Proposta de ferramenta de diagnóstico socioambiental empresarial Proposal of a tool for socio-environmental diagnostic of a company

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1 Proposta de ferrameta de diagóstico socioambietal empresarial Proposal of a tool for socio-evirometal diagostic of a compay RESUMO O presete artigo apreseta os pricipais resultados de pesquisa que teve como objetivo desevolver uma Ferrameta de Diagóstico Socioambietal Empresarial (FDSE). A FDSE visa a auxiliar empresas a tomada de decisões por meio da promoção de uma visão estratégica da gestão socioambietal. Para tato, foi costruído um roteiro extesivo de verificação evolvedo os aspectos ecoômico, ambietal e social, com base em idicadores socioambietais, de sustetabilidade e de desempeho ambietal. A ferrameta foi aplicada em quatro empresas de ramos diversos do Muicípio de Guarapuava, PR, com o objetivo de avaliar sua utilidade, refiá-la e valida-la. O diagóstico fial, elaborado com base os resultados da aplicação da FDSE, iclui uma aálise do desempeho socioambietal da empresa avaliada e a determiação de ídices de desempeho e de sustetabilidade, além de assialar seus potos fortes e fracos. Adré Almeida Goçalves Mestrado em Gestão Ambietal pela Uiversidade Positivo Curitiba, PR, Brasil Maurício Dziedzic Professor Titular Pós-Graduação em Gestão Ambietal Uiversidade Positivo Curitiba, PR, Brasil PALAVRAS-CHAVE: sustetabilidade, gestão empresarial, diagóstico socioambietal. ABSTRACT The preset work reports the mai results of a project which aimed to develop a socio-evirometal busiess diagostic tool (FDSE, portuguese acroym for Ferrameta de Diagóstico Sócioambietal Empresarial ). The FDSE s purpose is to assist compaies o their decisio makig process through the promotio of a socio-evirometal strategic maagemet. Thus, a extesive verificatio list was compiled, icludig social, evirometal ad ecoomic aspects based o idicators of socioevirometal, sustaiability ad evirometal performace. The tool was applied at four compaies from differet segmets, i the city of Guarapuava, Paraá, i order to assess its effectiveess, refie ad validate it. The fial diagostic, based o the FDSE applicatio results, icludes a socio-evirometal performace aalysis of the compay evaluated ad the determiatio of sustaiability ad performace idices, while also idetifyig its weakesses ad stregths. KEYWORDS: sustaiability, busiess maagerial strategies, socioevirometal diagostic. Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 Setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

2 INTRODUÇÃO As empresas têm passado por fortes pressões legais e mercadológicas os últimos aos para se adaptarem a um modo de produção sustetável que privilegie a resposabilidade socioambietal sem deixar de gerar lucro. O primeiro passo para se atigir essa gestão socioambietal estratégica é aceitar que a lucratividade e a questão ambietal podem coviver em certa harmoia (TACHIZAWA, 2006). Justificam esta aceitação duas situações apresetadas por Tachizawa (2006). A primeira é uma pesquisa, realizada pela Cofederação Nacioal das Idústrias (CNI) em parceria com o Ibope, revelado que 68% dos cosumidores brasileiros estariam dispostos a pagar mais por um produto que ão agredisse o meio ambiete. A seguda situação é o exemplo da empresa 3M que deixou de despejar 270 mil toeladas de poluetes a atmosfera e 30 mil toeladas de efluetes os rios desde 975, e com isso está coseguido ecoomizar mais de US$ 80 milhões em remediação e combate à poluição os 60 países em que atua. Vislumbram-se, além do mote ecoômico e da preservação do meio ambiete, outros motivos para a empresa ecampar uma gestão socioambietal estratégica tais como: a melhoria o atedimeto à legislação, a preveção de riscos, a melhoria da imagem da empresa, a abertura de ovos mercados e a dimiuição de custos operacioais (MOURA, 2004; VALLE, 2004;). No campo admiistrativo, Heri e Joureault (2007) destacam também a importâcia das práticas de gestão ambietal o auxilio à tomada de decisões e a melhoria do desempeho orgaizacioal. As empresas chegaram ao século XXI com um leque grade de motivos para adotarem práticas socioambietais. Todavia, defrotam-se também com um itricado uiverso de modelos e istrumetos de gestão socioambietal, como, por exemplo, as ormas da família ISO referetes a Sistemas de Gestão Ambietal (SGA), Auditoria Ambietal, Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), Avaliação de Desempeho, Rótulos Ambietais; as ormas e a legislação sobre Avaliação de Impactos Ambietais (AIA) e Liceciameto Ambietal; os sistemas de Resposabilidade Social Corporativa, como a orma AccoutAbility AA000 (ACCOUNTABILITY, 2003), o SA 8000 do Social Accoutability Iteratioal (SAI) (SAI, 2008), o OSHAS 8000, NBR 600; os modelos de gestão como, por exemplo, a Atuação Resposável, a Admiistração da Qualidade Ambietal Total, Produção mais Limpa (P+L), Ecoeficiêcia, ciclo PDCA (plaejar, executar, verificar e agir); os Ídices de Sustetabilidade Empresarial (ISE) dos mercados fiaceiros; os idicadores da Global Reportig Iitiative (GRI), da Orgaização para a Cooperação e Desevolvimeto Ecoômico (OECD), do Istituto Ethos de Resposabilidade Social Empresarial; detre muitos outros. Ao se deparar com esse cofuso uiverso de opções, a empresa ecotra dificuldades de ordem técica e fiaceira para adotar a melhor solução em gestão socioambietal que ateda os seus aseios. Nesse setido, Moura (2004) deixa clara a importâcia de um diagóstico, ou seja, a verificação do real desempeho da empresa ates de se iiciar a implatação de um sistema de gestão. Neste cotexto, o artigo retrata o desevolvimeto de uma ferrameta de diagóstico socioambietal apta a coletar dados relevates, apotar potos fortes e fracos de uma empresa e defiir ceários de ameaças e oportuidades ao desevolvimeto da orgaização, auxiliado os gestores empresariais a tomada de decisões. Para tato, são descritos a seguir a estrutura e o método para utilização da Ferrameta de Diagóstico Socioambietal Empresarial (FDSE) desevolvida, assim como os resultados obtidos com as aplicações da ferrameta as empresas estudadas: uma Marmoraria (ode ocorreram duas aplicações da ferrameta com um itervalo de seis meses); uma Fábrica de Móveis; um Escritório de Advocacia; e uma Idústria de Compesados. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Gestão Ambietal A Gestão Ambietal, quato a sua evolução histórica, se divide em três fases: as décadas ateriores ao ao de 970, como a fase da alieação ambietal (predomíio da idustrialização acelerada); os aos etre 970 e 980, como a fase da Gestão Ambietal passiva (ações de remediação); e os aos seguites à década de 990, como a fase da Gestão Ambietal proativa (ações prevetivas) (MOREIRA, 200). Quato à sua classificação a Gestão Ambietal pode ser dividida da seguite forma: Global, Nacioal ou Pública, e Empresarial (BARBIERI, 2007). A Gestão Ambietal Global, segudo o autor, é uma resposta a problemas ambietais globais como, por exemplo, o Aquecimeto Global e a Proteção da Biodiversidade. Essa gestão se maifesta por meio de tratados e coveções estabelecidos por órgãos iteracioais, tais como a ONU. Já a Gestão Ambietal Nacioal ou Pública é caracterizada pela ação do Poder Público, orietada por uma Política Pública Ambietal etedida como o cojuto de objetivos, diretrizes e istrumetos de ação voltados à proteção do meio ambiete de um determiado país. Por fim, Rovere et. al. (200) coceituam Gestão Ambietal Empresarial como sedo Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

3 aquela parte da fução de gerêcia global que trata, determia e implemeta a política ambietal costituída para a própria empresa, equato para Valle (2004) Gestão Ambietal Empresarial cosiste em um cojuto de medidas e procedimetos defiidos de forma adequada e que, se bem aplicados, permitem reduzir e cotrolar os impactos ambietais produzidos por uma empresa. Diagóstico Segudo o Dicioário Aurélio, Diagóstico sigifica tato o cohecimeto como a determiação de uma doeça (ou situação) por meio de seus sitomas, siais e/ou exames diversos (FERREIRA; 2004). Na área de gestão, diagóstico, segudo Nogueira (987), é uma atividade característica de observação e aálise, que tem como objetivo detectar situações-problema que possam estar prejudicado o desempeho da empresa e impedido que ela atija os resultados esperados. Já a ecologia, o diagóstico ambietal aparece como uma das fases obrigatórias do Estudo de Impactos Ambietais (EIA) com relação aos critérios para a implatação da Avaliação de Impactos Ambietais (AIA), estabelecidos o artigo 6, iciso I da Resolução /86, do Coselho Nacioal do Meio Ambiete (CONAMA, 986). Esse diagóstico, segudo essa Resolução, trata-se de uma completa descrição e aálise dos recursos ambietais e suas iterações detro da área de ifluêcia do projeto, com relação ao meio físico, biológico e socioecoômico, de modo a caracterizar a situação ambietal da área em estudo (CONAMA, 986). O mesmo acotece com o Sistema de Gestão Ambietal baseado a ISO 4.000, o qual se observa a aplicação do diagóstico ambietal como uma ferrameta da fase do plaejameto do Sistema de Gestão Ambietal (SGA), que trata da idetificação dos aspectos e impactos ambietais (BARBIERI, 2007; MOURA, 2004; VALLE, 2004). Segudo Backer (995), os plaos de ação da gestão ambietal devem ter origem em um diagóstico ambietal da empresa, pois isso possibilitará quatificar o esforço ecessário para a gestão ser desevolvida, permitido também idetificar as prioridades de programas para a empresa. Idicadores Ambietais A palavra idicador deriva da palavra latia idicare, cujo sigificado é: descobrir, auciar, estimar (MERICO, 997). McQuee e Noak (988) coceituam idicador como a medida que resume iformações importates de um determiado feômeo. Belle (2005) complemeta esse coceito afirmado que os idicadores podem ser tato quatitativos, como qualitativos. Quato ao coceito de idicador ambietal, a OECD (993) diz se tratar de um parâmetro, ou um valor derivado de parâmetros, que apota, forece iformação e descreve o estado de um feômeo, área ou ambiete. Quato à sua importâcia, a Uited Natios Ecoomic Commissio for Europe (UNECE, 2006), apota que os idicadores ambietais são cosiderados fudametais para a avaliação de impactos ambietais e a elaboração de relatórios empresariais. Idicadores de Desempeho Ambietal Idicadores de desempeho têm por objetivo expressar quatitativamete o estado de um ambiete itero e/ou extero à orgaização resposável pelo empreedimeto, ou etão revelar seu fucioameto (ANDRADE et. al, 2002). Segudo Gasparii (2003), Idicadores de Desempeho Ambietal se referem ao uso de recursos aturais expressos em valores moetários e em valores absolutos de quatidade ou cosumo, os quais são cosideradas também as iiciativas de gereciameto ambietal, os impactos sigificativos relacioados ao setor da atividade e as respectivas ações de miimização (GASPARINI, 2003 apud CAMPOS et al., 2007a). Heri e Joureault (2007) apotam quatro razões que justificam a importâcia dos Idicadores de Desempeho Ambietal: primeiro, em decorrêcia do aumeto das resposabilizações por ações ambietais, fruto da cada vez mais rígida legislação ambietal, os Idicadores de Desempeho Ambietal auxiliam a avaliação, cotrole e divulgação dos resultados ambietais; segudo, forecem iformações para a tomada de decisões, assegurado, simultaeamete, o alcace dos objetivos ambietais; terceiro, forecem iformações relativas ao custo de redução de riscos e sobre a medição dessa redução, evitado desperdícios; quarto, são um istrumeto eficaz para melhorar as práticas empresariais e o desempeho orgaizacioal. Por fim, os Idicadores de Desempeho Ambietal ajudam a resumir a diversidade de dados ambietais relativos às operações de uma empresa, limitado o úmero de idicadores existetes (RAO et al. 2005). Esse mesmos autores idicam que essas iformações ão só ajudam a efetiva participação pública, mas também ajudam a boa goveraça empresarial. Idicadores de Sustetabilidade Idicadores de Sustetabilidade permitem avaliar o progresso da gestão ambietal rumo ao desevolvimeto sustetável. Segudo Belle (2005) a complexidade dos problemas do desevolvimeto sustetável requer a agregação de diferetes idicadores formado, assim, um Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

4 sistema. Nesse setido, Quiroga (2005) apota que os idicadores ambietais, os sociais e os ecoômicos podem ser cofrotados em uma base comum de iformações. Existem o mercado iúmeros modelos, sistemas e ferrametas que se propõem a avaliar a sustetabilidade em ível global, cotietal, acioal, regioal, local ou orgaizacioal. Detre todo este uiverso, destacam-se quatro métodos: Ecological footprit method EFM (Método da Pegada Ecológica); Dashboard of Sustaiability DS ( Paiel da Sustetabilidade); Barometer of Sustaiability BS (Barômetro da Sustetabilidade) apotados por Balle (2005) como os de maior utilização; e Pressure, State, Respose PSR (Pressão, Estado, Resposta) desevolvido pela OECD em 993. a) Método da Pegada Ecológica (MPE): O Método da Pegada Ecológica foi desevolvido por Wackeragel e Rees (996). Esta ferrameta se fudameta o coceito de capacidade de carga, trasformado o cosumo de matéria-prima e a assimilação de dejetos de um sistema ecoômico ou população humaa em área correspodete de terra produtiva ou água. Belle (2005) defie o Método da Pegada Ecológica como uma ferrameta destiada a mesurar o desevolvimeto sustetável por meio da trasformação do cosumo de matérias-primas e assimilação de dejetos de uma população ou sistema ecoômico, em uma determiada área correspodete de terra ou água produtiva. b) Paiel da Sustetabilidade (PS): Esta ferrameta foi desevolvida em 999 pelo Cosultive Group o Sustaiability Developmet Idicators (CGSDI) (CAMPOS et al., 2007b). O Paiel da Sustetabilidade é uma ferrameta de previsão quatitativa e qualitativa, que dá êfase à aálise quatitativa para covalidação dos dados que foram colhidos para etão defiir os idicadores de desempeho (BELLEN, 2005). Tratase de uma ferrameta que reúe idicadores que medem os estados do ambiete, da ecoomia, do bem estar humao e istitucioal de uma ação (PARENTE, 2007; e CAMPOS et al., 2007b). Cada idicador é composto por três subidicadores com: a) uma agulha que idica o valor atual de desempeho do sistema; b) um gráfico que apota as mudaças ocorridas com o passar do tempo; e c) uma demostração de medida das ações críticas ocorridas (PARENTE, 2007). Estes três idicadores são dispostos em um paiel de cotrole com cores que variam do vermelho-escuro (crítico), amarelo (médio), até o verde-escuro (positivo) (CAMPOS et al., 2007b; e BALLEN, 2005). A Figura apreseta o formato do Paiel da Sustetabilidade. c) Barômetro da Sustetabilidade (BS): Criado em cojuto pela World Coservatio Uio (IUCN) e pelo Iteratioal Developmet Research Cetre (IDRC), o Barômetro da Sustetabilidade tem como objetivo medir e comuicar o bem estar assim como o progresso de uma sociedade para a sustetabilidade (PRESCOTT-ALLEN, 200). Para tato, esta ferrameta utiliza idicadores biofísicos, de ecossistema e de bem estar social. É possível extrair coclusões sobre as codições das localidades e os efeitos de iterações pessoaecossistema a partir da utilização do BS (CAMPOS et al., 2007b). Sua estrutura é de fácil compreesão, fucioado como uma balaça em que iteragem um sistema de hipóteses com referêcia ao bem estar do ecossistema e ao bem estar humao (PARENTE, 2007). É realizada uma média aritmética dos idicadores e esta média é avaliada Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

5 Figura 2. Represetação gráfica do Barômetro da Sustetabilidade (CAMPOS et al., 2007b). Tabela : Coceito e Abragêcia dos Idicadores Pressão, Estado, Resposta (adaptado de OECD, 993). INDICADOR PRESSÃO ESTADO RESPOSTA CONCEITO E ABRANGÊNCIA Descreve os agetes que iterferem o meio ambiete e as causas de suas ações. As pressões podem ocorrer por cota de atividades atrópicas (atividades ecoômicas e iovações tecológicas) e por causa de atividades de fucioameto dos ciclos aturais, etre outras. Reflete as codições do meio ambiete, ou seja, descreve a qualidade e quatidade dos recursos aturais. Represeta as medidas adotadas pela sociedade que são traduzidas em política ambietal, regulametação, taxação, pagameto e reparo de daos ambietais. em uma balaça de desempeho com represetação bidimesioal (coforme Figura 2). A balaça do Barômetro da Sustetabilidade é dividida em 5 partes de 20 potos cada e com base que varia de zero a 00 (PRESCOTT-ALLEN, 200). Cada setor correspode a uma cor, que, como ilustra a Figura 2, varia do violeta ao braco. d) Pressão, Estado, Resposta (PER): Fialmete, o pioeiro dos modelos de Ídice de Sustetabilidade, o Pressão, Estado, Resposta foi desevolvido pela Orgaização para a Cooperação e Desevolvimeto Ecoômico (OECD,993), sedo um modelo que se destaca, em termos de aceitação e utilização (CAMPOS et al., 2007b) em razão da sua simplicidade, facilidade a utilização e por sua aplicabilidade os diferetes íveis, escalas e atividades humaas. É possível distiguir três tipos de idicadores que formam o modelo: Idicadores de Pressão, Idicadores de Estado e Idicadores de Resposta (OECD, 993). A Tabela mostra os três tipos de idicadores e sua abragêcia coforme especifica a OECD (993). Segudo Mateiga (2000 apud RUFINO, 2002), o modelo Pressão, Estado, Resposta está fudametado em uma rede de causalidades a qual se acredita que as ações humaas geram pressões o meio ambiete, alterado a qualidade e a quatidade de recursos aturais dispoíveis e provocado uma resposta que busca reduzir ou extiguir a citada pressão. Ídices de Sustetabilidade Empresarial Ídices são úmeros que agregam e represetam um determiado cojuto de idicadores. Sua variação mede, portato, a variação média dos idicadores do cojuto (MIRANDA, 2007). A costrução de ídices auxilia as empresas as aálises comparativas, tato da própria empresa ao logo de um período, como etre empresas de um mesmo Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

6 setor (NASCIMENTO et al.,2008). Os pricipais ídices de sustetabilidade são: a) Global Reportig Iitiative (GRI): Trata-se de uma iiciativa global iduzida pela Coalitio of Evirometally Resposible Ecoomies (CERES) e pela Uited Natios Eviromet Programme (UNEP) a fim de idicar um guia para a elaboração de relatórios que evolvem os aspectos ambietais, sociais e ecoômicos (MIRANDA, 2007). O objetivo, ou missão, da GRI é promover a trasparêcia etre a empresa e as partes iteressadas, com base em uma estrutura cofiável para elaboração de relatórios de sustetabilidade com capacidade de abrager qualquer tipo de empresa, idepedetemete do tamaho, setor ou localidade (GRI, 2007). Ao cotrário das ferrametas de SGA, a GRI ão apreseta metodologia de gestão, mas sim uma sistematização do coceito de sustetabilidade, facilitado assim o diálogo com as partes iteressadas (NASCIMENTO et al., 2008). Segudo esses autores, o relatório proposto pela GRI leva em cosideração pricípios: trasparêcia, iclusão, auditabilidade, comparabilidade, relevâcia, cotexto de sustetabilidade, exatidão, eutralidade, comparabilidade, clareza e periodicidade. Ou seja, um relatório de sustetabilidade para ter credibilidade deve respeitar os citados pricípios. Os idicadores GRI itegram aspectos ecoômicos, ambietais e sociais. Esses macro idicadores se subdividem em categorias, que por sua vez se subdividem em aspectos. b) Idicadores Ethos de Resposabilidade Social Empresarial: O modelo de Idicadores Ethos foi cocebido pelo Istituto Ethos de Resposabilidade Social Empresarial em Trata-se de um guia para elaboração do balaço social, que utiliza o modelo IBASE para agregação dos seus idicadores (NASCIMENTO et al., 2008). O objetivo dos Idicadores Ethos é oferecer às empresas uma ferrameta que as auxilie o processo de aprofudameto de seu comprometimeto com o desevolvimeto sustetável e com a resposabilidade social (ETHOS, 2008). A proposta dos Idicadores Ethos é que o seu relatório coteha iformações sobre o perfil da empresa, o seu histórico, seus pricípios e valores, goveraça corporativa, diálogo com as partes iteressadas e idicadores de desempeho ecoômico, social e ambietal o chamado Tripé da Sustetabilidade (NASCIMENTO et al., 2008). c) Ídices de Sustetabilidade Empresarial (ISE) da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA): Acompahado a evolução dos mercados de capitais estrageiros, a Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) uiu esforços com a Fudação Getúlio Vargas e criou o ISE (BARBIERI, 2007). O objetivo pricipal desse ídice é istituir um ambiete de ivestimeto que comugue com as demadas do desevolvimeto sustetável (BOVESPA, 2005). Quato às suas dimesões, o ídice da BOVESPA adota o coceito-base do Tripé da Sustetabilidade avaliado elemetos ecoômicos, sociais e ambietais, com a itrodução de critérios e idicadores de goveraça corporativa (BOVESPA, 2005). METODOLOGIA A FDSE foi elaborada com base em pesquisa bibliográfica, seguida de aplicações de teste e refiameto. Costrução da ferrameta Iicialmete foi realizada extesa pesquisa bibliográfica baseada pricipalmete as seguites fotes: ormas da série NBR ISO 4.000; Resoluções CONAMA 0/86, 306/02 e 38/06; Idicadores Ethos 2008 (ETHOS, 2008); Idicadores GRI 2006 (GRI, 2007); Norma AA000; Norma SA 8000; Norma NBR 6.00; Idicadores de Sustetabilidade IBGE; Ídice de Sustetabilidade Empresarial BOVESPA (BOVESPA, 2005) e Dow Joes; Ageda 2; Declaração do Rio de Jaeiro Sobre meio ambiete e desevolvimeto; Pricípios do Pacto Global, Idicadores OECD (OECD, 993); idicadores UNECE 2006 (UNECE, 2006), modelos de idicadores de sustetabilidade (Barômetro da Sustetabilidade, Paiel da Sustetabilidade, Método da Pegada Ecológica e modelo Pressão, Estado, Resposta da OCDE), Aálise de Risco à Seguraça Idustrial e da Aálise de Risco Ecológico proposta pela Evirometal Protectio Agecy (EPA Agêcia de Proteção Ambietal dos Estados Uidos). Em seguida, passou-se à criação das pergutas que formam os idicadores da ferrameta. O roteiro de verificação foi dividido em quatro s (Geral, Ecoômico, Ambietal e Social), cada um deles formado por diversos Critérios que, por sua vez, são formados por Idicadores. Esses últimos são compreedidos por três tipos de pergutas: perguta fechada (positiva e egativa), perguta de múltipla escolha (positiva e egativa) e perguta somatória (positiva e egativa). Além das pergutas, o roteiro de verificação também é formado por um campo de aálise quatitativa que realiza o cálculo da potuação atigida pela empresa diagosticada. O item Ferrameta de Diagóstico Socioambietal Empresarial, a seguir, descreve a ferrameta desevolvida e seu processo de costrução. Aplicação da ferrameta A coleta de dados foi realizada com o auxílio de três procedimetos metodológicos de Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

7 Tabela 2: Classificação de empresas segudo o porte. TIPO LGMPE BNDES Microempresa Receita bruta aual até R$ , Média empresa Receita bruta aual superior a R$ ,00 e iferior a R$ 2, milhões Média empresa Receita operacioal bruta aual ou aualizada superior a R$ 2,4 milhões (adaptado) e iferior a R$ 60 milhões Grade empresa Receita operacioal bruta aual ou aualizada superior a R$ 60 milhões pesquisa: Etrevista, Aálise de documetos e Visita i loco. Os dados coletados foram aalisados, gerado quatro tipos de diagósticos: Diagóstico Idividual, Diagóstico Potual, Diagóstico Parcial e Diagóstico Completo. Os resultados desses diagósticos, por sua vez, foram cosolidados em três métodos de aálise: Aálise do desempeho, Aálise do risco empresarial e Ídice de sustetabilidade. Os resultados dessas aálises foram utilizados como base para elaboração do Relatório fial de cada empresa diagosticada. Métodos de utilização da FDSE: coleta dos dados Para a coleta de dados a FDSE classifica as empresas coforme dois critérios: porte e setor de atuação. a) Porte das Empresas: (a) Microempresa; (b) Empresa de Pequeo Porte; (c) Média Empresa; e (d) Grade Empresa. A Tabela 2 apreseta a classificação das empresas quato ao seu porte levado em cosideração, para as Micro e Pequeas empresas a Lei Complemetar 23/2006 ititulada Lei Geral de Micro e Pequea Empresa (LGMPE) (BRASIL, 2006). Já para a classificação como Média e Grade Empresa foi cosiderado o critério adotado pelo Baco Nacioal de Desevolvimeto Ecoômico e Social (BNDES) por itermédio da Carta Circular. 64/2002 (BNDES, 2002). b) Classificação das Empresas segudo o setor de atuação: foi adotada a classificação proposta por Tachizawa (2006): (a) Idústria Altamete Cocetrada; (b) Empresas da Idústria Semicocetrada; (c) Empresas de Bes de Cosumo Não Duráveis; (d) Empresas de Bes de Cosumo Duráveis; (e) Setor de Empresas Comerciais; (f) Empresas de Serviços Fiaceiros; (g) Empresas de Serviços Especializados; (h) Istituições do Setor Educacioal; (i) Setor de Serviços Públicos; e (j) Orgaizações de Outros Ramos de Negócios. A coleta de dados foi realizada por itermédio de um roteiro de verificação que foi preechido com o auxílio de três procedimetos: Etrevista, Aálise de Documetos e Visita i loco. Duas questões importates foram levadas em cosideração as etrevistas: a validade e a cofiabilidade das respostas. Quato à cofiabilidade, a mesma está ligada à cosistêcia da medida utilizada para obteção dos resultados (BÊRNI, 2002), por isso, criou-se um sistema quatitativo de aálise desevolvido em plailha eletrôica. Já quato à validade, como em sempre é possível ter certeza de que a iformação forecida pelos etrevistados correspode à realidade (RICHARDSON, 999), para que o resultado da etrevista se aproximasse ao máximo da realidade, foi esclarecido aos etrevistados que se tratava de uma pesquisa acadêmica e que os resultados ão seriam utilizados com caráter de puição (pelos órgãos públicos) ou retaliação (pelas orgaizações do terceiro setor ou a própria comuidade em geral), pelo cotrário, quato mais precisas fossem as respostas, melhor seria para a empresa, pois a mesma poderia utilizar em seu proveito o resultado da pesquisa para melhorar sua competitividade. Outro sistema utilizado para validar as respostas foi o complemeto da etrevista com a aálise de documetos e a visita i loco. A Tabela 3 mostra a porcetagem de utilização de cada procedimeto de coleta de dados. Estes úmeros foram obtidos através de um cotrole da fote de iformação em cada um das cico aplicações as empresas diagosticadas: Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

8 Tabela 3: Porcetagem de utilização dos procedimetos. PROCEDIMENTO PORCENTAGEM UTILIZAÇÃO Etrevista 74,60% Aálise de documetos 4,40% Visita i loco,00% Figura 3: Estrutura do roteiro de verificação da FDSE. Cabe destacar que a coleta de dados para a aplicação da ferrameta se desevolveu em duas fretes: (i) aálise e refiameto do roteiro de verificação e, cosequetemete, da ferrameta e; (ii) levatameto de dados para elaboração dos relatórios fiais sobre os diagósticos das empresas aalisadas, apresetado o diagóstico socioambietal, apotado os potos fortes e fracos, a aálise de risco da empresa, o ídice de sustetabilidade e os plaos de ação recomedados. A FERRAMENTO DE DIAGNÓSTICO SOCIOAMBIENTAL EMPRESARIAL Estrutura da FDSE A FDSE foi estruturada a forma de um roteiro de verificação o qual é dividido em quatro s: Geral, Ecoômico, Ambietal e Social. Com exceção do Geral, que egloba as iformações cadastrais da empresa, todos os demais aspectos são compostos por idicadores orgaizados coforme a estrutura apresetada a Figura 3. As Pergutas são os meores úcleos do roteiro de verificação e podem ser: a) Pergutas fechadas dicotômicas: são pergutas que apresetam como possibilidade de resposta duas alterativas: Sim ou Não. Esta categoria de perguta possui potuação zero ou 00 potos da seguite maeira: (a) resposta positiva recebe valor 00 e (b) resposta egativa recebe valor zero. Estas pergutas podem ser positivas, quado o sim vale 00 potos e o ão vale zero poto, ou egativas, quado o ão vale 00 potos e o sim vale zero poto, respectivamete. b) Perguta de Múltipla Escolha: as pergutas de múltipla escolha se caracterizam por possuírem três ou mais alterativas de resposta, e somete uma delas pode ser escolhida. A potuação desta categoria de perguta varia de zero a 00 potos. Assim, por exemplo, se a perguta possuir três respostas possíveis, a primeira opção valerá zero, a seguda 50 e a terceira 00 potos. Caso a Perguta apresete quatro opções de resposta elas valerão zero, 25, 50 e 00. Assim respectivamete. Elas podem ser pergutas positivas ou egativas. c) Perguta Somatória: são pergutas sobre práticas positivas ou egativas. Geralmete elas complemetam as pergutas fechadas. As pergutas somatórias apresetam sempre mais de duas alterativas de respostas, podedo-se selecioar uma ou mais alterativas. Quato mais opções forem marcadas, maior será a potuação da perguta, positiva ou egativamete. Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

9 CRITÉRIO Áreas/Propriedades da Empresa Atividade da Empresa Produtos Parceiros Gestão Gestão Ecoômica Goveraça Corporativa e Trasparêcia Compromissos da Empresa Tabela 4: Número de pergutas existetes a ferrameta ASPECTO ECONÔMICO INDICADORES GERAIS/ESPECÍFICOS Zoeameto Urbao e Muicipal Tributação da Área Liceça Ambietal Tributação da Atividade Gestão de Risco à Saúde e/ou à Seguraça Humaa e do Ambiete Desempeho da Atividade Questões Admiistrativas e Legais Gestão de Risco à Saúde e/ou à Seguraça Humaa e do Ambiete Processo Admiistrativo e/ou Judicial Desempeho dos Produtos Cotratação de forecedores Mauteção do Cotrato com o Forecedor Comuicação Auditorias Ambietais Educação Ambietal Documetação Comuicação Gestão Estratégica Gestão de Riscos e Oportuidades Ecoômicas Gestão de Crises e Cotigêcias Ecoômicas Gestão do Desempeho Ecoômico Compromissos Éticos Compromissos Fudametais Compromissos Volutários ASPECTO AMBIENTAL NÚMERO PERGUNTAS Política Ambietal 5 Sistema de Gestão Ambietal 7 Plaos e Programas Ambietais 4 Gestão Ambietal Plaos de Objetivos e Metas 0 Moitorameto e Medição 8 Materiais de Etrada Recursos Naturais Água Eergia Recursos Florestais Combustíveis Fósseis Materiais/Isumos/Produtos Efluetes Líquidos 49 Emissões Atmosféricas 44 Materiais de Saída Resíduos Sólidos 67 Ruídos 6 Coformidade Legal 23 ASPECTO SOCIAL Ambiete Itero Microambiete Macroambiete Codições de Trabalho Codições Sociais Codições Legais Codições de Trasparêcia e Goveraça Comuidade da Área de Ifluêcia Forecedores Clietes Terceiro Setor Cocorrêcia Marketig Variável Sociocultural Variável Político-legal Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

10 Figura 4 - represetação gráfica do Desvio-problema Tabela 5: Classificação do Desempeho (adaptado de LERIPIO, 200) DESVIO-PROBLEMA DESEMPENHO Superior a 40% CRÍTICO Etre 30 e 40% PÉSSIMO Etre 20 e 30% RUIM Etre 0 e 20% RAZOÁVEL Iferior a 0% BOM Igual ou melhor EXCELENTE Detro da estrutura dos s Ecoômico, Ambietal e Social a FDSE permite que sejam realizados quatro tipos de Diagóstico: Idividual, Potual, Parcial e Completo. O Diagóstico Idividual permite verificar o desempeho em um ou mais de um idicador. O Diagóstico Potual possibilita determiar o desempeho em um ou mais de um Critério cotido a ferrameta. Já o Diagóstico Parcial admite que seja determiado o desempeho em um ou dois s. Fialmete, a FDSE possibilita que seja realizado um Diagóstico Completo para determiar o desempeho em todos os três s. A Tabela 4 apreseta a divisão dos aspectos em idicadores e o úmero de pergutas associadas a cada um dos idicadores. O úmero total de pergutas da FDSE é de 884, divididas etre os s Ecoômico, Ambietal e Social. Aálise dos Dados A FDSE possibilita três tipos de aálises dos resultados obtidos por meio dos quatro diagósticos citados ateriormete: Aálise do Desempeho, Aálise de Risco Empresarial e Ídice de Sustetabilidade. A Aálise do Desempeho pode ser aplicada em qualquer um dos quatro diagósticos (Idividual, Potual, Parcial ou Completo). É baseada a proposta de diagóstico empresarial sugerida por Nogueira (987), a qual emprega a Teoria do Desvio- Problema (TDP). Segudo o autor, a TDP é aquela que defie um problema como sedo o desvio detectado etre uma situação cosiderada ideal ou desejada e a situação efetivamete ecotrada. Assim, parte-se da premissa que uma empresa ão apreseta o desempeho desejado quado ão alcaça os objetivos e/ou resultados esperados ou, quado, as palavras de Nogueira (987), há o afastameto de rota. A FDSE utiliza como Situação Desejada (SD) o valor de 70%, estabelecido por meio de uma média dos resultados obtidos pelas empresas do Grupo de Referêcia e das Empresas participates do relatório da aplicação dos Idicadores Ethos de A Situação Ecotrada (SE) é comparada aos 70% para determiar o Desvio-problema, como ilustra a Figura 4. A Tabela 5 apreseta a classificação do desempeho da empresa em determiado, Critério ou Idicador Geral, de acordo com o resultado do Desvioproblema ecotrado. Essa forma de classificação tem como base teórica o método GAIA Gereciameto de s e Impactos Ambietais proposto por Leripio (200). Coforme a Tabela 5 o desempeho varia do crítico até o excelete, idicado aqui por uma escala de ciza mais escuro para ciza mais claro, respectivamete. Optou-se por esse método porque ele utiliza uma classificação simples, autoexplicativa e impactate. A Aálise de Risco Empresarial é a seguda opção de aálise que a FDSE permite. É Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

11 baseada as metodologias de Aálise de Risco apresetadas por Miller (2007), Assumpção (2004), Valle (2004) e Kolluru (996), que visam diagosticar, idetificar e mitigar ou extiguir os riscos poteciais das atividades humaas, em especial das empresariais. A aálise de risco da FDSE também utiliza coceitos da Aálise de Risco à Seguraça Idustrial e da Aálise de Risco Ecológico propostas pela Evirometal Protectio Agecy (EPA Agêcia de Proteção Ambietal dos Estados Uidos) (USEPA. U.S., 998). Os valores expressos a Aálise de Risco Empresarial são obtidos através dos resultados do Diagóstico Parcial da FDSE, que cosistem o somatório dos resultados das pergutas que compõem os s Ecoômico, Ambietal e Social, respectivamete, multiplicados por variáveis de peso, alfa, beta e gama: alfa se aplica aos aspectos (ecoômico, ambietal e social); beta se aplica ao critério de equadrameto da perguta (legal, gestão e desempeho); e gama correspode à aplicabilidade da perguta, defiida pelo avaliador. O aplicador da ferrameta pode atribuir pesos diversos às variáveis α e β o que possibilita detectar as sesibilidades da empresa e apotar a pior e a melhor situação socioambietal da empresa em fução das prioridades de aálise do avaliador, tedo sempre como base o resultado do diagóstico com variáveis α e β com pesos iguais a um. A equação é utilizada para efetuar a Aálise Completa, da qual se origiam as demais equações para efetuar as Aálises Parcial, Potual e Idividual. Ode, α E, α A, α S = pesos dos aspectos Ecoômico, Ambietal e Social, respectivamete; β L, βg, β D = pesos dos critérios Legal, de Gestão e de Desempeho, respectivamete; γ ( E, A, S )( L, G, D) = variável de aplicabilidade determia se a Perguta é aplicável ou ão ao caso cocreto. Seu valor pode ser zero ou, caso a Perguta ão se aplique ao caso cocreto terá valor zero, caso se aplique terá valor ; E, A, S = Ecoômico, Ambietal e Social, respectivamete; L, G, D = Legal, de Gestão e de Desempeho, respectivamete; E, L = úmero de critérios Legais o aspecto Ecoômico, por exemplo. A Aálise de Risco Empresarial auxilia a determiação de plaos de ação para a empresa, a idetificação de aspectos e impactos sigificativos que precisam melhorar para que o egócio desevolvido pela orgaização ão veha a ruir e a idetificação dos riscos e oportuidades. A última aálise feita com os resultados da FDSE é a medida de sustetabilidade da empresa. Essa medida cocetra todos os idicadores (iformações) do roteiro de verificação e os trasforma em um ídice de sustetabilidade. Este método de aálise possui apoio teórico os Ídices de Sustetabilidade da BOVESPA (BOVESPA, 2005) e da bolsa de valores Dow Joes, e se baseia o modelo Barômetro da Sustetabilidade. A metodologia para determiar o Ídice de Sustetabilidade (IS) cosiste em dois passos: i. Realizar o Diagóstico Completo, o qual é composto pelos s Ecoômico, Ambietal e Social. ii. Iserir o resultado em um gráfico baseado o modelo Barômetro da Sustetabilidade e abstrair deste procedimeto o grau de sustetabilidade da empresa. A Figura 5 apreseta o gráfico de sustetabilidade usado para obter o IS. Esse gráfico represeta o resultado do diagóstico dos três s da FDSE abstraídos do Diagóstico Completo (s Ecoômicos, Ambietal e Social). A toalidade do triâgulo formado o gráfico represeta o valor desse resultado que expressa o Ídice de Sustetabilidade da empresa (média etre os três aspectos). Assim, esse exemplo a empresa estaria D C α A βl α S βl = α E β L A, L i= S, L i= ( γ ( γ E, L i= A, Li S, Li ( γ A S Li Li E, Li E ) + β ) + β Li ) + β A, G G i= S, G G i= ( γ ( γ E, G G i= A, Gi S, Gi S ( γ A Gi Gi E, Gi E ) + β ) + β Gi ) + β A, D D i= S, D D i= ( γ ( γ E, D D i= A, Di S, Di S ( γ A Di Di E, Di ) + ) E Di ) + () Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

12 a 00: Sustetável 60 a 80: Potecialmete Sustetável 40 a 60: Itermediário 20 a 40: Potecialmete Isustetável 0 a 20: Isustetável 3 2 ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE - Ambietal 2 - Ecoômico 3 - Social Figura 5: Gráfico do Ídice de Sustetabilidade. No exemplo da figura, o aspecto ambietal obteve potuação 40, o aspecto ecoômico potuação 70 e o aspecto social potuação 2. Tabela 6: Diagóstico Parcial da Aplicação da Ferrameta a Marmoraria s. DIAGNÓSTICO PARCIAL (Dp) - ASPECTOS ASPECTO RESULTADO CLASSIFICAÇÃO Ecoômico 40,49% RUIM Ambietal 37,29% PÉSSIMO classificada com Ídice de Sustetabilidade Itermediário (itervalo etre 40 e 60). APLICAÇÕES DA FDSE Foram realizadas cico aplicações da FDSE em quatro empresas de diferetes setores: uma Marmoraria, uma Fábrica de Móveis, um Escritório de Advocacia e uma Idústria de Compesados, sedo que a Marmoraria a ferrameta foi aplicada duas vezes em um itervalo de seis meses. Marmoraria primeira aplicação Trata-se de uma Pequea Empresa, localizada em uma área urbaa comercial o iterior do Paraá, com imóvel próprio, cotado com aproximadamete 2500 m 2 de área total, e 900 m 2 de área costruída, com 20 empregados e dois sócios. Possui como objeto social a idustrialização e comercialização de mármores, graitos e pedras decorativas em geral e atividade pricipal o beeficiameto de mármore e graito, e sua posterior comercialização. É classificada com Empresa de Bes de Cosumo Duráveis Setor misto, coforme Tachizawa (2006). A primeira aplicação ocorreu em julho de 2008 (mometo o qual o roteiro de verificação ecotrava-se icompleto, faltado o Social) e levou cico dias para ser cocluída. A Tabela 6 apreseta o resultado da Aálise do Desempeho da empresa. As deficiêcias mais patetes a empresa Marmoraria detro do Ecoômico foram diagosticadas os seguites Idicadores Gerais: Parceiros, Gestão da Atividade, Gestão Estratégica, Compromissos Éticos, Compromissos Fudametais e Compromissos Volutários. No que diz respeito ao Ambietal, as deficiêcias de desempeho foram ecotradas em diversos Idicadores Gerais, sedo eles: Sistema de Gestão Ambietal, Plaos e Programas Ambietais, Plaos de Objetivos e Metas, Efluetes Líquidos, Emissões Atmosféricas e Resíduos Sólidos. A Figura 6 apreseta o resultado da Aálise do Risco Empresarial da Marmoraria a primeira aplicação da ferrameta. A Marmoraria apresetou uma situação de risco cosiderada crítica segudo a metodologia proposta pela FDSE, o que idicava fragilidade e grade susceptibilidade até a pequeas crises. Fializado a aálise da empresa, com base o resultado do Diagóstico Completo (Dc), foi Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

13 00 DESPREZÍVEL MARGINAL CRÍTICA Ecoômico Ambietal Social CATASTRÓFICA 0 SITUAÇÃO DE RISCO SOCIOAMBIENTAL Figura 6 - Aálise de Risco Empresarial Marmoraria (ª. aplicação). Tabela 7: Diagóstico Parcial da Aplicação da FDSE a Fábrica de Móveis. DIAGNÓSTICO PARCIAL (Dp) - ASPECTOS ASPECTO RESULTADO CLASSIFICAÇÃO Ecoômico 40,92% RUIM Ambietal 36,92% PÉSSIMO Social 45,58% RUIM 00 DESPREZÍVEL MARGINAL CRÍTICA Ecoômico Ambietal Social CATASTRÓFICA 0 SITUAÇÃO DE RISCO SOCIOAMBIENTAL Figura 7 - Aálise de Risco Empresarial Fábrica de Móveis. ecotrado um Ídice de Sustetabilidade cosiderado Potecialmete Isustetável (etre 20 e 40 potos) com 39,78 potos. Fábrica de Móveis Classificada como Microempresa, localizada em uma área urbaa comercial o iterior do Paraá, com imóvel próprio, cotado com aproximadamete 500 m 2 de área total, e 700 m 2 de área costruída, com sete empregados a liha de produção e dois sócios admiistradores. Possui como objeto social a idustrialização e comercialização de móveis plaejados em geral e pricipal atividade o beeficiameto de madeira, compesado e MDF (Medium-Desity Fiberboard) e sua posterior comercialização. Classificase como Empresa de Bes de Cosumo Duráveis Setor misto, coforme Tachizawa (2006). Essa aplicação da FDSE ocorreu em dezembro de 2008 em uma úica etapa, pois a ferrameta Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

14 Tabela 8: Diagóstico Parcial da Aplicação da Ferrameta o Escritório de Advocacia s. DIAGNÓSTICO PARCIAL (Dp) - ASPECTOS ASPECTO RESULTADO CLASSIFICAÇÃO Ecoômico 7,6% EXCELENTE Ambietal 50,20% RAZOÁVEL Social 57,83% RAZOÁVEL 00 DESPREZÍVEL MARGINAL CRÍTICA Ecoômico Ambietal Social CATASTRÓFICA 0 SITUAÇÃO DE RISCO SOCIOAMBIENTAL Figura 8 - Gráfico da Aálise de Risco Empresarial Escritório de Advocacia. já se ecotrava completa ( Ecoômico, Ambietal e Social). A aplicação levou dois dias e seus resultados são mostrados a Tabela 7. As deficiêcias mais patetes a Fábrica de Móveis detro do Ecoômico foram diagosticadas os seguites Idicadores Gerais: Parceiros, Gestão Estratégica, Goveraça Corporativa e Trasparêcia, Compromissos Éticos e Compromissos Fudametais. No que diz respeito ao Ambietal, as deficiêcias de desempeho foram ecotradas em diversos Idicadores Gerais, sedo eles: Política Ambietal, Plaos de Objetivos e Metas, Moitorameto e Medição da Gestão Ambietal, Efluetes Líquidos, Resíduos Sólidos e Ruídos. Por fim, quato ao Social, as deficiêcias de desempeho foram ecotradas os seguites Idicadores Gerais: Codições Sociais, Codições de Trasparêcia e Goveraça, Comuidade da Área de Ifluêcia, Forecedores, Terceiro Setor e Variável Sociocultural. A Figura 7 apreseta o resultado da Aálise do Risco Empresarial da Fábrica de Móveis. A Fábrica de Móveis apresetou uma situação de risco igual à da Marmoraria (iclusive com potuação os s muito parecida), ou seja, cosiderada crítica segudo a metodologia proposta pela FDSE, o que idicou fragilidade e grade susceptibilidade até a pequeas crises. Cocluido, a empresa apresetou, com base o resultado do Diagóstico Completo (Dc), um Ídice de Sustetabilidade (IS) cosiderado Itermediário (etre 40 e 60 potos) com 4,40 potos, muito mais próximo de um ídice Potecialmete Isustetável, do que de um ídice Potecialmete Sustetável. Escritório de Advocacia Trata-se de uma empresa de Pequeo Porte, localizada em cidade do iterior do Paraá, em uma área urbaa comercial, com imóvel alugado, cotado com aproximadamete 600 m 2 de área total costruída e uma força de trabalho composta por 8 empregados, 5 advogados, um cotador, um estagiário e quatro sócios. O objeto social dessa empresa é a prestação de serviço jurídico cotecioso e cosultoria, sedo classificada como Empresa de Serviço Especializado, coforme Tachizawa (2006). Essa aplicação da FDSE também ocorreu em dezembro de 2008 em uma úica etapa, tedo durado três dias. A Tabela 8 mostra os resultados. As deficiêcias mais patetes o Escritório de Advocacia, detro do Ecoômico, foram diagosticadas o Idicador Geral Parceiros. No que diz respeito ao Ambietal, as deficiêcias de desempeho foram ecotradas os Critérios: Política Ambietal, Plaos de Objetivos e Metas, Eergia e Resíduos Sólidos. Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

15 Tabela 9 - Diagóstico Parcial da Seguda Aplicação da Ferrameta a Marmoraria s. DIAGNÓSTICO PARCIAL (Dp) - ASPECTOS ASPECTO RESULTADO CLASSIFICAÇÃO Ecoômico 60,88% BOM Ambietal 5,6% RAZOÁVEL Social 44,37% RUIM Tabela 0: Resultados dos Diagósticos 0 e 02 - Marmoraria. DIAGNÓSTICO PARCIAL (Dp) - ASPECTOS ASPECTO RESULTADO APLICAÇÃO 0 RESULTADO APLICAÇÃO 02 Ecoômico 40,49% 60,88% Ambietal 37,29% 5,6% Social - 44,37% 00 DESPREZÍVEL MARGINAL CRÍTICA Ecoômico Ambietal Social CATASTRÓFICA 0 SITUAÇÃO DE RISCO SOCIOAMBIENTAL Figura 9: Aálise de Risco Empresarial Marmoraria (2ª. aplicação). No Social as deficiêcias de desempeho foram ecotradas os Critérios: Comuidade da Área de Ifluêcia, Forecedores e Terceiro Setor. A Figura 8 apreseta o resultado da Aálise do Risco Empresarial do Escritório de Advocacia. O Escritório de advocacia apresetou uma situação de risco margial, ão apresetado grade vulerabilidade a pequeas crises iteras ou exteras. Fializado a aálise da empresa, com base o resultado do diagóstico completo, foi ecotrado um Ídice de Sustetabilidade cosiderado Itermediário (etre 40 e 60 potos) com 57,4%. Marmoraria seguda aplicação Trata-se da mesma empresa descrita ateriormete, todavia, essa aplicação da FDSE ocorreu seis meses depois da primeira aplicação, ou seja, em jaeiro de 2009 e levou os mesmos cico dias para ser cocluída. A Tabela 9 apreseta o resultado da Aálise do Desempeho da empresa, e a Tabela 0 apreseta uma comparação etre as duas aplicações da FDSE. No Ecoômico a melhora foi de mais de vite potos percetuais, cerca de 50% de evolução em relação à situação iicial, equato que o Ambietal a melhora foi de quatorze potos percetuais, cerca de 40% de evolução em relação à situação origial, ou seja, um avaço sigificativo com a adoção de ações simples pela empresa, com base o relatório emitido após a primeira aplicação da FDSE. A Figura 9 apreseta o resultado da Aálise do Risco Empresarial da Marmoraria a seguda aplicação da ferrameta. Apesar da melhora da empresa, a situação de risco aida se mostrou problemática. É preciso dedicar ateção especial aos s Ambietal e Social, pois qualquer crise itera ou extera pode agravar os riscos (risco à seguraça, à saúde humaa e ao meio ambiete, risco ecoômico de iadimplêcia e falta de recursos Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

16 Tabela : Diagóstico Parcial da Aplicação da Ferrameta a Idústria de Compesados s. DIAGNÓSTICO PARCIAL (Dp) - ASPECTOS ASPECTO RESULTADO CLASSIFICAÇÃO Ecoômico 8,0% EXCELENTE Ambietal 68,23% BOM Social 67,04% BOM 00 DESPREZÍVEL MARGINAL CRÍTICA Ecoômico Ambietal Social CATASTRÓFICA 0 SITUAÇÃO DE RISCO SOCIOAMBIENTAL Figura 0: Aálise de Risco Empresarial Idústria de Compesado. fiaceiros, riscos sociais do ambiete itero e do microambiete, etre outros). Fializado a aálise da empresa, com base o resultado do Diagóstico Completo (Dc), foi ecotrado um Ídice de Sustetabilidade Itermediário (etre 40 e 60 potos) com 5,6 potos. Nítido foi o auxílio que a FDSE prestou para a gestão socioambietal da orgaização estudada, pois orietou a evolução da empresa de um ceário de Potecial Isustetabilidade para um ível Itermediário de Sustetabilidade. Idústria de Compesados Trata-se de uma empresa de Médio Porte com receita bruta aual superior a R$ 0,5 milhões (dez milhões e quihetos mil reais) e iferior ou igual a R$ 60 milhões (sesseta milhões de reais), localizada em cidade do iterior do Paraá, em uma área urbaa idustrial, com imóvel alugado, operado em uma área de aproximadamete m 2 e cotado com uma força de trabalho de mais de 600 empregos diretos. O objeto social dessa empresa é a idustrialização, comercialização, exportação e importação de madeiras brutas, beeficiadas e compesadas e sua pricipal atividade é exportação de compesados para a Europa, Estados Uidos e Caribe. É classificada como empresa da Idústria semicocetrada, Empresa produtora de bes de cosumo ão duráveis, coforme Tachizawa (2006). Essa aplicação da FDSE ocorreu em fevereiro de 2009 e levou sete dias para ser cocluída. A Tabela apreseta o resultado da Aálise do Desempeho da empresa. Essa última empresa estudada apresetou uma situação de risco média classificada como Margial, segudo a metodologia proposta pela FDSE, o que idica solidez, mas ão deve iduzir relaxameto a gestão socioambietal, até porque, etre outros argumetos, ela está sujeita às variações do mercado iteracioal. Fializado a aálise da empresa, com base o resultado do Diagóstico Completo (Dc), foi ecotrado um Ídice de Sustetabilidade Potecialmete Sustetável (etre 60 e 80 potos) com 69,3 potos. CONCLUSÃO Os propósitos da FDSE foram atigidos com a metodologia proposta. A ferrameta se mostrou útil para idetificar as possíveis causas que prejudicam o desempeho das empresas ajudado, assim, os gestores a tomada de decisões. A aplicação do roteiro de verificação trascorreu de forma rápida, apesar da extesão e da profudidade de ivestigação da ferrameta, tedo durado o máximo sete dias, o que evitou a mudaça de rotia da empresa por muitos dias. O que colaborou para isso foi o fato de as pergutas terem sido respodidas, em sua grade Revista Brasileira de Ciêcias Ambietais Número 25 setembro de ISSN Impresso / ISSN Eletrôico:

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