fórmula emanada dos ógãos competentes que contenha regras jurídicas. É o que costuma ser designado por Lei em sentido material, que engloba não só os actos legislativos procedentes dos órgãos que exercem funções legislativas (de que os exemplos principais são as Leis da Assembleia da República, os Decretos-Leis do Governo e os Diplomas Legislativos Regionais) como também os Regulamentos (Decretos Regulamentares, Portarias e Despachos Normativos). Ao lado da Lei em sentido material fala-se, porém, de um conceito mais restrito - o de Lei em sentido formal - para designar apenas as Leis emanadas do órgão legislativo por excelência, que é a Assembleia da República. Toshiba;

9 2.1. Noção e modalidades de Fontes de Direito: Analisaremos aqui apenas as chamadas Fontes Intencionais ou Voluntárias de Direito Fiscal e pela seguinte ordem, que é a da respectiva hierarquia: T2 Lei constitucional; Direito Comunitário (próprio dos casos da CPLP, SADC, CEAC, Tratados Internacionais; Leis; Decretos-lei; Decretos Legislativos Regionais (não aplicável ao caso angolano); Regulamentos (Externos: objectivados para os contribuintes). Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 8

10 Diapositivo 8 T2 (15) No caso particular de Portugal versus União Europeia, tem sido questionado se o Direito da União Europeia prevalece sobre a Constituição em face do que dispõe o Tratado de Roma (art.º 6.º) e no n.º 4 do art.º 8.º da Constituição da República Portuguesa, posição que tem sido a seguida pelo Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias. Concordamos, porém, com a opinião de Jorge MIRANDA em MIRANDA, Jorge & MEDEIROS, Rui (2005), "Constituição Portuguesa Anotada", Tomo I, Coimbra, Coimbra Editora, págs , no sentido de que os princípios da Constituição Material continuam a ocupar o primeiro grau da hierarquia normativa. Toshiba;

11 2.2. Lei Constitucional: A Lei Constitucional é importante como Fonte de Direito Fiscal porque define os princípios tributários fundamentais que devem enquadrar o Sistema Fiscal. Desde sempre os textos constitucionais se preocuparam com os impostos, mas parece que modernamente essa preocupação assume contornos mais visíveis. Desde logo, como consequência da noção de Estado de Direito, que envolve basicamente a ideia de que, na realização dos seus fins, o Estado deve exclusivamente utilizar formas jurídicas, de que sobressai a Lei Formal ou, dito de outro modo, o Estado de Direito tem por fim o Direito e actua segundo o Direito, isto é, tendo a justiça por fim e a Lei como meio da sua realização. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 9

12 2.2. Lei Constitucional: Assim, as Leis Constitucionais procuram definir quem tem competência legislativa nos aspectos fundamentais relacionados com o Sistema Fiscal, reservando essa competência, nos sistemas (políticos) representativos, para os Parlamentos, o que de algum modo configura um modelo de auto-tributação pois são os representantes directos dos cidadãos (os Deputados da Nação) a definirem os elementos essenciais dos impostos. Por outro lado, as Constituições procuram reflectir os ideais de justiça, próprios de cada País e de cada momento histórico, que devem enquadrar o Sistema Fiscal. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 10

13 2.2. Lei Constitucional: Assim, o Processo Tributário assenta em determinados princípios gerais de carácter universal também conhecidos por Princípios Gerais de Direito Fiscal. Nesta linha, a Constituição da República define três princípios fundamentais relativamente aos impostos: O Princípio da Legalidade (tributária), O Princípio da Igualdade e O Princípio da Não Retroactividade da Lei Fiscal; Para além destes, alguns autores sistematizam ainda os Princípios da Tipicidade, Anualidade e da Eficiência e Eficácia funcionais do Sistema Fiscal. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 11 T3

14 Diapositivo 11 T3 (16) Há autores que defendem a existência de outros princípios constitucionais fiscais, como, por exemplo, o princípio da anualidade e o princípio da eficiência e eficácia funcionais do Sistema Fiscal. Toshiba;

15 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Legalidade: Entre nós o Princípio da Legalidade encontra-se reflectido no art.º 101.º e 102.º, n.º 1 da Constituição. Dispõe, com efeito, o art.º 101.º: O Sistema Fiscal visa satisfazer as necessidades financeiras do Estado e outras entidades públicas, assegurar a realização da política económica e social do Estado e a proceder a uma justa repartição dos rendimentos e da riqueza nacional. Por sua vez o art.º 102.º, n.º 1, dispõe o seguinte: Os impostos só podem ser criados por Lei, que determina a sua incidência, a taxa, os benefícios fiscais e as garantias dos contribuintes. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 12

16 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Legalidade: A doutrina tem assinalado que o Princípio da Legalidade em matéria fiscal comporta três aspectos: i) A preeminência (ou proeminência) da Lei; ii) A reserva absoluta da Lei formal; e iii) A tipicidade fechada. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 13

17 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Legalidade: De acordo com a Preeminência da Lei que não é exclusiva do Direito Fiscal -, só a Lei é fundamento da actividade da administração, sendo em face dela que se pode aferir da validade dos actos praticados pela administração fiscal só a Lei pode legitimar qualquer actividade tributária e esta tem de ser conforme à Lei. A propósito costuma sublinhar-se que a preeminência da Lei comporta uma dimensão positiva (exigência de observância da Lei) e uma dimensão negativa (proibição de desrespeito ou de violação da Lei). E importa ter em conta, quanto a esta prevalência da Lei, que ela existe não só quanto à criação de impostos e definição dos seus elementos essenciais (incidência, taxas, benefícios fiscais e garantias dos contribuintes), mas também quanto à liquidação e cobrança dos impostos. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 14

18 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Legalidade: Outra consequência Reserva de Lei Formal -, reflecte a concepção de que só uma Lei Formal Lei da Assembleia da República pode criar impostos, cabendo-lhe determinar a incidência, as taxas, os benefícios fiscais e as garantias dos contribuintes. Ou seja, só a Assembleia da República directamente ou mediante autorização legislativa ao Governo que tem de definir o objecto, o sentido, a extensão e a duração da autorização, que pode ser prorrogada pode criar impostos e definir os seus elementos essenciais. Esta Reserva de Lei Formal é, além disso, uma Reserva Absoluta, na medida em que, relativamente aos elementos essenciais dos impostos, se está perante uma lex stricta pois a Lei Formal não deve conter apenas o fundamento da conduta da administração mas todos os elementos que permitam tomar uma decisão no caso concreto (17). Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 15 T4

19 Diapositivo 15 T4 (17) Fala-se em Reserva Relativa de Lei quando a conduta da administração embora se funde na lei não está nesta completamente regulada, confiando-se ao órgão de aplicação do Direito (administrador ou Juiz) o critério de decisão do caso concreto. Toshiba;

20 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Legalidade: Não há, em consequência qualquer margem para discricionariedade ou disponibilidade do tipo tributário pela administração fiscal ao órgão encarregado de aplicar a norma está vedada qualquer valoração pessoal já que a decisão obtém-se por dedução da própria Lei, subsumindo o facto na norma. Daí que, como se verá, esteja vedada a analogia nos domínios em que existe Reserva Absoluta de Lei Formal. A Reserva de Lei tem, porém, de ser visualizada quanto à sua razão de ser, que é a da segurança jurídica, cujo conteúdo material se relaciona com a protecção da confiança dos particulares. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 16

21 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Legalidade: Finalmente, em decorrência directa da Reserva Absoluta da Lei Formal, a chamada Tipicidade Fechada significa que para um determinado facto ou acontecimento poder ser qualificado como facto gerador de um imposto tem de corresponder a um dos tipos inseridos pelo legislador nas normas de incidência correspondentes, o que é, às vezes, designado por princípio do numerus clausus tributário ou regra do nullum tributum sine lege. Assim, para que um determinado facto ou situação seja tributado terá de corresponder, em todos os seus elementos relevantes, ao tipo abstracto definido na Lei, bastando que um deles não se verifique para que não haja lugar a tributação. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 17

22 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Legalidade: Também aqui se está perante uma explicitação do princípio da legalidade que visa a segurança jurídica e que tem de aferir-se em face desta. Considera-se, por isso, que nada impede o legislador de definir a incidência de um imposto de forma abrangente, desde que conceptualmente correcta e dela resulte uma determinação objectiva do imposto, previsível pelo contribuinte. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 18

23 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Igualdade: A Constituição estabelece também o Princípio da Igualdade, que comporta quer a generalidade quer a uniformidade dos impostos. Assim, de acordo com o art.º 88.º da Constituição, estabelece-se que Todos têm o dever de contribuir para as despesas públicas e da sociedade, em função da sua capacidade económica e dos benefícios que aufiram, através de impostos e taxas, com base num sistema tributário justo e nos termos da lei, o que tudo postula a generalidade na tributação todos os cidadãos estão obrigados ao pagamento de impostos (18). T5 Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 19

24 Diapositivo 19 T5 (18) Embora estejamos perante um princípio de igualdade jurídica e não de igualdade tributária, esta pode considerar-se que decorre daquela. Seria porém preferível que, à semelhança de muitas Constituições estrangeiras, também a Constituição Angolana consagrasse uma disposição específica à igualdade fiscal. Toshiba;

25 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Igualdade: Mas esta generalidade está associada indissoluvelmente à capacidade contributiva de cada indivíduo ( ability to pay ) e, por isso, só deve pagar impostos quem tem capacidade para tanto, o que em algumas Constituições está especificamente referido. Desenvolvendo este princípio, SÁ GOMES (1996) vê nesta generalidade da tributação duas funções: Uma função garantística, no sentido de que só devem ficar sujeitos a tributação os que podem pagar impostos e Uma função solidarística, no sentido de que, desde que tenham capacidade contributiva, todos devem pagar impostos na medida dessa capacidade. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 20

26 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Igualdade: O Princípio da Igualdade impõe também a uniformidade na tributação, que significa que a repartição dos impostos pelos cidadãos deve basear-se no mesmo critério, ou seja seguindo o mesmo critério para todos. Esta uniformidade traduz-se quer na Igualdade Horizontal os indivíduos nas mesmas condições devem pagar os mesmos impostos, Quer na Igualdade Vertical os indivíduos em condições diferentes devem pagar impostos diferentes. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 21

27 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Igualdade: O Princípio da Igualdade impõe que ninguém seja privilegiado pelo Sistema Fiscal. São assim inconstitucionais os privilégios fiscais, o que é uma situação muito diferente dos benefícios fiscais. Como se verá mais adiante, só são considerados benefícios fiscais as medidas de carácter excepcional instituídas para tutela de interesses públicos extra-fiscais relevantes que sejam superiores aos da própria tributação que impedem, o que significa que é o objectivo constitucionalmente relevante prosseguido pelo benefício fiscal que justifica a derrogação ao Princípio da Igualdade. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 22

28 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Igualdade: O Princípio da Igualdade definido na Constituição integra o que num sentido mais amplo os economistas designam por Princípio da Equidade. É que a Igualdade Tributária tem um evidente conteúdo económico e alguns tratadistas põem mesmo em causa que exista um estrito Princípio da Igualdade Jurídica em matéria tributária e outros preferem falar em Princípio da Justiça. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 23

29 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Não Retroactividade da Lei Fiscal: Hoje em dia, é pacífico que a Constituição estabelece o Princípio da Não Retroactividade da Lei Fiscal. Com efeito, em face da proibição constitucional de impostos que tenham natureza retroactiva (n.º 2 do art.º 102.º da Constituição), uma Lei Fiscal que o estabeleça é inconstitucional. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 24

30 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Tipicidade da Lei Fiscal: Este princípio decorre do Princípio da Legalidade e expressa que os elementos essenciais do Imposto, como sejam incidência, taxas, benefícios fiscais e garantias dos contribuintes Devem estar tipificados na Lei ou seja, existe um numerus clausus tributário fechado. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 25

31 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Anualidade Fiscal: Com este princípio estabelece-se a obrigatoriedade de que os impostos a cobrar aos cidadãos devem ser aprovados anualmente na Assembleia Nacional. E tendo em conta este princípio que a Assembleia Nacional aprova todos os anos o Orçamento Geral do Estado que, como sabemos é um documento onde estão previstas as Receitas (e dentre elas os impostos) e Despesas a realizar nesse período. Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 26

32 2.2. Lei Constitucional; Princípio da Eficiência e Eficácia Fiscal: A finalidade dos Impostos é a mobilização de Receitas para satisfazer as necessidades financeiras do Estado. Os Órgãos da Administração Fiscal devem exercer as suas actividades para alcançar as metas estabelecidas no OGE (eficiência) bem como devem utilizar racionalmente os recursos materiais e humanos necessários para atingir este objectivo (eficácia). Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 27

33 FIM Prof. Me. Manuel Ribeiro Sebastiao 28

Universidade Agostinho Neto Faculdade de Letras

Universidade Agostinho Neto Faculdade de Letras Universidade Agostinho Neto Faculdade de Letras Aulas de Pós Graduação Formação Académica Doutorando em Administração e Finanças; (Florida Christian University Nª 4212-02) Defesa de tese PhD 6 de Dezembro

Leia mais

www.ualdireitopl.home.sapo.pt

www.ualdireitopl.home.sapo.pt UNIVERSIDADE AUTÓNOMA DE LISBOA 1º ANO JURÍDICO CIÊNCIA POLÍTICA E DIREITO CONSTITUCIONAL Regente: Prof. Doutor J.J. Gomes Canotilho Docente aulas teóricas: Prof. Doutor Jonatas Machado Docente aulas práticas:

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DIREITO 12ºANO DE ESCOLARIDADE ANO LECTIVO 2014/2015

PLANIFICAÇÃO ANUAL DIREITO 12ºANO DE ESCOLARIDADE ANO LECTIVO 2014/2015 Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas PLANIFICAÇÃO ANUAL DIREITO 12ºANO DE ESCOLARIDADE ANO LECTIVO 2014/2015 (Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-Lei nº 91/2013,

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º /XII/4.ª

PROJETO DE LEI N.º /XII/4.ª Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º /XII/4.ª PROCEDE À TERCEIRA ALTERAÇÃO À LEI.º 53-E/2006, DE 29 DE DEZEMBRO, REFORÇANDO A PROIBIÇÃO DE CRIAÇÃO DE TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS POR SERVIÇOS GERAIS E DE

Leia mais

Subordinação ao direito público é:

Subordinação ao direito público é: A Administração e o direito público Subordinação ao direito público é: 1. Subordinação ao direito constitucional: não só porque é o vértice da pirâmide da ordem jurídica, mas também porque tem normas materialmente

Leia mais

PEDIDO DE FISCALIZAÇÃO DA CONSTITUCIONALIDADE

PEDIDO DE FISCALIZAÇÃO DA CONSTITUCIONALIDADE PEDIDO DE FISCALIZAÇÃO DA CONSTITUCIONALIDADE Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional PEDIDO DE FISCALIZAÇÃO DA CONSTITUCIONALIDADE: R-1283/99 (A6) DATA: Assunto: Código dos Impostos

Leia mais

3. A autonomia político-administrativa regional não afecta a integridade da soberania do Estado e exerce-se no quadro da Constituição.

3. A autonomia político-administrativa regional não afecta a integridade da soberania do Estado e exerce-se no quadro da Constituição. TÍTULO VII - Regiões autónomas Artigo 225.º (Regime político-administrativo dos Açores e da Madeira) 1. O regime político-administrativo próprio dos arquipélagos dos Açores e da Madeira fundamenta-se nas

Leia mais

DIREITOS FUNDAMENTAIS. Exame - 16.06.2015. Turma: Dia. Responda, sucintamente, às seguintes questões:

DIREITOS FUNDAMENTAIS. Exame - 16.06.2015. Turma: Dia. Responda, sucintamente, às seguintes questões: DIREITOS FUNDAMENTAIS Exame - 16.06.2015 Turma: Dia I Responda, sucintamente, às seguintes questões: 1. Explicite o sentido, mas também as consequências práticas, em termos de densidade do controlo judicial,

Leia mais

SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PERSPECTIVA DOS UTILIZADORES (DGCI)

SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PERSPECTIVA DOS UTILIZADORES (DGCI) SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PERSPECTIVA DOS UTILIZADORES (DGCI) ÍNDICE 1.A RELAÇÃO ENTRE A CONTABILIDADE E A FISCALIDADE 2. IMPLICAÇÕES FISCAIS DO SNC 2.1 - Determinação do lucro tributável

Leia mais

A OBRIGATORIEDADE DE APLICAÇÃO DO REGIME DE APURAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA, QUANDO DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE

A OBRIGATORIEDADE DE APLICAÇÃO DO REGIME DE APURAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA, QUANDO DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE 1 A OBRIGATORIEDADE DE APLICAÇÃO DO REGIME DE APURAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA, QUANDO DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE Wagner Balera PUC-SP EQUIDADE V - Equidade na Forma de Participação

Leia mais

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa O GOVERNO Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa «O Governo é o órgão de condução da política geral do país e o órgão superior da Administração Pública.» 1 Pela própria ideia que se retira

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Direito tributário

Maratona Fiscal ISS Direito tributário Maratona Fiscal ISS Direito tributário 1. São tributos de competência municipal: (A) imposto sobre a transmissão causa mortis de bens imóveis, imposto sobre a prestação de serviço de comunicação e imposto

Leia mais

Questões Dissertativas (máximo 15 linhas)

Questões Dissertativas (máximo 15 linhas) Questões Dissertativas (máximo 15 linhas) 1) O que é tributo? Considerando a classificação doutrinária que, ao seguir estritamente as disposições do Código Tributário Nacional, divide os tributos em "impostos",

Leia mais

tributo e suas espécies

tributo e suas espécies CAPÍTULO I Direito Tributário, tributo e suas espécies Sumário 1. Breve introdução ao Direito Tributário 2. Tributo 3. Espécies tributárias: 3.1. Impostos; 3.2. Taxas; 3.3. Contribuição de melhoria; 3.4.

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

EFA- TÉCNICO DE CONTABILIDADE UFCD 567 NOÇÕES DE FISCALIDADE

EFA- TÉCNICO DE CONTABILIDADE UFCD 567 NOÇÕES DE FISCALIDADE EFA- TÉCNICO DE CONTABILIDADE UFCD 567 NOÇÕES DE FISCALIDADE INTERPRETAÇÃO E APLICAÇÃO DA LEI FISCAL Trabalho realizado: -Patrícia Alves; -Joaquim Mira; -Maria Antónia; -Ana Maltêz; 22 de Maio de 2014

Leia mais

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social 1.4.7.3. Contribuições do art.195 CF Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social (previdência, saúde e assistência social), espécies de contribuições sociais, como

Leia mais

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS 2.º Trimestre I SISTEMAS DE GARANTIA DE DEPÓSITOS 2 II Legislação A. Direito Bancário Institucional

Leia mais

Direito Tributário. Aula 05. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Direito Tributário. Aula 05. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Direito Tributário Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia

Leia mais

II - Fontes do Direito Tributário

II - Fontes do Direito Tributário II - Fontes do Direito Tributário 1 Fontes do Direito Tributário 1 Conceito 2 - Classificação 3 - Fontes formais 3.1 - principais 3.2 complementares 4 Doutrina e jurisprudência 2 1 - Conceito As fontes

Leia mais

Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas. Prefácio

Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas. Prefácio Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas Prefácio Quando a Declaração de Lima, das directivas sobre os princípios do controlo, foi adoptada por unanimidade pelos delegados

Leia mais

Bernardino Duarte e Associados SOCIEDADE DE ADVOGADOS, RL

Bernardino Duarte e Associados SOCIEDADE DE ADVOGADOS, RL Exmos Senhores Juizes do Tribunal Administrativo e Fiscal de Proc. Nº 747/13.1BELLE LOULÉ Associação dos Investidores do Hotel Apartamento Neptuno, pessoa colectiva nº 507788648, com sede no Centro de

Leia mais

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Tomáz de Aquino Resende Promotor de Justiça. Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Tutela de Fundações de Minas Gerais.

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO Sofia Vale Agosto de 2015 Foi publicada recentemente a nova Lei do Investimento Privado 1 (doravante A Nova LIP ), que contém

Leia mais

CONTRATOS PÚBLICOS, RESPONSABILIDADE E TRIBUNAL DE CONTAS

CONTRATOS PÚBLICOS, RESPONSABILIDADE E TRIBUNAL DE CONTAS CONTRATOS PÚBLICOS, RESPONSABILIDADE E TRIBUNAL DE CONTAS Partilhamos a Experiência. Inovamos nas Soluções. PEDRO MELO Lisboa, 13 de Março de 2014 O TRIBUNAL DE CONTAS ENQUADRAMENTO O Tribunal de Contas

Leia mais

DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA

DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA OESTE AFRICANA O Conselho de Ministros DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA O CONSELHO DE MINISTROS

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 130/IX PROTECÇÃO DAS FONTES DOS JORNALISTAS. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 130/IX PROTECÇÃO DAS FONTES DOS JORNALISTAS. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 130/IX PROTECÇÃO DAS FONTES DOS JORNALISTAS Exposição de motivos A Constituição da República Portuguesa define, na alínea b) do n.º 2 do artigo 38.º, que a liberdade de imprensa implica

Leia mais

Nova derrama da Lei das Finanças Locais

Nova derrama da Lei das Finanças Locais Nova derrama da Lei das Finanças Locais José Silva Jorge 'Partner' da Ernst & Young in Diário de Notícias!"# $%&'(# ) * +!(# ),$%& + * - ) * + *., 01#2 3"#4 2 5, ) ) *, * $%& 2 ) $ * ) + ). ) ("6,. ),

Leia mais

Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa

Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa Parte I: Assunto * 1. A Associação Novo Macau apresentou, em 11 de Setembro de 2012, uma queixa ao Comissariado contra a Corrupção

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

GRELHA'E'TÓPICOS'PARA'CORRECÇÃO' PRÁTICA'PROCESSUAL'PENAL' '

GRELHA'E'TÓPICOS'PARA'CORRECÇÃO' PRÁTICA'PROCESSUAL'PENAL' ' GRELHAETÓPICOSPARACORRECÇÃO PRÁTICAPROCESSUALPENAL No# dia# 10# de# Janeiro# de# 2011,# ANTÓNIO# e# BERNARDO# encontravam

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA DE DIREITO FISCAL (3. ANO)

PROGRAMA DA DISCIPLINA DE DIREITO FISCAL (3. ANO) FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE DE MACAU CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA ANO LECTIVO DE 2014/2015 PROGRAMA DA DISCIPLINA DE DIREITO FISCAL (3. ANO) DISCIPLINA SEMESTRAL CARGA HORÁRIA:

Leia mais

pós-graduação fiscalidade Janeiro.10 Dezembro.10

pós-graduação fiscalidade Janeiro.10 Dezembro.10 pós-graduação fiscalidade Janeiro.10 Dezembro.10 pós-graduação fiscalidade A Pós-Graduação em Fiscalidade destina-se a jovens juristas ou outros profissionais que pretendem iniciar ou progredir numa carreira

Leia mais

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento.

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. Limitações na ação de consignação em pagamento Kiyoshi Harada* Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. 1 Conceito O que significa consignação em pagamento?

Leia mais

Tema III Construção de soluções sustentáveis no quadro do Estado Fiscal Eficiência fiscal e governance por indicadores

Tema III Construção de soluções sustentáveis no quadro do Estado Fiscal Eficiência fiscal e governance por indicadores Tema III Construção de soluções sustentáveis no quadro do Estado Fiscal Eficiência fiscal e governance por indicadores Marta Costa Santos 1 Aspectos a analisar: a economia, a sociologia e a psicologia

Leia mais

BIZU DA LEI Nº 9.784/99 (PARTE 1) PROFESSOR: ANDERSON LUIZ. Quadro de Avisos:

BIZU DA LEI Nº 9.784/99 (PARTE 1) PROFESSOR: ANDERSON LUIZ. Quadro de Avisos: Quadro de Avisos: Prezados(as) concurseiros(as), Espero que todos estejam bem! A fim de auxiliá-los(as) no estudos da Lei nº 9.784/99, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública

Leia mais

Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6)

Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6) Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6) O Provedor de Justiça, no uso da competência prevista no artigo 281.º, n.º 2, alínea d), da Constituição da República Portuguesa,

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 124/XI/1.ª INCENTIVA O VOLUNTARIADO

PROJECTO DE LEI N.º 124/XI/1.ª INCENTIVA O VOLUNTARIADO Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 124/XI/1.ª INCENTIVA O VOLUNTARIADO Exposição de motivos Na actual sociedade portuguesa, o voluntariado assume, cada vez mais, um lugar de destaque enquanto actividade

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 136/XII/1.ª

PROJETO DE LEI N.º 136/XII/1.ª PROJETO DE LEI N.º 136/XII/1.ª Promove a equidade fiscal através da alteração ao regime de tributação sobre os lucros distribuídos por sociedades submetidas a regimes fiscais claramente mais favoráveis

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º./XII/1.ª

PROJETO DE LEI N.º./XII/1.ª Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º./XII/1.ª INTRODUZ UM MECANISMO DE SALVAGUARDA DA EQUIDADE FISCAL PARA TODOS OS CONTRIBUINTES E ELIMINA AS ISENÇÕES DE TRIBUTAÇÃO SOBRE MAIS-VALIAS OBTIDAS POR SGPS

Leia mais

Perguntas Mais frequentes

Perguntas Mais frequentes Perguntas Mais frequentes P: Que serviços são prestados pelo Gabinete Jurídico? R: O Gabinete Jurídico do ISA (GJ) é uma unidade de apoio, na dependência directa do Conselho Directivo e, especificamente,

Leia mais

Diário da República Electrónico (DRE) Tutorial de pesquisa

Diário da República Electrónico (DRE) Tutorial de pesquisa Diário da República Electrónico (DRE) Tutorial de pesquisa Tutorial de pesquisa no Diário da República Electrónico (DRE) índice 1. A legislação do DR 2. A pesquisa no DR 1.1. I Série 1.2. II Série 1.3.

Leia mais

PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA REGULAMENTO SOBRE SERVIÇOS DE NOTAÇÃO DE RISCO

PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA REGULAMENTO SOBRE SERVIÇOS DE NOTAÇÃO DE RISCO PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA REGULAMENTO SOBRE SERVIÇOS DE NOTAÇÃO DE RISCO E DECRETO PRESIDENCIAL SOBRE AS TAXAS NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS DERIVADOS Pág. 1 PROCESSO DE CONSULTA

Leia mais

DELIBERAÇÃO Nº 72 / 2006. I - Introdução

DELIBERAÇÃO Nº 72 / 2006. I - Introdução DELIBERAÇÃO Nº 72 / 2006 I - Introdução A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) tem recebido, com muita frequência, um grande número de pedido de acessos a dados pessoais de saúde de titulares

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 151/IX APROVA O REGIME DA RESPONSABILIDADE PENAL DAS PESSOAS COLECTIVAS. Exposição de motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 151/IX APROVA O REGIME DA RESPONSABILIDADE PENAL DAS PESSOAS COLECTIVAS. Exposição de motivos PROPOSTA DE LEI N.º 151/IX APROVA O REGIME DA RESPONSABILIDADE PENAL DAS PESSOAS COLECTIVAS Exposição de motivos Vários instrumentos de direito convencional comunitário, assim como diversas decisões-quadro

Leia mais

AOS IMPORTADORES, EXPORTADORES E DEMAIS INTERESSADOS

AOS IMPORTADORES, EXPORTADORES E DEMAIS INTERESSADOS AOS IMPORTADORES, EXPORTADORES E DEMAIS INTERESSADOS Esclarecimentos Importantes Colaboração: Domingos de Torre 03/10/2011 (1) O DESPACHANTE ADUANEIRO. É um profissional autônomo, sempre uma pessoa física,

Leia mais

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Banca: SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO/RJ Edital SMA Nº 84/2010 (data da publicação: 27/09/2010) Carga horária (aulas presenciais): 126 horas

Leia mais

FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013. 1. Título "Opções de financiamento para a CPLP" não é meu.

FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013. 1. Título Opções de financiamento para a CPLP não é meu. FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013 1. Título "Opções de financiamento para a CPLP" não é meu. Poderia dar ideia que há opções de financiamento específicas para a CPLP em si mesma e para os Estados

Leia mais

EFICÁCIA E APLICAÇÃO DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS

EFICÁCIA E APLICAÇÃO DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS EFICÁCIA E APLICAÇÃO DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS 1 Eficácia é o poder que tem as normas e os atos jurídicos para a conseqüente produção de seus efeitos jurídicos próprios. No sábio entendimento do mestre

Leia mais

AUDIÇÃO NA COMISSÃO PARLAMENTAR DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL. Projeto de Lei Nº 368/XII

AUDIÇÃO NA COMISSÃO PARLAMENTAR DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL. Projeto de Lei Nº 368/XII AUDIÇÃO NA COMISSÃO PARLAMENTAR DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL Projeto de Lei Nº 368/XII Protecção dos direitos individuais e comuns à água O projecto de Lei para Protecção dos direitos

Leia mais

Comentários ao Documento Proposta do PPM Açores Actos Eleitorais

Comentários ao Documento Proposta do PPM Açores Actos Eleitorais Comentários ao Documento Proposta do PPM Açores Actos Eleitorais Junho 2015 Este documento divulga a posição da ARIC e a resposta à solicitação da Comissão de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Trabalho

Leia mais

TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA

TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA 3 a 5 de Julho de 2012 Hotel EPIC Sana Luanda Angola MÓDULO I - ENQUADRAMENTO LEGAL, ÚLTIMOS DESENVOLVIMENTOS E TENDÊNCIAS FUTURAS: REFORMA FISCAL Índice 1.

Leia mais

Dando prosseguimento à aula anterior, neste encontro, encerraremos o

Dando prosseguimento à aula anterior, neste encontro, encerraremos o Dando prosseguimento à aula anterior, neste encontro, encerraremos o art.195, CF, comentando os seus principais parágrafos, para fins de concurso público! Alberto Alves www.editoraferreira.com.br 1º As

Leia mais

A IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO SOCIAL COMPLEMENTAR. Palestrante: Manuel Moreira

A IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO SOCIAL COMPLEMENTAR. Palestrante: Manuel Moreira A IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO SOCIAL COMPLEMENTAR Palestrante: Manuel Moreira OBJECTIVOS DA SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem o fim primordial de libertar os membros da sociedade das preocupações

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

- Reforma do Tesouro Público

- Reforma do Tesouro Público - Reforma do Tesouro Público Em Novembro de 1997 foram definidas as opções estratégicas do Ministério das Finanças para a adopção da moeda Única ao nível da Administração Financeira do Estado. Estas opções,

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013

CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 I. Âmbito de Aplicação e Princípios Gerais...4 Artigo 1.º Âmbito Pessoal...4 Artigo 2.º Âmbito Territorial...4 Artigo 3.º Princípios Gerais...4 Artigo

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO E FISCAL ANO LECTIVO 2005/2006 PROGRAMA

DIREITO FINANCEIRO E FISCAL ANO LECTIVO 2005/2006 PROGRAMA DIREITO FINANCEIRO E FISCAL ANO LECTIVO 2005/2006 PROGRAMA Introdução I. Aspectos gerais 1. As Finanças Públicas. Questões de ordem geral 2. Fixação de terminologia (Direito Financeiro, Economia Pública,

Leia mais

MPBA sociedade de advogados rl

MPBA sociedade de advogados rl Informação jurídica sobre o exercício da profissão de arquitecto em regime de subordinação I) Objecto da consulta Com a presente informação jurídica pretende-se clarificar se o exercício da profissão de

Leia mais

O REGIME DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2012

O REGIME DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2012 27 de Fevereiro de 2012 O REGIME DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2012 Introdução O Decreto-Lei n.º 32/2012, de 13 de Fevereiro, que regula a execução do Orçamento do Estado para 2012, aprovado

Leia mais

Direito Administrativo 4º semestre Professora Ilza Facundes. Introdução ao. Direito Administrativo

Direito Administrativo 4º semestre Professora Ilza Facundes. Introdução ao. Direito Administrativo 4º semestre Professora Ilza Facundes Introdução ao Direito Administrativo NOÇÕES GERAIS O estudo do Direito Administrativo, no Brasil, torna- se um pouco penoso pela falta de um código, uma legislação

Leia mais

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo?

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo? SEGURO VIDA Que tipo de seguros são explorados no ramo vida? A actividade do ramo Vida consiste na exploração dos seguintes seguros e operações: Seguro de Vida, Seguro de Nupcialidade /Natalidade, Seguro

Leia mais

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL 1 O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem que ser entendida na dupla perspectiva de direito social dos cidadãos, que compete ao Estado garantir, e de princípio

Leia mais

A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE

A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE Elaborado em: 22/09/2010 Autora: Walleska Vila Nova Maranhão

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 315/X DETERMINA A DERROGAÇÃO DO SIGILO BANCÁRIO COMO INSTRUMENTO PARA O COMBATE À FRAUDE FISCAL

PROJECTO DE LEI N.º 315/X DETERMINA A DERROGAÇÃO DO SIGILO BANCÁRIO COMO INSTRUMENTO PARA O COMBATE À FRAUDE FISCAL PROJECTO DE LEI N.º 315/X DETERMINA A DERROGAÇÃO DO SIGILO BANCÁRIO COMO INSTRUMENTO PARA O COMBATE À FRAUDE FISCAL Exposição de motivos No seu Programa de candidatura e depois no Programa de Governo o

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS. DESTINAÇÃO ESPECÍFICA DAS RECEITAS E O DESVIO DE FINALIDADE. Paulo Ayres Barreto

CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS. DESTINAÇÃO ESPECÍFICA DAS RECEITAS E O DESVIO DE FINALIDADE. Paulo Ayres Barreto CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS. DESTINAÇÃO ESPECÍFICA DAS RECEITAS E O DESVIO DE FINALIDADE Paulo Ayres Barreto Contribuições e destino do produto arrecadado Crescente processo de desvinculação / desvio do produto

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 6/ B / 2004 [art.º 20.º, n.º 1, alínea b), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril]

RECOMENDAÇÃO N.º 6/ B / 2004 [art.º 20.º, n.º 1, alínea b), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril] Número: 6/B/2004 Data: 25-03-2004 Entidade visada: Secretária de Estado da Administração Pública Assunto: Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública. Promoção a técnico superior de 1.ª classe. Processo:

Leia mais

Em ambos os casos estão em causa, sobretudo, os modos de relacionamento das empresas com os seus múltiplos stakeholders.

Em ambos os casos estão em causa, sobretudo, os modos de relacionamento das empresas com os seus múltiplos stakeholders. Notas de apoio à Intervenção inicial do Director Executivo da AEM, Abel Sequeira Ferreira, na Conferência Responsabilidade Social e Corporate Governance, organizada, em parceria, pelo GRACE, pela AEM e

Leia mais

newsletter Nº 78 JULHO / 2013

newsletter Nº 78 JULHO / 2013 newsletter Nº 78 JULHO / 2013 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Julho de 2013 2 O conceito de Indispensabilidade do Gasto para a Realização do Rendimento 3 Revisores e Auditores 6 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 351/XI

PROJECTO DE LEI N.º 351/XI Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 351/XI ALTERA A FORMA DE DESIGNAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DA RÁDIO E TELEVISÃO DE PORTUGAL, S.A. E ESTABELECE A OBRIGATORIEDADE DE DEFINIÇÃO DE UM PROGRAMA ESTRATÉGICO

Leia mais

Professor: Ednei Isidoro de Almeida Lei Orçamentária Anual LOA 4 EMESTRE DE CENCIAS CONTABEIS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO-UNEMAT

Professor: Ednei Isidoro de Almeida Lei Orçamentária Anual LOA 4 EMESTRE DE CENCIAS CONTABEIS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO-UNEMAT Professor: Ednei Isidoro de Almeida Lei Orçamentária Anual LOA 4 EMESTRE DE CENCIAS CONTABEIS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO-UNEMAT Prezados Acadêmicos Iremos abordar os aspectos mais relevantes

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

PIS/COFINS E NÃO-CUMULATIVIDADE: ABRANGÊNCIA DO TERMO INSUMOS E A POSSIBILIDADE DE CREDITAMENTO:

PIS/COFINS E NÃO-CUMULATIVIDADE: ABRANGÊNCIA DO TERMO INSUMOS E A POSSIBILIDADE DE CREDITAMENTO: PIS/COFINS E NÃO-CUMULATIVIDADE: ABRANGÊNCIA DO TERMO INSUMOS E A POSSIBILIDADE DE CREDITAMENTO: O PIS e a COFINS são contribuições sociais, cujo fato gerador é a obtenção de faturamento pela pessoa jurídica.

Leia mais

Enquadramento das leis e dos regulamentos administrativos. Nota Justificativa. (Proposta de lei) 1. Necessidade da elaboração da presente lei

Enquadramento das leis e dos regulamentos administrativos. Nota Justificativa. (Proposta de lei) 1. Necessidade da elaboração da presente lei Enquadramento das leis e dos regulamentos administrativos (Proposta de lei) Nota Justificativa 1. Necessidade da elaboração da presente lei Com a execução aprofundada da Lei Básica da Região Administrativa

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º. Isenções - Prestações de Serviços Médicos Refacturação Redébito - Localização de operações. Processo: nº 1163, por despacho de 2010-11-02, do SDG do

Leia mais

Fato gerador do ISS. Kiyoshi Harada*

Fato gerador do ISS. Kiyoshi Harada* Fato gerador do ISS Kiyoshi Harada* Este é um tema aparentemente pacífico, mas na prática vem causando muitas dúvidas. senão confusões. Façamos considerações pertinentes para melhor explicitar o aspecto

Leia mais

PEDIDO DE FISCALIZAÇÃO DA CONSTITUCIONALIDADE

PEDIDO DE FISCALIZAÇÃO DA CONSTITUCIONALIDADE PEDIDO DE FISCALIZAÇÃO DA CONSTITUCIONALIDADE Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional PEDIDO DE FISCALIZAÇÃO DA CONSTITUCIONALIDADE: R-638/00 (A6) DATA: 2000-04-06 Assunto: Motorista

Leia mais

IVA Na Actividade Agrícola

IVA Na Actividade Agrícola IVA Na Actividade Agrícola Maria Emília Pimenta Seminário A CONTABILIDADE E FISCALIDADE NA ACTIVIDADE AGRÍCOLA Santarém, 11 de Junho de 2013 1 Lei n.º66-b/2012, de 31 dezembro Revoga o n.º 33 do artigo

Leia mais

Senhor Presidente da Assembleia, Senhoras e Senhores Deputados, Senhor Presidente, Senhora e Senhores membros do Governo.

Senhor Presidente da Assembleia, Senhoras e Senhores Deputados, Senhor Presidente, Senhora e Senhores membros do Governo. Intervenção proferida pelo Deputado Luís Henrique Silva, na Sessão Plenária de Novembro de 2006 Senhor Presidente da Assembleia, Senhoras e Senhores Deputados, Senhor Presidente, Senhora e Senhores membros

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO CURSO

PROGRAMAÇÃO DO CURSO DIREITO PENAL - PDF Duração: 09 semanas 01 aula por semana. Início: 04 de agosto Término: 06 de outubro Professor: JULIO MARQUETI PROGRAMAÇÃO DO CURSO DIA 04/08 - Aula 01 Aplicação da Lei Penal no tempo.

Leia mais

PARECER Nº, DE 2007. RELATOR: Senador MARCELO CRIVELLA I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2007. RELATOR: Senador MARCELO CRIVELLA I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2007 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, em caráter terminativo, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 520, de 2007, que institui Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente

Leia mais

Uma das áreas que tem merecido

Uma das áreas que tem merecido 36 Fiscalidade O actual enquadramento fiscal dos rendimentos derivados de prestações de serviços por parte de sociedades não residentes, bem como as formalidades a cumprir de forma a legitimar a aplicação

Leia mais

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES 3D CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES Maria da Conceição da Costa Marques, Ph.D Doutora em Gestão, especialidade em Contabilidade

Leia mais

CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL. NOME - Diogo Nuno de Gouveia Torres Feio FORMAÇÃO ACADÉMICA

CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL. NOME - Diogo Nuno de Gouveia Torres Feio FORMAÇÃO ACADÉMICA CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL NOME - Diogo Nuno de Gouveia Torres Feio FORMAÇÃO ACADÉMICA 1998 - Mestrado em Ciências Jurídico-Políticas, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, com

Leia mais

PARECER JURÍDICO Sistema de Registro De Preços

PARECER JURÍDICO Sistema de Registro De Preços PARECER JURÍDICO Sistema de Registro De Preços PARECER JURIDICO ATA DE REGISTRO DE PREÇOS, LEGALIDADE, CARONA, ADESÃO, VIGÊNCIA, VALIDADE, CONSEQUENCIAS JURÍDICAS. RELATÓRIO Trata-se o expediente os seguintes

Leia mais

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003 DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003 REESTRUTURA OS FUNDOS ESCOLARES DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO E EXTINGUE O FUNDO REGIONAL DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR Criado pelo Decreto Regulamentar Regional n.º

Leia mais

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito Professores: Cássio Furlan cassiofurlan@yahoo.com.br Período/ Fase: 6ª Semestre: 2º Ano: 2012

Leia mais

PROJECTOS FINANCIADOS EM CUSTOS MARGINAIS

PROJECTOS FINANCIADOS EM CUSTOS MARGINAIS Conselho de Gestão PROJECTOS FINANCIADOS EM CUSTOS MARGINAIS Organização, gestão e regulação de actividades e projectos financiados em modalidade de custos marginais na UC ver 2.2 Novembro 2010 Anexo 4

Leia mais

PLANO DE ENSINO. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito

PLANO DE ENSINO. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito Professores: Cássio Furlan cassiofurlan@yahoo.com.br Período/ Fase: 7ª Semestre: 2º Ano: 2012

Leia mais

DERROGAÇÃO DE SIGILO BANCÁRIO

DERROGAÇÃO DE SIGILO BANCÁRIO Delegação de Viana do Castelo Direcção de Finanças de Viana do Castelo DERROGAÇÃO DE SIGILO BANCÁRIO CONFERÊNCIA jesuinoamartins@gmail.com 04.06.2015 Atribuições da AT No conjunto das actividades desenvolvida

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES COMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES COMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A Comissão de Política Geral, em 01 de Julho de 2015, procedeu à apreciação, relato e emissão de parecer sobre o Projeto de decreto-lei que aprova o sistema de Normalização Contabilística para

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 390/XI/1.ª SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA

PROJECTO DE LEI N.º 390/XI/1.ª SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 390/XI/1.ª SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA Exposição de motivos O acesso à internet assume hoje um papel crucial na nossa sociedade, devendo

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DAS EMPRESAS NA. Formas de Redução Marco Aurélio Carvalho Gomes

TRIBUTAÇÃO DAS EMPRESAS NA. Formas de Redução Marco Aurélio Carvalho Gomes TRIBUTAÇÃO DAS EMPRESAS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Formas de Redução Marco Aurélio Carvalho Gomes I Da Exclusão do ISSQN da Base de Cálculo do PIS/COFINS Conforme prescrito nas Leis Complementares nº`s 07/70

Leia mais

O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1)

O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1) 1/9 O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1) Susana Alcina Ribeiro Pinto Docente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras

Leia mais

Meio ambiente e proibição do retrocesso. Um olhar sobre a Lei Federal n 12.651/2012

Meio ambiente e proibição do retrocesso. Um olhar sobre a Lei Federal n 12.651/2012 Meio ambiente e proibição do retrocesso Um olhar sobre a Lei Federal n 12.651/2012 PROIBIÇÃO DO RETROCESSO Denominações: vedação da retrogradação, vedação do retrocesso, não retrocesso, não retorno da

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 378/XII/2.ª INTRODUZ O REGIME FACULTATIVO DE CONTABILIDADE DE CAIXA DO IVA PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

PROJETO DE LEI N.º 378/XII/2.ª INTRODUZ O REGIME FACULTATIVO DE CONTABILIDADE DE CAIXA DO IVA PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 378/XII/2.ª INTRODUZ O REGIME FACULTATIVO DE CONTABILIDADE DE CAIXA DO IVA PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Exposição de motivos As micro, pequenas e médias empresas

Leia mais

PARECER: 34 / 2009. ENTIDADE INTERESSADA: Instituto de Assistência e Previdência do Estado do Piauí- IAPEP

PARECER: 34 / 2009. ENTIDADE INTERESSADA: Instituto de Assistência e Previdência do Estado do Piauí- IAPEP PARECER: 34 / 2009 ASSUNTO: Necessidade de exigência de documentação de regularidade fiscal perante o INSS e FGTS em contratos com a Administração Pública. ENTIDADE INTERESSADA: Instituto de Assistência

Leia mais

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 7 Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais

REVISÃO 1.º SEMESTRE SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO CONCEITO DE TRIBUTO

REVISÃO 1.º SEMESTRE SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO CONCEITO DE TRIBUTO REVISÃO 1.º SEMESTRE SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO CONCEITO DE TRIBUTO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1.988 ACABA POR NÃO CONCEITUAR O QUE SEJA TRIBUTO. ENTRETANTO, LEVA EM CONSIDERAÇÃO, IMPLICITAMENTE,

Leia mais