Relatório e Contas de 2006 (Junta Central)

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1 Corpo Nacional de Escutas Escutismo Católico Português Mesa dos Conselhos Nacionais 1/1 CNP de 26 e 27 de Maio de Relatório e Contas de 2006 Relatório e Contas de 2006 (Junta Central) Mesa dos Conselhos Nacionais Rua D. Luís I, nº LISBOA Tel / Fax

2 Relatório e Contas de 2006 CORPO NACIONAL DE ESCUTAS Escutismo Católico Português Junta Central

3 Índice Relatório da actividade desenvolvida em 2006 Contas de 2006 Balanço e Demonstração de Resultados Mapas financeiros Relação dos Chefes e Membros dos Departamentos Nacionais e Assessores da Junta Central Evolução dos associados do CNE

4 Relatório da actividade desenvolvida em Chefia Nacional Introdução e enquadramento O ano de 2006 fica marcado na história do CNE por diversos eventos e iniciativas que deverão contribuir para o fortalecimento da nossa Associação no sentido do aprofundamento e do cumprimento da nossa Missão. Iniciaram-se as Comemorações do 1º Centenário do Escutismo com uma peregrinação ao Santuário de Fátima que reuniu, pela primeira vez, cerca de escuteiros. Um conjunto de actividades foram programadas para, em 2007 Ano do Centenário - proporcionarem uma visão mais autêntica do Escutismo, enquanto Movimento de educação não formal e, através do Plano Estratégico Participativo, projectar o futuro do C.N.E. Em 2006, o SIIE Sistema Integrado de INFORMAÇÃO Escutista foi consolidado com actualizações, diversas adaptações e acções de formação levadas a cabo pelo nível nacional em diversas Regiões Escutistas. O SIIE foi adoptado por algumas centenas de Agrupamentos que passam a dispor de uma ferramenta essencial para a sua gestão pedagógica, mas também administrativa e financeira. Os níveis intermédios e o nacional passaram a dispor também de um meio informático de recepção dos censos anuais desmaterializados o que irá poupar muitas horas de trabalho administrativo e de controle financeiro necessário ao apoio à área pedagógica e de formação de adultos. O SIIE neste ano pode considerar-se uma aposta ganha pela Associação, mercê do trabalho voluntário, dedicado e competente de toda a Equipa que há menos de dois anos iniciou esta tarefa. No âmbito dos ADULTOS, devemos salientar a elaboração de Manuais dos CI - Curso de Introdução e CIP- Curso de Iniciação Pedagógica, a organização de um Curso de Formação para Assistentes, uma gestão do Quadro Nacional de Formadores mais eficaz e, para além da realização de diversos cursos de formação no âmbito da competência do nível nacional, da realização do ENFORMA, do Comité de Recursos Adultos e reuniões com os Directores de Formação e de Directores de Centros de Formação, a realização do 1º Fórum Nacional de Chefes de Agrupamento que reputamos de muito importante para o futuro do CNE. Também a acção dinâmica do Assistente que acompanhou activamente toda a acção desta área se revelou fundamental. Na sequência de protocolo assinado pela Junta Central com a Câmara Municipal de Lisboa, relativo à cedência, a título oneroso (500 Euros por mês), de um espaço de quatro pisos, com um total de cerca de 1200 m2, num edifício recente, localizado em Lisboa, a cerca de 500 metros do anterior DMF Nacional (nas Olaias) e destinado à instalação dos serviços centrais, após obras de adaptação no piso, destinado ao DMF Depósito de Material e Fardamento Nacional, foi feita a sua transferência, em Janeiro de 2006, para as novas instalações, passando a dispor de quase o dobro da área do anterior e de melhores condições de trabalho e, consequentemente, de capacidade e melhor resposta às solicitações das estruturas regionais e de núcleo, tendo passado a operar essencialmente como central de compras. O Conselho Nacional de Maio de 2006 aprovou um novo Regulamento para a Rede de DMF. Prosseguiram em bom ritmo os trabalhos no CNAE - Campo Nacional de Actividades Escutistas em Idanha-a- Nova com o apoio da sua Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova. Os trabalhos de limpeza de mato, abertura de estradas e plataformas foram durante todo o ano executados pela Engenharia Militar, com a comparticipação financeira da Câmara Municipal. Prosseguiram igualmente as obras de recuperação dos edifícios que se encontravam em ruínas com materiais cedidos pela Câmara e mão de obra do CNE. Foi construída pelo C.N.E. uma vedação em madeira tratada e a Quinta do Monte Trigo ficou mais segura e preparada para receber o nosso XXI Acampamento Nacional e XIII Jamboree Português em A Junta Central, após a assinatura de um Protocolo com a Câmara Municipal da Idanha-a-Nova que prevê um apoio financeiro de 30% correspondendo à percentagem que o CNE, na qualidade de promotor, deveria despender, candidatou o CNE a fundos da União Europeia no valor de quase um milhão de euros para a construção das infra-estruturas definitivas do CNAE. Também o estudo técnico necessário á sustentação da candidatura foi pago pela Câmara Municipal. Aguarda-se que o Governo defira o projecto para se abrirem os concursos públicos exigidos pela Lei. No âmbito dos trabalhos preparatórios do PEP Plano Estratégico Participativo, foi lançado um concurso para

5 a elaboração de estudo sociológico, com ampla divulgação, tendo o mesmo sido adjudicado ao Prof. Rui Leandro Maia, da Universidade Fernando Pessoa. O Fundo Centenário, supervisonado pelo Comité Europeu do Escutismo, na sequência de uma candidatura do CNE, apoiou, com 10 dólares, o projecto do PEP. Ainda no âmbito do PEP, a Junta Central convidou o Secretário-Geral Mundial do Escutismo a visitar Portugal no ano do Centenário do Escutismo, assim como a participar no Fórum Nacional de Dirigentes e Caminheiros, cuja preparação começou em Também neste âmbito prosseguiu a investigação tendente à publicação, em 2007, do livro CNE Uma História de Factos, da autoria de João Vasco Reis e com prefácio do Senhor D. Manuel Clemente Assistência Nacional O ano de 2006 foi marcado pela indisponibilidade progressiva para o exercício do cargo de Assistente Nacional. No quarto trimestre de 2005 fui nomeado para novo cargo como capelão militar. Esta nomeação veio limitar por completo a minha disponibilidade para exercer estas funções. Também no final de 2005 terminou o mandato formal da Conferência Episcopal Portuguesa para este cargo, as nomeações são por períodos de três anos. Mesmo assim, não tendo sido substituído, fui garantindo o possível e o essencial. 1. Peregrinação Nacional do CNE a Fátima Realizou-se em 25 e 26 de Março de 2006 a Primeira Peregrinação Nacional do CNE a Fátima. Este evento, que congregou milhares de escuteiros e de antigos escuteiros do CNE e familiares, marcou o início das comemorações do Centenário. Foram muitas as reuniões de preparação que antecederam a sua realização. 2. Reuniões de Assistentes Realizou-se uma reunião com assistentes em 3 e 4 de Janeiro com o fim de preparar a peregrinação nacional. Realizou-se também uma reunião com assistentes em ordem a preparar a assistência de Campo do Acampamento Nacional. Fui a algumas reuniões de assistentes em Regiões. 3. Reuniões de Junta Central Fui participando nas reuniões de Junta Central. Inicialmente com regularidade, depois fui deixando de o fazer por impossibilidade. 4. Actividades Participei em diversas actividades a que dei alguma assistência a) No Programa Educativo: Reuniões do Departamento Nacional; Acompanhamento do RAP; algumas actividades da Quarta Secção, Cenáculo etc. b) Actividade do Agrupamento de Belas com escuteiros de S. Tomé e Príncipe; Margaridas; visita a alguns acampamentos, etc. c) Visita ao Fórum de Chefes de Agrupamento. 5. Conselho Nacional Participação e intervenção no Conselho Nacional em 27 e 28 Maio de Actividades Internacionais Participação e intervenção no Seminário e Conferência da CICE em Roma de 8 a 13 de Novembro. 7. Assistência Nacional Desenvolvi, de diversas formas, diligências para que a questão da Assistência Nacional do CNE fosse devidamente resolvida: Ou um novo Assistente Nacional; ou então a possibilidade, que me foi proposta, de continuar em funções com um Assistente Nacional Adjunto. Até ao final de 2006 não se concretizou nenhuma das hipóteses. A partir desta altura, por forças das circunstâncias, deixei de participar na vida do CNE. 8. Acampamento Nacional No final do ano de 2006, foi-me pedido pessoalmente, pelo Senhor Cardeal Patriarca, para tentar garantir o acompanhamento da preparação e realização do AcaNac de 2007.

6 Chefe Nacional Adjunto Departamentos Jurídico, Relações Institucionais, Comunicação e Educação Ambiental No tocante aos departamentos dependentes funcionalmente do Chefe Nacional Adjunto importa salientar o desempenho regular do departamento jurídico cuja actividade se tem centrado na instrução de processos disciplinares, acompanhamento dos processos judiciais, outorga de procurações e respostas a esclarecimentos vários. Os departamentos de comunicação e do ambiente deixaram de poder contar os seus responsáveis por motivos profissionais. O departamento de relações institucionais tem mantido o acompanhamento das actividades do Conselho Nacional de Juventude, articulado com as demais associações escutistas as propostas de alteração ao ordenamento jurídico com vista à obtenção dum enquadramento mais favorável para as actividades escutistas. A opção de recorrer apenas a associados benévolos nas áreas atrás referidas, num esforço de contenção financeira, não se revelou o mais ajustado à complexidade técnica dos assuntos em causa e ao acompanhamento pro-activo dos mesmos. No futuro, esta perspectiva deverá ser repensada atenta a dificuldade em obter o concurso de pessoas com conhecimentos técnicos e disponibilidade de tempo. Em termos de actividade geral merece relevo a revisão do entendimento sobre os poderes de representação no CNE procurando, assim, salvaguardar as responsabilidades civis emergentes com o estudo de soluções que minimizem os efeitos da assunção de obrigações sem os necessários poderes de representação. Neste âmbito, cabe ainda prosseguir o esforço para se encontrarem respostas para a realidade específica das regiões autónomas dos Açores e da Madeira face às particularidades decorrentes dos respectivos estatutos político-administrativos. Preparou-se o debate e a construção dum projecto de estatutos para a instituição duma Fundação em estreita cooperação com as regiões convidadas para o grupo de trabalho que para o efeito foi constituído. Esta entidade, no caso de concretização, disponibilizará importante contributo para o apoio ao CNE e para a resolução de alguns dos problemas acima enunciados. O grupo de trabalho sobre a revisão estatutária prosseguiu os seus trabalhos de acordo com o calendário previsto Centro Nacional de Formação Ambiental de S. Jacinto No ano de 2006, o CNFASJ continuou a melhorar as suas infra-estruturas, criando melhores condições de recepção e trabalho. Assim, e dada a necessidade de obras na casa Recepção/Secretaria/Serviços, realizamos um conjunto de melhorias renovando todo a telhado com asnas e telhas. No interior procedemos ao levantamento do tecto, bem como, a colocação e tratamento de todo o forro. Procedemos ainda, à recolocação do soalho e à renovação de toda a instalação eléctrica devidamente entubada, para assim, evitar algum foco de incêndio, coisa que não acontecia anteriormente. Todo o tratamento de madeiras exteriores e o trabalho descrito, teve o custo total de ,72. Sentiu-se também necessidade de equipar o centro com novas tecnologias na área da informática de forma a permitir uma melhor comunicação e um aumento do nível de prestação na área da formação, tendo assim, sido colocado em funcionamento uma impressora industrial com capacidade para tirar até A3, frente-verso, em simultâneo. Com esta máquina, temos capacidade de colocar em tempo útil à disposição dos formadores e formandos, todos os impressos, textos de apoio, cadernos, avaliações, etc. Dada a importância actual da Internet, foi feita a ligação em todo o pavilhão de formação da net sem fios (wireless) de modo a que todos possam usufruir deste serviço, utilizando os seus próprios computadores portáteis. A acrescentar aos equipamentos já existentes, fomos presenteados com um videoprojector, por oferta da Fraternidade Nun Álvares, aquando do seu acampamento nacional, realizado neste Centro em Agosto de Esta oferta foi de certo modo, o reconhecimento da nossa colaboração neste evento, quer antes quer durante a sua realização. Com estas novas melhorias, pensamos assim, corresponder às necessidades actuais na área da formação ou outros acontecimentos. O Centro recebeu cerca de duas centenas de agrupamentos, quer em regime de acampamento, quer em regime de acantonamento, que lhe permitiram dar movimento durante praticamente todo o ano.

7 Entre os vários agrupamentos estrangeiros aqui recebidos, foi de realçar o evento Explorer Belt organizado pela Junta Central Irlandesa, tendo o Centro servido de apoio e base final aos percursos de cerca de 200 kms efectuados pelos pães de caminheiros participantes. Esta actividade funcionou, não só como um dos momentos mais intensos de vivência do Programa Amizade, como também resultou num estreitamento de laços entre as duas Associações, com a presença do Chefe Nacional Irlandês. Devido às novas capacidades do Centro, foi possível fornecer alimentação e espaços polivalentes para apoio à realização de actividades. Os programas ambientais, continuaram a ser realizados, havendo uma maior percentagem de funcionamento do Programa Amizade. No âmbito da protecção a preservação do ambiente no CNFASJ, os campos de trabalho para caminheiros Cuidar do Ambiente foram realizados com sucesso, tendo-se revelado uma iniciativa produtiva, superando as expectativas. No mês de Outubro, participamos na conferencia Nacional de Centros Escutistas, realizada em Fraião Braga. Este encontro deu oportunidade de dar a conhecer o trabalho que tem vindo a ser realizado no CNE - CNFASJ, nomeadamente a nível de Educação Ambiental, estrutura e funcionamento, bem como nos apercebermos da realidade actual de outros Centros escutistas, com características semelhantes à nossa e outros. Colaboramos em todas as acções de formação e outros eventos aqui realizados, sempre que, para isso, fomos solicitados, nomeadamente todos os Cursos da responsabilidade da SNA secretaria Nacional de Adultos, Juntas regionais/núcleo, sendo de realçar o Indaba Mar, da responsabilidade da Secretaria Nacional do Método Educativo. Disponibilizamos o nosso staff e cooperámos na realização do Acampamento Nacional da Fraternidade Nun Álvares aqui realizado, tanto com apoio logístico como técnico-pedagógico, contribuindo fortemente para o sucesso da actividade e favorecendo assim, o estreitamento do elo entre as Associações. No âmbito do relacionamento com a população e entidades locais, integramos a Comissão de Freguesia, acolhendo e dinamizando uma colónia de ferias para as crianças e jovens de São Jacinto. Aproveitamos a oportunidade para, em paralelo o Projecto-Ria da Câmara Municipal de Aveiro, apoiar a Junta de Freguesia de São Jacinto na criação de novos espaços para a juventude e na sensibilização para a cooperação entre as associações locais Centenário do Escutismo Em 2006 foi elaborado o programa de actividades com participação do CNE, para celebração do Centenário do Escutismo não é apenas um olhar sobre o passado. É sobretudo a entrada num novo século do Escutismo. O 100º aniversário do Escutismo deverá proporcionar o seu desenvolvimento. O CNE quer preparar o futuro, melhorar o impacte do Escutismo, para benefício de um maior número de jovens, das suas famílias, da Igreja e da sociedade em geral.

8 Os eixos estratégicos das celebrações do Centenário do Escutismo são: - Proporcionar um melhor conhecimento do Escutismo, à população em geral. - Reforçar a unidade do Escutismo na diversidade cultural. - Promover a melhoria da qualidade da prática do Escutismo. - Promover a Paz. - Promover o diálogo inter-religioso. - Demonstrar o contributo do Escutismo no Ambiente. - Associar as comunidades. Em 2006 foi elaborado o programa de actividades com participação do CNE, para celebração do Centenário do Escutismo. Internacionais Presentes para a Paz Projectos envolvendo todos os escalões etários, sobre áreas como a resolução de conflitos e a promoção da paz. Join-in-Centenary / Centenário-para-todos Programa de actividades subordinado ao lema do centenário: «Um Mundo Uma Promessa». Amanhecer do Escutismo Actividades para celebrar o dia 1 de Agosto, a entrada no segundo centenário do Escutismo, envolvendo o maior número possível de escuteiros e antigos escuteiros em todo o mundo que renovarão a sua Promessa, familiares, figuras proeminentes dos vários países e comunidades: desde uma boa-acção colectiva a uma vigília, passando por acções de serviço à comunidade. Jamboree Mundial do Escutismo (acampamento mundial) De 27 de Julho a 8 de Agosto, em Inglaterra, reunirá cerca de 40 escuteiros de todo o mundo. O CNE já tem mais de 750 inscritos. Evento mundial da Conferência Internacional Católica do Escutismo - Caminhos da Justiça para a Paz Em Abril de 2007, em Santiago de Compostela - Espanha. Acampamento do Amanhecer na ilha de Brownsea Em Julho/Agosto, uma reconstituição do primeiro acampamento da história do Escutismo, no local onde decorreu, frente à cidade de Poole, no Sul de Inglaterra. Congresso Internacional Em 16 e 17 de Novembro de 2007, em Genebra, Suíça, onde se encontra a sede mundial do Movimento Escutista, para um debate sobre o papel do Escutismo na sociedade. Iniciativas em Portugal Peregrinação Nacional a Fátima Abertura das celebrações do Centenário do Escutismo, reunindo mais de 30 escuteiros, em 25 e 26 de Março de 2006, com transmissão televisiva directa da missa de encerramento. Insígnia comemorativa do Centenário do Escutismo Por decisão do Conselho Nacional, todos os escuteiros do CNE usam, nos anos de 2006, 2007 e 2008, no bolso direito da camisa esta insígnia. Oferta de insígnias mundiais comemorativas do centenário às associações escutistas dos países africanos lusófonos e de Timor. Características Essenciais do Escutismo Tradução e publicação como separata da revista Flor de Lis (tiragem de exemplares), deste texto fundamental elaborado pelo Bureau Mundial do Escutismo. Fórum Nacional de Chefes de Agrupamento Em 9 e 10 de Dezembro de 2006, em Fátima, subordinado ao tema «Missão Educativa na Comunidade»; uma reflexão sobre o papel do principal responsável ao nível local pela

9 qualidade do Escutismo e da unidade-base do CNE na comunidade. Fórum Nacional de Dirigentes e Caminheiros Em 10 e 11 de Fevereiro de 2007, em Fátima, para debater estratégias futuras do CNE, com a participação do Secretário-Geral Mundial do Escutismo. Estudo sociológico sobre o CNE, em parceria com a Universidade Fernando Pessoa, do Porto. Homenagem ao Chefe Manuel Faria, personalidade marcante do CNE - em Fraião, Braga, com a participação do presidente da Conferência Episcopal Portuguesa. Elaboração de manuais de formação para dirigentes ferramenta de extrema importância no processo de formação. Exposições para divulgação do Escutismo. Inauguração do Campo Nacional de Actividades Escutistas Em 29 de Julho de 2007, em Idanha-a-Nova. 21º Acampamento Nacional De 31 de Julho a 6 de Agosto de 2007, no Campo Nacional de Actividades Escutistas do CNE, em Idanha-a-Nova, reunirá milhares de escuteiros portugueses e de outros países convidados, com destaque para os lusófonos, subordinado ao mesmo tema do acampamento mundial, integrado no espírito do Jamboree-para-todos. «Brownsea 2007» - Actividade velocipédica para ligar a região-berço do CNE, Braga, à ilha-berço do Escutismo, Brownsea, e depois ao Jamboree Mundial, celebrando no seu decurso o Amanhecer do Escutismo. A partida será no dia 15 de Julho de 2007, após celebração da Eucaristia, com transmissão em directo pela TVI. Edição de um livro sobre a história do CNE, de João Vasco Reys, com prefácio do bispo D. Manuel Clemente. Edição especial em português do «Escutismo para Rapazes», de Robert Baden-Powell, fundador do Escutismo, um dos livros mais traduzidos em todo mundo. Inauguração de ruas e lugares alusivos ao Escutismo. Jamboeree no Ar (Jota) e Jamboree na Internet (Joti) Em 20 e 21 de Outubro de Luz de Belém Adesão do CNE a esta iniciativa internacional que se realiza de 10 a 25 de Dezembro de PEP - Plano Estratégico Participativo do CNE, preparar a elaboração deste instrumento decisivo para o desenvolvimento do CNE. Edição de selos comemorativos do centenário do Escutismo e dos 150 anos do nascimento de Baden-Powell Edição Europa 2007, assegurada pelos CTT Correios de Portugal; uma promoção da Federação Escutista de Portugal (CNE + AEP). Edição de moeda de prata de 5 Euros comemorativa do centenário do Escutismo assegurada pela Imprensa Nacional Casa da Moeda; uma promoção da Federação Escutista de Portugal (CNE + AEP). Os Agrupamentos e as suas Unidades são, essencialmente, o local de vida da proposta escutista. O Centenário do Escutismo é uma excelente oportunidade para salientar a utilidade do método escutista. Assim, os Agrupamentos são os principais intervenientes, devendo associar os amigos do Escutismo, promovendo designadamente: - Encontro com antigos membros do CNE; - Amanhecer do Escutismo, no dia 1 de Agosto; - Exposição sobre o Escutismo;

10 - Jamboree no Ar (Jota) e Jamboree na Internet (Joti) - Luz de Belém; - Inauguração de ruas e lugares alusivos ao Escutismo; - Presentes para a Paz; - Junta-te ao Centenário. 2. Secretaria Internacional Relações internacionais O ano de 2006 foi marcado, em termos de eventos internacionais de referência, pela realização do RoverWay 2006, que decorreu em Itália, em Agosto. A segunda edição desta actividade ( a primeira realizou-se em Portugal, em 2003),contou com uma forte e animada delegação de 603 escuteiros portugueses, no âmbito da FEP, dos quais 557 do CNE, que viu envolvidos 91 agrupamentos de 12 regiões, constituindo a maior presença estrangeira, neste evento, logo após os anfitriões italianos. Contrariando o hábito nas delegações nacionais, que, normalmente, coloca Lisboa no topo do número de participantes, desta vez foi Braga a região mais numerosa no RoverWay, seguida de Lisboa. Para além do RoverWay, foram 62 as actividades, registadas no nível nacional do CNE, promovidas no estrangeiro por agrupamentos e juntas, 1 de acolhimento de escuteiros de outro país, e 24 de outro tipo que tiveram presenças do CNE, dentro e fora do país, como fóruns, seminários, sessões de estudo, reuniões de trabalho internacionais, etc. Traduzidas em números, estas iniciativas (incluindo o RoverWay 2006) envolveram 2026 escuteiros do CNE. É de salientar o esforço, humano e financeiro, que muitos agrupamentos e escuteiros fizeram para participarem no RoverWay 2006 (depois de ter havido um EuroJam em 2005 e enquanto se prepara um Jamboree Mundial em 2007). As participações decorrem com entusiasmo e são sempre ocasião para reforçar o sentido de união e amizade dos participantes, contribuindo, igualmente, para uma reflexão pessoal e colectiva sobre o Escutismo que se faz e se pode fazer, sobre que cidadãos estamos a formar no CNE. Em 2006, Lisboa, com o Porto quase a par, seguidas de Leiria, Setúbal, Coimbra e Braga, foram as regiões com mais saídas. Aveiro teve mais agrupamentos envolvidos em saídas 19, muito por força da actividade MEACC (Mega Excepcional Actividade de Caminheiros e Chefes) que movimentou 17 agrupamentos, embora tenham sido só três os projectos de saída. De igual modo, Leiria teve 16 agrupamentos envolvidos nos 7 projectos de saída, dos quais 9 no Projecto Roménia 2006, promovido pelo Departamento Regional da IV Secção de Leiria. Quanto aos destinos, Santiago de Compostela (Espanha) destacou-se com quase o dobro de agrupamentos 13 em relação a Kandersteg (Suíça), com 7, seguindo-se Brownsea e Gilwell Park (em Inglaterra), com 4 cada, e Cabo Verde, com 3. Por países, Espanha ganha com 10 destinos diferentes de 23 agrupamentos. Como forma de apoio a estas actividades, continuou a promoção dos Encontros de Preparação Internacional (EPI), que visam dotar os participantes de um conjunto de competências e conhecimentos adequados a uma boa preparação e realização dos seus projectos. Algumas reflexões, ainda, sobre o tipo de actividades promovidas: - de um modo geral, os agrupamentos ou unidades que promoveram actividades no estrangeiro não tiveram parceiros no país de destino, não sendo, assim, tão enriquecedoras para os participantes como poderiam ser (como, aliás, se constata nas sessões dos EPI); - há que ir mais longe no desafio de fazer uma actividade no estrangeiro ou cá, com estrangeiros e ter em conta as mais-valias educativas que o mesmo pode trazer; - é possível envolver vários agrupamentos num projecto internacional em parceria, sendo exemplo disso o caso da actividade promovida pela Junta de Núcleo Centro-Norte, de Coimbra, reuniu caminheiros e dirigentes de vários agrupamentos e, concertadamente com a Associação de Escuteiros de Cabo Verde, ali desenvolveu uma interessante actividade de intercâmbio, que envolveu animação juvenil, formação de animadores e serviço comunitário (em escala mais reduzida no impacto, também os Agrupamentos 525, do Porto, e 776, de Leiria, fizeram actividades em Cabo Verde, assim como o Agrupamento 1166, de Leiria, fez em São Tomé e Príncipe, em momentos e locais separados); - os intercâmbios, para o serem verdadeiramente, devem prever a vinda a Portugal dos parceiros do CNE, permitindo um melhor conhecimento da nossa realidade e um aprofundamento das relações de parceria; disso é exemplo o

11 Agrupamento 1128, de Belas - Lisboa, que acolheu no seu acampamento de Verão (e antes e depois na sua sede e em casa de escuteiros) uma delegação da Associação de Escuteiros de São Tomé e Príncipe, na sequência da actividade conjunta neste país no ano passado; - é, igualmente, possível ir além da parceria bilateral entre escuteiros, alargando-a a outra entidade, vendo-nos envolvidos numa realidade não exclusivamente escutista, mas em que o método escutista joga um papel importante no desenvolvimento do projecto dois exemplos: o Projecto Roménia 2006, que envolveu o CNE, a AGESCI (Associação de Guias e Escuteiros Católicos de Itália) e uma ONG romena I Care, para trabalho com crianças desvaforecidas, e o projecto A caminho da Europa, que envolveu o Agrupamento 1112, de Leiria, escuteiros de Rheine, na Alemanha, e o município de Veliko Tarnovo, na Bulgária ; - também é possível ter parcerias com entidades não escutistas, desenvolvendo, igualmente, uma actividade interessante, como o atesta o projecto Patchwork, art of difference, que decorreu em Marmande, França, em que foram participantes o Agrupamento 516, de Lisboa, e associações de França, da Eslováquia e do País Basco Espanhol; - finalmente, é de realçar que os projectos Roménia..., Patchwork... e A caminho da Europa foram realizados com o apoio do Programa Juventude, da União Europeia. O CNE participou, ainda, em vários eventos no âmbito da Região Europeia do Escutismo (REE) e da Região Europa- Mediterrâneo da Conferência Internacional Católica do Escutismo (CICE-EM) e ainda num evento da Associação de Escuteiros de Angola (AEA). Merecem, assim, referência, no âmbito da REE: RoverNet (seminário para líderes nacionais de Caminheiros); seminário Sea Scouting 2006 (sobre escutismo marítimo), ScoutNet (seminário para líderes nacionais de Exploradores); study session sobre Lobitos (grupo restrito de responsáveis nacionais); seminário para Facilitadores do RoverWay 2006; workshop sobre Recrutamento; Fórum Europeu do Programa Educativo e Recursos Adultos; Simpósio Europeu; Fórum de Comissários Internacionais; study session sobre Aprendizagem ao Longo da Vida; reunião da REE com a Associação do Prémio International (International Award); reunião do Grupo de Lisboa; reunião na Associação de Escuteiros da Croácia O RoverNet, o ScoutNet e a study session sobre Lobitos decorreram perto de Évora (o primeiro, com o apoio da Junta Regional) e em Lisboa (em simultâneo, os dois últimos, com apoio do CNE; em nosso entender, isto é sinónimo de que o nosso país tem boas condições de acolhimento de eventos internacionais de dimensão diversa. Em 2006, face à disponibilidade demonstrada para ser recandidato o Chefe João Armando Gonçalves (membro do Comité Europeu do Escutismo), e tendo em conta o trabalho desenvolvido, a Junta Central do CNE propôs à AEP que a FEP apresentasse a sua recandidatura, o que veio a acontecer. O CNE continua a ter diversos dirigentes seus a colaborar com a REE, seja no núcleo-base de vários grupos de trabalho (Programa Educativo e Recursos Adultos) seja nos grupos de trabalho e redes, destas e de outras áreas, como o Crescimento e a Comunicação. No âmbito da CICE, onde se pondera a sua reestruturação, a que o CNE vem dando contributo activo, o CNE participou em várias reuniões, tendo em vista o revigoramento da Conferência. No seu Conselho Europeu de 2006, foi reeleito Pedro Duarte Silva, Dirigente do CNE, que vê assim confirmado o bom trabalho que realizou ao longo dos primeiros três anos do seu mandato naquele órgão. Registe-se que o boletim electrónico de informação da CICE-EM, Euro-Med News (quatro edições/ano, que podem ser encontradas no portal do CNE, editado por Pedro Duarte Silva. A reunião de Maio do Comité Europeu da CICE decorreu na sede nacional do CNE. Através do antigo Director do DMF-Nacional, Francisco Maia, o CNE colaborou no Acampamento Regional de Luanda da AEA, a convite e expensas desta, uma prestação bem acolhida e de bons resultados pedagógicos. Conceição Ribeiro, da Junta Regional de Setúbal, participou no Jamboree Africano e deu apoio aos representantes do Bureau Mundial presentes no mesmo. Ainda no plano institucional, o CNE elaborou uma proposta de novos estatutos para a Associação de Escuteiros de São Tomé e Príncipe (AESTP), para debater com os responsáveis nacionais e de agrupamento presentes na actividade de intercâmbio realizada com o Agrupamento 1128, tendo em vista a adequação normativa necessária para integrar o dossiê de candidatura à acreditação da AESTP por parte do Comité Mundial do Escutismo que preparamos conjuntamente. Ao nível da Federação Escutista de Portugal, o CNE tem mantido, juntamente com a Associação dos Escoteiros de Portugal (AEP), o normal funcionamento dos seus órgãos e aprofundado a colaboração federativa. Foi neste âmbito, aliás, que foram tratados os dossiês respeitantes à edição de selos e de moeda comemorativos do Centenário do Escutismo. O CNE continuou a assegurar a tradução para português (disponível no portal do CNE) do boletim electrónico de informação da Região Africana do Escutismo, idespatch, até ao Verão, altura em que a sua publicação foi suspensa pelo Bureau Africano do Escutismo, uma colaboração que remontava a

12 Em 2006 foi reforçada a cooperação lusófona, designadamente com a acção de formação de cerca de uma semana, em Macau, e em que participou também um dirigente de Timor. Também em 2006 se animou a preparação da participação no Jamboree Mundial do Centenário do Escutismo. No ano de 2006 foram estreitados os laços de cooperação entre o CNE e várias associações escutistas lusófonas e outras (como SGDF França). Ainda em 2006, conseguimos que o Secretário-Geral Mundial do Escutismo aceitasse o convite para visitar Portugal no ano do Centenário. Em 2006 foram elaborados as propostas de Política Internacional do CNE (documento normativo previsto no Regulamento Geral do CNE, mas que ainda tinha sido elaborado) e de Directrizes para Actividades Internacionais, documentos que foram submetidos à apreciação do Conselho Permanente de 19 de Novembro de Equipa Nacional do Programa Educativo Introdução Equipa Nacional do Programa Educativo durante o ano de 2006 concluída a revisão da definição dos Objectivos Educativos e de Secção que na sua essência vinha da anterior Equipa Nacional, procurou fundamentá-la e, após o parecer favorável do Comité Nacional Pedagógico, o Assistente Nacional assumiu ser o porta-voz da área pedagógica no Conselho Nacional de 27 e 28 de Maio onde esta proposta foi aprovada. A ENPE, centrou então a sua acção, no âmbito da RAP Renovação da Acção Pedagógica na recolha e identificação de oportunidades para se atingirem os Objectivos Educativos das Secções e preparou e divulgou por todas as Regiões e Núcleos um jogo a que se chamou Kit de oportunidades. Os resultados alcançados podem considerarse bons. A pesquisa e discussão de um novo modelo para o sistema de progresso foi também um objectivo da ENPE em Partiu-se da necessidade de, á luz do que já se avançou e se encontra aprovado em Conselho Nacional, construir um sistema de progressão individual que seja simultaneamente um desafio para a conquista de novos saberes mas igualmente de consciência de novas e melhores atitudes e comportamentos. Um sistema de avaliação de progresso individual que possa medir a partir de uma avaliação inicial o caminho percorrido na assunção de valores conducentes a uma cada vez melhor conduta por parte da criança e do jovem, proporcionando-lhe o auto reconhecimento dos progressos alcançados e a satisfação pessoal que o leve a assumir novos e mais exigentes desafios. Procuraram-se em diversos modelos de outras associações escutistas encontrar algumas respostas para o nosso modelo de avaliação sem comprometer uma solução final adaptada ao CNE. E, porque são agora os Objectivos Educativos e os respectivos Trilhos que nos dão a medida do que a criança ou o jovem progrediu, a avaliação pode correr o risco de se tornar demasiada subjectiva e depender apenas do Adulto/Dirigente da Secção. O sistema de progressão individual escutista não pode ser causa de insatisfação ou dúvida quanto aos resultados alcançados. Devemos olhar novamente para BP que tão bem definiu em O Escutismo Para Rapazes o que se devia entender por sistema de progresso. É verdade que se passaram 100 anos e o escutismo no século XXI pode e deve encontrar novas ferramentas que, sem desvirtuar o nosso Método Pedagógico próprio, atinja as necessidades educativas das nossas crianças e jovens que, necessariamente, não são as mesmas do princípio do século XX. Para que se encontre uma solução participada e portanto credível, é necessário que a cooperação dos Dirigentes das Equipas Regionais, de Núcleo e das Secções no nível local se intensifique e seja reflectida através de mais e melhores participações quer no site da ENPE quer em partilha de ideias força nos encontros de responsáveis. E, com esta dificuldade teremos de continuar a estudar e a abordar este tema em É devida uma palavra de agradecimento à Chefe Cristina Andrade pelo seu trabalho na Equipa Nacional, cuja partida para Timor-Leste como cooperante na qualidade de professora, se nos deixou a satisfação de ver uma Escuteira 11

13 cumprindo um dever cívico em Missão de solidariedade com um Povo Amigo, também nos deixou sem a sua ajuda na coordenação da ENPE, nomeadamente na vertente RAP Departamento Nacional da I Secção No início do ano de 2006 lançou-se o Jogo do Centenário que teve a adesão de 143 alcateias de 14 regiões. Terminaram o jogo 111. Estas poderão fazer desde já a sua inscrição para tentarem ir ao XXI ACANAC. Não fosse algumas equipas de animação a entusiasmarem-se e jogarem elas o jogo na vez dos seus lobitos e de alguns esquecerem o 2º artigo da lei do escuta e diríamos que o jogo foi um sucesso. No entanto houve muitas alcateias onde os lobitos jogaram e felizmente resultou em pleno. No mês de Março a Peregrinação Nacional a Fátima reuniu cerca de lobitos de 18 Regiões. O filme Aparições de Fátima e o jogo À Descoberta do Santuário permitiu que as alcateias conhecessem um pouco mais sobre a história de Fátima e os seus locais mais representativos. No Sábado à noite foi a recitação do terço a Nossa Senhora junto à Capela das Aparições logo seguida de uma pequena vigília. O Domingo foi sem dúvida o momento mais alto desta peregrinação pois reuniu no recinto do Santuário cerca de escuteiros de todo o pais para a missa. Para quem lá esteve será certamente um momento para recordar. O Projecto RAP que desde há já alguns anos vem envolvendo as equipas pedagógicas nacionais e regionais avançou mais um passo com o encontro onde se testou a relação directa entre os Objectivos Educativos do movimento e as oportunidades sugeridas para os alcançar. Foi no início de Novembro que mais uma vez a equipa reuniu para dar mais um avanço neste projecto. Desafiamos a Região de Braga à organização do campo para a I Secção do próximo ACANAC. Convite aceite e é vê-los de mangas arregaçadas todos entusiasmados a trabalhar. Um bem-haja para eles pois para esta equipa que vive nos Açores seria mesmo muito complicado e oneroso por de pé este projecto devido à grande distância que nos separa. O Uivo e o Covil foram dando conta do que de mais relevante se foi passando a nível da primeira secção. Sem dúvida que as reuniões da Equipa Nacional para a área pedagógica foram dando as linhas orientadoras para que todo o trabalho desenvolvido a nível de secção correspondesse aos objectivos traçados pela equipa nacional para as diferentes secções Departamento Nacional da II Secção Vamos Explorar um Mundo Novo: A Aventura Interminável - Parte 2 Ano de EM PLENO VOO. Em pleno voo, é a certeza demonstrada à associação que sabemos de onde saímos e que sabemos para onde vamos. É, no fundo lançar raízes. Neste segundo ano de serviço, a grande Equipa de Animação da II Secção, estava disposta a voar, apresentar trabalho, consolidar ideias, criar a comunhão e lançar as tão desejadas raízes, na Esperança de um dia criar estruturas sólidas e sustentáveis. Fazendo então o balanço do trabalho realizado pelo Departamento Nacional podemos apontar e descrever algumas ideias que foram desenvolvidas e ou aprofundadas: Comité Nacional Pedagógico III e IV; Reunião de Responsáveis Pedagógicos Regionais (Tocha). Tendo como principal objectivo o RAP e a apresentação das Oportunidades Educativas, era urgente desmistificar o que se pode entender com Oportunidades. Conseguimos neste encontro com um jogo pedagógico, criar equipas de trabalho, onde cada equipa teria que apresentar um projecto onde aparecessem relacionadas as Oportunidades com os Objectivos Educativos. Este jogo revelou-se muito produtivo, pela forma esclarecida que colocava os Dirigentes a prepararem projectos executáveis visualizando ao mesmo tempo as Oportunidades e os Objectivos Educativos possíveis de alcançar. Manual de Imaginários - a ideia está conseguida e no papel; esperamos apenas uma generosa edição com o objectivo de dar aos nossos Exploradores/Moços e Equipas de Animação uma ferramenta de base para os fazer Sonhar nas Suas Aventuras, podendo assim dar e sugerir dicas de como trabalhar o Imaginário e a Imaginação dos nossos jovens. Lands of Adventure, após a reunião em Outubro de 2005, foram definidos uma série de objectivos: publicação do 12

14 13 Corpo Nacional de Escutas - Junta Central Manual LoA, que foi depois disponibilizado on-line do nosso site, em: e a promoção do LoA a nível nacional (com publicação na Flor de Lis, no site oficial do CNE e na reunião dos Chefes Regionais em Fátima). Com o Jogo do Centenário, e sendo o LoA uma das provas, verificou-se a inscrição de cerca de 130 Patrulhas que começaram já a trabalhar nos seus projectos sendo feita a interacção, incentivo e motivação para completarem as tarefas com que se comprometeram, alguns dos grupos já entregaram os projectos e recebam as insígnias. O dia Lands of Adventure (LoA Day), ideia lançada no final de 2005, veio a concretizar-se na reunião de Outubro de 2006, com data marcada nos dias 10 e 11 de Março de Portugal integra a equipa responsável que prepara esta actividade, juntamente com a Grécia e a Itália e com os responsáveis do projecto. Peregrinação Nacional, cerca de 5055 Exploradores/Moços de 19 Regiões responderam ao chamado e marcaram presença no Santuário do Mundo Fátima. Abalados de todos os cantos do continente e do Arquipélago dos Açores, os Exploradores/Moços foram chegando aos locais de acolhimento. Passada a algazarra, partiram, em jogo, à descoberta de Fátima e de Nossa Senhora. Assim, puderam conhecer locais emblemáticos e em Patrulha/Tripulação cimentar a sua fé e criar momentos de reflexão. Um dos pontos marcantes desta Peregrinação Nacional foi, sem dúvida, a vigília realizada na noite de Sábado e a Celebração de Domingo. Jogo do Centenário, com a participação e adesão de 188 grupos, esta iniciativa teve um impacto bastante positivo, o número de que chegavam por dia falaram por si. Gerir adesões, pontuações e esclarecimento de dúvidas, não foi tarefa fácil, tudo se fez e o resultado é uma dinâmica Nacional em bom ritmo para o XXI ACANAC. XXI ACANAC, a constituição das equipas de trabalho, o linear do programa geral e a organização e planeamento do acampamento, foram os principais pontos desenvolvidos para lançar etapas para este ano de Relativamente ao destacáveis da Flor de Lis (o Kim), a Cabana (website) e ao Fórum, a nossa linha de acção manteve-se, assegurando assim a publicação de matérias, novidades e notícias para as Equipas de Animação e Exploradores/Moços, colmatando e dando respostas a diversos temas de interesse mútuo. Salientamos ainda a continuidade e envolvimento da Equipa Nacional Marítima da II Secção. Em conclusão, a Patrulha sente que tem vindo a desenvolver de forma empenhada e empreendedora as linhas de acção a que se propôs caminhado em direcção aos objectivos determinados e dando mote ao tema de Cumprir em cada dia a sua Promessa Departamento Nacional da III Secção No decorrer do ano o Departamento Nacional da IIIª Secção deu ênfase basicamente aquilo que apresentou no Plano e Orçamento, para que não houvesse derrapagem nos três principais objectivos planeados, e através de um planeamento atempado conseguiu que esses mesmos objectivos fossem alcançados. O desenvolvimento do processo de reestruturação da metodologia da III, foi um dos trabalhos que o Departamento Nacional da IIIª Secção teve como tónica ao longo deste ano, isto à luz dos contactos que a DNIII estabeleceu com os Responsáveis Regionais através dos Encontros Nacionais e visita às regiões, onde se reflectiu com as equipas de animação, tanto na Mística e Simbologia como no Sistema de Progresso. Outra das matérias que se tinha planeado, foi o apoio pedagógico às regiões, que temos a certeza que conseguimos, através de uma maior dinamização da página da III na Flor de Lis, onde se tem tentado que haja um maior enriquecimento escutista tanto no Pioneiro/Marinheiro como no Dirigente. O Fórum on-line, foi outra forma de maior proximidade entre os Pioneiros/Marinheiros, Dirigentes e o DNIII, onde a troca de ideias entre ambas as partes tem resultado. Com a Peregrinação Nacional a Fátima como inicio das comemorações do Centenário do Escutismo foi inevitavelmente um dos maiores desafios que este Departamento Nacional abraçou. Estando presentes 3171 Pioneiros e Marinheiros de 13 regiões. Ao mesmo tempo estava a ser lançado O Jogo do Centenário que iria decorrer até final de 2006, com o objectivo de ajudar as Unidades a Celebrar o Centenário do Escutismo e ao mesmo tempo seleccionar as Unidades que iriam participar no XXI-ACANAC. Este departamento em conjunto com o Departamento Nacional da IV Secção foi responsável pela organização dos primeiros Campos de Trabalho do Campo Nacional de Actividades Escutistas de Idanha-a-Nova que decorreram de 17 de Julho a 27 de Agosto de Foram cerca de cento e sessenta elementos que por ali passaram e deixaram o

15 seu árduo suor no mínimo cinco dias. A todos os que por lá passaram o nosso grande Bem-haja pelo esforço e dedicação com que fizeram todos os trabalhos sempre com um sorriso no rosto. Todos os trabalhos foram preciosos uns mais pesados outros mais leves mas já diz o velho ditado Grão a grão enche a galinha o papo, para que o objectivo final seja o sucesso desta actividade da maior importância o XXI-ACANAC Departamento Nacional da IV Secção Introduçao á acção do Departamento da IV Secção O ano de 2006 foi dominado por algumas actividades de referência. A Peregrinação Nacional a Fátima foi com certeza a primeira grande actividade de referência deste ano. A presença de cerca de 1400 Caminheiros e Companheiros no Santuário de Fátima, realizando a peregrinação simbólica de cerca de 15 quilómetros foi uma parte importante desta grande actividade. Não será possível esquecer a lindíssima Vigília na Basílica, repleta de Caminheiros e Companheiros que, apesar de cansados, não se coibiram de cantar e participar activamente num momento tão íntimo de acção de graças. A organização da Peregrinação da IV Secção foi da responsabilidade do respectivo Departamento, que contou com a preciosa ajuda do Pe. Rui Barnabé da diocese de Aveiro e de vários dirigentes das regiões do Porto e de Aveiro e de irmãos da Fraternidade Nun Álvares Núcleo de Oliveira do Douro. No momento de realização da Peregrinação, outra grande actividade estava já em andamento, o Roverway 2006, realizado em Itália, entre 6 e 14 de Agosto. Em 10/11/2006 foi entregue à Junta Central um relatório onde se descreve pormenorizadamente todo o decurso da actividade, desde a preparação até à realização. Durante todo o ano teve lugar o acompanhamento de várias situações da responsabilidade do Departamento Nacional, como os dois últimos Encontros do 4º Ciclo e o 1º Encontro do 5º Ciclo do Cenáculo Nacional; as reuniões de preparação do XXI Acampamento Nacional; o processo RAP e o início da redacção do futuro Manual Pedagógico da IV Secção; o destacável A Chama da Flor-de-lis; a página de internet do Departamento; a representação do CNE na iniciativa Rovernet, da responsabilidade do Bureau Europeu, decorrida em Évora; a participação na organização das reuniões do Comité Nacional Pedagógico e dos Encontros Nacionais de Responsáveis Regionais Pedagógicos e, claro está, a participação nas reuniões mensais da Equipa Nacional do Programa Educativo Base Nacional da IV em balanço - DRAVE 2006: Um ano de grande intensidrave A Base Nacional da IV BNIV teve em 2006 uma actividade intensa sobretudo no âmbito dos trabalhos de reconstrução das propriedades do CNE na aldeia da Drave, nos trabalhos de construção da BNIV e na manutenção e dinamização de actividades de acção pedagógica. Para a execução dos vários trabalhos de reconstrução e construção em 2006, os caminheiros e dirigentes que estiveram na BNIV transportaram várias centenas de quilogramas em madeira, areia, cimento, placas de ardósia, entre outros; procederam à limpeza de terrenos e caminhos comuns; concluíram as instalações sanitárias; realizaram diversas obras de reparação e manutenção; iniciaram a construção dos abrigos de montanha e do Anfiteatro das Quelhas. Em Maio de 2006 realizou-se a actividade denominada Talitha Kum Levanta-te e anda à qual compareceram cerca de 60 caminheiros. Esta actividade teve como objectivo focar a vertente da espiritualidade da BNIV e tornar-se numa referência para o Caminheirismo nacional, teve como tema Fazer caminho com Jesus Ressuscitado!!!. No Verão de 2006 realizou-se a 3.ª edição dos Campos de Trabalho. Foram duas semanas de trabalho árduo na BNIV, mas também de progresso pessoal com momentos de crescimento pessoal, de reflexão, de convívio, de partilha e de descoberta. O número de participantes aumentou relativamente a 2005, tendo estado ao longo das duas semanas cerca de 70 caminheiros. O Dia B adquiriu uma nova dinâmica e um novo nome, Dravim 2006, decorrido no final de Setembro com um elevado número de participantes, cerca de 220. Com o principal objectivo de festejar o dia da Base, foi um festival de cultura draviana, com vários workshops, um arraial, momentos de convívio e partilha, todos trabalhados em função do tema escolhido Vem dar cor à tua Base. Em 2006 os Programas Pedagógicos Vale e Sol continuaram activos e foram realizados por um grande número de Clãs, num total de cerca de 300 caminheiros, tendo as avaliações sido globalmente positivas. O projecto Staff Permanente, lançado em 2005 ganhou uma maior expressão em A equipa de Staff Permanente, constituída em 2006 por cerca de 10 caminheiros, desenvolveu um trabalho importante e de grande apoio à EG BNIV no que respeita ao acolhimento dos Clãs e no acompanhamento dos trabalhos. Em 2006 muitos foram os caminheiros (cerca de 1700) e dirigentes (pouco mais de 300) da IV que estiveram na 14

16 BNIV, destacando-se ainda a presença de grupos estrangeiros de caminheiros. A avaliação global que fizeram da BNIV foi amplamente positiva e os testemunhos que nos fizeram chegar revelaram a grande importância que a Drave teve nas suas Caminhadas. De um modo geral, a avaliação que a EG-BNIV fez do ano de 2006 foi positiva por tudo aquilo que se construiu, por tudo aquilo que se realizou, pelo crescente número de caminheiros na BNIV e, sobretudo, pelas vivências que se proporcionaram aos caminheiros que ali se deslocaram. Pretende-se que a BNIV-Drave seja um local onde se vive o Caminheirismo e onde cada um tenha as condições necessárias para se encontrar consigo próprio, com os outros e com Deus. A EG-BNIV acredita que está no caminho certo para cumprir esse objectivo. (Relatório desenvolvido em Renovação da Acção Pedagógica Durante o ano de 2006 o Projecto foi dinamizado pela Equipa RAP e enriquecido pelos contributos recebidos nos dois Comités Nacionais Pedagógicos realizados e no Encontro Nacional de Responsáveis Regionais das Secções, que incidiram essencialmente nas seguintes vertentes: - Validação e actualização das metodologias de acordo com os contributos recebidos via on-line, que permitiu actualizar, aprofundar e introduzir novos conceitos nos Projectos Educativos das quatro Secções. - Recolha e enriquecimento das oportunidades para atingir os Objectivos Educativos das Secções, através da dinamização do Kit de Oportunidades distribuído a todas as Juntas Regionais e de Núcleo. - Início da redacção dos novos Projectos Educativos das Secções, com o envolvimento de dirigentes de várias regiões que aceitaram o desafio de participar nesta renovação do edifício pedagógico do CNE. - Início da discussão sobre as componentes do futuro Sistema de Progresso, de acordo com os Objectivos Educativos definidos para cada Secção. Salienta-se ainda a divulgação do Projecto RAP nas regiões do Porto e Algarve em Outubro e Dezembro respectivamente Secretaria Nacional dos Adultos Secretaria Nacional dos Adultos O Homem encontra-se a si mesmo, na imensidão da montanha. A grandiosa solidão do caminhar, por vales e cumes desertos, leva o Homem ao seu próprio interior; Encontrando os seus próprios valores ocultos, e...com este caminhar sente-se na necessidade, de subir cada vez mais alto... e cada vez mais difícil, não procurando nisso nenhuma recompensa, senão única e exclusivamente o seu caminhar. Na verdade o ano de 2006 para os adultos foi um ano de conquistas... A elaboração dos Manuais CI e CIP. A elaboração dos Manuais CCF e CAF, com reformulação das estruturas existentes e com inclusão de objectivos e conteúdos mais consentâneos com o tipo de Formador que o CNE precisa e vai precisar no futuro mais próximo. O acompanhamento e colaboração com Regiões com grandes dificuldades na implementação das estruturas dos Cursos CIP e CAP, assim como na motivação e dinamização na criação de um quadro de formadores que lhes permita num curto espaço de tempo ter formadores em qualidade e quantidade para implementar um verdadeiro projecto de formação de educadores na Região. A realização do Enforma em Gilwell Park projecto antigo dos formadores, mas por uma outra razão, ainda não tinha sido concretizado. A realização do 1º Fórum Nacional de Chefes de Agrupamento em Fátima. 15

17 Criação da documentação para a organização de um Curso de Formação para Assistentes. Realizamos (1) CAF e (2) CCF, ajudando a resolver a falta de formadores em Regiões com maiores dificuldades nesta área. Mantivemos os espaços de partilha entre os Secretários de Recursos de Adultos Regionais através dos Comités Nacionais dos Adultos. Assim como fizemos alguns desafios aos Directores de Formação que pertencem ao QNFormadores no 2º EDF que realizamos em Fátima. Penso que o envolvimento, a entrega, o espírito de missão e uma equipa muito determinada e consciente do caminho a seguir na formação para o CNE é por demais evidente onde resulta uma elevada produtividade de realizações e concretização dos objectivos definidos e aprovados em Conselho Nacional. Mais claro fica quando temos um Assistente a tempo inteiro e com uma entrega exemplar na concretização dos objectivos da equipa. Assim e para um ano tão produtivo de equipa é fundamental que nos orgulhemos de ter uma executiva (Raquel) que tem sido de uma disponibilidade extraordinário bem como das suas competências Área da Gestão da Formação Missões específicas desta área e nesta fase: - Gestão dos Pedidos de Acções de Formação das Regiões e respectivos Programas. - Gestão do Quadro Nacional dos Formadores - Formação Pedagógica de Formadores (CCF e CTutor) Gestão dos Pedidos de Acções de Formação das Regiões e Programas O objectivo para o ano de 2006 era sensibilizar os Secretários Regionais dos Recursos de Adultos para a utilização dos Manuais dos Cursos CI e CIP, incluindo a utilização dos Programas propostos. Este foi o ano da mudança ao nível dos cursos CI e CIP, tendo-se ainda verificado que algumas regiões ainda não atingiram os objectivos previstos. No entanto, embora este objectivo não tenha sido totalmente cumprido, está em bom ritmo com os Secretário Regionais dos Adultos, criando assim um dos meios para a melhoria da qualidade e uniformidade da Formação de Dirigentes em todo o C.N.E. Gestão do Quadro Nacional dos Formadores. Durante o ano de 2006 foi alterado o documento de Avaliação de Desempenho dos Formadores, para melhor responder à realidade dos Formadores do CNE. Estando previsto a publicação em Ordem de Serviço Nacional no primeiro trimestre de 2006, do novo Quadro Nacional de Formadores. Pensamos que este objectivo foi cumprido. Formação Pedagógica de Formadores (CCF e CTutor) Fez dois novos Cursos Complementares de Formação (CCF), e criou-se uma equipa de formadores que irá desenvolver o futuro Curso de Tutores no CNE. Penso que foi um ano produtivo em prol da melhoria da formação, e procurando sempre fazer mais e melhor Área do Desenvolvimento da Formação Missões específicas desta área e nesta fase: - Construção de Manuais para cada um dos Cursos do Sistema de Formação da Área Pedagógica. - Análise e avaliação de todas as propostas para outros cursos e novos cursos (Monográficos e outros) e propor eventuais alterações e ou qual o melhor seguimento a dar. - Acompanhar a realização da Formação delegada nas Regiões. 16

18 Construção de Manuais para cada um dos cursos na Área Pedagógica. O objectivo para o ano de 2006 era o de publicar o Manual do C.I., concluir e publicar o Manual do C.I.P. e iniciar a parte do Tronco Comum do Manual dos C.A.P.s Este objectivo foi totalmente cumprido, estando a partir de agora o C.N.E. dotado de uma ferramenta que como estamos certos (vamos tendo indicadores nesse sentido), vai contribuir decisivamente não só para uma melhor qualidade não da Formação a este nível, mas também na qualidade dos futuros Dirigentes do C.N.E. Análise e avaliação das Estruturas de outros Cursos e de propostas para novos Cursos (Monográficos e outros) e propor eventuais alterações e ou qual o melhor seguimento a dar. Durante o ano de 2006 reavaliamos as Estruturas dos Cursos do Nível Nacional (C.C.F. e C.A.F), adaptando-os melhor às suas Finalidades e iniciamos uma avaliação ao C.D.F. com vista a uma remodelação na sua Estrutura, de forma a melhor responder ao que é exigido a um Director de Formação no exercício da sua função. Demos uma resposta a todas as solicitações, pensamos por isso que este objectivo foi integralmente cumprido. Acompanhar a realização da Formação delegada nas Regiões Utilizando a grelha para orientar a avaliação, visitamos mais as seguintes Regiões: Viana do Castelo (C.I.P.) Coimbra (C.I.P.) Vila Real (C.I.P.) Aveiro (C.I.P.) Porto (C.A.L. Protocolo) Leiria (C.A.L.) Verifica-se já alguma evolução positiva, mas estamos ainda longe do nível desejado. Refira-se ainda que no Comité Nacional do final do Ano, foi partilhado com as Regiões, as conclusões das avaliações efectuadas, com troca de impressões sobre os resultados obtidos. O trabalho nesta Área da Secretaria, foi a meu ver, um trabalho frutuoso e que deu continuidade ao trabalho iniciado em Animação e Método A secretaria da Animação e Método realizou todas as acções propostas a saber: - Realização de um Enforma anual Em 1, 2 e 3 de Setembro de 2006 em Gilwell Park Inglaterra, com 25 participantes de várias Regiões; - Realização anual do Fórum Nacional de Chefes de Agrupamento Em Dezembro de 2006 em Fátima Seminário Paulo VI, com 145 participantes de várias regiões; - Comité Nacional Recursos de Adultos Em Fátima 19 de Outubro Seminário Beato Nuno elaborou o programa e planificou os espaços e a mística e simbologia. - Reunião com Directores de Formação e Directores dos Centros de Formação Em Fátima elaborou o programa e planificou os espaços e a mística e simbologia. - Relatório Anual de Formação Ao longo do ano escutista participou apoiou e colaborou no trabalho desenvolvido pelas secretarias dos Recursos de Adultos. - Direcção do Curso CCF (2) enquadrado na estratégia da Secretaria Nacional - Direcção do Curso CAF enquadrado na estratégia da Secretaria Nacional Análise e avaliação dos indicadores: O objectivo para o ano de 2006 foi amplamente conseguido sendo o Enforma um espaço elevado na formação do CNE O objectivo para o ano de 2006 foi conseguido com a realização do Fórum Nacional de Chefes de Agrupa- 17

19 mento Assinatura do protocolo do dia D. tendo presente a avaliação do ano anterior que apontava para a importância de se aprofundar duas grandes questões a Mística e Simbologia e reforço do espaço pedagógico Metodologia O objectivo para o ano de 2006 foi amplamente conseguido sendo o comité dos adultos um verdadeiro espaço de informação; formação e mística e simbologia de Gilwell O objectivo para o ano de 2006 foi amplamente conseguido sendo o Encontro de Directores de Formação um espaço elevado na formação do CNE O objectivo para o ano de 2006 foi amplamente conseguido tendo a equipa Nacional assumido a liderança e gestão da formação nas diferentes estruturas Animação da Fé Na grande actividade que caracterizou o ano de 2006 para a Secretaria Nacional dos Adultos, a Área da Animação da Fé procurou marcar presença activa quer ao nível da participação em diversas iniciativas da mesma Secretaria quer, através dela, responder a solicitações variadas ao nível nacional do CNE. Sendo verdade que a animação da fé integra o método escutista, não pode deixar de estar presente, como animação e como informação nas iniciativas que se prendem particularmente com a formação de Adultos. Uma equipa já rodada permitiu-se levar a cabo um conjunto significativo de iniciativas que tornaram este ano de 2006 particularmente intenso como se pode ver pelo relatório geral; em todas elas estive presente. A particular participação nas actividades de Formação (Cursos, Encontros de Formadores e de Directores de Formação) permitiu desenvolver uma dimensão específica da formação escutista ao nível da fundamentação teológica da formação escutista do Corpo Nacional de Escutas bem como uma particular atenção à participação e formação litúrgica dos Adultos do CNE. Continuámos por isso o trabalho ao nível da vivência espiritual das reuniões e outras iniciativas da SNA, com a criação de subsídios adequados para a celebração e vivência da fé nos Cursos e Encontros. Estive presente em todas as Reuniões quinzenais da Secretaria Nacional dos Adultos, bem como desempenhei funções de Assistente e Formador, em todas as acções e cursos nacionais, promovidos e realizados pela mesma, e ainda em outras actividades que não eram da minha directa responsabilidade, como os Conselhos Nacionais e o Fórum Nacional de Chefes de Agrupamento. Ao nível de trabalhos mais específicos, procurei responder a alguns pedidos de colaboração da Junta Central na produção de documentos, criamos toda a documentação para a organização de um Curso de Formação para Assistentes a pedido de algumas Regiões, a levar a efeito brevemente; continuei a escrever regularmente para a Flor de Lis e para o Boletim Enforma; dei uma significativa colaboração na elaboração dos Manuais de CI, CIP, CCF e CAF, particularmente nas áreas dos Valores escutistas, Mística e Simbologia e Animação da Fé e iniciei a colaboração ao nível das mesmas áreas na elaboração do Manual do CAP e na estruturação do Curso de Directores de Formação a realizar em Nesse trabalho procurei dar uma fundamentação científico-teológica a alguns dos conteúdos das Unidades de Formação, nomeadamente na articulação da formação escutista com a vivência da fé bem como da articulação entre a metodologia escutista e a própria liturgia. No momento de fazer uma avaliação do trabalho desenvolvido ao longo deste ano particularmente intenso, na parte que me diz respeito, penso que terei contribuído minimamente para que a figura e o papel da Assistência no CNE, ao nível da sua intervenção efectiva na vida da Associação, tenha ganho outra dimensão Secretaria Nacional para o Desenvolvimento Para além do trabalho desenvolvido no âmbito da Equipa Nacional e das várias deslocações efectuadas à maioria das regiões do país, destacamos neste relatório o trabalho desenvolvido no âmbito do Departamento Nacional de Informática (plataforma web e SIIE), Departamento Nacional de Protecção Civil e Segurança, Departamento Nacional de Radioescutismo e Serviços Administrativos da Junta Central Serviços Administrativos Os Serviços Administrativos (SA) da Junta Central, estiveram durante o ano de 2006 sobre a tutela do Secretário Nacional para o Desenvolvimento, sendo esta uma área particularmente sensível já que funciona como interface 18

20 19 Corpo Nacional de Escutas - Junta Central entre a Junta Central e restantes níveis da Associação. Implementaram-se novas metodologias de trabalho, para uma multiplicidade de funções e actividades. Neste sentido, só com o espírito de serviço e a dedicação dos funcionários foi possível melhorar qualitativamente todos os serviços prestados interna e externamente à Junta Central. Foi possível no ano de 2006 dar resposta não apenas aos pedidos de cartões de filiação feitos no ano em curso, como a todos os pedidos em atraso, exigindo um esforço suplementar, pois para além do trabalho de seriação, controle, organização e expedição de cartões se associou ainda a impressão de cerca de cartões de filiação. No que diz respeito à correspondência entrada, evitou-se a dispersão por várias pessoas para a consequente análise e seriação, sendo uma pessoa a fazer o registo automático numa plataforma web. A correspondência passou a ser expedida por , tornando-se mais rápida, económica e ecológica, embora tivesse aumentado o trabalho de digitalização da informação. Dantes registava-se cerca de entradas por ano, em 2006 quase triplicou esse registo (4.258 entradas). Verificou-se ainda a saída de: 107 circulares, 309 fax s, 21 informações e ofícios. No trabalho desenvolvido, salienta-se o apoio à implementação do SIIE, que exigiu um atendimento permanente, dando respostas imediatas a todas solicitações quer por via telefónica quer por (dezenas de respostas diárias). No que diz respeito às diversas solicitações diárias, verificou-se encontraram sempre respostas e empenhamento na resolução dos problemas. Uma área particularmente sensível diz respeito às Ordens de Serviço Nacionais (OSN). Este ano foram publicadas 14 OSN. Desde o Verão de 2006, que as OSN passaram a estar actualizadas, tendo-se conseguido reunir muitas publicações em atraso (algumas vários anos). Desde Setembro de 2006 que todos os assuntos passaram a ser integrados na OSN do mês em que dão entrada nos SC e esta passou a ser publicitada no site do CNE, poucos dias a seguir ao final do mês. Paralelamente a todo o trabalho acima descrito e com a colaboração das JR foi desenvolvido um trabalho, que ainda está em curso, no sentido de validar cerca de Dirigentes. Para além do descrito destacamos o seguinte: Atribuídas 244 distinções a associados e dirigentes e 64 distinções a entidades; Desde Maio foram efectuadas 15 reservas de viagens; Por pedido das JR foram enviados 56 livros de recebimentos e pagamentos; Foram satisfeitos 15 pedidos da campanha do postal de Natal; Foram filiados 8 Agrupamentos, refiliados 4 e 30 unidades; Foram extintos 29 Agrupamentos, suspensos 3 e 5 unidades; Foram enviadas 18 declarações de não dívida às Finanças e 24 à Segurança Social; Foram respondidos s diversos; Registou-se a dormida de 100 pessoas na Casa do Escuteiro. Embora se tenha potencializado o recurso aos meios informáticos, o factor humano foi determinante para as transformações operadas e para o trabalho desenvolvido Plataforma WEB - Internet Em 2006 foi implementado exclusivamente o pacotão on-line, passando a expedir-se em papel apenas para os agrupamentos que manifestaram esse desejo, por impossibilidade de acesso à Internet (40 agrupamentos). Por outro lado manteve-se operacional e actualizada a plataforma electrónica, com uma notável expansão de s (100% JR e JN e 691 Agrupamentos) e de páginas web (247 agrupamentos). Embora persistam alguns agrupamentos com s e páginas fora do domínio cne-escutismo.pt verifica-se que a tendência é claramente para a utilização do domínio do CNE (113 páginas e 406 s do CNE só nos agrupamentos). De notar que o fluxo de informação que circula diariamente no servidor e a utilização do SIIE passou-se a utilizar 2 servidores para apoio aos diferentes serviços da JC, JR, JN e Agrupamentos (250 e 500 Gbytes). Esta expansão tem a ver com o trabalho desenvolvido em 2006 e prevê a expansão a médio prazo. Importa salientar que a configuração e instalação do novo servidor foi feita exclusivamente pelo webmaster (Ricardo Sousa), tendo-se adoptado as últimas versões de software existentes no mercado. Tráfego do servidor do CNE em 2006 No ano de 2006 foi feito o planeamento para um novo portal do CNE em termos de design, tecnologia e de flexibilidade de utilização. Para o efeito foram desenvolvidos vários testes no sentido de se encontrar a solução tecnologicamente mais vantajosa, mais económica e flexível, estando previsto o lançamento do novo portal para o início de 2007 (22 de Fevereiro) Gigabytes Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

21 No âmbito da reestruturação no novo portal foi desenvolvido, com a colaboração dos PTScouts, um novo site de Recursos Escutistas do CNE, cuja manutenção e actualização ficará a cargo do referido grupo. As normas do Portal do CNE ficaram prontas e foram colocadas a discussão pública no ano de 2006, sendo este um documento importante de orientação no âmbito da utilização das tecnologias de informação no CNE Sistema Integrado de Informação Escutista O SIIE que entrou em funcionamento no final de 2005, foi implementado no ano de 2006, através da respectiva divulgação e sensibilização. Neste ano verificaram-se melhorias significativas neste, fruto de uma maior utilização do mesmo pelos Agrupamentos e Regiões, embora no final do ano de 2006 se verificasse uma adesão mais significativa, provavelmente pelos bons resultados que foi conseguindo obter junto dos seus utilizadores. Foram feitas várias actualizações no sentido de agilizar algumas áreas (ex: registo de actividades). No final do ano chegou-se a uma versão muito próxima da versão final, passando-se às impressões, no sentido de possibilitar, obter os dados com o mesmo layout dos censos em suporte de papel. No final de 2006, ano de implementação (início de utilização), verificou-se uma adesão de mais de 45% dos Agrupamentos, registando-se a 31/12/ ,15% do efectivo activo introduzido no SIIE ( Dirigentes e Associados). O CNE é provavelmente a associação escutista que possui o mais poderoso instrumento de gestão a nível de recursos humanos, património, administrativo, financeiro, pedagógico e formativo, capaz de responder com eficácia e eficiência aos actuais e futuros desafios. Esta plataforma electrónica afirma-se hoje como uma ferramenta vital para a nossa organização aos seus diferentes níveis, tendo desenvolvido uma dinâmica ímpar na coesão, motivação e mobilização de todos quantos aderiram ao SIIE. É fundamental destacar todo o trabalho desenvolvido pelo Dirigente Pedro Marques na concepção, desenvolvimento e implementação do SIIE. Este é um excelente exemplo em como os recursos humanos existentes no CNE podem ser um potencial de desenvolvimento. Diria que este é um caso de sucesso e que deverá ser tido como exemplo para futuros projectos, ou seja, temos que implementar uma prática que valorize os recursos humanos existentes na associação, potenciando-os em detrimento de outros com as mesmas ou menores qualificações e que exigem recursos financeiros de tal forma elevados que podem comprometer os processos Departamento Nacional de Protecção Civil e Segurança Elementos Distribuição do Efectivo do introduzido no SIIE, no mês de Novembro de Efectivo introduzido no SIIE, por região e tipo de associado a 03/01/ Dias do mês de Novembro de 2006 SIIE - EFECTIVO CENSO EM 2006 REGIÕES Associados Dirigentes TOTAL Assoc Dirig TOTAL Nome n % n % n % Coimbra , , , Santarém , , , Bragança , , , Porto , , , Viana do Castelo , , , Évora , , , Setúbal , , , Vila Real , , , Aveiro , , , Portalegre e CB , , , Algarve , , , Lisboa , , , Leiria , , , Braga , , , Beja , , Guarda , , , Madeira , , , Açores , , , Viseu , , , Lamego 40 6, , , TOTAL , , , Durante o ano de 2006 o Departamento Nacional de Protecção Civil e Segurança (DNPCS), realizou 8 reuniões. Ao longo do ano foi sua preocupação estabelecer relações externas e internas ao CNE, existindo actualmente delegados confirmados em 13 Regiões e 12 Núcleos: Açores (em todos os Núcleos); Aveiro; Braga (Núcleo de Vila Verde); Bragança; Évora; Guarda; Leiria; Lisboa (Núcleos Moinhos de Vento e Barra); Portalegre e Castelo Branco; Santarém; Setúbal; Viana do Castelo e Viseu. 20

22 21 Corpo Nacional de Escutas - Junta Central Para além de um conjunto de contactos e acções desenvolvidas destacam-se as seguintes neste ano: Apoio às regiões e/ou núcleos: Encontro Regional de Protecção Civil de Aveiro Junta Regional de Aveiro (Acção de Formação de P. Civil) 18/03/06; Conselho Regional da Região de Leiria Palestra sobre Protecção Civil e Apoio ao DRPCS de Leiria; Apoio a todas as Regiões/Núcleos durante o período dos incêndios florestais 2006, quer no âmbito de Protecção Civil, quer no âmbito da Vigilância Florestal; Troca de informações/pedidos de esclarecimentos via , a todos os escuteiros, agrupamentos, regiões e núcleos. Reuniões/apresentações/entrevistas com o DNPCS e outras entidades Reunião de trabalho na sede do SNBPC, com uma Técnica da Protecção Civil Alemã (THW) e membros do SNBPC sobre o Projecto Europeu sobre Voluntariado de Protecção Civil - 23/01/06; Reunião com Sua Excelência o Secretário de Estado da Administração Interna, Dr. Ascenso Simões, na sede do MAI, no âmbito da futura participação do CNE no apoio aos Incêndios Florestais /01/06; Apresentação do vídeo CENTAURO 2005 (O CNE participou neste Simulacro que consistia num Acidente Grave entre um camião cisterna e um autocarro de passageiros), no Fórum Lisboa, a convite do SMPC de Lisboa, no âmbito do Dia Internacional da Protecção Civil 01/03/06; Apresentação da Directiva Operacional Nacional da Defesa da Floresta Contra Incêndios 2006 e Dispositivo Distrital de Lisboa, no CCB e Praça do Império respectivamente, a convite do Ministério da Administração Interna; Reunião de trabalho, na sede do SNBPC, com o Vice-Presidente do SNBPC Dr. Manuel João Ribeiro, Dr. Francisco Teixeira e o Segundo Comandante Nacional Gualtino 09/05/06; Entrevista na RTP2, via telefone, com o Secretário da Administração Interna Dr. Ascenso Simões e o Presidente da Liga de Bombeiros Duarte Caldeira; Entrevista/debate, a convite do Agr. 753 de Óbidos na Rádio Local, com a presença do Adjunto do SMPC de Óbidos; Reunião de trabalho na sede do SNBPC, em 29/11/06no âmbito da preparação da Directiva Operacional Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios 2007 composta também com as seguintes entidades: SNBPC, IM Instituto de Meteorologia, INAG Instituto Nacional da Água, INEM Instituto Nacional de Emergência Médica, CVP Cruz Vermelha Portuguesa e REP Rede de Emissores Portugueses Encontros/Seminários/Formação Curso Os Escuteiros e a Protecção Civil ministrado pela Câmara Municipal de Lisboa Departamento de Protecção Civil de Lisboa, e a Cruz Vermelha Portuguesa presentes 3 elementos (Chefe do Departamento, Área da Formação e Área das Operações de Emergência) do DNPCS 04 e 05/02/06 e 11 e 12/02/06; Encontro dos Delegados das Regiões em Fátima (Preparação da Peregrinação Nacional do CNE a Fátima) 07/01/06; Curso Monográfico de Protecção Civil (em 2 sessões) 22 e 23/04/06 e 20 e 21/05/06; Curso Monográfico Riscos e Segurança em Actividades promovida pela Junta Regional de Setúbal O DNPCS deu uma palestra sobre os Planos de Segurança e Emergência para Actividades Escutistas 04/11/06; Palestra sobre o Plano de Contingência da Defesa da Floresta Contra Incêndios 2007, no Fórum de Chefes de Agrupamento, em Fátima 09/12/06. Actividades Peregrinação Nacional do CNE a Fátima Organização da Segurança e Protecção Civil Operação Fátima 2006 Actividade em conjunto com o CDOS de Santarém e a Cruz Vermelha Portuguesa 11, 12 e 13/05/06; Arranque do Plano para as Equipas de Apoio de Retaguarda (EAR). Foram constituídas EAR nas regiões que aderiram tendo as mesmas desempenhado missões de apoio às várias entidades presentes no teatro das operações nomeadamente às diversas corporações de Bombeiros 01/06/ Departamento Nacional de Radioescutismo O DNR levou a efeito várias actividades das quais se apresentam de seguida: 1ª Peregrinação Nacional do Corpo Nacional de Escutas ao Santuário de Fátima Estabeleceu o plano de comunicações para apoiar a peregrinação, foram utilizados os meios do CNE, os disponibilizados pelos radioamadores escuteiros participantes, e ainda um repetidor pertença da Associação de Radioamadores do Distrito de Leiria (ARAL). Foram criados três níveis de comunicações: um operado pelo DN de Protecção Civil, com equipamentos do CNE (VHF); outro de apoio à equipe permanente do Santuário de Fátima, (equipamento PMR); por ultimo o apoiado por

23 radioamadores escuteiros que utilizaram as faixas de frequência de amador (VHF e UHF) para apoio às secções nas suas actividades e deslocações. De salientar a existência de equipamentos montados em viaturas que proporcionou acudir com celeridade às diversas situações. Estamos certos de ter contribuído para o sucesso desta actividade Contactos periódicos com a ANACOM (autoridade nacional de comunicações) - Foram feitos várias reuniões com a Direcção de Engenharia e com o Serviço de Licenciamento de Estações Móvel Terrestre. Continuou-se o trabalho concertado com o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, Instituto Superior Técnico de Lisboa, Faculdade de Engenharia do Porto e Universidade de Aveiro, com a finalidade de ficar consignado no novo regulamento de radiocomunicações a permissão dos jovens poderem transmitir pequenas mensagens e a diminuição da idade para a obtenção de licença de radioamador. Estas medidas permitirão um maior interesse dos jovens pelas telecomunicações e um desenvolvimento cultural dos mesmos com vista a uma futura saída profissional. Foram ainda encetadas negociações com vista à nossa participação no âmbito do Centenário do Escutismo Mundial. Apoio a Departamentos Regionais de Protecção Civil - No âmbito da actividade de vigilância florestal da região de Leiria Leiria Alerta 06, foi dado apoio a nível de licenciamento de equipamentos, de aquisição de equipamentos e alteração de características dos já existentes, bem como no contacto com a ARAL (Associação de Radioamadores da Região de Leiria) os quais apoiaram esta actividade e permitiram a instalação duma estação repetidora provisória, na sua torre de comunicações. 49º Jamboree no Ar - A princípios de Julho houve uma deslocação a Praia da Vitória, ilha Terceira Açores com a finalidade de preparar a estação nacional do Jamboree no Ar, onde foram discutidos todos os pormenores técnicos e pedagógicos da actividade. Em relação ao JOTA/JOTI a actividade na estação nacional foi intensa e a nível nacional manteve-se o nível do ano anterior tendo havido maior participação dos escuteiros. Colaboração com o Jogo do Centenário - Foi solicitado ao Departamento de Radioescutismo que validasse a participação dos vários Agrupamentos e grupos, ao que acedemos e combinámos o nosso modo de colaboração. VIII Jornadas de Radioescutismo - As VII Jornadas de Radioescutismo, realizadas no Núcleo Centro Norte, Região do Porto foram bastante participadas por elementos das regiões do Porto, Braga, Coimbra, Guarda, Leiria e Lisboa. Foi decidido participar no dia 1 de Agosto de 2007, no raising sun, proposto pelo Bureau Mundial, com estação especial, bem como a elaboração de um Diploma de carácter Mundial a realizar entre os dias 22 de Fevereiro e 31 de Dezembro, subordinado ao tema Presentes para a Paz. Discutiu-se ainda o futuro do radioescutismo no CNE e foi sugerido que as jornadas passassem a ser realizadas em várias Regiões durante o ano, de forma a proporcionar uma maior participação. Colaboração com o Departamento Nacional de Protecção Civil e o Parque Ambiental de S. Jacinto - Em colaboração com o DNPCS foram feitas aquisições de material, a preços vantajosos e foram feitas reparações nos equipamentos existentes no Parque Ambiental de S. Jacinto. Salienta-se o excelente profissionalismo por parte da firma GITEI (Porto) na pessoa do seu gerente, o qual tem proporcionado ao CNE preços muito vantajoso, bem como a manutenção fixa aos equipamentos. 22

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