SEGUROS. VidaEconómica ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DA VIDA ECONÓMICA Nº 1398, DE 3 JUNHO DE 2011, E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE

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1 SEGUROS DOSSIER MENSAL SOBRE O MERCADO SEGURADOR VidaEconómica ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DA VIDA ECONÓMICA Nº 1398, DE 3 JUNHO DE 2011, E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Págs. II e III QUALIDADE REGULAÇÃO Pág. IV Pág. V CONSULTÓRIO JURÍDICO Pág. VII

2 II sexta-feira, 3 Junho de 2011 SEGUROS COBERTURAS MAIS CONHECIDAS SÃO SUBSCRITAS ANTES DA PARTIDA, MAS PROTECÇÃO PODERIA SER REFORÇADA Portugueses mais prevenidos antes de viajar Querem ter assistência em viagem, voltar para casa em caso de infortúnio, mas nem sempre acautelam todos os riscos a que a sua viagem pode estar sujeita. Os portugueses estão cada vez mais prevenidos antes de partir para férias e até subscrevem mais seguros de viagem, mas ainda não desfrutam de muitas coberturas porque desconhecem a sua existência ANA SANTOS GOMES Cancelamentos de viagens, atrasos nos voos ou perda de bagagens podem ser pesadelos para quem passou quase um ano a sonhar com as tão merecidas férias, mas grande parte dos portugueses desconhece que estes imprevistos já podem estar cobertos por um seguro de viagem. À medida que a oferta de seguros foi evoluindo nesta área, os cancelamentos de viagens ou até mesmo os atrasos significativos nos voos passaram a estar contemplados no leque de coberturas disponibilizadas pelas seguradoras que comercializam apólices de seguros de viagem, tal com acontece com a perda de bagagem, que acontece com alguma frequência. Aliás, a história tem mostrado que três em cada quatro pessoas que viajam têm algum tipo de problema durante a viagem, o que tem justificado um crescente interesse dos portugueses por seguros de assistência em viagem, que lhes permitam estar apoiados em caso de necessidade de resolução de imprevistos. Uma doença súbita, um acidente, uma emergência ou a recepção de uma má notícia deixam-nos sempre confusos e, por vezes, sem saber a quem recorrer para nos apoiar. Quando estamos longe de casa, estas situações assumem outras proporções, tanto em termos psicológicos como financeiros, explica Nuno Sobral, director comercial da Europ Assistance Portugal, em declarações à Vida Económica. Atentos às necessidades dos consumidores e acompanhando esta tendência de crescente procura, as coberturas disponibilizadas pelas seguradoras são cada vez mais específicas, em maior número e com limites superiores, acrescenta o mesmo responsável. Nuno Sobral lembra também que os portugueses estão cada vez mais precavidos e tendem a planear melhor as suas férias, que figuram no topo da lista de intenções de compra dos portugueses. Isto significa que o gozo das férias está enraizado na nossa cultura e, mesmo apesar da conjuntura económica adversa, as pessoas não colocam em causa o período de descanso, mudando apenas o orçamento alocado para esta finalidade, analisa o director comercial da Europ Assistance. Assistência permanente é a mais valorizada Ter acesso a assistência médica internacional é a prioridade das prioridades para os portugueses que habitualmente subscrevem seguros de viagem antes de partir em férias. Valorizam a disponibilidade deste tipo de assistência nos destinos que escolheram, com cobertura 24 horas por dia e 365 dias por ano, tal como fazem questão que a sua apólice contemple situações de repatriamento ou transporte sanitário de feridos e doentes. Preocupações acrescidas sempre que a viagem envolve travessias aéreas. No Sobral explica que como este tipo de viagens, quer sejam de longo curso ou não, envolvem sempre mais riscos, é natural que nestes casos as pessoas se preocupem mais com a minimização de possíveis imprevistos. Já nas viagens por via terrestre são habitualmente os seguros de saúde ou os seguros de assistência em viagem associados ao automóvel aqueles que mais facilmente são subscritos pelos portugueses que viajam em férias pela estrada fora. Ao comprar um pacote de férias numa agência de viagens é bem possível que o consumidor consiga subscrever, ali mesmo, um seguro para o apoiar em caso de imprevisto. Ainda assim, é imprescindível que o consumidor fique a par de todas as coberturas incluídas na apólice, evitando grandes desilusões em caso de necessidade e dando a possibilidade de ele oar pelo enriquecimento da apólice através da subscrição de coberturas adicionais. Outros consumidores preferem aconselhar-se primeiro com o seu mediador de seguros e há também aqueles que pedem ajuda a um profissional da mediação para o apoiar na subscrição online de coberturas, sobretudo nos casos em que a própria viagem é adquirida na internet, podendo os clientes recorrer a plataformas de comércio electrónico criadas especificamente para os seguros de viagem. Esta é, aliás, uma tendência que se acentua à medida que a compra de viagens na internet se vulgariza, podendo os consumidores subscrever online uma apólice de seguro de viagem à medida das suas necessidades. Mas apesar de a subscrição ser feita através na internet, são ainda muitos os consumidores que recorrem ao aconselhamento profissional do seu mediador para o orientar na subscrição de coberturas. E no futuro, penso que a tendência será para, a par dos outros sectores, aumentar a subscrição de seguros de assistência online, antecipa Nuno Sobral. Zurich lança novo seguro de viagem Zurich Viagens Modular é o novo seguro de viagem da Zurich, que aposta num produto com características modulares para caar clientes que prefiram adaar o seguro às necessidades de cada viagem. O seguro está disponível em quatro módulos fixos de coberturas e capitais, com três níveis diferentes de assistência e mais um nível específico para as viagens que incluem a prática de desportos de neve. O novo seguro está direccionado para clientes particulares, acautelando eventuais riscos em viagens realizadas dentro e fora do país, em períodos que podem ir até aos 90 dias. Disponibiliza cobertura 24 horas por dia e inclui protecção contra extravio de bagagens, despesas imprevistas em medicamentos e hospitais e garantia de cancelamento de viagem. Generali reforça seguro para embarcações de recreio A Generali relançou em Maio o seu seguro GenMar, para embarcações de recreio, durante a realização da regata Troféu Generali, organizada pela Associação Naval de Lisboa. A nova oferta da seguradora inclui a cobertura de assistência náutica no pacote base do seguro, reforçando a protecção daqueles que utilizam a sua embarcação para momentos de desporto ou lazer. Já na lista de coberturas adicionais, que podem ser subscritas facultativamente, o GenMar inclui cobertura de danos próprios reforçada com a garantia de remoção de destroços. Para os praticantes de desportos náuticos, a Generali disponibiliza também uma cobertura adicional para participação em regatas.

3 SEGUROS sexta-feira, 3 Junho de 2011 III COLECCIONÁVEL SEGUROS PARA FÉRIAS SEGURO DE VIAGEM Serve para proteger as pessoas de imprevistos que possam ocorrer durante a sua viagem. É composto por várias garantias, que vão desde a assistência em viagem, passando pelo cancelamento ou interrupção de viagem, perda ou roubo de bagagem e, eventualmente, garantias de capital por morte ou invalidez permanente. DESTINOS SEGUROS As garantias previstas no contrato são válidas em todo o mundo, exceo naqueles territórios em que, por conflitos internos, situações de guerra ou outros motivos de força maior não imputáveis ao serviço de assistência, se torne neles impossível garantir uma prestação de serviços segura e eficaz. Em Portugal, são válidas as garantias que façam referência explícita à assistência em território nacional. COBERTURAS DE ASSISTÊNCIA EM VIAGEM A PESSOAS (mais comuns) - Pagamento de despesas médicas, cirúrgicas, farmacêuticas e de hospitalização no estrangeiro - Acompanhamento da Pessoa Segura hospitalizada - Pagamento despesas médicas em Portugal - Repatriamento ou transporte sanitário de feridos ou doentes e vigilância médica - Transporte ou repatriamento após morte de Pessoa Segura - Transporte ou repatriamento das restantes Pessoas Seguras - Transporte de ida e volta para familiar e respectiva estadia - Prolongamento de estadia em Hotel - Adiantamento de fundos no estrangeiro CANCELAMENTO DE VIAGEM Seguro prevê a possibilidade de a pessoa segura ser indemnizada pelos gastos irrecuperáveis da viagem no caso de ter de cancelar ou interromper por motivos imprevistos, tais como doença súbita, morte de familiar, mudança emprego, e outras situações que impeçam a pessoa de viajar. SEGURO AUTOMÓVEL Além de garantir o pagamento de indemnizações por danos provocados a terceiros (cobertura de obrigatória), pode incluir o serviço de assistência em viagem. Antes de partir para férias, é conveniente que esteja bem informado sobre as coberturas que dispõe neste âmbito. SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA A VEÍCULOS E OCUPANTES Serviço de assistência para viagens de automóvel, garantindo assistência ao próprio veículo em caso de avaria, acidente ou roubo, assim como das pessoas que viajam no mesmo. COBERTURAS DE ASSISTÊNCIA EM VIAGEM A VEÍCULOS (mais comuns) - Desempanagem e reboque do veículo - Transporte do veículo - Alojamento dos ocupantes do veículo - Transporte dos ocupantes do veículo - Recuperação do veículo OUTRAS COBERTURAS - Perda, dano, furto ou roubo de bagagem - Atraso na recepção de bagagem - Cancelamento antecipado de viagem - Interrupção da viagem SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS Prevê o pagamento de uma indemnização em dinheiro em caso de morte ou invalidez permanente do viajante SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL POR DANOS Suporta o pagamento de eventuais indemnizações devidas a terceiros por danos provocados durante a viagem SEGURO DE SAÚDE Se está coberto por apólice de seguro de saúde, reúna informação sobre os prestadores de cuidados de saúde convencionados com a sua seguradora que estão disponíveis no destino de férias. Anote nome, moradas e contactos telefónicos para usar em caso de necessidade.

4 IV sexta-feira, 3 Junho de 2011 SEGUROS EDUARDO PINTO DIRECTOR-GERAL DA ART CORRETORES DE SEGUROS, SA António Vilela homenageado na COPAPROSE Fórum Segur Art No passado dia 20 de Maio de 2011 o Grupo ART, constituído pelas empresas ART Corretores Seguros, ARTKapital, Alcanç ART, ARTSinistros e Conta 95, organizou um fórum de esclarecimento de ideias com temas actuais para as empresas clientes e potenciais. Estiveram presentes neste evento cerca de uma centena de pessoas, empresários, administradores, quadros seniores das áreas de direcção geral e financeira, assim como quadros ligados à área do ambiente. Os temas abordados no evento dividiram-se em duas grandes linhas. Uma na área financeira e outra na responsabilidade civil. No primeiro tema foram destacados o nível e risco de investimento e perspectivas de evolução dos mercados financeiros, apresentado pelo Dr. José Santos Teixeira, presidente da Oimize Investiment Partners. Pela Cosec, companhia de seguros de crédito, na pessoa da Dr.ª Cláudia Vasconcelos, coordenadora comercial, foi abordada a temática de seguros de crédito e as linhas de apoio ao crédito comercial. Na área da responsabilidade civil, após exposição da Dr.ª Nídia Costa, Gestora de Responsabilidades, foram esclarecidos os presentes, relativamente ao Decreto-Lei 147/2008, de 29 de Julho, que aborda a Responsabilidade Civil Ambiental, assunto que tantas dúvidas têm gerado. Na mesma área o director-geral em Portugal da Chartis Europe Dr. Nuno Simão Antunes, abordou o seguro de Responsabilidade Civil de administradores e gestores (D&O). Entenderam promover este evento baseado no facto de vivermos tempos de enorme incerteza para as empresas e para quem as gere, contribuindo assim para uma melhor elucidação e esclarecimentos das referidas temáticas, bem como em conjunto, encontrar soluções de futuro. Decorridos alguns dias do evento, podemos afirmar em jeito de balanço final que o Fórum organizado pelo Grupo ART foi extremamente positivo, elucidativo e apontou diversos caminhos para a resolução de algumas temáticas. Contribuíram para uma clarificação das recentes alterações legislativas no âmbito da responsabilidade civil, responsabilidade ambiental, seguros de crédito e linhas de apoio e investimento. (Opinião colhida junto dos participantes). O Grupo ART considera que os objectivos foram largamente alcançados, projecta já um novo Fórum, igualmente com temáticas interessantes e actuais. O Grupo ART vê a actividade seguradora de forma abrangente, intensa, responsável e independente, tendo por isso nos seus quadros profissionais com elevada competência e alto sentido de responsabilidade. O clima de incerteza económica e financeira está a contribuir decididamente para uma maior consciencialização do Grupo ART. Investindo o mesmo em formação contínua dos seus colaboradores, na qualidade dos seus serviços (única empresa do distrito de Aveiro certificado pela ISO 9001/2008 na área da mediação de seguros. A clareza, o rigor e a transparência foram os motivos para a criação do Provedor do Cliente ART na pessoa do Dr. José Pedro, objectivo que estamos a prosseguir em prol do Cliente. A mediação de Seguros de crédito é a finalidade da ARTKapital, uma empresa do grupo ART cuja esfera de actuação está centrada nos distritos de Aveiro e Coimbra, sendo o primeiro agente exclusivo parceiro de confiança da empresa COSEC. A ARTKapital acompanha algumas das maiores empresas destes distritos, atendimento personalizado da sua carteira de clientes, procurando de forma permanente, obter as melhores soluções técnicas e económicas que vão ao encontro das necessidades dos parceiros com quem trabalha. A ART Corretores Seguros S.A. completou recentemente o seu 40º aniversário. A satisfação e a fidelização dos seus clientes através do contínuo aperfeiçoamento dos serviços prestados e consultadoria de seguros continuam a ser a missão da mesma. Profissionalismo, independência face ao mercado segurador, confidencialidade, satisfação plena do cliente e espírito de equipa são os valores deste Grupo. Por todos os motivos evidenciados e pela sua representação no Mercado, o qual lhes exige responsabilidades sérias, promoveram o evento Fórum Segur Art Anos a gerir os seus valores. ISP cancela registo de 3201 mediadores O Instituto de Seguros de Portugal cancelou no ano 2010 o registo de 3201 mediadores de seguros. Mais de 80% desses cancelamentos foram efectuados por intervenção oficiosa do instituto, que tem poder para cancelar o registo dos mediadores de seguros sempre que não estejam reunidas as condições legais para o exercício da actividade. Foi o que aconteceu com 1461 mediadores anteriormente inscritos no ISP, que não celebraram o contrato de seguro de responsabilidade civil obrigatório para dar continuidade à actividade e viram, por isso, a sua inscrição cancelada. Também por impossibilidade de contacto por um período superior a 90 dias, por via postal ou por correio electrónico, é justificado o cancelamento da inscrição de mediadores de seguros. Foi o que aconteceu com 501 mediadores em A ausência de qualquer contrato com uma empresa de seguros justificou ainda o António Vilela, que até ao final de 2010 desempenhou o cargo de presidente da APROSE, foi homenageado X Congresso Regional da Confederação Panamericana de Produtores de Seguros (COPAPROSE), a 20 de Maio, na Cidade do Panamá. António Vilela foi galardoado com a Medalha de Ouro por relevantes serviços prestados à confederação e à profissão. A COPAPROSE foi fundada em 1967, tem sede no Panamá e representa actualmente as associações nacionais de corretores e agentes de seguros de toda a América Latina, Brasil, Estados Unidos, Espanha e Portugal. Em foi presidida pelo português Olímpio de Magalhães. António Vilela foi conselheiro principal entre e participou também em vários congressos e seminários organizados pela confederação, como orador e formador. cancelamento de 405 inscrições no ano passado, a que se juntaram mais 285 cancelamentos por incumprimentos das condições de acesso ou exercício da actividade. Em 2010 o ISP procedeu ainda ao cancelamento da inscrição de 549 mediadores, a pedido dos próprios ou dos seus familiares, em caso de falecimento. Além dos 3201 cancelamentos, o ISP procedeu também à suspensão de 592 inscrições. O Regime Jurídico da Mediação de Seguros prevê a possibilidade de o ISP suspender o registo dos mediadores quando estes passem a exercer funções incompatíveis com a actividade de mediação ou ainda nos casos de cessação de todos os contratos escritos celebrados pelo mediador de seguros ligado com uma ou várias empresas de seguros. Neste último caso, a suspensão passará a cancelamento se no prazo de um ano não for celebrado um novo contrato. Data 6/06/11 6 a 8/06/11 7/06/11 7/06/11 7/06/11 CALENDÁRIO DE EVENTOS DA ACTIVIDADE SEGURADORA JUNHO/2011 CONSULTE ONLINE EM Evento Local Contactos e informações Organização Cidade Endereço Telefone Fax Web page Curso: Seguros Saúde elearning elearning INETESE Curso: Instrumentos de Controlo de Gestão Curso: Qualificação de agentes, corretores de seguros Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS apseguradores. elearning R. Rodrigo Fonseca, 41 APS apseguradores. Curso: Acidentes de Trabalho elearning elearning INETESE Curso: Técnicas de Negociação elearning elearning INETESE /06/11 Workshop: Introdução ao Solvência II (8/06/11 início) 9/06/11 13/06/11 13/06/11 15 e 16/06/11 Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS apseguradores. Curso: Análise de Risco elearning elearning INETESE Curso: Modalidades de Seguros Vida Clássico elearning elearning INETESE Curso: Contrato de Seguro elearning elearning INETESE Curso: Seguro Automóvel elearning elearning INETESE BIPAR 2011 Annual Meetings and General Assembly 16/06/11 3rd International Insurance Conference 27/06 a 1/07/11 Curso: Loss Reserving (actuariado) Bélgica, Bruxelas Greece, Athens Hotel Sofitel BIPAR Divani Apollon Palace & Spa CEA Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS apseguradores.

5 SEGUROS sexta-feira, 3 Junho de 2011 V Semestralmente o Instituto de Seguros de Portugal emite a revista Fórum que aborda artigos de grande interesse para o público em geral e de reconhecido interesse e mérito para os profissionais do sector em particular, como no caso do signatário que tem o privilégio de receber um dos 1000 exemplares que compõem a sua tiragem. Na 30ª publicação podemos ver o que denomino de conta corrente da constituição de seguradoras no período que vai de 1975 a Deparamos com um conjunto de seguradoras que iniciaram a sua actividade e depressa chegaram à conclusão que era melhor irem para outras lides, como também outras que foram vendidas ou incorporadas noutros grupos ou ainda as que mudaram de nome, dado que com o barulho das luzes já nem conseguiam vender uma caixa de fósforos quando Lisboa estivesse às escuras, quanto mais venderem seguros. Mas, mesmo assim, continuamos a constatar que de semestre mais semestre e pese embora a crise económica que afecta alguns países e em especial Portugal, não deixamos de verificar com agrado que passámos a ter em finais de 2010 um conjunto de 587 seguradoras, divididas nos seguintes segmentos: 57 companhias de seguro Vida, 493 seguradoras Não Vida e 37 mistas. Para igual período da anuidade anterior tínhamos 554 seguradoras, isto é, mais 33 seguradoras. Contudo, é curioso verificar que os mediadores decresceram 4,58%, isto é, passaram de para LUIZ FILIPE ACTASEGUROS-CORRETORES DE SEGUROS, SA Se toda a ferramenta que conhece é o martelo No que concerne aos corretores, também se sentiu uma redução, no caso em apreço de 5%, passando dos então 100, para 95, dos quais 94 são pessoas colectivas, registando-se apenas um singular. Mas se não temos um mercado maduro de seguros, como é possível esta apetência por novas empresas? Bem sabemos que algumas desdobram-se em nomes vários, embora pertencendo à mesma entidade, dizendo que é para segmentação do mercado, subdividindoo grosso modo em mercado de retalho, telefónico e bancário. Pensamos que o cerne da questão (ou o cherne, como dizia a mulher do político, talvez a pensar naquele peixe romboidal que atinge quase 1 metro de comprimento) seja como chegar ao cliente, de uma forma rápida, com artes agressivas, para aderir, pagando quase sem pensar. Muitas vezes é apresentarem-se nas empresas com o papão de que através do mediador ou corretor o seguro é mais caro e que até podem reflectir no preço a comissão que deixam de pagar. Dividir para reinar, pois como é possível a um qualquer cliente saber onde estão as melhores condições e cotações perante a panóplia de companhias existentes, se não for através dum corretor ou mediador oficial de seguros? Recordo-me do meu avô, quando dizia: Se a única ferramenta que conhece é o martelo, todo o problema que aparece você pensa que é prego. Ou seja, se em seguros a única coisa que o cliente sabe é do preço, então todo o problema que discute é cêntimo. Tranquilidade oferece seguro de estomatologia Até ao final de Junho, a Tranquilidade está a oferecer um ano gratuito de seguro de estomatologia Sanos Sorriso aos clientes que subscreverem seguros dos ramos Automóvel e Multirriscos Habitação. A campanha Ganhe um Sorriso pretende estimular a venda cruzada de seguros e está a ser promovida na rádio e pontos de venda da seguradora. A iniciativa prevê que os Médis reembolsa em 72 horas A Médis anunciou o lançamento de um novo serviço de registo de despesas online, que permite aos seus clientes participar à seguradora as despesas que tiver efectuado e acelerar o processo de reembolso dos valores pagos, na percentagem prevista na apólice. Com a introdução das informações no site, a Médis assegura a concretização dos reembolsos no prazo de 72 horas após a recepção Contact Center da Mapfre distinguido clientes que já tenham subscrito um dos produtos abrangidos pela promoção possam beneficiar da oferta mediante a subscrição do segundo seguro desta campanha. O Sanos Sorriso é o seguro de estomatologia da Tranquiidade que dá acesso a descontos na rede de médicos e clínicas convencionados com a seguradora, sem limites de capital e sem períodos de carência. dos documentos originais, que deverão ser remetidos à seguradora por correio. Com esta medida, a Médis pretende não só acelerar o processo de reembolso, aumentando a satisfação do cliente, mas também reduzir a carga administrativa associada à gestão de reembolsos e disponibilizar o acesso permanente dos clientes ao estado evolutivo do seu processo de reembolso. O SIM 24, contact center da Mapfre, foi eleito pela Associação Portuguesa de Contact Centers e pela Grupês Serviços como o melhor Call e Contact Center 2011 na 7ª Conferência dos Contact Centers Portugal Esta é a segunda vez que a Mapfre vê o seu contact center conquistar o primeiro prémio nesta distinção (tinha vencido em 2008). Mas a seguradora conta já no seu currículo com dois segundos lugares (em 2007 e 2010) e um terceiro lugar (em 2009). O primeiro prémio reconhece, uma vez mais, a excelência do serviço que diariamente prestamos aos nossos clientes. Pretendemos, com uma postura proactiva e de antecipação às constantes mudanças de hábitos de consumo, necessidades dos nossos clientes e mercado em geral, superar amplamente as expectativas de quem utiliza os nossos serviços, refere a Mapfre em comunicado. O SIM 24 - Serviço de Informação Mapfre está disponível através do número e foi criado com o objectivo de facilitar a comunicação do cliente com a seguradora. Chartis nomeia Nélson Ferreira para liderar Linhas Financeiras A Chartis nomeou Nélson Ferreira como o novo director do Departamento de Linhas Financeiras da seguradora em Portugal, sucedendo a Nuno Simão Antunes, que ascendeu entretanto a directorgeral da companhia. Nélson Ferreira está na Chartis há 14 anos. Já desempenhou funções nos departamentos de gestão de contas, contratações de seguros e departamento de controlo e chegou mesmo a liderar o departamento financeiro da empresa, em Paris. Foi também gestor de reconciliações para o mercado europeu. O novo responsável da Chartis tem 37 anos, é licenciado em Economia pela Open University, no Reino Unido, e conta com um diploma em Gestão Financeira Internacional atribuído pela Damelin Management, School, em Joanesburgo, na África do Sul.

6 VI sexta-feira, 3 Junho de 2011 SEGUROS Delegação de tarefas na mediação pode ser uma oportunidade Se a crescente delegação de tarefas das seguradoras na mediação for moderada e razoável, poderá ser encarada como uma oportunidade, assume Luís Teixeira Neves, director-geral da sociedade de Mediação de Seguros Morinev, que aposta num relacionamento transparente com os clientes para garantir a sua fidelização Vida Económica Como caracteriza o mercado geográfico em que a vossa empresa se insere? Qual é a maior preocupação dos clientes neste momento? Luís Teixeira Neves Queremos estar presentes nas duas principais zonas metropolitanas do País: Grande Lisboa e Grande Porto. Abrimos o 1º escritório em Leça da Palmeira porque já estávamos numa fase mais avançada em termos de carteira de clientes, mas estamos já este ano a focalizar nossa atenção para a zona da Grande Lisboa, onde depositamos grandes expectativas, uma vez que têm características diferentes, sendo que, nesta última, a dimensão média de clientes quanto a volume de prémios é significativamente superior. Admitimos chegar ao final do corrente ano com carteira possivelmente já muito equilibrada em termos geográficos. Por certo, nestas duas zonas estarão clientes do mais exigente que haverá no País e a ter de enumerar a maior preocupação, neste momento, o factor preço, é decisivo, embora e felizmente em muitos casos queiram saber quem é/será a seguradora em termos de credibilidade/rating (segurança). VE Como definiria um óimo serviço prestado pelas seguradoras à mediação? LTN O atendimento telefónico é um bom exemplo. Em dois ou três contactos ficamos logo com dada impressão do tipo e nível de organização da seguradora. Tempo de espera/modo como se trata, se encaminha etc., são o grande cartão de vista da seguradora. Válido não só para mediadores mas ainda mais para clientes que em algum momento terão de falar com a seguradora. Respostas rápidas e claras ao que colocamos. Um site bem concebido e que nos permita realizar sem in- É sempre possível melhorar nossa relação com os clientes, independentemente da seguradora, garante Luís Teixeira Neves. comodar a seguradora grande parte de dadas tarefas. Sinistros será sempre uma das áreas mais importantes. O modo como se trata o cliente, rapidez e, numa palavra, bom senso que em muitos casos é preciso ter são aspectos que marcam. Um cliente bem tratado quando tem uma chatice, isto é, um sinistro, memoriza a sua seguradora, passa a dar-lhe um outro valor do que quando faz o seguro. E nós por tabela. VE A relação seguradoras/mediadores condiciona a relação mediadores/clientes? Apesar daquela, é possível melhorar esta? LTN Claro que pode afectar, mas, felizmente, não temos tido razões de queixa. E é sempre possível melhorar nossa relação com os clientes, independentemente da seguradora. Importante é o que se diz, como se explicam os principais aspectos no momento em que efectua um seguro. Se o trabalho aí é bem feito, grande parte de possíveis problemas mais tarde são eliminados ou reduzidos. Falar claro desde o início. Deixar claro, por exemplo, algumas das questões e princípios fundamentais em seguros, como sejam a questão do valor sempre foco possível de desentendimentos em caso de sinistro máxima boa-fé, indemnização, riscos cobertos o que se cobre/entendimento e o que não se cobre, etc. Uma abordagem bem feita e clara deste tipo questões que considero chave são o essencial para uma futura relação sã. Costumo dizer a clientes que oxalá nunca venha a precisar do seguro que está a fazer porque é bom sinal e explicando que, no fundo, uma seguradora mais não é do que uma gestora de um fundo comum em que todos contribuímos para pagar aos que tenham a infelicidade de o azar (sinistro) lhe bater à porta. Frequentemente, as reacções que vamos tendo ao que vamos explicando vão-nos dando desde logo também indicações preciosas do tipo de pessoa/potencial cliente com que estejamos a falar. VE A delegação de tarefas na mediação de seguros por parte das seguradoras é uma ameaça ou oportunidade? LTN Parece-me que é uma oportunidade desde que moderada e razoável, porque, de contrário, a questão da transferência de custos da seguradora para o mediador pode transformar-se numa ameaça. Questão interessante e a aprofundar nos próximos tempos. VE Que medidas adoam quando as seguradoras com que colaboram estão desinteressadas ou não têm a solução mais adequada aos interesses de determinado cliente? LTN Somos multimarca, entre outras razões, por situações deste tipo. Mudar de vida aos 50 anos Depois de 28 de trabalho na actividade seguradora, em Moçambique e em Portugal, Luís Teixeira Neves aproveitou o embalo da onda de fusões e aquisições que atingiu o sector na década de noventa e deixou a companhia onde trabalhava para se dedicar à mediação. Contou, na época, com o apoio do filho mais velho, que já se dedicava à actividade, e juntos fundaram, em 2009, a Morinev. Garante que o passado segurador tem sido útil para facilitar o presente como mediador e destaca o contacto mantido com o mercado ressegurador para entender este negócio à escala mundial, que lhe permitia ter uma noção mais clara da pequenez da nossa realidade.

7 SEGUROS sexta-feira, 3 Junho de 2011 VII CONSULTÓRIO JURÍDICO Co-mediação agente/corretor de seguros CORVACEIRA GOMES Departamento jurídico/director Executivo APROSE Caso intervenham, num mesmo contrato de seguro, vários mediadores de seguros, estes são solidariamente responsáveis pelos actos de intermediação praticados Na sequência do artigo publicado no suplemento anterior acerca dos subagentes de seguros, na qualidade de Associado da APROSE e, enquanto agente de seguros com sociedade de mediação registada no ISP e mandatário em Portugal de duas seguradoras estrangeiras com sede na União Europeia, gostaria de saber se para além de outros agentes, posso envolver corretores de seguros na distribuição de produtos provenientes das seguradoras que represento no nosso país? Não obstante, em termos de ocorrência, a situação que se pretende implementar em termos de rede comercial não ser muito frequente já o sendo a relação inversa, corretor/agente, informamos que, no nosso entendimento, a mesma tem pleno cabimento legal, não existindo, desde que salvaguardados determinados pressupostos, quaisquer impedimentos à sua concretização. De igual modo, também nenhum impedimento legal existe para o caso em que o mediador principal seja um corretor de seguros e o secundário ou nãoprincipal tenha igualmente o estatuto de corretor, consubstanciando uma verdadeira relação de co-mediação horizontal, ou seja, entre mediadores com a mesma categoria legal. Obviamente que, como é sabido, em Portugal, a alínea c) do artigo 8º do Decreto-Lei n.º 144/2006, de 31 de Julho, vulgo lei da mediação de seguros, define a categoria de corretor de seguros como aquela em que a pessoa singular ou colectiva exerce a actividade de mediação de seguros de forma independente face às empresas de seguros, baseando a sua actividade numa análise imparcial de um número suficiente de contratos de seguro disponíveis no mercado que lhe permita aconselhar o cliente tendo em conta as suas necessidades específicas. Para além das condicionantes quanto ao exercício da actividade que são impostas a estes mediadores de seguros pela própria definição legal da categoria e estatuto de corretor, o regime legal da mediação de seguros também os obriga, por um lado, enquanto critérios aferidores da independência com que devem actuar em relação às empresas de seguros (onde se incluem, as sociedades gestoras de fundos de pensões), a cumprir as regras de dispersão da carteira de seguros previstas no artigo 30º da Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro, e, por outro, a sua estrutura societária não pode, igualmente, constituir um risco para a independência e imparcialidade deste operador face às mesmas seguradoras. Daí que, no pressuposto de que no âmbito da relação de co-mediação entre o agente e o corretor de seguros, este último não seja colocado em situação de falta de independência face às empresas de seguros, tendo sempre que basear a sua actividade numa análise imparcial de um número suficiente de contratos de seguro disponíveis no mercado, a relação de co-mediação será possível e absolutamente legal. A independência do corretor, na relação de co-mediação, já poderia ser susceível de ser colocada em causa, se, quanto à oferta de determinados produtos de seguros e por força do relacionamento estabelecido com o agente que assume a posição de principal, o corretor ficasse impossibilitado de oferecer aos seus clientes um número suficiente de contratos de seguros ou ficasse obrigado a propor, eventualmente, apenas aquele que lhe é disponibilizado pelo agente principal. Importa notar que, tal como acontece na relação seguradora/corretor em que o legislador não exige a redução a escrito do respectivo contrato de colaboração comercial, também na relação de co-mediação em que o corretor desempenha as funções de mediador não-principal tal formalismo não se impõe, em rigor embora se aconselhe por razões de segurança e certeza jurídica uma vez que o n.º 2 do artigo 39º do Decreto-Lei n.º 144/2006 apenas o prescreve para os agentes que promovem a celebração de contratos por intermédio de outros mediadores de seguros. O corretor de seguros apenas não poderá colaborar comercialmente com os mediadores de seguros ligados, não somente porque o estatuto legal destes intermediários o não permite, por regra, como, por força do disposto no n.º 3 do artigo 39º do diploma supracitado, nos contratos de seguro em que intervenha um mediador de seguros ligado, não pode intervir qualquer outro mediador de seguros, com a excepção dos casos de co-seguro, em que já se permite, de igual modo, a co-mediação de seguros entre um corretor e um mediador de seguros ligado. Também se estabelece no n.º 1 do artigo 39º do Decreto-Lei n.º 144/2006 que, por um lado, caso intervenham, num mesmo contrato de seguro, vários mediadores de seguros, estes são solidariamente responsáveis perante os segurados, os tomadores de seguro e as empresas de seguros pelos actos de intermediação praticados, e, por outro, o contrato assim co-intermediado integra a carteira do mediador que o coloque na empresa de seguros. Significa isto que, no caso em que da conduta dos co-mediadores resultem danos ou prejuízos para os segurados, tomadores e seguradoras, quer o agente principal quer o corretor poderão responder pela prestação integral e esta a ambos libera, não sendo de excluir, não obstante a existência do seguro de responsabilidade civil profissional, o direito de regresso entre os mesmos ou entre as seguradoras que cobrem o risco das suas actividades, na medida das respectivas culpas e das consequências que delas advieram. No que toca à titularidade da carteira assim intermediada, sem prejuízo de se estabelecer na lei que em caso de co-mediação os contratos de seguros assim colocados nas seguradoras integram a carteira do agente principal, tal solução não parece impedir, e não impede de facto, que, desde que se acorde previamente nesse sentido e se adoem os procedimentos necessários à identificação e autonomização da carteira que adveio ao agente através do corretor, designadamente por meios informáticos, a mesma carteira possa ser revertida a favor deste último uma vez terminada a relação de co-mediação. Resta referir, por último, que a remuneração atribuída ao corretor pelo agente que assume a posição de mediador principal não releva para efeito do cumprimento das regras de dispersão da carteira aplicáveis aos corretores de seguros, porquanto as mesmas, atendendo à titularidade da carteira, são consideradas como remuneração do agente e o corretor não tem, por conseguinte, de as comunicar ao Instituto de Seguros de Portugal aquando do cumprimento do dever de reporte, no anexo relativo às remunerações do ficheiro Excel apenas tem o dever de indicar as remunerações pagas por empresas de seguros e sociedades gestoras de fundos de pensões.

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