PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL ATRAVÉS DE ATIVIDADES EXTENSIONISTAS: O CASO DA UFT

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1 ISSN PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL ATRAVÉS DE ATIVIDADES EXTENSIONISTAS: O CASO DA UFT Rosana Augusta de Oliveira (Universidade de Taubaté) Mônica Franchi Carniello (Universidade de Taubaté) Marilsa de Sá Rodrigues Tadeucci (Universidade de Taubaté) Resumo As universidades têm papel relevante na realização de pesquisas, o que reforça seu compromisso social de catalisar o desenvolvimento regional, procurando diminuir as desigualdades econômicas e sociais através da difusão dos conhecimentos orriundos dessas pesquisas. As universidades têm sofrido pressão para alcançarem com sucesso sua real função na sociedade; isso se deve ao fato do travamento intramuros dos conhecimentos produzidos. A sociedade pretende passar de objeto a sujeito, aproximando-se cada vez mais deste ambiente produtor de conhecimento e isso é possível por meio da extensão. O objetivo do artigo é justamente discutir a relevância da extensão, sob o prisma da universidade e da sociedade, como também explanar as dificuldades para realizá-la. Nesse sentido, foram utilizados os procedimentos bibliográfico e documental. O método utilizado foi a análise qualitativa através de estudo de caso, expondo os projetos de extensão realizados pela Universidade Federal do Tocantins. Notou-se que a UFT tem buscado contribuir para o desenvolvimento da sua região através das atividades de extensão. Palavras-chaves: Desenvolvimento Regional; Universidade Federal; Extensão.

2 Introdução As universidades têm passado por um processo de grandes cobranças. Nesse sentido, questiona-se inclusive sobre a sua real função na sociedade, o que denota uma não convicção quanto ao seu papel. De fato, a universidade possui uma missão bastante complexa, pois recai sobre ela a difícil tarefa promover a formação de cidadãos que sejam capazes de enfrentar e resolver os problemas da sua época. Como forma de legitimar-se, o que se vê nas universidades são múltiplas ideias, ações complexas e empenho para estabelecer sua finalidade na realidade em que se situa. Esse cenário de alta complexidade é justificado pela multiplicidade de funções que as universidades desempenham, sendo que cada função possui processos e fins diferentes, o que demanda perfis também distintos, aliado ainda à complexidade organizacional inerente a elas. Pois bem, harmonizar esses perfis, bem como cumprir as tarefas inerentes ao tripé que sustenta as universidades, diga-se, ensino, pesquisa e extensão, através de ações interligadas que satisfaçam os atores internos e a sociedade, não tem sido fácil. Hoje a principal função de uma universidade pública é promover a reforma no pensamento, de forma que englobe o surgimento de um novo padrão de conhecimento e, claro, por diversos motivos a sociedade tem o direito de cobrar um bom desempenho da universidade. Primeiramente, porque a rigor a sociedade mantém a universidade, através da arrecadação de tributos. A Universidade Federal do Tocantins (UFT) tem como objetivo oferecer medidas educativas que aumentem o nível de vida dos tocantinenses, sendo a grande responsável pela formação e qualificação dos tocantinenses, uma vez que possui 48 cursos de graduação, nos quais são matriculados aproximadamente 12 mil alunos. Desta forma, nota-se sua relevante participação no desenvolvimento de tecnologias que são direcionadas ao desenvolvimento local e regional. Tendo em vista as consequências da abertura comercial mundial, é preciso conseguir transferir as tecnologias oriundas dessas pesquisas, como também alocar os profissionais lá qualificados, e acima de tudo, amadurecidos civilmente, sendo o objetivo final dessas ações o desenvolvimento da região em que todos estes atores estejam inseridos. Desta forma, a 2

3 sociedade quer passar de objeto a sujeito, aproximando-se cada vez mais deste ambiente produtor de conhecimento. As universidades têm papel relevante na realização de pesquisas, o que reforça seu compromisso social de catalisar o desenvolvimento regional, procurando diminuir as desigualdades econômicas e sociais através da difusão dos conhecimentos oriundos dessas pesquisas. Desta forma, a saída são as práticas extensionistas. Múltiplas são as ações englobadas pela extensão e são variadas as áreas de atuação, como: práticas de serviço, assistência técnica, ensino de extensão, difusão cultural. Essa função da universidade tem grande poder de influência no cumprimento da formação de um novo paradigma de conhecimento, pois amplia e fortalece o vínculo com a sociedade. Nesse sentido, é preciso que a extensão passe por reformas, de forma que alcance realmente a sociedade, fortalecendo e legitimando a Universidade Pública. Assim, a extensão seria o ato de a universidade estender seus braços indo ao encontro da sociedade, ajudando-a a sanar suas deficiências, como também apresentando novos rumos de crescimento e modernização. Entretanto, essa aproximação da sociedade com a universidade não é tão simples assim. Isso demanda profissionais capacitados e envolvidos, recursos materiais, infraestrutura, enfim, recurso financeiro. Porém, não há previsão legal quanto ao fomento de atividades extensionistas, tendo, contrariamente, previsão legal quanto à obrigação das universidades de se fazer extensão, paradoxo este que merece ser discutido. Sendo assim, este artigo pretende discutir a relevância da extensão, no prisma da universidade e da sociedade, e as dificuldades encontradas para realizá-la. Através do referencial teórico, espera-se entender o surgimento e a importância da função extensionista na universidade, como também a sua contribuição em prol do desenvolvimento regional e, ao final, analisar os projetos de extensão realizados pela UFT. Referencial Teórico Tripé: Ensino, Pesquisa e Extensão. A universidade seguiu a complexidade da sociedade atual, vertendo-se também em complexa, com múltiplas funções e incluída em uma esfera constituída por interesses diversos. No decorrer da sua história, assumiu várias funções. 3

4 Foi responsável pela formação da cultura, até assumir a formação profissional pertinente às atividades que formam emergindo, conforme as necessidades da sociedade. A formação superior, por sua história, consolidou-se e pretende alcançar três objetivos que devem ter articulação entre si, em que cada um assume panorama de prioridade nas variadas situações históricas e sociais, onde surgem os desafios do homem. Acerca destes objetivos, Severino (2010) evidencia O primeiro objetivo é o da formação de profissionais das diferentes áreas aplicadas, mediante o ensino/aprendizagem de habilidades e competências técnicas; o segundo objetivo é o da formação do cientista mediante a disponibilização dos métodos e conteúdos de conhecimento das diversas especialidades do conhecimento; e o terceiro objetivo é aquele referente à formação do cidadão, pelo estímulo de uma tomada de consciência, por parte do estudante, do sentido de sua existência histórica, pessoal e social (p.22). Tradicionalmente, a sociedade tem privilegiado a condição da universidade como fornecedora do ensino e, principalmente na forma de difusão de conhecimentos e conteúdos produzidos e reunidos ao longo do tempo. Paulatinamente foi surgindo a função investigativa, que é de extrema relevância, pois essas três funções da universidade são articuladas, porém, o aprendizado e o ensino têm como marco inicial a pesquisa. Esse processo evolutivo é resultado do amoldamento da universidade às necessidades da sociedade. Historicamente, o ensino a pesquisa evoluíram conforme a criação das universidades e se fortaleceram como lugar de produção de conhecimento, e partir disso, emergiu a extensão como implicação do conflito da razão de ser da universidade, tendo em vista que o que ela gerava não se estendia de forma igualitária a todos, pois durante muito tempo foi privilégio da elite. Porém, toda essa produção e investigação precisam ser repassadas à sociedade e como salienta Carbonari (2007), Nos últimos tempos a universidade começa a exercer uma série de atividades além dos seus muros, ficando mais próxima dos problemas sociais, por meio da extensão (p. 25). Desta forma, a extensão universitária deve ser vista como articuladora do ensino e pesquisa, vinculando a universidade e a sociedade de forma fecunda, oportunizando a contribuição do conhecimento na transformação da realidade. É preciso considerar ainda o caráter pedagógico da extensão, uma vez que envolve docentes, discentes e comunidade no sentido comum de aprender e enriquecer a produção do conhecimento. Acerca do aspecto pedagógico da extensão, corrobora Severino (2010) Com efeito, é graças à extensão que o pedagógico ganha sua dimensão política, porque a formação do universitário pressupõe também uma inserção no social, despertando-o para o entendimento do papel de todo saber na instauração do social. Deste modo, a extensão tem grande alcance pedagógico, levando o jovem estudante a vivenciar sua realidade social. É por meio dela que o sujeito/aprendiz irá formando 4

5 sua nova consciência social. A extensão cria então um espaço de formação pedagógica, numa dimensão própria e insubstituível (p.32). A sociedade espera que o egresso de uma universidade não seja somente um especialista naquele assunto técnico, quer, ademais, que ele seja um educador, um agente político com força transformadora da realidade, que seja ainda um cidadão consciente e comprometido com o desenvolvimento. Assim, o foco consiste em provocar nos discentes uma consciência social, por meio de ações pedagógicas inseridas nos currículos escolares como, por exemplo, atividades extensionistas. A extensão é o meio pelo qual se devolve à sociedade os bens que foram criados através da pesquisa, as quais foram subsidiadas pela própria sociedade. Neste diapasão, Severino (2010) salienta Chega a ser um escárnio e, no fundo, uma tremenda injustiça, a omissão da instituição universitária em dar um mínimo que seja de retorno social ao investimento que a sociedade faz nela. Este retorno deveria se dar mediante o desenvolvimento de projetos de grande alcance social, envolvendo toda a população universitária do país. E isto deveria ser feito de modo sistemático e competente, não se tratando de iniciativas de caráter compensatório, de cunho assistencialista (p.35). Destarte, todas as instituições de ensino superior não podem deixar de praticar atividades extensionistas, pois somente desta forma será possível efetivar a formação integral aos seus alunos, proporcionando o surgimento de uma nova consciência social, que é o início da reconstrução da sociedade. Consoantes, Loureiro e Cristóvão (2000), a extensão universitária pode ser entendida como pontos múltiplos de ligação entre a universidade e os diversos segmentos da sociedade, a qual se realiza comumente por meio da educação informal, da relação entre instituições e da prestação direta de serviços à comunidade, visando concorrer com o desenvolvimento dos indivíduos envolvidos. No cenário político, social e econômico atual, a inclinação é pensar quais os meios em que a extensão pode cooperar de forma direta na solução dos desafios sociais expressos nos diálogos entre o governo e a comunidade (CARBONARI, 2007). Sendo assim, somente ocorrerá a expansão do ensino superior se houver articulação entre o setor privado e público, procurando promover políticas que estimulem o acesso ao ensino superior pelos diversos grupos sociais, pois é uma forma adequada à distribuição regional de possibilitar oportunidades de educação. Tudo isso depende do restabelecimento de uma nova relação entre o Estado e as instituições de ensino superior. Surgimento, definição da Extensão 5

6 Analisando a história, vê-se que a extensão universitária se originou das necessidades dos excluídos socialmente. Ela surgiu em 1917, por meio da Universidade Popular, que posteriormente originou a Universidade São Paulo. Legalmente, a primeira vez que o termo extensão surgiu foi em 1931 através do Decreto Federal n , que concebe a extensão como oportunidade de elevar culturalmente aqueles que não eram partícipes da vida acadêmica. Nesse Decreto, a extensão universitária tinha como finalidade a difusão de conhecimentos filosóficos, artísticos, literários e científicos, em benefício do aperfeiçoamento individual e coletivo: cursos intra e extra-universitários, conferências. Porém, só em 1968, após a promulgação da Reforma do Ensino Superior, realizada pela Lei n , é que as atividades de ensino, pesquisa e extensão tornaram-se indissolúveis nas universidades brasileiras, e sendo assim, somente após isso é que as universidades procuraram promover práticas extensionistas. Saraiva (2007) apresenta alguns marcos da história da Extensão. O período de 1960 a 1964 é marcado pelo movimento estudantil liderado pela União dos Estudantes - UNE, a qual acreditava que a universidade deveria ter compromisso com as classes populares, e neste sentido a extensão era essencial, pois oferecia cursos e serviços sociais. Na década seguinte, o Ministério da Educação - MEC, institucionalizou o Crutac - Centros Rurais Universitários de Treinamento e Ação Comunitária, e especificamente em 1975 elaborou o primeiro exemplar da Política de Extensão Universitária no Brasil. O mesmo autor destaca ainda o importante papel do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras - Forproex, que a partir de 1980 passou a coordenar os debates e reflexão acerca da Extensão, oferecendo respostas articuladas às ações que ocorriam dentro das instituições públicas de ensino superior. Em 1996, com a nova Lei de Diretrizes e Bases - LDB, a finalidade da extensão fica bem clara, conforme inciso VII, do artigo 43: (...) promover a extensão universitária, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefício resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. De conseguinte, em 2001, a promulgação da Lei n foi bastante significativa, pois possibilitou a adoção de créditos curriculares aos estudantes de graduação que trabalhem ações extensionistas, o que contribuiu sobremaneira com a efetivação dessas ações no ambiente universitário. 6

7 Como se vê, a extensão percorreu um caminho longo, desde a primeira metade do século com o surgimento tímido na universidade brasileira, passando do assistencialismo à extensão acadêmica caracterizada pelo perfil científico e incorporado ao currículo, tornandose essencial na formação cidadã (CARRIJO, 2000). Este autor afirma que a extensão universitária no Brasil pode ser apresentada por três fases, tendo as duas primeiras a marca assistencialista. Segundo ele, a fase a inicial se volta para o atendimento da população menos favorecida economicamente, através do estágio dos universitários; a segunda, por sua vez, proporcionou visibilidade ao tema da cidadania; e a última, com a intensidade da globalização, foi agravada pelo liberalismo e pelo Estado mínimo. Sobre o caráter assistencialista da extensão, Carbonari e Pereira (2007) ressaltam: As atividades extensionistas foram muito criticadas pelo caráter assistencialista, paternalista e domesticador de comunidades, que marcou a história da extensão no Brasil. Em relação ás universidades públicas também muito se criticou o fato das atividades surgirem para agregar as instituições aos programas do governo, configurando-se em atividades anuladoras de sua autonomia, muito burocratizada, submissa e descontínua (p.25). Por mais que na prática ainda se observe o assistencialismo, através da oferta de assessorias e cursos em variadas áreas técnicas à comunidade necessitada, o modo de realizar atividades extensionistas tem passado por um processo de evolução. Nas universidades públicas federais brasileiras tem surgido uma nova concepção, que representa uma postura nova para a extensão, pautada na educação, na relação da teoria com a prática, que proporciona o desenvolvimento de uma visão atual do sujeito e da sociedade. (JEZINE, 2006). Com isso tudo, nota-se que a implementação da extensão foi impulsionada por normativas políticas para o ensino superior, não resultando do amadurecimento institucional quanto ao desempenho das suas funções sociais. É unânime o entendimento sobre o que é pesquisa e ensino nas universidades em geral, entretanto, quanto à extensão não se tem tanta clareza, havendo diversas correntes que almejam delimitá-la. É latente a dificuldade dos doutrinadores sobre a definição de extensão universitária, tendo em vista a ausência de consenso quanto aos seus verdadeiros objetivos. As atividades extensionistas, na perspectiva de Jezine (2006), têm como objetivo transpor com a barreira da ciência pragmática e técnica, da oposição entre prática e teoria, das ações com caráter assistencialistas e sem interesse, que possuem a visão do indivíduo como objeto manipulável. 7

8 Consoante Silva (2002 apud CARBONARI E PEREIRA, 2007) extensão Para umas é função, semelhante ao ensino e a pesquisa, que realiza compromissos sociais da universidade; para outras, é comunicação, em que a extensão divulga e complementa as funções de ensino e pesquisa; e, para outra, ainda, é princípio, uma vez que todas as outras atividades passam a ser definidas a partir da extensão. Soares (2002) enfatiza que um importante passo para consolidar as atividades de extensão universitária foi dado pelo Plano Nacional de Extensão resultante do Forproex, atualmente apoiado pelo MEC, e consoante tal documento, extensão é Prática acadêmica que interliga a Universidade nas suas atividades de ensino e de pesquisa, com as demandas da maioria da população, possibilita a formação do profissional cidadão e se credencia, cada vez mais, junto à sociedade como espaço privilegiado de produção do conhecimento significativo para a superação das desigualdades sociais existentes (p.279). E o mesmo Fórum teve a felicidade de definir extensão universitária como o processo educativo, cultural e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre universidade e sociedade (SARAIVA, 2007, p. 227). Freire, (1992), discutiu o conceito de extensão e concluiu Daí que, em seu campo associativo, o termo extensão se encontre em relação significativa com transmissão, entrega, doação, messianismo, mecanicismo, invasão cultural etc. (...) Poder-se-ia dizer que a extensão não é isto; que a extensão é educativa (p.22). Para Ribeiro (1984, apud LOUREIRO E CRISTÓVÃO 2000, p. 248), extensão universitária, consoante a concepção da OCDE - Organização para a Cooperação Econômica e para o Desenvolvimento, é toda a atividade ou todo o serviço de formação, oferecido por um estabelecimento de ensino superior com a finalidade de ajudar a coletividade local a resolver os problemas que tem, quer nas regiões rurais, quer nas urbanas. Jezine (2006) fala sobre o novo perfil da extensão, em que se veste de relevância científica, e abandona o papel de redentora da sociedade, e torna-se meio de promover a organização política, cultural e social dos grupos desassociados, partindo da relação entre a cultura da elite a popular, entre prática e teoria. A extensão tem vastas possibilidades de atuação e neste sentido pode envolver grupos universitários e um número enorme de pessoas das comunidades da região. Conforme destaca o Plano Nacional de Educação, fruto da reunião do Forproex de 2001, A extensão promove um ambiente propício para uma adequada resposta social da universidade e para a produção de riquezas intelectuais, levando à formação cidadã (p.65). 8

9 Importância da Universidade no Desenvolvimento Regional e a contribuição da Extensão para que a Universidade cumpra esse papel A capacitação tecnológica e científica no País está agrupada nas Universidades, em especial as públicas, as quais têm sofrido pressão para alcançarem melhor desempenho no processo de desenvolvimento das diversas regiões brasileiras. Como realça Saraiva (2007), as universidades públicas foram fundadas para suprir às necessidades do País. Como estão localizadas em todo o território brasileiro, sua presença sempre esteve filiada ao desenvolvimento social, econômico, político e cultural da nação, pois representam espaços singulares para se criar e armazenar conhecimentos, como também espaço para formação de profissionais e cidadãos. Desta forma, é importantíssimo o papel das universidades na discussão, elaboração e execução de políticas públicas que privilegiem a cidadania e o cidadão. E desta visão compartilha Menezes Neto (1983) A universidade pode tornar-se um instrumento valioso do desenvolvimento, gerando impulsos e produzindo influxos dinamizadores de um amplo processo de mudança social. Porém, jamais deverá transformar-se em agência de desenvolvimento. Ela poderá ser um fator de desenvolvimento, sem tornar-se servidor exclusivo dessa tarefa. Cabe-lhe, isto sim, realizar o equilíbrio de duas tendências contraditórias, com as quais ela se debate: atender às exigências de uma funcionalidade crescente que o momento histórico lhe impõe e manter-se fiel às suas funções essenciais, como sede da cultura humanística, da ciência e do pensamento liberal e crítico (p.20). O mesmo autor ainda destaca a crença de que a educação, por si só, determina o desenvolvimento, pois generaliza, correlacionando diretamente a função educativa com o processo de desenvolvimento social e econômico. Conclui que a educação influencia o processo de desenvolvimento, porém pressupõe que sejam incorporados outros elementos dinâmicos de mudança. Referido doutrinador acrescenta que a ação cultural, juntamente com outros meios que valorize o indivíduo, são formas que podem suscitar no homem o desejo por crescer e se capacitar, o que influenciará para que o mesmo se torne agente de desenvolvimento. A partir do momento que o homem sente possibilidades para se expressar ou pelo aumento do seu nível de informação, ele se percebe inserido na vida coletiva, o que é indispensável na sociedade moderna. No Brasil, a ligação entre sociedade e universidade sempre esteve dirigida exclusivamente a alguns segmentos, em especial o setor produtivo e da elite econômica. Sendo assim, já é o momento de acontecer a ampliação das fronteiras desta relação, o que denota a transposição dos muros da universidade pela sociedade. E não há nada mais 9

10 relevante para esta extrapolação de barreiras das universidades do que promover o desenvolvimento social. As diferenças regionais brasileiras esperam essa função da universidade, que é pensar o desenvolvimento regional, que consiste em assentar no lugar certo as políticas públicas que equacionem as discrepâncias regionais e sociais. Neste propósito, Priori (2007), afirma O conhecimento universitário muito raramente consegue extrapolar os muros da universidade e entrar em sintonia com o conhecimento e com as demandas da realidade social externa a esses muros. A universidade precisa derrubar os seus muros e abrir-se para a sociedade. Não para qualquer sociedade: para aquela que produz riqueza, que gera e distribui rendas; para aquela que se preocupa com o bem estar social; para aquela que busca a inclusão social ao invés da exclusão; para aquela que pensa a sua cidade e a sua região como um espaço importante de convivência e desenvolvimento, enfim: para a sociedade cidadã (p. 01). A concepção da universidade é, principalmente, como local de produção de conhecimento e formação de especialistas aptos a sanar as demandas sociais. Desta forma, não se deve privilegiar a educação técnica, que é dirigida apenas à formação de profissionais para a sociedade. Na relação sociedade e universidade, Liberalino (2002) releva o papel que a extensão adquire, pois acredita que já é a ocasião de questionar essa concepção de exclusividade de produção e organização do conhecimento. Priori (2007) coaduna com este pensamento e afirma A universidade pública, sendo patrimônio da sociedade, deve oferecer respostas concretas à sociedade. Uma dessas formas é através da extensão universitária (p. 01). Sendo assim, as universidades devem fornecer e manter os meios de produção do conhecimento, entretanto, acima disso, necessitam provocar a implosão dos atuais entraves à difusão destes saberes reunidos pela ciência, que de fato se amontoam na academia. Loureiro e Cristóvão (2000) argumentam existir duas vertentes sobre as formas de enxergar a universidade. Primeiramente, há os defensores do vínculo efetivo entre a universidade e a sociedade e, de outra plana, existem aqueles que acreditam exatamente no contrário, ou seja, consideram um exagero a preocupação da universidade em oferecer uma satisfação às necessidades da sociedade. Estes julgam que as universidades devem ter foco nas suas características acadêmicas, reforçando suas verdadeiras funções, que é o ensino e a pesquisa. Entretanto, esta posição choca-se com o posicionamento dos autores que, malgrado não tão atuais, saem em defesa da realização das duas funções pela Universidade. A extensão possui uma gama de possibilidades de atuação, e estas possibilidades são instrumentos eficientes na transferência de tecnologias que podem ser agentes estimuladores de efeitos desenvolvimentistas em âmbito regional. Esta dinâmica tem ganhado espaço nas 10

11 estratégias de extensão nas universidades, tendo em vista a importância da discussão de experiências locais no planejamento regional. É o que afirma Sicsú (1997, p. 65) Contudo, o que deve ser ressaltado é que a tendência atual de maior ênfase à extensão universitária e de sua inserção nos principais programas de desenvolvimento regional vem ao encontro dos novos rumos do planejamento regional em que fatores endógenos são potencializados através de novos pensamentos produtivos, destacando-se o conhecimento, a informação e o desenvolvimento experimental. Dificuldades em se fazer extensão Não é possível fazer extensão sem recursos financeiros, da mesma forma que não é possível realizá-la sem recursos humanos ou estrutura física apropriada. Além deste aporte, a extensão depende ainda de ser reconhecida, institucionalmente e individualmente, como importante ferramenta de disseminação do conhecimento. Dentro das universidades públicas ocorre a discussão sobre políticas para a extensão, as quais são organizadas e alimentadas pelo Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, como também pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista financeiro, os incentivos são ínfimos, como destaca Carrijo (2000), No entanto, os incentivos, até o momento, têm sido pautados num plano teórico e político, faltando o incentivo financeiro para a concretização das ações de extensão nas instituições públicas, que possa viabilizar o cumprimento do papel social da universidade, com participação efetiva na busca por soluções dos problemas comuns às comunidades excluídas ou em situação de risco (p. 21). A Constituição Federal, em seu artigo 207, além de tratar da autonomia universitária, reza que as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Entretanto, a mesma Constituição que indica a necessidade haver este tripé nas universidades, devendo ser associados, aponta no seu artigo 213, parágrafo 2º, a desobrigação do Estado a financiar atividades de pesquisa e extensão, pois afirma que as atividades universitárias de pesquisa e extensão poderão [ou não] receber apoio financeiro do Poder Público. A Carta Magna estabelece que, do produto anual de impostos da União, pelo menos 18% serão utilizados para manter e desenvolver o ensino. Desta forma, questiona-se a indissociabilidade, pois somente um dos pilares possui recursos, enquanto os outros não têm fonte garantida. Sendo assim, resta à extensão reafirmar e justificar, constantemente, sua relevante função na formação de alunos-cidadãos, como também na retroalimentação da produção de 11

12 conhecimento, para que assim consiga assegurar parte do orçamento das universidades. A única forma de a extensão superar a contradição constitucional é através desta alternativa que algumas universidades estão encontrando, assegurando em seu orçamento recursos para destinação de bolsas ou créditos curriculares para os alunos participantes dos programas propostos de extensão, como é o caso da UFT. Outra dificuldade encontrada na concretização de ações extensionistas se deve ao fato dos atores fundamentais não enxergarem a extensão como função que integra o ensino ou a pesquisa. Esses atores são os docentes. Eles vêem a universidade como ente que deve voltarse à pesquisa, pois é por meio dela que se sentem valorizados. Atualmente, o nível de qualificação docente é medido pelo número de produção científica, o que culmina em maior vantagem ao concorrer em editais de órgãos de fomento à pesquisa. Os docentes ainda não compreenderam a gama de potencialidade que surge a partir da construção do conhecimento por meio das atividades de extensão. Jezine (2006) evidencia que, pelo desenvolvimento da história da Extensão, vê-se o quanto ela é marcada por ser atividade de valor científico inferior, sendo alvo de críticas pelos estudiosos e políticas do governo. Para que esse quadro seja revertido, e que ações desse pilar sejam realizadas, na visão de Carrijo (2000, p. 23) é necessária uma reelaboração tanto na sua estrutura quanto na alocação de recursos financeiros, deixando, assim, de contribuir para a manutenção de um quadro diferenciado e hierárquico na produção do conhecimento, que, de maneira perversa e quase que autofágica, privilegia o ensino e a pesquisa em detrimento da extensão. Assim, só haverá uma comunidade universitária, verdadeiramente consciente, quando tratarem a extensão como uma atividade que integra o fazer universitário. Método A pesquisa teve como procedimentos o bibliográfico e o documental. É bibliográfica visto que foram utilizadas fontes secundárias, como livros e outros documentos bibliográficos, os quais foram basilares no referencial teórico; e documental porque está baseada em documentos primários (ANDRADE, 2009), como os relatórios anuais da PROEX UFT. Severino (2007) destaca que a pesquisa bibliográfica utiliza-se dados ou categorias teóricas já trabalhadas por outros pesquisadores e devidamente registradas. Os textos tornamse fontes dos temas a serem pesquisados. O pesquisador trabalha a partir das contribuições dos autores dos estudos analíticos constantes dos textos (p.122). E complementando, Cervo, 12

13 Bervian, Da Silva, (2007) apontam que este tipo de pesquisa é meio de formação por excelência e constitui o procedimento básico para os estudos monográficos, pelos quais se busca o domínio do estado da arte sobre determinado tema (p. 61). O objetivo é descritivo e pesquisas desse tipo são caracterizadas com observação, registro, análise, classificação e interpretação, que devem ocorrer sem o interferimento do pesquisador. Consoante Cervo, Bervian, Da Silva, (2007) A pesquisa descritiva procura descobrir, com a maior precisão possível, a freqüência com que um fenômeno ocorre, sua relação e conexão com outros, sua natureza e suas características. Busca conhecer as diversas situações e relações que ocorrem na vida social, política, econômica e demais aspectos do comportamento humano, tanto do indivíduo tomado isoladamente como de grupos e comunidades mais complexas (p. 62). Quanto à abordagem, é vista como qualitativa, por meio de um estudo de caso, tendo em vista que foram analisados os projetos de extensão realizados pela UFT. Severino (2007, p.121), esclarece que o estudo de caso é a pesquisa que se concentra no estudo de um caso particular, considerado representativo de um conjunto de casos análogos, por ele significativamente representativo. E Demo, (2009, p. 152), diz que a pesquisa qualitativa quer fazer jus à complexidade da realidade, curvando-se diante dela. Triviños (2010) aponta que Entre os tipos de pesquisa qualitativa característicos, talvez o Estudo de Caso seja um dos mais relevantes (p.133). Universidade em estudo Diante da heterogeneidade da população do Estado do Tocantins, a Universidade Federal do Tocantins - UFT tem o desafio de oferecer medidas educativas que aumentem o nível de vida dos tocantinenses. Deste modo, na UFT a educação se dá, de forma prioritária, através dos cursos de graduação e licenciaturas, que totalizam 48 cursos de graduação, distribuídos em sete campi: Araguaína, Arraias, Gurupi, Miracema, Palmas, Porto Nacional e Tocantinópolis, tornando possível o acesso ao ensino público superior a estudantes de diversas regiões. A universidade conta com 709 professores, 591 técnicos e cerca de 12 mil alunos. Além disso, há ainda a promoção de atividades de extensão e pesquisa, visando à produção disseminação de conhecimentos que contribuam para a transformação da sociedade. Considerando a potência vocacional do Tocantins, a UFT busca desenvolver o estado oferecendo formação nas áreas de Agrárias e Ciências Biológicas, Ciências Sociais Aplicadas, Humanas e Educação. 13

14 Em suma, a missão da UFT é produzir e difundir conhecimentos para formar cidadãos e profissionais qualificados, comprometidos com o desenvolvimento sustentável da Amazônia. Já sua visão de futuro determina que até o ano de 2010 a UFT seria uma Universidade consolidada, multicampi, um espaço de expressão democrática e cultural, reconhecida pelo ensino de qualidade e pela pesquisa e extensão voltadas para o desenvolvimento sustentável da Amazônia (UFT, 2010). E a fim de cumprir tais objetivos, a universidade em tela tem como estratégia desenvolver ambiente de excelência acadêmica; articulação com a sociedade; atuação sistêmica e aprimoramento da gestão. Exemplos de projetos extensionistas desenvolvidos pela UFT A Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários - PROEX da Universidade Federal do Tocantins que tem como lema o Conhecimento, Compromisso Social e Respeito à Diversidade, foi criada em setembro de 2003 com a função de coordenar as atividades de extensão universitária dos diversos setores da universidade, apoiar programas, projetos e atividades. A PROEX tem como missão proporcionar condições para que a comunidade tenha acesso às informações científicas, tecnológicas e culturais, cooperando com a construção de novos conhecimentos e a integração da universidade com a sociedade em geral. Desta forma, ela busca sistematizar seu trabalho conforme os acordos pertencentes às diretrizes do Plano Nacional de Extensão, formuladas em conjunto com as universidades públicas do Brasil. A PROEX desenvolve projetos e programas em nível institucional, e os campi universitários promovem em nível local. No âmbito dos campi e reitoria, no ano de 2008, foram iniciados 28 projetos, no ano de 2009 houve uma crescente e o número foi a 54, e no ano posterior o número alcançado foi de 20 projetos. Quanto aos projetos contínuos, a Universidade Federal do Tocantins promove a extensão por meio de vários programas, que estão disponíveis no link da PROEX, no sítio da UFT, e seguem adiante: Comissão de Igualdade Racial que tem como objetivo incorporar a temática racial à construção das políticas educacionais a serem implementadas na UFT. Realiza o Fórum Indígena do Tocantins. Dentro do Programa de Arte e Cultura, há a Agenda Cultural, o Corredor Cultural que é um espaço expositivo para as obras de artes visuais (pintura, gravura e desenho), aberto à comunidade acadêmica e externa. O programa pretende divulgar o trabalho artístico de 14

15 professores, alunos, funcionários e da comunidade artística em geral. A área para exposição é de aproximadamente 80m², estruturada com dois painéis fixos de 12m de largura por 2m de altura e quatro painéis móveis de 1.60m de largura por 2.20m de altura. Além disso, conta com iluminação apropriada para as obras. Ainda dento do Programa Arte e Cultura há o projeto Salas Integradas que busca prestadores de serviços para atuarem, conforme a demanda das escolas, como Instrutores de Violão, Flauta, Pintura, Teatro, Coral, Dança e Balé; e estagiários das áreas de Informática, Educação Física e Engenharia Agrícola para atuarem como instrutores das atividades deste projeto. Existe ainda o projeto Teatro que seleciona pessoas para formar e integrar o grupo de teatro da UFT, e destina-se aos acadêmicos e membros da comunidade que possuam interesse e afinidade em atuar nas artes cênicas. No Programa Ações Comunitárias, está o Projeto Rondon. Este projeto é Coordenado pelo Ministério da Defesa, e permite que alunos universitários na condição de voluntários e durante as férias acadêmicas, atuem em ações sócio-educativas em municípios carentes do Brasil. O Rondon é um meio extensionista que as Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas podem lançar mão para desenvolver projetos de forma prática e em função das temáticas apresentadas em convite (edital) público do Ministério da Defesa. Ainda dentro das Ações Comunitárias, encontra-se o projeto Curso de Libras, presente nas cidades de Palmas, Porto Nacional, Araguaína e Miracema. O curso é voltado para acadêmicos da UFT, profissionais da educação e comunidade em geral. O Curso é gratuito. Há ainda o Curso de Língua Grega, que é dirigido a acadêmicos da UFT e à comunidade em geral. O curso Língua Grega I Morfologia - é um curso de extensão universitária, e é gratuito. Há também o Centro de Estudos Continuados em Letras, Linguística e Artes - CECLLA que visa selecionar alunos do curso de Letras presencial do Campus de Porto Nacional para o desenvolvimento de atividades de cunho acadêmico, relacionados à área de atuação língua inglesa, dentro CECLLA, de Porto Nacional. Este é um projeto de ensino e de extensão que favorece o desenvolvimento teórico e prático do estudante e proporciona o bom desempenho do aluno nas suas atividades acadêmicas, contribuindo para a formação profissional e social na área de ensino e aprendizagem de língua inglesa. A Ação Comunitária mais recente da UFT é o Programa de Acesso Democrático à Universidade - Curso Pré-Vestibular Cidadão da Universidade Federal do Tocantins PADU - que visa selecionar alunos de todos os cursos do campus de Palmas para o desenvolvimento 15

16 de atividades de cunho acadêmico e social, que promovam a sua formação integral, na perspectiva de indissociabilidade do ensino, da pesquisa e da extensão, dentro do programa PADU. É uma proposta que proporciona o bom desempenho do aluno e o seu desenvolvimento teórico/prático, contribuindo para sua formação profissional e social, bem como propõe atender aos objetivos de inserção social da Universidade. O Programa UMA Universidade da Maturidade, por sua vez, tem uma proposta pedagógica voltada à melhoria da qualidade de vida da pessoa adulta e dos idosos, e visa à integração dos mesmos com os alunos de graduação, identificando o papel e a responsabilidade da Universidade em relação às pessoas de terceira idade. Afinal, dentre as instituições públicas e privadas, a Universidade parece ser, no momento, a mais adequada e capaz de estruturar para responder às necessidades específicas para pessoas acima de 45 anos, tais como atividades físicas, culturais e sociais. O trabalho realizado por meio deste projeto abre uma alternativa para as pessoas adultas que a sociedade brasileira exclui, numa fase da vida em que detém experiência acumulada e sabedoria. É um espaço de convivência social e de aquisição de novos conhecimentos voltados para o envelhecer sadio e digno e, sobretudo, contribui para a tomada de consciência da importância de participação do idoso na sociedade enquanto sujeito histórico. A UMA está presente em sete pólos distribuídos no Tocantins e na Paraíba: Arraias, Campina Grande, Gurupi, Miracema, Palmas, Porto Nacional e Tocantinópolis A política de atendimento à Vida Adulta e ao Envelhecimento Humano tem por missão desenvolver uma abordagem holística, com prioridade para a educação, a saúde, o esporte, o lazer, a arte e a cultura, concretizando, desta forma um verdadeiro desenvolvimento integral dos alunos, buscando uma melhoria da qualidade de vida e o resgate da cidadania. Disciplinas ministradas na UMA: Fundamentos de Gerontologia, Direito do Idoso, Oficina do Corpo, Informática, Dança, Cuidadores de Idosos, Educação Gerontológica, Língua Intergeracional, Economia Doméstica, Atividade Física e Envelhecimento, Empreendedorismo na Maturidade, Dança, Informática, UMA no Parque, UMA Sorriso, Xadrez na Maturidade, Oficina da Oração, Gerontologia Social, Qualidade de Vida e Envelhecimento, Hotelaria, Estágio Supervisionado, Informática, Mediação e Conflitos. Quanto ao Programa Mídias em Educação, visa selecionar Monitores para o Campus de Arraias e o Campus de Palmas visando à atuação no Programa de Formação Continuada Mídias em Educação. Monitoria é a atividade discente, de âmbito acadêmico, que aponta à melhoria do processo ensino e aprendizagem, fortalecendo a articulação teoria/prática e a 16

17 integração curricular em seus diferentes aspectos e promovendo a cooperação acadêmica entre discentes e docentes, de modo a intensificar o relacionamento entre alunos e professores. Busca assessorar a coordenação e os professores em atividades de: Dinamização de momentos presenciais e orientação aos cursistas nas dúvidas quanto ao acesso ao ambiente virtual e- Proinfo; Orientação acadêmica quanto ao programa em curso; Acompanhamento da aprendizagem e do desempenho dos cursistas durante o programa; Aplicação e correção de tarefas constantes do processo de avaliação; Produção de documentos e relatórios necessários ao controle do desempenho dos cursistas; Participação na avaliação do programa. Já o Programa Conexão Saberes, busca dar continuidade ao processo de elaboração e aplicação de ações para o estreitamento dos vínculos (conexão) entre os espaços (saberes) acadêmico e popular, de forma a garantir o acesso e permanência com qualidade de estudantes oriundos deste último espaço na Universidade Federal do Tocantins. Tais ações devem atuar em três campos, a saber: o estudante de origem popular; comunidades que representem os espaços populares e o espaço acadêmico, este último representado pela própria UFT. Com o objetivo geral de promover a assistência técnica especializada ao processo de inovação, em todos os seus aspectos, por meio de arranjos de instituições especializadas na extensão e assistência tecnológica; o SIBRATEC seleciona instituições que integram as Redes de Extensão Tecnológica do Sistema Brasileiro de Tecnologia e que possuem aporte de recursos financeiros do FNDCT. No que concerne aos Assuntos Estudantis, a PROEX promove as Semanas Acadêmicas através de edital, em que são analisadas propostas para realização de Semana Acadêmica pelos Colegiados dos Cursos e pelo Colegiado do Grupo de Trabalho Indígena. A Semana Acadêmica visa desenvolver nos alunos atitudes ligadas ao aprimoramento do conhecimento profissional, científico, tecnológico, artístico e cultural, bem como atitudes inerentes aos aspectos de organização e participação em eventos. Os cursos contemplados recebem um translado aéreo ou terrestre nacional de capital para capital; Diária para um palestrante, o mesmo que foi solicitada a passagem aérea ou terrestre; 400 folders e 50 cartazes padrão PROEX; Certificado padrão PROEX. O programa DiverCidades é uma iniciativa da Diretoria de cultura da PROEX-UFT, e busca contribuir com as diversas formas de expressões que convivem no estado do Tocantins de uma maneira geral, e nas cidades onde a Universidade Federal do Tocantins atua, de uma maneira mais específica. O programa surge embasado nos princípios do desenvolvimento sustentável e equitativo de acordo com a Convenção sobre a Proteção e Promoção da 17

18 Diversidade das Expressões Culturais, criada em Paris na Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a educação, a Ciência e a Cultura, em outubro de A UFT, de acordo com o desenvolvimento de suas ações afirmativas, possui intercâmbio com países africanos de língua portuguesa, cotas para o ingresso de alunos indígenas, além de forte presença de alunos afro-descendentes em seu quadro discente. Tratase, assim, de um programa de gestão da política cultural universitária da UFT, que pretende abraçar o desafio de proteção e promoção da diversidade das expressões do Estado do Tocantins, em consonância com a política cultural nacional que vem sendo desenvolvida pelo Ministério da Cultura. A princípio, a atuação do programa já contempla oito cidades tocantinenses, a saber: Miracema, em Porto Nacional, Tocantinópolis, Araguaína, Arraias, Palmas, Gurupi e Natividade. Resultados e discussão Frente aos conceitos discutidos e diante do referencial teórico apresentado, analisou-se as atividades extensionistas realizadas pela Universidade Federal do Tocantins. Vê-se que a UFT tenta implementar ações de extensão, apesar das dificuldades que todas as universidades públicas federais enfrentam, tendo em vista a obrigatoriedade de realizá-la, confrontando com a inexistência de asseguramento de recursos financeiros para tal. Nota-se um grande número de ações e programas da PROEX que almejam alcançar todos os aspectos relacionados à extensão, como: cultural, artístico, igualdade racial, em especial os indígenas, terceira idade, assuntos comunitários, formação continuada, entre outros. Vê-se que a UFT, tem buscado essa nova face da extensão, que ao contrário do assistencialismo, almeja basear-se na educação através da relação teoria e prática, e acima disso visa formar cidadãos comprometidos com a sociedade e, principalmente, envolvidos com desenvolvimento desta. Desta forma, conclui-se que a UFT é sensível à importância da extensão e assim busca cumprir sua função de ensinar, investigar e transferir tais conhecimentos à sociedade, objetivando abrir seus muros para recebê-la. Para superar as dificuldades financeiras que custeiam as atividades de extensão, a UFT disponibiliza do seu orçamento um montante que é utilizado em diárias, materiais e bolsas, o que denota seu respeito e compromisso com a extensão. Considerações finais 18

19 Pela grande quantidade de projetos de extensão desenvolvidos na UFT, conclui-se que a mesma sabe da importância dessa atividade. Os projetos desenvolvidos pela Universidade em destaque contribuem sobremaneira para o desenvolvimento regional, pois proporcionam a difusão do conhecimento, a retroalimentação do sistema acadêmico, a aproximação da sociedade com a universidade, a intervenção do desenvolvimento social, inclusão social dos menos favorecidos, e difunde o conhecimento e cultura popular. Referências ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 9. Ed. São Paulo: Atlas, BRASIL. Decreto Federal n , 11 de abril de Disponível em Acesso em 01 de março de 2011, às 11:58. BRASIL. Constituição 05 de outubro de Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%c3%a7ao.htm> Acesso em 03 de março de 2011 às 13:25. BRASIL. LDB Lei de Diretrizes e Bases, n.9394, 20 de dezembro de Disponível em<www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm> Acesso em 10 de março de 2011, às 19:27. BRASIL. Lei , 09 de janeiro de Disponível em <www.planalto.gov.br/.../leis/leis_2001/l10172.htm> Acesso em 27 de fevereiro de Às 10:41. CARBONARI, Maria Elisa Ehrhardt; PEREIRA, Adriana Camargo. A extensão universitária no Brasil, do assistencialismo à sustentabilidade, Disponível em < Acesso em 02 de março de 2011, às 08:20. CARRIJO, Inês Luci Machado; MORAES Filho, Waldenor Barros. Extensão na UFU: algumas dificuldades e perspectivas. Revista de Extensão, vol.2/n.02, novembro, semestral da PROEX, Uberlândia, pp , CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; DA SILVA, Roberto. Metodologia Científica. 6. Ed. São Paulo: Pearson Prentice hall DEMO, Pedro. Metodologia do Conhecimento Científico. 1. Ed. São Paulo: Atlas, FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? 10 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, JEZINE, Edineide. A extensão universitária como uma prática social. In: Anais do 7º Congresso Latino-Americano de Sociologia Rural, 2006, Quito, Equador. La Cuestión Rural em América Latina: Exclusión y Resistência Social: por un agro com soberanía, democracia y sustentabilidade. Quito (EC); p LIBERALINO, Francisca Nazará. (org.) Reforma do Pensamento, Extensão Universitária e Cidadania. XXVI Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras Região Nordeste, 26, Natal, Anais...Natal-RN: EDUFRN,

20 LOUREIRO, Armando; CRISTÓVÃO, Artur. A universidade ao encontro da comunidade: traços do perfil da atividade de extensão da universidade. Revista Portuguesa de Educação, ano/vol. 13, n.02, Universidade do Moinho, Braga- Portugal, pp , MENEZES NETO, Paulo Elpídio. Universidade: ação e reflexão. Fortaleza: Edições Universidade Federal do Ceará, PLANO NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, Coleção Extensão Universitária, vol. 1. Rio de Janeiro NAPE, UERJ, PRIORI Ângelo, Universidade e desenvolvimento regional. Revista Espaço Acadêmico, n. 77, ano 7, outubro/ mensal, RIBEIRO, M. O I.U.T.A.D. como agente de extensão rural. Comunicação apresentada no II Workshop de Extensão Rural, Universidade de Évora, SARAIVA, José Leite. Papel da extensão universitária na formação de estudantes e professores. Revista Brasília Médica. Brasília Med, pp , 2007 SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 23ª ed. rev. e atual. São Paulo: Editora Cortez, SICSÚ, Abrahm Benzaquen.. O papel da extensão universitária no desenvolvimento regional: considerações sobre o caso brasileiro. Revista de Ciência e Tecnologia Política e Gestão para a Periferia - RECITEC, v. 1, n. 1, jan./dez, Recife, p , As funções sociais da universidade. O papel da extensão e a questão das comunitárias. Ijuí: Ed. Ijuí, SOARES, Maria Susana Arrosa (Org.) A Educação Superior no Brasil. Brasília: CAPES, TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. 1. ed. São Paulo: Atlas, UFT PROEX. Disponível em Acesso em 18 de fevereiro de 2011, às 19:43. 20

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