RELATÓRIO RENDA FIXA

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1 RELATÓRIO RENDA FIXA MARÇO 2017 MERCADO DE TÍTULOS PÚBLICOS ECONOMIA E MERCADO Ingressamos em março já considerando que não será um período fácil. As escaramuças políticas seguem acontecendo, com as delações premiadas causando algum estrago na base de apoio do governo. No exterior continuamos atentos à movimentação do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, para muitos um salto no escuro. Isto deve obrigar o Fed a um posicionamento mais firme nas próximas reuniões do Fomc. Para a do dia 15/mar esperamos uma elevação da taxa de juros, mesmo que mantendo um certo gradualismo. O Fed Funds passará de 0,75% para 1,0%. Em pesquisas recentes são 85% de chance deste ajuste acontecer, ainda mais depois dos dados do mercado de trabalho mostrando pleno emprego, o que deve gerar alguma pressão inflacionária, pelos reajustes salariais acima, portanto, da produtividade. Voltando ao nosso mercado e à economia, continuamos caminhando, com um olho voltado para a cena política e o outro na boa condução da economia, com o Bacen bem-sucedido na política de combate à inflação e a Fazenda lutando para aprovar as reformas. Já está em Comissão a reforma da Previdência, a Trabalhista, também em discussão, e a Tributária, começando a ser discutida. Nesta, comenta-se sobre a simplificação gradual do PIS/Cofins, a ser executada ao longo do ano e do ICMS, unificado entre impostos federais e estaduais para a criação do IVA. Na da Previdência são vários pontos em discussão, o que deve dificultar sua aprovação na velocidade pretendida, entre final de abril e início de maio em votação na Câmara e até junho no Senado. Na economia real, observamos que o ritmo de retomada ainda é muito lento, errático até, o que deve dificultar o ajuste fiscal, pela fraca reação da arrecadação federal, ainda muito aquém do necessário. Comentários no mercado indicam como muito provável alguma mexida no ganho de receitas, como no caso da elevação do IOF no mercado cambial (para investidores estrangeiros que comprarem títulos da dívida), sem descartar também a CPMF, embora a rejeição a este seja quase unânime mar.17 - Pág. 1/5

2 Sobre o ritmo de reduções da taxa Selic começa a haver os que acreditam na redução a 8,5% ao final deste ano, dada a desaceleração célere da inflação por estes meses. O IPCA-15 de fevereiro, por exemplo, registrou 5,0% em 12 meses, depois de 5,94% em janeiro e 6,58% em dezembro. Deve fechar o ano abaixo do centro da meta (entre 4,0% e 4,5%), o que deve abrir espaço para uma taxa real em torno de 4,5%. Isto deve gerar um rebalanceamento na demanda por títulos públicos, abrindo espaço para os mais longos e também impulsionando os mercados de risco, como bolsa de valores. Diante destes movimentos e com o Fed tendendo a elevar sua taxa de curto prazo, um processo de ajuste da taxa de câmbio parece inevitável. Por estes dias a cotação da moeda norte-americana já chegava a R$ 3,15, não sendo surpresa se fechar o ano dentro das nossas estimativas, em torno de R$ 3,35. Cabe observar, porém, que um pouco desta readeqaução da liquidez global deve acontecer em decorrência das incertezas do cenário político doméstico, ainda por demais indefinido devido à evolução das delações premiadas e do ritmo das apurações do TSE sobre a chapa Dilma-Temer. ALOCAÇÃO - CARTEIRA DE TÍTULOS PÚBLICOS A partir de 08/março foram disponilizados títulos com novos vencimentos, o Tesouro Prefixado 2020, Tesouro Selic 2023 e Tesouro IPCA Cabe aqui uma breve apresentação destes títulos, começando pelo mais demandado (quase 50% dos disponíveis), os títulos atrelados à inflação, como o IPCA, que continuam sendo o mais atraente para aqueles que pensam em horizonte mais longos, mitigando o risco da carteira. O Tesouro IPCA+2035 (NTNB Princ) atingiu rentabilidade de 5,7% em fevereiro, acumulando no ano quase 11,09%, chegando a 64,97% no acumulado em doze meses. Os títulos prefixados (LTN e NTNF) ainda continuam sendo convidativos diante da boa previsibilidade na decisão de ciclo de cortes da taxa Selic ao longo de Em fevereiro o Tesouro Prefixado 2023 (LTN) registrou alta de 3,04% e o Tesouro Prefixado 2027 (NTN-F) assinalou 3,54%, lembrando que a variação se deveu à marcação a mercado (rentabilidade mensal bruta acumulada antes do vencimento), podendo em outro período, dependendo da demanda, registrar queda. Estes acumulam, respectivamente, 53,11% e 51,66% em doze meses. Já os pós-fixados, atrelados à Selic (Tesouro Selic - LFT), com menor proporção na carteira sugerida, mesmo com o Tesouro Direto oferecendo deságio de 0,05% no Tesouro Selic 2021 e de 0,06% na estreia do Tesouro Selic 2023, que rendeu 0,90% no mês (Tesouro Selic 2021), acumulando 13,67% em doze meses. Importante também salientar que esses títulos devem ser carregados até o vencimento, garantindo o recebimento do que foi contratado na compra do título e evitando riscos de perdas. No entanto, cabe reforçar, novamente, que se houver resgates em prazos mais curtos deve-se ficar atento à performance dos títulos, devido à marcação a mercado. Segue a nossa sugestão de títulos disponíveis para compra neste início de março mar.17 - Pág. 2/5

3 Indexados ao IPCA Vencimento Conservador Moderado Arrojado Tesouro IPCA+ (NTNB Princ) 15/8/2024 Tesouro IPCA+ (NTNB Princ) 15/5/2035 Tesouro IPCA+ (NTNB Princ) 15/5/2045 5% 30% 50% Tesouro IPCA+ JS (NTNB) 15/8/2026 Tesouro IPCA+ JS (NTNB) 15/5/2035 Tesouro IPCA+ JS (NTNB) 15/8/2050 Prefixados Tesouro Prefixado (LTN) 1/1/2020 Tesouro Prefixado (LTN) 1/1/2023 5% 30% 40% Tesouro Prefixado + JS (NTNF) 1/1/2027 Indexados à Taxa Selic (pós-fixados) Tesouro Selic (LFT) 1/3/ % 40% 10% JS = juros semestrais RENTABILIDADE* DOS TÍTULOS DISPONÍVEIS EM FEVEREIRO (%) Indexados ao IPCA Vencimento Mês Referência Mês Anterior No ano 12 Meses Tesouro IPCA+ (NTNB Princ) 15/5/2019 0,98 1,05 2,42 13,94 Tesouro IPCA+ (NTNB Princ) 15/8/2024 2,12 1,65 5,16 27,60 Tesouro IPCA+ JS (NTNB) 15/8/2026 1,87 1,76 4,83 25,14 Tesouro IPCA+ (NTNB Princ) 15/5/2035 5,70 2,42 11,09 64,97 Tesouro IPCA+ JS (NTNB) 15/5/2035 3,55 1,83 7,20 37,37 Tesouro IPCA+ JS (NTNB) 15/8/2050 5,20 2,42 9,56 47,02 Prefixados Tesouro Prefixado (LTN) 1/1/2019 1,60 1,76 3,51 25,81 Tesouro Prefixado (LTN) 1/1/2023 3,04 3,73 8,08 53,11 Tesouro Prefixado + JS (NTNF) 1/1/2027 3,54 3,65 8,21 51,66 Indexados à Taxa Selic (pós-fixados) Tesouro Selic (LFT) 1/3/ ,87 1,75 13,67 *Rentabilidade bruta acumulada que o investidor obteria se vendesse o título público no dia da posição (antes do vencimento). Posição em 24/02/2017 A rentabilidade média acumulada dos títulos de fevereiro foi um pouco melhor que os números do mês anterior, trazendo boa rentabilidade no acumulado em doze meses. TAXA MÉDIA DOS TÍTULOS ATRELADOS À INFLAÇÃO (IPCA) E PREFIXADOS 10.mar.17 - Pág. 3/5

4 Quanto ao prêmio exigido pelos investidores, em média, diminuiu de janeiro para fevereiro devido à menor volatilidade no período, refletido no número de suspensões, ou atrasos, na abertura do Tesouro Direto no mês, não havendo nenhum registro. O recuo do prêmio em fevereiro ficou em média à taxa de 5,4% nos títulos do Tesouro IPCA (NTN-B) e 10,4% no Tesouro Prefixado (LTN e NTN-F). Já o Tesouro Selic (LFT) apresentou deságio de 0,06% (Tesouro Selic 2021 e 2023), acima dos meses anteriores. MERCADO DE ATIVOS PERSPECTIVAS Iniciamos março atentos aos movimentos políticos, em torno das delações da Lava-Jato e do ritmo das reformas, o que deve causar alguma volatilidade nos mercados, em tendência de realização (ou correção). Estejamos atentos também à reunião do Fed no dia 15/mar, quando deve ser mantido o gradualismo na estratégia de ajustes da taxa Fed Funds, ao nosso ver mirando o objetivo de 3% no longo prazo. T-Bonds Taxa de Câmbio T-Bonds. Continuamos monitorando a movimentação dos títulos públicos norteamericanos diante do inevitável processo de aperto monetário pelo Fed neste ano. Muitos acham que no longo prazo as taxas curtas devem convergir para as longas, chegando a 3,0%. Analisando os títulos, isto parece ser uma tendência, claro que em diferentes intensidades. Em 01/mar os T-Bills de 3 meses eram negociados a 0,63% anuais, acima dos 0,51% de um mês atrás e de 0,33% de doze meses atrás; já os de cinco anos, atualmente em torno de 1,99%, há um mês estavam em 1,95% e há um ano em 1,31%. Por fim, os de 30 anos, hoje em 3,06%, há um mês eram negociados a 3,08% e há um ano a 2,70%. Estes últimos indicando poucas variações, mais em linha com as nossas projeções para a taxa Fed Funds no longo prazo. Taxa de Câmbio. Um forte movimento de correção cambial se fez presente neste início de março, diante das sinalizações de que o Fed deve elevar a taxa de juros na sua próxima reunião do dia 15/mar, além da boataria sobre a elevação de alíquota do IOF para as operações de investidores externos na demanda por títulos públicos e os imbróglios políticos de sempre. A moeda norte-americana, depois de fechar fevereiro a R$ 3,099, era negociada no dia 08/mar a R$ 3,15, numa valorização de 1,6%, apontando tendência de alta para o restante do mês. Em janeiro e fevereiro, o movimento, no entanto, foi contrário, de valorização do real, 4% em janeiro e 0,9% em fevereiro. Cabe destacar que em fevereiro tivemos o pior saldo cambial (US$ 4,57 bilhões) em cinco meses, em muito, decorrente das saídas de recursos financeiros. Lembremos que em janeiro o saldo foi positivo em US$ 3,66 bilhões. Para o fim deste ano estamos prevendo o dólar a R$ 3,35, em 2018 indo a R$ 3,45. Risco País. Segue havendo uma lenta melhoria nos indicadores de risco de solvência do País, embora sendo ainda prematuro afirmar que a crise de endividamento das empresas e das famílias já esteja superada. Em janeiro o EMBI risco País estava em 291 e em fevereiro havia recuado a 271. Para os próximos meses a tendência é de continuidade neste ciclo de reduções, não sendo surpresa se fechar o ano abaixo de 200 pontos. Inflação Inflação. A inflação segue desacelerando ao sabor de uma economia desaquecida, choques agrícolas favoráveis e câmbio benigno. Em fevereiro, os índices fecharam em patamar baixo ou sob controle. Algum repique houve em relação a janeiro, mas este pode ser considerado transitório, como no caso dos reajustes de transportes e de educação. O IPCA-15 de fevereiro foi a 0,54%, mas o IPCA cheio diminuiu, ficou em 0,33%, assim como os IGPs em patamar baixo pela ação do câmbio valorizado. Juros Futuros. A decisão do Copom na reunião de fevereiro foi uma forte sinalização de que a estratégia de cortes mais agressivos da taxa Selic se consolida para o ano de Como bem já disse Ilan Goldfajn nos últimos comunicados, sobre a necessidade de um novo ritmo para a política monetária nos próximos meses, dada a paralisia da economia e a ausência de choques inflacionários relevantes. O corte da taxa Selic no Copom em fevereiro (dias 21 e 22) foi de 0,75 ponto percentual, indo a 10.mar.17 - Pág. 4/5

5 12,25%, e em abril deve chegar a 1,0 ponto percentual, a 11,25%. Decorrente disto, no ano deve fechar em torno de 9,0%, não sendo surpresa se vier abaixo disso (8,5%). TABELA DE INDICADORES DO MERCADO Rentabilidade Indicadores de mercado Data Mês Ano 12 Meses CDI Fev/17 0,86% 1,96% 13,88% Selic Over Fev/17 0,87% 1,96% 13,90% CDB Fev/17 0,83% 1,70% 11,55% Poupança Fev/17 0,53% 1,20% 8,27% TJLP Fev/17 0,60% 1,21% 7,50% Ouro (BM&F) Fev/17 2,06% 4,55% -21,54% Dólar (Ptax) Fev/17-0,89% -4,90% -22,12% IMA-B (IPCA) Fev/17 3,85% 5,79% 26,70% IRF-M (Prefixado) Fev/17 2,01% 4,34% 23,26% IMA-S (Pós-fixado) Fev/17 0,87% 1,97% 13,93% Este Relatório de Análise foi preparado pela Lopes Filho & Associados, Consultores de Investimentos Ltda. para uso exclusivo do destinatário, não podendo ser reproduzido ou distribuído por este para qualquer pessoa sem expressa autorização da Lopes Filho. Este Relatório de Análise é distribuído somente com o objetivo de prover informações e não representa, em nenhuma hipótese, uma oferta de compra e venda ou solicitação de compra e venda de qualquer valor mobiliário ou instrumento financeiro. As informações contidas neste Relatório de Análise são consideradas confiáveis na data de sua publicação. Entretanto, a Lopes Filho não pode garantir a exatidão e a qualidade das mesmas. As opiniões contidas neste Relatório de Análise são baseadas em julgamentos e estimativas, estando, portanto, sujeitas a mudanças. Sem prejuízo do disposto acima e em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 483/10, o(s) analista(s) de valores mobiliários responsável(eis) pela elaboração deste Relatório de Análise declara(m) que: (I) é (são) certificado(s) e credenciado(s) pela APIMEC. (II) as análises e recomendações refletem única e exclusivamente suas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Lopes Filho. (III) sua(s) remuneração(ões) é (são) fixa(s). Informações adicionais sobre quaisquer emissores objeto dos Relatórios de Análise podem ser obtidas diretamente, por telefone, com o(s) analista(s) responsável(eis). Os Relatórios de Análise podem ser consultados no website cujo acesso é restrito aos assinantes e usuários do serviço de Assessoria em Mercado de Capitais da Lopes Filho. Informações sobre emissores que não são objeto dos Relatórios de Análise podem ser obtidas através de solicitação ao Departamento Comercial mar.17 - Pág. 5/5

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