Boletimj. Manual de Procedimentos. ICMS - IPI e Outros. Rio de Janeiro. Federal. Estadual. IOB Setorial. IOB Comenta. IOB Perguntas e Respostas

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1 Boletimj Manual de Procedimentos Fascículo N o 06/2014 Rio de Janeiro // Federal IPI Crédito fiscal // Estadual ICMS Cadastro de contribuintes // IOB Setorial Estadual Químico - Tratamento tributário especial para as indústrias do setor // IOB Comenta Federal Exportação - Códigos de enquadramento que geram direito ao Reintegra - Especificação // IOB Perguntas e Respostas IPI Cigarros - Exportação Retaero - Pessoas jurídicas beneficiárias ICMS Sped - CC-e - Layout ICMS/RJ Crédito - Vedação da apropriação GIA-ICMS - Prazo de entrega Substituição tributária - Responsabilidade - Alteração do contribuinte passivo Veja nos Próximos Fascículos a IPI - Crédito presumido a ICMS - Diferimento a ICMS - Fundo Estadual de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais (FECP)

2 2014 by IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Capa: Marketing IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Editoração Eletrônica e Revisão: Editorial IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Telefone: (11) (São Paulo) (Outras Localidades) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ICMS, IPI e outros : IPI : crédito fiscal : IOB comenta ed. -- São Paulo : IOB Folhamatic, (Coleção manual de procedimentos) ISBN Imposto sobre Circulação de Mercadorias - Brasil 2. Imposto sobre Produtos Industrializados - Brasil 3. Tributos - Brasil I. Série CDU-34: (81) Índices para catálogo sistemático: 1. Brasil : Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços : ICMS : Direito tributário 34: (81) 2. Brasil : Imposto sobre Produtos Industrializados : IPI : Direito tributário 34: (81) Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem prévia autorização do autor (Lei n o 9.610, de , DOU de ). Impresso no Brasil Printed in Brazil Boletim IOB

3 Boletimj Manual de Procedimentos a Federal Crédito fiscal IPI SUMÁRIO 1. Introdução 2. Não cumulatividade 3. Créditos básicos 4. Momento do lançamento do crédito 5. Penalidades 6. EFD 1. Introdução O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) tem como uma das características fundamentais o princípio da não cumulatividade, mediante o qual é permitida a compensação do valor devido em cada operação com o montante do tributo cobrado nas operações anteriores. Neste texto, examinaremos as hipóteses em que os estabelecimentos de contribuintes podem se apropriar do valor do imposto nas entradas de insumos (matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem) - os denominados créditos básicos. (Constituição Federal/1988, art. 153, IV, 3º, II; RIPI - Decreto nº 7.212/2010) 2. Não cumulatividade A não cumulatividade do IPI é efetivada pelo sistema de crédito, atribuído ao contribuinte, do imposto correspondente a produtos entrados em seu estabelecimento, para ser abatido do que for devido pelos produtos dele saídos, em um mesmo período de apuração. (RIPI/2010, art. 225, caput) 3. Créditos básicos Os estabelecimentos industriais e os a ele equiparados poderão se creditar do imposto relativo aos produtos tributados que forem devolvidos ou tenham retornado aos seus estabelecimentos, total ou parcialmente Os contribuintes do IPI (industriais ou a eles equiparados) poderão se creditar do imposto: a) relativo a matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem adquiridos para emprego na industrialização de produtos tributados, incluindo-se entre as matérias- -primas e os produtos intermediários aqueles que, embora não se integrando ao novo produto, sejam consumidos no processo de industrialização, salvo se compreendidos entre os bens do Ativo Permanente; b) relativo a matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem, quando remetidos a terceiros para industrialização sob encomenda, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente; c) relativo a matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem recebidos de terceiros para industrialização de produtos por encomenda, quando estiver destacado ou indicado na nota fiscal; d) destacado em nota fiscal relativa a produtos industrializados por encomenda recebidos do estabelecimento que os industrializou, em operação que proporcione direito ao crédito; e) pago no desembaraço aduaneiro; f) mencionado na nota fiscal que acompanhar produtos de procedência estrangeira, diretamente da repartição que os liberou para estabelecimento, mesmo que exclusivamente varejista, do próprio importador; Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 RJ 06-01

4 g) relativo a bens de produção recebidos por comerciantes equiparados a industrial (veja nota 1 a seguir); h) relativo a produtos recebidos por estabelecimentos equiparados a industrial que, na saída destes, estejam sujeitos ao IPI, nos demais casos não compreendidos nas letras e a g ; i) pago na aquisição de produtos beneficiados com imunidade ou isenção ou com suspensão do tributo, quando descumprida a condição, em operação que proporcione direito ao crédito; e j) destacado nas notas fiscais relativas a entregas ou transferências simbólicas do produto, permitidas pelo Regulamento do IPI. Notas (1) Consideram-se bens de produção (art. 610 do RIPI): a) as matérias-primas; b) os produtos intermediários, inclusive os que, embora não integrando o produto final, sejam consumidos ou utilizados no processo industrial; c) os produtos destinados a embalagem e acondicionamento; d) as ferramentas, exceto as manuais, empregadas no processo industrial; e e) as máquinas, os instrumentos, os aparelhos e os equipamentos, inclusive suas peças, partes e outros componentes, que se destinem a emprego no processo industrial. (2) Nas remessas de produtos para armazém-geral e depósito fechado, o direito ao crédito do IPI, quando admitido, é do estabelecimento depositante (RIPI/2010, art. 226, parágrafo único). (RIPI/2010, arts. 226 e 610) 3.1 Devolução ou retorno de produtos Os estabelecimentos industriais e os a ele equiparados poderão se creditar do imposto relativo aos produtos tributados que forem devolvidos ou tenham retornado aos seus estabelecimentos, total ou parcialmente. (RIPI/2010, art. 229) 3.2 Comerciante atacadista não contribuinte do IPI Os estabelecimentos industriais e os a eles equiparados poderão se apropriar do imposto relativo a matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem adquiridos de comerciante atacadista não contribuinte do IPI. O valor do imposto a ser creditado será calculado pelo adquirente mediante aplicação da alíquota a que estiver sujeito o produto na Tabela de Incidência do IPI (TIPI) sobre 50% do seu valor, constante da respectiva nota fiscal de aquisição. Saliente-se que o direito ao crédito está condicionado a que os produtos adquiridos estejam dentro do campo de incidência do IPI, não se aplicando aos com notação NT (não tributados) na TIPI. (RIPI/2010, art. 227; TIPI - Decreto nº 7.660/2011; Parecer Normativo CST nº 125/1971) 3.3 Simples Nacional As aquisições de produtos de estabelecimentos fornecedores optantes pelo Simples Nacional não ensejam aos adquirentes o direito ao crédito do IPI nas entradas de matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem. (Lei Complementar nº 123/2006, art. 23, caput; RIPI/2010, arts. 177, 178, I, e 228) 3.4 Insumos empregados na industrialização de produtos isentos, tributados à alíquota de 0%, NT ou imunes A legislação prevê, nos termos do art. 11 da Lei nº 9.779/1999, a possibilidade de utilização do saldo credor do IPI, acumulado em cada trimestre-calendário, decorrente de aquisição de matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem aplicados em industrialização, inclusive de produto isento ou tributado à alíquota de 0%, que o contribuinte não puder compensar com o IPI devido na saída de outros produtos, na forma de restituição, ressarcimento ou compensação. A Instrução Normativa SRF nº 33/1999, que disciplinou o mencionado dispositivo legal, dispõe sobre o aproveitamento do crédito nas saídas de produtos isentos, sujeitos à alíquota de 0% e imunes, sendo essa última hipótese não prevista na citada Lei nº 9.779/1999. A Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), por meio do Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 5/2006, trouxe a seguinte interpretação sobre o assunto: a) o direito ao aproveitamento do crédito do IPI nas aquisições de matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem, entrados nos estabelecimentos industriais desde 1º , somente se aplica aos produtos aos quais a legislação do IPI garante o direito à manutenção e utilização dos créditos fiscais; e RJ Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 - Boletim IOB

5 b) não se aplica o direito ao crédito do IPI nas aquisições de matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem utilizados na industrialização de produtos com a notação NT na TIPI, amparados por imunidade, exceto as decorrentes de exportação para o exterior, e nas saídas de produtos excluídos do conceito de industrialização pelo art. 5º do RIPI. Portanto, no caso de saídas imunes ao IPI, somente há previsão expressa da manutenção e da utilização dos créditos, na entrada de insumos, na hipótese de o produto final destinar-se à exportação (Decreto-lei nº 491/1969). (Lei nº 9.779/1999, art. 11; Decreto-lei nº 491/1969; Instrução Normativa SRF nº 33/1999; Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 5/2006) Solução de consulta da RFB Transcrevemos, a seguir, texto de solução de consulta da RFB sobre o assunto: MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 151 de 12 de Junho de ASSUNTO: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI EMENTA: PRODUTOS NT. PRODUTOS IMUNES. SALDO CREDOR. Produtos com notação NT na Tipi, ainda que amparados pela imunidade, não podem compor o saldo credor do IPI apurado pelo estabelecimento industrial ou equiparado a industrial a cada período. Apenas os créditos do imposto relativos às aquisições de matéria-prima, produto intermediário, e material de embalagem que se destinem a emprego na industrialização de produtos tributados e ao abrigo da imunidade em decorrência da exportação para o exterior (art. 18, inciso II, do Ripi/2010) podem compor o saldo credor do IPI apurado em cada período pelo estabelecimento industrial ou pelo equiparado a industrial e, por conseguinte, compor o saldo credor acumulado a cada trimestre-calendário destes estabelecimentos. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA. CRÉDITO. O estabelecimento equiparado a industrial nos termos do art. 9º, inciso IV, do Ripi/2010, nas operações de industrialização que encomendar a terceiros, não deve escriturar os créditos de IPI relativos às aquisições de matérias-primas e materiais de embalagem que, sabidamente, se destinarão ao emprego na industrialização de produtos não-tributados (com notação NT na Tipi), ainda que estejam amparados pela imunidade do art. 18, inciso IV, do Ripi/2010 (tal como os produtos derivados de petróleo). Tais créditos não podem compor o saldo credor do IPI apurado em cada período e, por conseguinte, o acumulado a cada trimestre- -calendário. (Solução de Consulta RFB nº 151/2012) 3.5 Jurisprudência O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar os Recursos Extraordinários nºs e (em sessão de ), entendeu ilegítimo o direito ao crédito do IPI nas aquisições de insumos em que não tenha havido pagamento do imposto na operação anterior (saída do estabelecimento fornecedor). A seguir, transcrevemos ementa de recente decisão do STF nesse mesmo sentido: RE AgR/RJ - Rio de Janeiro AG. REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO Relator(a): Min. LUIZ FUX Julgamento: Órgão Julgador: Primeira Turma Publicação DJe-116 DIVULG PUBLIC EMENT VOL PP Parte(s) AGTE.(S):... ADV.(A/S)... AGDO.(A/S): União PROC.(A/S)(ES): PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EMENTA: DIREITO CONSTITUCIONAL E TRIBUTÁRIO. IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS. INSUMOS ISENTOS, SUJEITOS À ALÍQUOTA ZERO OU NÃO TRIBUTADOS. PRODUTO FINAL TRIBUTADO. PRIN- CÍPIO DA NÃO- CUMULATIVIDADE. IMPOSSIBILIDADE DE APROVEITAMENTO DE CRÉDITOS. AGRAVO REGI- MENTAL A QUE SE NEGA PROVIMENTO. 1. O artigo 153, 3º, II, da Constituição dispõe que o IPI será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores. 2. O princípio da não-cumulatividade é alicerçado especialmente sobre o direito à compensação, o que significa que o valor a ser pago na operação posterior sofre a diminuição do que pago anteriormente, pressupondo, portanto, dupla incidência tributária. Assim, se nada foi pago na entrada do produto, nada há a ser compensado. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 RJ 06-03

6 3. O aproveitamento dos créditos do IPI não se caracteriza quando a matéria-prima utilizada na fabricação de produtos tributados reste desonerada, sejam os insumos isentos, sujeitos à alíquota zero ou não tributáveis. Isso porque a compensação com o montante devido na operação subsequente pressupõe, necessariamente, a existência de crédito gerado na operação anterior, o que não ocorre nas hipóteses exoneratórias. 3.6 Empresa comercial que passa à condição de contribuinte O estabelecimento comercial, equiparado a industrial, deverá recolher o IPI quando promover saídas de produtos tributados, uma vez que nessas operações ocorre o fato gerador do imposto. 4. A jurisprudência do egrégio STF, à luz de entendimento hodierno retratado por recentes julgados, inclui os insumos isentos no rol de hipóteses exoneratórias que não geram créditos a serem compensados, verbis: Embargos de declaração em recurso extraordinário. 2. Não há direito a crédito presumido de IPI em relação a insumos isentos, sujeitos à alíquota zero ou não tributáveis. 3. Ausência de contradição, obscuridade ou omissão da decisão recorrida. 4. Tese que objetiva a concessão de efeitos infringentes para simples rediscussão da matéria. Inviabilidade. Precedentes. 5. Embargos de declaração rejeitados. [...] Frise-se que, como bem esclareceu o voto condutor, a não- -exigência do IPI se dá sempre que essa é adquirida sob os regimes, indistintamente, de isenção (exclusão do imposto incidente), alíquota zero (redução da alíquota ao fator zero) ou de não incidência (produto não compreendido na esfera material de incidência do tributo) (RE ED, relator o Ministro Gilmar Mendes, Plenário, DJe ). TRIBUTÁRIO. IPI. INSUMOS ISENTOS, NÃO-TRIBUTA- DOS OU SUJEITOS À ALÍQUOTA ZERO. INEXISTÊNCIA DE DIREITO AOS CRÉDITOS. DECISÃO COM FUNDA- MENTO EM PRECEDENTES DO PLENÁRIO. 1. A decisão recorrida está em consonância com a jurisprudência do Plenário desta Corte (RE /SC e RE /RS), no sentido de que não há direito à utilização dos créditos do IPI no que tange às aquisições insumos isentos, não- -tributados ou sujeitos à alíquota zero. 2. Agravo regimental improvido. (RE AgR, Relatora a Ministra Ellen Gracie, Segunda Turma, DJe ). 5. Agravo regimental a que se nega provimento. Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário, nos termos do voto do Relator. Unâmine. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1ª Turma, Dessa forma, é vedado o crédito do imposto na aquisição de insumos beneficiados com a isenção, NT, sujeitos à alíquota de 0% ou imunes ao IPI, exceto em relação à situação, já apontada, de exportação de produtos industrializados para o exterior. Pelo princípio da não cumulatividade, o estabelecimento que passar à condição de equiparado a industrial terá direito ao crédito do IPI relativo ao estoque de produtos existentes no final do dia imediatamente anterior àquele em que se iniciar a vigência da legislação que o tenha equiparado a industrial, observados os procedimentos previstos na Instrução Normativa SRF nº 259/2002. Nota É vedado o aproveitamento do crédito quando não houver o destaque do IPI na nota fiscal de aquisição, salvo no caso de aquisição de insumos de comerciante atacadista não contribuinte, conforme descrito no subitem 3.2 (Instrução Normativa SRF nº 259/2002, art. 1º, 3º). (RIPI/2010, arts. 24, III, 35, II, e 225; Instrução Normativa SRF nº 259/2002) 4. Momento do lançamento do crédito O estabelecimento industrial ou equiparado a industrial poderá se creditar do valor do IPI por meio da escrituração da nota fiscal de aquisição no livro Registro de Entradas, modelo 1, por ocasião da efetiva entrada dos produtos no estabelecimento, não podendo a escrituração fiscal se atrasar por mais de 5 dias contados da data do documento a ser escriturado. (RIPI/2010, arts. 251, I, e 446, caput) 4.1 Crédito extemporâneo Apesar de a legislação fixar o prazo de 5 dias para a escrituração do documento fiscal pelo adquirente dos insumos, pode ocorrer de a escrituração se atrasar e não ser efetuada em tal período. Nessa hipótese, a escrituração do documento fiscal e do respectivo crédito do imposto poderá ser feita extemporaneamente, desde que o contribuinte possa provar a legitimidade do crédito, independentemente de comunicação ao órgão da RFB. Contudo, entendemos oportuno que o contribuinte que realizar a escrituração do documento fiscal de RJ Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 - Boletim IOB

7 aquisição de insumos fora do prazo anote o fato na coluna Observações do livro Registro de Entradas e no próprio documento fiscal que está dando origem ao lançamento extemporâneo. (RIPI/2010, arts. 446, caput, 456 e 457) 4.2 Prescrição Prescreve em 5 anos o direito ao crédito do IPI relativo à entrada de produtos no estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, contados a partir da data da entrada. (Parecer Normativo CST nº 515/1971) 5. Penalidades As infrações praticadas pelo sujeito passivo da obrigação tributária implicam penalidades, que estão previstas na legislação, conforme a natureza, a gravidade e as circunstâncias do ato, dentre as quais destacamos: a) simulação, vício ou falsificação de documentos ou da escrituração de livros fiscais ou comerciais ou utilização de documentos falsos para iludir a fiscalização ou fugir ao pagamento do imposto: multa equivalente a 5 vezes o valor de R$ 21,90 (multa básica), se não couber outra multa maior por falta de lançamento ou de pagamento do imposto (veja letra d ); b) não cumprimento à intimação da RFB para o cumprimento de obrigação acessória ou para prestação de esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal: R$ 500,00 por mês-calendário; c) por cumprimento de obrigação acessória com informações inexatas, incompletas ou omitidas: c.1) 3%, não inferior a R$ 100,00 do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário, no caso de informação omitida, inexata ou incompleta; c.2) 1,5%, não inferior a R$ 50,00 do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário, no caso de informação omitida, inexata ou incompleta; d) infrações para as quais não se estabeleçam penas proporcionais ao valor do imposto ou do produto, pena de perdimento da mercadoria ou outra específica: multa básica de R$ 21,90. (RIPI/2010, arts. 272, 589, 592 e 597; Medida Provisória nº /2001, art. 57, caput, II e III; Lei nº /2013, art. 57) 6. EFD O Ajuste Sinief nº 2/2009 dispõe sobre a Escrituração Fiscal Digital (EFD), que é composta da totalidade das informações, em meio digital, necessárias à apuração dos impostos relativos às operações e prestações praticadas pelos contribuintes do IPI e do ICMS, bem como de outras de interesse das administrações tributárias das Unidades da Federação e da RFB. O Ato Cotepe/ICMS nº 9/2008 estabelece as especificações técnicas para a geração de arquivos da EFD, constando de seu Anexo Único o Manual de Orientação do leiaute da EFD. A EFD é composta de blocos, registros e campos, com as respectivas especificações, constantes do Guia Prático da EFD, que traz instruções para o seu preenchimento. O bloco C do Guia Prático da EFD trata dos documentos fiscais I - Mercadorias (ICMS/IPI), com instruções de preenchimento dos diversos registros e respectivos campos, entre eles o registro C-100. Esse registro deve ser gerado para cada documento fiscal (Nota Fiscal - código 01), entre outros, com lançamento de entrada ou de saída de produtos ou outras situações que envolvam a emissão de documentos fiscais. É importante ressaltar que, em relação aos documentos de entrada, os campos de valor de imposto/ contribuição, base de cálculo e alíquota só devem ser informados se o adquirente tiver direito à apropriação do crédito fiscal (enfoque do declarante). Para cada registro C100, deve ser apresentado, pelo menos um registro C170 e um C190, observadas as exceções especificadas nos itens 1 a 9 do registro C100, constante do Guia Prático da EFD. (Ajuste Sinief nº 2/2009; Ato Cotepe/ICMS nº 9/2008; Guia Prático da EFD) N Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 RJ 06-05

8 operações caracterizadas como fora do estabelecimento, conforme normas dos arts. 142 e 143 do Livro VI do RICMS/2000; b) a loja, a parte de loja, a sala, o veículo, a barraca ou congênere onde a sociedade ou o empresário individual, inscrito ou não no CAD-ICMS, exerça, em caráter eventual, atividade de comércio varejista, no decorrer de épocas festivas ou durante a realização de feiras, festivais, exposições e eventos em geral, desde que o funcionamento provisório no local seja previamente autorizado pela repartição fiscal responsável pelo controle e fiscalização de tais eventos; c) as máquinas automáticas de venda, de contribuinte inscrito no CAD-ICMS, localizadas em estabelecimentos de terceiros, desde que o seu uso seja previamente autorizado por regime especial, nos termos do Título VII, Livro VI, do RICMS/2000; d) as filiais de empresa autorizada por legislação própria à centralização de sua escrituração fiscal; e) as filiais de empresa que, em função da peculiaridade das atividades desenvolvidas, a seguir definidas, possam, sem embaraço a qualquer ação fiscalizadora, centralizar a escrituração fiscal: e.1) de fornecimento de alimentação a empresas, desde que localizado no interior de estabelecimento do contratante dos serviços, com preparo e consumo de refeições efetuados no local, denominado refeitório ; e.2) auxiliar de exposição de mercadorias próprias - showroom, local denominado ponto de exposição, quando se tratar de estande localizado em área de circulação de shopping centers, prédios comerciais, galerias ou assemelhados, ou em área delimitada no interior de outro estabelecimento; e.3) de venda de produtos ou serviços de alimentação, diretamente a consumidor final, quando exercida em pequeno ponto fixo e permanente (quiosque ou congênere), denominado ponto de venda, localizado em via ou logradouro público ou particular, em área de circulação de shopping center, prédio comercial, galeria ou assemea Estadual ICMS Cadastro de contribuintes SUMÁRIO 1. Introdução 2. Dispensa da inscrição 3. Inscrição 4. Vedação 5. Início das atividades 6. Mudança de endereço 7. Alteração de firma, de razão social, de nome-fantasia ou de nome civil 8. Paralisação temporária das atividades 9. Impedimento de inscrição 10. Reativação de inscrição 11. Cancelamento de inscrição 12. Suspensão e baixa da inscrição 13. Cassação da eficácia da inscrição 14. Penalidades 1. Introdução Todas as pessoas físicas e os estabelecimentos de pessoas jurídicas e de firmas individuais, que pratiquem operações relativas à circulação de mercadorias e os que prestem serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, devem ser registrados no Cadastro de Contribuintes do ICMS (CAD-ICMS). Destacam-se ainda, dentre os contribuintes obrigados à inscrição, os contribuintes localizados em outra Unidade da Federação que, por força de convênio ou protocolo, se revestem da qualidade de contribuintes substitutos. Veremos, neste texto, com base na Resolução Sef nº 2.861/1997, que trata especificamente sobre esse tema, as disposições gerais sobre o CAD-ICMS. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 5º, 6º e 31, II) 2. Dispensa da inscrição Estão dispensados de inscrição no cadastro de pessoa jurídica: a) independente de qualquer solicitação formal: a.1) o empresário individual qualificado como microempreendedor individual (MEI), enquadrado no Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional (Simei); a.2) os pontos de venda não fixos, de contribuinte inscrito no CAD-ICMS, que realizem RJ Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 - Boletim IOB

9 lhado, ou em área delimitada no interior de outro estabelecimento ou de veículo de transporte marítimo ou ferroviário; e e.4) de comércio varejista de bebidas e outros produtos, quando disponíveis para consumo em frigobares e estantes instalados em quartos de hospital, hotel ou similar, cujo conjunto, por estabelecimento, será equiparado a um ponto fixo e permanente de venda. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 36 e 38) 3. Inscrição O CAD-ICMS se desdobra nos seguintes segmentos: a) cadastro de pessoa jurídica (CPJ); e b) cadastro de pessoa física contribuinte. O CPJ é reservado ao registro de contribuintes pessoas jurídicas, firmas individuais, e às pessoas físicas equiparadas às jurídicas que, pela prática de determinadas operações relativas à circulação de mercadorias, se enquadrem nesse segmento. O CPJ é composto de inscrições obrigatórias, facultativas e especiais, que serão identificadas pelas seguintes faixas: a) inscrição obrigatória: a.1) de a para os contribuintes localizados neste Estado; a.2) de a para os contribuintes localizados em outra Unidade da Federação, tanto os revestidos da qualidade de contribuintes substitutos, quanto as empresas sujeitas ao regime especial de comercialização de seus produtos através de revendedores autônomos; b) inscrição facultativa - de a ; e c) inscrição especial - de a (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 28 a 30) 3.1 Inscrição obrigatória Estão obrigadas à inscrição no CPJ todas as pessoas jurídicas que praticam, de forma habitual, a operação de circulação de mercadorias, bem como a de prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e serviço de comunicação. Dessa forma, antes do início de suas atividades, devem providenciar a inscrição: a) os estabelecimentos comerciais, atacadistas ou varejistas, e industriais; b) os estabelecimentos localizados em outra Unidade da Federação que revistam, por força de convênio ou protocolo, a qualidade de contribuintes substitutos; c) os estabelecimentos que, por força de legislação específica, sejam considerados executores de fase integrante de processo industrial; d) as empresas de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores; e) os estabelecimentos de empresa prestadora de serviços onerosos de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, emissão, transmissão, retransmissão, repetição, recepção e ampliação de comunicação de qualquer natureza, ainda que iniciada ou prestada no exterior; f) as empresas de geração e/ou distribuição de energia elétrica; g) as empresas distribuidoras de água natural canalizada; h) as empresas concessionárias de gás; i) o escritório de empresa, com estabelecimento inscrito neste Estado, que adquira mercadoria proveniente de outra Unidade da Federação, destinada a consumo ou a ativo fixo; j) o estabelecimento matriz, localizado no Estado do Rio de Janeiro, com a função de unidade auxiliar - escritório administrativo, de empresa que realize operações tributáveis pelo ICMS em outro Estado e que não possua outro estabelecimento inscrito no CAD-ICMS; k) os estabelecimentos de ensino, de qualquer grau ou natureza, quando revestidos, também, da qualidade de contribuinte, pela prática mercantil configurada pelo fornecimento de uniformes, calçados, materiais escolares em geral, alimentação e bebidas, ou de qualquer outra mercadoria ou prestação de serviço compreendido no campo de incidência do ICMS; l) os hospitais, as clínicas e as casas de saúde, quando revestidos, também, da qualidade de contribuintes, pela prática mercantil configurada pelo fornecimento de medicamentos e materiais hospitalares em geral, alimentação e bebidas, ou de qualquer outra mercadoria ou prestação de serviço compreendido no campo de incidência do ICMS; m) as empresas de construção civil e as empreiteiras de obras; Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 RJ 06-07

10 n) os estabelecimentos de empresas, que desenvolvam atividades de impressão gráfica, por qualquer meio ou processo; o) as empresas seguradoras que atuem no ramo não vida, realizando a cobertura de perdas e danos de coisas ou bens; p) as instituições financeiras que operem com crédito direto ao consumidor e com mercadoria sujeita à alienação fiduciária; q) os armazéns-gerais e demais depósitos de mercadorias para terceiros, inclusive os localizados em recinto alfandegado e os explorados por operadores portuários; r) os estabelecimentos de empresa com atividade de manutenção e/ou de reparo, em geral; s) os estabelecimentos de empresas de montagem, instalação, colocação ou operação similar, em geral; t) os hotéis, motéis, pensões e congêneres, que fornecerem alimentação, bebida ou outra mercadoria, cujo valor não se inclua no preço da diária ou mensalidade; u) as pessoas jurídicas que atuem como pregoeiros de pescado, na condição de prepostos dos pescadores, de armadores de pesca, de cooperativas que congregam essas atividades, de colônias de pesca ou de quaisquer outras; v) as empresas de arrendamento mercantil - leasing; w) os representantes e os mandatários, exclusive aqueles que se limitem a extrair pedidos de mercadorias a serem remetidas diretamente do estabelecimento fornecedor aos respectivos adquirentes; x) os estabelecimentos de empresas que se dediquem à atividade de extração e/ou beneficiamento de minerais, inclusive de petróleo e gás natural, assim consideradas as plataformas de produção e armazenamento de petróleo e gás natural, ainda que estejam em construção; y) as cooperativas, cujos associados desenvolvam atividades incluídas no campo de incidência do ICMS; z) as sociedades civis de fim econômico que realizem atividades de circulação de mercadorias ou prestação de serviços descritas como fato gerador de ICMS; a.a) as sociedades civis de fim não econômico que explorem estabelecimento industrial, ou de extração de substância mineral ou fóssil, e as que comercializem mercadorias que, para esse fim, adquiram ou produzam; a.b) os estabelecimentos comerciais de organização rudimentar explorados por pessoas jurídicas ou firmas individuais, com atividades desenvolvidas em quiosque, trailer ou reboque, minibar, carrocinha, barraca ou veículo de qualquer natureza localizado em via ou logradouro público; a.c) os estabelecimentos de empresa que realize operações com programa de computador (software) não personalizado; a.d) o órgão da administração pública direta, a autarquia, a empresa pública federal, estadual ou municipal e a fundação instituída e mantida pelo Poder Público, que vendam, ainda que apenas a comprador de determinada categoria profissional ou funcional, mercadoria que, para esse fim, adquiram ou produzam; a.e) as empresas localizadas, ou não, neste Estado, sujeitas a regime especial de comercialização de produtos através de revendedores autônomos, que se responsabilizem, como substitutas, pelo recolhimento antecipado do imposto nas operações subsequentes; a.f) as empresas que se dediquem às atividades agrícola, pecuária, de criação animal de qualquer espécie ou de cultura de sêmen para inseminação artificial de animais, em zona rural ou urbana; a.g) as empresas com atividade extrativa vegetal; a.h) as empresas da atividade pesqueira; a.i) matadouros públicos ou particulares, mesmo os que não efetuem abate de gado de sua propriedade; a.j) os serviços de agenciamento de transporte; e a.k) quaisquer outros não mencionados nas letras anteriores, mas que pratiquem, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações relativas à circulação de mercadorias, ou a elas equiparadas, e as que prestem, simultaneamente ou não, serviços na área de competência tributária estadual. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 31, I ao XXXVIII e 2º) Depósitos fechados e ponto de exposição Incluem-se na obrigatoriedade de inscrição no CAD-ICMS os locais com a função de depósito fechado ou de ponto de exposição (showroom), RJ Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 - Boletim IOB

11 destinados, respectivamente, à armazenagem e à exposição de produtos e mercadorias próprias, de empresas industriais e/ou comerciais. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 31, 1º) Empresas prestadoras de serviços de comunicação de outros Estados As empresas prestadoras de serviços de comunicação localizadas em outras Unidades da Federação deverão solicitar inscrição para o estabelecimento sede quando prestarem, a destinatários localizados no Estado do Rio de Janeiro, serviços nas seguintes modalidades: a) Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC); b) Serviço Móvel Pessoal (SMP); c) Serviço Móvel Celular (SMC); d) Serviço de Comunicação Multimídia (SCM); e) Serviço Móvel Especializado (SME); f) Serviço Móvel Global por Satélite (SMGS); g) Serviço Limitado Especializado (SLE); h) Serviço de Rede de Transporte de Telecomunicações (SRTT); i) Serviço de Conexão à Internet (SCI); j) Serviço de Distribuição de Sinais de Televisão e de Áudio por Assinatura via Satélite (DTH). (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 31, 3º) Concessão da inscrição obrigatória A inscrição obrigatória, em qualquer dos segmentos do CAD-ICMS, será concedida ao contribuinte, independentemente de prévia diligência local, exceto nos casos de contribuintes vinculados à IFE 04 - Petróleo e Combustíveis, que poderá, a seu critério, exigir a realização de diligência. Para a concessão da inscrição, será observado, além do disposto neste texto, o cumprimento dos requisitos exigidos em legislação específica em função da atividade econômica a ser desenvolvida, do tipo societário adotado, do porte econômico do negócio ou do regime de tributação. A inscrição, quando solicitada pelo processo simplificado, será concedida de forma automática pelo Sistema de Emissão e Cadastramento de Débito (Sicad) quando: a) for confirmado, no Sicad, por agente público da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) ou da Secretaria da Fazenda (Sefaz), que o estabelecimento solicitante possui Número de Inscrição no Registro de Empresas (Nire) e registro no CNPJ e que não existem divergências entre os dados cadastrais informados no Documento de Cadastro do ICMS (Docad) transmitido e os constantes no CNPJ e no ato legal registrado na Jucerja; b) o Sicad não detectar qualquer irregularidade em relação à empresa, aos sócios e aos dados cadastrais do estabelecimento. O deferimento do Docad no Sicad garante a condição de habilitado para o exercício da atividade proposta. A concessão da inscrição será finalizada pelo Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral (CISC), disponível para consulta e impressão no site da Sefaz. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 69 a 71) 3.2 Inscrição facultativa A inscrição facultativa é concedida a estabelecimento de empresa, localizado no Rio de Janeiro, que não está obrigado a se cadastrar, devendo, mediante prévia justificativa, provar a necessidade dela para: a) movimentar com regularidade seu Ativo Fixo e material de uso e consumo; b) obter benefício fiscal ou cumprimento de obrigação acessória, quando previsto em dispositivo legal. A justificativa far-se-á por meio de juntada, ao Docad apresentado, de requerimento especificando a motivação do pedido de inscrição facultativa e, no caso previsto na letra b supramencionada, identificando o referido dispositivo legal. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 32) Concessão da inscrição facultativa O Docad de pedido de inscrição facultativa, juntamente com a documentação apresentada, constituirá processo administrativo tributário, sendo entregue ao requerente o protocolo relativo ao processo formado. A repartição fiscal, no prazo de 10 dias contados da data da protocolização do pedido, após o exame da documentação e, caso necessário, após a realização de diligência fiscal, se pronunciará quanto à validade do pedido, em função das atividades desenvolvidas pelo estabelecimento serem ou não de inscrição obrigatória, remetendo o processo à Coordenação de Cadastro Fiscal (Cocaf), para decisão quanto ao pedido. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 RJ 06-09

12 Se a decisão concluir pelo acolhimento do pedido, a Cocaf atribuirá número de inscrição estadual na faixa de inscrição facultativa e fará retornar o processo à repartição fiscal para arquivamento. Caso seja comprovado o exercício, pelo estabelecimento requerente, de atividade econômica sujeita à obrigatoriedade de inscrição, o Docad será alterado de ofício e deferido o pedido na faixa de inscrição obrigatória. Se a decisão concluir pelo indeferimento do pedido, o processo retornará à repartição fiscal para ciência do requerente, sendo facultada apresentação de recurso ao Superintendente Estadual de Arrecadação, Cadastro e Informações Econômico- -Fiscais, no prazo de 30 dias contados da ciência. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 78 e 79) 3.3 Inscrição especial A inscrição especial será atribuída, no interesse da administração e em caráter excepcional, por prazo determinado, a estabelecimento não enquadrado nas hipóteses previstas para a concessão de inscrição, definidas anteriormente. É de competência da Cocaf, por ato próprio, deferir o pedido de inscrição especial. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 33) Concessão da inscrição especial Compete ao titular da Cocaf conceder a inscrição especial, por despacho, no corpo do processo administrativo constituído. As verificações fiscais necessárias à concessão de inscrição especial, quando for o caso, serão definidas pela Cocaf, no processo mencionado anteriormente. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 80) 3.4 Pedido de inscrição A solicitação de inscrição estadual, em qualquer segmento do CAD-ICMS, dar-se-á, pela transmissão à Sefaz, do Docad. O processo de apresentação do pedido de inscrição, em função das características do contribuinte, poderá ser: a) simplificado, ficando o requerente dispensado do comparecimento a uma repartição fiscal e de apresentação de qualquer documentação; ou b) presencial, ficando o requerente obrigado ao comparecimento à repartição fiscal indicada no Docad disponibilizado após a sua transmissão, para apresentação da documentação referida na legislação. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 48, caput e 1º) 3.5 Inscrição do substituto tributário Os contribuintes localizados em outra Unidade da Federação que realizam operações com mercadorias sujeitas à substituição tributária, por decorrência de convênios e protocolos, e aqueles sujeitos a regime especial de comercialização de produtos, através de revendedores autônomos, que se responsabilizem pelo recolhimento antecipado do imposto nas operações subsequentes, para inscrever-se no CAD-ICMS, além de o Docad, deverão apresentar cópia: a) o instrumento constitutivo da sociedade ou a declaração de firma individual com a prova de arquivamento ou Registro na Junta Comercial ou no Registro Civil das Pessoas Jurídicas do Estado de origem; b) o documento de inscrição no CNPJ; c) o documento de inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS do Estado de origem; e d) o documento de identidade e o CPF dos sócios, diretores ou titular. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 52) 3.6 Inscrição através da Jucerja A Jucerja está autorizada a recepcionar e conferir o pedido de inscrição obrigatória de sociedades empresárias e de empresários individuais no CAD- -ICMS, desde que solicitado juntamente com o pedido de registro do ato de constituição ou do ato de abertura de filial. Poderão ser concedidas as inscrições quando da apresentação para registro dos atos: a) de constituição da empresa; b) modificativos de: b.1) abertura de filial; b.2) transferência de estabelecimento de outra Unidade da Federação. O interessado que optar por obter a inscrição estadual por meio da Jucerja, além da documentação exigida por este órgão para o registro do ato e para a concessão de inscrição no CNPJ, deverá apresentar o número do protocolo constante no registro do Docad que foi previamente transmitido à Sefaz pela Internet RJ Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 - Boletim IOB

13 Ressalte-se que essa autorização não se aplica aos pedidos de inscrição estadual: a) por empresa cuja atividade seja vinculada à área de petróleo, combustíveis, lubrificantes e aditivos em geral, envolvendo a extração, industrialização, comercialização e transporte desses produtos; b) por MEI, optante pelo Simei. (Resolução Conjunta Sefaz/Sedeis nº 89/2009, art. 1º) 3.7 Inscrição única Será concedido um único número de inscrição a um mesmo contribuinte localizado: a) em edifício ou conjunto de edificações, utilizado exclusivamente pelo contribuinte, em um único terreno ou em terrenos contíguos, desde que haja comunicação entre as diversas edificações, que não seja por logradouro público; b) em sala ou conjunto de salas, de um ou mais prédios, as quais se comuniquem internamente; c) em pavimento ou grupo de pavimentos, de um ou mais edifícios os quais se comuniquem internamente; d) em lojas ou grupo de lojas, de um ou mais prédios, as quais se comuniquem internamente; e e) em lojas ou grupo de lojas, salas ou conjunto de salas, de um mesmo prédio, que não se comuniquem internamente, desde que não mantenham, em suas dependências, estoque de mercadorias para fins de comercialização ou industrialização. Não será, em qualquer hipótese, atribuída inscrição única quando os locais não atenderem expressamente a essas disposições, mesmo quando possuírem uma só inscrição no CNPJ abrangendo todas as instalações ocupadas pela empresa. Nesse caso, será atribuída mais de uma inscrição estadual a esses locais e, se estiverem localizados no mesmo endereço, divergindo apenas no dado referente ao seu complemento, poderão ter a mesma inscrição no CNPJ. Será concedida, ainda, inscrição única aos revendedores autônomos que comercializem produtos cujos fabricantes ou distribuidores se responsabilizem, por substituição, pelo recolhimento antecipado do imposto devido pelas operações subsequentes. Para essas pessoas físicas será atribuída inscrição única, no Estado, em nome do fabricante ou distribuidor, antecedido da expressão Revendedores Autônomos, sendo vedada, em qualquer hipótese, a concessão de inscrição individual para esses revendedores. A inscrição será atribuída pela unidade de cadastro do estabelecimento responsável pelo recolhimento antecipado do imposto devido. Será concedida, também, inscrição única no caso de o imóvel objeto de exploração agrícola, pecuária ou de criação de outros animais, estender-se por mais de um município, abrangente do todo, no local da sede da propriedade. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 35, 1º a 3º, 59 a 61) Hipóteses de não concessão Não será atribuída inscrição única ao estabelecimento de pessoa jurídica ou empresário individual que exercer, no mesmo local, simultaneamente: a) atividade agrícola, de produção florestal, pesqueira ou de criação animal com atividades de industrialização de produtos próprios ou de terceiros ou comercialização de produtos de terceiros, caso em que deverá ser atribuída uma inscrição para as atividades de indústria e comércio e outra para o conjunto das demais atividades; b) atividade extrativa mineral com a comercialização e/ou industrialização do produto da extração, ainda que de forma integrada, caso em que deverá ser atribuída uma inscrição para a atividade de extração e outra para a de comercialização e/ou industrialização; c) atividade de revenda varejista de combustíveis líquidos ou gasosos com outras atividades de natureza diversa, caso em que deverá ser atribuída uma inscrição específica para as atividades de revenda de combustíveis e lubrificantes e outra para as demais atividades econômicas desenvolvidas; d) atividade industrial do setor têxtil (abrangendo a fabricação de artigos de tecidos ou de aviamentos para costura, a confecção de roupas e acessórios de vestuário, incluindo as de couro e assemelhados, bem como os serviços industriais de lavanderia e tinturaria) com outras atividades de natureza diversa, no caso de contribuinte que usufrua do benefício fiscal previsto na Lei nº 4.182/2003, caso em que deverá ser atribuída uma inscrição destinada exclusivamente ao conjunto das atividades abrangidas por esse benefício e outra para as demais. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 RJ 06-11

14 Nesses casos previstos, as duas inscrições estaduais a serem atribuídas ao contribuinte, no mesmo endereço, poderão possuir uma só inscrição no CNPJ. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 66 e 67) 3.8 Inscrição distinta Será concedida inscrição distinta, no cadastro de pessoa jurídica, para cada estabelecimento, seja sede, filial, sucursal, agência, depósito, fábrica ou qualquer outro tipo de estabelecimento. A cada imóvel objeto de exploração agrícola, pecuária ou de criação de outros animais, corresponderá um número de inscrição, salvo quando se tratar de imóveis limítrofes, explorados pela mesma pessoa e localizados no mesmo município. Às pessoas físicas contribuintes, que exercerem atividades agrícola, pecuária e/ou de criação animal, sob a forma de condomínio, serão atribuídos números distintos de inscrição. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 62, 64, caput, e 65) 4. Vedação É vedada a concessão de inscrição a: a) estabelecimentos de empresas com a mesma atividade, e no mesmo endereço, salvo quando se tratar de: a.1) empresas de abate de gado, que utilizem matadouro público ou de terceiro, como local de sua atividade; a.2) boxes individuais localizados em área fechada, onde se promova a comercialização, o armazenamento e/ou a exposição de mercadorias, desde que haja perfeita separação física de seus espaços utilizáveis e de seus estoques; a.3) estabelecimento agropecuário cedido parcialmente em regime de parceria, arrendamento ou locação; a.4) estabelecimentos classificados como matriz das empresas, com a função de unidade auxiliar - escritório administrativo, desde que haja perfeita separação física de seus espaços utilizáveis; b) estabelecimentos de empresas com atividades diferentes, no mesmo endereço, sem a separação física de seus espaços utilizáveis, mesmo quando se tratar de prestador de serviços não obrigado à inscrição estadual; c) estabelecimento de empresa localizado em edificação multifamiliar de uso exclusivamente residencial (condomínios residenciais verticais ou horizontais fechados); d) estabelecimento de empresa localizado em edificação unifamiliar quando não constar, expressamente, da autorização do proprietário para uso do imóvel ou do contrato de locação, permissão para sua utilização com fins comerciais, quando for o caso; e) estabelecimento que não se enquadre nos casos de obrigatoriedade de inscrição, exceto quando se tratar de pedido de inscrição facultativa ou especial; f) empresa que possua outra inscrição estadual, na situação cadastral de habilitada ou paralisada, com o mesmo número de registro no CNPJ; g) contribuinte com atividade de depósito fechado ou de exposição de produtos próprios, quando se tratar de estabelecimento identificado como principal ou único; h) estabelecimento com atividade de transportador revendedor retalhista (TRR), distribuidor ou importador de combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo, ou de mercadorias discriminadas no 1º, inciso I, da cláusula primeira do Convênio ICMS nº 3/1999, quando não atender às normas previstas na Resolução Sefcon nº 3.981/2000; i) empresa que possuir outro estabelecimento com a inscrição estadual na situação cadastral de impedida ou cancelada; j) empresa cujo titular ou sócio constar vinculado como titular ou sócio em outra empresa, que possua estabelecimento com inscrição estadual na situação cadastral de impedida ou cancelada; k) MEI enquadrado no Simei. Para efeito do previsto nas letras a e b, a indicação de parte não caracteriza endereço distinto. Além disso, o disposto nessas letras não vedará a concessão da inscrição quando constar outro contribuinte cadastrado no mesmo endereço. A inexistência de quaisquer das hipóteses de impedimento previstas nas letras a a d será atestada mediante declaração do requerente no momento do preenchimento do Docad eletrônico, por meio de um sistema de perguntas e respostas. Nota O Estado do Rio de Janeiro ainda referencia o Convênio ICMS nº 3/1999 em sua legislação, embora este tenha sido revogado pelo Convênio ICMS nº 110/2007. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 47) RJ Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 - Boletim IOB

15 5. Início das atividades O contribuinte deverá iniciar suas atividades no prazo de 30 dias contados da data do deferimento do pedido de concessão de inscrição. Aquele que não iniciar suas atividades no prazo determinado citado, em caráter excepcional e baseado em razões fundamentadas, deverá requerer a desabilitação temporária de sua inscrição, através da apresentação de pedido de paralisação temporária à sua unidade de cadastro, exceto quanto à pessoa física contribuinte, que deverá requerer a baixa de sua inscrição. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 68) 6. Mudança de endereço A comunicação de alteração de localização será efetuada em todos os casos de alteração de endereço, mesmo quando não ocorrer mudança de jurisdição fiscal. Em caso de alteração de endereço de estabelecimento único ou principal, quando ocorrer mudança de circunscrição, o pedido será formalizado junto à unidade de cadastro da nova localização do estabelecimento. O pedido de alteração de endereço, além da documentação pertinente, será acompanhado do documento de transferência, fornecido pela repartição fiscal de origem. O documento de transferência será fornecido pela repartição de origem, independentemente de qualquer ação fiscal em desenvolvimento, não constituindo sua emissão um fator suspensivo da referida ação. Tal documento será emitido em 2 vias e terá a seguinte destinação: a) a 1ª via deverá ser entregue ao contribuinte para apresentação à repartição fiscal de destino; e b) a 2ª via deverá ser arquivada na pasta do contribuinte, na repartição de origem. O pedido de alteração de endereço será deferido no ato da apresentação do Docad, quando devidamente acompanhado da documentação exigida, independente de prévia diligência local, respondendo, o contribuinte, pela veracidade das informações prestadas. A emissão do Cartão de Inscrição, com o novo endereço do contribuinte, somente ocorrerá quando concluído o processamento do Docad, sem a constatação de dados inconsistentes, bem como de qualquer impropriedade para o exercício de suas atividades no local indicado. Quando da constatação no Docad, na fase de seu processamento, de dados inconsistentes e/ou da impropriedade do novo local para o exercício das atividades declaradas, será emitida a Ficha de Verificação Cadastral (FVC), iniciando, dessa forma, a ação fiscal pertinente. Estando o contribuinte devidamente habilitado para o exercício de suas atividades no novo endereço, a repartição fiscal solicitará, por ofício, à repartição de origem, através do Núcleo Administrativo de sua Região, a pasta do contribuinte, com toda a documentação pertinente. Na hipótese de o contribuinte se encontrar sob ação fiscal, a pasta somente será remetida após sua conclusão, devendo a repartição fiscal de origem comunicar o fato à nova unidade de cadastro. Cabe ressaltar que é vedada a atribuição de novo número de inscrição estadual em qualquer hipótese de alteração de localização. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 87 a 89 e 92, 93, 96 e 97) 7. Alteração de firma, de razão social, de nome-fantasia ou de nome civil Os pedidos de alteração da denominação ou nome empresarial serão efetivados quando ocorrer o registro de ato modificativo de: a) alteração da denominação ou nome empresarial; b) transformação da natureza jurídica da sociedade; c) fusão, incorporação ou cisão de sociedade mercantil; d) transformação de registro de empresário para registro de sociedade empresária. Nas hipóteses previstas na letra c, além da alteração do nome empresarial, tornar-se-á obrigatório informar o novo CNPJ dos estabelecimentos envolvidos, bem como a alteração ocorrida em outros dados cadastrais, inclusive no quadro de responsáveis, salvo quando da desativação de estabelecimento de empresa incorporada, cindida ou fusionada, caso em que se concederá a baixa da inscrição do estabelecimento desativado. No caso previsto na letra d, além da alteração do nome empresarial, será obrigatória a atualização do quadro de responsáveis, com a inclusão dos sócios admitidos e a alteração da vinculação do empresário para sócio. Somente será admitida a alteração de nome civil dos contribuintes inscritos no Cadastro de Pessoas Físicas-Contribuinte em decorrência de decisão judicial. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 86) Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 RJ 06-13

16 7.1 Alteração de atividade econômica Sempre que ocorrer alteração das atividades econômicas exercidas, fica o contribuinte obrigado a comunicar o fato, através da apresentação de Docad de alteração de dados cadastrais à sua unidade de cadastro. Quando a atividade a ser exercida não constar dentre as obrigadas à inscrição no CAD-ICMS, o contribuinte deverá requerer a baixa de sua inscrição estadual no segmento de inscrição obrigatória. O pedido de alteração de atividade econômica será instruído com o Docad, o último ato de alteração registrado, conforme a natureza jurídica do contribuinte, no Registro Público de Empresas Mercantis (Junta Comercial) ou no RCPJ, e com a documentação específica exigida, de acordo com as atividades em exercício. As atividades econômicas declaradas pela empresa no Docad terão de constar do último ato de alteração registrado. Observe-se que qualquer comunicação de alteração de atividade formalizada pelo contribuinte acarretará obrigatória indicação, no quadro próprio do Docad, de todas as atividades econômicas desenvolvidas, principal e secundária, inclusive as já informadas anteriormente. Nota A Resolução Sefaz nº 197/2009 dispõe sobre a alteração de ofício do enquadramento de contribuinte nos códigos de atividade econômica pelo titular de sua unidade de fiscalização. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 98 a 100 e 104) 8. Paralisação temporária das atividades O contribuinte inscrito no CAD-ICMS poderá requerer a paralisação temporária de suas atividades. Dessa forma, ficará impedido de exercer aquelas sujeitas à inscrição obrigatória, permitindo-se somente operações relativas à entrada e saída de bens do Ativo Fixo e de consumo. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 112, 2º) 8.1 Comunicação ao Fisco A referida paralisação deverá ser requerida por escrito, mencionando-se o motivo, a data de início e o prazo de paralisação, bem como o nome e o endereço do responsável pela guarda dos livros e dos documentos fiscais. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 113, caput) 8.2 Prazo para a comunicação A paralisação das atividades do estabelecimento deverá ser comunicada antes do início de sua ocorrência, salvo nos casos fortuitos ou de força maior, quando o prazo para comunicação será de 10 dias contados da data do fato determinante da paralisação. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 114) 8.3 Prazo da paralisação O prazo máximo da paralisação é de 360 dias. Na hipótese de não ser concedida pelo prazo máximo, o contribuinte poderá solicitar sua prorrogação, por escrito, até o limite fixado. Em caráter excepcional e desde que haja autorização expressa da Cocaf, a referida paralisação poderá ser concedida por prazo superior a 360 dias. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 115 a 117) 8.4 Vedação É vedada a paralisação das atividades às pessoas inscritas no Cadastro de Pessoa Física-Contribuinte, bem como àquelas com inscrição facultativa e especial, que ficam obrigadas a solicitar a baixa de suas inscrições no caso de interrupção de atividade, mesmo que temporária. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 112, 1º) 8.5 Reinício das atividades antes do término do prazo O reinício das atividades do contribuinte antes do término da paralisação temporária, bem como da sua prorrogação, deverá ser previamente comunicado, por escrito, à sua unidade de cadastro. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 118) 8.6 Prazo para comunicação do reinício após o término da concessão O contribuinte poderá comunicar, por escrito, no prazo de 10 dias após o término concedido para a paralisação, o reinício de suas atividades. O contribuinte que deixar de comunicar o reinício de suas atividades ou que não solicitar sua baixa terá a situação cadastral alterada para a condição de impedimento de atividades, a partir do dia imediatamente posterior ao do término da paralisação concedida. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 119, caput e 2º) 9. Impedimento de inscrição Impedimento é o ato compulsório da administração destinado a promover a desabilitação de ofício da inscrição estadual no CAD-ICMS, porém não implica em exoneração de responsabilidade de natureza fiscal RJ Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 - Boletim IOB

17 O impedimento será promovido nas seguintes hipóteses: a) na inexistência de fato do estabelecimento no endereço declarado ou indicação incorreta de sua localização; b) na desativação, pela Receita Federal, da inscrição do contribuinte no CNPJ; c) no cancelamento ou baixa do registro do estabelecimento na Junta Comercial ou no RCPJ, conforme o caso; d) na ausência ou no cancelamento do registro ou da autorização de funcionamento concedida pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), no caso de contribuinte que exerça atividade econômica sujeita ao controle desse órgão; e) quando o estabelecimento com atividade de TRR, distribuidor ou importador de combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo, ou de mercadorias discriminadas no 1º, I, da cláusula primeira do Convênio ICMS nº 3/1999, deixar de atender às normas previstas na Resolução Sefcon nº 3.981/2000; Notas (1) O Convênio ICMS nº 3/1999 foi revogado pelo Convênio ICMS nº 110/2007, sendo que aquele também corresponde à cláusula primeira, 1º, I, na nova legislação. (2) O Estado do Rio de Janeiro não regulamentou o Convênio ICMS nº 110/2007, com vigência desde 1º f) na cessação ou interrupção das atividades no local em que está cadastrado, sem apresentação de pedido de baixa ou de comunicação de paralisação temporária ou de alteração do endereço do estabelecimento; g) no não início das atividades no prazo de 30 dias que se seguirem à concessão da inscrição, salvo se concedida a paralisação temporária; h) no cancelamento, pela Receita Federal, da inscrição no CPF, quando se tratar de inscrição de pessoa física contribuinte; i) no vencimento do período de paralisação temporária concedida sem a comunicação do reinício das atividades ou da solicitação de prorrogação da paralisação ou da apresentação de pedido de baixa da inscrição; j) na não renovação da inscrição, quando exigido em legislação específica; k) na constatação, a qualquer tempo, do enquadramento do contribuinte nas hipóteses previstas na Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 7º, 1º, e art. 47, incisos I a VIII e XIV; l) na não apresentação, após a 5ª autuação pela autoridade fiscal, da GIA-ICMS, Lei nº 2.657/1996, art. 54, 3º; m) na dissolução extintiva da empresa, por sentença transitada em julgado; n) na não apresentação, pelo estabelecimento com inscrição na situação cadastral de suspensa, dos documentos e livros fiscais necessários à realização da ação fiscal de baixa; o) na não apresentação do pedido de baixa da inscrição no prazo de 30 dias da data de enquadramento do MEI no Simei; p) na prática de atos ilícitos que repercutam no âmbito tributário, tais como: p.1) a participação em organização ou associação constituída para a prática de fraude fiscal estruturada, assim entendida aquela formada com a finalidade de implementar esquema de evasão fiscal mediante artifícios envolvendo a dissimulação de atos, negócios ou pessoas e com potencial de lesividade ao Erário; p.2) o embaraço à fiscalização, como tal entendida a falta injustificada de apresentação de livros, documentos e arquivos digitais a que estiver obrigado o contribuinte, bem como o não fornecimento ou o fornecimento incorreto de informações sobre mercadorias e serviços, bens, negócios ou atividades, próprias ou de terceiros, que tenham interesse comum em situação que dê origem a obrigação tributária; p.3) a resistência à fiscalização, entendida como a restrição ou negativa de acesso ao estabelecimento ou qualquer de suas dependências, ao domicílio fiscal ou a qualquer outro local onde o contribuinte exerça sua atividade ou onde se encontrem mercadorias, bens, documentos ou arquivos digitais de sua posse ou propriedade, relacionados com situação que dê origem a obrigação tributária; p.4) a receptação de mercadoria roubada ou furtada; p.5) a produção, a comercialização ou a estocagem de mercadoria adulterada ou falsificada; p.6) a utilização como insumo, a comercialização ou a estocagem de mercadoria objeto de contrabando ou descaminho; q) na identificação incorreta, na falta ou na recusa de identificação dos controladores e/ou beneficiários de empresas de investimento sediadas no exterior que figurem no quadro societário ou acionário da empresa devedora de tributos estaduais ou envolvida em ilícitos fiscais; Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 RJ 06-15

18 r) na inadimplência fraudulenta; s) nas práticas sonegatórias que levam ao desequilíbrio concorrencial; t) na falta de prestação da garantia do cumprimento das obrigações tributárias, exigida em legislação específica para as empresas com as atividades de refino e distribuição de combustíveis; u) na simulação de existência do estabelecimento ou da empresa; v) na simulação do quadro societário da empresa; e w) na indicação de dados cadastrais falsos. Em regra, será constituído processo administrativo tributário específico para impedimento de inscrição. A desabilitação da inscrição no cadastro será efetuada de imediato, após a decisão do titular da repartição fiscal, mediante processamento e deferimento, no Sicad, de Dasc de Impedimento, indicando-se os dispositivos que o justificam. Vale observar que, em função da sua motivação, será considerada como data de início do impedimento da inscrição: a) aquela em que o contribuinte foi cadastrado no endereço atual, na hipótese prevista na letra a anterior; b) a considerada para desativação, cancelamento ou baixa, pelo órgão próprio, da inscrição, do registro ou da autorização especificada nas letras b, c e j, bem como nas hipóteses de desativação da inscrição estadual concedida pelo Fisco da Unidade da Federação de sua localização e de não entrega, pelo período estabelecido na legislação específica, do arquivo magnético com o registro fiscal das operações interestaduais ou da Guia Nacional de Informações e Apuração do ICMS - Substituição Tributária (GIA-ST). (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 135 a 137 e 139) 9.1 Impedimento da inscrição de contribuinte localizado em outra Unidade da Federação Além das situações previstas no tópico anterior, que forem aplicáveis, o impedimento da inscrição de contribuinte localizado em outra Unidade da Federação será efetuado em decorrência das seguintes hipóteses: a) desativação da inscrição estadual concedida pelo Fisco do Estado de sua localização; b) não entrega, pelo período estabelecido na legislação específica, do arquivo magnético com o registro fiscal das operações interestaduais ou da GIA-ST. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 136, 1º) 9.2 Regularização da situação cadastral O contribuinte que estiver com a inscrição impedida poderá solicitar a regularização de sua situação cadastral, mediante apresentação, à repartição fiscal competente, de: a) pedido de baixa da inscrição, no caso de o estabelecimento enquadrar-se em uma das hipóteses previstas no art. 121 da Resolução objeto deste texto (vide tópico 16); b) pedido de paralisação temporária ou de sua prorrogação, no caso de impedimento de hipóteses específicas, desde que se trate de inscrição obrigatória e o contribuinte esteja ou continue com suas atividades interrompidas e não seja ultrapassado o prazo máximo de 360 dias; c) documentação exigida para a realização da ação fiscal de baixa iniciada, no caso de impedimento motivado pela hipótese de não apresentação, pelo estabelecimento com inscrição na situação cadastral de suspensa, dos documentos e livros fiscais necessários à realização da ação fiscal de baixa; d) recurso contra o impedimento da inscrição, no período compreendido entre a data de registro do Dasc de Impedimento no Sicad até 30 dias da publicação do respectivo edital, quando não for o caso das hipóteses constantes nas letras a a c deste subtópico; e) pedido de reativação da inscrição, quando não for o caso das hipóteses que constam nas letras a a c anteriores e já houver transcorrido o prazo de 30 dias mencionado. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 143) 10. Reativação de inscrição A reativação destina-se a reabilitar inscrição estadual que, no CAD-ICMS, esteja na situação cadastral de suspensa ou impedida e decorre de deferimento de petição apresentada pelo contribuinte relativa a: a) recurso contra o impedimento da inscrição; b) pedido de reativação de inscrição; c) comunicação de desistência de pedido de baixa de inscrição RJ Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 - Boletim IOB

19 Além desses documentos, a petição também deverá estar acompanhada de documentação que comprove: a) a autorização do contribuinte para ocupar o imóvel de localização atual do estabelecimento; b) as providências adotadas para sanar as irregularidades que motivaram o impedimento, no caso de inscrição impedida; c) o funcionamento do estabelecimento em período posterior à data de início da desabilitação de sua inscrição, quando tal fato tiver ocorrido; d) sua regularidade perante a ANP, no caso de contribuinte que exerça atividade econômica sujeita ao controle desse órgão; e) o pagamento da Taxa de Serviços Estaduais, caso se trate de pedido de reativação de inscrição. A autoridade fiscal deverá verificar toda a documentação apresentada pelo contribuinte. Se, para subsidiar a decisão quanto à reativação, houver necessidade de visita fiscal ao local, esta poderá ser efetuada pela repartição da região geográfica do endereço do estabelecimento, a pedido da repartição de fiscalização. No Dasc de Reativação serão informados o número do respectivo processo administrativo tributário e a data a partir da qual será considerada a reativação da inscrição. Será considerada como data de início da reativação aquela em que tiver deixado de existir o fato motivador da desabilitação da inscrição, observado que: a) quando o contribuinte tiver interrompido suas atividades por um determinado período, a reativação ocorrerá a partir da data do seu efetivo reinício; b) quando o contribuinte permanecer com suas atividades econômicas interrompidas, mas não mais existirem impedimentos legais para que volte a exercê-las, a reativação ocorrerá a partir da data do despacho decisório no processo; c) a data da reativação retroagirá à de início do impedimento ou suspensão somente quando, na análise fiscal de hipóteses específicas, verificar-se que não houve interrupção das atividades exercidas pelo contribuinte. A Superintendência Estadual de Cadastro e Informações Econômico-Fiscais (Sucief) fará publicar, mensalmente, edital relacionando as inscrições reativadas no período. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 144 a 146 e 148) 10.1 Indeferimento do pedido de reativação A petição de reativação poderá ser indeferida se: a) não for assinada por responsável, pelo contribuinte ou seu representante legal; b) não estiver formulada de acordo com o disposto no tópico 14; c) persistir fato que motivou o impedimento da inscrição ou for verificado o enquadramento do contribuinte em outra hipótese prevista tópico 13. A decisão que indeferir a petição será exarada no corpo do processo, de forma fundamentada, explicitando a sua motivação. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 147, I ao III e 1º) 11. Cancelamento de inscrição Cancelamento é o ato compulsório da administração, aplicável após o decurso do prazo de 5 anos em que o contribuinte do ICMS permanecer na condição cadastral de impedimento de atividades, que se destina a desativar definitivamente sua inscrição, dando- -se através do sistema de controle interno da Sucief. O cancelamento terá seus efeitos contados da data do início do impedimento das atividades do contribuinte. Com a inscrição cancelada, o contribuinte somente poderá regularizar a situação apresentando o Pedido de Baixa de Inscrição (PBI). (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 149 a 152) 12. Suspensão e baixa da inscrição Ocorrendo o encerramento das atividades, o contribuinte deve, obrigatoriamente, solicitar, na sua unidade de cadastro, dentro do prazo de 30 dias contados da data em que ocorrer a cessação da atividade, a baixa da inscrição estadual, mediante o preenchimento e a entrega do PBI, modelo do Anexo VII da Resolução SEF nº 2.861/1997, que poderá ser obtido para impressão no site da Secretaria de Estado da Receita na Internet (www.receita.rj.gov.br). O prazo para solicitação de baixa determinada por morte do titular de firma individual, quando não encerrada a atividade, é contado a partir da data da adjudicação ou da homologação da partilha, cabendo ao interessado o ônus das provas exigíveis. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 RJ 06-17

20 Os documentos fiscais não aproveitados deverão ser inutilizados, devendo o fato ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências (RUDFTO), e os modelos, as séries, as subséries e a numeração desses documentos fiscais informados no PBI. O PBI constituirá processo administrativo-tributário, sendo entregue ao requerente, no ato do pedido, o cartão de protocolo correspondente. A apresentação do PBI implica na imediata suspensão da inscrição do contribuinte no CAD-ICMS, que será processada e deferida no Sicad. A data da suspensão será a declarada no PBI como de encerramento de suas atividades, exceto quando: a) a inscrição estiver na condição de paralisada e a data de encerramento das atividades declarada no PBI estiver compreendida no período de paralisação temporária registrado no Sicad, caso em que será considerada como data da suspensão a do início da paralisação temporária; b) for constatado, pela fiscalização, que o encerramento das atividades do contribuinte ocorrera em data diversa da declarada no PBI, caso em que a data da suspensão registrada no Sicad deverá ser retificada pela repartição fiscal, antes do deferimento da baixa. Quando a inscrição estiver na condição de impedida ou de paralisada e a data de encerramento declarada no PBI for posterior à data do impedimento ou à data de término do período de paralisação, a suspensão estará condicionada à prévia reativação, de ofício, da inscrição no Sicad, que será registrada no próprio processo de baixa. O contribuinte que deixar de cumprir exigência fiscal indispensável à concessão da baixa terá alterada a sua situação cadastral para impedimento de atividades, com a mesma data consignada na suspensão. Após a realização de fiscalização, e constatada a regularidade do contribuinte, será concedida a baixa da inscrição, com a consequente emissão da Certidão de Baixa de Inscrição, que é o documento comprobatório de baixa no CAD-ICMS. A Certidão de Baixa de Inscrição prescinde de assinatura de qualquer autoridade fiscal e está disponível para consulta e impressão no site da Sefaz. Nela devem constar as seguintes informações: a) o número de inscrição no CAD-ICMS; b) a data do encerramento das atividades; c) o nome e a razão social do contribuinte; d) o último endereço cadastrado do estabelecimento; e) o número do processo administrativo-tributário de baixa de inscrição estadual, se houver; f) a data do deferimento da baixa da inscrição pela autoridade fiscal, se posterior a outubro/1999; g) no campo Observação poderão constar informações complementares consideradas relevantes pela Secretaria Estadual de Receita do Rio de Janeiro (SER). A concessão da baixa da inscrição não implica quitação de quaisquer débitos porventura existentes ou que venham a ser constatados. Mensalmente, a Superintendência Estadual de Arrecadação, Cadastro e Informações Econômico- -Fiscais (Suacief) fará publicar edital relacionando as inscrições suspensas ou baixadas no período. Vale observar que o processo de baixa de inscrição deve ser instruído com informações atualizadas da Consulta para Certidão de Regularidade Fiscal do Contribuinte emitida na data do parecer conclusivo do Auditor Fiscal da Receita Estadual do Rio de Janeiro (AFRE) encarregado do feito. Nota Os procedimentos para a concessão de baixa de inscrição constam da Portaria SAF nº 935/2011. (Resolução SEF nº 2.861/1997, arts. 121, 1º, 122, 123, 130, 131 e 134) 12.1 Indeferimento do pedido de baixa No caso de indeferimento do pedido de baixa, face à constatação, pelo Fisco, de sua formulação indevida, por permanecer o contribuinte exercendo atividades de inscrição obrigatória, será dada ciência ao contribuinte, no corpo do processo, do despacho de indeferimento, e serão adotadas as medidas fiscais cabíveis. Nessa hipótese, a unidade de fiscalização responsável promoverá, no mesmo processo de baixa, através do deferimento do Dasc correspondente, a pronta reativação da inscrição, a partir, conforme o caso, da data de início da suspensão anteriormente deferida, ou daquela em que as atividades do contribuinte foram reiniciadas. (Resolução SEF nº 2.861/1997, art. 133) 13. Cassação da eficácia da inscrição O estabelecimento comercial, localizado no território fluminense, que comercializar, adquirir, estocar RJ Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 06 - Boletim IOB

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