RESPONSABILIDADE TÉCNICA T COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESPONSABILIDADE TÉCNICA T COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS"

Transcrição

1 Serviço o Público P Federal Conselho Regional de Medicina Veterinária ria do RS Setor de Fiscalização RESPONSABILIDADE TÉCNICA T NO COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS RIOS Mateus da Costa Lange Médico Veterinário CRMV-RS 9061 Supervisor Técnico de Fiscalização

2 Atividade que trata do exercício profissional com vistas a garantir ao consumidor a qualidade dos serviços prestados pelos Médicos Veterinários

3 Quem éo Responsável Técnico?

4 O QUE É SER RESPONSÁVEL TÉCNICO? É o profissional - médico veterinário - que responde técnica, ética e legalmente pelos seus atos profissionais e pelas atividades peculiares à Medicina Veterinária exercidas pelas empresas nas quais atua como responsável técnico.

5 A RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL O responsável técnico é quem garante, perante o consumidor, a qualidade dos produtos e serviços prestados pela empresa, respondendo ética, civil e penalmente pelos seus atos profissionais. O profissional será responsabilizado pelos atos que, no exercício da profissão, praticar com dolo ou culpa, respondendo civil e penalmente pelas ações que venham a causar dano ao paciente ou ao cliente.

6 ASPECTOS IMPORTANTES O comércio de produtos veterinários NÃO é somente uma atividade comercial O comércio de produtos veterinários é uma atividade comercial que depende, OBRIGATORIAMENTE, de respaldo e orientação técnica

7 ATUALMENTE Prestação de serviços veterinários com o comércio de produtos veterinários Comércio de produtos veterinários com a prestação de serviços veterinários Comércio de animais e de produtos veterinários Comércio de outros artigos com a venda de produtos veterinários.

8 ATIVIDADES EXERCIDAS NOS ESTABELECIMENTOS DE COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS RIOS Comercialização de produtos veterinários Comercialização de produtos veterinários biológicos Comercialização de produtos biológicos veterinários sujeitos ao controle oficial. Comercialização de produtos veterinários que contenham substâncias sujeitas ao controle especial. Comercialização de rações. Comercialização de animais vivos. Prestação de serviços médico-veterinários.

9 ESTABELECIMENTOS DEVEM ESTAR PREPARADOS PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO GESTÃO DE MARKETING ASPECTOS TÉCNICOS Médico Veterinário!!

10 PRINCÍPIOS NORMATIVOS Conselhos Regionais de Medicina Veterinária LEI Nº 5.517/68, DECRETO Nº 64704/69 Legislação Federal Decreto-Lei Nº467/69, Decreto Nº 5.053/04 Legislação Estadual Decreto Estadual Nº23.430/74

11 A BASE LEGAL PARA O REGISTRO DOS ESTABELECIMENTOS DE COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS RIOS As firmas, associações, companhias, cooperativas, empresas de economia mista e outras que exercem atividadespeculiaresàmedicina Veterinária previstas pelos artigos 5ºe 6ºda Lei 5.517, de 23 de outubro de 1968, estão obrigadas a registro nos Conselhos de Medicina Veterinária das regiões onde funcionarem. Artigo 27 da Lei 5.517, de 23 de outubro de As firmas, associações, sociedades, companhias, cooperativas, empresas de economia mista e outras cuja atividaderequeraparticipaçãodo médico veterinário, estão obrigadas a registro nos Conselhos de Medicina Veterinária das regiões onde se localizarem. Artigo 9 do Decreto , de 17 de junho de 1969.

12 A BASE LEGAL DA RESPONSABILIDADE TÉCNICA T NOS ESTABELECIMENTOS DE COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS RIOS As firmas de profissionais da Medicina Veterinária, as associações, empresas ou quaisquer estabelecimentos cuja atividadesejapassívelda ação de médico veterinário, deverão, sempre que se tornar necessário, fazer prova de que, para esse efeito, têm a seu serviço profissional habilitado na forma desta Lei. Artigo 28 da Lei 5.517, de 23 de outubro de 1968.

13 Legislação Federal Decreto-Lei 467, de 13 de fevereiro de 1969 Dispõe sobre a fiscalização de produtos de uso veterinário e dos estabelecimentos que os fabriquem e dá outras providências. Decreto 5.053, de 22 de abril de 2004 Aprova o regulamento de fiscalização de produtos de uso veterinário e dos estabelecimentos que os fabriquem ou comerciem e dá outras providências.

14 DECRETO 5.053/2004 Art. 25 Entende-se por produto de uso veterinário, para fins deste Regulamento, toda substância química, biológica, biotecnológica ou preparação manufaturada, cuja administração se faça de forma individual ou coletiva, direta ou misturada com o alimento, destinada a prevenção, ao diagnóstico, àcura ou ao tratamento das doenças dos animais, inclusive os aditivos, suplementos, promotores, melhoradores da produção animal, anti-sépticos, desinfetantes de uso ambiental ou em equipamentos e instalações pecuárias, pesticidas e todos os produtos que, utilizados nos animais ou no seu habitat, protejam, restaurem ou modifiquem suas funções orgânicas e fisiológicas e os produtos destinados ao embelezamento de animais.

15 DECRETO 5.053/2004 Art. 18 O estabelecimento e produtos referidos neste Regulamento, para serem registrados, deverão possuir responsável técnico com qualificação comprovada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e legalmente registrado no órgão de fiscalização do exercício profissional respectivo. II Tratando-se de estabelecimento que apenas comercie ou distribua produto acabado, seráexigida responsabilidade técnica do médico veterinário.

16 DECRETO 5.053/2004 Art. 64 Quanto àobrigatoriedade de prescrição de médico veterinário, a comercialização ou exposição àvenda de produto, obedecerá aos seguintes requisitos: I receita veterinária oficial arquivada II receita veterinária arquivada III receita veterinária IV venda livre

17 SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A CONTROLE ESPECIAL Instrução Normativa MAPA n 36, de Disciplina a comercialização de produtos farmacêuticos de uso veterinário que contenham substâncias sujeitas a controle especial (Revogada pela IN 25/2012) Instrução Normativa MAPA nº 25/2012, de Estabelece os procedimentos para a comercialização das substâncias sujeitas a controle especial, quando destinadas ao uso veterinário e dos produtos de uso veterinário que as contenham

18 IN Nº N 25/2012 LISTA GRUPO PRINCÍPIOS ATIVOS A1 ENTORPECENTES 17 A2 B ENTORPECENTES EM CONCENTRAÇÕES ESPECIAIS PSICOTRÓPICOS E PRECURSORES 9 22 C2 RETINÓICOS 4 C1 OUTRAS SUBSTÂNCIAS DE CONTROLE ESPECIAL 55 C4 ANTIRETROVIRAIS 1 C5 D1 ANABOLIZANTES E AGONISTAS BETA ADRENORECEPTORES PRECURSORAS DE ENTORPECENTES E/OU PSICOTROPICOS

19 Legislação Estadual Decreto , de 24 de outubro de 1974 Regulamento sobre a promoção, proteção e recuperação da saúde pública. Art. 818 São infrações de natureza sanitária: XIV -extrair, produzir, fabricar, transformar, preparar, manipular, purificar, fracionar, embalar ou reembalar, exportar, armazenar, expedir, comprar, vender, trocar ou ceder alimentos, substânciasou insumos, produtos farmacêuticos, dietéticos, de higiene e toucador, saneantes e quaisquer outros que interessem à medicina, à odontologia, e àsaúde pública, em desacordo com as normas legais vigentes.

20 Legislação para RT em Comércio Produtos Veterinários rios INSTRUMENTO LEGAL QUANTIDADE Leis 5 Decretos 3 Decretos-Lei 1 Portarias 7 Instruções Normativas 23 Atos Normativos 3 Resoluções 1 Referências Técnicas 1 Total 44

21 PROCEDIMENTOS TÉCNICOS T EM ESTABELECIMENTOS DE COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS RIOS (Artigo 20 do Decreto /2004) Éobrigatória ao responsável técnico e, na sua ausência, ao seu substituto, a observância a este Regulamento e às normas complementares, no âmbito de sua competência, e assegurar que: Os produtos fabricados ou comercializados estejam registrados noministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os produtos expostos àvenda estejam dentro do prazo de validade e, quando expirado, sejam recolhidos para inutilização. Os produtos que exijam refrigeração estejam armazenados e sejam entregues ao comprador na temperatura recomendada na rotulagem ou bula

22 PROCEDIMENTOS TÉCNICOS T EM ESTABELECIMENTOS DE COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS RIOS (Artigo 20 do Decreto /2004) Éobrigatória ao responsável técnico e, na sua ausência, ao seu substituto, a observância a este Regulamento e às normas complementares, no âmbito de sua competência, e assegurar que: Os produtos fabricados ou comercializados estejam registrados noministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os produtos expostos àvenda estejam dentro do prazo de validade e, quando expirado, sejam recolhidos para inutilização. Os produtos que exijam refrigeração estejam armazenados e sejam entregues ao comprador na temperatura recomendada na rotulagem ou bula

23 Os produtos suspeitos de adulteração tenham sua comercialização suspensa, informando ao MAPA e ao fabricante. Os produtos sejam adquiridos de estabelecimentos licenciados. A armazenagem seja feita de acordo com as recomendações de rotulagem ou bula do produto, especialmente no que concerne à luz, temperatura e umidade. Seja obedecida a legislação relativa às especialidades farmacêuticas que contenham substâncias sujeitas ao controle especial ou às recomendações de prescrição obrigatória contidas na rotulagem.

24 Os produtos sejam vendidos na embalagem original, sem violação do dispositivo de fechamento ou lacre e sem fracionamento na revenda. Sejam adotados os procedimentos de segurança no estabelecimento quanto aos produtos que ofereçam riscos ao meio ambiente, aos animais e ao homem, especialmente quando da ocorrência de acidente que provoque vazamento ou exposição do conteúdo do produto. O comprador ou usuário receba orientação adequada quanto à conservação, manuseio e uso correto do produto.

25 Cada produto acondicionado em embalagens coletivas, para venda unitária, deve estar acompanhado da respectiva bula. Orientar o estabelecimento quanto à aquisição de produtos de acordo com a demanda da região. Dar especial atenção ao acondicionamento, manutenção e armazenamento de produtos biológicos. Garantir que a modificação da prescrição somente seja feita com autorização do profissional que prescreveu. Garantir a sanidade e o bem estar dos animais expostos à venda do estabelecimento.

26 Orientar quanto aos limites impostos para o atendimento clínico, vacinação de animais e indicação de produtos. Realizar o controle integrado de pragas no estabelecimento. Não acumpliciar-se com o exercício ilegal da Medicina Veterinária. Emitir atestado de sanidade quando da comercialização de animais no estabelecimento. Impedir a prática exclusiva da mercantilização.

27 A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICO- VETERINÁRIOS EM ESTABELECIMENTOS DE COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS Devem ser atendidos os requisitos de estrutura e de equipamentos dos estabelecimentos veterinários (Resolução CFMV Nº 670/2000).

28

29 Fiscalização do CRMV-RS RS Período: 15 de outubro de de abril de 2013 Municípios Visitados: 122 Nº Estabelecimentos fiscalizados: 558 Nº Estabelecimentos regulares: 349 (62,5%) Nº Estabelecimentos com irregularidades: 209 (37,5%)

30 Fiscalização do CRMV-RS RS Estabelecimentos com irregularidades (209) Produtos veterinários 16,70% 16,20% 29,60% Vencidos Fracionados Sem registro 39,70% Controlados fora de armário

31

32

33

34

35

36

37

38

39

40 Penalização do Proprietário rio e do RT Aplicação de penalidades previstas pela legislação sanitária. Aplicação de penalidades previstas na legislação das relações de consumo (Lei 8.137/1990). Aplicação de penalidades previstas na legislação de defesa do consumidor (Lei 8.078/1990). Aplicação de penalidades previstas na legislação do sistema CFMV/CRMVs.

41 Obrigações do Responsável TécnicoT Contrato de trabalho (prestação de serviços técnicos) Anotação de Termo de Constatação e Recomendação Laudo Informativo

42 Modelo Termo de Constatação

43 Modelo Laudo Informativo

44 Desafios Firmar posição junto ao Poder Judiciário. Legislar mais e urgentemente sobre produtos veterinários. Ação dos órgãos de fiscalização sanitária. Capacitação técnica do responsável técnico. Responsabilidade profissional do responsável técnico.

45 A RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL É de responsabilidade do profissional inteirar-se das legislações pertinentes ao seu exercício profissional O profissional deverá estabelecer as normas e os procedimentos, de acordo com a área de atuação da empresa contratante, visando à obtenção de melhores resultados e à valorização profissional

46 VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL SE CONQUISTA COM COMPETÊNCIA OBRIGADO PELA ATENÇÃO! (51) / (51)

2. Conforme exigido no Anexo II, item 1.4 do edital os produtos devem atender às Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e emprego.

2. Conforme exigido no Anexo II, item 1.4 do edital os produtos devem atender às Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e emprego. Ilmo. Sr. Dr. Pregoeiro SESI/BA Pregão Eletrônico 20/2012 Objeto: Razões de Recurso IMUNOSUL DISTRIBUIDORA DE VACINAS E PRODUTOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA, já qualificada, em face do Pregão Presencial

Leia mais

Interface Saúde: Animal/Humana Plano de Ação Global sobre Resistência aos Antimicrobianos - GAP/OMS. MAPA: situação atual

Interface Saúde: Animal/Humana Plano de Ação Global sobre Resistência aos Antimicrobianos - GAP/OMS. MAPA: situação atual Interface Saúde: Animal/Humana Plano de Ação Global sobre Resistência aos Antimicrobianos - GAP/OMS MAPA: situação atual Suzana Bresslau Médica Veterinária Fiscal Federal Agropecuário - DFIP/SDA ENDESA

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda Estado do Rio de Janeiro

Câmara Municipal de Volta Redonda Estado do Rio de Janeiro Lei Municipal Nº 3.704 1 SEÇÃO IV DAS PENALIDADES I DO COMÉRCIO DE FEIRAS LIVRES, AMBULANTES, QUIOSQUES E EVENTUAIS Artigo 35 - As infrações a este Código estão sujeitas às seguintes penalidades: a- sanção:

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE PROMOÇÃO A SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Orientações

SECRETARIA EXECUTIVA DE PROMOÇÃO A SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Orientações SECRETARIA EXECUTIVA DE PROMOÇÃO A SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Orientações 2014 Vigilância Sanitária Lei Federal 8.080 de 19 de setembro de 1990 1º Entende-se

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento D.O.U. Nº 225, sexta-feira, 24 de novembro de 2006. Pág. 10 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 65, DE 21 DE NOVEMBRO

Leia mais

LEGISLAÇÃO E RESPONSABILIDADE TÉCNICA T ESTABELECIMENTOS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

LEGISLAÇÃO E RESPONSABILIDADE TÉCNICA T ESTABELECIMENTOS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL SEMINÁRIO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICAT MÓDULO AVANÇADO ADO INSPEÇÃO SANITÁRIA ESTRELA RS 28 DE MAIO DE 2013 LEGISLAÇÃO E RESPONSABILIDADE TÉCNICA T EM ESTABELECIMENTOS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL RESPONSÁVEL

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DECRETO Nº 8.448, DE 6 DE MAIO DE 2015 Altera o Regulamento de Fiscalização de Produtos de Uso Veterinário e dos Estabelecimentos que os Fabriquem ou Comerciem, aprovado pelo Decreto

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO 1. Objetivo Este Regulamento Técnico fixa os requisitos mínimos exigidos para o registro e

Leia mais

Não DADOS DA EMPRESA RAZÃO SOCIAL: ENDEREÇO:

Não DADOS DA EMPRESA RAZÃO SOCIAL: ENDEREÇO: Formulário para renovação de credenciamento para comercialização de vacina contra a febre aftosa no Estado do Rio Grande do Sul (O preenchimento desse formulário deve ser realizado pelo Médico Veterinário

Leia mais

Os documentos obrigatórios que devem estar presentes numa licitação para aquisição de correlatos

Os documentos obrigatórios que devem estar presentes numa licitação para aquisição de correlatos Os documentos obrigatórios que devem estar presentes numa licitação para aquisição de correlatos Aldem Johnston Barbosa Araújo Advogado da UEN de Direito Administrativo do Escritório Lima & Falcão e assessor

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA SDA Nº 25, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2012 O

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA SDA Nº 25, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2012 O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA SDA Nº 25, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2012 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, SUBSTITUTO, DO MINISTÉRIO

Leia mais

Prefeitura Municipal de Ipiranga do Norte

Prefeitura Municipal de Ipiranga do Norte Lei nº 400, de 21 de março de 2013. DISPÕE SOBRE IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE INSPEÇÃO MUNICIPAL - SIM DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL E VEGETAL NO MUNICIÍPIO DE IPIRANGA DO NORTE-MT E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que RE 2605/2606

Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que RE 2605/2606 Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que Constam da Lista de Proibições RE 2605/2606 Luciana Pereira de Andrade Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária Gerência Geral de

Leia mais

ASPECTOS LEGAIS DA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE SEMENTES E MUDAS

ASPECTOS LEGAIS DA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE SEMENTES E MUDAS ASPECTOS LEGAIS DA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE SEMENTES E MUDAS CURSO SOBRE PROTEÇÃO E REGISTRO DE CULTIVARES 27 A 28 DE MAIO 2010 LONDRINA-PR SAMIRA OMAR MOHAMAD EL TASSA COLODEL FISCAL

Leia mais

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO ÚNICO

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO ÚNICO LEI N 2.232, DE 11 DE MAIO DE 1998 Institui o Sistema Municipal de Vigilância Sanitária e contém outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE QUIRINÓPOLIS APROVOU E EU, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

DECRETO Nº 4.074, DE 04 DE JANEIRO DE 2002:

DECRETO Nº 4.074, DE 04 DE JANEIRO DE 2002: Circular nº 006/2.002 São Paulo, 09 de Janeiro de 2.002 DECRETO Nº 4.074, DE 04 DE JANEIRO DE 2002: REGULAMENTA A LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989, QUE DISPÕE SOBRE A PESQUISA, A EXPERIMENTAÇÃO, A

Leia mais

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS DE MEDICAMENTOS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de 26 de NOVEmbro de 2009 1 Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de

Leia mais

Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados SNGPC: Inovando na qualidade de monitoramento e controle de medicamentos no Brasil

Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados SNGPC: Inovando na qualidade de monitoramento e controle de medicamentos no Brasil SNGPC: Inovando na qualidade de monitoramento e controle de medicamentos no Brasil SNGPC Ferramenta informatizada para captura de dados e geração de informação, a cerca da prescrição, dispensação e consumo

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CRMV-SC

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CRMV-SC RESOLUÇÃO CRMV-SC N 042/2007, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2007 O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Santa Catarina CRMV/SC, em Sessão Plenária Ordinária nº 275 de 15 fevereiro de 2007, amparados

Leia mais

NRR 5 - Produtos Químicos

NRR 5 - Produtos Químicos NRR 5 - Produtos Químicos 5.1. Esta Norma trata dos seguintes produtos químicos utilizados no trabalho rural: agrotóxicos e afins, fertilizantes e corretivos. 5.1.1. Entende-se por agrotóxicos as substâncias

Leia mais

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação: DECRETO Nº 2, DE 8 DE JANEIRO DE 2015. Altera e acresce dispositivos ao Decreto nº 31.455, de 1987, que regulamenta os arts. 30 e 31 da Lei nº 6.320, de 20 de dezembro de 1983, que dispõem sobre alimentos

Leia mais

IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO

IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO A importação e exportação de produtos sujeitos à vigilância sanitária têm os mesmos princípios e objetivos das exigências legais para a produção e comercialização interna: diminuir

Leia mais

ASSUNTO: Comercialização e utilização de vacina contra a brucelose.

ASSUNTO: Comercialização e utilização de vacina contra a brucelose. INSTRUÇÃO DE SERVIÇO DDA Nº 21 / 01 Serviço Público Federal Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária DEPARTAMENTO DE DEFESA ANIMAL ASSUNTO: Comercialização

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 32, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 32, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 32, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

PARTE 1 - LEIS PARTE 2 - DECRETOS

PARTE 1 - LEIS PARTE 2 - DECRETOS PARTE 1 - LEIS 5.517, de 23-10-1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de médico veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária 5.550, de 04-12-1968 Dispõe sobre o exercício

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS.

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS. RESOLUÇÃO.../SESA/PR O Secretário Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições legais e: CONSIDERANDO a Portaria nº 326/1997/SVS/MS, a Resolução RDC nº275/2002, a Resolução RDC nº 216/2004, da ANVISA,

Leia mais

RESOLUÇÃO CRMV-DF Nº 06, de 24 de Março de 2014

RESOLUÇÃO CRMV-DF Nº 06, de 24 de Março de 2014 RESOLUÇÃO CRMV-DF Nº 06, de 24 de Março de 2014 Aprova as Normas de orientação técnico-profissional, destinadas ao médico veterinário e ao zootecnista que desempenham a função de Responsável Técnico junto

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000

RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 Conceitua e estabelece condições para o funcionamento de estabelecimentos médicos veterinários, e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA

Leia mais

DELIBERAÇÃO Nº 146/12

DELIBERAÇÃO Nº 146/12 DELIBERAÇÃO Nº 146/12 Dispõe sobre a Responsabilidade Técnica e o Exercício Profissional de Farmacêutico apto a atuar em Análises Clínicas e Postos de Coleta e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO E USO DE AGROTÓXICOS NO RIO GRANDE DO SUL. Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários

FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO E USO DE AGROTÓXICOS NO RIO GRANDE DO SUL. Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO E USO DE AGROTÓXICOS NO RIO GRANDE DO SUL Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários 1 O que são agrotóxicos e afins? DEFINIÇÃO (Art. 1, inciso

Leia mais

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Regulamenta as condições para o funcionamento de empresas sujeitas

Leia mais

Fortaleza, 17 e 18 de junho de 2010.

Fortaleza, 17 e 18 de junho de 2010. Fracionamento de medicamentos para dispensadores Parcerias: Defensoria Pública do Estado do Ceará; Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Conselho Regional de Farmácia - CRF- CE Sindicato do

Leia mais

DELIBERAÇÃO N.º 594/2003

DELIBERAÇÃO N.º 594/2003 DELIBERAÇÃO N.º 594/2003 Dispõe sobre o Exercício Profissional de Farmacêuticos-Bioquímicos em Laboratórios de Análises Clínicas. O PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO PARANÁ - CRF/PR,

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013.

RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. Dispõe sobre a obrigatoriedade dos Contratos firmados entre as Operadoras de Planos de Saúde e os Médicos seguirem as Normativas da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Leia mais

ANEXO I PROCEDIMENTOS PARA A IMPORTAÇÃO DE PRODUTOS DESTINADOS À ALIMENTAÇÃO ANIMAL

ANEXO I PROCEDIMENTOS PARA A IMPORTAÇÃO DE PRODUTOS DESTINADOS À ALIMENTAÇÃO ANIMAL ANEXO I PROCEDIMENTOS PARA A IMPORTAÇÃO DE PRODUTOS DESTINADOS À ALIMENTAÇÃO ANIMAL 1. OBJETIVO Estabelecer os procedimentos para a importação de produtos destinados à alimentação animal visando garantir

Leia mais

Art. 6º O farmacêutico responsável por farmácia homeopática terá auxiliares de sua confiança.

Art. 6º O farmacêutico responsável por farmácia homeopática terá auxiliares de sua confiança. Decreto nº 57.477, de 20 de dezembro de 1965 Dispõe sobre manipulação, receituário, industrialização e venda de produtos utilizados em homeopatia e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando

Leia mais

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 14/2010 Brasília, 19 de abril de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 14/2010 Brasília, 19 de abril de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO- MAPA OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 14/2010 Brasília, 19 de abril de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA

Leia mais

REGISTO DE MEDICAMENTOS E MEDICAMENTOS VETERINÁRIOS

REGISTO DE MEDICAMENTOS E MEDICAMENTOS VETERINÁRIOS ORIENTAÇÃO TÉCNICA CONDICIONALIDADE REGISTO DE MEDICAMENTOS E MEDICAMENTOS VETERINÁRIOS Os medicamentos são meios de defesa da saúde e bem-estar dos animais, assumindo um papel importante como fatores

Leia mais

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO- MAPA OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de

Leia mais

# $# " %! # & '%! " ( ) *$! # # # + ",

# $#  %! # & '%!  ( ) *$! # # # + , !"!" # $# " %! # & '%! " ( ) *$! # *%!" # # + ", $ %#& "./"...0&"! 1 "! ". 2 03 "!.! 4 %' ' 5 61247 8-! 8929 ' 62:;927 88 " ;

Leia mais

QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 1998 MINISTÉRIO DA SAÚDE - SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANIT... PORTARIA Nº 1.051, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998

QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 1998 MINISTÉRIO DA SAÚDE - SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANIT... PORTARIA Nº 1.051, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998 QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 1998 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 1.051, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998 CONSULTA PÚBLICA O Secretário de Vigilância Sanitária do Ministério

Leia mais

12-Nov-12. Comissão de Farmácia Hospitalar 2012. Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR

12-Nov-12. Comissão de Farmácia Hospitalar 2012. Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR Comissão de Farmácia Hospitalar 2012 Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR 1 Garantir a guarda e o controle de medicamentos pertencentes às listas

Leia mais

RESPONSABILIDADE TÉCNICAT NA MEDICINA VETERINÁRIA RIA SEMINÁRIO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICAT 11 DE OUTUBRO DE 2013

RESPONSABILIDADE TÉCNICAT NA MEDICINA VETERINÁRIA RIA SEMINÁRIO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICAT 11 DE OUTUBRO DE 2013 RESPONSABILIDADE TÉCNICAT NA MEDICINA VETERINÁRIA RIA SEMINÁRIO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICAT MÓDULO AVANÇADO ADO SAÚDE PÚBLICAP 11 DE OUTUBRO DE 2013 BAGÉ - RS Quem não se comunica, se trumbica! José Abelardo

Leia mais

PORTARIA CVS Nº 04, 21de março de 2011.

PORTARIA CVS Nº 04, 21de março de 2011. Retificação da Portaria CVS 4, de 21/03/2011, retificada em 31/03/2011, 17/01/2013 e 24/10/2014. PORTARIA CVS Nº 04, 21de março de 2011. Dispõe sobre o Sistema Estadual de Vigilância Sanitária (SEVISA),

Leia mais

Aula 7: Controle Sanitário (Lei 5991/73) Profa. Camila Barbosa de Carvalho

Aula 7: Controle Sanitário (Lei 5991/73) Profa. Camila Barbosa de Carvalho Aula 7: Controle Sanitário (Lei 5991/73) Profa. Camila Barbosa de Carvalho Lei 5991/73 Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e dá outras

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 1215 Ementa: Regula as atribuições do farmacêutico na indústria e importação de produtos para a saúde, respeitadas as atividades afins com outras profissões. O

Leia mais

SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE

SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE V SEMINÁRIO BRASILEIRO DA BATATA 21 DE OUTUBRO 2010 UBERLÂNDIA - MG SAMIRA OMAR MOHAMAD EL TASSA FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS

Leia mais

Resolução nº 577 de 25 de julho de 2013

Resolução nº 577 de 25 de julho de 2013 Resolução nº 577 de 25 de julho de 2013 Ementa: Dispõe sobre a direção técnica ou responsabilidade técnica de empresas ou estabelecimentos que dispensam, comercializam, fornecem e distribuem produtos farmacêuticos,

Leia mais

EXIGÊNCIAS GERAIS E DOCUMENTAÇÃO BÁSICA NECESSÁRIA PARA EMISSÃO DE CZI

EXIGÊNCIAS GERAIS E DOCUMENTAÇÃO BÁSICA NECESSÁRIA PARA EMISSÃO DE CZI EXIGÊNCIAS GERAIS E DOCUMENTAÇÃO BÁSICA NECESSÁRIA PARA EMISSÃO DE CZI Atenção!!! Para a emissão do CZI é necessária a apresentação dos documentos sempre em vias originais, acompanhados de uma fotocópia

Leia mais

comparações interlaboratoriais propostos pelo MAPA e avaliação do desempenho dos técnicos do laboratório em treinamentos.

comparações interlaboratoriais propostos pelo MAPA e avaliação do desempenho dos técnicos do laboratório em treinamentos. ANEXO CRITÉRIOS PARA CREDENCIAMENTO, RECONHECIMENTO, EXTENSÃO DE ESCOPO E MONITORAMENTO DE LABORATÓRIOS NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA Art. 1º Os critérios constantes deste

Leia mais

1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos

1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos Atualizado: 10 / 05 / 2013 FAQ AI 1. Controle de medicamentos antimicrobianos (antibióticos) 1.1. Informações gerais 1.2. Uso contínuo (tratamento prolongado) 1.3. Retenção da segunda via da receita médica

Leia mais

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Ementa: Dispõe sobre as instruções para Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina. Fonte: CFM O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

AQUICULTURA. Curso Sanidade em Aqüicultura. CRMVSP, 25 de maio de 2012

AQUICULTURA. Curso Sanidade em Aqüicultura. CRMVSP, 25 de maio de 2012 LEGISLAÇÃO SANITÁRIA EM AQUICULTURA Curso Sanidade em Aqüicultura CRMVSP, 25 de maio de 2012 CONCEITOS - A saúde é um direito de todos e dever do Estado (Constituição Federal); - Ações indelegáveis de

Leia mais

Considerando, ainda, a necessidade de serem designadas Autoridades Administrativas e Científicas nos países signatários da Convenção; e

Considerando, ainda, a necessidade de serem designadas Autoridades Administrativas e Científicas nos países signatários da Convenção; e DECRETO N o 3.607, DE 21 DE SETEMBRO DE 2000. Dispõe sobre a implementação da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES, e dá outras providências.

Leia mais

Vigilância Sanitária de. Saneantes

Vigilância Sanitária de. Saneantes Vigilância Sanitária de Saneantes Gerência-Geral Geral de Saneantes Curitiba, junho de 2013 BASE LEGAL PARA REPRESSÃO AOS SANEANTES CLANDESTINOS Art. 2º - Somente poderão extrair, produzir, fabricar, transformar,

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13)

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, usando da atribuição que lhe confere o Art. 45, Inciso XIV, da Lei Estadual nº 8.485

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL LEI N. 1.486, DE 17 DE JANEIRO DE 2003 Dispõe sobre a Defesa Sanitária Animal no Estado do Acre e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO ACERCA DA EMBALAGEM, ROTULAGEM E PROPAGANDA DE PRODUTOS DESTINADOS À ALIMENTAÇÃO ANIMAL

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO ACERCA DA EMBALAGEM, ROTULAGEM E PROPAGANDA DE PRODUTOS DESTINADOS À ALIMENTAÇÃO ANIMAL ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO ACERCA DA EMBALAGEM, ROTULAGEM E PROPAGANDA DE PRODUTOS DESTINADOS À ALIMENTAÇÃO ANIMAL CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este Regulamento estabelece normas específicas

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº. 2.967, DE 12 DE SETEMBRO DE 2011.

LEI MUNICIPAL Nº. 2.967, DE 12 DE SETEMBRO DE 2011. LEI MUNICIPAL Nº. 2.967, DE 12 DE SETEMBRO DE 2011. Autoriza o Executivo Municipal a efetuar contratação temporária por excepcional interesse público e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CONSTANTINA,

Leia mais

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resolução CONAMA Nº 009/1993 - "Estabelece definições e torna obrigatório o recolhimento e destinação adequada de todo o óleo lubrificante usado ou contaminado".

Leia mais

LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012.

LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012. LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012. INSTITUI O PROGRAMA MUNICIPAL DE COLETA, RECICLAGEM DE ÓLEOS E GORDURAS USADAS DE ORIGEM VEGETAL E ANIMAL, NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

LEGISLAÇÃO EM SANIDADE

LEGISLAÇÃO EM SANIDADE Claudio Regis Depes 1983 Médico Veterinário Unesp (Jaboticabal) 2003 Especialização em Saúde Pública Veterinária Unesp (Botucatu) Trabalha na Coordenadoria de Defesa Agropecuária em Assis Gerente do Programa

Leia mais

Medicamento O que é? Para que serve?

Medicamento O que é? Para que serve? Medicamento O que é? Para que serve? Os Medicamentos são produtos farmacêuticos, tecnicamente obtidos ou elaborados, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico (Lei nº

Leia mais

http://www.agricultura.sc.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download...

http://www.agricultura.sc.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download... Page 1 of 5 Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural Portaria SAR nº 17/2010, de 28/10/2010 O Secretário de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural, no

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

Prova de Seleção de estagiários para o Serviço de Fiscalização 2014 Gabarito comentado

Prova de Seleção de estagiários para o Serviço de Fiscalização 2014 Gabarito comentado 1) No atendimento telefônico feito na sede do CRF-RJ o estagiário de farmácia ouviu o seguinte relato de um farmacêutico: Sou farmacêutico da Drogaria do bairro e não compareci hoje ao trabalho e o proprietário

Leia mais

Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC

Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC Trav. Olindina Alves Pereira, 35 - Caixa Postal 472-88020-095 Fone/Fax (48) 222-4702 - Florianópolis - SC. url:

Leia mais

ANEXO I. Art. 3º Para os efeitos desta Instrução Normativa, considerase:

ANEXO I. Art. 3º Para os efeitos desta Instrução Normativa, considerase: ANEXO I CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS PARA O REGISTRO DE PRODUTOS, PARA A ROTULAGEM E A PROPAGANDA E PARA A ISENÇÃO DE REGISTRO DE PRODUTOS DESTINADOS À ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS DE COMPANHIA Art. 1º Ficam estabelecidos

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005)

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004 (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições que lhe confere a

Leia mais

ADITIVOS MELHORADORES DE DESEMPENHO E PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO Aspectos Regulatórios

ADITIVOS MELHORADORES DE DESEMPENHO E PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO Aspectos Regulatórios ADITIVOS MELHORADORES DE DESEMPENHO E PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO Aspectos Regulatórios Apresentada no I Simpósio Paranaense de Saúde e Produção de Aves na UFPR em 23 de junho de 2010 GABRIEL RENGEL Fiscal

Leia mais

Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação

Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação LEI Nº 1082, DE 1º DE JULHO DE 1999. Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação O Governador do Estado do Tocantins, Faço saber que a Assembléia Legislativa

Leia mais

Portaria nº 319 de 29 de julho de 2011. Considerando o disposto no artigo 8º da Lei nº 9.933, de 20 de dezembro de 1999;

Portaria nº 319 de 29 de julho de 2011. Considerando o disposto no artigo 8º da Lei nº 9.933, de 20 de dezembro de 1999; Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO Portaria nº 319 de 29 de julho de 2011

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1069, DE 27 DE OUTUBRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 1069, DE 27 DE OUTUBRO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 1069, DE 27 DE OUTUBRO DE 2014 Dispõe sobre Diretrizes Gerais de Responsabilidade Técnica em estabelecimentos comerciais de exposição, manutenção, higiene estética e venda ou doação de animais,

Leia mais

Comida de Rua: segurança alimentar e critérios de fiscalização sanitária. Andréa Barbosa Boanova

Comida de Rua: segurança alimentar e critérios de fiscalização sanitária. Andréa Barbosa Boanova Comida de Rua: segurança alimentar e critérios de fiscalização sanitária Andréa Barbosa Boanova Segurança Alimentar A Segurança Alimentar e Nutricional Compreende a realização do direito de todos ao acesso

Leia mais

Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais

Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais A embalagem é instrumento de identificação, proteção, movimentação e exposição das frutas e hortaliças frescas. Ela identifica o produto e o seu responsável.

Leia mais

GEDAVE Sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal. Manual da Revenda de Produtos Veterinários

GEDAVE Sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal. Manual da Revenda de Produtos Veterinários GEDAVE Sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal Manual da Revenda de Produtos Veterinários Versão 1.0 25/02/2013 P á g i n a 1 Considerações iniciais Com a publicação da Resolução SAA nº 79, de 10/12/2012

Leia mais

INSTRUÇÕES AO PROFISSIONAL

INSTRUÇÕES AO PROFISSIONAL INSTRUÇÕES AO PROFISSIONAL 1 RECEITA AGRONÔMICA 1.1. É registrada uma Anotação de Responsabilidade Técnica ART, para aquisição de cada bloco de 30 receitas (Ato 01/85 CREA-RJ), cujos dados formarão seu

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. PROJETO DE LEI N o 6.125, DE 2013 I - RELATÓRIO

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. PROJETO DE LEI N o 6.125, DE 2013 I - RELATÓRIO COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI N o 6.125, DE 2013 Dispõe sobre a obrigatoriedade de conservação e manutenção de elevadores elétricos, esteiras e escadas rolantes instalados em edifícios

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

Importação de Produtos para Saúde

Importação de Produtos para Saúde Importação de Produtos para Saúde Gerência de Inspeção de Produtos e Autorização de Empresas em Portos, Aeroportos Fronteiras e Recintos Alfandegados GIPAF Mônica Cristina A. F. Duarte Organograma - ANVISA

Leia mais

Instrução Normativa MAPA 15/2009 (D.O.U. 28/05/2009)

Instrução Normativa MAPA 15/2009 (D.O.U. 28/05/2009) Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento BINAGRI - SISLEGIS Instrução Normativa MAPA 15/2009 (D.O.U. 28/05/2009) MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO

Leia mais

ANEXO I IDENTIFICADOR DO PRODUTO. Fato Gerador (DV)

ANEXO I IDENTIFICADOR DO PRODUTO. Fato Gerador (DV) ANEXO I TABELA DE DESCONTOS DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA IDENTIFICADOR DO PRODUTO TIPO DE EMPRESA ITENS DESCRIÇÃO DO FATO GERADOR Fato Gerador (DV) GRUPO I GRANDE GRUPO II GRANDE GRUPO

Leia mais

Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS

Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS Resolução - RDC nº 52, de 22 de outubro de 2009 Dispõe sobre o funcionamento de

Leia mais

DECRETO Nº 18.403, DE 12 DE SETEMBRO DE 2013.

DECRETO Nº 18.403, DE 12 DE SETEMBRO DE 2013. DECRETO Nº 18.403, DE 12 DE SETEMBRO DE 2013. Estabelece normas para utilização de Parques e Praças Municipais para Feiras de Adoção de Animais e de Eventos Relacionados à causa animal. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

* 1º com redação determinada pela Lei 11.097/2005.

* 1º com redação determinada pela Lei 11.097/2005. LEI 9.847, DE 26 DE OUTUBRO DE 1999 Dispõe sobre a fiscalização das atividades relativas ao abastecimento nacional de combustíveis, de que trata a Lei 9.478, de 6 de agosto de 1997, estabelece sanções

Leia mais

LEGISLAÇÃO RELACIONADA AOS PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO

LEGISLAÇÃO RELACIONADA AOS PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO LEGISLAÇÃO RELACIONADA AOS PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, DF / 2012 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda Estado do Rio de Janeiro

Câmara Municipal de Volta Redonda Estado do Rio de Janeiro Lei Municipal Nº 3.704 1 CAPÍTULO V DO LICENCIAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS Artigo 68 - Nenhum estabelecimento sediado no município e que se enquadram no presente Código Sanitário poderá funcionar sem prévia

Leia mais

Relatório de Comercialização

Relatório de Comercialização Relatório de Comercialização Outubro 2015 1. Monitoramento do Mercado de Medicamentos Lei nº 10.742, de 6 de outubro de 2003 Define normas de regulação para o setor farmacêutico, cria a Câmara de Regulação

Leia mais

PORTARIA Nº 038/2008-AGED/MA DE 03 DE MARÇO DE 2008.

PORTARIA Nº 038/2008-AGED/MA DE 03 DE MARÇO DE 2008. ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÀRIA E DESENVOLVIMENTO RURAL AGÊNCIA ESTADUAL DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MARANHÃO PORTARIA Nº 038/2008-AGED/MA DE 03 DE MARÇO DE 2008. O DIRETOR

Leia mais

A problemática do diagnóstico, monitoramento e vigilância de zoonoses e a implantação do atestado de óbito veterinário

A problemática do diagnóstico, monitoramento e vigilância de zoonoses e a implantação do atestado de óbito veterinário A problemática do diagnóstico, monitoramento e vigilância de zoonoses e a implantação do atestado de óbito veterinário Fernando Hosomi Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo 1/15 Gerência do Centro

Leia mais

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO.

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO. ANEXO NORMAS SOBRE REQUISITOS, CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS PARA O REGISTRO DE ESTABELECIMENTO, BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO E EXPEDIÇÃO DOS RESPECTIVOS CERTIFICADOS. 1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO,

Leia mais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais Bem Vindos! Prescrição Farmacêutica Aspectos técnicos e legais Quem sou? Prof. Dr José Henrique Gialongo Gonçales Bomfim Farmacêutico Bioquímico 1998 Mestre em Toxicologia USP 2003 Doutor em Farmacologia

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO MERCOSUL/GMC/RES. Nº 3/97 REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Resoluções Nº 11/93 e 91/93 do Grupo

Leia mais

Sistema Integrado de Licenciamento - SIL

Sistema Integrado de Licenciamento - SIL Sistema Integrado de Licenciamento - SIL CERTIFICADO DE LICENCIAMENTO INTEGRADO SECRETARIA ESTADUAL DE GESTÃO PÚBLICA Prefeitura do Município de Tatuí Governo do Estado de São Paulo É importante saber

Leia mais

Ministério Público do Rio Grande do Sul PROMOTORIA DE JUSTIÇA CÍVEL DE ERECHIM

Ministério Público do Rio Grande do Sul PROMOTORIA DE JUSTIÇA CÍVEL DE ERECHIM Procedimento n.º INQUÉRITO CIVIL: 00763.00041/2014 Investigada: ASSOCIAÇÃO CULTURAL E INDUSTRIAL DE ERECHIM TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA No dia 18 de novembro de 2014, o MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

TERMO DE AJUSTE DE CONDUTAS n. 0026/2014/01PJ/SBS

TERMO DE AJUSTE DE CONDUTAS n. 0026/2014/01PJ/SBS Inquérito Civil n.º 06.2014.00002449-0 1.ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE SÃO BENTO DO SUL TERMO DE AJUSTE DE CONDUTAS n. 0026/2014/01PJ/SBS Pelo presente instrumento, o Órgão do MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 276, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 276, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 276, DE 2015 Altera a Lei nº 11.903, de 14 de janeiro de 2009, para aumentar os prazos de implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Leia mais

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES NO BALCÃO DA FARMÁCIA

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES NO BALCÃO DA FARMÁCIA DÚVIDAS MAIS FREQUENTES NO BALCÃO DA FARMÁCIA Neste módulo vamos tratar de situações que envolvem dúvidas quanto à melhor maneira de agir e as práticas permitidas ou não pela legislação, mas que, comumente,

Leia mais

LEI Nº 4.254 DE 12 DE NOVEMBRO DE 2010

LEI Nº 4.254 DE 12 DE NOVEMBRO DE 2010 LEI Nº 4.254 DE 12 DE NOVEMBRO DE 2010 Cria cargos de provimento efetivo de Agente de Combate a Endemias, Auxiliar de Tesouraria, Farmacêutico e Fiscal Ambiental. Bel. PEDRO PAULO PREZZOTTO, Prefeito Municipal

Leia mais