A regularização do IVA nos processos de insolvência

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A regularização do IVA nos processos de insolvência"

Transcrição

1 A regularização do IVA nos processos de insolvência veio distinguir de forma clara a regularização do IVA, havendo agora insolvência de caráter limitado e insolvência com liquidação do passivo. Por Suzana Fernandes da Costa* Artigo recebido em fevereiro de 2013 O objeto do presente artigo é a análise da relação entre o processo de insolvência e a regularização do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), na sequência da entrada em vigor da Lei que aprovou o Orçamento do Estado para 2013, Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro (LOE 2013). Esta lei alterou o n.º 7 do art.º 78.º do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentados (CIVA) e aditou os artigos 78.º-A a 78.º-D ao CIVA, vindo ao encontro de algumas críticas que chegavam de advogados, revisores oficiais de contas e técnicos oficias de contas as três profissões diretamente implicadas no apoio às empresas na regularização do IVA. 1 O problema subjacente ao instituto previsto no n.º 7 do art.º 78.º do CIVA e agora também no n.º 4 do art.º 78.º-A é o da recuperação do IVA liquidado e entregue ao Estado pelos sujeitos passivos, relativo a bens e serviços que se revelam incobráveis. O legislador tenta equilibrar interesses conflituantes: o direito do contribuinte à justiça material e à tributação de acordo com a sua real capacidade contributiva e o interesse do Estado em assegurar o crédito tributário e evitar a fraude fiscal. Na redação em vigor até 31 de dezembro de 2012, o regime do art.º 78.º CIVA colocava uma série de problemas aos operadores jurídico- -económicos que a LOE 2013 veio atenuar, mas que não resolve de forma absoluta, como tentaremos demonstrar. 2 A regularização do IVA e as insolvências até à entrada em vigor da LOE 2013 A regularização do IVA pelo credor na sequência da insolvência do devedor encontrava-se prevista na al.ª b) do n.º 7 do art.º 78.º do CIVA, norma que, até 2013, não estava devidamente articulada com o Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE), aprovado pelo Decreto-lei n.º 53/2004, de 18 de março. Na redação anteriormente em vigor, dispunha o n.º 7 do art.º 78.º do CIVA que «os sujeitos passivos podem deduzir ainda o imposto respeitante a créditos considerados incobráveis: ( ) al. b) em processo de insolvência quando a mesma seja decretada.» A lei não fazia mais nenhuma exigência formal ou material ao exercício do direito à regularização. No entanto, através de ofícios circulados 3 e de informações vinculativas dirigidas a determinados contribuintes, a Autoridade Tributária impunha aos sujeitos passivos de IVA um conjunto de requisitos complementares, para que pudessem regularizar o IVA nos termos do n.º 7 al.ª b) do art.º 78 CIVA. Vejamos as principais dificuldades do anterior regime legal. 4 A reclamação de créditos: um requisito obrigatório? A primeira exigência feita pela Autoridade Tributária às entidades que procediam à regularização de IVA era a prova da reclamação dos créditos no processo de insolvência. Na informação vinculativa proferi- JANEIRO

2 da no processo CO , que mereceu despacho do subdiretor- -geral dos Impostos em 24 de abril de 2008, pode ler-se que «para proceder à respetiva regularização, será necessário estar na posse de uma certidão passada pelo Tribunal, que certifique a sentença declarada, se a mesma transitou em julgado e a respetiva data, bem como prova, se for caso de insolvência, de que os créditos foram reclamados.» 5 Esta condição começava por colocar um problema de caráter temporal. A declaração de insolvência ocorre no início do processo de insolvência (art.º 28.º e 36.º CIRE) 6. A reclamação de créditos só tem lugar num momento posterior (art.º 128.º CIRE), podendo, na prática, mediar meses entre aquela sentença e esta atuação do credor. Por outro lado, nem sempre o credor conseguirá reclamar atempadamente os seus créditos, na medida em que a publicidade que é dada ao estado de insolvência (prevista no art.º 38.º CIRE) é, a nosso ver, insuficiente; por outro lado, há uma série de práticas abusivas por parte dos insolventes que perturbam o direito de reclamação por parte dos credores (como a mudança de sede ou de firma da sociedade insolvente dias antes da apresentação à insolvência) 7. Outra dificuldade relativa a esta exigência prende-se com a possibilidade de serem reclamados créditos fictícios ou não aceites numa fase posterior do processo pelo devedor. Ao exigir apenas a reclamação, o Estado também não veria os seus interesses devidamente salvaguardados. O facto da imposição da efetiva reclamação de créditos constar de informações vinculativas, e não da lei, é outro dos problemas do regime das regularizações. As informações vinculativas só obrigam a Autoridade Tributária perante a entidade que as requer, e não perante terceiros 8. A prática administrativa de exigir a reclamação de créditos consubstancia, a nosso ver, uma restrição do exercício de um direito, que na prática afeta as garantias dos contribuintes. Ora, tratando-se de uma matéria prevista no art.º 103.º, n.º 2 da Constituição e no art.º 8.º da LGT, estará abrangida pelo princípio da legalidade fiscal, e logo, não poderá ser, a nosso ver, efetuada por via regulamentar ou, muito menos, através de informações vinculativas. Entendemos, em conclusão, que mesmo face à lei anterior, a reclamação de créditos não é uma exigência que conste do CIVA, podendo proceder-se à regularização mesmo nos casos em que ela não tenha existido. Os créditos reconhecidos mas não reclamados Nas inspeções aos sujeitos passivos de IVA, a Autoridade Tributária tendia a ignorar uma circunstância que deveria ser tida em conta na regularização do IVA, concretamente o reconhecimento do crédito pelo administrador de insolvência. Esse reconhecimento poderia ter na origem ou a confissão do próprio devedor que se apresentava à insolvência (que teria o dever de relacionar os créditos existentes, nos termos do art.º 24.º, n.º 1, al.ª a) do CIRE) ou resultar do trabalho do administrador da insolvência, uma vez compulsada a contabilidade 9, nos termos do art.º 129.º CIRE. A nosso ver, tendo sido decretada a insolvência e estando o crédito reconhecido, encontram-se verificados os requisitos para que se regularize o IVA isto já era assim na lei anterior e ainda se afirma com mais propriedade face à alteração de Veja-se que quer os créditos reclamados quer os reconhecidos acabariam por constar de uma outra sentença existente no processo de insolvência: a sentença de verificação e graduação de créditos, prevista no art.º 140.º do CIRE. 10 No entanto, o n.º 7 do art.º 78.º não exigia que o crédito constasse desta sentença mas antes que fosse decretada a insolvência, o que, como vimos, ocorre num momento anterior. A verificação ulterior de créditos No processo de insolvência existia e existe a possibilidade de o credor relapso mover ação contra a massa para verificação ulterior de créditos, nos termos dos art.º 146.º a 148.º do CIRE 11. A respetiva tramitação foi alterada pela Lei 16/2012, de 20 de abril, passando o prazo de interposição a ser de apenas seis meses após o trânsito da sentença que decretou a insolvência. Quando o credor opte por esta via, deve o IVA dos respetivos créditos ser igualmente regularizado. As insolvências de caráter limitado Situação diferente destas é a das insolvências de caráter limitado. Nestas, logo na fase inicial do processo, constata-se que os bens da entidade são manifestamente insuficientes para fazer face ao passivo e nem sequer chegam para cobrir as despesas do processo judicial (valor estimado em cinco mil euros 12 ). Face a essa constatação a insolvência não prosseguirá com as fases subsequentes de reclamação de créditos, elaboração de relatório pelo administrador e realização da assembleia de credores, sendo o processo rapidamente encerrado. A liquidação da entidade deve depois ser feita pela 42 TOC 154

3 conservatória do registo comercial competente, nos termos do art.º 234.º, n.º 4 do CIRE e do art.º 15.º, n.º 5, al.ª i) do Regime Jurídico dos Procedimentos Administrativos de Dissolução e de Liquidação de Entidades Comerciais (RJPADLEC) 13, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 76- A/2006, de 29 de março. Muitos sujeitos passivos viram a regularização do IVA relativa a insolvências com caráter limitado posta em causa pela Autoridade Tributária, por não terem reclamado os seus créditos. A outros foi colocado como condição que solicitassem complemento de sentença (o que implicaria depósito à ordem do processo de, pelo menos, cinco mil euros). A interpretação dada pela Autoridade Tributária ao n.º 7, al.ª b) do art.º 78.º CIVA relativamente às insolvências limitadas, violava, a nosso ver, o princípio da boa-fé e o da segurança jurídica, para além de comportar uma restrição do direito à regularização do IVA incomportável com os princípios comunitários. 14 A alteração ao n.º 7 do art.º 78.º operada pela LOE 2013 veio resolver o diferente tratamento que é necessário dar às insolvências com estas características, como veremos infra. A documentação necessária para a regularização do IVA Outra crítica que se pode fazer à interpretação veiculada pela Autoridade Tributária face à lei anterior prende-se com a prova. O Estado exigia uma certidão judicial que contivesse data do trânsito em julgado da sentença que decretou a insolvência e referência à data da reclamação de créditos pelo requerente. Mais uma vez, naqueles casos em que a certidão se limitasse a declarar que a insolvência transitou em julgado, o requisito legal estaria verificado e, A redação do artigo 78.º, n.º 7, al.ª b) e do art.º 78.º-A, n.º 4, al.ª b) do CIVA não é cem por cento feliz, na medida em que não determina os efeitos a retirar das diferentes deliberações da assembleia de credores. a nosso ver, o credor poderia legitimamente regularizar o IVA. Questão diferente desta é se é sempre exigível uma certidão judicial, uma vez que a lei em lugar nenhum a refere. Como justificaremos infra, em alguns casos entendemos que bastará a certidão permanente da empresa. A lei anterior não exigia a intervenção de um revisor oficial de contas para as regularizações feitas ao abrigo do n.º 7 do artigo 78.º CIVA - exigência que a Lei 66-B/2012 passa a fazer, como veremos mais adiante. O procedimento extrajudicial de conciliação (PEC) A versão anterior do n.º 7 do art.º 78.º do CIVA 15 permitia ainda, desde 2011, a regularização «nos termos de acordo obtido em procedimento extrajudicial de conciliação, em conformidade com o Decreto-Lei n.º 316/98, de 20 de outubro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 201/2004, de 18 de agosto.» 16 Tratava-se de um processo mediado pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI) com o objetivo de permitir a viabilização das empresas em dificuldade. A partir de 1 de setembro de 2012, o procedimento de conciliação extrajudicial foi formalmente substituído pelo Sistema de Recuperação de Empresas por Via Extrajudicial (SI- REVE), mas não ocorreu uma imediata alteração do art.º 78.º do CIVA. A alteração só viria a ser feita na Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dzembro, que referiremos infra. O atraso do legislador poderá ter levado alguns credores à não adesão ao PEC para não correrem risco de não poderem regularizar o IVA relativo ao crédito incobrável. A regularização do IVA e a insolvência com a Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro A Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro veio dar à al.ª b) do n.º 7 do art.º 78.º do CIVA a seguinte redação: «Os sujeitos passivos podem deduzir ainda o imposto respeitante a créditos considerados incobráveis: b) Em processo de insolvência, quando a mesma for decretada de caráter limitado ou após a homologação da deliberação prevista no artigo 156.º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 53/2004, de 18 de março.» 17 Por sua vez, o art.º 196.º da LOE 2013 aditou ao CIVA os artigos 78.º-A a 78.º-D. O artigo 78.º-a n.º 4, alínea b) é idêntico ao referido art.º 78.º, n.º 7, alª b), mas tem aplicação apenas a créditos vencidos após 1 de janeiro de 2013 (cfr. art.º 198.º, n.º 6 Lei 66- B/2012). O legislador veio assim distinguir de forma clara a regularização do IVA nos processos de insolvência, havendo insolvência de caráter limitado e insolvências com liquidação do passivo. Vejamos as diferenças. JANEIRO

4 As insolvências de caráter limitado Nas insolvências de caráter limitado basta para a regularização do IVA a sentença que declare a insolvência, como consta do art.º 78.º, n.º 7, al.ª b), primeira parte do CIVA (aplicável a créditos vencidos até 31 de dezembro de 2012) e do art.º 78.º-A, n.º 4, al.ª b), 1.ª parte CIVA (para créditos vencidos desde 1 de janeiro de 2013). Esta clarificação impunha- -se, e é de louvar. Como veremos adiante, passa a ser necessária a intervenção de um revisor oficial de contas, ao contrário do que ocorria na lei anterior. As insolvências sem caráter limitado Nas insolvências que prosseguem para liquidação, é necessário aguardar pela homologação da deliberação prevista no art.º 156.º do CIRE. Trata-se da deliberação da assembleia de credores destinada a apreciar o relatório do administrador de insolvência, relatório que tem anexo uma lista provisória de credores (art.º 154.º e 155.º, n.º 2 CIRE). O regime resulta do art.º 78.º, n.º 7, al.ª b), segunda parte do CIVA (para créditos vencidos até 31 de dezembro de 2012) e do art.º 78.º-A, n.º 4, al.ª b), segunda parte (para créditos vencidos desde 1 de janeiro de 2013). A assembleia de credores aprecia o referido relatório e delibera sobre o encerramento ou a manutenção em atividade do(s) estabelecimento(s) compreendidos na massa insolvente (art.º 156.º, n.º 2); para além disso pode «cometer ao administrador de insolvência o encargo de elaborar um plano de insolvência»? (art.º 192.º) 18, podendo determinar a suspensão da liquidação e partilha da massa insolvente (156.º, n.º 3 e 156.º). Diz depois o n.º 6 que a assembleia pode, em reunião ulterior, modificar ou revogar as deliberações tomadas. 19 Pese embora a lei remeta a regularização do IVA para uma data posterior face à data que constava da anterior al.ª b) do art.º 78.º, n.º 7 do CIVA, acaba por não a colocar na fase da sentença de verificação e graduação de créditos. O legislador optou por fixar um momento dentro do processo de insolvência em que é já possível conhecer os créditos reclamados no prazo legal e os créditos que o administrador de insolvência reconheceu (constantes da lista provisória de credores), e em que se verifica se haverá plano de insolvência. Mais uma vez, a redação do artigo 78.º, n.º7, al.ª b) e do art.º 78.º-A, n.º 4, al.ª b) do CIVA não é cem por cento feliz, na medida em que não determina os efeitos a retirar das diferentes deliberações da assembleia de credores, nem que elementos deverão constar da certidão a emitir pelo tribunal. Por outro lado, o artigo continua a omitir os efeitos da ação para verificação ulterior de créditos em sede de IVA. A regularização nos processos especiais de revitalização e no SIREVE O CIVA prevê agora expressamente possibilidade de regularização de IVA nos processos especiais de revitalização e no SIREVE. Na redação dada pela LOE 2013 pode ler-se nas alíneas c) e d) do n.º 7 do art.º 78.º do CIVA, aplicável a créditos vencidos até 31 de dezembro de 2012, que «os sujeitos passivos podem deduzir ainda o imposto respeitante a créditos considerados incobráveis: c) Em processo especial de revitalização, após homologação do plano de recuperação pelo juiz, previsto no artigo 17.º-F do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas; d) Nos termos previstos no Sistema de Recuperação de Empresas por Via Extrajudicial (SIREVE), após celebração do acordo previsto no artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 178/2012, de 3 de agosto.» A mesma redação consta das alíneas c) e d) do n.º 4 do art.º 78.º-A, aplicável a créditos vencidos desde 1 de janeiro de O legislador não só prevê expressamente a possibilidade de regularização do IVA naqueles dois casos, como ainda determina em que momento dos referidos procedimentos deverão os credores solicitar certidão. O processo especial de revitalização consta dos artigos 17.º-A a 17.º-I do CIRE, artigos aditados pela Lei 16/2012, de 20 de abril. 20 O SIREVE foi criado pelo Decreto- -Lei n.º 178/2012, de 3 de agosto e substituiu formalmente o processo extrajudicial de conciliação, desde 1 de setembro de A documentação necessária para a regularização do IVA o papel do ROC Até final de 2012, o legislador exigia a intervenção de ROC apenas nas situações previstas no n.º 8 do art.º 78.º. 22 Com a Lei n.º 66-B/2012, para a regularização de IVA de créditos vencidos até 31/12/2012, nos termos do n.º 7 do art.º 78.º CIVA, passa a ser obrigatória a intervenção de um ROC, que deverá certificar que se encontram verificados os requisitos legais para a dedução do imposto respeitante a créditos considerados incobráveis nos termos do n.º 7 deste artigo» (n.º 10 do artigo 78.º, in fine). O revisor de contas tenderá a exigir certidão judicial contendo os elementos supra enunciados. Relativamente a créditos vencidos 44 TOC 154

5 desde 1 de janeiro de 2013 o regime é o mesmo, mas consta dos artigos 78.º.A, n.º 4 e 78.º-D, n.º 3 CIVA. Nas insolvências de caráter limitado deve ser regularizado o IVA com base na certidão judicial que declare data da sentença, data do trânsito e que se trata de uma insolvência de caráter limitado. Nestes casos, entendemos que também bastará uma certidão permanente que contenha estes elementos. Nas insolvências com liquidação da massa, em que já ocorreu a assembleia prevista no art.º 156.º do CIRE, podem os credores pedir agora certidão ao tribunal contendo data da sentença que decretou insolvência, data do trânsito em julgado e data da homologação da deliberação da assembleia referida no art.º 156.º CIRE. Por mera cautela, recomenda-se que peçam também o teor dessa deliberação, e cópia da lista anexa ao relatório do administrador, pese embora a lei pareça bastar-se com a mera homologação da deliberação. No processo especial de revitalização, bastará certidão contendo a data da homologação pelo juiz do plano de recuperação (e cópia desse plano). Já no âmbito do SIREVE, será necessária cópia do acordo previsto no artigo 12.º do Decreto- -Lei n.º 178/2012, de 3 de agosto. A aplicação no tempo das alterações ao art.º 78.º CIVA A Lei n.º 66-B//2012, de 31 de dezembro, entrou em vigor em 1 de janeiro de 2013 e distingue a regularização do IVA de créditos vencidos até 31 de dezembro de 2012 e de créditos vencidos entretanto. Aos créditos vencidos até 31 de dezembro de 2012 aplica-se a disposição transitória do n.º 6 do art.º 198.º O art.º 78.º do CIVA não refere a possibilidade de regularização quando o devedor é extinto por força de uma dissolução e liquidação oficiosas, institutos previstos no RJPADLEC. da Lei 66-B/2012, segundo a qual «disposto nos n. os 7 a 12, 16 e 17 do artigo 78.º do Código do IVA aplica- -se apenas aos créditos vencidos antes de 1 de janeiro de 2013.» Assim releva o momento do vencimento do crédito e não o momento do início do processo de insolvência, da sentença que a decretou ou da assembleia de credores. Para esses créditos com vencimento anterior a 31 de dezembro de 2012, nas regularizações efetuadas em 2013, será obrigatória a intervenção de ROC, uma vez que essa obrigação consta do n.º 9 do art.º 78.º, aplicável por força do já referido art.º 198.º, n.º 6 da LOE Nos créditos vencidos após 1 de janeiro de 2013, e que possam ser regularizados através de processo de insolvência, o regime consta do art.º 78.º-A n.º 4, alínea B) CIVA. A intervenção do ROC está prevista no n.º 3 do artigo 78.º-D CIVA, segundo o qual «o revisor oficial de contas deverá, ainda, certificar que se encontram verificados os requisitos legais para a dedução do imposto respeitante a créditos considerados incobráveis, atento o disposto no n.º 4 do artigo 78.º-A.» Daqui se conclui que a intervenção do ROC na regularização do IVA de créditos incobráveis havendo processo de insolvência do devedor é obrigatória, tanto para créditos vencidos em 2012, como para créditos vencidos em Problemas que subsistem O art.º 78.º do CIVA não refere a possibilidade de regularização quando o devedor é extinto por força de uma dissolução e liquidação oficiosas, institutos previstos no RJPADLEC. A nosso ver, nos casos em que é o Estado que dissolve e liquida uma entidade comercial deveria ser dada aos credores a possibilidade de regularização do IVA a partir do registo do encerramento da liquidação. 24 Da mesma forma, nos restantes casos de dissolução e liquidação previstos nessa norma e no Código das Sociedades Comerciais, deveria ser regulado no CIVA em que termos pode um credor regularizar o IVA por si adiantado ao Estado relativo a uma entidade que perdeu a sua personalidade jurídica. Outro problema que se mantém em aberto é o da desarticulação entre o regime previsto no art.º 78.º do CIVA e o CIRC 25, devendo, a nosso ver, ser uniformizado o procedimento. Finalmente, a LOE 2013 contém uma autorização legislativa tendente à criação de um regime de caixa em IVA para pequenas empresas. No regime de caixa o sujeito passivo só entrega o IVA ao Estado quando o recebe efetivamente dos seus clientes, mas também só deduz o IVA quando paga aos seus fornecedores. Caso o Governo venha a criar o referido regime, o instituto da regularização deixará de ter tanta importância, uma vez que os sujei- JANEIRO

6 Nas insolvências de caráter limitado basta para a regularização do IVA a sentença que declare a insolvência, mas é obrigatória certificação do ROC. tos passivos não terão que adiantar ao Estado IVA que ainda não receberam. No entanto, nesta fase, dito regime não passa de uma promessa que só poderá concretizar-se caso venha a ser publicado decreto-lei autorizado. Veja-se que em 2012 a autorização já constava da lei do Orçamento mas não houve uma concretização desse regime por via de decreto-lei. Conclusões - A anterior versão do n.º 7 do art.º 78.º do CIVA estava desarticulada com o CIRE; - A Autoridade Tributária exigia aos sujeitos passivos o cumprimento de requisitos não previstos na lei, como a reclamação de créditos; - O CIVA não distinguia as insolvências de caráter limitado das restantes; - A Lei n.º 66-B/2012 veio distinguir de forma clara a regularização do IVA no processo de insolvência, havendo insolvência de caráter limitado e insolvências com liquidação do passivo; - Nas insolvências de caráter limitado basta para a regularização do IVA a sentença que declare a insolvência, mas é obrigatória certificação do ROC; - Nas insolvências sem caráter limitado é necessário aguardar pela homologação da deliberação prevista no art.º 156.º do CIRE, mas é obrigatória certificação do ROC; - A lei continua a omitir efeitos da ação para verificação ulterior de créditos; - O CIVA prevê agora expressamente possibilidade de regularização de IVA nos processos especiais de revitalização e no SIREVE; - A intervenção do ROC na regularização do IVA de créditos incobráveis, havendo processo de insolvência do devedor, é obrigatória, tanto para créditos vencidos até 31 de dezembro de 2012, como para créditos vencidos em Subsistem alguns problemas por resolver, nomeadamente a omissão da regularização em caso de dissolução e liquidação, a desarticulação com o CIRC e o atraso na criação do regime de caixa para as PME. - Notas 1 A regularização de IVA implica a efetiva articulação entre estes profissionais na medida em que os primeiros interpõem as ações judiciais, fazem as reclamações de créditos e obtém as certidões dos tribunais; os segundos certificam o cumprimento dos pressupostos para a regularização do IVA, e veem agora o âmbito da sua intervenção alargado com as alterações ao art.º 78.º CIVA; os terceiros, contabilizam os créditos como incobráveis, estão encarregues das obrigações acessórias relativas à regularização do IVA e asseguram a regularidade técnica da atuação do sujeito passivo. 2 Referimo-nos ao tema da regularização do IVA nos processos judiciais na comunicação apresentada no II Congresso de Direito Fiscal, realizado pelo CIJE em 27 e 28 de novembro de 2011, na Faculdade de Direito da Universidade do Porto. 3 Como o Ofício-Circulado /2006, de 16 de janeiro DSIVA, ou o Oficio- -Circulado /2005, de 17 de novembro DSIVA, disponíveis no Portal das Finanças, acedido em 13 de fevereiro de Quanto aos ofícios circulados existentes em matéria de regularização de IVA, ver Celorico Palma, C. «Introdução ao Imposto sobre o Valor Acrescentado», cadernos IDEFF, n.º 1, 4.ª edição, 2011, pág. 263 e Duarte Neves, F.: «Código do IVA e legislação complementar - comentado e anotado», Vida Económica, 2010, págs. 606 a 612. Sobre o valor dos ofícios circulados ver Taborda da Gama, J.: «Tendo surgido dúvidas sobre o valor das circulares e outras orientações genéricas», Estudos em Memória do Prof. Doutor J. L. Saldanha Sanches - Vol III, Coimbra Editora, 2011, págs. 157 a 225 e De Campos, D., Silva Rodrigues, B. e Lopes de Sousa, J: «Lei Geral Tributária anotada e comentada», 4ª edição, Encontro da Escrita, 2012, págs Mesmo com os condicionalismos exigidos pela Autoridade Tributária, muitos credores viam no processo de insolvência uma forma mais barata e expedita de regularização do IVA, face à tradicional via da ação declarativa seguida de ação executiva (prevista no n.º 8 do art.º 78.º CIVA). Um estudo que valeria a pena ser feito é o do número efetivo de processos de insolvência entrados nos últimos anos cujo exclusivo objetivo foi a regularização do IVA. 5 Ver também o processo CO , com despacho do subdiretor-geral dos Impostos, em 20 de julho de TOC 154

7 6 Para uma análise da sentença declaratória do estado de insolvência,ver Pidwell, P.: «O Processo de Insolvência e a Recuperação da Sociedade Comercial de Responsabilidade Limitada», Coimbra Editora, 2011, págs. 111 a A mudança de sede fará com que o credor que monitorize a distribuição semanal de processos de insolvência num dado tribunal, não se aperceba da entrada de processo de insolvência num outro tribunal, principalmente se este estiver afastado geograficamente da sede da empresa insolvente (pense- -se no caso de uma empresa de Braga que mude a sede para a ilha do Faial). O fenómeno da alteração de sede faz- -se também por questões de escolha do tribunal competente: em determinadas zonas geográficas as empresas mudam de sede para sair da esfera de competência territorial do tribunal de comércio e poderem interpor a ação em tribunais de comarca eventualmente mais expeditos na tramitação do processo. Há, no entanto, juízes que identificam a situação e declararam a incompetência do tribunal correspondente à nova sede da empresa. A alteração da firma, por seu lado, faz com que o credor, mesmo que tenha acesso à lista de empresas declaradas insolventes por um dado tribunal, não consiga identificar o devedor como constando dessa lista, e deixe passar o prazo de reclamação de créditos. 8 Sobre o valor jurídico das informações vinculativas ver Leite de Campos, D., Silva Rodrigues, B. e Lopes de Sousa, J: «Lei Geral Tributária anotada ( )», op. cit., págs. 618 a Ver Pestana de Vasconcelos, M: Insolvência e IVA: A regularização do IVA liquidado no caso de declaração de insolvência do devedor, Revista de Finanças Públicas e Direito Fiscal, ano IV, n.º 3, janeiro de 2012, pág Acerca desta sentença, ver Epifânio, Mª. R.: Manual de Direito da Insolvência, 4ª edição, Almedina, 2012, págs.219 a Epifãnio, Mª. R.: Manual de Direito da Insolvência, op. cit., págs. 233 a Art.º 39.º, n.º 9 do CIRE. Sobre o caráter limitado da insolvência ver Martins, L: «Processo de Insolvência anotado e Comentado», Almedina, 2009, págs. 152 a 157 e Epifânio, Mª. R.: «Manual de Direito da Insolvência», op. cit., páginas 46 a 48. Quanto às dificuldades na regularização do IVA nas insolvências limitadas v. Pestana de Vasconcelos, M: «Insolvência e IVA», op. cit., págs. 205 a O procedimento de liquidação oficiosa com base na insolvência com caráter limitado enfrenta muitas dificuldades práticas, na medida em que as conservatórias não conseguem de forma expedita proceder a essa liquidação, mantendo- -se as empresas num «limbo jurídico». Nesse intervalo de tempo, mantém-se em funções os corpos sociais, podendo ocorrer factos suscetíveis de gerar responsabilidade fiscal subsidiária. 14 Defendendo a inconstitucionalidade do anterior regime por violação do princípio da igualdade está Pestana de Vasconcelos, M: «Insolvência e IVA,» op. cit., págs Para alguma jurisprudência do TJCE em matéria de regularizações ver Duarte Neves, F.: «Código do IVA» op. cit., págs. 617 a Com a redação que lhe foi dada pela Lei n.º 3-B/2010, de 28 de abril. 16 Sobre o procedimento extrajudicial de conciliação ver Pidwell, P.: «O Processo de Insolvência», op.cit., págs. 72 a Redação dada pelo artigo 195.º, da LOE Ver Pidwell, P.: «O Processo de Insolvência», op.cit., págs. 178 a 286 e Martins, L: «Processo de Insolvência», op.cit., págs. 365 a Para uma análise sobre o funcionamento e as competências desta assembleia pode ver-se Epifânio, Mª. R.: «Manual de Direito da Insolvência», op. cit., págs. 71 a 74 e Pidwell, P.: «O Processo de Insolvência», op.cit., págs. 175 a Veja-se Epifânio, Mª. R.: «Manual de Direito da Insolvência», op. cit., págs.261 a 270 e Esteves, M.J., Alves Amorim, S. e Valério, P.: «Código Da Insolvência e da Recuperação de Empresas anotado», 2.ª edição, Vida Económica, 2012, págs. 43 a 52 e Raposo Subtil & Associados: «Guia Prático da Recuperação e Revitalização de Empresas», Vida Económica, 2012, págs. 11 e Para uma análise do SIREVE, ver Raposo Subtil & Associados: «Guia Prático,» op.cit., págs. 104 a Que incluem créditos em mora, injunções, ações declarativas e execuções. 23 A Lei 66-B/2012 alargou a intervenção dos revisores oficiais de contas na regularização do IVA, exigindo-a não apenas para as situações previstas no art.º 78.º, n.º 8 CIVA, mas também para as situações do art.º 78.º, n.º 7 (e 78.º-A, n.º 4) CIVA. Para além disso criou um novo regime de regularização para créditos em mora há mais de 24 meses (art.º 78.º-A, n.º 2), que começará a aplicar-se apenas no início de 2015 (já que mora só se conta desde data do vencimento do crédito e o regime é só para créditos vencidos desde 1 de janeiro de 2013), e que obriga também à certificação de um ROC (art.º 78.º D, n.º 1, do CIVA). 24 Uma questão que não pode deixar de colocar-se é se o Estado procede à dissolução e liquidação oficiosas com a frequência com que devia. Em nossa opinião, a resposta não pode deixar de ser negativa, sendo muito poucos os casos em que efetivamente a Autoridade Tributária e as conservatórias de articulam de forma a expurgar do ordenamento jurídico entidades que estão há anos sem qualquer atividade ou nem sequer chegaram a praticar atos jurídicos. 25 O artigo 41.º do CIRC refere-se aos créditos incobráveis, não distingue as insolvências de caráter limitado das restantes, não especifica em que momento do processo de insolvência deverá pedir-se certidão e impõe obrigações de comunicação diferentes das do CIVA. JANEIRO

A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA)

A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Informação n.º 2/2013_Revista 22/novembro/2013 CRÉDITOS INCOBRÁVEIS E EM MORA IVA e IRC A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Regularização do IVA 1. Créditos vencidos até 31/12/2012 e

Leia mais

NEWSLETTER Dezembro 2013. Dedutibilidade do imposto de. créditos considerados incobráveis e dedutibilidade do imposto de créditos de cobrança duvidosa

NEWSLETTER Dezembro 2013. Dedutibilidade do imposto de. créditos considerados incobráveis e dedutibilidade do imposto de créditos de cobrança duvidosa NEWSLETTER Dezembro 2013 Dedutibilidade do imposto de créditos considerados incobráveis e dedutibilidade do imposto de créditos de cobrança duvidosa 2 Dedutibilidade imposto de créditos de cobrança duvidosa

Leia mais

Recuperação de IVA em créditos incobráveis ou de cobrança duvidosa

Recuperação de IVA em créditos incobráveis ou de cobrança duvidosa Recuperação de IVA em créditos incobráveis ou de cobrança duvidosa Acção executiva, meios extra-judiciais e recuperação do IVA - Fundação Francisco Manuel dos Santos 13 de Maio de 2013 Base Comunitária

Leia mais

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO Artigo 77.º Serviço de finanças competente 1 - Para efeitos do cumprimento das obrigações do presente diploma, considera-se serviço de finanças competente o da área fiscal onde o sujeito passivo tiver

Leia mais

12) COMO É FEITO O REGISTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ATRAVÉS DA IES?

12) COMO É FEITO O REGISTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ATRAVÉS DA IES? Registo da prestação de contas 12) COMO É FEITO O REGISTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ATRAVÉS DA IES? Uma das obrigações integradas na IES é o registo de prestação de contas. Isto significa que, as empresas

Leia mais

Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas

Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas O Governo divulgou recentemente um conjunto de medidas de revisão e aperfeiçoamento do atual Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas,

Leia mais

Registo da prestação de contas

Registo da prestação de contas 12) COMO É FEITO O REGISTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ATRAVÉS DA IES? Uma das obrigações integradas na IES é o registo de prestação de contas. Isto significa que, as empresas têm simplesmente de entregar a

Leia mais

Guia prático de procedimentos para os. Administradores de Insolvência.

Guia prático de procedimentos para os. Administradores de Insolvência. Guia prático de procedimentos para os Administradores de Insolvência. Índice Introdução 1. Requerimentos 2. Apreensão de bens 2.1. Autos de apreensão de bens 2.2. Apreensão de vencimento 2.3. Apreensão

Leia mais

Março é mês de pagamento especial por conta

Março é mês de pagamento especial por conta Março é mês de pagamento especial por conta Ao contrário do que constava da proposta de lei, não se verificam grandes alterações no regime fiscal dos pagamentos especiais por conta em consequência da reforma

Leia mais

Novo Regime de IVA de Caixa

Novo Regime de IVA de Caixa QA#005 / Junho.2014 Mónica Veloso * Área Jurídica da Unidade Empreendedorismo ANJE Novo Regime de IVA de Caixa Na Quinta edição da QuickAid Notas Informativas Jurídicas da Unidade de Empreendedorismo ANJE,

Leia mais

Novas regras para insolvência avançam em Maio, mas falta regular actividade dos gestores.

Novas regras para insolvência avançam em Maio, mas falta regular actividade dos gestores. Administradores de insolvência ainda sem estatuto Novas regras para insolvência avançam em Maio, mas falta regular actividade dos gestores. Económico, 23-04-12 As novas regras para o processo de insolvência

Leia mais

Processo de arbitragem n.º 78/2015. Sentença

Processo de arbitragem n.º 78/2015. Sentença Processo de arbitragem n.º 78/2015 Demandante: A Demandada: B Árbitro único: Jorge Morais Carvalho Sentença I Processo 1. O processo correu os seus termos em conformidade com o Regulamento do Centro Nacional

Leia mais

RERD. Regime Excecional de Regularização de Dívidas Fiscais e à Segurança Social FAQS

RERD. Regime Excecional de Regularização de Dívidas Fiscais e à Segurança Social FAQS RERD Regime Excecional de Regularização de Dívidas Fiscais e à Segurança Social FAQS Nota: As questões e respostas aqui indicadas destinam-se a exemplificar a aplicação prática do regime excecional de

Leia mais

como a salvaguarda do interesse público de cobrança dos créditos tributários.

como a salvaguarda do interesse público de cobrança dos créditos tributários. Classificação: DIRECÇÃO DE SERViÇOS DE GESTÃO DOS CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS Of.Circulado n. o : 60.076 de 2010-07-29 Processo: 5580/2009 DGPCT Entrada Geral: N.o Identificação Fiscal (NIF): Sua Ref.a: EX.mos

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO Entre, com sede em, com o capital social de ( Euros), matriculada na Conservatória do Registo Comercial de, com o número de matrícula e

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO Entre, residente em com o número de contribuinte, adiante designado(a) abreviadamente por Produtor; e EDP Serviço Universal, S.A., com sede

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º Isenções Prestações de serviços designadas "business broker", isto é, intermediário na compra e venda de participações sociais de sociedades. Processo:

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 2/2014. Papel comercial. (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004)

Regulamento da CMVM n.º 2/2014. Papel comercial. (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004) Regulamento da CMVM n.º 2/2014 Papel comercial (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004) As alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 52/2006, de 15 de março, e pelo Decreto-Lei n.º 29/2014, de

Leia mais

Pº C.Co.36/2012 SJC-CT

Pº C.Co.36/2012 SJC-CT Pº C.Co.36/2012 SJC-CT Consulente: Registo Nacional de Pessoas Coletivas. Sumário: Publicação das alterações de estatutos das fundações com natureza de Instituições Particulares de Solidariedade Social(IPSS)

Leia mais

PLANO/ ACORDO DE RECUPERAÇÃO

PLANO/ ACORDO DE RECUPERAÇÃO CONFERÊNCIA PLANO/ ACORDO DE RECUPERAÇÃO A. Raposo Subtil FINALIDADE DOS PLANOS/ ACORDOS PROCESSO DE INSOLVÊNCIA Art. 1º, do CIRE - Lei nº 16/2012, de 20-04 ( ) satisfação dos credores pela forma prevista

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 6º

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 6º Diploma: CIVA Artigo: 6º Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Localização das operações Sujeito passivo na Holanda onde importa bens, os quais são vendidos a consumidores finais em território nacional, através de

Leia mais

REGIME DE CONTABILIDADE DE CAIXA EM SEDE DE IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (REGIME DE IVA DE CAIXA)

REGIME DE CONTABILIDADE DE CAIXA EM SEDE DE IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (REGIME DE IVA DE CAIXA) REGIME DE CONTABILIDADE DE CAIXA EM SEDE DE IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (REGIME DE IVA DE CAIXA) APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 71/2013, DE 30 DE MAIO ALTERADO PELOS SEGUINTES DIPLOMAS: - LEI N.º

Leia mais

Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA

Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA Legislação: Decreto-Lei n.º 71/2013 de 30 de Maio Data de entrada em vigência: 1 de Outubro de 2013 Aplicação: o regime de IVA de caixa aplica-se a todas

Leia mais

Novo Regime do Fundo de Garantia Salarial

Novo Regime do Fundo de Garantia Salarial Novo Regime do Fundo de Garantia Salarial Foi aprovado pelo Decreto-Lei nº 59/2015, de 21 de abril, o novo regime do Fundo de Garantia Salarial, que entra em vigor a 4 de maio de 2015. Principais novidades:

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MINIPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MINIPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MINIPRODUÇÃO Entre [ ]., com sede em [ ], matriculada na Conservatória do Registo Comercial de [ ], com o número de matrícula e pessoa coletiva

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 22/2013. Regime de caixa de IVA (DL 71/2013, 30.05)

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 22/2013. Regime de caixa de IVA (DL 71/2013, 30.05) INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 22/2013 Regime de caixa de IVA (DL 71/2013, 30.05) Índice 1.Âmbito... 1 2.Opção pelo regime - permanência e saída por opção do mesmo... 1 2.1.Opção pelo regime em 2013... 1 2.2.

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL PORTARIA CONJUNTA Nº 900, DE 19 DE JULHO DE 2002. Disciplina o pagamento ou parcelamento de débitos de que trata o art. 11 da Medida Provisória nº 38, de 14 de maio de 2002.

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 6º; 14º; Decreto-Lei n.º 347/85, de 23/08; Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 6º; 14º; Decreto-Lei n.º 347/85, de 23/08; Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 6º; 14º; Decreto-Lei n.º 347/85, de 23/08; Localização de operações - Transportes terrestres, operações de armazenagem e distribuição Continente RA s -

Leia mais

NEWS TCC SROC Julho 2014

NEWS TCC SROC Julho 2014 Novidades Portal das Finanças - Certificação de Software Foi divulgado pelo despacho n.º 247/2014 de 30 Junho de 2014, a prorrogação para 1 de outubro de 2014 a obrigação de certificação de software de

Leia mais

Projeto de Alteração ao Regulamento Geral e Tabela de Taxas e Licenças do Município de Arganil

Projeto de Alteração ao Regulamento Geral e Tabela de Taxas e Licenças do Município de Arganil Projeto de Alteração ao Regulamento Geral e Tabela de Taxas e Licenças do Município de Arganil Nota Justificativa O Decreto-Lei n.º 48/2011, de 1 de Abril, publicado no âmbito do Programa Simplex, veio

Leia mais

Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6)

Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6) Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6) O Provedor de Justiça, no uso da competência prevista no artigo 281.º, n.º 2, alínea d), da Constituição da República Portuguesa,

Leia mais

Alterações ao SIREVE e PER e ao regime das ações preferenciais e das obrigações

Alterações ao SIREVE e PER e ao regime das ações preferenciais e das obrigações 9 de fevereiro de 2015 Foi publicado no passado dia 6 de fevereiro o Decreto-Lei n.º 26/2015, que introduz alter ao Sistema de Recuperação de Empresas por via Extrajudicial (SIREVE), ao Código da Insolvência

Leia mais

Regulamento de Propina

Regulamento de Propina Regulamento de Propina 2015 2015 ÍNDICE SECÇÃO I Curso de Licenciatura em Enfermagem... 4 Artigo 1º Valor da Propina... 4 Artigo 2º Modalidades de pagamento... 4 SECÇÃO II Cursos de Pós-Licenciatura e

Leia mais

GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA SALARIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA SALARIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA SALARIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Fundo de Garantia Salarial (2003 v4.05) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR

Leia mais

RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA

RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Publicação do extracto do anúncio na Imprensa Nacional Casa da Moeda em 03-08-2010 1. INSOLVENTE:

Leia mais

26-09-12 - Reversão fiscal em caso de insolvência

26-09-12 - Reversão fiscal em caso de insolvência 26-09-12 - Reversão fiscal em caso de insolvência Com vista à salvaguarda da igualdade entre os contribuintes, e de proteção do interesse público de cobrança dos créditos tributários por força da declaração

Leia mais

REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO

REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO ACORDO DE PARCERIA ENTRE A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA E A UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS PORTUGUESAS A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA E A UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS

Leia mais

REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES DIVERSAS DA FREGUESIA DE ALJEZUR APROVADO POR UNANIMIDADE JUNTA DE FREGUESIA DE ALJEZUR 07/04/2014

REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES DIVERSAS DA FREGUESIA DE ALJEZUR APROVADO POR UNANIMIDADE JUNTA DE FREGUESIA DE ALJEZUR 07/04/2014 APROVADO POR UNANIMIDADE JUNTA DE FREGUESIA DE ALJEZUR 07/04/2014 APROVADO POR MAIORIA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE ALJEZUR 30/04/2014 REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES DIVERSAS DA FREGUESIA DE

Leia mais

RESPOSTA À RECLAMAÇÃO DA RESPOSTA À RECLAMAÇÃO DO PARECER N.º 196/CITE/2012

RESPOSTA À RECLAMAÇÃO DA RESPOSTA À RECLAMAÇÃO DO PARECER N.º 196/CITE/2012 RESPOSTA À RECLAMAÇÃO DA RESPOSTA À RECLAMAÇÃO DO PARECER N.º 196/CITE/2012 Assunto: Resposta a resposta à Reclamação do Parecer n.º 196/CITE/2012 Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora lactante,

Leia mais

Curso: Direito Processual Civil-Executivo.

Curso: Direito Processual Civil-Executivo. Curso: Direito Processual Civil-Executivo. Formadora: Luísa Maria Pinto Teixeira. Licenciatura em Direito. Mestrado em Direito Judiciário (Direitos Processuais e Organização Judiciária). 1 Módulo: Os sujeitos

Leia mais

IVA Na Actividade Agrícola

IVA Na Actividade Agrícola IVA Na Actividade Agrícola Maria Emília Pimenta Seminário A CONTABILIDADE E FISCALIDADE NA ACTIVIDADE AGRÍCOLA Santarém, 11 de Junho de 2013 1 Lei n.º66-b/2012, de 31 dezembro Revoga o n.º 33 do artigo

Leia mais

Regulamento do pagamento de propinas e outras taxas de frequência do Instituto Politécnico de Leiria PREÂMBULO

Regulamento do pagamento de propinas e outras taxas de frequência do Instituto Politécnico de Leiria PREÂMBULO DESPACHO N.º /2015 Regulamento do pagamento de propinas e outras taxas de frequência do Instituto Politécnico de PREÂMBULO Considerando a experiência adquirida no Instituto Politécnico de (IP) com a aplicação

Leia mais

NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS

NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS CONTACTOS DAS ENTIDADES QUE INTEGRAM O Direcção-Geral das Autarquias Locais Morada: Rua José Estêvão,137, 4.º a 7.º 1169-058 LISBOA Fax: 213 528 177; Telefone: 213 133 000 E-mail: helenacurto@dgaa.pt Centro

Leia mais

INCIDENTE DE QUALIFICAÇÃO (Arts. 185 a 191 do CIRE)

INCIDENTE DE QUALIFICAÇÃO (Arts. 185 a 191 do CIRE) INCIDENTE DE QUALIFICAÇÃO (Arts. 185 a 191 do CIRE) Artigo 185.º Tipos de insolvência A insolvência é qualificada como culposa ou fortuita, mas a qualificação atribuída não é vinculativa para efeitos da

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 378/XII/2.ª INTRODUZ O REGIME FACULTATIVO DE CONTABILIDADE DE CAIXA DO IVA PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

PROJETO DE LEI N.º 378/XII/2.ª INTRODUZ O REGIME FACULTATIVO DE CONTABILIDADE DE CAIXA DO IVA PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 378/XII/2.ª INTRODUZ O REGIME FACULTATIVO DE CONTABILIDADE DE CAIXA DO IVA PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Exposição de motivos As micro, pequenas e médias empresas

Leia mais

MANUAL DE CANDIDATURA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MANUAL DE CANDIDATURA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA MANUAL DE CANDIDATURA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA PR 2016 LEI ELEITORAL para o PRESIDENTE DA REPÚBLICA (LEPR) Decreto-Lei nº 319-A/76, de 3 de maio Com as alterações introduzidas pelas pelos seguintes diplomas

Leia mais

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÈCNICA TÍTULO Guia Prático - Inscrição/Alteração Membros dos Órgãos Estatutários (MOE) (1008 V5.13)

Leia mais

SUSPENSÃO DO PROCESSO NO DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS

SUSPENSÃO DO PROCESSO NO DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS SUSPENSÃO DO PROCESSO NO DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS No Processo Penal Português está plasmado o princípio da suficiência daquele, o qual, nos termos do disposto no artigo 7.º, n.º 1, CPP, prevê

Leia mais

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Decreto-lei nº 7.661, de 21 de junho de 1945 Lei de Falências revogado. Lei nº 11.101, de 09 de fevereiro de

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Faturas - Mediadores de seguros que pratiquem operações isentas Processo: nº 4686, por despacho de 2013-05-15, do SDG do IVA, por delegação

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Decreto-Lei n.º 177/2014, de 15 de dezembro

Legislação MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Decreto-Lei n.º 177/2014, de 15 de dezembro Legislação Diploma Decreto-Lei n.º 177/2014, de 15 de dezembro Estado: vigente Resumo: Cria o procedimento especial para o registo de propriedade de veículos adquirida por contrato verbal de compra e venda,

Leia mais

Faturação simplificada: Principais alterações

Faturação simplificada: Principais alterações Faturação simplificada: Principais alterações Informação elaborada pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas Atualizado em 22 11 2012 Nota: Agradece-se que coloque qualquer dúvida ou sugestão através

Leia mais

PARECER N.º 185/CITE/2013

PARECER N.º 185/CITE/2013 PARECER N.º 185/CITE/2013 I OBJETO A CITE recebeu um pedido de parecer sobre o assunto referido em epígrafe. A Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) tem por missão prosseguir a igualdade

Leia mais

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO DOCUMENTOS DE FATURAÇÃO E COMUNICAÇÃO À AT W: www.centralgest.com E: comercial@centralgest.com 1987-2013 CentralGest - Produção de Software S.A. T: (+351) 231 209 530 Todos os

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E CULTURA DIREÇÃO REGIONAL DA EDUCAÇÃO MANUAL I

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E CULTURA DIREÇÃO REGIONAL DA EDUCAÇÃO MANUAL I MANUAL I LOCAÇÃO OU AQUISIÇÃO DE BENS MÓVEIS E AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS ATRAVÉS DE PROCEDIMENTO DE AJUSTE DIRETO 1. INTRODUÇÃO O presente documento pretende disponibilizar informação básica para que as unidades

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 23º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 23º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 23º Pessoa coletiva de utilidade pública, sem fins lucrativos - Métodos de dedução relativa a bens de utilização mista Processo: nº 2975, despacho do SDG

Leia mais

CONVOCATÓRIA ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ADITAMENTO

CONVOCATÓRIA ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ADITAMENTO ADITAMENTO 27 de abril de 2015 GLINTT GLOBAL INTELLIGENT TECHNOLOGIES, S.A. Sociedade Aberta Sede Social: Beloura Office Park, Edifício 10, Quinta da Beloura, 2710-693 Sintra Capital Social: 86.962.868,00

Leia mais

newsletter Nº 87 ABRIL / 2014

newsletter Nº 87 ABRIL / 2014 newsletter Nº 87 ABRIL / 2014 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Março de 2014 2 Fundos de Compensação e de Garantia do Trabalho 3 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL Assembleia da República

Leia mais

CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas

CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas Decreto-Lei n.º 53/2004 de 18 de Março Processo n.º 1203/12.0TYVNG Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia 2º Juízo Relatório do (Artigo 155º do CIRE)

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Recuperação Judicial Prof.: Alexandre Gialluca Data: 12/04/2007 RESUMO

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Recuperação Judicial Prof.: Alexandre Gialluca Data: 12/04/2007 RESUMO RESUMO 1) Falência. Continuação. 1.1) Da realização ativo. Art. 108, Lei 11.101/05. O administrador Judicial providenciará a realização do ativo. Pode ser por: leilão; proposta fechada ou pregão O porduto

Leia mais

SIREVE (SISTEMA DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS POR VIA EXTRAJUDICIAL)

SIREVE (SISTEMA DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS POR VIA EXTRAJUDICIAL) SIREVE (SISTEMA DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS POR VIA EXTRAJUDICIAL) Condições de Acesso (Decreto Lei n.º 178/2012 de 3 de Agosto) 0 SIREVE (SISTEMA DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS POR VIA EXTRAJUDICIAL) Entrada

Leia mais

A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a

A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a Lei Complementar 147/14 Impactos para o mercado de crédito. Glauco Alves Martins Objetivo geral: aperfeiçoamento do SIMPLES e modificações

Leia mais

Na sequência dos compromissos

Na sequência dos compromissos Regime especial de exigibilidade do IVA dos serviços de transporte rodoviário nacional de mercadorias P o r R u i R i b e i r o G r i l o Foi publicada no «Diário da República», em 1 de último, a Lei 15/2009,

Leia mais

Conciliação para empresas em dificuldades

Conciliação para empresas em dificuldades Conciliação para empresas em dificuldades Em vez de recorrer aos tribunais, uma empresa com dificuldades em cumprir as suas obrigações pode recorrer ao procedimento extrajudicial de conciliação, através

Leia mais

SEGuRO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL

SEGuRO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL J u r i s p r u d ê n c i a d o s C o n s e l h o s SEGuRO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL Parecer n.º 12/PP/2009-G Relator Dr. Marcelino Pires I. Introdução A Sra. Dra.... vem solicitar parecer

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: DL n.º 147/2003, de 11/07

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: DL n.º 147/2003, de 11/07 Diploma: DL n.º 147/2003, de 11/07 Artigo: Assunto: 1º, 2º, 3º, FICHA DOUTRINÁRIA RBC DT - circulação de tabaco para destruição, no trajeto entre o entreposto fiscal e o local onde vai ser inutilizado.

Leia mais

Direito Processual Civil II - Turma A

Direito Processual Civil II - Turma A Direito Processual Civil II - Turma A Regência: Professor Doutor Miguel Teixeira de Sousa 4 de Junho de 2015 Duração: 2h A intentou contra B e C uma ação, na secção cível do Tribunal da comarca do Porto.

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

Extinção da empresa por vontade dos sócios

Extinção da empresa por vontade dos sócios Extinção da empresa por vontade dos sócios A dissolução de uma sociedade por deliberação dos sócios pode fazer-se de várias formas, designadamente de forma imediata, com liquidação simultânea, com partilha,

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 20 de janeiro de 2016. Série. Número 13

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 20 de janeiro de 2016. Série. Número 13 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 20 de janeiro de 2016 Série Sumário PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Decreto Regulamentar Regional n.º 1-A/2016/M Regula a atribuição de um subsídio

Leia mais

1. Introdução... 3 2. Principais pontos de Impacto das novas imposições Legais para 2013:... 3

1. Introdução... 3 2. Principais pontos de Impacto das novas imposições Legais para 2013:... 3 1. Introdução... 3 2. Principais pontos de Impacto das novas imposições Legais para 2013:... 3 3. Alterações por imposição legal ao funcionamento da aplicação WINOPT:... 3 3.1. Alertas / Avisos... 3 3.2.

Leia mais

Regularização de IVA em créditos de cobrança duvidosa e incobrável Fiscalidade

Regularização de IVA em créditos de cobrança duvidosa e incobrável Fiscalidade Regularização de IVA em créditos de cobrança duvidosa e incobrável Fiscalidade José Paulo de Azevedo Rafael Membro Estagiário Introdução: Pretende-se com o presente artigo analisar a norma prevista no

Leia mais

FI CHA DOUTRINÁRIA. Diploma: Código do Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis/Estatuto dos Benefícios Fiscais

FI CHA DOUTRINÁRIA. Diploma: Código do Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis/Estatuto dos Benefícios Fiscais FI CHA DOUTRINÁRIA Diploma: Código do Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis/Estatuto dos Benefícios Fiscais Artigo: Assunto: 49.º EBF Fundos de Investimento Imobiliário e Isenção de

Leia mais

Comunidade Intermunicipal do Oeste

Comunidade Intermunicipal do Oeste -------------------------------------------------ATA Nº 8--------------------------------------------------- ----- Aos onze dias do mês de abril de dois mil e catorze, pelas 11H00, reuniu na sua sede em

Leia mais

Alguns aspetos do regime de IVA de caixa

Alguns aspetos do regime de IVA de caixa Alguns aspetos do regime de IVA de caixa O Decreto-Lei n.º 71/2013, de 30 de maio, aprovou o regime de IVA de caixa, concretizando assim a autorização legislativa constante do Orçamento do Estado para

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 1º, 2º, 3º e 4º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 1º, 2º, 3º e 4º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 1º, 2º, 3º e 4º Mercado interno do gás e da electricidade Contratos de concessão Taxa de ocupação de solos. Processo: nº 2258, despacho do SDG dos Impostos,

Leia mais

Regimes de Custas desde 15/09/2003

Regimes de Custas desde 15/09/2003 JORNADAS DE ESTUDO CONTA E ENCERRAMENTO DO PROCESSO Armando A Oliveira - Solicitador Regimes de Custas desde 15/09/2003 15 de Setembro de 2003 Reforma da acção executiva Foi reduzido o valor da taxa de

Leia mais

FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT)

FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT) Informação n.º 3/2013 08/novembro/2013 FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT) Legislação O Orçamento de estado para 2013,

Leia mais

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO Sessão de esclarecimento para associações 1 2 Ofício n.º 30141 de 4 de Janeiro de 2013 da Direção de Serviços do IVA Novas Regras de Faturação Instruções complementares ao Ofício-Circulado

Leia mais

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE Princípios do Bom Governo das Cumprir a missão e os objetivos que lhes tenham sido determinados, de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS - GABINETE DO SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS FISCAIS. Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS - GABINETE DO SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS FISCAIS. Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro Legislação Diploma Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro Estado: vigente Resumo: Despacho Normativo que altera o Despacho Normativo nº 18-A/2010, de 1 de julho. Publicação: Diário da República

Leia mais

DE INVESTIGAÇÃO EXPLORATÓRIA NO ÂMBITO DO PROGRAMA INVESTIGADOR FCT. Normas de execução financeira

DE INVESTIGAÇÃO EXPLORATÓRIA NO ÂMBITO DO PROGRAMA INVESTIGADOR FCT. Normas de execução financeira FINANCIAMENTO DE PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO EXPLORATÓRIA NO ÂMBITO DO PROGRAMA INVESTIGADOR FCT Normas de execução financeira Financiamento de Projetos de Investigação Exploratória no âmbito do Programa

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º; 18º Condomínios de imóveis Processo: nº 2773, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director - Geral, em 2011-12-15. Conteúdo: Tendo por

Leia mais

ORA newsletter. Nº 65 JUNHO/2012 (circulação limitada) Assuntos LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL MAIO DE 2012

ORA newsletter. Nº 65 JUNHO/2012 (circulação limitada) Assuntos LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL MAIO DE 2012 Assuntos Resumo Fiscal/Legal Maio de 2012 1 A Recuperação do IVA em Créditos Incobráveis 2 IAS 19 Benefícios aos Empregados (Revisão 2011) 5 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL MAIO DE 2012

Leia mais

Município de Valpaços

Município de Valpaços Município de Valpaços Regulamento Municipal de Atribuição de Apoios às Freguesias Preâmbulo A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro aprovou o regime jurídico das autarquias locais, o estatuto das entidades

Leia mais

RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.

RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE. Procº de insolvência n.º 10.514/12.4 TBVNG 6º Juízo Cível Insolvente: JOSÉ ANTÓNIO PIRES DE SOUSA Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS N.º 2 do art.º 62.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2008, de 20 de Novembro PREÂMBULO

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 14º;29º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 14º;29º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 14º;29º Exportações - Comprovativo da isenção nas operações bens em segunda mão Processo: nº 3092, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director

Leia mais

Auditoria aos critérios fiscais aplicados no âmbito dos créditos de cobrança duvidosa e dos créditos incobráveis Fiscalidade

Auditoria aos critérios fiscais aplicados no âmbito dos créditos de cobrança duvidosa e dos créditos incobráveis Fiscalidade Auditoria aos critérios fiscais aplicados no âmbito dos créditos de cobrança duvidosa e dos créditos incobráveis Fiscalidade Cláudia Maria Sousa Rodrigues Revisora Oficial de Contas Introdução Os créditos

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em 2003, João ingressou como sócio da sociedade D Ltda. Como já trabalhava em outro local, João preferiu não participar da administração da sociedade. Em janeiro

Leia mais

O NOVO CÓDIGO DO PROCESSO CIVIL

O NOVO CÓDIGO DO PROCESSO CIVIL Nº 52 Setembro de 2013 Direcção: Pedro Costa Azevedo Colaboração: Rui Ferreira d Apresentação Sara Félix No início deste mês, entrou em vigor o novo Código do Processo Civil, diploma estrutural da vida

Leia mais

CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. (23.ª Edição)

CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. (23.ª Edição) CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL (23.ª Edição) Código de Processo Civil 2 TÍTULO: CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL AUTORES: Miguel Mesquita EDITOR: EDIÇÕES ALMEDINA, SA Avenida Fernão de Magalhães, n.º 584, 5º Andar 3000-174

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO VICENTE (REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA) REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES DIVERSAS DA FREGUESIA DE SÃO VICENTE

JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO VICENTE (REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA) REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES DIVERSAS DA FREGUESIA DE SÃO VICENTE JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO VICENTE (REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA) REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES DIVERSAS DA FREGUESIA DE SÃO VICENTE Nota Justificativa Com a publicação da Lei n.º 75/2013, de

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO Entre F.., residente em.com o número de contribuinte, [ou 1 ] F..., com sede em,, com o capital social de. euros, matriculada na Conservatória

Leia mais

DERROGAÇÃO DE SIGILO BANCÁRIO

DERROGAÇÃO DE SIGILO BANCÁRIO Delegação de Viana do Castelo Direcção de Finanças de Viana do Castelo DERROGAÇÃO DE SIGILO BANCÁRIO CONFERÊNCIA jesuinoamartins@gmail.com 04.06.2015 Atribuições da AT No conjunto das actividades desenvolvida

Leia mais

14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial

14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial 14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial Os Estados signatários da presente Convenção, desejando criar os meios

Leia mais

REGISTO COMERCIAL. Isabel Quinteiro. Adjunta da Conservadora na Conservatória do Registo Predial e Comercial de Montemor-o-Velho

REGISTO COMERCIAL. Isabel Quinteiro. Adjunta da Conservadora na Conservatória do Registo Predial e Comercial de Montemor-o-Velho REGISTO COMERCIAL Isabel Quinteiro Adjunta da Conservadora na Conservatória do Registo Predial e Comercial de Montemor-o-Velho Outubro de 2010 Introdução IRN, IP É um instituto público integrado na administração

Leia mais

PARECER N.º 77/CITE/2014

PARECER N.º 77/CITE/2014 PARECER N.º 77/CITE/2014 Assunto: Parecer relativo a conciliação da atividade profissional com a vida familiar na sequência de pedido de prestação de trabalho em regime de horário flexível de trabalhadora

Leia mais

I - Regime de contabilidade de caixa. 1. Âmbito de aplicação. (artigo 1º do regime)

I - Regime de contabilidade de caixa. 1. Âmbito de aplicação. (artigo 1º do regime) Classificação: 020.01.10 Segurança: Processo: 2013 004333 ÁREA DE GESTÃO TRIBUTÁRIA DO IVA - GABINETE DO Of.Circulado N.º: 30150/2013 2013-08-30 Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF): 770 004 407

Leia mais

Tributações autónomas, gastos e encargos não fiscais

Tributações autónomas, gastos e encargos não fiscais Tributações autónomas, gastos e encargos não fiscais Este trabalho pode auxiliá-lo numa tarefa nem sempre clara nem sempre fácil: o apuramento das tributações autónomas. Para tal, são-lhe apresentadas

Leia mais