Estamos em crise. E agora?

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1 CONTEÚDOS EMPRESARIAIS SELECIONADOS - Nº OUTUBRO/NOVEMBRO/DEZEMBRO/ Estamos em crise. E agora? # A crise econômica iniciada nos países desenvolvidos, em especial nos Estados Unidos, espalhou-se e tomou dimensões mundiais. Estamos em meio à maior crise econômica global desde o famoso crash de E as conseqüências deste momento terão efeitos mais duradouros, prevê Antonio Carlos Caldeira, Diretor Operacional da unidade da Pactum de São Paulo. Ele acrescenta que as economias centrais, principalmente nos setores mais dependentes de crédito, como imóveis e automóveis, vão precisar de dois a três anos para se estabilizar. Enquanto isto, os reflexos, que já são sentidos no Brasil, vão se intensificar no próximo semestre, quando poderão ser percebidos mais claramente, principalmente a restrição do crédito e a redução do consumo, afirma Rodrigo Piazzeta, Coordenador de Consultoria da Pactum, sediado em Porto Alegre. Futuro na prática O fato está consumado. Agora, é o momento de reagir, buscar soluções, equilíbrio, oportunidades. Em resumo, pensar o futuro O primeiro passo neste novíssimo cenário é buscar a eficiência. Cada vez mais a competitividade e a produtividade serão atributos importantes para as empresas, que precisam estar totalmente focadas no core business para alavancar negócios e superar eventuais dificuldades. Os segredos práticos são reduzir despesas e baixar as dívidas. Por exemplo: levantar os pontos que permitem a redução de custos operacionais, tributários, fiscais e trabalhistas, minimizando os riscos, é essencial. É importante também revisar a estrutura trabalhista. É possível deixar a estrutura mais leve sem promover demissões, mas isso vai precarizar a relação, explica Caldeira. É a oportunidade para melhorar processos internos e obter vantagem competitiva, completa Piazzeta. Além disto, reduzir os gastos internos, como luz, telefone, cópias, viagens e combustíveis, também pode ser significativo. É fundamental atender bem os clientes, mas pode ser interessante projetar investimentos em novos mercados. Este não é o momento de retardar as decisões estratégicas. Principalmente porque o concorrente pode tomar a iniciativa, alerta Wolmar Francisco Amélio Esteves, Diretor Coordenador da unidade de Minas Gerais da Pactum. As empresas não podem, portanto, se contentar em sobreviver; é preciso que se esforcem para aproveitar as oportunidades. Neste cenário, muitas oportunidades surgirão, e é importante estar sempre atento para aproveitá-las, completa Antonio Caldeira. Eventos do Comitê Trabalhista página 2 Prorrogado prazo de impostos página 4 Algumas ações para momentos de crise página 6 Evanildo Taglieri da InterAct página 8 1

2 Notícias Comitê de Estudos Laborais O tema Como aplicar estrategicamente as normas regulamentadoras na área de saúde e segurança do trabalho foi abordado pelo Comitê de Estudos Laborais da Pactum Consultoria Empresarial no dia 25 de novembro, em São Paulo. A palestra foi ministrada pelos advogados Karla Bernardo, Norton Augusto e Vanessa Ziggiatti. Para a coordenadora da área trabalhista da Pactum, Karla Bernardo, além de regulamentar, as Normas Regulamentadoras (NRs) fornecem orientações sobre procedimentos obrigatórios para as empresas nacionais, como assistência Comitê Trabalhista Empresarial Spaan: um lugar cheio de vida Os idosos carentes de Porto Alegre encontram na Sociedade Porto- Alegrense de Auxílio aos Necessitados (Spaan) um lar onde podem viver com dignidade. A organização, criada em julho de 1929, com sede no bairro Teresópolis, atende cerca de 150 idosos, que desfrutam de alimentação balanceada, vestuário, assistência médica, odontológica e médica e segurança no trabalho. Atualmente a segurança e a saúde dos colaboradores são elementos fundamentais nas empresas, já que suas conseqüências podem ter reflexos administrativos, tributários e judiciais. Há dois anos, o Comitê se reúne mensalmente com o objetivo de discutir e esclarecer temas relacionados ao dia-a-dia empresarial e sob o ponto de vista estratégico. Já foram abordados temas como terceirização, assédio moral, cota de aprendizes nas empresas, possibilidades de redução de SAT (Seguro de Acidente de Trabalho). Porto Alegre realizou no dia 20 de novembro mais uma edição do Comitê Trabalhista Empresarial. A palestra com o tema O Direito e a Gestão Estratégica da Representação Comercial foi proferida pelos advogados Marcel Vieira Pinto e Mirela Barbosa Cardoso. O mesmo evento aconteceu em Belo Horizonte, no dia 26 de novembro, com palestra de Julian Carlo Simões de Matos. O comitê tem tratado de temas relevantes, a partir de uma abordagem que considera as consultorias e o direito como estratégicos para as empresas. psicológica, higiene, conforto e lazer. Conheça mais a Spaan acessando o site Editorial Crise e crescimento É da natureza a existência dos ciclos e mudanças. O ciclo diário, composto por dia e noite. O ciclo semanal, anual, as quatro estações. Ou o nascimento, a vida provecta com saltos de sete em sete anos. Heráclito já disse que no universo a mudança é única constante. E se o mundo muda lá fora, precisamos mudar dentro de nós e de nossas empresas. Vamos fazer isto olhando as grandes lições que os problemas nos trazem e aproveitando para INOVAR, melhorar, crescer. Vamos fazer aquilo que o nosso cliente está necessitando. E as necessidades das empresas estão ai, GRITANDO, pedindo que sejamos sua INTERFA- CE, que sejamos COAD- JUTORES. E a pedir ação positiva, transformadora e empreendedora. Ivar Piazzeta 2 DataPactum é uma publicação trimestral distribuída gratuitamente aos clientes e parceiros da Pactum Consultoria Empresarial Endereço: avenida Independência, CEP Porto Alegre -RS Telefone: (51) Fax: (51) Direto com a Presidência: Comissão editorial: Denise Mari de Andrade, José Luis Cardoso, Vinicius Piazzeta e André Crossetti Execução: Contexto Marketing Editorial Ltda. Telefones: (51) / Jornalista responsável: Milene Leal (Reg. Prof. nº 7036/30/42) Redação: Fernanda Pacheco Editoração: Henrique Santos Atendimento: Izabella Boaz Projeto gráfico: Carmen Fonseca Os artigos assinados publicados nesta edição não traduzem, necessariamente, a opinião da Pactum

3 Jurisprudência $$$$$ Responsabilidade dos sócios-gerentes A insufiência de bens da massa falida para garantia da execução fiscal não autoriza o redirecionamento aos sócios-gerentes da empresa extinta. Duas regras básicas comandam o redirecionamento da execução: a) quando a empresa se extingue regularmente, cabe ao exe- IR apenas sobre o lucro real Não incide imposto sobre o lucro inflacionário acumulado pelas empresas. A 2ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que a base de cálculo para o tributo é o lucro real, resultado da atividade econômica. O lucro inflacionário, diferentemente, é apenas correção, sem representar qualquer acréscimo, daí impossível de ser tributado. (Superior Tribunal de Justiça) Correção monetária qüente provar a culpa do sócio para obter a sua imputação de responsabilidade; b) se a empresa se extingue de forma irregular, torna-se possível o redirecionamento, sendo ônus do sócio provar que não agiu com culpa ou excesso de poder. (Superior Tribunal de Justiça) A assinatura de termo de quitação não afasta o direito à correção monetária devida em razão do pagamento das parcelas em atraso, independentemente de estar prevista no contrato. (Superior Tribunal de Justiça) Crédito-prêmio do IPI Reconhecida usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar que o créditoprêmio do IPI, criado pelo Decreto Lei nº 491/69, teria acabado em 4 de outubro de Em razão disto, foi deferido o pedido de medida liminar para suspender os efeitos da decisão proferida pelo STJ até decisão final nesta reclamação. (Supremo Tribunal Federal) Apenas ISS para farmácias de manipulação Os serviços prestados por farmácias de manipulação, aquelas que preparam e fornecem medicamentos sob encomenda, passam a se submeter exclusivamente a incidência do Imposto Sobre Serviços (ISS). (Superior Tribunal de Justiça) Penhora de precatórios Os créditos decorrentes de precatórios, obtidos mediante cessão, foram considerados válidos para nomeação à penhora em execução independentemente da ordem de preferência dos créditos estabelecida no art. 11 da Lei de Execuções Fiscais (LEF). (TRF da 1ª Região) Inconstitucional ISS sobre leasing É inconstitucional a cobrança do Imposto sobre Serviços (ISS) sobre leasing. A decisão foi assegurada a um banco de leasing do Paraná. (TJ do Paraná) 3

4 Legislação 4 Impostos: prorrogação do prazo para pagamento Foi publicada Medida Provisória que altera o prazo de recolhimento de impostos e contribuições federais. Veja as novas datas: IRRF: O prazo para recolhimento foi prorrogado para até o dia 20 do mês subseqüente ao mês de ocorrência. Permanecem sem alteração os prazos para IRRF relativo: a rendimentos atribuídos a residentes ou domiciliados no exterior; a pagamentos a beneficiários não identificados; a juros sobre o capital próprio e aplicações financeiras, inclusive os atribuídos a residentes ou domiciliados no exterior; a títulos de capitalização; a prêmios, inclusive os distribuídos sob a forma de bens e serviços, obtidos em concursos e sorteios de qualquer espécie e lucros decorrentes desses prêmios; a multas ou qualquer vantagem decorrente de rescisão de contrato, de que trata o art. 70 da Lei nº de 1996; a rendimentos e ganhos de capital distribuídos pelos fundos de investimento imobiliário. IPI: O prazo para recolhimento do IPI foi alterado para até o dia 25 do mês subseqüente, com exceção do IPI relativo a cigarros. Contribuições devidas à Seguridade Social: O prazo de recolhimento do INSS passou para o dia 20 do mês subseqüente ao da competência das seguintes contribuições: parte patronal e as descontadas dos segurados empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais a serviço da empresa; as decorrentes da sub-rogação proveniente da comercialização da produção rural e as retidas pela empresa contratante de serviço prestado mediante cessão de mão-deobra ou empreitada. PIS, Pasep e Cofins: O prazo para recolhimento dessas contribuições passou para 25 do mês subseqüente ao de ocorrência, com exceção do recolhimento a ser efetuado por bancos comerciais, de investimentos e de desenvolvimento; sociedades de crédito, financiamento e investimento; sociedades de crédito imobiliário; corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários; empresas de arrendamento mercantil; agentes autônomos de seguros privados e entidades de previdência privada, que permanecem recolhendo até o dia 20 do mês subseqüente. Estes prazos são aplicados para o regime cumulativo e para o regime não-cumulativo. (MP nº447; DOU ) Débitos do ICMS no Paraná Foi alterado o Dec. nº 3.382/08 que autorizava no Paraná a redução dos juros e multas incidentes sobre os débitos do ICMS, vencidos até , constituídos ou não, inscritos ou não em dívida ativa, inclusive ajuizados, para possibilitar a adesão aos benefícios mediante pedido de parcelamento até , podendo ser efetuado o pagamento da primeira parcela ou da parcela única até , com as reduções de multa e juros especificadas. (Decreto nº 3.734; DOE/PR ) Parcelamento: nova oportunidade A medida provisória nº 449, de 4/12/2008, criou novas possibilidades de parcelamentos de débitos tributários federais para dívidas de pequeno valor (iguais ou inferiores a R$ 10 mil), débitos decorrentes de proveitamentos de créditos de IPI oriundos de aquisição de matérias-primas, materiais de embalagens e de intermediários com alíquota zero ou não tributados e, ainda, os débitos dos parcelamentos Refis e Paes. Na primeira hipótese, as dívidas de pequeno valor vencidas entre 1/1/2003 e 31/12/2005 poderão ser parceladas em até 60 meses, com redução de 40% da multa e 100% dos encargos legais. Por opção do contribuinte, o parcelamento poderá ter um prazo inferior e, em contrapartida, as reduções podem alcançar 100% da multa, 30% dos juros e 100% dos encargos legais. A parcela mínima não poderá ser inferior a R$ 50,00 para os parcelamentos de débitos de pessoas físicas e de R$ 100,00 para as jurídicas. Para as dívidas decorrentes do creditamento do IPI e débitos do Refis e do Paes, o prazo do parcelamento poderá se estender em até 125 meses, desde que não haja qualquer redução dos débitos e, ainda, seja quitado no primeiro ano 30% do valor consolidado. Alternativamente, o contribuinte poderá optar por parcelamentos com prazo reduzido, mas que podem apresentar reduções de 100% da multa, 30% dos juros e 100% dos encargos legais. Nesses casos, a parcela mínima deverá ser igual ou maior que R$ 2.000,00. (MP nº 449; DOU )

5 Destaque Capa $$$$$ Os desafios da crise para o Brasil Política monetária responsável, com grandes reservas de recursos; economia diversificada; exportações variadas em produtos e compradores (hoje o Brasil não apresenta dependência de outros países); democracia vigorosa; disponibilidade de recursos naturais (como petróleo, água, alimentos, energia, minérios) e sistema bancário sólido. Estas são as armas do Brasil para enfrentar a crise, o que deve acontecer com alguma naturalidade e, principalmente, sem que o país precise se submeter a organismos financeiros internacionais. Rodrigo Ochoa Piazzeta, Diretor Coordenador de Consultoria em Porto Alegre Esta é a boa notícia. O potencial do Brasil é muito bom, as multinacionais estão olhando para o país, que, juntamente com Rússia, Índia e China, é apontado por economistas, empresários e estudiosos como um dos países com maior potencial de investimento no futuro. O chamado G7 vai ter menos voz, e o Brasil, assim como os demais países do BRIC, ao contrário, vai ter mais voz. O Brasil vai ser chamado a um novo papel político e empresarial em um mundo diferente, multipolar, prevê Antonio Carlos da Relva Caldeira, Diretor Coordenador Operacional da unidade da Pactum de São Paulo. É essencial, contudo, que a sociedade brasileira ataque os problemas de sempre: burocracia, corrupção, violência, deficiência de infra-estrutura. O Congresso tem que trabalhar nas reformas necessárias. O Brasil não vai conseguir dar o salto de crescimento enquanto não resolver as reformas previdenciária, tributária, política e administrativa. Grande ensinamento No meio empresarial, a crise, na verdade, tem sido um grande ensinamento para os administradores brasileiros. As organizações que arriscaram muito sofrerão mais com a crise. As empresas mais estruturadas, aquelas que estão focadas no seu produto, no seu mercado e na busca da eficiência, vão sentir menos e tomar a dianteira dos negócios, analisa Rodrigo Ochoa Piazzeta, Diretor Coordenador de Consultoria em Porto Alegre. Wolmar Esteves, Diretor Coordenador da unidade de Minas Gerais Antonio Caldeira, Diretor Coordenador Operacional em São Paulo Hoje, o mundo corporativo, de uma maneira geral, já arregaçou as mangas e está trabalhando em busca de soluções e alternativas. A crise está na agenda diária. As empresas estão segurando os gastos e postergando investimento. Veremos reavivado o interesse em planejamento tributário e na reorganização das empresas que, nos últimos anos, devido ao forte crescimento do mercado de consumo, prestaram menos atenção em seu controle e gerenciamento de custos, analisa Wolmar Esteves, Diretor Coordenador da unidade de Minas Gerais. Este será o momento de se voltar para dentro e reorganizar a casa, bem como a forma de se relacionar com os terceiros, sejam eles seus clientes, fornecedores ou o governo. Até porque, mesmo em um cenário de desaceleração econômica, ainda assim o governo não freará o ritmo de crescimento de seus gastos e manterá sua agenda política, acrescenta Esteves. Além disso, não se pode esquecer que o ano foi de crescimento e que a grande maioria das organizações vai fechar no positivo. 5

6 Doutrina Algumas ações para momentos de crise 6 O grande desafio é criar alternativas para que a economia local não seja prejudicada Jefté Lisowski, advogado tributarista e Diretor da Pactum Consultoria Empresarial de Santa Catarina Dentro da atual conjuntura global, a insegurança e a incerteza estão contribuindo para a formação de um cenário desfavorável ao crescimento. A expectativa de perdas está inibindo novos investimentos e reduzindo a circulação de recursos financeiros, agravando ainda mais a escassez de crédito. O grande desafio do governo e das empresas brasileiras é encontrar meios de transpor a intempérie que assola o mercado externo, criando alternativas para que a economia local não seja prejudicada. As medidas adotadas até o momento pelo governo foram positivas e merecem aplauso, contudo, pode-se fazer e é necessário que se faça mais, como a adoção de benefícios fiscais e redução da carga tributária para setores que são responsáveis pela geração de emprego e renda, por meio da desoneração da folha e estímulo à contratação, bem como criar incentivos destinados ao exportador, com o fim de tornar o produto nacional mais competitivo no exterior. As empresas devem adotar medidas estratégicas que lhes dêem competitividade no curto prazo, mas que não impliquem problemas no médio ou longo prazo. Algumas dicas importantes para superar momentos de crise como o atual, por meio de medidas simples e que podem ser geridas pela empresa: Identificar e avaliar regimes especiais criados e mantidos por estados e municípios que possam reduzir o custo tributário ou de investimento e tornar viáveis novos empreendimentos ou mais competitivos antigos projetos. Verificar na legislação federal benefícios fiscais que desonerem tributariamente produtos ou determinadas operações, impactando em aumento da capacidade financeira e de autofinanciamento. Analisar criticamente a empresa e suas operações, reestruturando-os em modelos cuja tributação seja mais benéfica, dando competitividade à atividade e aos produtos. Estudar com cuidado decisões que impactem em elevação repentina da folha e encargos, ao passo que podem antecipar ou gerar uma crise. Demissão nem sempre é a melhor solução para momentos de crise, pois o custo imediato pode chegar a até três vezes o gasto normal com folha e encargos. Vale lembrar que mais adiante, quando a empresa retomar o crescimento, terá que buscar profissionais e investir novamente na qualificação dos mesmos. Na legislação trabalhista há mecanismos que podem evitar a demissão como solução. Negociar e propor a revisão de financiamentos ou parcelamentos, bem como averiguar opções que alonguem ou que reduzam o comprometimento financeiro de curto prazo. Não adotar procedimentos de evasão tributária com o fim de pagar despesas e custos correntes, pois mais à frente, o pagamento de multa qualificada e juros pode tornar a operação ou a empresa insustentável, além de gerar custos extras e o desgaste decorrentes de processos criminais.

7 Preço de transferência Anulada uma autuação sofrida em 2001 pela empresa em função de uma importação realizada em Para a Câmara Superior de Recursos Fiscais, o fisco não pode comparar as formas de cálculo do preço de transferência atuais com métodos futuros, como prevê o artigo 11 da IN nº 243, de 2002, da Receita Federal. (Câmara Superior de Recursos Fiscais) Defesa Fiscal $$$$$ Compensação no Simples Permitida a compensação dos recolhimentos efetuados no Simples com os valores lançados de ofício no lucro arbitrado. (Conselho de Contribuintes) Notas # Estados Unidos têm a maior taxa de desemprego em 14 anos O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulgou que a taxa de desemprego subiu para 6,5% em outubro, atingindo o maior patamar desde março de A economia americana eliminou 240 mil postos de trabalho em outubro, bem mais que o esperado. Economistas previam para outubro a eliminação de 200 mil vagas. Em setembro o índice ficou em 6,1%, a maior baixa desde novembro de (Agência Brasil) # Oito estados concentram 80% do PIB brasileiro Cerca de 80% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vem de apenas oito dos 27 estados, segundo dados referentes ao ano de 2006 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São eles São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Santa Catarina e Distrito Federal. Entre 2002 e 2006, São Paulo e Rio Grande Sul foram os estados que mais perderam participação: de 34,6% para 33,9%, e de 7,1% 6,6%. O IBGE também concluiu que o Distrito Federal continua com o maior PIB per capita do país (R$ ), quase o triplo da média nacional (R$ ) e bem à frente de São Paulo (R$ ) e Rio de Janeiro (R$ ). (Terra) # Crise terá reflexos no Brasil ainda neste ano Os efeitos da crise financeira internacional terão reflexo na economia brasileira a partir do último trimestre deste ano. A avaliação consta do Boletim Regional do terceiro trimestre publicado pelo Banco Central. De acordo com o documento, a crise tem mais impacto na escassez de crédito, que vem se constituindo em canal relevante para a sustentação do crescimento interno, e na queda no desempenho das exportações, por causa do recuo nos preços das mercadorias com cotação internacional (commodities). (Agência Brasil) # Empregos na micro e pequenas empresas As micro e pequenas empresas tinham 53,4% dos empregos do setor empresarial em 2006, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Contudo, elas pagaram apenas 19,5% do montante total de salários e outras remunerações. Já as grandes empresas, que são 0,2% do total e ocuparam 32% da mão-de-obra, forneceram 57,7% dos R$ 324,5 bilhões em salários pagos em As microempresas pagavam em média R$ 654,00 por mês, enquanto as grandes empresas tinham salário médio de R$ 1.494,00 diferença de 128,4%. (Terra) 7

8 Empreendedores Imaginação e transpiração, a receita para buscar oportunidades em meio à crise Evanildo Pedro Taglieri, sócio-diretor da InterAct Soluções de Espaço, concedeu entrevista ao Datapactum sobre a crise econômica mundial e as suas conseqüências para o segmento de movéis para escritório. A InterAct, com sede em São Paulo capital, atua no segmento de divisórias pisos-tetos, armários e lambris para o meio corporativo. 8 Os efeitos da recente crise econômica mundial já chegaram a sua empresa? De que forma? Não e sim. Até o momento, não sentimos o impacto em termos de vendas. Mas de certa maneira os efeitos da crise já chegaram à InterAct. Nós trabalhamos a partir de projetos de escritórios de arquitetura, e as solicitações de orçamentos a estes profissionais já diminuíram. A partir de janeiro e fevereiro devemos sentir impacto também no faturamento. Estamos estimando que em 30 a 40 dias os nossos negócios devem ser reduzidos em 30% em média. Qual a expectativa da InterAct para a retomada dos negócios? Os efeitos da crise econômica não devem durar mais de 90 dias. Na verdade, o ajuste já começou. O governo está atuando fortemente vai incentivar o setor automobilístico, amparar o segmento de fi- Evanildo Pedro Taglieri é sócio-diretor da nanciamento e buscar alternativas para InterAct Soluções de Espaço a área da construção civil. Acredito que em março ou abril a situação começará a melhorar. Na verdade, o nosso principal mercado prédios comerciais não deve ser afetado imediatamente. Os projetos que estão sendo suspensos (e devem ser retomados em seis meses) devem impactar no nosso negócio em E qual é a situação do mercado de construção civil como um todo? A construção civil afeta toda a economia. O governo está muito preocupado e vai tomar medidas. Em 90 dias a situação deve estar equalizada. Claro, em um ritmo de crescimento menor, com queda de 20% a 30%. Mas o setor estava num crescimento muito forte. Como enfrentar este período mais crítico da crise financeira? Primeiro, trabalhando mais e aumentando a nossa participação em mercados nos quais atuamos modestamente. Depois, ajustando as despesas com o novo patamar de faturamento. A InterAct, prevendo a crise econômica, antecipou os ajustes ao longo de 2008, e está preparada para encarar a turbulência do mercado. E, finalmente, o fundamental: não perder as oportunidades de mercado. Qual o segmento mais afetado pela crise? A crise é mais séria para quem exporta, e nós vendemos para muitas empresas multinacionais que trabalham com exportação. Acredito também numa queda de preços de produtos como o aço e o alumínio. Agora, o mercado é o mercado interno. A economia brasileira deve crescer em torno de 3% em 2009, contra os 5% previstos para Qual o conselho que podemos dar para as empresas neste momento? Como enfrentar a crise? São dois. Primeiro, voltar-se para as contas internas, ajustar as despesas ao faturamento. E, então, partir para o mercado. Ou seja, imaginação e transpiração. Trabalhar mais. Acabou a facilidade, o cliente não vem mais, temos que buscar o cliente, buscar a oportunidade. E existem oportunidades neste momento tão crítico da economia? Oportunidades sempre existem, principalmente em épocas de crise. Tem que buscar. Muitas empresas ficam apavoradas e entram em compasso de espera. Este é o momento de atuar fortemente, de conquistar clientes nos mercados nos quais se tem pouca participação e ganhar da concorrência.

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