O papel dos pais e educadores na formação dos jovens quanto ao uso ético e construtivo da Internet

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1 O papl dos pais ducadors na formação dos jovns quanto ao uso ético construtivo da Intrnt Solang D. BARROS Faculdad d Computação Informática, Univrsidad Prsbitriana Macknzi Ubirajara C. MORAES Escola d Engnharia, Univrsidad Prsbitriana Macknzi Cátia C. RODRIGUES Escola Suprior d Tologia, Univrsidad Prsbitriana Macknzi Raqul CYMROT Escola d Engnharia, Univrsidad Prsbitriana Macknzi Thiago BARNABÉ Faculdad d Computação Informática, Univrsidad Prsbitriana Macknzi Edson T. OKUYAMA Faculdad d Arquittura Urbanismo, Univrsidad Prsbitriana Macknzi Valdnic M. CERQUEIRA Colégio Dant Alighiri RESUMO Considrando as profundas transformaçõs sociais, políticas, conômicas culturais plas quais passa o mundo contmporâno, associadas à rvolução da tcnologia advnto da socidad da Informação do último século - com os bnfícios problmáticas qu tais mudanças trouxram no nívl moral comportamntal - o prsnt trabalho visa rfltir o papl da scola na construção d uma bas sólida com os jovns quanto ao uso da Intrnt sus rcursos, a partir d um lvantamnto tórico do stado da qustão d obsrvação mpírica. A psquisa ralizada indica qu, mbora o novo contxto global marcado pla dinâmica vlocidad das tcnologias d informação ralmnt possibilit condiçõs humanas d conflito ético, o rcnt panorama, além d configurar dado d ralidad d impossívl rtrocsso, também projta novas possibilidads construtivas à humanidad. Assim, conclui-s qu cab a sta gração, spcialmnt aos ducadors profissionalmnt ocupados com a formação prparo das novas graçõs para as rlaçõs intrpssoais no mundo, a flxibilização d antigos paradigmas para possibilitar a ralização d uma rflxão objtiva m rlação às modrnas tcnologias su uso. Então, a aprndizagm por part dos jovns não s daria apnas no nívl das técnicas, mas também do su uso construtivo. Palavras Chav: Ética, Intrnt, Educação, Valors, Cibrcultura.

2 1. INTRODUÇÃO A obsrvação do panorama sócio-político contmporâno rvla a ralidad imprativa d qu o mundo mudou mais rapidamnt qu m qualqur outro príodo histórico, m dcorrência disso, a ncssidad d mudança adaptação dos procssos ducacionais formais é urgnt, a fim d qualificá-lo para o dsnvolvimnto d nossas crianças jovns para os novos tmpos. Não só no mio ducacional ou cintífico, sta procupação s rvla m toda socidad, sndo tma rcorrnt na mídia, qu qustiona a scola, os pais, os métodos ducacionais, bm como a rlvância dos contúdos antigos a urgência d novos contúdos diant das novas formas d comunicação humana qu foram dsnvolvidas popularizadas nos últimos anos. A scola, nquanto instituição fortalc o cidadão para sua qualificação no mrcado d trabalho. Contudo, st modlo já não corrspond às xpctativas nm do mrcado, nm da ralidad contmporâna: a rvolução industrial foi ngolida pla ra ltrônica. Do trabalhador s spra mais qu mãos comprnsão d ordns a srm obdcidas; s spra capacidad d rflxão, d pró-atividad, d autonomia intlctual criatividad. Mais qu isso, a ralidad supõ uma pssoa qu não par d studar na scola, mas qu nla aprnda dsnvolva a comptência d adquirir conhcimntos novos o tmpo todo, com discrnimnto sobr o turbilhão d informaçõs qu diariamnt s multiplicam na Intrnt. Não basta lr, não basta comprndr o qu s lu; é ncssário sabr avaliar s a informação obtida é original ou rptitiva, inócua ou intncional, contraditória ou cornt. O mundo contmporâno xig a habilidad d scolhr o xrcício da librdad, isso, só s consgu com o dsnvolvimnto da consciência da rsponsabilidad, da capacidad d analisar dlibrar sobr as situaçõs qu s stablcm na xpriência da vida humana. 2. O PAPEL DO COMPUTADOR E DA INTERNET NA SOCIEDADE A Intrnt abrang um ambint midiático qu através dos anos, dsd su surgimnto, vm ofrcndo a sus usuários uma vasta gama d possibilidads d uso. O concito da Wb surgiu para rprsntar todas as ligaçõs qu s stablcm ntr as páginas hiprmídia da Intrnt disponibilizadas por srvidors Wb. Ou sja, documntos hiprmídia (txtos, sons, hiprtxtos, imagns, tc) pudram sr acssados através dos navgadors Wb. O concito d tia, grado a partir do uso do trmo Wb, consgu transmitir xatamnt a noção da grandza do crscimnto irrvrsívl da Intrnt. A imagm do crscimnto dsta tia é inrnt ao su próprio concito. [4], atribui a sta primira gração da Wb, a caractrística d isolamnto, já qu as intraçõs ntr usuários os próprios sits não ra frqünt. Sm s consguir traçar um divisor d águas, a primira gração da Wb foi sndo gradativamnt substituída pla Wb 2.0. Sgundo [4], Wb 2.0 pod sr dfinida como a sgunda gração d srviços onlin caractriza-s por potncializar as formas d publicação, compartilhamnto organização d informaçõs, além d ampliar os spaços para a intração ntr os participants do procsso. E mais important do qu o concito d Wb 2.0, é a consqüência social d su uso: A Wb 2.0 tm rprcussõs sociais importants, qu potncializam procssos d trabalho coltivo, d troca aftiva, d produção circulação d informaçõs, d construção social d conhcimnto apoiada pla informática [4]. Na atualidad, sobrtudo nos últimos 15 anos m dcorrência da popularização da Intrnt, há uma dinâmica tal conxão intncional é procurada ntr a humanidad qu torna o mundo ftivamnt globalizado, para além d qualqur intnção política ou conômica, mas d um modo spontâno vloz. E, na msma potência d librdad qu st panorama nos ofrc, aprsnta-s a insgurança coltiva. É tanta informação, mas muitas vzs não associadas; o spaço o tmpo stão tão xpandidos pla virtualidad qu tais noçõs prcisam sr ravaliadas. Não s pod ignorar mais a prsnça do computador da Intrnt na vida cotidiana m nossa gração. Embora o computador a Intrnt não duqum, ofrcm mios sofisticados d acsso ao conhcimnto, constituindo-s um caro lmnto para o dsnvolvimnto m nossa socidad: a tcnologia pod stimular o aprndizado, abrindo uma nova dimnsão d acsso à informação; a Intrnt é frramnta d troca d idias, compartilhamnto d psquisas uma fort rd social quanto mais ligada a outras pssoas, maior o podr pssoal d cada indivíduo; as comunidads virtuais abrm nova dimnsão ao xrcício intlctual, com dsnvolvimnto da rapidz d raciocínio trabalho m quip. Há hoj na socidad uma prcpção d distanciamnto ntr as graçõs quanto aos valors nsinados. Os jovns da atualidad (intgrants da chamada Nt Gnration, formada majoritariamnt por pssoas da "gração y" - jovns nascidos após o ano d , uma gração qu nascu já insrida no univrso digital) stão nvolvidos num ambint ond impra a vlocidad dos avanços tcnológicos, o aplo ao consumo o imdiatismo, movidos dominados pla tcnologia. O novo surg já passa a sr ultrapassado m um intrvalo d tmpo cada vz mnor. A Nt Gnration não qur apnas sr ouvint ou xpctadora, qur, além disso, prguntar, discutir, invstigar, fantasiar criar. O lugar "idal" para sta gração não podria sr outro qu não foss a Intrnt, visto o conjunto d açõs possívis o prazr qu sntm "ao navgar na grand rd", sndo st spaço o palco para os chamados wbstars, principalmnt após a chamada Wb 2.0. Entrtanto, é xatamnt nst univrso qu surg uma vasta gama d possibilidads atituds qu vão contra ao padrão ético, possibilidads stas qu rfltm dirtamnt no spaço considrado ral. Crianças adolscnts podm dvm fazr uso das tcnologias, no ntanto, é d xtrma importância qu tnham uma postura crítica quanto aos contúdos aprsntados rlaçõs stablcidas na Intrnt. D acordo com [3], a computação gra uma mudança na socidad, com qustõs soluçõs novas. [1], otimista acrditando na racionalidad oportunidads d ação social transformadora, aponta a rvolução tcnológica como a própria socidad m qu vivmos, como agnt d incorporação dssa socidad, rfltindo xclusivamnt sua ssência cultura. Ainda qu, como discut [5] sobr a socidad informática, a adaptação às consqüências sociais políticas impactants da rvolução tcnológica possa durar dsafiar uma acomodação por alguns anos, a maior part dos tóricos psquisadors atuais concordam com os studos pioniros d [7]: a gração digital é um imprativo irrvrsívl à nossa cultura, nada mais importa sobr concordar ou não com la, mas trata-s d acitar a ralidad torná-la o mlhor possívl á vida humana. D

3 acordo com [7]: Poucos pais ralmnt sabm o qu sus filhos stão fazndo no cibrspaço. Escolas lutam contra a ralidad d alunos qu não raro sabm mais sobr cibrnética novas maniras d aprndr do qu sus profssors. Cada vz mais as crianças adolscnts qurm sabr como as máquinas os softwars funcionam, como modificá-los. Para ls, isso não é tcnologia, é natural, ou sria como usar um lápis: é uma manira d brincar, aprndr, comunicar, rlacionar-s. É algo rotiniro, quas intuitivo. A tcnologia é part do su ambint, o qu para os adultos é uma nova forma qu ncssita aprndizado sair da acomodação das struturas cognitivas já xistnts nls. 3. AS PROBLEMÁTICAS INERENTES AO USO DA INTERNET Plagio Prguiça virtual SPAM Vício no uso da Intrnt Violência m GAMES Vírus É crto qu cada uma dssas problmáticas ocorr m uma dtrminada situação, tornando-s mais provávl d ocorrr com tipos distintos d usuários. Não xist aqui, uma gnralização d ocorrência dstas problmáticas. O qu s prtnd mostrar é qu quando é fito um uso indiscriminado da Intrnt, fica-s mais susctívl a ocorrências como as acima citadas. 4. PESQUISA DE CAMPO Racismo, brigas ntr torcidas, apologia a crims, nonazismo, incntivo ao suicídio, à anorxia, pdofilia, cybrbulling, isolamnto social dpndência são apnas alguns tmas qu têm sido noticiado nos últimos tmpos stando rlacionados ao mau uso dos mios ltrônicos. As principais problmáticas associadas ao uso indiscriminado da Intrnt bnficiam-s da qustão do anonimato dos usuários também plo fato da Intrnt sr um mio d comunicação m massa, atingindo uma quantidad norm d pssoas ao msmo tmpo. É prciso conhcr os limits as consqüências dos difrnts tipos d uso da Intrnt ainda, é prciso tr uma postura crítica frnt aos contúdos aprsntados frnt às rlaçõs stablcidas através da Intrnt. Entnd-s, portanto, qu para minimizar os fitos dst modus vivndi, urg a ncssidad d rflxão do stablcimnto d mdidas prvntivas opostas a stas consqüências sociais danosas dsncadadas no procsso d dsnvolvimnto cintífico tcnológico atual. Tm-s qu buscar caminhos d convivência positiva com a tcnologia, para qu os jovns d hoj sjam futuros cidadãos conscints, livrs d prigos amaças oriundas da tcnologia. Tm-s qu formar cidadãos para vivr no mundo digital, capazs d mlhorar, modificar usufruir dos bnfícios qu a tcnologia ofrc para os divrsos sgmntos da vida humana. Não s pod, portanto, ntrgar-s ao xtrmismo a ponto d culpar a tcnologia por todos os problmas do planta, assim como não s pod também, s rndr à omissão, ao ngar qu su mau-uso vm causando grands problmas à população mundial. A partir do studo m litratura nacional strangira (livros, priódicos, artigos sits da Intrnt), fz-s um lvantamnto das principais problmáticas associadas ao uso indiscriminado da Intrnt. São las: Apostas on lin (Gambling) Bullying Compra/vnda d artigos/paprs prontos Exposição à Pornografia Hackr/Crackr Pdofilia Qustõs rlacionadas ao compartilhamnto d arquivos (P2P) Phishing (páginas falsas) Pirataria Foi fito um lvantamnto do tipo d uso qu é fito da Intrnt plos indivíduos qu prtncm ao nívl Fundamntal II Médio do nsino brasiliro. Para isso, foi laborado como instrumnto d psquisa um qustionário composto d vint qustõs fchadas, qu objtivava idntificar ond o jovm acssa a Intrnt, por quanto tmpo (frquência d acsso), o qu costuma fazr durant sus acssos na Intrnt s tinha conhcimnto acrca das problmáticas prigos associados ao uso da Intrnt. A psquisa su instrumnto d psquisa foram submtidos aprovados plo Comitê d Ética m Psquisa da Univrsidad Prsbitriana Macknzi. Sua aplicação foi ralizada como atividad d sala d aula na disciplina Ensino Rligioso Ética, sndo su prnchimnto não obrigatório. O qustionário prsrvou o anonimato dos alunos foi rspondido por 1217 studants d uma tradicional rnomada scola da cidad d São Paulo, Brasil. A amostra s compõ d pssoas ntr anos, stão distribuídos conform indica a Tabla 1. Tabla 1 Idntificação da amostra quanto ao Sxo, Curso Idad Rspondnts Prcntual Sxo Fminino ,26 % Masculino ,74 % Curso Ensino Fundamntal II ,66 % Ensino Médio ,34 % Idad ,31 % ,38 % ,93 % ,94 % ,83 % ,93 % ,79 % ,52 % ,29 % ,08 % Dntr os principais achados, dstacam-s aquls qu indicam um uso diário intnso por part dos jovns da amostra: 67,21% afirmam mantr 5 ou mais acssos smanais à Intrnt, indpndntmnt da idad ou do sxo. Ou sja, há crianças acssando mais qu cinco vzs smanais tanto quanto adolscnts.

4 Ainda sobr a qustão do númro d acssos smanais, prcbu-s qu os jovns qu têm usam o computador d su próprio quarto, fazm um maior númro d acssos smanais à Intrnt. Conclui-s ntão qu xist um grand númro d jovns acssando a Intrnt na intimidad d su próprio quarto, quas qu diariamnt, já qu os msmos considram com librdad para ralizar tais práticas (75,13% dos jovns). Sobr st aspcto rssalta-s a visão d [6], qu afirma qu para as crianças/adolscnts qu prtncm ao Ensino Fundamntal II, dv-s tr o computador na rsidência m um lugar comum a todos qu sja alvo dirto da visão dos pais, como por xmplo, na sala d star. O autor acrdita sr prjudicial o acsso à Intrnt sm nnhum control dos pais. Ficou claro nsta psquisa, qu a amostra studada, por tr sua maioria com librdad d acsso por tr um computador m su próprio quarto para ralizar sss acssos, fica mais sujita aos riscos do uso indiscriminado do computador, ou sja, sm a suprvisão d um adulto/rsponsávl, sss jovns ficam livrs para acssar o qu dsjarm no momnto qu dsjarm. Fazndo-s uma comparação com as outras atividads diárias das crianças/adolscnts, como ir para a scola, visitar amigos, frqüntar clubs ir a fstas, é intrssant prcbr qu os pais xrcm um monitoramnto, além d convrsarm com os filhos sobr a prsnça d stranhos os prigos do mundo ral. Esta difrnça d atituds talvz possa sr xplicada plo dgrau qu xist no nívl d conhcimnto acrca da Intrnt das tcnologias atuais ntr pais filhos (jovns qu já nascram insridos no mundo tcnológico). S por um lado uma parcla dos pais não conhc profundamnt o funcionamnto não stão insridos d forma plna no mundo tcnológico, por outro lado, os filhos dsconhcm, por qustõs d maturidad /ou ingnuidad as problmáticas os riscos qu são inrnts ao mundo virtual. Cab aqui, para cada um dos lados, uma urgência na busca pla part qu falta: pais prcisam star à frnt dos filhos nas qustõs tcnológicas, participando, s informando vivndo junto com os filhos a xpriência d star conctado à Intrnt os filhos, prcisam tr limits srm xaustivamnt informados dos riscos dos problmas qu acontcm nss mundo parallo, o mundo virtual. Uma das qustõs avaliou a prsnça dos pais durant os acssos d sus filhos: 36,88% dos jovns dclararam qu os pais nunca stão prsnts, 61,47% dizm qu às vzs os pais os acompanham apnas 1,65% rspondm qu os pais stão smpr prsnts quando acssam a Intrnt. Em rlação ao momnto do dia m qu são fitos os acssos, obtv-s uma variada gama d rspostas, conform indica a Tabla 2 abaixo: Tabla 2 Príodos m qu são ralizados os acssos Durant smana (2ª. à 6ª. fira) Finais d smana Manhã 3,37 % 15,61 % Tard 54,81 % 56,2 % Noit 68,28 % 61,63 % Madrugada 3,53 % 26,54 % prcbr qu os pais da grand maioria dos jovns stão m casa no príodo da noit. Sria um ótimo momnto para qu pais filhos stivssm juntos durant os acssos à grand rd. Porém, d acordo com os rsultados, xist um grand númro d jovns qu acssam a Intrnt smpr sm a prsnça dos pais (36,88 %). A psquisa fz também um lvantamnto acrca do tmpo médio d conxão a cada acsso. Foram lvantados os prcntuais para mnos d uma hora, ntr 1 2 horas, ntr 2 4 horas mais d 4 horas d prmanência na Intrnt a cada acsso. As rspostas foram divididas ntr finais d smana durant a smana (2ª. à 6ª. fira). A Tabla 3 mostra os rsultados obtidos: Tabla 3 Tmpo d conxão a cada acsso Durant smana (2ª. à 6ª. fira) Finais d smana < 1 hora 12,54 % 12,54 % Entr 1 2 horas 32,76 % 21,53 % Entr 2 4 horas 36,39 % 30,61 % > 4 horas 18,32 % 35,31 % Nota-s qu o tmpo d acsso aumnta durant os finais d smana. Provavlmnt, a falta do compromisso com a scola tarfas prmit qu o jovm s ddiqu mais tmpo à Intrnt. Foi laborada uma qustão com o objtivo d s idntificar o conhcimnto prévio do jovm acrca dos prigos crims associados ao uso da Intrnt. As rspostas obtidas indicam qu a grand maioria conhc o fato (99,26%). Prguntados sobr a font da informação antrior, vrificou-s qu 94,43% obtivram a informação através dos mios d comunicação d massa, nquanto 70,07% também soubram através da família apnas 43,97% pla scola. O fato dos mios d comunicação m massa srm os primiros na qustão da informação dos prigos comprova qu o assunto tm sido pauta m jornais, tljornais, rvistas programas d rádio. Talvz isso s dva ao aumnto da ocorrência dsss problmas, ond todos os dias pod-s lr notícias rlatando crims, roubos golps através da Intrnt. Nota-s qu a scola rprsnta o mnor índic como font d informação acrca dos prigos associados ao uso da Intrnt. Sria intrssant qu o assunto foss tratado com maior ênfas plo mio ducacional, já qu o uso da Intrnt como instrumnto d nsino é condição ssncial nos dias atuais. Finalmnt, a psquisa idntificou mais dois aspctos importants: o primiro idntificou s os jovns já passaram por alguma situação qu causass mdo ou prigo. Um númro bastant significativo foi obtido, ond quas mtad do grupo já vivra tal xpriência: 45,13% da amostra. Est númro mostra qu xist um númro grand d jovns qu pod corrr algum tipo d risco, sja matrial ou mocional m sus acssos à Intrnt. O sgundo aspcto idntificou s os jovns já s fizram passar por outra pssoa durant sus acssos. Para sta qustão, 66,42% da amostra afirmam nunca tr vivido a xpriência. O qu s prcb é qu o príodo da noit é o prfrido dos jovns, tanto ao longo da smana, quanto aos finais d smana. Prcbu-s, ainda, qu nos finais d smana os jovns passam a usar mais a Intrnt durant a madrugada. É intrssant

5 5. CONCLUSÕES Após todos os lvantamntos tóricos sobr o assunto também após a anális dos dados obtidos na psquisa d campo, pod-s chgar a algumas conclusõs: Est tma é d grand intrss da socidad da mídia m gral; Exist uma scassz d matrial, principalmnt na língua portugusa, qu abord d forma clara séria toda a problmática da ética os mios ltrônicos, m spcial, a Intrnt; O uso qu é fito da Intrnt, rotiniro intnso, é um caminho sm volta; Alguns pais profssors nm smpr stão prparados para conscintizar crianças adolscnts acrca das problmáticas dos prigos acrca do uso da Intrnt; Existm problmas sérios, rais compromtdors qu stão intrinscamnt associados ao tipo d uso qu s faz da Intrnt; A socidad não pod fchar os olhos para a qustão do jovm a Intrnt. Família scola são rsponsávis pla condução d crianças adolscnts no uso sadio rsponsávl do spaço cibrnético. Cab aos pais, a rsponsabilidad d acompanhar sus filhos m cada passo qu é dado. Crtamnt nnhum pai abandonaria um jovm filho sozinho no mio d uma multidão d dsconhcidos, nfrntando prigos o incrto. Por qu, ntão, s faz isso na Intrnt? Os pais têm qu s conscintizar qu tudo aquilo qu acontc no mundo ral, s rpt no mundo virtual. Isso s dá porqu as pssoas qu habitam o mundo ral são as msmas pssoas qu stão no mundo virtual. O bm o mal, o crto o rrado coxistm m ambos ambints. Não s podm dixar as crianças adolscnts à driva no mar d informaçõs mídias prsnts na Intrnt. As consquências podm não sr vistas m curto prazo, porém, conform studos psquisas ralizadas por [6], danos matriais, squlas mocionais m caso mais gravs, squlas físicas podm ficar na vida dssas pssoas. Não s pod atribuir ao computador à Intrnt, a função d babá das crianças/adolscnts. Com crtza, quando stão conctados, os jovns não incomodam, não brigam ficam quitos concntrados. Acrditamos sr ncssária a imposição d limits d tmpo d uso da Intrnt, bm como dvria xistir uma convrsa prmannt, dlimitando rgras, horários principalmnt, os jovns prcisam sntir qu os pais smpr stão por prto. A Intrnt não é só formada d problmas coisas nocivas. Não s dfnd aqui o não uso. Dfnd-s, sim, um uso conscint rsponsávl. E assim, tudo aquilo qu há d bom, podrá sr mais bm xplorado. Dsd cdo, quando as crianças ainda stão s iniciando nos studos, las já dmonstram intrss m usar o computador. É nssa hora qu s inicia a construção do futuro cidadão da socidad do conhcimnto. Nsta hora, dv-s mostrar qu não são apnas jogos, fotos vídos disponívis na Intrnt. Dv-s mostrar qu xist muita informação, muita cultura srviços disponívis na grand rd. O jovm aluno tm qu aprndr a fazr suas primiras buscas por contúdo. Dv aprndr a lr, a analisar julgar o qu é bom o qu é ruim. Nss momnto inicial, a prsnça dos pais é muito important, já qu srão rsponsávis plos primiros passos na strada do conhcimnto virtual. A scola dv sr parcira da família primira rsponsávl pla condução ética dos filhos. Cab à scola a ralização d programas qu incntivm o bom uso da Intrnt mostrando as consqüências danosas oriundas do mau uso. Ainda, cab a scola, a prparação d profssors, para qu sts sjam capazs d adquar o spaço da sala d aula ao spaço virtual prparando aulas psquisas qu façam um uso intlignt dos rcursos da Intrnt, maximizando as capacidads cognitivas dos alunos. A scola pod ainda organizar ncontros d pais profssors para rflxão sobr o tma. Crtamnt xist o intrss da grand maioria dos pais sobr a qustão. Existm muitas dúvidas qu prcisam sr rspondidas sss ncontros podm ajudar a família a ncontrar mlhors caminhos para lidar com vntuais problmas. Para ajudar a dirimir todas stas qustõs, sugr-s a organização d um matrial-didático instrucional (cartilha), qu orint gui ducadors, pais jovns alunos. O objtivo dst matrial é o d conscintizar os jovns d forma objtiva através d txtos simpls, sobr todas as problmáticas associadas ao uso indiscriminado da Intrnt. Est matrial não dv tr o simpls intuito d apnas instruir os jovns a família m como protgr o computador, instalando softwars antivírus firwalls. Mais do qu isso, prtnd-s buscar posturas éticas dos jovns pautadas na conscintização na busca d valors qu ajudm a mlhorar as condiçõs sociais da humanidad. Dv-s smpr provocar a rflxão sobr o papl d pais profssors na formação do cidadão da socidad do conhcimnto ntão, diminuir o dgrau xistnt ntr as graçõs, no qu diz rspito à tcnologia a Intrnt. Ainda, prtnd-s diminuir a distância ntr pais filhos nas qustõs qu nvolvm o uso da Intrnt, abrindo um caminho para convrsas prmannts sobr o assunto, sugrindo lituras smpr m conjunto com as crianças adolscnts a rsponsabilidad é dos pais ducadors. Por fim, sabndo-s qu o sr humano aprnd significados básicos da vida por imitação tndo-s m vista o caos ético m qu o mundo contmporâno viv, prcb-s a ausência d valors morais capazs d guiar as açõs dos indivíduos dsta socidad. Para muitos, os valors talvz xistam, mas ora são jogados ao vnto, ora são nsinados através d uma ducação qu visa moldar comportamntos m vz d atuar mdiant a rflxão [2]. O qu s spra dsts valors não é a proibição ou um moralismo hipócrita, mas capacidad d instigar tanto ao julgamnto d nossa própria consciência, quanto à nossa librdad d pnsamnto d ação. À mdida qu mudamos nosso nívl d informação, mudamos nossas vrdads sociais. Consguimos ntão visualizar a informação como um procsso não apnas como um lmnto. Através da xclência moral, do discrnimnto bom-snso, consgu-s lapidar o paradigma da tcnologia m busca d

6 rfrnciais compatívis com os rumos valors dsta socidad, ond a rlação homm máquina possa sr bnigna. 6. REFERÊNCIAS [1] CASTELLS, Manul. A galáxia da Intrnt. Rflxõs sobr a Intrnt, os ngócios a socidad. São Paulo: Jorg Zahar Editor, [2] FOELKER, Rita. Virtud: a xclência m prol da flicidad. Rvista Discutindo Filosofia. São Paulo, Escala Educacional, ano 2, n. 11, p. 25, [4] PRIMO, Alx. O aspcto rlacional das intraçõs na Wb 2.0. E-Compós (Brasília), v. 9, p. 1-21, [5] SCHAFF, Adam. A socidad informática. 4ª dição. São Paulo: Editora Univrso Paulista, [6] SMITH, Grgory S. How to protct your childrn on th Intrnt: a Road map for parnts and tachrs. Wstport: Pragr Publishrs, [7] TAPSCOTT, Don. Gração Digital: a crscnt irrvrsívl ascnsão da gração nt. São Paulo: Makron Books, [3] MASIERO, Paulo César. Ética m computação. Sâo Paulo: EDUSP, 2000.

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