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1 Filosofia Geral - Fábio Henrique Cardoso Leite - UNIGRAN Aula 04 FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO Nesta aula estaremos desenvolvendo uma reflexão sobre a Educação e o processo educacional, não apenas dentro de uma visão pedagógica, mas também de uma visão filosófica. Sabemos que a Filosofia não é apenas uma abordagem no campo educacional, mas precisamos verificar a filosofia da educação, ou seja, como analisamos, refletimos, verificamos os elementos que chegam até nós? É muito importante que nós tenhamos uma razão que sustente a nossa fala. Por isso a importância da Filosofia da Educação. A Filosofia na educação transforma-se em Filosofia da Educação enquanto reflexão rigorosa, radical e global ou de conjunto sobre os problemas educacionais. De fato, os problemas educacionais envolvem sempre os problemas da própria realidade. Objetivos de aprendizagem Ao término desta aula, vocês serão capazes de: analisar o campo de atuação profissional e seus desafios contemporâneos; coordenar e manejar processos grupais, considerando as diferenças individuais e socioculturais dos seus membros; desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelandose profissional adaptável. 71

2 Seções de estudo SEÇÃO 1 - Filosofia da Educação 1.1 Para Que Filosofia da Educação? SEÇÃO 2 - Correntes Filosóficas 2.1 Ceticismo 2.2 Empirismo 2.3 Existencialismo 2.4 Fenomenologia 2.5 Humanismo 2.6 Idealismo 2.7 Positivismo 2.8 Racionalismo SEÇÃO 1 - Filosofia da Educação Neste início, vamos recapitular sobre a Filosofia para podermos entender um pouco sobre a Filosofia da Educação. Nesse sentido, começo esboçando sobre a Filosofia. Então, vamos à aula??? O que é filosofia? Para que filosofar? No mundo pragmático em que vivemos, a Filosofia parece não servir para absolutamente nada. Ela não consta das rubricas orçamentárias, não tem dotação, não recebe verbas específicas. Mal consta dos currículos escolares e os filósofos são, em sua maioria, uns ilustres desempregados. No entanto, ela serve, ou melhor, comanda tudo. Está presente em qualquer decisão séria que tomamos ou em qualquer estratégia que implantamos. Pode-se dizer que ela é onipresente. A Filosofia é imprescindível ao homem. Está sempre presente Imagem extraída em: <profmariodemori. blogspot.com/2010/06/ filosofa> Acesso em: 20/07/2010. e manifesta nos provérbios tradicionais, em máximas filosóficas correntes, em condições dominantes, quais sejam, por exemplo, a linguagem e as crenças políticas. É interessante notar que as grandes crises históricas foram férteis em pensamento filosófico. Após a grande crise europeia consequente à invasão dos bárbaros, surgiram as grandes sínteses da Idade Média. A revolução copernicana que deu origem ao mundo moderno fez aparecer as filosofias racionalistas (consiste em considerar a razão como essência do real). À Segunda Guerra Mundial seguiu-se o existencialismo (O existencialismo considera cada homem como um ser único, que é mestre dos seus atos e do seu destino). Nosso mundo, nosso país, certamente estão 72

3 em crise. Estamos sentados sobre um vulcão que ameaça explodir. E já se esboçam linhas novas de concepção filosófica. Nesse sentido, busca-se uma nova maneira de analisar o mundo, ou seja, através de todos os acontecimentos, a Filosofia vem questionar: até onde o homem pode chegar? Haverá uma relação necessária entre crise e filosofia? De certo. A crise produz o que os gregos denominavam thaumásia, ou seja, admiração, pasmo, espanto que eles apontavam como sendo a origem do pensar filosófico. Poderíamos, talvez, dizer que a crise gera o espanto ou pasmo, torna-nos conscientes de nossa fragilidade física, intelectual, social ou moral, levando-nos a encarar a realidade como um problema de situação dramática em que se está e não se pode mais continuar, exigindo, assim, uma solução, ou seja, a crise, transformada em problema, desperta a reflexão ou ato de retomar, reconsiderar os dados disponíveis, vasculhar numa busca constante de significado (SAVIANI, P. 23). Quando essa reflexão se torna radical, rigorosa e global ou de conjunto, nasce à Filosofia. Ao dizermos reflexão radical, devemos entender a expressão em seu sentido literal: trata-se de uma reflexão que vá à raiz dos problemas, buscando atingir suas últimas e mais profundas ramificações. Quando dizemos que a reflexão deve ser rigorosa, entendemo-la como sistemática e metódica. A reflexão deve ser ainda global ou de conjunto, isto é, realizada de modo a abarcar todos os dados, de modo a não deixar escapar nenhum fio condutor no difícil trabalho de discernir no emaranhado das raízes as imbricações fundamentais. Resumindo, podemos com Saviani (1980. p.27) afirmar que a Filosofia é uma reflexão radical, rigorosa e de conjunto sobre os problemas que a realidade apresenta. Já se vê que a Filosofia é, antes de tudo, uma atitude e uma tarefa das quais resultam Filosofias como produto. Atitude ou disposição de amor à verdade, que supõe, sobretudo, muita humildade e nenhuma arrogância de espírito: A palavra grega philósophos foi formada em oposição a sophós e significa o que ama o saber, em contraposição ao possuidor de conhecimentos (dono da verdade) que se designava por sábio. Esse sentido da palavra manteve-se até hoje: é a demanda da verdade e não a sua posse que constitui a essência da filosofia [...] (Disponível em: html. Acesso em 20 out. 2012, às 14h10) Das crises, portanto, surge a Filosofia como fruto da necessidade humana de compreender a realidade e de fundamentar a ação que visa a transformá-la. Será a Filosofia algo de intermitente, que apenas de vez em quando desponta ao longo da história? Não, pois a história é - e cada vez mais - uma longa e funda crise na qual há, certamente, períodos mais dolorosos e enfáticos, mas que por sua contínua e surpreendente novidade está sempre a nos chocar, suscitando-nos, em consequência, uma atitude constante de reflexão e de busca. 73

4 A Filosofia é, assim, onipresente, pois, se ninguém escapa ao mundo e à história, ninguém, a não ser por demência, escapa à crise: Não se pode fugir à Filosofia. Pode-se perguntar apenas se ela é consciente ou inconsciente, boa ou má, confusa ou clara. Quem recusa a filosofia está realizando um ato filosófico de que não tem consciência (JASPERS, 1977, p.13). Uma observação final deve ser ainda acrescentada: Filosofar significa estar a caminho. As interrogações são mais importantes que as respostas e cada resposta se transforma em nova interrogação (JASPERS, 1977, p. 14). A Filosofia é aberta, por mais que o filósofo pretenda dar respostas definitivas. A realidade é rebelde e não se deixa apanhar com facilidade em nossas redes de compreensão. É por demais complexa e dinâmica para que possamos emitir sobre ela uma palavra definitiva. Nem sempre e isso ocorre com frequência consideramos todos os dados disponíveis ou escolhemos as informações capazes de nos conduzir à raiz mestra dos problemas ou das crises. Ou, então, quando parece que a atingimos, damo-nos conta de que ainda estamos na superfície e de que é necessário cavar mais fundo: cada resposta se transforma em nova interrogação. Não importa o esforço! É melhor seguir que estagnar. Além disso, não caminhamos sozinhos. O que não descobrimos, outros descobrem ou descobrirão e nossas chamas juntas tornarão o mundo, se não transparente, pelo menos mais claro! A Filosofia é, pois, imprescindível. Não serve para nada e serve para tudo. Não há como negá-la: ela se impõe por si mesma! Refugá-la, só deixando de ser o que somos: consciências que refletem num mundo em permanente crise, num constante devir Para Que Filosofia da Educação? Talvez seja mais pertinente perguntar: para que filosofia na educação? A resposta é simples: porque educação é, afinal de contas, o próprio tornar-se homem de cada homem num mundo em crise. Não há como educar fora do mundo. Nenhum educador, nenhuma instituição educacional pode colocarse à margem do mundo, encarapitando-se numa torre de marfim. A educação, de qualquer modo que a entendamos, sofrerá necessariamente o impacto dos problemas da Imagem extraída: <http:// setimodia.wordpress.com> Acesso em: 20/07/2010. realidade em que acontece, sob pena de não ser educação. Em função dos problemas existentes na realidade é que surgem os problemas educacionais, tanto mais complexos quanto mais incidem na educação todas as variáveis que determinam uma situação. Desse modo, a Filosofia na educação transforma-se em Filosofia da Educação enquanto reflexão rigorosa, radical e global ou de conjunto sobre os problemas educacionais. De fato, os problemas educacionais envolvem sempre os 74

5 problemas da própria realidade. A Filosofia da Educação apenas não os considera em si mesmos, mas enquanto imbricados no contexto educativo. Penso que disso decorrem duas consequências muito simples, óbvias até! A primeira é que todo educador deve filosofar. Melhor ainda, filosofa sempre, queira ou não, tenha ou não consciência do fato. Só que nem sempre filosofa bem. A esse respeito afirma Kneller (1972, p. 146): se um professor ou líder educacional não tiver uma filosofia da educação, dificilmente chegará a algum lugar. Um educador superficial pode ser bom ou mau. Se for bom, é menos bom do que poderia ser e, se for mau, será pior do que precisava ser. Que problemas no campo da educação exigem de nós uma reflexão filosófica, nos termos acima explicitados? São muitos. Permitam-me apontar apenas alguns. Já que a educação é o processo de tornar-se homem de cada homem, é necessário refletir sobre o homem para que se possa saber para onde se deve orientar a educação. É necessário, porém, que essa reflexão não seja unicamente teórica, abstrata, desencarnada. É preciso levar em conta a situação espaçotemporal em que ocorre o processo. Com efeito, não importa apenas o tornarse homem, mas o tornar-se homem hoje no Brasil. Só dessa forma podemos estabelecer com clareza o que, por exemplo, se tem convencionalmente chamado de marco referencial, a partir do qual, numa instituição educativa, currículo, planejamento e atividades podem atingir um mínimo de coerência e de eficiência. Não há métodos neutros. Não há técnicas neutras. No bojo de qualquer teoria, de qualquer método, de qualquer técnica está implícita uma visão de homem e de mundo, uma filosofia. Veremos, neste momento, algumas das principais Correntes Filosóficas. SEÇÃO 2 - Correntes Filosóficas Ceticismo O que significa ser cético? O ceticismo é mais do que uma opção é uma filosofia de vida. O cético é aquele indivíduo que não aceita como verdade qualquer coisa que lhe é oferecida. Para honrar sua posição o cético deve sempre pesquisar e tentar encontrar as melhores respostas disponíveis para seus questionamentos. Por que os céticos acreditam em algumas coisas e não em outras? Bem, basicamente o cético acredita em tudo que pode ser provado, experimentalmente, através de processos lógicos e bem controlados. Tudo que não entra nesse rigoroso processo de seleção é questionado. Por exemplo, céticos (de verdade) não acreditam em vida após a morte, nem em fadas, nem em papai Noel, nem em Deus, nem na influência dos astros 75

6 sobre o comportamento de pessoas e nem em muitas outras coisas. Mas é importante notar que eles também não desacreditam. O ônus da prova cabe a quem afirma. Céticos não são pessoas chatas e arrogantes, são apenas indivíduos que buscam explicações mais coerentes para seus mais profundos questionamentos Empirismo Doutrina segundo a qual todo o conhecimento humano tem a sua origem na experiência. Na perspectiva dos empiristas não há qualquer patrimônio a priori da razão, como defendem os racionalistas. A consciência cognoscente não tira os seus conteúdos da razão, mas sim, retira-os exclusivamente da experiência. O espírito humano é uma espécie de tábua rasa na qual a experiência vai escrevendo. O empirismo é geralmente observado como sendo o fulcro do método científico moderno. Defende que as nossas teorias devem ser baseadas nas nossas observações do mundo, em vez da intuição ou fé. Defende a investigação empírica e o raciocínio indutivo. Nomes associados ao empirismo incluem Aristóteles, Francis Bacon, John Locke, George Berkeley, e David Hume. Nessa mesma linha, mas mais recentemente, encontram-se filósofos como Karl Popper e Ernest Gellner Existencialismo Corrente filosófica do século XX que afirma o primado do existir e que se centra sobre a descrição das vivências dos homens em situações concretas. Jean Paul Sartre é o principal represente dessa filosofia. O Existencialismo difundiu-se como o pensamento mais radical a respeito do homem na época contemporânea. Surgiu em meados do século XIX com o pensador dinamarquês Kierkegaard e alcançou seu apogeu após a Segunda Grande Guerra, nos anos cinquenta e sessenta, com Heidegger e Jean-Paul Sartre. A corrente existencialista assimilou ainda uma influência da fenomenologia cuja figura principal, Husserl, já citado, propõe a descrição dos fenômenos tais como eles parecem ser, sem nenhum pressuposto de como eles sejam na verdade. Para o existencialismo, a fenomenologia de Husserl significou um interesse novo no fenômeno da consciência Fenomenologia Corrente filosófica criada no século XX por filósofos Brentano, Husserl, Heidegger que se opõe ao positivismo, que reclama o regresso às coisas, isto é, à descrição de como estas se manifestam à consciência. A Fenomenologia, nascida na segunda metade do século XX, a partir das análises de Brentano sobre 76

7 a intencionalidade da consciência humana, trata de descrever, compreender e interpretar os fenômenos que se apresentam à percepção. O método fenomenológico se define como uma volta às coisas mesmas, isto é, aos fenômenos, aquilo que aparece à consciência, que se dá como objeto intencional. Seu objetivo é chegar à intuição das essências, isto é, ao conteúdo inteligível e ideal dos fenômenos, captado de forma imediata. Toda consciência é consciência de alguma coisa. Assim sendo, a consciência não é uma substância, mas uma atividade constituída por atos (percepção, imaginação, especulação, volição, paixão, etc.), com os quais visa algo Humanismo Corrente filosófica que se desenvolve a partir do Renascimento (séc. XV/XVI) e coloca o homem no centro da reflexão e que procura encontrar os meios da sua completa realização. A expressão humanismo se refere genericamente a uma série de valores e ideais relacionados à celebração do ser humano, normalmente em sua dimensão secular e racional. O termo, porém, possui significados diversos, muitas vezes conflitantes. Humanistas famosos são entre outros Erasmo de Roterdan, François Rabelais e João Calvino Idealismo Tendência filosófica que reduz toda a existência ao pensamento. Opõe-se ao realismo, que afirma a existência dos objetos independentemente do pensamento. No idealismo absoluto, o ser é reduzido à consciência. Ao longo da história da filosofia, ele aparece sob formas menos radicais. Não nega categoricamente a existência dos objetos no mundo, mas reduz o problema à questão do conhecimento. O idealismo toma como ponto de partida para a reflexão o sujeito, não o mundo exterior. O idealismo metódico de Descartes é uma doutrina racionalista que, colocando em dúvida todo o conhecimento estabelecido, parte da certeza do pensar para deduzir, por meio da ideia da existência de Deus, a existência do mundo material. O idealismo dogmático surge com George Berkeley ( ), que considera a realidade do mundo exterior justificada somente pela sua existência anterior na mente divina ou na mente humana. Para ele, "ser é ser percebido". Immanuel Kant formula o idealismo transcendental, no qual o objeto é algo que só existe em uma relação de conhecimento. Ele distingue, portanto, o conhecimento que temos dos objetos, sempre submetidos a modos especificamente humanos de conhecer, como as ideias de espaço e tempo, dos objetos em si, que jamais serão conhecidos. 77

8 2.7 - Positivismo O positivismo representa uma reação contra o apriorismo, o formalismo, o idealismo, exigindo maior respeito para a experiência e os dados positivos. Entretanto, o positivismo fica no mesmo âmbito imanentista do idealismo e do pensamento moderno em geral, defendendo, mais ou menos, o absoluto do fenômeno. "O fato é divino", dizia Ardigò. A diferença fundamental entre idealismo e positivismo é a seguinte: o primeiro procura uma interpretação, uma unificação da experiência mediante a razão; o segundo, ao contrário, quer limitar-se à experiência imediata, pura, sensível, como já fizera o empirismo. Daí a sua pobreza filosófica, mas também o seu maior valor como descrição e análise objetiva da experiência - através da história e da ciência - com respeito ao idealismo, que alterava a experiência, a ciência e a história. Dada essa objetividade da ciência e da história do pensamento positivista, compreende-se porque elas são fecundas no campo prático, técnico e aplicado Racionalismo O racionalismo é corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio que é a operação mental, discursiva e lógica. Usa uma ou mais proposições para extrair conclusões se uma ou outra proposição é verdadeira, falsa ou provável. Essa era a ideia central comum ao conjunto de doutrinas conhecidas tradicionalmente como racionalismo. Segundo René Descartes, "o racionalismo pode consistir em considerar a razão como essência do real, tanto natural quanto histórico, sustenta a primazia da razão, da capacidade de pensar, de raciocinar, em relação ao sentimento e à vontade, pressupondo uma hierarquia de valores entre as faculdades psíquicas, ou a posição segundo a qual somente a análise lógica ou a razão pode propiciar dessa forma o desenvolvimento da análise científica, do método matemático, que passa a ser considerado como instrumento puramente teórico e dedutivo, que prescinde de dados empíricos, aplicados às ciências físicas que levaram a uma crescente fé na capacidade do intelecto humano para isolar a essência no real e ao surgimento de uma série de sistemas metafísicos fundados na convicção de que a razão constitui o instrumento fundamental para a compreensão do mundo, cuja ordem interna, aliás, teria um caráter racional. Retomando a Conversa Inicial Muito bem, terminamos mais uma aula, com isso precisamos relembrar alguns pontos principais... 78

9 SEÇÃO 1 Filosofia da Educação Estudamos a Filosofia da Educação, este conteúdo nos auxilia a entender a necessidade e a importância da Educação em nossa vida, essa educação é o referencial para a análise e a coerência, ou seja, quando falamos em educação, não estamos nos referindo à educação tradicional e sim à educação como fonte de entendimento e sabedoria. Nesse caso temos que saber como modificar e interpretar as relações existentes no nosso dia a dia. SEÇÃO 2 - Correntes Filosóficas Quando falamos em corrente, logo pensamos em algo que entrelaça que tem força. Para a Filosofia a corrente tem esse sentido, ou seja, temos que conhecer todas as correntes existentes na filosofia para que possamos ter a nossa reflexão, ou seja, temos que escolher uma corrente para que possamos nos dedicar ao conhecimento, todos os pesquisadores, cientistas tem seu critério de abordagem. Esse critério chamase corrente filosófica, mas para te uma corrente precisa-se conhecer bem a filosofia. Glossário Onipresente: é a capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Cognoscente: que possui a capacidade de conhecer. Segundo a teoria do conhecimento, a consciência cognoscente lê os conceitos na experiência. Sugestões de Filmes Filmes The Secret - O Segredo. O segredo existiu por toda a humanidade, com alguns dos principais líderes de sua época tendo conhecimento sobre ele. Fragmentos do segredo foram encontrados em tradições orais, na literatura, nas religiões e filosofias ao longo dos séculos. Alguns dos maiores professores da atualidade são reunidos para apresentar o segredo na íntegra. A Face Oculta Da Lua. Às vésperas de defender sua tese de doutorado sobre filosofia da ciência, Phillippe (Robert Lepage) precisa lidar com muitos problemas pessoais. Ele odeia trabalhar como operador de telemarketing, sofre com a recente perda de sua mãe e ainda enfrenta sérias dificuldades de relacionamento com o único irmão, André (Robert Lepage). O convite para apresentar um resumo de seu trabalho na Rússia traz à tona as memórias da infância, quando o homem pisou na lua pela primeira vez. 79

10 OBS: Não esqueçam! Em caso de dúvidas, acessem as ferramentas fórum ou quadro de avisos. 80

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