CONCORRÊNCIA AA Nº 02/ BNDES ATA DE APRECIAÇÃO DE RECURSOS - JULGAMENTO DAS PROPOSTAS TÉCNICAS

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1 CONCORRÊNCIA AA Nº 02/ BNDES ATA DE APRECIAÇÃO DE RECURSOS - JULGAMENTO DAS PROPOSTAS TÉCNICAS Aos 14 dias do mês de outubro do ano de dois mil e nove (14/10/2009), reuniram-se os membros da Comissão Especial de Licitação do BNDES, designados pela Portaria nº 110/2008, de 25/11/2008 (doravante denominada apenas Comissão ), para deliberar/decidir sobre os recursos apresentados pelos seguintes consórcios participantes do certame em referência: i) Consórcio INFRAERO Mais Brasil, composto por Intervistas Consulting LLC INNOVA, Mello Martins Advogados, Premium Auditores Associados, Branco Consultores Tributários Ltda., Vértice & Masc Auditoria Contábil e Alvarez e Marsal Consultoria Empresarial do Brasil; ii) Consórcio BNDES-INFRAERO, composto por Pricewaterhousecoopers Transaction Services Ltda., Bain Brasil Ltda., Banco de Investimento Credit Suisse (Brasil) S.A, Machado, Meyer Sendacz e Opice Advogados e Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes (líder); iii) Consórcio Deloitte/ Mattos Filho/ Oliver Wyman/ Itaú BBA Reestruturação INFRAERO, composto por Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados, Deloitte Touche Tohmatsu Consultores, Oliver Wyman Consultoria em Estratégia de Negócios Ltda., Banco Itaú BBA S.A. e Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes (líder). 1. DO RECEBIMENTO DOS RECURSOS Os recursos acima referidos foram apresentados tempestivamente e em conformidade com o item 11.1 do Edital e respectivos subitens, e atendem, portanto, aos pressupostos formais exigidos por lei e pelo ato convocatório para o regular processamento e julgamento. 2. HISTÓRICO DA LICITAÇÃO Trata-se de procedimento licitatório realizado sob a modalidade concorrência, do tipo melhor técnica e preço, sob o nº Concorrência AA 02/2009, cujo objeto é a prestação de serviço de consultoria para a elaboração de projeto de reestruturação da Empresa Brasileira de Infra- Estrutura Aeroportuária - INFRAERO, visando à adoção de procedimentos necessários à sua transformação em companhia aberta, de forma a possibilitar a captação de recursos no mercado de capitais, bem como a proposição de modelos alternativos de gestão e/ou de configurações 1

2 empresariais para a INFRAERO, conforme especificações constantes do respectivo Edital e seus anexos. Cumpridas as formalidades legais aplicáveis, inclusive no que toca à forma e aos prazos de divulgação do certame, foi realizada no dia 19/05/2009, a sessão pública de recebimento dos envelopes de habilitação, de proposta técnica e de preço, ocasião em que estiveram presentes para credenciamento e participação na concorrência em tela, ao todo, 9 (nove) consórcios. Ultrapassada a fase de habilitação, dos 9 (nove) consórcios licitantes, 8 (oito) foram tidos como aptos para apresentação de suas propostas técnicas, quais sejam: i) Consórcio INFRAERO Mais Brasil, composto por Intervistas Consulting LLC INNOVA, Mello Martins Advogados, Premium Auditores Associados, Branco Consultores Tributários Ltda., Vértice & Masc Auditoria Contábil e Alvarez e Marsal Consultoria Empresarial do Brasil Ltda. (líder); ii) Consórcio (sem denominação específica) composto por Barbosa Mussnich & Aragão, Banco UBS Pactual S.A, UBS Securuties LLC, KPMG Risk Advisory Services Ltda. e KPMG Structured Finance S.A. (líder); iii) Consórcio (sem denominação específica) composto por Vieira, Rezende, Barbosa e Guerreiro Advogados, Hirashima & Associados Ltda, Rosenberg Consultores Associados Ltda e Booz & Company do Brasil Consultores Ltda. (líder), doravante denominado nesta Ata Consórcio Booz & Company ; iv) Consórcio Mckinsey/ BDO Trevisan/ Demarest/ Rothschild, composto por BDO Trevisan Auditores Independentes, Demarest & Almeida Advogados, Elsinore Participações e Serviços Ltda. e Mckinsey & Company (líder); v) Consórcio (sem denominação específica) composto por L.O. Baptisita Advogados Associados, Howath Tufani, Reis & Soares Auditores Independentes, Halcrow do Brasil Ltda. e Petit Champs Participações e Serviços S.A. (líder); vi) Consórcio BNDES-INFRAERO, composto por Pricewaterhousecoopers Transaction Services Ltda., Bain Brasil Ltda., Banco de Investimento Credit Suisse (Brasil) S.A, Machado, Meyer Sendacz e Opice Advogados e Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes (líder); vii) Consórcio Deloitte/ Mattos Filho/ Oliver Wyman/ Itaú BBA Reestruturação INFRAERO, composto por Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, Deloitte Touche Tohmatsu Consultores, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, Oliver Wyman Consultoria em Estratégia de Negócios Ltda., Banco Itaú BBA S.A. e Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes (líder); e 2

3 viii) Consórcio Ernst & Young/ Azevedo Sodré/ Aeroservice, composto por Aeroservice Consultoria e Engenharia de Projeto Ltda, Azevedo Sodré Advogados e Ernst & Young Assessoria Empresarial Ltda. (líder). 3. DAS RAZÕES APRESENTADAS PELOS LICITANTES RECORRENTES 3.1. RECURSO APRESENTADO PELO CONSÓRCIO INFRAERO MAIS BRASIL O Consórcio INFRAERO Mais Brasil ofereceu recurso administrativo contra a decisão da Comissão que avaliou e classificou as propostas técnicas referentes à licitação em tela, aduzindo, em síntese, que a mesma conteve alguns equívocos no que toca à avaliação e rejeição dos atestados apresentados pelo consórcio. Em síntese, argui o consórcio recorrente: a) quanto à experiência do Consórcio na Área de Especialização 1 - o atestado rejeitado pela Comissão, emitido pela IQT Ind. Química Taubaté em favor da consorciada Vertice & Masc, atenderia aos requisitos de experiência dispostos no item I a, do Anexo II do Edital, no quesito diagnóstico da situação contábil, não sendo pertinente o argumento usado pela Comissão de que a análise realizada a partir de um data room descaracterizaria a natureza dos serviços prestados; b) quanto à experiência do Consórcio na Área de Especialização 3 os atestados rejeitados pela Comissão, quais sejam, os emitidos pela Macquarie Capital, Aeroporto JFK e City of Houston (todos em favor da consorciada Innova), atenderiam aos requisitos do item I, c1, do Anexo II do Edital; c) quanto à experiência do Coordenador Geral - os atestados rejeitados pela Comissão, emitidos em favor do Sr. Marcelo Gomes, em coordenação geral de reestruturação de empresas visando à abertura de capitais, atendem devidamente às exigências editalícias; d) quanto à experiência do Líder da Área de Especialização 1 o atestado único, apresentado em favor do Sr. Marcelo Oliveira, faz referência a quatro experiências distintas (e não apenas a uma, como foi considerado pela Comissão), obtidas junto a quatro empresas distintas, quais sejam, Varig Logística S.A., Varig Engenharia e Manutenção S.A., Varig S.A. e Nordeste Linhas Aéreas S.A.; 3

4 e) quanto à experiência do Líder da Área de Especialização 3 os atestados emitidos pelas empresas Macquarie Capital, Aeroporto JFK e Aeroporto de Los Angeles atendem às exigências do Edital (Anexo II, Item 2, d1 ), na medida em que fazem expressa referência à realização, pelo Sr. Barney Parella, dos serviços de elaboração de modelos alternativos de gestão e/ou configurações empresariais. Em complemento, alega que esta Comissão teria, com base no art. 43, 3º da Lei 8.666/93, o dever de realizar diligências em busca de esclarecimentos que dessem a ela mais elementos para realizar a análise dos atestados supracitados. Em relação ao recurso interposto pelo Consórcio INFRAERO Mais Brasil não foram apresentadas contra-razões por quaisquer dos demais concorrentes RECURSO APRESENTADO PELO CONSÓRCIO DELOITTE/ MATTOS FILHO/ OLIVER WYMAN/ ITAÚ BBA REESTRUTURAÇÃO INFRAERO O Consórcio Deloitte/ Mattos Filho/ Oliver Wyman/ Itaú BBA Reestruturação Infraero interpôs recurso administrativo contra a decisão de classificação das propostas técnicas tomada por esta Comissão, atacando-a nos seguintes pontos: a) experiência do líder do Consórcio Recorrente na Área de Especialização 3 o atestado emitido pela Ferrovial Aeropuertos S.A., tendo como objeto o Aeroporto de Sidney (fls ), foi indevidamente recusado pela Comissão, tendo em vista que a experiência apresentada se enquadraria aos requisitos impostos pelo Edital para o item, por incluir em seu escopo a elaboração de modelos alternativos de gestão e avaliação do respectivo impacto no valor do negócio; b) pontuação atribuída à proposta técnica do Consórcio Mckinsey/BDO Trevisan/Demarest/Rothschild i) os atestados ofertados para comprovação das experiências na Área de Especialização 1 (particularmente os que foram emitidos em nome do consorciado Demarest & Almeida Advogados) não atenderiam às exigências do Edital, por não trazerem o grau de detalhamento exigido pelo seu item 18.1 e por não se relacionarem diretamente à consultoria para abertura de capital; ii) o atestado emitido em favor da consorciada Rothschild, pelo Ministério das Finanças da Alemanha, para a Área de Especialização 2, não poderia ser aceito porquanto o seu atestante, à época da execução dos serviços (2007), apenas por deter uma participação minoritária de 18,2% na empresa administradora do aeroporto de Frankfurt (Fraport AG); 4

5 c) pontuação atribuída à proposta técnica do Consórcio Booz & Company - i) os atestados ofertados para comprovação das experiências na Área de Especialização 1, em especial aqueles emitidos pela Brascan e pela Suzano em favor do consorciado Vieira, Rezende, Barbosa e Guerreiro Advogados, não atenderiam às exigências do Edital por não trazerem o grau de detalhamento exigido pelo seu item 18.1 e por não se relacionarem diretamente à consultoria para abertura de capital; d) pontuação atribuída à proposta técnica do Consórcio BNDES-INFRAERO i) os atestados emitidos em favor do consorciado Machado, Meyer Sendacz e Opice Advogados, para Área de Especialização 1, não atenderiam às exigências do Edital por não trazerem o grau de detalhamento exigido pelo seu item 18.1 e por não se relacionarem diretamente à consultoria para abertura de capital atestado; ii) o atestado emitido pela Global Infrastructure Partners em favor do consorciado Credit Suisse não seria válido, uma vez que a atestante não seria administradora de aeroportos com capacidade superior a 18 milhões de passageiros em 2007; iii) os dois atestados que demonstram serviços prestados pela consorciada Bain ao Aeroporti di Milani referem-se, na verdade, a uma única experiência (e não a duas distintas, como considerou esta Comissão). Os consórcios que tiveram suas respectivas pontuações atacadas por meio do recurso em questão, quais sejam, Consórcio Booz & Company, Consórcio BNDES-INFRAERO, e Consórcio Mckinsey/ BDO Trevisan/ Demarest/ Rothschild Reestruturação INFRAERO, apresentaram, tempestivamente, suas contrarrazões, refutando os argumentos apresentados contra a avaliação das suas respectivas propostas técnicas 3.3. RECURSO APRESENTADO PELO CONSÓRCIO BNDES-INFRAERO O recurso apresentado pelo Consórcio BNDES-INFRAERO ataca os seguintes aspectos da decisão de classificação das propostas técnicas, tomada por esta Comissão: a) experiência do Consórcio e do Líder da Área de Especialização 3 o atestado emitido pela Cidade de Chicago, em relação ao consorciado Credit Suisse e ao líder da Área de Especialização 3, atenderia às exigências do Edital, já que os serviços nele descritos abrangem o exame de diferentes modelos de gestão e/ou de configurações empresariais; b) pontuação atribuída à proposta técnica do Consórcio Deloitte/ Mattos Filho/ Oliver Wyman/ Itaú Reestruturação INFRAERO i) os atestados aceitos para comprovação das experiências na Área de Especialização 1, emitidos pelo Grupo Gerdau e pelo Banco ABN 5

6 Amro Bank, referem-se a períodos de execução dos serviços distintos daquele que foi exigido pelo item I, a, do Anexo II do Edital; ii) o atestado emitido pela Aeropuertos Españoles y Navegación Aérea (AENA), em relação ao Aeroporto de Palma de Mallorca, para comprovação de experiência na Área de Especialização 2, e o atestado emitido pela empresa Aeroports de Catalunya em relação ao modelo de gestão do aeroporto de Barcelona, para a Área de Especialização 3, não poderiam ser aceitos porquanto terem sido emitidos em nome/favor de empresa distinta daquela que concorre na presente licitação e a qual se credita o atestado (Deloitte); iii) o atestado emitido por Aeropuertos Españoles y Navegación Aérea (AENA) para comprovação de experiência na Área de Especialização 2, não poderia ser aceito porque o plano estratégico apresentado possui uma perspectiva empresarial restrita a um plano para o atendimento a pessoas com mobilidade reduzida; iv) o atestado emitido pela SEA Aeroporti Milanesi, para comprovação da experiência do líder da Área de Especialização 2, não teria descrito, a contento, o papel desempenhado pelo profissional indicado no projeto executado; v) os atestados emitido pela Dublin Airport Authority, para comprovação das experiências do líder da Área de Especialização 3, não poderia ser aceito por não trazer informações suficientes para comprovar a realização do serviço de elaboração de modelos de gestão. c) pontuação atribuída à proposta técnica do Consórcio Booz & Company - i) os atestados emitidos pelo Banco do Brasil, para comprovação de experiência da consorciada Booz & Company em um dos subitens que compõem a Área de Especialização 1, não poderiam ser aceitos, uma vez que não seria da Booz & Company, de acordo com o compromisso de consórcio firmado pelas empresas integrantes do consórcio, a atribuição técnica de realização da tarefa de análise da situação jurídico-contábil da INFRAERO; ii) o atestado emitido pela Marisa S.A., para comprovação da experiência do Coordenador Geral da Equipe, deveria ser rejeitado, uma vez que não teria sido por ele comprovada a efetiva atuação do profissional em reestruturação de empresas visando à abertura de capital; iii) o líder da Área de Especialização 1, em função de sua formação profissional (engenharia e não direito ou contabilidade) e da divisão de responsabilidade disposta no compromisso de consórcio (enquanto vinculado à Booz & Company), não estaria apto a realizar o escopo referente à área em questão; iv) o atestado emitido pela Fraport Frankfurt Airport, para comprovação da experiência do líder da Área de Especialização 2, não poderia ser aceito, já que descreve um papel secundário e não diretamente relacionado à elaboração do plano estratégico, por parte do profissional indicado como líder; d) pontuação atribuída à proposta técnica do Consórcio Mckinsey/ BDO Trevisan/ Demarest/ Elsinore - i) o atestado emitido pelo Banco do Brasil, para comprovação da experiência do consorciado Demarest & Almeida Advogados na Área de Especialização 1, deveria ser rejeitado por não ter sido apresentado em papel timbrado da empresa emissora; ii) o 6

7 atestado emitido pela British Airport Authority (BAA), para comprovação da experiência da Mckinsey na Área de Especialização 2, não teria sido efetivamente apresentado pelo consórcio; iii) os atestados emitidos pela BAA, para comprovação da experiência do líder da Área de Especialização 2, e pela Sahnghai Airport Authority, para comprovação da experiência do líder da Área de Especialização 3, não teriam demonstrado, suficientemente, o papel desempenhado pelos profissionais nos serviços executados. 4. ANÁLISE DAS MANIFESTAÇÕES RECURSAIS Revelado nos itens anteriores o cenário fático e jurídico sobre o qual recaem os recursos apresentados no bojo da presente licitação, passa esta Comissão a analisá-los em seus respectivos méritos RECURSO APRESENTADO PELO CONSÓRCIO INFRAERO MAIS BRASIL Conforme relatado no item 3.1 desta ata, o Consórcio INFRAERO Mais Brasil requer a reforma da decisão tomada por esta Comissão, no tocante à sua própria pontuação e classificação, entendendo que a mesma equivocou-se quanto à análise e rejeição de alguns atestados por ele apresentados em sede de propostas técnicas. Preliminarmente ao enfrentamento das questões de mérito levantadas pelo consórcio recorrente, cabem, aqui, alguns comentários sobre o discurso feito pelo Consórcio INFRAERO Mais Brasil, em sua peça recursal, a respeito da regra prevista no art. 43, 3º da Lei 8.666/93 e no item 14.4 do Edital, que dá ao órgão condutor e julgador da licitação (Comissão de Licitação) a prerrogativa de promover diligências destinadas a esclarecer ou complementar a instrução do processo. Argumenta o consórcio recorrente que, no que toca aos atestados recusados, caberia a esta Comissão o dever de, previamente, realizar diligências em busca de esclarecimentos que dessem a ela mais elementos para sua análise. Ocorre que, à exceção do atestado de fls , emitido pela Matlin Patterson Global Advisers LLC, a respeito do qual, conforme será visto no item 4.1, d desta Ata, pairava certa dúvida de conteúdo informativo, todos os demais atestados, no julgamento desta Comissão, detinham informações suficientes para que fossem realizadas suas respectivas análises, tanto no que toca aos atestados do consórcio recorrente que foram aceitos quanto no que toca aos que foram rejeitados, razão pela qual a realização de diligências para fins de esclarecimento não se impunha como necessária, uma vez que não havia dúvidas ou obscuridades passíveis de serem esclarecidas pelos respectivos atestantes ou terceiros. 7

8 Portanto, se os atestados apresentados pelo consórcio recorrente não continham, na análise desta Comissão, pontos obscuros ou duvidosos que carecessem de elucidação, não há que se falar em dever de promoção de diligências uma vez que não havia o que ser aclarado ou complementado para que ela (Comissão) pudesse formular sua convicção e realizar o consequente julgamento. Dito isso, passa esta Comissão a analisar os pontos da sua decisão atacados pelo consórcio recorrente. a) Experiência do Consórcio na Área de Especialização 1 Argui o consórcio recorrente que um dos atestados que comprovam sua experiência na Área de Especialização 1, qual seja, o emitido pela IQT Ind. Química Taubaté, em favor da consorciada Vértice & Masc Auditoria Contábil, atenderia perfeitamente aos requisitos de experiência solicitados pelo Edital no quesito diagnóstico da situação contábil, uma vez que a prestação do serviço de diagnóstico a partir de informações obtidas em um data room, não seria suficiente para descaracterizá-lo. Consultada a respeito do ponto a Equipe Técnica de Apoio designada pela Portaria nº 110/2008, de 25/11/2008, doravante denominada apenas Equipe Técnica, emitiu a seguinte orientação : O GA reitera sua posição de não aceitar como experiência válida a análise de informações contábeis e tributárias fornecidas por meio de informações secundárias disponibilizadas em data room - ausência de compatibilidade, semelhança ou afinidade com o item do serviço licitado, nos termos da cláusula 18.1 do Edital e do projeto básico constante do Anexo. O GA entende ser indispensável que o licitante comprove experiência no tratamento de informações obtidas primariamente e, desta forma, organizadas por ele mesmo e não por terceiros. A Comissão, na linha da orientação dada pela Equipe Técnica, entende que não merece guarida a argumentação do consórcio recorrente, uma vez que a experiência apresentada, a toda evidência, não se coaduna com o escopo definido para este particular aspecto do serviço licitado (descrito no item 4, do Anexo I Projeto Básico, do Edital). Portanto, o fato de o serviço de diagnóstico contábil atestado pela empresa IQT Ind. Química Taubaté não ter sido prestado/realizado a partir de informações obtidas primariamente pela consorciada Vértice & Masc Auditoria Contábil impede que esta Comissão o qualifique como uma experiência válida para fins de pontuação. 8

9 Vale registrar, ad argumentandum, que, ainda que fosse considerado válido o atestado em questão (emitido pela IQT Ind. Química Taubaté), o consórcio recorrente não lograria êxito em modificar a sua pontuação no que toca ao item (Área de Especialização 1) uma vez que não apresentou qualquer experiência relacionada à execução de serviços de pesquisa detalhada (due diligence) - item I, a, iii, do Anexo II, do Edital. Não comporia o consórcio em tela, portanto, sequer um conjunto/grupo de 3 (três) experiências para que lhe fosse, de acordo com a regra ditada pelo item I, a, do Anexo II, do Edital, atribuída alguma pontuação na Área de Especialização 1. Sendo assim, delibera esta Comissão por manter a sua decisão intocada quanto ao ponto. b) Experiência do Consórcio na Área de Especialização 3 No que toca à Área de Especialização 3, argumenta o consórcio recorrente em suas razões que os atestados emitidos pela Macquarie Capital, Aeroporto JFK e City of Houston merecem ser aproveitados, pois atenderiam plenamente aos postulados do Edital (Anexo II, item I, c1 ), uma vez que retratam a experiência da consorciada Innova na elaboração de modelos de gestão (City of Houston) e de configuração empresarial de parceria público-privada (Macquarie Capital e Aeroporto JFK). Sobre o ponto, a Equipe Técnica assim se manifestou: O GA reitera sua posição de que as experiências não apresentam compatibilidade, semelhança ou afinidade com o item do serviço licitado, nos termos da cláusula 18.1 do Edital e do projeto básico constante do Anexo 1 - as experiências apresentadas são fundamentalmente serviços de consultoria relacionados aos exigidos para as AE1 e AE2. Serviços de consultoria relacionados à parceria públicoprivada não caracterizam por si só experiências na AE3. Neste sentido, os serviços de consultoria prestados para Macquarie Capital e Aeroporto JFK, relacionados à parceria público-privada, não configuram experiência na AE3 uma vez que se trata fundamentalmente da análise de modelos de privatizações previamente definidas pelos contratantes, para, respectivamente, o aeroporto de Chicago Midway e o Terminal 4 do Aeroporto JFK. Diferentemente teria sido se a empresa do consórcio tivesse sido contratada para avaliar ativos relacionados a aeroportos pertencentes aos contratantes e então proposto as privatizações do aeroporto de Chicago Midway e do Terminal 4 do aeroporto JFK. Quanto ao atestado fornecido por City of Houston, os serviços descritos, relacionados ao aeroporto de Houston Bush Intercontinental, pertencem ao escopo dos requeridos para AE1 e AE2. 9

10 Em consonância com o parecer transcrito, a Comissão entende que o item 7.1 do Anexo I Projeto Básico, do Edital, ao se referir a proposta de elaboração de Modelos que poderão ser aplicados à INFRAERO, embora não tenha sido explícito quanto aos modelos que seriam aceitos (e nem poderia sê-lo, sob pena de desnaturar o estudo licitado), é inequívoco quanto à pretensão de que a futura contratada (ela própria) idealizará e confeccionará o modelo de gestão e/ou de configuração empresarial a ser eventualmente aplicado à INFRAERO, tendo sido esta a interpretação adotada para todas as propostas que alcançaram uma satisfatória pontuação no item (Área de Especialização 3). Portanto, a experiência exigida para fins de pontuação técnica deve ser correlata à atividade que será executada contratualmente, qual seja, a de proposição do modelo de gestão e/ou empresarial, não sendo suficiente, para fins de demonstração de experiência equivalente, a atuação da empresa Innova na execução ou implemento de planos previamente definidos pelos tomadores de seus serviços. Como bem destacado pela Equipe Técnica, estas experiências deveriam ser consideradas dentro do espectro da Área de Especialização 2 e, como tais, o foram pela Comissão, que atribuiu ao consórcio recorrente a pontuação máxima referente ao item (24 pontos). Em função disso, entende esta Comissão que a sua decisão, quanto ao tema, não merece ser revista. c) Experiência do Coordenador Geral O consórcio recorrente pleiteia, ademais, a atribuição dos pontos referentes às experiências comprovadas em nome do responsável geral do Núcleo Coordenador, Sr. Marcelo Gomes. Segundo o consórcio recorrente os atestados apresentados em nome do coordenador geral indicado revelariam claramente a sua participação/supervisão em projetos de reestruturação de empresas visando à abertura de seus respectivos capitais. Consultada sobre o ponto, a Equipe Técnica designada para esta licitação emitiu a seguinte opinião: O GA reitera sua posição de que as experiências não foram aceitas uma vez que os serviços atestados não se relacionam diretamente à abertura de capital das empresas - as experiências apresentadas são fundamentalmente serviços de consultoria relacionados aos exigidos para os líderes das AE1 e AE2. 10

11 O consórcio recorrente, quanto ao ponto, não traz em, suas razões recursais, qualquer argumento ou elemento capaz de elidir a convicção inicialmente formada por esta Comissão. A experiência na coordenação de equipes de consultoria em reestruturação de empresas, exigida pelo item II, a, do Anexo II do Edital, deve guardar relação direta e preponderante com o desiderato da abertura de capital da empresa, coisa que não ocorreu nos casos relatados pelos atestados apresentados (Leader, Ricardo Eletro e Dadalto). Em nenhum dos atestados apresentados verifica-se a vocação/aptidão originária dos trabalhos de assessoramento coordenados pelo Sr. Marcelo Gomes para a abertura de capital das empresas tomadoras dos serviços; diferente disso, o escopo da abertura de capital, indistintamente, em todos os atestados apresentados, ocupa papel acessório. Vê-se, portanto, que as experiências apresentadas pelo consórcio recorrente para pontuação de seu coordenador geral não guarda similaridade real com o objeto dos serviços ora licitados, assim descrito no item 1, do Anexo I Projeto Básico do Edital: Contratação de estudos técnicos especializados para a reestruturação da INFRAERO, visando à adoção dos procedimentos necessários à sua transformação em companhia aberta, de forma a possibilitar a captação de recursos no mercado de capitais, bem como, visando à proposição de modelos alternativos de gestão e/ou de configurações empresariais para a INFRAERO. (grifos nossos) Da leitura da descrição do objeto relacionado ao presente estudo, verifica-se que o serviço ora licitado tem por vocação necessária e preponderante (e não meramente acidental e acessória) a adoção de procedimentos relacionados à transformação da INFRAERO em uma sociedade de capital aberto e isto o torna essencial e teleologicamente distinto dos serviços atestados pelas empresas acima citadas (Leader, Ricardo Eletro e Dadalto); anote-se que, relativamente ao item em tela (Coordenação Geral), essa foi a interpretação considerada pela Comissão para análise de todas as propostas apresentadas neste certame. Por esses argumentos, esta Comissão entende que sua decisão de rejeitar ditos atestados não merece reparos. d) Experiência do Líder da Área de Especialização 1 Quanto ao capítulo da sua proposta referente à experiência apresentada para o profissional indicado como líder da Área de Especialização 1, Sr. Marcelo Oliveira, o consórcio recorrente alega que o atestado único de fls , emitido pela Matlin Patterson Global Advisers LLC, 11

12 revelaria a ocorrência de quatro experiências distintas protagonizadas pelo profissional indicado, e não apenas uma, como fora pela Comissão considerado. Com vistas a esclarecer a dúvida lançada nas razões de recorrer do consórcio, esta Comissão teve por bem, utilizando-se da prerrogativa que lhe é dada pelo item 14.4 do Edital, consultar o executivo responsável pelo atestado emitido pela Matlin Petterson Global Advisers LLC (Sr. Lap Wai Chan) por meio de correspondência eletrônica, cujo teor segue abaixo transcrito: Prezado Lap Wai Chan, em sede de atual diligência do BNDES, a pedido do Presidente da Comissão Especial de Licitação, responsável pela Concorrência 02/2009, tendo em vista o atestado de capacidade técnica emitido pela empresa Matlin Patterson Global Advisers LLC, em seu nome, em 15 de maio deste ano, gostaríamos de esclarecer as dúvidas a seguir. Foi atestado que o Escritório Mello Martins Advogados, através do sócio Marcello Augusto Lima de Oliveira, prestou serviços no Brasil (due dilligence) às empresas Varig Logística S.A, Varig Engenharia e Manutenção S.A, Varig S.A e Nordeste Linhas Aéreas S.A. Perguntamos 1) a análise objeto dos serviços atestados pela Matlin Patterson foi feita sobre o Grupo Varig (assim considerado como o conjunto das empresas acima citadas), ou sobre cada uma das empresas consideradas isoladamente? 2) caso os serviços tenham sido prestados isoladamente para cada uma das empresas, pedimos confirmar se o seu objeto compreende todos os itens descritos no atestado emitido pela Matlin Patterson? Em resposta ao encaminhado pelo BNDES, o executivo consultado emitiu a seguinte resposta: (...)Respostas abaixo: 1) Serviços prestados isoladamente por cada entidades. Variglog, VEM, Varig SA, Nordeste. 2) Sim Legal Due Diligence... 12

13 Em função da resposta/esclarecimento recebido, esta Comissão tem por bem reavaliar este ponto específico da nota dada à proposta técnica do consórcio recorrente, para fins de lhe atribuir a pontuação devida para o item, qual seja, 6 (seis) pontos, considerada a existência de quatro (e não apenas uma) experiências comprovadas através do atestado emitido pela Matlin Petterson Global Advisers LLC. e) Experiência do Líder da Área de Especialização 3 Como já narrado, no que toca à liderança da Área de Especialização 3, o consórcio recorrente alega que os atestados emitidos pelas empresas Macquarie Capital, Aeroporto JFK e Aeroporto de Los Angeles atendem às exigências do Edital (Anexo II, Item 2, d1 ), porquanto fazem referência à realização, pelo Sr. Barney Parella, dos serviços de elaboração de modelos alternativos de gestão e/ou configurações empresariais. Sobre o ponto a Equipe Técnica que acompanha esta licitação assim se manifestou: O GA reitera sua posição de que as experiências não apresentam compatibilidade, semelhança ou afinidade com o item do serviço licitado, nos termos da cláusula 18.1 do Edital e do projeto básico constante do Anexo 1 as experiências apresentadas são fundamentalmente serviços de consultoria relacionados aos exigidos para os líderes das AE1 e AE2 (Macquarie Capital e Aeroporto JFK) ou mesmo somente para AE2 (Los Angeles World Airports). Vale recordar que as experiências atestadas por Macquarie Capital e JFK foram aceitas para a AE2. Entende esta Comissão, na linha do parecer dado pela Equipe Técnica, e reiterando os argumentos colocados no item 4.1, b, supra, que não assiste razão ao consórcio recorrente, uma vez que, a toda evidência, os serviços descritos para fins de comprovação do profissional líder da Área de Especialização 3, na verdade, confundem-se com aqueles que são exigidos como portfólio profissional para as Áreas de Especialização 1 e 2 Áreas de Especialização estas em que, repise-se, o consórcio recorrente foi devidamente pontuado, atingindo, inclusive (considerada a reavaliação da pontuação dada ao líder da Área de Especialização 1, conforme explanado no item anterior desta Ata) as pontuações máximas permitidas para os respectivos itens. Portanto, no que toca, especificamente, à Área de Especialização 3, não logrou êxito o consórcio recorrente em demonstrar a experiência do profissional por ele indicado, porquanto não guardarem os serviços/projetos por ele coordenados similaridade com o complexo de atividades pretendidos pelo Edital e seus anexos. 13

14 4.2. RECURSO APRESENTADO PELO CONSÓRCIO DELOITTE/ MATTOS FILHO/ OLIVER WYMAN/ ITAÚ BBA REESTRUTURAÇÃO INFRAERO Como registrado no item 3.2 desta Ata, o Consórcio Deloitte/ Mattos Filho/ Oliver Wyman/ Itaú BBA Reestruturação INFRAERO, manifesta sua irresignação quanto ao julgamento realizado por esta Comissão no que toca à nota atribuída à sua própria proposta técnica e às propostas técnicas dos outros três consórcios classificados Consórcio Booz & Company, Consórcio BNDES-INFRAERO, Consórcio Mckinsey/ BDO Trevisan/ Demarest/ Rothschild. A seguir, passa esta Comissão a analisar cada um dos temas postos no recurso ofertado. a) Experiência do Líder do Consórcio Recorrente na Área de Especialização 3 Como já abordado nesta Ata (item 3.2), o consórcio recorrente entende por indevida a desconsideração, por parte da Comissão, do atestado emitido pela Ferrovial Aeropuertos S.A., (fls ), para comprovação da experiência do líder indicado para Área de Especialização 3. Sobre este ponto do recurso, assim se manifestou a Equipe Técnica: O GA reitera sua posição de que o atestado não possui compatibilidade, semelhança ou afinidade com o item do serviço licitado, nos termos da cláusula 18.1 do Edital e do projeto básico constante do Anexo 1 o atestado apresentado refere-se à consultoria prestada para projeto de privatização previamente definido pelo contratante. A avaliação de modelos de privatizações previamente definidas não caracteriza experiência na AE3, referindo-se fundamentalmente a experiências relacionadas às AE1 e AE2. Na linha da orientação dada pela Equipe Técnica, pelos mesmos argumentos/fundamentos já utilizados no item 4.1, letra b desta Ata, esta Comissão delibera por manter intocada a decisão recorrida no que se refere à pontuação atribuída ao Líder da Área de Especialização 3 do Consórcio Deloitte/ Mattos Filho/ Oliver Wyman/ Itaú BBA Reestruturação Infraero. b) Proposta Técnica do Consórcio Mckinsey/ BDO Trevisan/ Demarest/ Rothschild A decisão desta Comissão no que toca à análise que foi realizada sobre a proposta técnica do Consórcio Mckinsey/ BDO Trevisan/ Demarest/ Rothschild foi impugnada pelo consórcio recorrente sob dois aspectos. 14

15 O primeiro deles cinge-se aos atestados utilizados pelo consórcio recorrido para comprovação do conjunto de experiências exigidas para Área de Especialização 1, em especial em seu subitem ii (diagnóstico da situação jurídico-contábil). Segundo o consórcio recorrente, os atestados emitidos em nome do consorciado Demarest & Almeida Advogados não atenderiam ao grau de detalhamento exigido pelo item 18.1 do Edital, assim como não se relacionariam diretamente à consultoria para abertura de capital. Em manifestação sobre o ponto a Equipe Técnica emitiu a seguinte opinião: O GA reitera sua posição. Os conteúdos dos atestados foram julgados suficientes e, nos termos do Edital, não é necessário que as experiências requeridas para AE1 tenham relação direta com processos de abertura de capital. No mesmo diapasão da Equipe Técnica, esta Comissão entende que não assiste razão à irresignação manifesta pelo consórcio recorrente sobre o ponto. De fato, os atestados contestados pelo recorrente apresentam grau de detalhamento suficiente ao entendimento dos serviços e atividades realizadas pelo consorciado Demarest & Almeida Advogados, não se configurando, destarte, qualquer desrespeito ao disposto no item 18.1 do Edital desta Licitação. Já o segundo vício imputado pelo consórcio recorrente aos atestados apresentados pelo consórcio recorrido, em verdade, inexiste. Isto porque, não traz o instrumento convocatório que rege o certame, neste particular (item I a, do Anexo II, do Edital), qualquer exigência de que a experiência obtida tivesse de guardar relação direta com a abertura de capital das empresas objeto dos serviços característica, pelo edital, só afeta às experiências relacionadas à Área de Especialização 2 (item 19, I c, do Anexo I Projeto Básico, do Edital) e ao Coordenador Geral do Núcleo Coordenador dos Trabalhos (item II a, do Anexo III, do Edital). O segundo aspecto atacado na proposta técnica do Consórcio Mckinsey/ BDO Trevisan/ Demarest/ Rothschild refere-se ao atestado apresentado para comprovação da experiência do líder de equipe indicado para a Área de Especialização 2, qual seja, o emitido em favor do Sr. Jeremy Moodey (Rothschild), pelo Ministério das Finanças da Alemanha. Segundo o consórcio recorrente, dito atestado não poderia ser considerado porquanto possuir o seu emissor, à época da execução dos serviços (2007), uma participação acionária diminuta na empresa gestora do aeroporto (Fraport AG), que não viabilizaria o seu controle e administração. Entende esta Comissão que a questão colocada pelo consórcio recorrente é de toda despicienda. Isto porque, além da experiência que ora é combatida pela suposta pecha formal relacionada à legitimidade do Ministério das Finanças da Alemanha para emissão do atestado, o consórcio recorrido (conforme demonstram os quadros disponibilizados na letra f, do Anexo II, da Ata de Reunião de Julgamento das Propostas Técnicas de fls ) apresentou 15

16 outra experiência, considerada igualmente válida por esta Comissão, para pontuação do líder da Área de Especialização 2, qual seja, aquela refletida no atestado de fls /9.376, de emissão da Fraport AG. Sobre essa experiência não foi levantada qualquer pecha de irregularidade, não tendo sido a mesma considerada no cômputo da nota do consórcio recorrido apenas em razão do limite de pontos imposto pelo item II c1, do Anexo II, do Edital (12 pontos). Destarte, ainda que os argumentos apresentados pelo recorrente fossem considerados suficientes para que esta Comissão exercesse seu juízo de retratação sobre o ponto, eventual revisão do atestado questionado seria totalmente ineficaz no que toca ao quadro classificatório das propostas apresentadas nesta licitação, porquanto não causam qualquer alteração na pontuação obtida pelo consórcio recorrente no item impugnado. Ad argumentandum, ainda que assim não fosse, entende esta Comissão que a impugnação ofertada pelo consórcio recorrente não merece guarida. Conforme já explicitado, a irresignação do consórcio recorrente prende-se a uma aparente irregularidade formal do atestado apresentado, qual seja, a de que o Ministério das Finanças da Alemanha não possuiria a administração da Fraport AG na oportunidade em que os serviços foram prestados. A afirmação feita pelo consórcio recorrente, contudo, não se configura pertinente. Segundo informações encontradas na Circular da Oferta Pública de Ações da Fraport AG (disponível em especialmente nas páginas 34 a 36, verifica-se, com clareza, que, em decorrência de um acordo entre os três titulares das ações da Fraport AG (Governo Federal da Alemanha, Estado Federal de Hesse e a Stadtwerke Frankfurt am Main Holding GMB, cujo único acionista é a Prefeitura de Frankfurt), ao Governo Federal da Alemanha, detentor, na oportunidade de 25,87% das ações da Companhia, caberia, em conjunto com os demais acionistas, a realização de uma série de providências e atos afetos à Fraport AG, conforme se extrai dos seguintes enxertos oriundos da Circular citada: Upon completion of the Offering, including the employee participation program, the Federal Republic, the State and the City (through Stadtwerke Frankfurt am Main Holding GmbH) will continue to hold the majority of the shares of Fraport AG. As a result of the pooling agreement described above, the Federal Republic, the State and City (through Stadtwerke Frankfurt am Main Holding GmbH), as majority shareholders, will be able to exercise decisive influence over the Company s strategy and appointments to its executive bodies. Sendo assim, não há dúvida de que até o advento da transferência total de sua posição acionária na Fraport AG (em 2005), transferência esta viabilizada, de acordo com o atestado, 16

17 através dos serviços prestados pela empresa consorciada Rothschild, o Governo Alemão exercia a atividade de administração da Fraport AG, administração esta realizada em conjunto com os seus demais acionistas públicos: o Estado de Hesse e a holding de titularidade do município de Frankfurt. Vê-se, portanto, que o Governo Alemão exercia, pelo menos, a co-administração da Fraport AG, pelo que entende esta Comissão que o elemento de índole pessoal disposto no item II c1, do Anexo II, do Edital (empresa que administre aeroportos) restou-se devidamente atendido, in casu. Some-se a isto a ocorrência incontroversa da realização dos serviços pela Rothchild em favor da Fraport AG, na forma e extensão postas no atestado, fato que, registre-se, foi inclusive corroborado pelo consórcio recorrente em sua peça recursal, ao afirmar que de fato, a Rothschild prestou serviços de assessoria financeira ao Ministério das Finanças do Governo Federal da Alemanha. Em função disso, delibera esta Comissão por manter inalterada a sua decisão no que toca à análise e pontuação da proposta técnica apresentada pelo Consórcio Mckinsey/ BDO Trevisan/ Demarest/ Rothschild. c) Proposta Técnica do Consórcio Booz & Company No que toca à proposta apresentada pelo Consórcio Booz & Company, alega o consórcio recorrente que os atestados emitidos pela Brascan e pela Suzano em favor de Vieira, Rezende, Barbosa e Guerreiro Advogados, para a Área de Especialização 1, não atenderiam ao grau de detalhamento exigido pelo item 18.1 do Edital e que os serviços atestados não se relacionariam diretamente à consultoria para abertura de capital. Pela similitude do tema, reitera esta Comissão os argumentos/fundamentos já colocados no item 4.2, b (primeira parte) desta Ata, entendendo que não merece amparo a pretensão recursal do consórcio recorrente neste particular, porquanto não ter se configurado, no sentir desta Comissão, a suposta transgressão ao item 18.1 o Edital e, também, por não haver no Edital desta licitação a suposta exigência de vinculação direta das experiências afetas à Área de Especialização 1 com a abertura de capital das empresas objeto dos serviços. d) Proposta Técnica do Consórcio BNDES-INFRAERO Quanto ao concorrente Consórcio BNDES-INFRAERO o recurso apresentado se insurge contra três pontos: i) a aceitação de alguns atestados emitidos em favor do escritório consorciado Machado Meyer, para a Área de Especialização 1, ao argumento de que os mesmos não atenderiam ao grau de detalhamento exigido pelo item 18.1 do Edital e que os serviços atestados não se relacionariam diretamente à consultoria para abertura de capital 17

18 atestado; ii) a validade do atestado emitido em favor do consorciado Credit Suisse, para a Área de Especialização 2, pela Global Infrastructure Partners, em função desta não administrar aeroportos com capacidade superior a 18 milhões de passageiros no ano de 2007; iii) a consideração e pontuação dos atestados referentes ao Aeroporti di Milani como sendo duas experiências distintas. Quanto à primeira falha imputada aos atestados inerentes à Área de Especialização 1, entende esta Comissão por desnecessária qualquer nova divagação, pelo que reitera, pela identidade de tema, os argumentos já apresentados nos itens 4.2 b (primeira parte) da presente Ata. No que toca à irregularidade formal do atestado emitido pela Global Infrastructure Partners em favor do Credit Suisse para a Área de Especialização 2, entende por bem esta Comissão tecer alguns comentários prévios sobre uma característica marcante do processo administrativo, enquanto espécie de uma categoria institucional mais abrangente que é o processo: a instrumentalidade. Conforme leciona Cândido Rangel Dinamarco, a idéia de instrumentalidade do processo exprime uma tomada de consciência de que ele não é fim em si mesmo e, portanto, as suas regras não têm valor absoluto que sobrepuje as do direito substancial e as exigências sociais de pacificação de conflitos e conflitantes" (A Instrumentalidade do Processo. 12 ed. São Paulo:Malheiros, p. 266). O processo licitatório, como espécie de processo administrativo que é, não se encontra imune às interferências do princípio da instrumentalidade que indicam, dentre outras coisas, que a liturgia formal do processo não representa um fim em si mesma. A licitação revela-se, destarte, como sendo uma atividade estatal de meio, que, observando o princípio da isonomia entre os licitantes, tem como desiderato específico a obtenção da proposta mais vantajosa para a Administração (art. 3º da Lei 8.666/93). Nesse panorama, explica Marçal Justen Filho que... deve-se interpretar a Lei e o Edital como veiculando exigências instrumentais. A apresentação de documentos, o preenchimento de formulários, a elaboração de propostas não se constituem em condutas ritualísticas. Não se trata de verificar a habilidade dos envolvidos em conduzir-se de modo mais conforme ao texto da lei. Todas as exigências são o meio de verificar se o licitante cumpre os requisitos de idoneidade e se sua proposta é satisfatória e vantajosa. Portanto, deve se aceitar a conduta do sujeito que evidencie o preenchimento das exigências legais ainda 18

19 quando não seja adotada a estrita regulação imposta originariamente na lei ou no Edital. Na medida do possível, deve promover, mesmo de ofício, o suprimento de defeitos de menor monta. Não se deve conceber que toda e qualquer divergência entre o texto da lei ou do Edital, conduza à invalidade, à inabilitação ou à desclassificação. (Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativos. 12 ed. São Paulo: Dialética, p. 77). Não se trata de fazer tábula rasa da formalidade, que existe na atividade processual como necessária ao implemento e resguardo de diversas garantias do administrado, tais como a isonomia e a ampla defesa. Trata-se apenas do lançamento de uma nova perspectiva sobre o fenômeno processual administrativo tendente a valorizar a forma dentro da função garantidora que a ela é atribuída e não simplesmente por um apego cego a ela sem qualquer preocupação finalística. Feito esse intróito, passa esta Comissão à análise do cerne da questão levantada pelo consórcio recorrente, qual seja, se seria elemento essencial à validade do atestado para fins de comprovação da experiência requerida para a Área de Especialização 2, à luz do item II c1, do Anexo II, do Edital, a efetiva qualidade de administrador de aeroportos por parte da instituição que o emitiu. Inicialmente, cabe registrar que se configura como incontroverso que os serviços relatados pelo atestado sob foco foram efetivamente prestados pelo consorciado Credit Suisse, uma vez que o próprio consórcio recorrente ratificou tal fato em suas razões de recorrer. Portanto, a matéria em testilha versa, exclusivamente, sobre a suposta contrariedade formal do atestado apresentado às normas inseridas em lei e no ato convocatório, em especial aquela disposta no item 1 b1, do Anexo II, do Edital. Para tal, faz-se necessária uma leitura atenta da regra editalícia citada, para compreendê-la em sua teleologia, qual seja, a de comprovar que a empresa concorrente efetivamente teria experiência na realização de projetos de elaboração de planos estratégicos relacionados a aeroportos de grande porte (assim considerados, pelo Edital, como aqueles que possuem movimentação anual superior a 18 milhões de passageiros). Apenas uma leitura descomprometida com a inteligência instrumental que deve ser dada ao instrumento convocatório é que poderia conduzir ao equívoco interpretativo de que a regra em questão carrearia uma exigência peremptória quanto à condição de administradora da pessoa do atestante desprovida de qualquer finalidade prática comprobatória relacionada ao objeto licitado. 19

20 Não foi outro o silogismo adotado por esta Comissão nas respostas dadas aos pedidos de esclarecimentos nº 20 e nº 24, que foram amplamente divulgados, na forma do item do Edital: Pergunta 20 Relativamente aos itens I.a); I.b.2); II, a); I.c.2); II.a); II.b); II.c.2) e II. d.2 do Anexo II, considerando que a empresa contratante dos serviços que geraram a atestação requerida nas Áreas de Especialização 1, 2 e 3 pode ser distinta da empresa que foi objeto de diagnóstico pela Licitante (por exemplo: Empresa A contratou a Licitante para realizar uma due diligence na Empresa B), sendo que, neste caso, a Empresa A é que fornecerá o atestado, entendemos que ela está apta a declarar no texto do próprio atestado todas as informações relativas à Empresa B e ao serviço necessárias para a avaliação pelo BNDES, inclusive que a Empresa B possuía determinada receita operacional líquida à época da experiência. Este entendimento está correto? Resposta do BNDES: Sim, o entendimento está correto Pergunta 24 Nos termos do item 6.2.4, alínea b, do Edital, os atestados devem cumprir, entre outros determinados no Edital, os seguintes requisitos: b) Atestado de capacidade técnica, expedido por pessoa(s) jurídica(s) de direito público ou privado, nacional ou estrangeira, para a(s) qual(is) o LICITANTE tenha prestado serviços que comprove(m) experiência anterior em cada uma das três Áreas de Especialização objeto desta licitação. A partir da leitura desta disposição, extrai-se, especialmente em relação à natureza dos serviços de diagnóstico da situação jurídico-contábil, que o atestado deve ser fornecido pela empresa que contratou o serviço de diagnóstico da situação jurídico-contábil e recebeu efetivamente o produto da análise, que não necessariamente coincide com a empresa objeto do referido diagnóstico (por exemplo, em casos de contratação de tal diagnóstico por empresa interessada na avaliação da viabilidade de investimento na empresa analisada). O nosso entendimento de que, nos termos do Edital, o atestado poderá ser fornecido pela empresa que não foi objeto do diagnóstico da situação jurídico-contábil, mas sim pela empresa contratante do serviço, está correto? RESPOSTA DO BNDES: Sim, o entendimento está correto. De fato, consideradas tais premissas, não seria possível adotar, quanto a este particular do julgamento das propostas técnicas, uma inteligibilidade restritiva que considerasse o atestado e os elementos formais a ele associados como um fim em si mesmo. Antes representa ele (atestado) uma materialidade documental, ou, em outras palavras, um meio de prova dos 20

21 requisitos de expertise exigidos para o futuro contratado visando à boa qualidade dos serviços a serem executados. Sendo assim, como no presente caso é indene de dúvidas que os serviços atestados guardam compatibilidade com os serviços demandados pela Área de Especialização 2 e que eles foram efetivamente prestados pelo Credit Suisse (fato que, repise-se, foi ratificado pelo próprio consórcio recorrente), não restam dúvidas de que o atestado em questão cumpriu com desiderato comprobatório que dele se esperava. Interpretar a questão de forma contrária atentaria contra os mais comezinhos princípios relacionados à licitação pública, dentre os quais se destaca o da máxima competitividade 1, explicitado no item 14.3 do Edital nos seguintes termos: As normas disciplinadoras deste certame serão interpretadas visando à ampliação da disputa entre os LICITANTES, desde que não comprometam os interesses do BNDES, a finalidade e a segurança da contratação. E nessa linha de argumentação tem-se posicionado, de forma firme, a jurisprudência do Tribunal de Contas da União, bem exemplificada na seguinte passagem do voto proferido pelo Ministro Walton Alencar Rodrigues, na qualidade de relator do Acórdão 1.758/2008 Plenário, de Ressalto, preliminarmente, que o edital não constitui um fim em si mesmo. Tratase de instrumento para a consecução das finalidades do certame licitatório, que são assegurar a contratação da proposta mais vantajosa e a igualdade de oportunidade de participação dos interessados, nos precisos termos do art. 3º, caput, da Lei 8.666/93. Assim, a interpretação e aplicação das regras nele estabelecidas deve sempre ter por norte o atingimento das finalidades da licitação, evitando-se o apego a formalismos exagerados, irrelevantes ou desarrazoados, que não contribuem para esse desiderato. No presente caso, não se afigura que o ato impugnado tenha configurado tratamento diferenciado entre licitantes, ao menos no grave sentido de ação deliberada destinada a favorecer determinada empresa em detrimento de outras, o que constituiria verdadeira afronta aos princípios da isonomia e da impessoalidade. Ao contrário, entendo que foi dado fiel cumprimento ao citado art. 4º, parágrafo único, do Decreto 1 O princípio em tela é expressamente consagrado pelo direito positivo pátrio no art. 4º, Parágrafo único, do Decreto 3.555/2000, nos seguintes termos: Art. 4º Parágrafo único. As normas disciplinadoras da licitação serão sempre interpretadas em favor da ampliação da disputa entre os interessados, desde que não comprometam o interesse da Administração, a finalidade e a segurança da contratação. Embora a positivação do princípio em questão esteja inserida dentro do regulamento destinado à disciplina da modalidade pregão (instituída pela Lei /2002), não há problemas na sua adoção, por analogia, às demais modalidades de licitação previstas na Lei 8.666/93, dentre elas a concorrência. 21

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