IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ENGENHARIA INERCIAL MONTAGEM QUALIFICADA DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS PARA APLICAÇÃO ESPACIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ENGENHARIA INERCIAL MONTAGEM QUALIFICADA DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS PARA APLICAÇÃO ESPACIAL"

Transcrição

1 IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ENGENHARIA INERCIAL, 9'6$%(, 1 PALESTRA MONTAGEM QUALIFICADA DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS PARA APLICAÇÃO ESPACIAL Alirio Cavalcanti de Brito 17 de novembro de 2004

2 MONTAGEM COM QUALIFICAÇÃO ESPACIAL DEFINIÇÃO (1): Montagem de equipamentos eletrônicos com qualificação ou qualidade espacial é o tipo de montagem que atende requisitos impostos pelo ambiente operacional da missão espacial. O resultado final da montagem deve ser fiel ao projeto que o gerou, para efeito de rastreabilidade, expressos nos documentos, desenhos e esquemas elétricos. Os projetos e as especificações mecânicos e eletro-eletrônicos devem atender todos os requisitos indispensáveis ao sucesso da missão espacial.

3 MONTAGEM COM QUALIFICAÇÃO ESPACIAL DEFINIÇÃO (2) MONTAGEM tem dois significados para nós: 1- Ato ou efeito de montar; operação de reunir as peças de um dispositivo ou equipamento, 2- Conjunto mecânico ou eletrônico (Também conhecido como Empacotamento Mecânico ou Eletrônico ou ainda, Eletro-mecânico). Empregamos os dois significados acima para MONTAGEM. E, empregamos o segundo significado: Empacotamento para componentes, sub-sistemas, sistemas, etc.

4 MONTAGEM COM QUALIFICAÇÃO ESPACIAL DEFINIÇÃO(3) Montagem de Sistemas Eletrônicos Espaciais com Qualificação Espacial É o resultado do projeto do empacotamento mais a realização da sua montagem que atendem os requisitos estabelecidos para o sistema eletrônico. Estar qualificado é o mesmo que dizer que o projeto do empacotamento e a própria montagem atendem todos os requisitos impostos para uma determinada missão. Estes requisitos são: requisitos operacionais, funcionais, ambientais (incluindo a armazenagem) etc.

5 EMPACOTAMENTO ELETRÔNICO DEFINIÇÃO (4) Estudo e projeto de acondicionamento de componentes, sub-conjuntos e conjuntos eletroeletrônicos em diversos tipos de empacotamentos, a fim de atender requisitos específicos de funcionamento, relacionados às condições elétricas, térmicas e ambientais. O empacotamento eletrônico pode se dar tipicamente em 7 níveis: 1. Monolíticos (p. ex. pastilha de silício); 2. Componentes ativos (nas suas diversas formas, p. ex. circuito integrado); 3. Componentes passivos (nas suas diversas formas, p. ex. na forma de chip); 4. Módulos cerâmicos ou Circuitos Híbridos, tecnologia de filme fino e espesso; 5. Placas de circuito impresso montada; 6. Subsistema eletrônicos (p. ex. equipamentos eletrônicos de bordo); 7. Sistemas eletrônicos (p. ex. montado em estrutura de satélite).

6 EMPACOTAMENTO ELETRÔNICO Monolítico Circuito Integrado Placa Montada com Componentes Equipamento de bordo

7 NÍVEIS DE EMPACOTAMENTO PLATAFORMA MULTI MISSÃO Empacotamento Nível de Sistema Empacotamento Nível de Sub-Sistema

8 EMPACOTAMENTO ELETRÔNICO REQUISITOS DE PROJETO DO EMPACOTAMENTO ELETRÔNICO Equipamento eletrônico deve ser projetado a fim de fornecer flexibilidade e intercambialidade ao sistema; Localização de montagens eletrônicas deve ser levada em consideração o balanceamento de massas, o centro de gravidade, o controle de temperatura, a cablagem e demais requisitos do sistema; Terminais ou pontas de fios ou de cabos não devem ser terminados dentro um furo metalizado em placas de circuito impresso usado para conexão elétrica (sempre usar terminais para esta finalidade); Layout do empacotamento dentro dos subconjuntos devem acompanhar o fluxo do sinal elétrico do circuito para minimizar comprimentos de condutores e interferências entre os sinais.

9 EMPACOTAMENTO ELETRÔNICO REQUISITOS DE PROJETO (cont.) Circuitos devem ser separados de modo que os subsistemas, sistemas, e funções de acesso direto deixando a montagem sejam roteados para conectores individuais; Projeto de equipamentos deve considerar o espaço necessário para montagem de componentes em subconjuntos e conjuntos; Componentes eletrônicos com alta dissipação térmica dentro um de subconjunto deve ser montado de modo que a resistência térmica para a interface térmica primária (p.ex. estrutura do satélite) seja minimizada; equipamento eletrônico contendo volumes lacrados que possam aprisionar ou conter gazes devem ser arejados adequadamente a menos que uma selagem hermética seja exigida para se atender um requisito funcional específico.

10 EMPACOTAMENTO ELETRÔNICO REQUISITOS DE PROJETO (cont.) Componentes eletrônicos sensíveis a radiação de alto-energia devem ser montados com blindagem adequada Projeto da blindagem de radiação deve ser baseado na massa e na eficiência de blindagem do material em tamanho, nas características físicas do componente eletrônico, no material, na localização do elemento sensível, etc. Projeto da blindagem deve prover proteção adequada contra radiação vindo de todas as direções no espaço.

11 EMPACOTAMENTO ELETRÔNICO CRITÉRIO DE PROJETO DE EMPACOTAMENTO ELETRÔNICO Máxima relação de massa de componentes eletrônicos para massa do conjunto; Máxima condutividade térmica entre elementos dissipativos de potência e dissipadores térmicos; Máxima acessibilidade para inspeções; Produtibilidade (capacidade de realização de fabricação); Peso mínimo prático; Facilidade de retrabalho quando necessário; Finalidade de aumentar o desempenho elétrico do equipamento; Projetos mecânicos estruturais conservativos para ambientes vibracionais; Exceder o fator de segurança de tensão de stress de valor especificado por projeto (p. ex. 1.5) para o pior caso (fator de carga dinâmica); Projeto estrutural; Condutividade térmica.

12 MONTAGEM COM QUALIFICAÇÃO ESPACIAL Devido, na maioria das vezes, a impossibilidade de substituição e a expectativa de operacionalidade dos equipamentos espaciais, deve-se garantir que os elementos mais sensíveis (componentes eletrônicos) não tenham a sua integridade (o mesmo que confiabilidade) ameaçada ao longo de sua vida ou seja: No processo de fabricação; No manuseio no fabricante; Na embalagem; No transporte até o cliente; Na inspeção de recebimento; No manuseio no cliente; Na operação de montagem.

13 MONTAGEM ELETRÔNICA COM QUALIFICAÇÃO ESPACIAL

14 MÃO DE OBRA Treinamento MONTAGEM COM QUALIFICAÇÃO ESPACIAL MEIO AMBIENTE Sala Limpa MÉTODO Processos e Procedimentos Qualificados Montagem com qualidade espacial MATERIAIS Materiais Qualificados MÁQUINAS Aprovadas de acordo com os Processos Qualificados MEDIDAS Instrumentos calibrados de acordo com padrões estabelecidos

15 PROCESSO DE MONTAGEM ELETRÔNICA Critérios de projeto de empacotamento eletrônico Projeto de equipamento eletrônico Documentos de fabricação Treinamento Instalações para montagem Ferramental Manuseio de equipamento eletrônico o descarga eletrostática o limpeza de equipamento eletrônico o manipulação de hardware

16 EMPACOTAMENTO ELETRÔNICO TREINAMENTO DE OPERADORES EM MONTAGEM Treinamentos especialmente desenvolvidos no local e aulas de familiarização devem ser estabelecidos para eletrônica de vôo e de solo. Para eletrônica de bordo e de solo - montagem de placas de circuito impresso; - soldagem de componentes; - confecção de cablagem, crimpagem, emendas de fios - técnicas de wire wrap, connectores, ensaios; - limpeza de caixas metálicas e placas montadas; - aplicações de polímeros em placas com circuitos (adesivos, travas químicas, etc.); - montagem mecânica, torques de parafusos, sequência de montagem, etc. ; - modificações em circuitos (retrabalhos, reparos).

17 REINICIAR MAIS FOTOS Engenharia e Tecnologia Espacial Serviço da Garantia do Produto Alirio Cavalcanti de Brito: Fotos de Equipamentos de Sub-sistemas da Plataforma Multi-Missão cedidas pela MECTRON

18 SALA LIMPA PROCESSO DE MONTAGEM

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

32

33

34

35

36

37

38

39

40

41 FIM. OBRIGADO PELA ATENÇÃO!

Processo de Fabricação de Chips PSI2613_A01-1

Processo de Fabricação de Chips PSI2613_A01-1 Processo de Fabricação de Chips PSI2613_A01-1 Encapsulamento Eletrônico (Packaging) Define-se como a Tecnologia de Interconexão de Componentes Eletrônicos. Esta tecnologia permite definir e controlar o

Leia mais

SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0072 EMENDAS E TERMINAIS UNIPOLARES

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12 MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12 SINAIS DE ATENÇÃO! Atenção! Alta Voltagem 230/240V Atenção! Superfície quente! Vapor quente ou líquido. Atenção!

Leia mais

ELETRICIDADE CAPÍTULO 2 ELEMENTOS DOS CIRCUITOS ELÉTRICOS

ELETRICIDADE CAPÍTULO 2 ELEMENTOS DOS CIRCUITOS ELÉTRICOS ELETRICIDADE CAPÍTULO 2 ELEMENTOS DOS CIRCUITOS ELÉTRICOS 2.1 - INTRODUÇÃO - EXISTEM CINCO ELEMENTOS BÁSICOS IDEAIS QUE SÃO UTILIZADOS EM CIRCUITOS ELÉTRICOS. - ELEMENTOS ATIVOS (GERAM ENERGIA ELÉTRICA)

Leia mais

Fonte Bivolt 24 Vdc / 5 A

Fonte Bivolt 24 Vdc / 5 A Descrição do Produto A fonte de alimentação é uma solução para aplicações de uso geral no que se refere a alimentação de controladores programáveis, sensores e comando de quadro elétricos. Tem uma saída

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 26 / 04 / 2013 1 de 6 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para grampo de linha viva utilizado nas Redes de Distribuição Aéreas da Companhia

Leia mais

CIRCUITOS INTEGRADOS (Unidade 3)

CIRCUITOS INTEGRADOS (Unidade 3) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA TÉCNICO EM MECATRÔNICA DISCIPLINA: ELETRÔNICA INDUSTRIAL CIRCUITOS

Leia mais

GE Industrial Solutions. Fix-o-Rail. Quadros de embutir e sobrepor. GE imagination at work

GE Industrial Solutions. Fix-o-Rail. Quadros de embutir e sobrepor. GE imagination at work GE Industrial Solutions Fix-o-Rail Quadros de embutir e sobrepor GE imagination at work Fix-o-Rail Quadros de distribuição de baixa tensão em conformidade com a Norma NBR IEC 60439-3. Fix-o-Rail são quadros

Leia mais

MÓDULO N.º 5 TRANSÍSTORES BIPOLARES EM REGIME ESTÁTICO

MÓDULO N.º 5 TRANSÍSTORES BIPOLARES EM REGIME ESTÁTICO CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS ELETRÓNICA FUNDAMENTAL 11º 12 PLANIFICAÇÃO MODULAR MÓDULO N.º 5 TRANSÍSTORES BIPOLARES EM REGIME ESTÁTICO Construção do transístor o Transístor

Leia mais

3M Terminal Contrátil a Frio QT-II Série 5620

3M Terminal Contrátil a Frio QT-II Série 5620 3M Terminal Contrátil a Frio QT-II Série 5620 Corpo Isolador em Borracha de Silicone Classe Tensão 3,6/6 kv a 8,7/15 kv Ambientes Internos Boletim Técnico Março 2014 Descrição do produto Os conjuntos de

Leia mais

Substituição de transistores e tiristores (SCR) para os inversores 1336 PLUS, PLUS II, FORCE, IMPACT e REGEN

Substituição de transistores e tiristores (SCR) para os inversores 1336 PLUS, PLUS II, FORCE, IMPACT e REGEN Instruções para serviço Substituição de transistores e tiristores (SCR) para os inversores 1336 PLUS, PLUS II, FORCE, IMPACT e REGEN Descrição Estas instruções abrangem o método correto de substituição

Leia mais

smar Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem prévia consulta.

smar  Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem prévia consulta. smar www.smar.com.br Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem prévia consulta. Informações atualizadas dos endereços estão disponíveis em nosso site. web: www.smar.com/brasil2/faleconosco.asp

Leia mais

CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA

CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO - CERTA : 1. APLICAÇÃO: O Conjunto CERTA é aplicado no abrigo de emenda de cabos aéreos com condutores

Leia mais

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR-18 Estruturas Pré-moldadas e Pré-Fabricadas de Concreto Versão_CPN ITEM / TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO OBSERVAÇÕES

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR-18 Estruturas Pré-moldadas e Pré-Fabricadas de Concreto Versão_CPN ITEM / TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO OBSERVAÇÕES PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR-18 Estruturas Pré-moldadas e Pré-Fabricadas de Concreto Versão_CPN ITEM / TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO OBSERVAÇÕES OBJETIVO Este anexo estabelece requisitos mínimos de segurança

Leia mais

3 Boletim Técnico Terminal Contrátil a Frio QTIII Série 7672 S8 (RW)

3 Boletim Técnico Terminal Contrátil a Frio QTIII Série 7672 S8 (RW) Boletim Técnico Terminal Contrátil a Frio QTIII Série 7672 S8 (RW) 1- Descrição do produto: O Terminal Contrátil a Frio M MR QTIII 7672-S-8 é um produto que atende os requisitos da norma IEEE 48 classe

Leia mais

Módulo 16 ED 125 Vdc Opto

Módulo 16 ED 125 Vdc Opto Descrição do Produto O módulo, integrante da Série Ponto, possui 16 pontos de entrada digital para tensão de 125 Vdc. O módulos é de lógica positiva (tipo sink ) e destina-se ao uso com sensores tipo 1

Leia mais

Fonte Full Range Vac/Vdc 24 Vdc/ 3A

Fonte Full Range Vac/Vdc 24 Vdc/ 3A Descrição do Produto A fonte de alimentação é uma solução para aplicações de uso geral no que se refere a alimentação de controladores programáveis, sensores e comando de quadro elétricos. Tem duas saídas

Leia mais

1. FINALIDADE. Estabelecer os requisitos a serem atendidos para o fornecimento de medidor eletrônico de energia elétrica. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO

1. FINALIDADE. Estabelecer os requisitos a serem atendidos para o fornecimento de medidor eletrônico de energia elétrica. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE SERVIÇOS E CONSUMIDORES SUBSISTEMA MEDIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-321.0015 MEDIDOR ELETRÔNICO DE ENERGIA ELÉTRICA COM SAÍDA RS485 1/8 1. FINALIDADE Estabelecer os requisitos a

Leia mais

Metrologia de Alta Frequência no Laboratório de Integração e Testes

Metrologia de Alta Frequência no Laboratório de Integração e Testes Metrologia de Alta Frequência no Laboratório de Integração e Testes Alberto de Paula Silva alberto@lit.inpe.br julho de 2017 www.lit.inpe.br www.inpe.br O Laboratório de Integração e Testes (LIT) 30 anos

Leia mais

Fontes de Alimentação

Fontes de Alimentação ProLine Tecnologia de Interface Fontes de Alimentação Fonte de alimentação de 24 Vcc A Tarefa Os transmissores e condicionadores de sinais não alimentados pela malha de medição precisam de alimentação

Leia mais

DJAYCKSON ALTEA MORATTO GARCIA JULIANO APARECIDO PERDIGÃO LUIZ OTÁVIO FOGAÇA MIRANDA DIÁRIO DE BORDO CÂMARA FRIA COM CÉLULAS DE PELTIER CONTROLADAS

DJAYCKSON ALTEA MORATTO GARCIA JULIANO APARECIDO PERDIGÃO LUIZ OTÁVIO FOGAÇA MIRANDA DIÁRIO DE BORDO CÂMARA FRIA COM CÉLULAS DE PELTIER CONTROLADAS DJAYCKSON ALTEA MORATTO GARCIA JULIANO APARECIDO PERDIGÃO LUIZ OTÁVIO FOGAÇA MIRANDA DIÁRIO DE BORDO CÂMARA FRIA COM CÉLULAS DE PELTIER CONTROLADAS Tatuí/SP 1º Semestre/2017 1 DATA: 13/08/2016 DESCRIÇÃO:

Leia mais

Lâmpada TUBO LED HO Por que a lâmpada tubo led HO Intral têm qualidade superior?

Lâmpada TUBO LED HO Por que a lâmpada tubo led HO Intral têm qualidade superior? Fabricado no Brasil Lâmpada TUBO LED HO Por que a lâmpada tubo led HO Intral têm qualidade superior? As lâmpadas tuboled HO são indicadas para uso profissional, comercial e industrial. Construídas com

Leia mais

Sistema de Telecomunicações. Especificação Técnica para Distribuidor Geral de Telemática

Sistema de Telecomunicações. Especificação Técnica para Distribuidor Geral de Telemática TOTAL DISTRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA DE CÓPIAS Sistema de Telecomunicações Especificação Técnica para Distribuidor Geral de Telemática DIST. QTDE/TIP ÓRGÃO d c b a GEDOC Rev. Data Feito Visto Aprov Data Descrição

Leia mais

EXAME DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

EXAME DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS EXAME DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS DIA 24/07 quarta feira - 19:00 CURSOS/ DISCIPLINAS Disciplinas SALAS DE AULA TODOS OS CURSOS Física I, II, III Q302 Metodologia Cientifica Mecânica Geral Álgebra Linear

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES REDE CABEADA UTP FAST

MANUAL DE INSTRUÇÕES REDE CABEADA UTP FAST MANUAL DE INSTRUÇÕES REDE CABEADA UTP FAST DESCRIÇÃO Desenvolvido com o propósito de inovar o sistema de rede cabeada UTP tradicional, que trabalha com tensão em toda a extensão do Backbone, para uma solução

Leia mais

KIT PLACA AMPLIFICADOR 100 W RMS - A1002

KIT PLACA AMPLIFICADOR 100 W RMS - A1002 KIT PLACA AMPLIFICADOR 100 W RMS - Primeiramente queremos agradecer a aquisição do KIT Mod. - PLACA AMPLIFICADOR 100W RMS. Este manual procura detalhar todo o processo de montagem deste KIT amplificador,

Leia mais

ET-SE -030 TRAVESSIAS COM LUMINÁRIAS À LED

ET-SE -030 TRAVESSIAS COM LUMINÁRIAS À LED Sumário 1 OBJETIVO 2 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2 3 DEFINIÇÃO 3 4 REQUISITOS ESPECÍFICOS 5 5 DOCUMENTAÇÃO 9 6 GARANTIA 11 Superintendência de Engenharia de Sinalização - SSI Página 1 1 OBJETIVO Estabelecer

Leia mais

RELÉ DE APLICAÇÃO DE CURTO-CIRCUITO NO ROTOR PARA PARTIDA DE MOTORES SÍNCRONOS GCDT-01

RELÉ DE APLICAÇÃO DE CURTO-CIRCUITO NO ROTOR PARA PARTIDA DE MOTORES SÍNCRONOS GCDT-01 GRAMEYER Equipamentos Eletrônicos Ltda / GRAMEYER Indústria Eletroeletrônica Ltda. R. Mal. Castelo Branco, 2477 Schroeder SC Brasil 89275-000 e-mail: info@grameyer.com.br - www.grameyer.com.br Fones: 55

Leia mais

Texto Teórico 01: ESPECIFICAÇÕES DOS COMPONENTES ELETRÔNICOS

Texto Teórico 01: ESPECIFICAÇÕES DOS COMPONENTES ELETRÔNICOS INSTITUTO FEDERAL SANTA CATARINA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CURSO DE ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

ProLine Tecnologia de Interface. Transmissores de Temperatura para Alta Tensão. ProLine P 44000

ProLine Tecnologia de Interface. Transmissores de Temperatura para Alta Tensão. ProLine P 44000 ProLine Tecnologia de Interface Transmissores de Temperatura para Alta Tensão Medição precisa de temperatura sob altas tensão de até 6,6 kv. Quando é preciso medir temperaturas com termômetros de resistência

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Laboratório de Soldagem- LABSOLDA/ EMC Campus Universitário, Cx. P. 476 - Trindade 88040-900 - Florianópolis - SC Fones: (048) 234 2783 / 331 9471 - Fax: 234 6516

Leia mais

Derivador e terminação para rede RS485

Derivador e terminação para rede RS485 Descrição do Produto O derivador/terminador é um módulo integrante da Série Ponto de controladores programáveis. Sua função é facilitar a instalação de diversas UCPs da Série Piccolo e Ponto com interface

Leia mais

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA PADRONIZAÇÃO APROVAÇÃO ELABORAÇÃO VISTO

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA PADRONIZAÇÃO APROVAÇÃO ELABORAÇÃO VISTO MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0071 FUSÍVEIS TIPO NH DE BAIXA TENSÃO

Leia mais

Fonte de Alimentação 30 W 24 Vdc

Fonte de Alimentação 30 W 24 Vdc Descrição do Produto A é uma poderosa e completa série de Controlador Programável (CP) com características exclusivas e inovadoras. Devido a sua flexibilidade, design funcional, recursos de diagnóstico

Leia mais

bambozzi Manual de Instruções ELECTRONIC 150 (60 Hz / 220 V)

bambozzi Manual de Instruções ELECTRONIC 150 (60 Hz / 220 V) A SSISTÊNCIAS T ÊCNICASAUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 33833806 / 33833807 bambozzi Manual de Instruções BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 Centro CEP

Leia mais

Condutor de cobre nu

Condutor de cobre nu Item Seção nominal (mm²) Nº mín. de fios Formação Diâm. nom. (mm) Classe Diâm. nom. (mm) Corrente nominal (1) (A) Têmpera Peso nominal (kg/km) 1 6 1 2,8 1A 2,8 77 meio dura 54,7 2 10 1 3,55 1A 3,55 103

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CONECTOR GRAMPO DE LINHA VIVA GLV 100 E 400 AMPÉRES - CLASSE 15 kv

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CONECTOR GRAMPO DE LINHA VIVA GLV 100 E 400 AMPÉRES - CLASSE 15 kv EMD-.035 1/5 Conector Grampo de Linha Viva - GLV 400 Ampéres - Desenho orientativo - NOTA: Pequenas variações de forma, nas partes não cotadas, são admissíveis, desde que mantidas as características mecânicas

Leia mais

Electrónica Fundamental 11º ano

Electrónica Fundamental 11º ano Planificação Anual 2016/2017 Curso Profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos Electrónica Fundamental 11º ano 1 MÓDULO 5: Transístores Bipolares em Regime Estático 21 aulas de 45 =

Leia mais

Conector Bimetálico para Condutor Concêntrico de Alumínio

Conector Bimetálico para Condutor Concêntrico de Alumínio TIPO 1 Tabela 1 Item Seção do condutor (mm²) Diâmetro Condutor (mm) Dimensões (mm) A (máx.) B C Código 1 6 3,1 6790664 2 10 4,1 7,93 0,05 20 1,0 18 1,0 6797691 3 16 5,1 6797692 Nº Data Revisões Aprov.:

Leia mais

PAC-MAN AIR HOCKEY. Air Hockey Manual de Uso. Instruções de Montagem e Manutenção

PAC-MAN AIR HOCKEY. Air Hockey Manual de Uso. Instruções de Montagem e Manutenção PAC-MAN AIR HOCKEY Air Hockey Manual de Uso Instruções de Montagem e Manutenção Início Agradecemos por ter adquirido um produto Matic Entretenimento. Para sua própria segurança, por favor, leia atentamente

Leia mais

ARC 600 & 1200 LÂMPADA LED PARA ÁREAS CLASSIFICADAS

ARC 600 & 1200 LÂMPADA LED PARA ÁREAS CLASSIFICADAS ARC 600 & 1200 LÂMPADA LED PARA ÁREAS CLASSIFICADAS Autor: Barel AS Rev 8 Data: 14/01/2016 Barel AS 9917 Kirkenes Noruega www.barel.no ÍNDICE: 1 APLICAÇÕES... 2 2 APROVAÇÕES... 2 3 DADOS TÉCNICOS... 3

Leia mais

Luminária LED Modelo YZD Série A

Luminária LED Modelo YZD Série A ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Luminária LED Modelo YZD Série A TRAMONTINA ELETRIK S.A. Rodovia BR-470/RS, Km 230 Carlos Barbosa RS Brasil Fone (54) 3461 8200 ex.elt@tramontina.net www.tramontina.com Pág.1 ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DE SANTA SATARINA PROJETOS - PCI - Prof. Luis Carlos M. Schlichting

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DE SANTA SATARINA PROJETOS - PCI - Prof. Luis Carlos M. Schlichting PROJETOS Placas de Circuito Impresso - PCI - Prof. Luis Carlos M. Schlichting CONCEITOS BÁSICOS Processo pelo qual é efetuada a interligação de dispositivositi eletro-eletrônicos; l t Por meio de filetes

Leia mais

smar Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem prévia consulta.

smar  Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem prévia consulta. smar www.smar.com.br Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem prévia consulta. Informações atualizadas dos endereços estão disponíveis em nosso site. web: www.smar.com/brasil2/faleconosco.asp

Leia mais

Weidmüller Conexel do Brasil Ltda

Weidmüller Conexel do Brasil Ltda Weidmüller Klippon Connect - a eficiência extra no planejamento, instalação e operação de painéis. - Portfólio inovador de conectores para maior produtividade na construção de painéis. - A solução perfeita

Leia mais

Instruções para montagem

Instruções para montagem Created by EBCCW 00:06 by EBCCW 96:05 00:06 5125244 Instruções para montagem Edição 1.0 Garra Created by EBCCW 96:05 00:06 Created by EBCCW 00:06 by EBCCW 96:05 00:06 5125244 Instruções para montagem Garra

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Sociotécnicos

Engenharia de Software Sistemas Sociotécnicos Engenharia de Software Sistemas Sociotécnicos Prof. Carlos Lucas uma vela não perde sua chama acendendo outra Apenas 5% dos professores fizeram, fazem e farão a diferença 1 Sistema Sistemas Sociotécnicos

Leia mais

Foram projetados poços de aterramento com hastes de cobre e interligações feitas com solda exotérmicas e ligações mecânicas.

Foram projetados poços de aterramento com hastes de cobre e interligações feitas com solda exotérmicas e ligações mecânicas. SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. MEMORIAL DESCRITIVO... 4 2.1 SISTEMA DE ATERRAMENTO - CONCEPÇÃO... 5 2.2 SISTEMA DE ATERRAMENTO - MEDIÇÃO... 6 2.3 SISTEMA DE CAPTAÇÃO... 6 3. MATERIAIS APLICADOS... 7 3.1

Leia mais

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 : A 13º norma regulamentadora, estabelece todos os requisitos

Leia mais

Instruções de segurança POINTRAC PT31.TX*G****(*)*

Instruções de segurança POINTRAC PT31.TX*G****(*)* Instruções de segurança NCC 11.0389X Ex d [ia Ma] I Mb 0044 Document ID: 43781 Índice 1 Validade... 3 2 Geral... 3 3 Dados técnicos... 3 4 Condições de utilização... 5 5 Proteção contra danos causados

Leia mais

1.1 Apresentação 1.2 Assistência técnica 1.3 Inspeção no ato do recebimento 1.4 Especificações técnicas. 2.1 Introdução 2.

1.1 Apresentação 1.2 Assistência técnica 1.3 Inspeção no ato do recebimento 1.4 Especificações técnicas. 2.1 Introdução 2. ÍNDICE SEÇÃO 1 Dados Gerais 1.1 Apresentação 1.2 Assistência técnica 1.3 Inspeção no ato do recebimento 1.4 Especificações técnicas SEÇÃO 2 Funcionamento 2.1 Introdução 03 2.2 Funcionamento 03 SEÇÃO 3

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO DE COLETOR A TSSOLAR é uma empresa com grande conhecimento e experiência no mercado de aquecimento solar e engenharia de plásticos, sempre buscando inovar através

Leia mais

Subsistemas e recomendações de projeto segundo NBR Segundo a ABNT os subsistemas do cabeamento, se subdividem conforme o desenho abaixo:

Subsistemas e recomendações de projeto segundo NBR Segundo a ABNT os subsistemas do cabeamento, se subdividem conforme o desenho abaixo: Subsistemas e recomendações de projeto segundo NBR 14565 Segundo a ABNT os subsistemas do cabeamento, se subdividem conforme o desenho abaixo: Projeto de rede secundária O desenvolvimento do projeto consiste

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES CENTRAL DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ÁTRIA 1000W/24V

MANUAL DE INSTRUÇÕES CENTRAL DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ÁTRIA 1000W/24V MANUAL DE INSTRUÇÕES CENTRAL DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ÁTRIA 000W/24V 403.00 403.00 REV. 00 Índice Pág. Apresentação 4 2 Introdução 5 3 Características Técnicas 5 4 5 6 7 8 Painel Frontal 6 Dimensional

Leia mais

1. APRESENTAÇÃO 2. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS 1. APRESENTAÇÃO

1. APRESENTAÇÃO 2. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS 1. APRESENTAÇÃO smart CCM 1. APRESENTAÇÃO 1. APRESENTAÇÃO Os Centros de Controle de Motores de Baixa Tensão, modelo smart CCM são unidades modulares padronizadas, desenvolvidas em conformidade com a norma IEC 61439, garantindo

Leia mais

Nas exigências de um determinado material deve prevalecer, respectivamente, o exigido:

Nas exigências de um determinado material deve prevalecer, respectivamente, o exigido: MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0048 EQUIPAMENTOS 1/16 1. FINALIDADE

Leia mais

Curso Técnico Concomitante em Eletroeletrônica Nome do Curso MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 300h

Curso Técnico Concomitante em Eletroeletrônica Nome do Curso MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 300h Curso Técnico Concomitante em Eletroeletrônica Nome do Curso CÂMPUS JOINVILLE MATRIZ CURRICULAR Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 300h Desenho Medidas Elétricas Eletrônica Digital I Fundamentos Tecnológicos

Leia mais

Medidor Trifásico SDM630D

Medidor Trifásico SDM630D Medidor Trifásico SDM630D MANUAL DO USUÁRIO Conteúdo 1 INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA... 3 1.1 PESSOAL QUALIFICADO... 3 1.2 FINALIDADE... 4 1.3 MANUSEIO... 4 2 INTRODUÇÃO... 5 2.1 ESPEFICICAÇÕES... 5 3 DIMENSÕES...

Leia mais

VISÃO GERAL CONTEÚDO PRECAUÇÕES MONTAGEM DISPLAY UTILIZAÇÃO DESSOLDAGEM MANUTENÇÃO... 06

VISÃO GERAL CONTEÚDO PRECAUÇÕES MONTAGEM DISPLAY UTILIZAÇÃO DESSOLDAGEM MANUTENÇÃO... 06 ÍNDICE VISÃO GERAL... 02 CONTEÚDO... 02 PRECAUÇÕES... 03 MONTAGEM... 04 DISPLAY... 04 UTILIZAÇÃO... 05 DESSOLDAGEM... 05 MANUTENÇÃO... 06 LIMPEZA DE RESERVATÓRIO... 07 TROCA DE FUSÍVEL... 08 ESPECIFICAÇÕES...

Leia mais

Terminais Desconectáveis

Terminais Desconectáveis Terminais Desconectáveis Nexans, líder global em cabos Total de venda de 6,2 bilhões de euros em 2015 A mais completa variedade de cabos e sistema de cabeamento Plantas em mais de 40 países 26.000 funcionários

Leia mais

Caixa concentradora de disjuntores

Caixa concentradora de disjuntores FIGURA 1 - CAIXA COM TAMPA 532 15 4 2,5 162 120 42 DETALHE 1 VISTA SUPERIOR DETALHE 2 49 ALINHAMENTO ENTRE A JANELA PARA DISJUNTOR E O TRILHO PARA DISJUNTOR TAMPA DA JANELA PARA DISJUNTOR JANELA VENEZIANA

Leia mais

A COATING: MISSÃO, VISÃO E VALORES:

A COATING: MISSÃO, VISÃO E VALORES: A COATING: A Coating é uma empresa formada por uma equipe experiente e qualificada, comprometida com seus objetivos atuando com uma perspectiva diferenciada, trabalhando com excelência e soluções customizadas.

Leia mais

Bateria Estacionária Bosch Eficiência e tecnologia em armazenagem de energia.

Bateria Estacionária Bosch Eficiência e tecnologia em armazenagem de energia. Bateria Estacionária Bosch Eficiência e tecnologia em armazenagem de energia. Baterias estacionárias Bosch As baterias estacionárias Bosch foram desenvolvidas para garantir o máximo desempenho e durabilidade

Leia mais

Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas

Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas Aula 03 Padrão de entrada. Ramal de ligação, poste particular e pontalete. Quadro de medição. Quadro de distribuição. Prof. Dra. Giovana Tripoloni

Leia mais

Certifique-se de que todos os itens abaixo estão inclusos na caixa:

Certifique-se de que todos os itens abaixo estão inclusos na caixa: ÍNDICE CONTEÚDO... 02 PRECAUÇÕES... 03 CONFIGURAÇÃO E OPERAÇÃO... 04 A) ESPONJA... 04 B) CONEXÃO... 04 C) AJUSTE DE TEMPERATURA... 04 D) LIGANDO... 05 DICAS E CUIDADOS DE USO... 05 Temperatura... 06 Limpeza...

Leia mais

Aterramento, ruído e segurança

Aterramento, ruído e segurança Page 1 of 5 Aterramento, ruído e segurança Informação técnica para usuários de produtos de áudio profissional da Yamaha O aterramento inadequado pode criar risco mortal. Mesmo que não venha a causar perigo,

Leia mais

Tecnologias de Construção Produtos de segurança contra incêndio. Separador de Linha FDCIO181 Manual do Produto. Visão Geral

Tecnologias de Construção Produtos de segurança contra incêndio. Separador de Linha FDCIO181 Manual do Produto. Visão Geral Separador de Linha FDCIO181 Manual do Produto Visão Geral Característica O Separador de Linha FDCL181 é usado para detectar e isolar a parte de curto-circuito do FD18-BUS. Os isoladores são conectados

Leia mais

I. Fatores a serem considerados durante o Projeto

I. Fatores a serem considerados durante o Projeto I. Fatores a serem considerados durante o Projeto 1. Adaptação do projeto ao meio ambiente; 2. Escolha do nível de tensão; 3. Seleção dos condutores fase (tipo e tamanho); 4. Seleção dos cabos pára-raios;

Leia mais

Caixa para medidor polifásico com trava na tampa

Caixa para medidor polifásico com trava na tampa FIRUGA 1: CAIXA COM TAMPA 227 VISTA SUPERIOR 114 57 A 14 209 345 171 46 PRÉ-FURO Ø5 53 VISTA LATERAL ESQUERDA Ø2 FURO PARA LACRE A VISTA FRONTAL MÍN. 10,5 15 LUVA W1/4 VISTA LATERAL DIREITA 48 48 46 27

Leia mais

OBJETIVOS DA SEÇÃO. Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a:

OBJETIVOS DA SEÇÃO. Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a: OBJETIVOS DA SEÇÃO Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a: I. Definir os critérios da Área de Trabalho para o Sistema de Cabeamento Siemon, tanto para interfaces

Leia mais

BORNE RELÉ RR-100. Manual do usuário Borne Relé MAN-PT-DE- RR-100 Rev.:

BORNE RELÉ RR-100. Manual do usuário Borne Relé MAN-PT-DE- RR-100 Rev.: RR-100 Manual do usuário Borne Relé MAN-PT-DE- RR-100 Rev.: 1.00-11 Introdução Obrigado por ter escolhido nosso RR-100. Para garantir o uso correto e eficiente do RR-100, leia este manual completo e atentamente

Leia mais

CCM. Centro de Controle de Motores Conjunto de manobra e controle de baixa tensão. Painéis metálicos fabricados em aço carbono.

CCM. Centro de Controle de Motores Conjunto de manobra e controle de baixa tensão. Painéis metálicos fabricados em aço carbono. Centro de Controle de Motores Conjunto de manobra e controle de baixa tensão Painéis metálicos fabricados em aço carbono. Definição ( montado): é uma combinação de dispositivos e equipamentos de manobra,

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Transdutor de Frequência. Revisão III

MANUAL DO USUÁRIO. Transdutor de Frequência. Revisão III MANUAL DO USUÁRIO Revisão III Índice Capítulo Página Introdução 3 Termo de Garantia 3 Características Técnicas 4 Dimensional do Produto 5 Esquema de Ligação 6 Saída Analógica 7 Instalação do Produto 9

Leia mais

TRANSDUTORES TRU Família TRU LOEFER do Brasil Indústria e Comércio Ltda

TRANSDUTORES TRU Família TRU LOEFER do Brasil Indústria e Comércio Ltda LF0225 REV.1 Nov/03 FL. 1 de 4 Família TRU LF0225 REV.1 Nov/03 FL. 2 de 4 TRANSDUTOR DE POSIÇÃO TIPO TRU (sensor resistivo universal) INTRODUÇÃO. Com a criação da linha de transdutores cuja corrente de

Leia mais

Módulo de Expansão de Entrada de Encoder EEN1 SCA06

Módulo de Expansão de Entrada de Encoder EEN1 SCA06 Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas Módulo de Expansão de Entrada de Encoder EEN1 SCA06 Guia de Instalação, Configuração e Operação Índice ÍNDICE 1 INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA...

Leia mais

Sistema de Telecomunicações. Especificação Técnica para Distribuidor Intermediário Digital

Sistema de Telecomunicações. Especificação Técnica para Distribuidor Intermediário Digital TOTAL DISTRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA DE CÓPIAS Sistema de Telecomunicações Especificação Técnica para Distribuidor Intermediário Digital DIST. QTDE/TIP ÓRGÃO d c b a GEDOC Rev. Data Feito Visto Aprov Data Descrição

Leia mais

Multimedidor Digital de Painel. Manual do Usuário

Multimedidor Digital de Painel. Manual do Usuário Multimedidor Digital de Painel Manual do Usuário 1. Introdução Este modelo de Multimedidor Digital de Painel JNG permite a medição de vários parâmetros elétricos em um único equipamento para medição, incorporando

Leia mais

Instruções de segurança Proline Prosonic Flow 200

Instruções de segurança Proline Prosonic Flow 200 XA01308D/06/PT/01.14 71253657 Products Solutions Services Instruções de segurança Proline Prosonic Flow 200 INMETRO: Ex ia IIC T6 T1 Segurança INMETRO DEKRA OCP 0089 Proline Prosonic Flow 200 XA01308D

Leia mais

MANUAL DAS CAIXAS DE CONEXÃO PARA OS TORQUÍMETROS T20 E T22

MANUAL DAS CAIXAS DE CONEXÃO PARA OS TORQUÍMETROS T20 E T22 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO DE MÁQUINAS, ACIONAMENTOS E ENERGIA MANUAL DAS CAIXAS DE CONEXÃO PARA OS TORQUÍMETROS T20

Leia mais

Isoladores de Sinais Convencionais, Alimentados pela Malha

Isoladores de Sinais Convencionais, Alimentados pela Malha Isoladores de Sinais Convencionais, Alimentados pela Malha Para isolação de sinais de corrente convencionais de 0(4) a 20 ma, até 4 canais. O Alojamento Medindo apenas 12,5 mm de largura para 1 ou 2 canais

Leia mais

Série AV - Braços de Montagem Dinâmicos Inclinação e rotação Braço simples Braço duplo

Série AV - Braços de Montagem Dinâmicos Inclinação e rotação Braço simples Braço duplo Série AV - Braços de Montagem Dinâmicos Inclinação e rotação Braço simples Braço duplo Operação intuitiva melhora a experiência do usuário final Reposicionamento sem a necessidade de usar ferramentas ou

Leia mais

Robótica Industrial: Fundamentos, Tecnologias, Programação e Simulação

Robótica Industrial: Fundamentos, Tecnologias, Programação e Simulação Robótica Industrial: Fundamentos, Tecnologias, Programação e Simulação Winderson Eugenio dos Santos José Hamilton Chaves Gorgulho Jr Editora Erica Saraiva Robôs Industriais Capítulo 1 Karel Capek (1921)

Leia mais

Fundamentos Tecnológicos 70 h - Desenho Técnico I 70 h - Tecnologia dos Materiais 70 h - Prática Mecânica 35 h - Processos de Fabricação 35 h -

Fundamentos Tecnológicos 70 h - Desenho Técnico I 70 h - Tecnologia dos Materiais 70 h - Prática Mecânica 35 h - Processos de Fabricação 35 h - Curso Técnico Subsequente Curso de Mecânica CÂMPUS CHAPECÓ MATRIZ CURRICULAR Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 350 h Fundamentos Tecnológicos Desenho Técnico I Introdução ao Mundo do Trabalho 35 h

Leia mais

Avaliação da Conformidade de Componentes Eletrônicos

Avaliação da Conformidade de Componentes Eletrônicos LABORATÓRIO DE DE INTEGRAÇÃO E TESTES E TESTES Avaliação da Conformidade de Componentes Eletrônicos Moisés Lobato do Prado Prof. Ricardo Suterio, Dr. Eng. suterio@lit.inpe.br 5 de dezembro de 2013 Sumário

Leia mais

MOVIMENTO E DINAMISMO

MOVIMENTO E DINAMISMO SOBRE O GRUPO REDUTEP ACIONAMENTOS REDUTEP INTEGRADORA MOVIMENTO E DINAMISMO www.redutep.com.br O GRUPO Redutep Soluções Industriais A divisão Acionamentos oferece os mais variados produtos e acessórios

Leia mais

ERGONOMIA Notas de Aula-Graduação

ERGONOMIA Notas de Aula-Graduação ERGONOMIA Notas de Aula-Graduação Análise Ergonômica do Produto Critérios: Bases Conceituais e Funções do Produto Mario S. Ferreira Abril, 2012 HOMEM X MEIO DE PRODUÇÃO X MODO DE PRODUÇÃO AMBIENTE DE TRABALHO

Leia mais

Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos.

Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos. 1 Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos. Somos um dos maiores fabricantes mundiais de fios e cabos, com mais de 170 anos de história de progresso contínuo em nível global e mais de 40 anos no Brasil.

Leia mais

ELETRÔNICA BÁSICA - LISTA DE EXERCÍCIOS - DIODOS SEMI CONDUTORES

ELETRÔNICA BÁSICA - LISTA DE EXERCÍCIOS - DIODOS SEMI CONDUTORES 1 1. O setor automotivo tem ajudado o mercado de semicondutores a aumentar seu faturamento e a diminuir a dependência de seus clientes principais: as indústrias de telefones celulares, de eletrônicos e

Leia mais

CABOS DE AQUECIMENTO

CABOS DE AQUECIMENTO Fabricados a partir de uma liga resistiva isolada com polímeros com alta resistência a temperatura, intempéries e ataques químicos. Potência Variável Materiais: Resistor: fios resistivos. Isolação: Borracha

Leia mais

Placas de Circuito Impresso

Placas de Circuito Impresso Placas de Circuito Impresso Origem Anteriormente à invenção dos transistores os circuitos eletrônicos baseavam-se em válvulas à vácuo que, por serem relativamente grandes, dispensavam maiores preocupações

Leia mais

BORNE COM 8 RELÉS RR-400

BORNE COM 8 RELÉS RR-400 RR-400 Manual do usuário Borne com 8 Relés MAN-PT-DE-RR400 Rev.: 2.00-08 Introdução Obrigado por ter escolhido nosso RR-400. Para garantir o uso correto e eficiente do RR-400, leia este manual completo

Leia mais

Normas. Proteção da cabeça:

Normas. Proteção da cabeça: Normas Proteção da cabeça: Norma EN397 - Capacetes de proteção para a indústria A norma EN 397, que diz respeito aos capacetes de proteção para a indústria, exige em termos de marcação as indicações seguintes:

Leia mais

GESTÃO DE PROCESSOS PRODUTIVOS E QUALIDADE. 7º aula

GESTÃO DE PROCESSOS PRODUTIVOS E QUALIDADE. 7º aula GESTÃO DE PROCESSOS PRODUTIVOS E QUALIDADE 7º aula Prof. Alexandre Gonçalves alexandre.goncalves@uninove.br ARRANJO FÍSICO - LAYOUT Planejar o arranjo físico de uma certa instalação significa tomar decisões

Leia mais

/sonarengenharia

/sonarengenharia A Sonar Engenharia, empresa atuante nos setores de ELÉTRICA e GÁS, possui em seu quadro profissionais graduados em Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Eletrotécnica e Engenharia de Segurança no Trabalho.

Leia mais

POWERTRANS ELETR RÔNICA INDUSTRIAL Manual Técnico de Instalação e Operação POWERBLOCK JUNIOR MONOFÁSICO

POWERTRANS ELETR RÔNICA INDUSTRIAL Manual Técnico de Instalação e Operação POWERBLOCK JUNIOR MONOFÁSICO POWERTRANS Eletrônica Industrial Ltda. Rua Ribeiro do Amaral, 83 Ipiranga SP - Fone/Fax: (11) 2063-9001 E-mail: powertrans@powertrans.com.br Site: www.powertrans.com.br Manual Técnico de Instalação e Operação

Leia mais

Terminador com Diagnóstico de Fonte

Terminador com Diagnóstico de Fonte Descrição do Produto O módulo é uma terminação ativa para redes PROFIBUS, com diagnóstico de fontes redundantes. É aplicado nas extremidades de segmentos de redes PROFIBUS-DP para assegurar o perfeito

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Transdutor DC/DC (isolador galvânico) Revisão II

MANUAL DO USUÁRIO. Transdutor DC/DC (isolador galvânico) Revisão II MANUAL DO USUÁRIO Transdutor DC/DC (isolador galvânico) Índice Capítulo Página Introdução 3 Termo de Garantia 3 Características Técnicas 4 Esquemas de Ligação 6 Saída Analógica 8 Instalação do Produto

Leia mais

O mundo do teste e medição elétrica. Test & Measureline Teste e medição

O mundo do teste e medição elétrica. Test & Measureline Teste e medição O mundo do teste e medição elétrica Test & Measureline Teste e medição STÄUBLI ELECTRICAL CONNECTORS Soluções com perspectiva: ligações efi cazes A Stäubli Electrical Connectors é um fabricante líder ao

Leia mais

STRING BOX SOLUÇÃO FOTOVOLTAICA MANUAL DO USUÁRIO 2 ENTRADAS / 1 SAÍDA

STRING BOX SOLUÇÃO FOTOVOLTAICA MANUAL DO USUÁRIO 2 ENTRADAS / 1 SAÍDA STRING BOX SOLUÇÃO FOTOVOLTAICA 2 ENTRADAS / 1 SAÍDA MANUAL DO USUÁRIO ÍNDICE Simbologia 03 Instruções de Segurança Introdução Estrutura Básica 03 04 05 Instalação e Operação 06 Dados dos Fusíveis 07 Dados

Leia mais