Unidades de proteção integral. E conflitos socioambientais nas matas secas do norte de Minas Geraisais.

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1 XXVII Cngres de la Asciación Latinamericana de Scilgía. Asciación Latinamericana de Scilgía, Buens Aires, Unidades de prteçã integral. E cnflits sciambientais nas matas secas d nrte de Minas Geraisais. Carlina Pswar de Araúj Camenietzki y Rômul Sares Barbsa. Cita: Carlina Pswar de Araúj Camenietzki y Rômul Sares Barbsa (2009). Unidades de prteçã integral. E cnflits sciambientais nas matas secas d nrte de Minas Geraisais. XXVII Cngres de la Asciación Latinamericana de Scilgía. Asciación Latinamericana de Scilgía, Buens Aires. Dirección estable: Acta Académica es un pryect académic sin fines de lucr enmarcad en la iniciativa de acces abiert. Acta Académica fue cread para facilitar a investigadres de td el mund el cmpartir su prducción académica. Para crear un perfil gratuitamente acceder a trs trabajs visite:

2 RESUMO: O presente trabalh tem pr bjetiv analisar de que frma a instituiçã das unidades de prteçã integral n Nrte de Minas Gerias influencia nas estratégias de sbrevivência ds pvs que vivem na área de abrangência d Parque Estadual da Mata Seca, lcalizad n municípi de Manga/MG, prcurand examinar quais as influências que seu caráter restritiv pde ter para a existência de cnflits sciambientais na regiã. Para tant, realizu-se pesquisa bibligráfica, entrevistas e bservaçã direta. O prcess 1

3 de mdernizaçã cnservadra a regiã nrte-mineira, impulsinad pels incentivs da Superintendência de Desenvlviment d Nrdeste SUDENE a parir da década de 1970, intensificu as ações de degradaçã ambiental, scial e ecnômica na regiã, impactand diretamente a dinâmica ds seus pvs. A partir de entã, mdels e visões de mund se chcaram diante da nva realidade. Neste sentid, cm cmpensaçã as efeits ecdestrutivs ds empreendiments instalads, fram criads, a partir da década de 1990, s Parques Estaduais. Cm unidades de prteçã integral, suas áreas sã de psse e dmínis públics cm us restrit e visitaçã sujeita às nrmas previstas n plan de manej. Prém, a criaçã destes parques, prduz necessariamente, transfrmações nas estratégias de reprduçã scial ds grups que s habitam e s circundam. A partir das análises, cnstatu-se que a visã de prteçã e aprpriaçã ds recurss naturais, pr mei da criaçã de Unidades de Cnservaçã, n Nrte de Minas Gerais, tem sid um geradr de cnflits sciambientais. Neste sentid, s prcesss em curs nas Matas Secas nesta regiã explicitam cnflits entre a plítica estadual de prteçã ambiental, assentada na criaçã ds parques e as práticas de reprduçã sciecnômica ds seus pvs. Palavras-Chave: Unidades de Prteçã Integral, Cnflits Sciambientais, Territrialidades. Intrduçã A partir ds ans 1990 Nrte de Minas Gerais tem experimentad a instalaçã de Unidades de Prteçã Integrais, cm uma cmpensaçã ambiental à expansã d agrnegóci, especialmente s prjets de fruticultura irrigada à margem d Ri Sã Francisc. Neste sentid, a criaçã de Unidades de Cnservaçã na Mata Seca Mineira tem cm principal mtivaçã a preservaçã de áreas cm cndicinantes ambientais ficiais da criaçã e expansã de prjets de agricultura/fruticultura irrigada na parte mineira d 2

4 vale d Ri Sã Francisc, especialmente, Prjet Jaíba. (ver Quadr I). Cnfrme Anaya et al (2006), n an de 2003, s recurss financeirs destinads à etapa II d prjet Jaíba, fram cndicinads à cncessã da Licença de Operaçã (LO) determinada pel COPAM, que definiu diverss cndicinantes sóci-ambientais a prjet Jaíba relacinadas à Mata Seca. A regiã d nrte d estad de Minas Gerais vem send transfrmada, ns últims ans, cm a criaçã de Unidades de Cnservaçã d tip Unidade de Prteçã Integral UPI -, especialmente, parques estaduais. Estes parques, a exempl d Parque Estadual da Mata Seca, se inserem dentr das estratégias de prmçã de áreas de cnservaçã ds recurss naturais cm ações de mitigaçã da degradaçã ambiental prvcada pels prjets agrpecuáris financiads pel própri Estad. Pr serem áreas de us indiret e acess restrit, prcess de implementaçã de UPIs, necessariamente, está envlvid em relações de cnflits. Quer em funçã da desaprpriaçã da área nde será instalada a unidade de cnservaçã, quer pela reaçã da ppulaçã lcal cm cnseqüência das restrições. Sã relações intrínsecas à cnfiguraçã, a descnfiguraçã e recnfiguraçã de territóris i (SANTOS, 2002). i Para Castr (2000, p. 166) territóri é um espaç a qual um cert grup garante as seus membrs direits estáveis de acess, de us e de cntrle ds recurss e sua dispnibilidade n temp. Cmplementand a idéia d autr, pdems ainda citar Little (2002, p. 13), para qual territóri é caracterizad cnfrme as significações que 3

5 Lcalizad na regiã nrte d Estad de Minas Gerais, n municípi de Manga, Parque Estadual da Mata Seca (PEMS), fi criad pel decret n de 20 de dezembr de 2000, cm uma cndicinante ambiental d prjet de irrigaçã Jaíba/Mrr Slt. De acrd cm dcument ficial de criaçã d parque, Parque Estadual da Mata Seca (IEF, 2000), s cndicinantes ambientais d prjet Jaíba, fram determinadas pela Câmara de Atividades Agrssilvpastris e Câmara de Infra-estrutura d Cnselh de Plítica Ambiental (COPAM), através d prcess COPAM n 339/01/97. Esse prcess dispõe sbre a criaçã de uma unidade de cnservaçã (UC) à margem esquerda d Ri Sã Francisc, cm bjetiv de preservaçã da área, das espécies animais e vegetais d cmplex da bacia. O entrn d parque, também denminada área de influência, pssui um rai de 10 km da brda de sua extensã, e envlve s municípis de Manga, Itacarambi, Matias Cards e Sã Jã das Missões. A ppulaçã ttal ds quatr municípis é de pessas. Habitam nesta regiã uma diversidade de ppulações, cm tradições culturais e históricas próprias, cnsideradas algumas, inclusive, patrimôni cultural. Sã remanescentes de quilmbs (cmunidade de Várzea de Manga), indígenas (Xacriabás) e ppulaçã d camp (ribeirinhs, pescadres, etc.), que pssuem prblemas específics ligads a terra, a seu us e plíticas públicas diferenciadas para cada segment. Desta frma, estes pvs passam a ter seus territóris e suas estratégias agrambientais mldads a partir da instalaçã ds parques, que prvca na regiã uma situaçã de cnflit entre as diferentes cncepções de aprpriaçã ds espaçs naturais entre s pvs d entrn destes parques e a plítica ambiental d Estad. A instalaçã d Parque Estadual da Mata Seca e as implicações sbre as dinâmicas ds pvs d lugar lhe sã atribuídas, passand a ter um valr simbólic, nde a imemrialidade é cnstantemente reafirmada a partir da reprduçã cultural d grup, que se baseia na cupaçã e utilizaçã cmunal d espaç. 4

6 O mdel de desenvlviment implementad n Nrte de Minas Gerais, a partir ds ans 1970, através das estratégias intrduzidas pela Superintendência de Desenvlviment d Nrdeste SUDENE - fundamentu-se em quatr pilares fundamentais: agricultura/fruticultura irrigada, mncultura de eucalipt, pecuária extensiva e mncultura de algdã (FEITOSA & BARBOSA, 2005). Este prcess denminad pr muits autres cm mdernizaçã cnservadra acarretu váris impacts para a vida das ppulações tradicinais d Nrte de Minas. Dayrell (1998) afirma que este acnteciment fi cm uma segunda clnizaçã d Cerrad nrte-mineir. Ribeir (2005, p. 187) apnta ainda que nv cln d Cerrad (...) nã é migrante nrdestin, nem minifundiári u sem-terra d sul, mas agricultres selecinads pela sua capacidade empresarial e ptencialidade de implementarem td pacte tecnlógic, que já vinha send desenvlvid para a explraçã agrícla daquela regiã. N entant, s incentivs ferecids a partir da lógica da SUDENE nã cndiziam cm a realidade ds trabalhadres e pvs tradicinais que fram despjads de suas terras. Muitas vezes estes tiveram que se submeter a vínculs empregatícis precáris, u em alguns cass, nem mesm cnseguiram este empreg. Sma-se a ist a perda d espaç d cmérci que passu a preferir as mercadrias prduzidas pels prjets, que casinu n enfraqueciment da ptencialidade prdutiva d pequen agricultr (RIBEIRO, 2005). Para Feitsa & Barbsa (2005) este prcess estabeleceu um nv quadr sciecnômic e ambiental para s agricultres familiares. As mudanças ambientais se referem às alterações n ecssistema que, sfreu de tal frma, que as matas, s sls, ptencial hídric e a frma de prdutividade da regiã se diferenciaram e se degradaram substancialmente. A mata, cm característica mais de cerrad, sfreu grande degeneraçã que influenciu na qualidade d sl, que, devid às mudanças climáticas e diminuiçã das chuvas, casinu um prcess de intensa deteriraçã ds recurss naturais. À 5

7 diminuiçã das chuvas, smu-se incentiv às mnculturas e aument da utilizaçã de insums químics. Desta frma s pequens prdutres rurais fram prejudicads pr este nv sistema prdutiv que dependia de empréstims e grandes investiments para aument da prdutividade. Zhuri et al (2008, p ) faz a seguinte análise deste nv quadr reginal: Fundamentadas pr uma lógica mercantil, essas plíticas prmveram a vinculaçã da regiã a mercad extern, alterand as dinâmicas sciais e a lógica prdutiva vigente. O resultad fi a exprpriaçã ds agricultres de seu territóri, a degradaçã ds recurss naturais e aument da cncentraçã fundiária em tda regiã. Desta frma, um nv quadr sóci-ecnômic e ambiental se cnfiguru para s pvs que viviam n mund rural nrte-mineir, acentuand as desigualdades sciais e desestruturand md de vida sertanej. As mudanças sciais sã reflexs d md cm fi planejad este nv prcess de acumulaçã de capital n Nrte de Minas Gerais. Segund Ribeir (2005, p. 198) Uma das cnseqüências da mecanizaçã agrícla, tant na área d Cerrad, cm n restante d país, fi a reduçã relativa d empreg de mã-de-bra em cmparaçã a expansã da atividade agrpecuária (...) sma-se a desempreg a questã da cncentraçã da terra, que tem sid aqui uma cnstataçã imprtante e relativamente ampla (...). 6

8 Pdems citar também, de acrd cm Ribeir (2005), utras cnseqüências de rdem scial cm a intensificaçã da migraçã rural-urbana, a cncrrência desleal entre s prduts e a fragilidade das plíticas que atendem às nvas demandas ds pvs tradicinais que fazem parte ds chamads pequens prdutres. Segund Pereira (2005, p. 119) ns últims ans, n Brasil, diversas discussões se debruçam sbre as pssibilidades da perspectiva de desenvlviment sustentável. Estas análises d pnt de vista da cnservaçã d mei ambiente sã impulsinadas pel crescente númer de acrds nacinais e internacinais que se baseiam na premissa da preservaçã d planeta ii. É nesta direçã que fi criad n an de 2000 Sistema Nacinal de Unidades de Cnservaçã (SNUC) que estabelece critéris e nrmas para a criaçã, implantaçã e gestã das Unidades de Cnservaçã. As Unidades de Cnservaçã sã definidas cm espaç territrial e seus recurss ambientais, incluind as águas jurisdicinais, cm características naturais relevantes, sã legalmente instituíds pel pder públic, cm bjetivs de cnservaçã e limites definids, sb regime especial de administraçã, a qual se aplicam garantias adequadas de prteçã. As unidades de cnservaçã sã dividas em Unidades de Prteçã Integral (UPI) e Unidade de Us Sustentável. Os parques, cm UPI s, sã áreas de psse e dmínis públics cm us restrit e visitaçã pública sujeita às nrmas previstas n plan de manej iii. Têm cm finalidade a ii Cm exempl, pdems citar Relatóri Brundtland, a ECO-92, e as cnstantes ações de rganisms em defesa d mei ambiente cm a Wrld Wildlife Fund WWF. iii O Plan de Manej é um dcument básic à administraçã de uma área prtegida e, segund SNUC, tda área prtegida deve elabrar e adtar este dcument cm guia para a sua administraçã. Neste plan devem ser identificads s assunts mais imprtantes relacinads à administraçã da área, definidas as plíticas para alcançar bjetivs da unidade de cnservaçã, fixadas as priridades e detalhadas as estratégias para implementaçã das ações de manej. Este Plan também serve cm uma ferramenta de cmunicaçã para fazer cm que aumente a percepçã e haja cmpreensã e api d públic em geral sbre a imprtância da unidade de cnservaçã. Tal cmpreensã é imprtante para permitir a cperaçã da ppulaçã lcal e api plític necessári para cnslidar s bjetivs da unidade de cnservaçã. A elabraçã ds Plans de Manej das unidades de cnservaçã de frma participativa tem sid um marc inicial para estabeleciment de cnselhs cnsultivs das unidades, cm previst na Lei 9.985/00 (SCHENINI, COSTA & CASARIM, 2004). 7

9 preservaçã de ecssistemas naturais, pssibilitand a realizaçã de pesquisas científicas, desenvlviment de atividades educativas e turism eclógic (ANAYA et al, 2006). N entant, as limitações de manej da área ds parques e d seu entrn acabam pr atingir s pvs que vivem em sua área dependend diretamente d mei ambiente cm a terra para planti, as frutas, ri e s lags para se aut-sustentarem. Estes espaçs cnfiguram-se cm mei de efetivaçã de suas estratégias e sbrevivência, uma vez que s pvs recnhecem a natureza tant n camp das atividades d fazer, das técnicas e da prduçã, quant n camp da simbólica (POZO, 2002). Na Figura 1 percebe-se a variedade de pvs e cmunidades que estã na área d entrn d Parque Estadual da Mata Seca, evidenciand cnflit existente na regiã. Pereira (2005) ainda apnta as limitações às quais prcess de elabraçã ds plans de manej crre. Para a autra, este prcediment crre de cima para baix, visand atender a interesses particulares u até mesm de um só empreendedr, que 8

10 transfrma patrimôni públic em privad. Assim, determinads uss sã suplantads pr utrs, sem grandes precupações d setr públic quant às futuras cndições de sbrevivência para s antigs mradres que eram s pequens prdutres (Idem, p. 131). A funçã de prteger integralmente as áreas pertencentes a parque, a limitar as estratégias de sbrevivências ds pvs - através d seu plan de manej - acaba pr tensinar a existência de cnflits sciambientais naquela regiã. A reduçã ds meis de subsistência para as ppulações residentes em áreas prtegidas e a criminalizaçã de atividades extrativistas sem a cntrapartida de uma plítica de desenvlviment sustentável pdem dificultar a cmpreensã de nvas práticas de preservaçã da natureza (MARAGON & AGUDELO apud PEREIRA, 2005). Neste sentid, bserva-se que, papel de sujeits cnhecedres ds espaçs qual está inserid Parque Estadual da Mata Seca tem sid minimizad. Para que este cenári mude, segund Paraís (2005, p. 149) é necessári que s cnceits de participaçã, sciedade civil e cidadania sejam aguçads n interir destes espaçs. Para a autra, O cnheciment da realidade lcal, ds desejs e bjetivs da ppulaçã cm a qual se irá trabalhar é um imprtante princípi de abrdagens participativas. Sb a premissa de participaçã, a incrpraçã d cnheciment lcal ns prgramas de cnservaçã ambiental e desenvlviment scial seria capaz de reduzir a predminância d discurs técnic-científic e prmver empderament da ppulaçã lcal. Percebe-se, a partir das argumentações levantadas, que tem crrid na área de abrangência d Parque Estadual da Mata Seca, um prcess de subestimaçã da participaçã ds pvs ali inserids. Neste sentid, a legislaçã implementada naquela regiã nã leva em cnta papel fundamental que estes pvs têm para a preservaçã e us sustentável ds espaçs naturais. Certamente, pdems afirmar que a Mata Seca n Nrte de Minas Gerais se clca cm um imprtante aliad às estratégias ecnômicas e 9

11 sciais para s pvs da regiã. O que implica, necessariamente, na cnstruçã de prpstas de us sustentável ds recurss naturais que incrpre à dinâmica de cnservaçã as práticas agrpecuárias e agrextrativistas realizadas secularmente pels pvs d lugar. Cnsiderações Finais Os prcesss em curs nas Matas Secas d Nrte de Minas Gerais explicitam um cnflit entre a legislaçã ambiental e as práticas tradicinais ds pvs da regiã. N que tange a legislaçã inerente a cnstruçã destes parques, estas restrições acabam pr limitar as estratégias de sbrevivência ds pvs que dependem fundamentalmente ds recurss naturais para a sua reprduçã scial, cultural e ecnômica. As dinâmicas ds pvs que vivem n entrn d Parque Estadual da Mata Seca envlvem tda uma relaçã de reciprcidade e dependência mútua cm a natureza. Estes pvs utilizam as matas, de nde extraem plantas usadas cm remédis, aliments, frutas, também as lagas e ri cm fntes de pescad, cnstituind cm instruments que cmpõem suas estratégias de reprduçã scial. Estes ambientes sã também, espaçs que fazem parte de sua cultura, d seu md de vida, que se expressa em práticas seculares de existência. Cm mstrad pel mapa, Ri Sã Francisc é brda imediata d parque. Neste sentid, a unidade de prteçã integral limita acess às matas e às lagas que se encntram entre ri e s pvs que habitam entrn d mesm. Assim send, atividades tradicinais trnam-se criminalizadas uma vez que, a área d parque nã pde ter nenhuma intervençã humana e nenhuma extraçã ds recurss naturais. A partir das análises, cnstatu-se que prcess de instituiçã d Parque Estadual da Mata Seca tem implicad para s pvs que habitam seu entrn uma recnfiguraçã ds seus territóris. 10

12 Estas restrições, inerentes às áreas de unidades de cnservaçã e d seu entrn, acabam pr limitar as estratégias de sbrevivência destes pvs que dependem fundamentalmente ds recurss naturais para a sua reprduçã scial, cultural e ecnômica. Neste sentid, a restringir acess às estratégias de sbrevivência destes pvs, instaura-se uma situaçã de cnflit sciambiental naquela regiã. 11

13 12

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