ENCONTRAMOS O SENHOR! VEM E VÊ!

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1 ENCONTRAMOS O SENHOR! VEM E VÊ!

2 CATEQUESE: PERSPECTIVA CRISTOLÓGICO-BÍBLICA 1 Viram o Senhor e conheceram coisas maravilhosas: que coisas são estas? A catequese visa ajudar outros a encontrarem o Senhor Jesus, caminho, que nos conduz a Deus, verdade que ilumina a existência e vida em plenitude. Os catequistas são mistagogos-pedagogos e sua missão é conduzir outros a Jesus. Porém antes, eles mesmos devem estar com Jesus e sentir-se felizes por tê-lo encontrado.

3 2 Tornaram-se testemunhas qualificadas: de que forma isto pode acontecer? Os apóstolos conheceram profundamente Jesus, e estavam plenamente convencidos dessa verdade, por isso, puderam tornar-se as testemunhas qualificadas de Jesus e do Evangelho. Eles dão testemunho de Jesus porque o viram, estiveram com ele e conheceram coisas maravilhosas. O meu viver é Cristo! (Fl 1,21) Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim! (Gl 2,20).

4 3 VERÁS A GLÓRIA DE DEUS : COMO ISTO É POSSÍVEL, HOJE? A catequese precisa ajudar as pessoas a conhecerem o amor de Deus e seu desejo salvador de comunicar-nos vida e felicidade. Não deve apenas falar de Jesus às pessoas, das coisas de Deus e da Igreja, mas ajudá-las a falar com Deus e a professar a sua fé. É um caminho progressivo de iniciação à vida cristã, que leva a firma adesão a Jesus Cristo e à Igreja e também ao seguimento de Jesus.

5 A REALIDADE INTERPELANTE NA FORMAÇÃO DOS CATEQUISTAS Que estais procurando? (Jo 1,38) 1 Leitura da realidade diante da formação dos catequistas Nesta realidade interpelante, o ponto de partida é sempre a pessoa e a vida, o centro de nossas atenções, pois, as necessidades, aspirações e as motivações do ser humano devem nortear o entendimento da educação da fé. O que não toca o coração não motiva, nem empolga, nem contagia.

6 Alguns aspectos da realidade atual: Mudança de época Supervalorização do indivíduo e de sua subjetividade Enfraquecimento do compromisso comunitário e o sentido de pertença eclesial e social Importância do emocional, palpável e que se pode usufruir de forma imediata. O catequista neste contexto se questiona diante de tantas crises, problemas e desafios. Questiona a própria fé e a vocação, seu desempenho, sua missão e o próprio sentido da vida.

7 2 Desafios da realidade na formação iniciática do catequista Superação do modelo catequético do tempo da cristandade dimensão doutrinal. O catequista precisa primar por sua formação, apostar num aprendizado constante e gradual, levando em conta uma experiência de fé que possibilite mergulhar no mistério de Deus. Pluralismo cultural, ético e religioso.

8 Sensibilidade para não uniformizar os processos e os métodos de trabalho, exige-se criatividade e flexibilidade pois os rostos da catequese são múltiplos e variados. Debate entre uma religiosidade tradicional, individualista e o secularismo crescente que só é superado por uma experiência de vida comunitária. Desafio do mundo urbano, a diversidade de culturas e contrastes da vivência humana.

9 QUE OS DESAFIOS QUE NOS AFETAM SEJAM MOTIVO PARA ABRIR NOVAS FRONTEIRAS COMO ALGO QUE NOS IMPULSIONA A ACREDITAR NO POTENCIAL EVANGELIZADOR DE HOMENS E MULHERES CATEQUISTAS QUE, ATRAVÉS DE SUA MISSÃO, POSSAM VISLUMBRAR UM MUNDO POSSÍVEL.

10 QUEM ENCONTRA CRISTO, ANUNCIA CRISTO Encontramos o Senhor (Jo 1,41) TODAS AS PESSOAS E ACONTECIMENTOS DA VIDA SÃO OPORTUNIDADES PARA NOSSO ENCONTRO COM DEUS MISERICORDIOSO.

11 1 O chamado e suas exigências A experiência feita, inquieta, faz o discípulo comunicá-la a outros, tornar-se catequista formador de outros discípulos. No convívio passa a partilhar o que é e o que tem, e discerne o caminho do mistério e quer que outros façam a mesma experiência.

12 2 O CHAMADO DE JESUS É A RESPOSTA DO DISCÍPULO O catequista é aquele que encontra Cristo, descobre como Caminho, Verdade e Vida, faz com Ele uma experiência pessoal profunda e por isso é capaz de apresentá-lo, não como uma doutrina, mas, como pessoa que modifica, que transforma, que desestrutura toda maneira de ser, de pensar e agir. Somente quem está verdadeiramente entusiasmado e plenificado da graça pode anunciá-lo. Nossa lâmpada não deve ficar acesa debaixo de nossa própria tenda, mas iluminar a todos.

13 MISTAGOGIA, EXPERIÊNCIA DO MISTÉRIO Sim, Senhor, eu creio que tu és o Cristo, Filho de Deus que veio ao mundo (Jo 11,27) 1 Qual o sentido da mistagogia Último passo de uma caminhada, quando o cadidato torna-de parte integrante da comunidade cristã. Mistagogia é uma palavra grega, sua tradução pode ser: a ação de guiar para dentro do mistério.

14 2 Caminhos da mistagogia Linguagem adequada a cada grupo cultural, em sintonia com as experiências de vida. Sensibilidade pastoral, acompanhando as mudanças do mundo. Prioridade: Cristocentrismo no Mistério Pascal. Valoriza ritos litúrgicos configurando sacramentalmente o cristão em Jesus Cristo. Experimenta a plenitude da vida na Celebração Eucarística.

15 Aplica a dinâmica da revelação na metodologia das catequeses mistagógicas. O eixo norteador é a Sagrada Escritura. Apresenta a conversão como exigência que norteia o caminho. Explicita o Credo como símbolo da fé. Enfoca a dimensão missionária, profética e testemunhal. Integra a dimensão contemplativa. Deus experimentado no mistério.

16 3 Catequese mistagógica Os sacramentos passam a ser ponto de partida e de crescimento da fé e da vivência cristã. É necessário: uma meta a alcançar (Jesus Cristo), um caminho a seguir (um itinerário), um guia experiente a orientar (cristãos e cristãs convictos de sua fé) e determinação para avançar (atitudes ousadas diante da descristianização). O catequista como guia, é um mistagogo e pedagogo.

17 A FORMAÇÃO MISTAGÓGICA, CAMINHO PARA AVANÇAR Rabi, tu és o filho de Deus (Jo 1,49) O INICIADO DEVE TER PROFUNDA CONVICÇÃO QUE SEU DISCIPULADO O IMPELE A SER MISSIONÁRIO.

18 1 O ser do catequista Mistagogo. A pessoa do catequista. A identidade do catequista. A afetividade do catequista. O catequista e suas relações. Capacidade de discernimento do catequista.

19 2 O Conviver do catequista Mistagogo. Capacidade de conviver em comunhão. Está inserido na comunidade eclesial. Forma comunidade em todas as dimensões da vida. Segue o estilo de vida do Mestre.

20 3 O saber do catequista Mistagogo. Este saber contempla o conhecimento: Da mensagem cristã Bíblico Das verdades da fé Da doutrina e documentos da catequese Básico das ciências humanas Da realidade e visão crítica da mesma Ecologia Da cultura Coerência moral, ética e dimensão social.

21 4 O catequista Mistagogo como interlocutor da fé Princípio do Aprender fazendo. Catequista como facilitador. Comunicador que através da sua experiência conduz os catequizandos no mesmo caminho. Supera improvisações e boa vontade com formação contínua. Especialista em ternura nas relações humanas.

22 A ESPIRITUALIDADE DO CATEQUISTA MISTAGOGO Fala, Senhor! Teu servo escuta. (1Sm 3,10) A espiritualidade do ser humano é o conjunto de tudo o que ele é. Torna o ser humano capaz de Deus. Na vida de oração e freqüência aos sacramentos alcança-se uma espiritualidade autêntica.

23 Dimensões para uma vivência de espiritualidade autêntica: Oração. Liturgia. Leitura Orante da Palavra de Deus.

24 LEITURA ORANTE O objetivo da leitura orante não é interpretar a Bíblia, mas interpretar a vida e encontrar-se com DEUS que nos fala hoje, na realidade do mundo em que vivemos. Isto nos faz crescer na fé e a experimentar, cada vez mais, que Vivo é o Senhor, em cuja presença estou! (1Rs 17,1;16,15)

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