Secretaria Municipal do Ambiente e Urbanismo Subsecretaria de Meio Ambiente

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Secretaria Municipal do Ambiente e Urbanismo Subsecretaria de Meio Ambiente"

Transcrição

1 ESTUDO TÉCNICO PARA CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO MUNICIPAL EM COSTÃO ROCHOSO NO MUNICIPIO DE MARICÁ - RJ Andréa Paulina de Figueredo, Bruno Fuerte, Carlos Eduardo Vieira Marins, Déborah Dias Costa, Diego Nogueira, Luiza Barroso Belém, Marcus Antônio Lacerda, Tiago de Paula e Vanessa Oliveira. Secretaria Municipal do Ambiente e Urbanismo Subsecretaria de Meio Ambiente Resumo Este trabalho visa expor a metodologia utilizada na criação de uma Unidade de Conservação Municipal de Proteção Integral, na categoria Monumento Natural Municipal, o monumento geológico da Pedra de Itaocaia, localizada entre os loteamentos Itaocaia Valley e Jardim Atlântico, em Itaipuaçú, Maricá-RJ, denominado Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia, com a sigla MONAMUPI. Os objetivos de criar a UC foram conciliar o progresso com a conservação do ambiente rumo ao desenvolvimento sustentável do município, agregar outros valores às necessárias iniciativas de criação de empregos e geração de renda, reforçar internacionalmente a vocação ambiental de Maricá, atrair cada vez mais visitantes e investimentos. O resultado foi a criação do Monumento Natural Municipal Pedra de Itaocaia, através da Lei nº 2326, de 16 abril de O instrumento de gestão utilizado foi a criação do Grupo de Trabalho de Áreas Naturais Protegidas, vinculado a Secretaria Municipal do Ambiente e Urbanismo, que contou com o apoio da Secretaria de Estado do Ambiente, através do Programa de Incentivo e Apoio às UCs Municipais, vinculado à Superintendência de Biodiversidade. Este documento apresenta as justificativas técnicas e as metodológicas para a criação da unidade de conservação municipal, tais metodologias servem como base para outros municípios criarem seus próprios instrumentos para implementar unidades de conservação, resguardar a paisagem natural para a presente e para as futuras gerações, assim como preservar a diversidade de flora e fauna. Palavras-chave: área natural protegida; meio ambiente Maricá; Momumento Natural Municipal Pedra de Itaocaia Introdução A população de Maricá cresceu 55,37% em 8 anos, passou de (IBGE) em 2000, para (projeção IBGE/DPE/COPIS) em 2008, a pressão do crescimento urbano sobre as áreas verdes é notoria e necessita de políticas públicas para ordenar o crescimento nas áreas permitidas e conter o crescimento nas áreas de proteção. A população das proximidades da Pedra de Itaocaia tem um baixo poder aquisitivo e não possui infraestrutura urbana, não há saneamento ambiental adequado, havendo a utilização de poços para abastecimento de água e utilizam fossa, filtro e sumidouro nas residênciais. Os corpos hídricos que nascem, infiltram e morrem no município, estão localizadas entre 50 e 600 metros a.n.m., havendo uma grande importância de sua preservação já que são os rios de Maricá que abastecem os lençóis freáticos da região que são utilizados para abastecimento humano. O Plano Diretor de Maricá, Lei Complementar nº 145 de 10 de outubro de 2006, determina que as áreas entre 50 e 100 metros a.n.m. devem ser destinadas a criação de

2 Unidades Conservação de Uso Sustentável e que as áreas acima de 100 metros a.n.m. devem ser destinadas a criação Unidades de Conservação de Proteção Integral, conforme art. 7º e 8º da Lei nº 9985 de 18 julho de A política de desenvolvimento de Maricá é de incentivo ao crescimento industrial, com a atração de indústrias decorrentes das atividades do Comperj (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro) como Polo Naval, e construção de grandes empreendimentos imobiliários, como o condomínio Alphaville, portanto justifica-se a necessidade da criação de Unidades de Conservação para conter o crescimento desordenado em áreas verdes, que muitas vezes resultam na favelização de encostas. A Secretaria Municipal do Ambiente e Urbanismo criou o Grupo de Trabalho de Áreas Naturais Protegidas GTAP, através da Portaria 003, em 24 de março de 2010, para estudar e propor um Plano Municipal de Áreas Naturais Protegidas no município de Maricá, que de pronto deu início aos estudos técnicos e descobriu o potencial de criação de UC em Maricá na cota de 100 metros a.n.m., de acordo com o artigo 32 do Plano Diretor de Maricá que considera essas áreas como Unidades de Proteção Integral. Essas áreas cobrem cerca de hectares, como mostra a figura 2, podendo arrecadar até R$ ,00/ano ICMS Ecológico para o município, além de atrair visitantes, educar e entreter a população e ao mesmo tempo, proteger amostras da natureza impar do município. Outras justificativas encontram-se na caracterização ambiental do município. O município de Maricá está inserido na Zona Costeira do Estado do Rio de Janeiro e é coberto por vários fragmentos de Mata Atlântica. Tanto a Zona Costeira quanto a Mata Atlântica são considerados Patrimônio Nacional pelo 4º do artigo 225 da Constituição da República Federativa do Brasil. A Mata Atlântica abriga cerca de espécies de pássaros, mamíferos, répteis e anfíbios 5% de todos os vertebrados da Terra. Vivem na Mata Atlântica 60% de todas as espécies de animais ameaçadas do Brasil, incluindo-se quase 200 espécies endêmicas de pássaros. O Brasil é líder no mundo em diversidade de primatas, com 77 espécies e subespécies identificadas até o presente. Destas, 26 encontram-se na Mata Atlântica, sendo 21 espécies endêmicas. Algumas das espécies mais carismáticas da Mata Atlântica incluem o mico-leãodourado, o muriqui, o papagaio-da-cara-roxa e a preguiça-preta. A Mata Atlântica também apresenta em torno de espécies de plantas, representando 8% do total existente no planeta. Nos anos 90 pesquisadores do New York Botanical Garden contaram 458 espécies arbóreas em 2,5 acres. E novas espécies da flora e da fauna continuam a ser descobertas a cada ano. A estrutura florestal da Mata Atlântica apresenta múltiplos estratos de vegetação que sustentam vegetação extremamente rica, que inclui uma espantosa diversidade de samambaias, musgos e epífitas como lianas, orquídeas e bromélias. A Pedra de Itaocaia é um monumento granítico (Brasil, 1983), contendo vegetação nativa de Mata Atlântica em excelente estado, com fauna diversificada, tendo sido citada pelo naturalista Charles Darwin, quando de sua passagem pelo município, em No Estado do Rio de Janeiro, os ecossistemas de mata atlântica e costões rochosos encontramse altamente ameaçados, entre outras áreas, como restingas, manguezais e ambientes marinhos. A criação e implantação do Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia - MONAMUPI - está alinhado aos compromissos internacionais do Brasil em proteger o ambiente, conforme metas estabelecidas pela ONU. A área proposta para o Monumento Natural encontra-se protegida por diversos dispositivos legais, ressaltando-se a Constituição Federal de 1988, a Constituição do Estado do Rio de Janeiro, o Decreto 4.340/02, a Lei Complementar nº 145, de 10 de outubro de 2006, Plano Diretor do Município de Maricá e a Lei 2272/08, Lei de Uso e Ocupação do Solo que considera a Pedra de Itaocaia uma Zona de

3 Conservação Permanente da Vida Silvestre. A criação e implementação do MONAMUPI, à parte de todas as vantagens ambientais que acarreta, deslancha um aumento do ICMS Ecológico do município, conforme prevê a Lei nº 5.100, de 04 de outubro de 2007 e o Decreto nº de 27 de dezembro de 2007, que trata dos repasses do ICMS Ecológico aos municípios que, entre outros equipamentos, possua unidades de conservação de proteção integral no seu território. A Secretaria do Ambiente e Urbanismo criou o Fundo Municipal de Proteção e Conservação Ambiental, Lei nº 2292 de 16 de abril de 2009, que, no inciso VIII do art. 2º, determina o ICMS ecológico como receita do Fundo, isto é garante a utilização do ICMS ecológico na proteção e conservação do meio ambiente. O principal instrumento da implantação da unidade é o Plano de Manejo, que será elaborado com a participação de universidades, empresas, associações civis e ONGs que atuam localmente, no prazo de cinco anos da criação da unidade, conforme determina o SNUC. Constata-se, portanto, que o MONAMUPI proporciona grandes benefícios para o município de Maricá. Metodologia Primeiramente foi criado o Grupo de Trabalho de Áreas Naturais Protegidas, que iniciou reuniões periódicas para estudo das áreas com características que se enquadrassem nas Unidades de Conservação definidas pelo SNUC Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Após análise das áreas que compreendam 100 metros a.n.m., de acordo com o Artigo 32 do Plano Diretor de Maricá, sendo identificado as áreas potenciais a serem enquadradas em Unidades de Conservação, foi escolhida a Pedra de Itaocaia para iniciar os estudos por se tratar de uma área de pequeno porte o que facilitou os Estudos Técnicos, já que equipe estava iniciando o trabalho. A Pedra de Itaocaia se encontra próxima ao Parque Estadual da Serra da Tiririca e a APA de Maricá, o que se tornou um incentivo a iniciar por Itaocaia pela importante proximidade das Unidades de Conservação ambiental o que permite a realização de posterior corredor ecológico, envolvendo ações sociais e de políticas públicas para recuperação e conservação de áreas de interstício com o intuito de garantir ligações entre as unidades, possibilitando tanto as aves quanto outros animais de circularem pelas Unidades de Conservação, aumentando a variabilidade genética das plantas e aumentando a preservação das espécies. Foram usados estudos técnicos do DNPM Departamento Nacional de Produção Mineral - que também foi utilizado na criação do Parque Estadual da Serra da Tiririca, pois a formação geológica das Pedras e Serras encontrados no Município são as mesmas. As feições geológicas da Pedra de Itaocaia remontam a tempos pré-cambrianos, sendo fruto de uma granitogênese provocada no decurso de um choque da placa tectônica americana com a africana, no ciclo brasiliano, há cerca de milhões de anos. Seu embasamento rochoso é uma exposição de gnaisses facoidais de fácies sintectônicas da Suíte Intrusiva Serra dos Órgãos (Brasil, 1983). Estas rochas originaram, por decomposição, solos predominantemente rasos. As partículas minerais, transportadas pela ação das chuvas, por ventos e, principalmente, por processos gravitacionais, depositaram-se nas rampas menos íngremes ou acumulararam-se em frestas dos paredões rochosos. Os solos são básicamente podzolicos vermelho amarelo álico, podzólico vermelho escuro eutrófico, litossolo e formações turfosas. A Pedra de Itaocaia pertence a unidade geomorfológica de Colinas e Maciços Costeiros, caracterizada por possuir textura fraturada e dobrada e apresentar pães-de-açucar e serras

4 orientadas. Apresenta também blocos falhados basculados para o noroeste, cujas encostas convexas expõem diáclases curvas. Em linhas gerais pode-se definir um Monumento Natural como uma ocorrência natural terrestre, contendo um ou mais aspectos paisagísticos que, pela singularidade, raridade, beleza ou representatividade - em termos ecológicos, estéticos, científicos e culturais é recomendado sua proteção na forma de uma Unidade de Conservação, conforme categoria prevista no Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza SNUC (Lei 9.985/00), no artigo 12. O objetivo básico do monumento natural é preservar sítios naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica. O Monumento Natural Municipal pode ser constituído por áreas particulares, desde que seja possível compatibilizar os objetivos da unidade com a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários ( 1º). Havendo incompatibilidade entre os objetivos da área e a as atividades privadas ou não havendo aquiescência do proprietário às condições propostas pelo órgão responsável pela administração da unidade para coexistência do Monumento Natural Municipal com o uso da propriedade, a área deve ser desapropriada, de acordo com o que dispõe a Lei ( 2º). A visitação pública está sujeita às condições e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, às normas estabelecidas pelo órgão responsável por sua administração e àquelas previstas em regulamento ( 3º). A Pedra de Itaocaia se enquadra na definição de Monumento Natural e outro motivo que impulsionou o GTAP a escolher esta categoria foi que, a pesar de ser Área de Proteção Integral, não há necessidade de desapropriação, havendo compatibilidade com o uso sustentável, caso exista propriedade privada dentro da área do Monumento Natural Monumento, sendo relevante já que o município não tem capacidade de pagamento pela área desapropriada. A administração se dá com base no Plano de Manejo, leis e regulamentos gerais, bem como por manuais de procedimentos elaborados pelo órgão executivo da política ambiental do município. Após concluído os estudos foi montada uma apresentação em slides e marcada a primeira Consulta Pública na Escola Municipal Professor Ataliba de Macedo Domingues no Bairro onde se localiza a Pedra de Itaocaia, com o intuito de apresentar a proposta aos moradores locais, tal Consulta foi divulgada no Jornal Oficial de Maricá e divulgada pelo bairro. Nesta primeira Consulta Pública, onde estiveram presentes os moradores diretamente atingidos pela proposta de Unidade de Conservação foi pedido, por eles, o aumento da área delimitada para o Monumento Natural em questão, foi então realizada uma segunda Consulta Pública, realizada na Escola Municipal Rita Cartacho também localizada nas proximidades da Pedra de Itaocaia, apresentando o acréscimo da área como foi pedido na primeira Consulta, mas na segunda Consulta, o acréscimo da área entrou em conflito e o resultado foi continuar com as delimitações da primeira proposta. O Estudo Técnico, que deve ser levado em conta sempre a situação socioeconômica da região atingida, junto ao Projeto de Lei de Criação do Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia foram encaminhados a Câmara dos Vereadores para sua aprovação, chegando à Câmara os vereadores não compreenderam os estudos realizados necessitando uma reunião com os vereadores para explicação, sendo pedido por eles uma Audiência na Câmara, após pedido os vereadores acabaram aprovando o Projeto de Lei sem realização da Audiência na Câmara. Foi publicado no Jornal Oficial de Maricá a Lei n 2326 de 16 de abril de 2010 que cria o MONAMUPI Monumento Natural da Pedra de Itaocaia, de acordo com o Parágrafo único do Artigo 32 do Plano Diretor onde lê-se Estas unidades deverão ser criadas por Lei específica.

5 Resultados e Discussão Como resultado das periódicas reuniões do GTAP, dos Estudos Técnicos, das Consultas e Projeto de Lei, foi sancionada a Lei 2326/10 que dispõe sobre a criação do Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia no município de Maricá. Foi decretada também a Zona de Amortecimento provisória, como trata o 1 do Artigo 1 da Lei 2326/10 com 79,11 hactares, tendo como base cartográfica IBGE/DSG, escala de 1: datura horizontal SAD 69 e sistema de coordenadas UTM, figura 4. O Monumento Natural tem como objetivo, de acordo com o Artigo 3 desta Lei, preservar a beleza cênica e ecológica da Pedra de Itaocaia, proteger ecossistemas com grande potencial para oferecer oportunidades de visitação, aprendizagem, interpretação, educação, pesquisa, recreação, inspiração, relaxamento e atividades espirituais ambientalmente compatíveis, estimular o turismo e a geração de emprego e renda. A utilização econômica da propriedade privada, localizada nos limites do Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia, ficará sujeita às condições propostas pelo órgão gestor, de acordo com o 1 do Artigo 5 desta Lei, assim como a utilização econômica da propriedade privada localizada na Zona de Amortecimento provisória fica sujeita à autorização específica junto ao órgão gestor do Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia, vedada a supressão da vegetação a corte raso, como dispõe o 3 do mesmo Artigo, já sendo previsto na Lei que a administração do Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia fará gestão junto ao Estado do Rio de Janeiro, para a criação do corredor ecológico com o Parque Estadual da Serra da Tiririca e a Área de Proteção Ambiental de Maricá e gestão em mosaico do conjunto de Unidades de Conservação vizinhas ou próximas. No processo de criação do MANAMUPI, depois de fortes chuvas, um pedaço geológico se desprendeu da Pedra de Itaocaia atingindo casas na área abaixo, o estudo feito pela DRM Departamento Estadual de Recursos Minerias avaliou o monumento como instável, necessitando de estudos mais precisos e ações efetivas para prevenir o desprendimento de mais partes ou a segurança das moradores próximos caso seja inevitável o desprendimento de mais pedaços, sendo este o maior desafio do gestor do MONAMUPI, pois uma ação errônea pode resultar na morte de pessoas e destruição de casas, desta forma projetos devem ser realizados para conseguir recursos, junto a Câmara de Compensação do Estado, para que estudos mais profundos sejam realizados e ações eficazes sejam escolhidas par realizar a conservação e segurança do MANAMUPI e dos moradores da redondeza. A grande vantagem da criação do MONAMUPI, além de proteção e conservação já mencionada no texto acima, é a possibilidade de conseguir recursos para a gestão da Unidade de Conservação, seja através de Câmara de Compensação do Estado, repasse de ICMS ecológico ou parcerias, possibilitando uma ação eficaz e duradoura que contará com fiscalização direta e intensa no local.

6 Tabelas e/ou figuras Figura 1 Imagem aérea da Pedra de Itaocaia

7 Pedra de Itaocaia Figura 2 Potencial de Maricá para criação de UC, acima de 100 metros a.n.m.

8 RJ Monumento Natural Municipal Pedra de Itaocaia Parque Estadual da Serra da Tiririca Figura 3 Localização MONAMUPI

9 Figura 4 limites do MONAMUPI e Zona de Amortecimento

10 Conclusões Como conclusão dos trabalhos realizados destacamos a importância da instituição do GTAP para iniciar, facilitar e dar andamento contínuo as ações de criação de unidades de conservação, destacando também a ajuda do Governo do Estado em auxílio ao GTAP quando necessário, facilitando os trabalhos. Outro dispositivo importante foi a criação do Fundo Municipal de Proteção e Conservação Ambiental que garante o uso do ICMS ecológico na política ambiental. Os Estudos Técnicos são insuficientes quando não levado em conta o contexto sócio econômico da área afetada. Se torna mais fácil iniciar os Estudos pelas áreas menores para adiquirir experiência e depois agir nas áreas maiores, que demandarão resursos, estudos mais complexos, fazendo uso das informações obtidas de outras unidades por apresentarem caráter similar de fauna e flora. A criação de Unidades de Conservação geram muitos conflitos por ser uma ação nova no município trazendo muitas dúvidas quanto ao uso das áreas afetadas, iniciando por áreas menos problemáticas, além de facilitar os trabalhos, mostra aos poucos a população as intenções e como é realizando, nas ultimas unidades o acesso com a população é cada vez menos conflitante. Agradecimentos Os agradecimentos são para toda a equipe do GTAP que não mede esforços frente as dificuldades de realização dos estudos e aprovação da Lei, sinceros agradecimentos também a equipe do Programa de Unidades de Conservação da Secretaria de Estado do Ambiente, Alba Simon, Paulo Bidegain, Telmo Borges, Francine Ramalho, Julieta Freschi, João Cesar, Evandro Sathler, Paulo Vinicius Rufino Fevrier, Cássio Garcez, Leandro Gomes. Agradecimentos aos outros funcionários que não estão oficialmente no GTAP, mas que participam ativamente das reuniões, estudos e consultas ajudando significantemente nos resultados obtidos. Referências MACHADO FILHO, L. et alii. Geologia. In: BRASIL. DNPM. Projeto RADAMBRASIL. Folhas SF.23 Rio de Janeiro e SF.24 Vitória, Rio de Janeiro, 1983 (Levantamento de Recursos Naturais, 32) Lei nº 2326 de 16 de abril 2010 Cria o Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia. Lei nº 2292 de 16 de abril de 2009 cria Fundo Municipal de Proteção e Conservação Ambiental Lei nº 9985, de 18 de Julho de 2000 Cria Sistema Nacional de Unidades de Conservação Lei nº 2272/08 Regulamenta o Uso e Ocupação do Solo Lei nº 5100/07 que regulamenta o ICMS ecológico Decreto nº 41101/07 que regulamenta o ICMS ecológico Decreto nº 4340/02 Regulamenta a criação de Unidades de Conservação e Plano de Manejo. Lei Complementar nº 145, de 10 de outubro de 2006 Plano Diretor de Maricá Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 IBGE Instituto Brasileiro de Geogragia e Estatística

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Unidades de Conservação SNUC Sistema Nacional de Unidades de Conservação Sistema Nacional de Unidades de Conservação Lei

Leia mais

Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6. Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo

Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6. Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6 Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo Justificativa: Art. 225 da Constituição Federal: SNUC: Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente

Leia mais

As Questões Ambientais do Brasil

As Questões Ambientais do Brasil As Questões Ambientais do Brasil Unidades de conservação de proteção integral Existem cinco tipos de unidades de conservação de proteção integral. As unidades de proteção integral não podem ser habitadas

Leia mais

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00. 1. Conceitos Básicos

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00. 1. Conceitos Básicos UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00 1. Conceitos Básicos a) unidade de conservação: espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes,

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

Ministério do Meio Ambiente IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Unidade de Conservação Área geograficamente estabelecida para se alcançar um objetivo específico de conservação por meio do uso controlado dos recursos biológicos

Leia mais

Curso de Especialização de Gestão Pública e Meio Ambiente. Disciplina de Legislação Ambiental. Professora Cibele Rosa Gracioli

Curso de Especialização de Gestão Pública e Meio Ambiente. Disciplina de Legislação Ambiental. Professora Cibele Rosa Gracioli Curso de Especialização de Gestão Pública e Meio Ambiente Disciplina de Legislação Ambiental Professora Cibele Rosa Gracioli SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA - SNUC Lei 9.985 de

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Previsão Legal Objetivos Categorias Finalidades Gestão do Sistema Quantitativos Outros Espaços Protegidos Distribuição Espacial Relevância O Brasil possui alguns

Leia mais

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( )

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( ) 1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR NOME / RAZÃO SOCIAL *: End.: rua/av *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: Telefone *: ( ) FAX *: ( ) e-mail: CNPJ (CGC/MF n.º) *: CGC/TE n. *: CPF/CIC n. *: End. P/ correspondência:

Leia mais

Unidades de Conservação no âmbito da Lei Estadual 20.922/13 e a Mineração. Carlos Leite Santos Tales Peche Socio

Unidades de Conservação no âmbito da Lei Estadual 20.922/13 e a Mineração. Carlos Leite Santos Tales Peche Socio Unidades de Conservação no âmbito da Lei Estadual 20.922/13 e a Mineração. Carlos Leite Santos Tales Peche Socio 0 Junho/2013 Introdução A contribuição da Vale no processo de conservação e preservação

Leia mais

Conselho Gestor APA DA VÁRZEA RIO TIETÊ GTPM

Conselho Gestor APA DA VÁRZEA RIO TIETÊ GTPM Conselho Gestor APA DA VÁRZEA RIO TIETÊ GTPM I.UNIDADE DE CONSERVAÇÃO Espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente

Leia mais

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Setembro/2013 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 1. O que são unidades de conservação (UC)?

Leia mais

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS OBJETIVO Esta chamada tem por objetivo financiar projetos relacionados a ações de gestão e avaliação

Leia mais

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015 CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, conhecida como Política

Leia mais

Líderes da Conservação - Instituto de Desenvolvimento Sustentável

Líderes da Conservação - Instituto de Desenvolvimento Sustentável Líderes da Conservação - Instituto de Desenvolvimento Sustentável Considerada uma das mais avançadas do mundo. Sua estrutura começou a ser composta em 1981, a partir da Lei 6.938. Da Política Nacional

Leia mais

Ação 14- Indicação de Áreas Protegidas para Criação de Unidades de Conservação (incluindo nascentes e trechos de cursos de água com Classe Especial)

Ação 14- Indicação de Áreas Protegidas para Criação de Unidades de Conservação (incluindo nascentes e trechos de cursos de água com Classe Especial) 180 SUB-PROGRAMA 7 USO DO SOLO Áreas Protegidas Este Sub-Programa contempla uma única ação, que trata da Indicação de Áreas Protegidas para Criação de Unidades de Conservação (incluindo nascentes e trechos

Leia mais

GLOSSÁRIO: - MEIO URBANO; - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL; - RISCOS AMBIENTAIS; - IMPACTO SIGNIFICATIVO.

GLOSSÁRIO: - MEIO URBANO; - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL; - RISCOS AMBIENTAIS; - IMPACTO SIGNIFICATIVO. FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DISCIPLINA: NAI PROFESSORA: Drª CÁTIA FARIAS GLOSSÁRIO: - MEIO URBANO; - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL; - RISCOS AMBIENTAIS; -

Leia mais

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO UNIDADES DE CONSERVAÇÃO espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público com objetivo

Leia mais

RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO

RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO O QUE SÃO Reservas da Biosfera? - Reservas da Biosfera são áreas de ecossistemas terrestres ou aquáticos estabelecidas para promoverem soluções

Leia mais

Grupo Temático: Áreas de Proteção. Ambiental Natural. Coordenador: Walter Koch. Facilitador: Karla. Relator:Eloísa

Grupo Temático: Áreas de Proteção. Ambiental Natural. Coordenador: Walter Koch. Facilitador: Karla. Relator:Eloísa Grupo Temático: Áreas de Proteção Coordenador: Walter Koch Facilitador: Karla Ass.: Ass.: Ass.: Relator:Eloísa Porto Alegre, 06 e 07 de maio de 2006. No. Grupo Temático 58 Áreas de Proteção Rejeitado Proposta

Leia mais

Unidades de Conservação da Natureza

Unidades de Conservação da Natureza Unidades de Conservação da Natureza Emerson A. de Oliveira, MSc., Doutorando em Ciências Florestais/Conservação da Natureza - UFPR Técnico Especializado - DAP/SBF/MMA Rio do Sul - SC Julho, 2009 DEFINIÇÕES

Leia mais

Resolução SEMAD nº 318, de 15 de fevereiro de 2005. (Publicação - Diário do Executivo - "Minas Gerais" - 18/02/2005)

Resolução SEMAD nº 318, de 15 de fevereiro de 2005. (Publicação - Diário do Executivo - Minas Gerais - 18/02/2005) Page 1 of 10 Resolução SEMAD nº 318, de 15 de fevereiro de 2005 Disciplina o cadastramento das unidades de conservação da natureza e outras áreas protegidas, bem como a divulgação periódica das informações

Leia mais

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N o 2.602, DE 2010 Susta os efeitos do Decreto nº 7.154, de 9 de abril de 2010. Autora: Deputado SARNEY FILHO Relator:

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores Fotografias PauloHSilva//siaram Saber Mais... Ambiente Açores Convenção Diversidade Biológica O que é a Convenção da Diversidade Biológica? A Convenção da Diversidade Biológica é um acordo assinado entre

Leia mais

Vista Aérea do Rio de Janeiro

Vista Aérea do Rio de Janeiro ECOTURISMO E ESTRATÉGIAS COLABORATIVAS PARA A SUSTENTABILIDADE DOS PARQUES NATURAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Marcos Cohen, D.Sc. Departamento de Administração - IAG Rio de Janeiro 30 de Outubro de 2012

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

APA da Serra da Meruoca

APA da Serra da Meruoca SENADOR INÁCIO ARRUDA SENADO FEDERAL O Senador Inácio Arruda iniciou sua vida pública ainda na década de 80. Servidor público e eletrotécnico, foi eleito vereador em 1988, deputado estadual em 1990 e deputado

Leia mais

IMPACTOS AMBIENTAIS SOBRE A ZONAS DE ESPECIAL INTERESSE AMBIENTAL DE VILA VELHA DECORRENTES DAS ALTERAÇÕES NO PDM

IMPACTOS AMBIENTAIS SOBRE A ZONAS DE ESPECIAL INTERESSE AMBIENTAL DE VILA VELHA DECORRENTES DAS ALTERAÇÕES NO PDM IMPACTOS AMBIENTAIS SOBRE A ZONAS DE ESPECIAL INTERESSE AMBIENTAL DE VILA VELHA DECORRENTES DAS ALTERAÇÕES NO PDM YGO SILVESTRE DE DEUS Biólogo/Mestrando em Ecologia ygo.deus@gmail.com Condicionantes da

Leia mais

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP)

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP) Lei 4771 versão em vigor II área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2 o e 3 o desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos

Leia mais

Nosso Território: Ecossistemas

Nosso Território: Ecossistemas Nosso Território: Ecossistemas - O Brasil no Mundo - Divisão Territorial - Relevo e Clima - Fauna e Flora - Ecossistemas - Recursos Minerais Um ecossistema é um conjunto de regiões com características

Leia mais

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Aspectos relacionados com a Legislação Florestal / Mineração LEI FEDERAL 12651/12 Engª Amb. Adriana Maira Rocha Goulart Divisão de Apoio e Gestão dos Recursos

Leia mais

Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se

Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo

Leia mais

12/06/2015. Erosão em voçoroca CONCENTRAÇÃO GLOBAL DE CO2 ATMOSFÉRICO TRATAMENTO DE ÁREAS DEGRADADAS NÍVEIS DE GÁS CARBÔNICO EM MAUNA LOA (HAWAI)

12/06/2015. Erosão em voçoroca CONCENTRAÇÃO GLOBAL DE CO2 ATMOSFÉRICO TRATAMENTO DE ÁREAS DEGRADADAS NÍVEIS DE GÁS CARBÔNICO EM MAUNA LOA (HAWAI) DESMATAMENTO ECOLOGIA Unidade 5 MADEIRA CARVÃO PASTAGENS AGRICULTURA MINERAÇÃO LOTEAMENTOS DESMATAMENTO DESMATAMENTO RONDÔNIA RONDÔNIA EROSÃO - DESMATAMENTO - SOLO DESPROTEGIDO - CHUVAS - DESAGREGAÇÃO

Leia mais

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011.

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011. 1 - APRESENTAÇÃO A Área de Proteção Ambiental (APA) Serra Dona Francisca, localizada no município de Joinville/SC, com área mapeada de 40.177,71 ha, foi criada através do Decreto n 8.055 de 15 de março

Leia mais

PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO NATURAL NO SUL MERIDIONAL DA SERRA DO ESPINHAÇO

PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO NATURAL NO SUL MERIDIONAL DA SERRA DO ESPINHAÇO PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO NATURAL NO SUL MERIDIONAL DA SERRA DO ESPINHAÇO Ronald Carvalho Guerra Diretor de Meio Ambiente Prefeitura Municipal de Ouro Preto Gerente da APA da Cachoeira das Andorinhas -

Leia mais

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial João Albuquerque - Outubro/ 2009 Reservas da Biosfera-A escala dos Biomas Art. 41. A Reserva da Biosfera é um modelo, adotado internacionalmente,

Leia mais

GESTÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

GESTÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO GESTÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL APA José Fernando (Zéca) Bianca 1. Objetivo Informar agentes de transformação social: instituições representantes do poder público; da sociedade

Leia mais

Servidão Florestal e ICMSE como ferramentas de conservação em terras privadas

Servidão Florestal e ICMSE como ferramentas de conservação em terras privadas Servidão Florestal e ICMSE como ferramentas de conservação em terras privadas MISSÃO da ONG Preservação Engajar proprietários nas ações de conservação e recuperação da Mata Atlântica em terras privadas.

Leia mais

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO UNIDADES DE CONSERVAÇÃO LINHA DO TEMPO - PRINCIPAIS MARCOS 1992 ECO-92, RIO DE JANEIRO, BRASIL. INSTITUIÇÃO DE CONVENÇÕES, NO ÂMBITO DA ONU: CONVENÇÃO DA DIVERSIDADE BIOLÓGICA CDB; CONVENÇÃO DE MUDANÇAS

Leia mais

Projeto de Fortalecimento e Intercâmbio de Mosaicos de Áreas Protegidas na Mata Atlântica

Projeto de Fortalecimento e Intercâmbio de Mosaicos de Áreas Protegidas na Mata Atlântica Documento de referência RBMA: Subsídios para Marco Regulatório de Mosaicos de Áreas Protegidas versão 1.0 agosto 2009 I Definição e base conceitual: 1 Os mosaicos foram definidos no SNUC a partir de: LEI

Leia mais

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano **

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano ** AVALIAÇÃO SOBRE AS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDA ATRAVÉS DO ECOTURISMO NO CAMINHO DO MAR PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR NÚCLEO ITUTINGA PILÕES Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos

Leia mais

Marco legal, definições e tipos

Marco legal, definições e tipos Unidades de conservação Marco legal, definições e tipos Prof. Me. Mauricio Salgado " Quando vier a Primavera, Se eu já estiver morto, As flores florirão da mesma maneira E as árvores não serão menos verdes

Leia mais

ÍNDICE. II.5.2.3 - Áreas Protegidas... 1/6. II.5.2.3.1 - Unidades de Conservação na Região - UCs... 1/6

ÍNDICE. II.5.2.3 - Áreas Protegidas... 1/6. II.5.2.3.1 - Unidades de Conservação na Região - UCs... 1/6 2330-00-EIA-RL-0001-00 Julho de 2010 Rev. nº 00 GASODUTO DO PARÁ ÍNDICE II.5.2.3 - Áreas Protegidas... 1/6 II.5.2.3.1 - Unidades de Conservação na Região - UCs... 1/6 II.5.2.3.2 - Áreas Prioritárias para

Leia mais

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA No Brasil, as leis voltadas para a conservação ambiental começaram a partir de 1981, com a lei que criou a Política Nacional do Meio Ambiente. Posteriormente, novas leis

Leia mais

Unidades de Conservação do Estado do Maranhão

Unidades de Conservação do Estado do Maranhão SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL Unidades de Conservação do Estado do Maranhão Lívia Karen Ribeiro de Paula Souza Superintendente

Leia mais

sobre cartilha N 1 abrindo os caminhos... critérios plano de MaNeJo Área de amortecimento comunidade

sobre cartilha N 1 abrindo os caminhos... critérios plano de MaNeJo Área de amortecimento comunidade a sobre s a d de dúvi eps e ar suas p e o r i d T o cip ntaçã par ti impla cê pode vo nte como ositivame p cartilha N 1 abrindo os caminhos... critérios plano de MaNeJo Área de amortecimento comunidade

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 368, DE 2012

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 368, DE 2012 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 368, DE 2012 Altera a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, para dispor sobre as Áreas de Preservação Permanentes em áreas urbanas. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Leia mais

Recursos Naturais e Biodiversidade

Recursos Naturais e Biodiversidade 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 Florestas Gestão dos Recursos Hídricos Qualidade e Ocupação do Solo Proteção da Atmosfera e Qualidade

Leia mais

Legislação Pesqueira e Ambiental. Prof.: Thiago Pereira Alves

Legislação Pesqueira e Ambiental. Prof.: Thiago Pereira Alves Técnico em Aquicultura Legislação Pesqueira e Ambiental Prof.: Thiago Pereira Alves SNUC Conceito É o conjunto organizado de unidades de conservação protegidas (federais, estaduais, municipais) que, planejado,

Leia mais

IMÓVEIS PRIVADOS EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DE DOMÍNIO PÚBLICO

IMÓVEIS PRIVADOS EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DE DOMÍNIO PÚBLICO IMÓVEIS PRIVADOS EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DE DOMÍNIO PÚBLICO Agosto de 204 Compensação de Reserva Legal Compensação em processos de Licenciamento Essa licença não vale para fotos e ilustrações, que permanecem

Leia mais

Atlas ambiental do município de Itanhaém 2012. Capítulo 6 - Conservação ambiental

Atlas ambiental do município de Itanhaém 2012. Capítulo 6 - Conservação ambiental Capítulo 6 - Conservação ambiental 71 72 6.1 Unidades de Conservação As Unidades de Conservação da Natureza (UCs) constituem espaços territoriais e mari- 46 55' 46 50' 46 45' nhos detentores de atributos

Leia mais

Módulo fiscal em Hectares 20 10 16 12

Módulo fiscal em Hectares 20 10 16 12 CÓDIGO FLORESTAL COMO SE REGULARIZAR O QUE É CÓDIGO FLORESTAL? O Código é uma lei que estabelece limites e obrigações no uso da propriedade,, que deve respeitar a vegetação existente na terra, considerada

Leia mais

SHS-381 Gestão de Áreas Protegidas. Prof. Victor E. L. Ranieri. Aula 2

SHS-381 Gestão de Áreas Protegidas. Prof. Victor E. L. Ranieri. Aula 2 SHS-381 Gestão de Áreas Protegidas Prof. Victor E. L. Ranieri Aula 2 Aula passada... Perda da biodiversidade é um macro problema de âmbito global. Muitos instrumentos podem ser usados para atacar este

Leia mais

SNUC - SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

SNUC - SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Prof. Dr. Thiago Leite Engenheiro Florestal (UnB-DF) Mestrado em Ciências Ambientais e Florestais com ênfase em Educação Ambiental (UnB-DF) Doutorado em Ciências Florestais com ênfase em Agroecologia (UnB-DF)

Leia mais

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura Planejamento da Propriedade Agrícola (APP e RL) Eng o. F tal. Msc. João Carlos Teixeira Mendes Dept o. Ciências Florestais ESALQ/USP Estação Experimental

Leia mais

SEMIPRESENCIAL DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA MATERIAL COMPLEMENTAR UNIDADE I PROFESSOR: EDUARDO PACHECO

SEMIPRESENCIAL DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA MATERIAL COMPLEMENTAR UNIDADE I PROFESSOR: EDUARDO PACHECO SEMIPRESENCIAL DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA MATERIAL COMPLEMENTAR UNIDADE I PROFESSOR: EDUARDO PACHECO 2 - Marco político, normativo e de contexto nacional 2.1 - Marco político atual para

Leia mais

O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. Restrições x Oportunidades

O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. Restrições x Oportunidades O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA Restrições x Oportunidades Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável SDS Dr. Gilney Amorim Viana ASPECTOS REGULATÓRIOS RELEVANTES Código Florestal:

Leia mais

Unidades de Conservação Federal, Mineração e Elaboração de Planos de Manejo

Unidades de Conservação Federal, Mineração e Elaboração de Planos de Manejo Unidades de Conservação Federal, Mineração e Elaboração de Planos de Manejo Belém-PA Dezembro/2012 Proteger o patrimônio natural e promover o desenvolvimento socioambiental Portaria MME N 882, de 25

Leia mais

MOSAICO DE ÁREAS PROTEGIDAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA - MAPES

MOSAICO DE ÁREAS PROTEGIDAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA - MAPES MOSAICO DE ÁREAS PROTEGIDAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA - MAPES ACADEBIO Agosto de 2012 Suiane Benevides Marinho Brasil /RVS Rio dos Frades / Sec. Executiva do COMAPES EXTEMO SUL DA BAHIA CORREDOR CENTRAL

Leia mais

CRÉDITO AMBIENTAL PAULISTA PARA AS RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL CAP/RPPN. Pagamento por Serviços Ambientais

CRÉDITO AMBIENTAL PAULISTA PARA AS RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL CAP/RPPN. Pagamento por Serviços Ambientais CRÉDITO AMBIENTAL PAULISTA PARA AS RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL CAP/RPPN Pagamento por Serviços Ambientais Projeto CAP/RPPN Secretaria do Meio Ambiente Fundação Florestal FF Coordenadoria

Leia mais

Prof. Charles Alessandro Mendes de Castro

Prof. Charles Alessandro Mendes de Castro ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE -NOVO CÓDIGO FLORESTAL MINEIRO LEI 20922/13 Prof. Charles Alessandro Mendes de Castro ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE(APPs) ART. 8º - São aquelas cobertas ou não por vegetação

Leia mais

ECOSSISTEMAS HUMANOS CLASSES GERAIS

ECOSSISTEMAS HUMANOS CLASSES GERAIS ECOSSISTEMAS HUMANOS CLASSES GERAIS CLASSIFICAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS HUMANOS Classe 1 - ECOSSISTEMA NATURAL MADURO ( Floresta Amazônica ); Classe 2 - ECOSSISTEMA NATURAL CONTROLADO (SNUC); Classe 3 - ECOSSISTEMA

Leia mais

EDITAL Nº 001/2014 CADASTRO DE INSTITUIÇÕES INTERESSADAS EM PARTICIPAR DO CONSELHO CONSULTIVO DO PARQUE NATURAL MUNICIPAL FAZENDA ATALAIA

EDITAL Nº 001/2014 CADASTRO DE INSTITUIÇÕES INTERESSADAS EM PARTICIPAR DO CONSELHO CONSULTIVO DO PARQUE NATURAL MUNICIPAL FAZENDA ATALAIA EDITAL Nº 001/2014 CADASTRO DE INSTITUIÇÕES INTERESSADAS EM PARTICIPAR DO CONSELHO CONSULTIVO DO PARQUE NATURAL MUNICIPAL FAZENDA ATALAIA Considerando a Lei Federal nº 9.985, de 18 de julho de 2000, que

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL. Zoneamento Ambiental. Espaços Territoriais especialmente protegidos ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.

GESTÃO AMBIENTAL. Zoneamento Ambiental. Espaços Territoriais especialmente protegidos ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL GESTÃO AMBIENTAL Zoneamento Ambiental Espaços

Leia mais

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL: EDUCANDO E APRENDENDO COM A NATUREZA

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL: EDUCANDO E APRENDENDO COM A NATUREZA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL: EDUCANDO E APRENDENDO COM A NATUREZA Soraya Carvalho Pereira Rocha (Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal/Universidade Aberta do Brasil Universidade de Brasília) Kátia

Leia mais

Zoneamento. No caso desse exercício, as UTBs de interesse são as Unidades de Conservação (ou UC).

Zoneamento. No caso desse exercício, as UTBs de interesse são as Unidades de Conservação (ou UC). Zoneamento O Zoneamento é o instrumento de ordenação territorial usado para atingir melhores resultados no manejo de qualquer unidade territorial básica (UTB). No caso desse exercício, as UTBs de interesse

Leia mais

Laudo Técnico Ambiental

Laudo Técnico Ambiental E-MAIL: tnm_1984@hotmail.com Laudo Técnico Ambiental Atendimento a Notificação Nº 104/2013 Laudo Anual para Atender as exigências da Lei nº 4.123 de 04 de maio de 2007. Ano de referência: 2012 Valinhos

Leia mais

CHAMADA DE PROPOSTAS Nº 1/2015

CHAMADA DE PROPOSTAS Nº 1/2015 Programa Áreas Protegidas da Amazônia Departamento de Áreas Protegidas Secretaria de Biodiversidade e Florestas Ministério do Meio Ambiente CHAMADA DE PROPOSTAS Nº 1/2015 APOIO FINANCEIRO AO PROCESSO DE

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DA MINERAÇÃO

DESENVOLVIMENTO DA MINERAÇÃO Ministério de Minas e Energia Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral UNIDADES DE CONSERVAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DA MINERAÇÃO II ENCONTRO DE GERENTES DE EXPLORAÇÃO MINERAL Desafios das

Leia mais

Publicada no Diário Oficial do Amapá Nº. 4635 de 07/12/2009.

Publicada no Diário Oficial do Amapá Nº. 4635 de 07/12/2009. 1 Publicada no Diário Oficial do Amapá Nº. 4635 de 07/12/2009. GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE (COEMA) RESOLUÇÃO COEMA nº. 018/2009 Dispõe sobre os procedimentos para a concessão

Leia mais

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Técnico: Maria das Dores de V. C. Melo Coordenação Administrativa-Financeira:

Leia mais

FUNDAÇÃO TOYOTA DO BRASIL

FUNDAÇÃO TOYOTA DO BRASIL FUNDAÇÃO TOYOTA DO BRASIL Criada em 2009 Unificação dos esforços sociais da Toyota do Brasil Respeito pelo meio ambiente Contribuir com o desenvolvimento sustentável Promover a sustentabilidade, por meio

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO CTASP. PROJETO DE LEI N o 2.593, DE 2011

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO CTASP. PROJETO DE LEI N o 2.593, DE 2011 PROJETO DE LEI N o 2.593, DE 2011 Altera a delimitação da Reserva Particular do Patrimônio Natural Emílio Einsfeld Filho em Santa Catarina e dá outras providências. Autor: Deputado Onofre Santo Agostini

Leia mais

Mineração e Áreas Protegidas

Mineração e Áreas Protegidas Márcio Silva Pereira Salvador, 08.06.2010 Rua da Assembléia, 66-17 Andar - Centro - Rio de Janeiro / RJ - CEP: 20011-000 tel: (55 21) 2114-1700 - fax: (55 21) 2114-1717 - http://www.svmfa.com.br I. Recursos

Leia mais

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS Secretaria de Estado do Meio SEMA-MT Roteiro Básico de Projeto de Desoneração de Área de Reserva Legal (ARL) 1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I T E M N º. D O C U M E N T O S E X I G I D O S O B S E

Leia mais

Licenciamento Ambiental Manejo Arbóreo na cidade de São Paulo

Licenciamento Ambiental Manejo Arbóreo na cidade de São Paulo Licenciamento Ambiental Manejo Arbóreo na cidade de São Paulo Engº Agrº José Daniel Barbosa de Barros Conceitos e Definições Meio Ambiente: conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem

Leia mais

Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM

Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM Formação Socioambiental 3º Encontro Planejando intervenções Polo 6 P.E. Serra do Mar Núcleo Caraguatatuba Algo que pode provocar ou, também, inspirar...

Leia mais

Mosaicos de áreas protegidas. Gestão integrada - o desafio da articulação interinstitucional

Mosaicos de áreas protegidas. Gestão integrada - o desafio da articulação interinstitucional Mosaicos de áreas protegidas Gestão integrada - o desafio da articulação interinstitucional Curso Introdução a Gestão de UCs Rio Branco, junho 2008 SNUC Art. 26. Quando existir um conjunto de unidades

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003

PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003 COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003 Institui o Programa Nacional de Apoio aos Produtos Nativos do Cerrado e dá outras providências. Autor: Deputado

Leia mais

LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA. Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos

LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA. Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Cerrado no Estado de São Paulo Artigo 1º

Leia mais

Art. 6 o O SNUC será gerido pelos seguintes órgãos, com as respectivas atribuições:

Art. 6 o O SNUC será gerido pelos seguintes órgãos, com as respectivas atribuições: SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO CF/88 art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS 1. Quais os casos passíveis de licenciamento ambiental junto ao setor Anexo III Áreas Verdes do (DLA), visando a Autorização Ambiental Municipal? São passíveis de licenciamento ambiental pelo Anexo III:

Leia mais

A Mineração em Unidades de Conservação

A Mineração em Unidades de Conservação A Mineração em Unidades de Conservação Mina de Água Limpa Foto: Marcelo Rosa ESSENCIALIDADE DA MINERAÇÃO O Banco Mundial já se pronunciou destacando a imprescindibilidade da mineração para a vida em sociedade:

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOAO PESSOA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO EXERCÍCIO: 200 ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ÓRGÃO: Projeto/Atividade Objetivo Denominação da Meta Unid.

Leia mais

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE Lei nº 4791/2008 Data da Lei 02/04/2008 O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 172 MA

FICHA PROJETO - nº 172 MA FICHA PROJETO - nº 172 MA Mata Atlântica Pequeno Projeto 1) TÍTULO: Morro do Caçador Uma Proposta de Unidade de Conservação. 2) MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO DO PROJETO: Florianópolis, Ilha de Santa Catarina.

Leia mais

Diálogo com a Comunidade. Um balanço das ações sustentáveis

Diálogo com a Comunidade. Um balanço das ações sustentáveis Diálogo com a Comunidade Um balanço das ações sustentáveis Veracel Celulose É uma empresa 100% baiana, presente em dez municípios do Extremo Sul do estado: Eunápolis, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália,

Leia mais

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global II Congresso de Mineração da Amazônia Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global Vânia Somavilla Vale - Diretora de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Novembro de

Leia mais

COMISSÃO MISTA SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

COMISSÃO MISTA SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS COMISSÃO MISTA SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS VALORAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS Deputado Arnaldo Jardim Brasília Março de 2013 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA Política Nacional

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE SEMA DEPARTAMENTO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E GESTAO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DEMUC

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE SEMA DEPARTAMENTO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E GESTAO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DEMUC SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE SEMA DEPARTAMENTO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E GESTAO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DEMUC DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA RELACIONADA NO ÂMBITO DOS TEMAS

Leia mais

Análise de Viabilidade

Análise de Viabilidade Análise de Viabilidade 1. Identificação Município: Itaúna Localização: Região de Tabuões Bacia Hidrográfica: Rio São Francisco 2. Resultados: Considerando as especulações que estão sendo levantadas com

Leia mais

Reunião Técnica Plano de Manejo APA Várzea do Tietê

Reunião Técnica Plano de Manejo APA Várzea do Tietê Reunião Técnica Plano de Manejo APA Várzea do Tietê CIESP DISTRITAL OESTE 07/08/2014 Apresentação para Ciesp Oeste - Agosto/2014 Sumário: 1. UNIDADES DE CONSERVAÇÃO CONSIDERAÇÕES GERAIS 2. PLANO DEMANEJO

Leia mais

ÓRGÃO: 14000 - SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO-AMBIENTE PROGRAMA DE TRABALHO

ÓRGÃO: 14000 - SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO-AMBIENTE PROGRAMA DE TRABALHO PLANO PLURIANUAL 2010-2013 CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO - FUNCIONAL PROGRAMÁTICA 18000000 GESTÃO AMBIENTAL 18542000 CONTROLE AMBIENTAL 18542010 PROGRAMA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE 185420102.074 COORDENAÇÃO DOS

Leia mais

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiências e Aspectos Conceituais. Clayton F. Lino - Maio/ 2009

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiências e Aspectos Conceituais. Clayton F. Lino - Maio/ 2009 Mosaicos de Áreas Protegidas na Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiências e Aspectos Conceituais Clayton F. Lino - Maio/ 2009 SNUC MOSAICOS LEI FEDERAL Nº 9.985-00 Art. 26. Quando existir um conjunto

Leia mais

Projeto de Lei nº 11 /2012 Deputado(a) Altemir Tortelli

Projeto de Lei nº 11 /2012 Deputado(a) Altemir Tortelli Projeto de Lei nº 11 /2012 Deputado(a) Altemir Tortelli Institui a Política Estadual dos Serviços Ambientais e o Programa Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais, e dá outras providências. CAPÍTULO

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 408, DE 2012

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 408, DE 2012 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 408, DE 2012 Altera a Lei nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979, que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano e dá outras providências, para alargar a faixa não

Leia mais

Legislação e outros documentos sobre Educação Ambiental

Legislação e outros documentos sobre Educação Ambiental Legislação e outros documentos sobre Educação Ambiental 1981 Política Nacional de Meio Ambiente 1988 Constituição Brasileira 1992 Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade

Leia mais

LEI Nº 3.739, DE 07/11/2013.

LEI Nº 3.739, DE 07/11/2013. LEI Nº 3.739, DE 07/11/2013. ALTERA A CATEGORIA DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO RESERVA ECOLÓGICA DOS MANGUEZAIS PIRAQUÊ-AÇU E PIRAQUÊ- MIRIM PARA RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MUNICIPAL PIRAQUÊ-AÇU

Leia mais