PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO. Entre. a Direção-Geral da Educação Ministério da Educação e Ciência

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO. Entre. a Direção-Geral da Educação Ministério da Educação e Ciência"

Transcrição

1 PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO Entre a Direção-Geral da Educação Ministério da Educação e Ciência e o Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. Ministério dos Negócios Estrangeiros para promover a consolidação da Educação para o Desenvolvimento (ED) no sector da educação formal em todos os níveis de educação, ensino e formação, contemplando a participação das comunidades educativas, no quadro do Plano de Ação da Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento ( )

2 PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO A Educação para o Desenvolvimento (ED) tem constituído uma área de intervenção de diversas instituições públicas, no âmbito da prossecução de políticas nacionais e europeias, nomeadamente, por parte do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, I.P., atual Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., e da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, atual Direção-Geral da Educação. Na declaração conjunta designada por Consenso Europeu sobre o Desenvolvimento, emitida pelo Conselho Europeu, pelos representantes dos Governos dos Estados-Membros reunidos em Conselho, pelo Parlamento Europeu e pela Comissão Europeia, sobre a política de cooperação para o desenvolvimento da União Europeia, acordada em 2005 e publicada na edição de 24 de fevereiro de 2006 do Jornal Oficial da União Europeia, ficou estabelecido que a União Europeia deve consagrar uma atenção especial à Educação para o Desenvolvimento (ED) e à sensibilização dos seus cidadãos. Considerando: Que a Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento , adiante designada por ENED, aprovada pelo despacho n.º 25931/2009 do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação e do Secretário de Estado Adjunto e da Educação, publicado a 26 de novembro no Diário da República, 2.ª Série, compreende, como um dos seus quatro objetivos específicos, a consolidação da Educação para o Desenvolvimento (ED) no sector da educação formal em todos os níveis de educação, ensino e formação, contemplando a participação das comunidades educativas, estabelecendo seis metas para a sua consecução. 1

3 Que o Plano de Ação da ENED foi subscrito pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, I.P., e por doze outras instituições públicas e organizações da sociedade civil, a 22 de abril de 2010, através de protocolo de colaboração, onde se estabelece que os signatários se comprometem a concorrer para a execução das medidas e das atividades do Plano de Ação, contribuindo para a elaboração e prossecução dos respectivos planos anuais de atividades, com os recursos julgados necessários e adequados e para a visibilidade e divulgação da Estratégia e das atividades que a ela respeitam. Que o Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. preside à comissão de acompanhamento da ENED, sendo a Direção-Geral da Educação um dos seus membros, tal como consta do despacho n.º 25931/2009. Que a implementação das medidas e das atividades da ENED pressupõe a colaboração entre as diversas entidades. A Direção-Geral da Educação, adiante designada por DGE, entidade equiparada a pessoa coletiva n.º , com sede na Avenida 24 de Julho nº 140, Lisboa, representada pelo seu Diretor-Geral, Doutor Fernando José Egídio Reis, como primeiro outorgante, e o Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., adiante designado por Camões, I.P., instituto público dotado de personalidade jurídica nº , com sede em Lisboa, representado na pessoa da sua Presidente do Conselho Diretivo, Doutora Ana Paula Martins Laborinho, como segundo outorgante, 2

4 Celebram o presente protocolo de colaboração, nos termos e sob as seguintes cláusulas: Cláusula 1.ª (Objeto) O presente protocolo visa estabelecer os termos e as condições de colaboração institucional entre os outorgantes subscritores, tendo em vista contribuir para a concretização do Objetivo 2. da ENED - Promover a consolidação da ED no sector da educação formal em todos os níveis de educação, ensino e formação, contemplando a participação das comunidades educativas. Cláusula 2.ª (Obrigações do primeiro outorgante) A DGE compromete-se a: 1. Elaborar um Referencial de Educação para o Desenvolvimento ( Guião de Educação para o Desenvolvimento ) para o pré-escolar, ensino básico e ensino secundário que se enquadre curricularmente no âmbito da Educação para a Cidadania, como contributo para a Medida 2.2 da ENED Elaboração de materiais de orientação pedagógica para profissionais da educação e formação e outros agentes educativos e desenvolvimento de materiais didáticos que apoiem a realização de projetos e intervenções educativas de ED. 2. Divulgar, junto dos Agrupamentos de escolas e das escolas não agrupadas, os projetos e iniciativas promovidos por diversas entidades na perspectiva de colaboração com as escolas, como contributo para a Medida 2.3 da ENED Promoção do trabalho colaborativo entre os estabelecimentos de educação, ensino e formação e entidades públicas e privadas que intervêm em ED. 3

5 3. Conceber e obter a acreditação pelo Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua de Professores de uma ação de formação contínua que enquadre a Educação para o Desenvolvimento (ED) no âmbito da Educação para a Cidadania, como contributo para a Medida 2.4 da ENED Desenvolvimento da formação contínua para profissionais de educação e formação e outros agentes educativos e sensibilização dos e das responsáveis pela gestão dos agrupamentos de escolas e junto das comunidades educativas. 4. Para a concretização dos números 1, 2 e 3 da presente cláusula é celebrado um contrato-programa subscrito pela DGE, pelo Camões, I.P., e por entidades de reconhecido mérito no âmbito da Educação para o Desenvolvimento (ED), selecionadas pelo primeiro outorgante com o acordo do segundo outorgante. Cláusula 3.ª (Obrigações do segundo outorgante) O Camões, I.P., compromete-se a: 1. Proceder ao financiamento, no montante de (vinte e cinco mil euros), do programa de atividades a levar a cabo pelas entidades de reconhecido mérito no âmbito da Educação para o Desenvolvimento (ED) selecionadas, referidas no contrato programa (nº4 da Cláusula 2.ª). 2. Acompanhar a execução do programa de atividades referido no número anterior da presente cláusula, de forma a ser assegurada a conformidade com o Plano de Ação da ENED. 4

6 Cláusula 4.ª (Planos e relatórios de atividades anuais) Durante a vigência do protocolo e no quadro do programa de atividades referido no número 1 da cláusula 3.ª, são elaborados planos e relatórios de atividades anuais, nos termos definidos no contratoprograma. Cláusula 5.ª (Alterações ao protocolo) Por acordo entre a DGE e o Camões, I.P., podem introduzir-se alterações ao presente protocolo, desde que sejam expressas por escrito e assinadas pelos respetivos representantes, devidamente mandatados para o efeito. Cláusula 6.ª (Vigência) O presente protocolo vigora entre a data da assinatura pelos representantes da DGE e do Camões, I.P., e 31 de dezembro de 2015, data em que termina o período de vigência do protocolo de colaboração que tem como objeto a subscrição do Plano de Ação da ENED. Cláusula 7.ª (Lei material competente) O presente Protocolo rege-se pela Lei Portuguesa, segundo a qual deve ser sempre interpretado. 5

7 Cláusula 8.ª (Foro competente) Para todas as questões emergentes do presente protocolo, designadamente a interpretação, a integração de lacunas e a resolução de diferendos, fica estabelecido o foro da Comarca de Lisboa, com expressa renúncia a qualquer outro. O presente protocolo de colaboração, constante de seis folhas, é feito em duplicado, ficando um exemplar para a DGE e outro para o Camões, I.P. Lisboa, 11 de outubro de 2012 Pela DGE Pelo Camões, I.P. Fernando José Egídio Reis Ana Paula Martins Laborinho 6

^ GOVERNO DE ^ PORTUGAL

^ GOVERNO DE ^ PORTUGAL ^ GOVERNO DE ^ ^Z?g??^ «educação PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL ENTRE A DIREÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO, DO E CIÊNCIA E A DIREÇÃO-GERAL DO, DO Considerando que: O Ministério da Educação e Ciência, no

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL Considerando: Que o NERGA é uma Pessoa Coletiva de Utilidade Pública que, tem como objetivo

Leia mais

PT07: Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada ACORDO DE COOPERAÇÃO

PT07: Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada ACORDO DE COOPERAÇÃO PT07: Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada ACORDO DE COOPERAÇÃO Entre Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO A Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, lei 147/99, de 1 de Setembro, consagra um

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Proposta de PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Entre: Município de Guimarães, primeiro Outorgante, representado pelo Presidente da Câmara Municipal E Escola Profissional Profitecla / Pólo de Guimarães, Pessoa Colectiva,

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Considerando que: - O Estado Português, mediante ratificação da Carta Social Europeia revista (1996), comprometeu-se em assegurar às crianças e jovens o exercício efetivo do direito

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Desagregação das medidas e das tipologias de atividades ESTRATÉGIA NACIONAL

Leia mais

Acordo de Colaboração

Acordo de Colaboração Acordo de Colaboração Extensão de horário das actividades de animação e de apoio à família na educação Pré-escolar nos Jardins do Agrupamento de Escolas de Samora Correia Considerando que: A Educação Pré-escolar,

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO NO ÂMBITO DA COMPONENTE DE APOIO À FAMILIA NA ESCOLA BÁSICA DO 1º CICLO N.º 1, AREIAS, SETÚBAL Considerando que: a) O Despacho n.º 14 460/2008, da Ministra da Educação, de 15 de

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O INSTITUTO DA HABITAÇÃO E DA REABILITAÇÃO URBANA, I.P. E A CÂMARA MUNICIPAL DE CHAVES

PROTOCOLO ENTRE O INSTITUTO DA HABITAÇÃO E DA REABILITAÇÃO URBANA, I.P. E A CÂMARA MUNICIPAL DE CHAVES PROTOCOLO ENTRE O INSTITUTO DA HABITAÇÃO E DA REABILITAÇÃO URBANA, I.P. E A CÂMARA MUNICIPAL DE CHAVES Considerando que: - A reabilitação das áreas urbanas antigas, em especial os centros históricos, é

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DE MANTEIGAS E O CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO DOS TRABALHADORES DA CÂMARA MUNICIPAL DE MANTEIGAS

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DE MANTEIGAS E O CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO DOS TRABALHADORES DA CÂMARA MUNICIPAL DE MANTEIGAS PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DE MANTEIGAS E O CENTRO CULTURAL E DESPORTIVO DOS TRABALHADORES DA CÂMARA MUNICIPAL DE MANTEIGAS Considerando que: a) nos termos do disposto no artigo 23º da

Leia mais

PROTOCOLO. Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal

PROTOCOLO. Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal PROTOCOLO Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal Preâmbulo A criação da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem-Abrigo (ENIPSA) 2009-2015 decorreu fundamentalmente da necessidade

Leia mais

PROGRAMA PARLAMENTO DOS JOVENS

PROGRAMA PARLAMENTO DOS JOVENS PROGRAMA PARLAMENTO DOS JOVENS PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES, A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA, O

Leia mais

Protocolo de cooperação para a preparação de materiais didático-pedagógicos de apoio ao Referencial de Educação Financeira

Protocolo de cooperação para a preparação de materiais didático-pedagógicos de apoio ao Referencial de Educação Financeira Protocolo de cooperação para a preparação de materiais didático-pedagógicos de apoio ao Referencial de Educação Financeira Entre: Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, composto pelas três autoridades

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO MEMORANDO DE ENTENDIMENTO Sob o Alto Patrocínio do MINISTRO DA ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE Ti MOR-LESTE e da MINISTRA DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL DE PORTUGAL É OUTORGADO:

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DE MANTEIGAS E A FÁBRICA DA IGREJA PAROQUIAL DA FREGUESIA DE SÃO PEDRO DO CONCELHO DE MANTEIGAS

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DE MANTEIGAS E A FÁBRICA DA IGREJA PAROQUIAL DA FREGUESIA DE SÃO PEDRO DO CONCELHO DE MANTEIGAS PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DE MANTEIGAS E A FÁBRICA DA IGREJA PAROQUIAL DA FREGUESIA DE SÃO PEDRO DO CONCELHO DE MANTEIGAS Considerando que: a) nos termos do disposto no artigo 23º da Lei

Leia mais

Protocolo de Colaboração

Protocolo de Colaboração Protocolo de Colaboração Entre os Centros de Formação de Associação de Escolas do distrito de Coimbra e a Universidade de Coimbra Os Centros de Formação de Associação de Escolas do distrito de Coimbra,

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE A POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E A SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA

PROTOCOLO ENTRE A POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E A SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROTOCOLO ENTRE A POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E A SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA 1. Preâmbulo Face ao actual modelo de profissionalização e aos imperativos de modernização organizacional, técnica

Leia mais

AG~NCIA PARA A ENERGIA

AG~NCIA PARA A ENERGIA AG~NCIA PARA A ENERGIA PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO NO DOMíNIO DA FORMAÇÃO EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA ENTRE A ADENE - AGÊNCIA PARA A ENERGIA EO INA - INSTITUTO NACIONAL DA ADMINISTRAÇÃO, I.P. Mod.53(01)/07 2/6

Leia mais

CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO N.º CP/37/DFQ/2015 FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO N.º CP/37/DFQ/2015 FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO N.º CP/37/DFQ/2015 Objeto: FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS Outorgantes: 1. Instituto Português do Desporto e Juventude, I. P. 2. Federação Portuguesa de Pétanca

Leia mais

*************************************

************************************* CONTRATO Contrato nº: 228/2014 Ajuste Directo nº : 5410215/2014 Fornecimento de: Perfluoron Octane 100% Frs 5 Ml Firma: Optifar Importação e Exportação, Ld.ª Valor contratual: 17.327,50 (dezassete mil

Leia mais

Projeto de Portaria. Alteração à Portaria n.º 172-A/2015, de 5 de junho

Projeto de Portaria. Alteração à Portaria n.º 172-A/2015, de 5 de junho Projeto de Portaria Alteração à Portaria n.º 172-A/2015, de 5 de junho O Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo (EEPC), aprovado pelo Decreto- Lei n.º 152/2013, de 4 de novembro, prevê, no n.º 1 do

Leia mais

ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Os Ministérios das Finanças, da Economia e da Saúde, e a Indústria Farmacêutica, por intermédio

Leia mais

REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS DO AGRUPAMENTO VERGÍLIO FERREIRA, LISBOA

REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS DO AGRUPAMENTO VERGÍLIO FERREIRA, LISBOA REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS DO AGRUPAMENTO VERGÍLIO FERREIRA, LISBOA Decorrente da criação de um Orçamento Participativo das Escolas, através do Despacho nº 463-A/2017 de 6 de janeiro,

Leia mais

Plano de Atividades 2013

Plano de Atividades 2013 Plano de Atividades Ano de 2013 Plano de Atividades 2013 Introdução No prosseguimento da sua missão consultiva, instituída no quadro da Lei de Bases do Sistema Educativo de 1986, e tendo por referência

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A ALI - ASSOCIAÇÃO DE APOIO DOMICILlÁRIO DE LARES E CASAS DE REPOUSO DE IDOSOS

PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A ALI - ASSOCIAÇÃO DE APOIO DOMICILlÁRIO DE LARES E CASAS DE REPOUSO DE IDOSOS PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A ALI - ASSOCIAÇÃO DE APOIO DOMICILlÁRIO DE LARES E CASAS DE REPOUSO DE IDOSOS 1. Preâmbulo A celebração do presente protocolo tem como objectivo assegurar aos militares

Leia mais

Protocolo de Cooperação. entre COMITÉ OLÍMPICO DE PORTUGAL INSTITUTO CIVIL DA AUTODISCIPLINA DA COMUNICAÇÃO COMERCIAL

Protocolo de Cooperação. entre COMITÉ OLÍMPICO DE PORTUGAL INSTITUTO CIVIL DA AUTODISCIPLINA DA COMUNICAÇÃO COMERCIAL Protocolo de Cooperação entre COMITÉ OLÍMPICO DE PORTUGAL e INSTITUTO CIVIL DA AUTODISCIPLINA DA COMUNICAÇÃO COMERCIAL ENTRE: Comité Olímpico de Portugal, instituição de utilidade pública, com personalidade

Leia mais

CONTRATO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA O ENSINO DO INGLÊS NAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR NO 1 CEB ANO LETIVO

CONTRATO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA O ENSINO DO INGLÊS NAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR NO 1 CEB ANO LETIVO CONTRATO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA O ENSINO DO INGLÊS NAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR NO 1 CEB ANO LETIVO 2012-2013 Agrupamento de Escolas de Aveiro, pessoa coletiva de direito público,

Leia mais

Regras de Utilização da Marca Centro de Referência-Portugal. Unidades Prestadoras de Cuidados do Sistema de Saúde

Regras de Utilização da Marca Centro de Referência-Portugal. Unidades Prestadoras de Cuidados do Sistema de Saúde NÚMERO: 005/2016 DATA: 11/03/2016 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Regras de Utilização da Marca Centro de Referência-Portugal Centro de Referência Unidades Prestadoras de Cuidados do Sistema

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR PREÂMBULO A Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, diploma que estabelece, entre outros, o regime jurídico das autarquias locais, veio atribuir, no

Leia mais

REDE DE MUNICÍPIOS PARA A ADAPTAÇÃO LOCAL ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS CARTA DE COMPROMISSO

REDE DE MUNICÍPIOS PARA A ADAPTAÇÃO LOCAL ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS CARTA DE COMPROMISSO REDE DE MUNICÍPIOS PARA A ADAPTAÇÃO LOCAL ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS CARTA DE COMPROMISSO CARTA DE COMPROMISSO DA REDE DE MUNICÍPIOS PARA A ADAPTAÇÃO LOCAL ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS Considerando: Que o 5.º

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL E A UNIVERSIDADE PORTUCALENSE INFANTE D. HENRIQUE

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL E A UNIVERSIDADE PORTUCALENSE INFANTE D. HENRIQUE -------- DEFESA NACI NAL l ; ;-.i1\' l ~ l lsi01\d I :. POR'l'l ' Cr\ 1.l : NS t ~ PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL E A UNIVERSIDADE PORTUCALENSE INFANTE D. HENRIQUE Entre:

Leia mais

PROTOCOLO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

PROTOCOLO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROTOCOLO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Entre: APAVT - Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, com sede em Lisboa, na Rua Duque de Palmela, 2-1º Dtº, pessoa colectiva n.º 500910839, adiante

Leia mais

CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO N.º CP/142/DDF/2016 EVENTOS DESPORTIVOS INTERNACIONAIS

CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO N.º CP/142/DDF/2016 EVENTOS DESPORTIVOS INTERNACIONAIS CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO N.º CP/142/DDF/2016 Objeto: EVENTOS DESPORTIVOS INTERNACIONAIS Etapa da Copa do Mundo 2016 Outorgantes: 1. Instituto Português do Desporto e Juventude, I.

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE GRUPO STS E ASSOCIAÇÃO DE ESPECIALISTAS DA FORÇA AÉREA

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE GRUPO STS E ASSOCIAÇÃO DE ESPECIALISTAS DA FORÇA AÉREA PROTOCOLO D COOPRAÇÃO NTR ASSOCIAÇÃO D SPCIALISTAS DA FORÇA AÉRA ntre ASSOCIAÇÃO D SPCIALISTAS DA FORÇA AÉRA, registado sob o número de identificação fiscal e de pessoa coletiva 500931496, com sede na

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA E O MINISTÉRIO FEDERAL DE TRABALHO E DE ASSUNTOS SOCIAIS DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA Considerando a necessidade

Leia mais

MINUTA DO CONTRATO-PROGRAMA ENTRE A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA E. (designação da entidade) No âmbito do Programa Investigador FCT

MINUTA DO CONTRATO-PROGRAMA ENTRE A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA E. (designação da entidade) No âmbito do Programa Investigador FCT MINUTA DO CONTRATO-PROGRAMA ENTRE A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA E (designação da entidade) No âmbito do Programa Investigador FCT Considerando que o investimento sustentável em investigação

Leia mais

PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Considerando que, A Constituição da República Portuguesa, inspirada no artigo

Leia mais

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS Janeiro 2017 ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS O Orçamento Participativo das Escolas tem como objetivos contribuir para as comemorações do Dia do Estudante e estimular a participação cívica e democrática

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DE VERÃO

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DE VERÃO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DE VERÃO Nos termos do art.º 24º da Lei nº 62/2007 de 10 de Setembro, compete às Instituições de Ensino Superior apoiar a inserção dos seus estudantes no mundo do trabalho. Tal

Leia mais

- minuta - Protocolo de Colaboração entre a Câmara Municipal de Setúbal e a Associação Cristã da Mocidade/YMCA

- minuta - Protocolo de Colaboração entre a Câmara Municipal de Setúbal e a Associação Cristã da Mocidade/YMCA - minuta - Protocolo de Colaboração entre a Câmara Municipal de Setúbal e a Associação Cristã da Mocidade/YMCA Considerando que: - O Bairro da Bela Vista, o Bairro da Alameda das Palmeiras e o Bairro do

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE AS ACTIVIDADES DE ENSINO E INVESTIGAÇÃO E A ACTIVIDADE CLÍNICA

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE AS ACTIVIDADES DE ENSINO E INVESTIGAÇÃO E A ACTIVIDADE CLÍNICA UNL Universidade Nova de Lisboa HSFX SA Hospital S. Francisco Xavier SA PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE AS ACTIVIDADES DE ENSINO E INVESTIGAÇÃO E A ACTIVIDADE CLÍNICA Nos termos do regime jurídico fixado

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR A MINHA ESCOLA ADOTA: UM MUSEU, UM PALÁCIO, UM MONUMENTO

REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR A MINHA ESCOLA ADOTA: UM MUSEU, UM PALÁCIO, UM MONUMENTO REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR A MINHA ESCOLA ADOTA: UM MUSEU, UM PALÁCIO, UM MONUMENTO O concurso escolar A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento... é uma iniciativa promovida conjuntamente

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A PRECISION - Oficina Automóvel. 1. Preâmbulo

PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A PRECISION - Oficina Automóvel. 1. Preâmbulo " PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A PRECISION - Oficina Automóvel. 1. Preâmbulo A celebração do presente protocolo tem como objectivo assegurar aos militares e aos trabalhadores do mapa de pessoal

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS E O CENTRO HOSPITALAR LISBOA NORTE, EPE

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS E O CENTRO HOSPITALAR LISBOA NORTE, EPE PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS E O CENTRO HOSPITALAR LISBOA NORTE, EPE ENTRE: O MUNICÍPIO DE ODIVELAS, com sede na Rua Guilherme Gomes Fernandes, Paços do Concelho Quinta

Leia mais

PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Considerando que, A Constituição da República Portuguesa, inspirada no artigo

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. Creche

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. Creche Entre CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Creche PRIMEIRO OUTORGANTE: Centro Social Rocha Barros, Instituição Particular de Solidariedade Social, pessoa colectiva n.º 501182560 com sede em Góis, devidamente

Leia mais

A República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe:

A República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe: Decreto n.º 12/93 Protocolo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe Relativo à Instalação do Centro de Formação e de Investigação Jurídica e Judiciária

Leia mais

CLÍNICA DE PSICOTERAPIA PÓS-CLÁSSICA

CLÍNICA DE PSICOTERAPIA PÓS-CLÁSSICA PROTOCOLO Entre: 1º. CLÍNICA DE PSICOTERAPIA PÓS-CLÁSSICA, com sede na Avenida Sá da Bandeira, nº 114, 2º andar, 3000-350 Coimbra, neste acto representada pelo Sr. Dr. Pedro Alves, na qualidade de Director

Leia mais

Regulamento da Comissão de Avaliação Interna da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Regulamento da Comissão de Avaliação Interna da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Regulamento da Comissão de Avaliação Interna da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Preâmbulo Nos termos do Art. 12, n.º 1 dos Estatutos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, homologados

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO INSTITUCIONAL ENTRE PRIMEIRO:

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO INSTITUCIONAL ENTRE PRIMEIRO: 1 PROTOCOLO DE ENTRE PRIMEIRO: O Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, neste ato representado pela Secretária de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, Dr.ª Ana Rita Barosa O

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL E O INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL E O INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA OE ESA NACIONAL u LISBOA umn:un ll l ltl.i. ie PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL E O INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA Entre: O Ministério da Defesa Nacional através

Leia mais

Nota Informativa N.º 3/2016

Nota Informativa N.º 3/2016 Nota Informativa N.º 3/2016 MANUAIS ESCOLARES 1.º Ano do 1.º Ciclo Constitui uma prioridade para o XXI Governo Constitucional, plasmada no seu Programa de Governo, a valorização das pessoas, centrando

Leia mais

Conselho Estratégico Ambiental. Protocolo

Conselho Estratégico Ambiental. Protocolo Conselho Estratégico Ambiental Protocolo Considerando que as políticas de ambiente, ordenamento do território e conservação da natureza assumem uma importância crescente no desenvolvimento nacional e local,

Leia mais

Considerando o interesse de medir com regularidade os conteúdos da Web em português de forma a ter uma informação precisa sobre a sua evolução;

Considerando o interesse de medir com regularidade os conteúdos da Web em português de forma a ter uma informação precisa sobre a sua evolução; MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA REPÚBLICA PORTUGUESA E O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL em matéria de reforço

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Aradas Trabalho Desenvolvido Equipa de Avaliação Interna

Agrupamento de Escolas de Aradas Trabalho Desenvolvido Equipa de Avaliação Interna AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARADAS Agrupamento de Escolas de Aradas Trabalho Desenvolvido Equipa de Avaliação Interna 2006-2013 Equipa de Avaliação Interna Página 1 [ES C R E V E R O E N D E R E Ç O D A

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE CILDOC e a UNIÃO DAS IPSS de SETÚBAL ASSOCIADOS

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE CILDOC e a UNIÃO DAS IPSS de SETÚBAL ASSOCIADOS PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE CILDOC e a UNIÃO DAS IPSS de SETÚBAL ASSOCIADOS 1 Protocolo de Cooperação Entre, CILDOC, LDA, com sede, em Lisboa, na Rua Professor Alfredo de Sousa, n.º 2, inscrita na Conservatória

Leia mais

CONTRATO POR TEMPO INDETERMINADO

CONTRATO POR TEMPO INDETERMINADO CONTRATO POR TEMPO INDETERMINADO Ao décimo sétimo dia do mês de Maio do ano de dois mil e dez, entre: A ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO NORTE, I. P., pessoa colectiva n.º 503 135 593, com sede na Rua

Leia mais

Relatório de boas práticas de governo societário - ano de 2014

Relatório de boas práticas de governo societário - ano de 2014 Relatório de boas práticas de governo societário - ano de 2014 Exmos Senhores, A Lei nº 50/2012 de 31 de agosto aprovou o regime jurídico da atividade empresarial local e das participações locais. A EPRM

Leia mais

REGULAMENTO DO PRÉMIO

REGULAMENTO DO PRÉMIO REGULAMENTO DO PRÉMIO CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º 1.A Fundação Ilídio Pinho, o Ministério da Educação e o Ministério da Economia celebraram um Protocolo com vista à instituição de um prémio

Leia mais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais A. ENQUADRAMENTO GERAL 1. O CRL foi criado, no seguimento de acordos de concertação social, para apoio técnico à negociação coletiva. É um organismo

Leia mais

I (Comunicações) CONSELHO

I (Comunicações) CONSELHO I (Comunicações) CONSELHO Resolução do Conselho e dos Representantes dos Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, sobre o reconhecimento do valor da aprendizagem não formal e informal no domínio

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n. o 88/

Resolução do Conselho de Ministros n. o 88/ Resolução do Conselho de Ministros n. o 88/2015 01-10-2015 Assunto: Cria a Comissão de Coordenação das Políticas de Prevenção e Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo Por

Leia mais

Reitoria. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro de 2010

Reitoria. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro de 2010 Reitoria RT-21/2010 Por proposta do Conselho Académico da Universidade do Minho, é homologado o Regulamento do Mestrado Integrado em Psicologia, anexo a este despacho. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro

Leia mais

COLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A FACE A FACE - GABINETE DE PSICOLOGIA E DE MEDIAÇÃO FAMILIAR. 1. Preâmbulo

COLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A FACE A FACE - GABINETE DE PSICOLOGIA E DE MEDIAÇÃO FAMILIAR. 1. Preâmbulo PROT COLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A FACE A FACE - GABINETE DE PSICOLOGIA E DE MEDIAÇÃO FAMILIAR 1. Preâmbulo A celebração do presente protocolo tem como objetivo assegurar aos militares e aos trabalhadores

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO - PROMESSA DE COMPRA E VENDA

MINUTA DE CONTRATO - PROMESSA DE COMPRA E VENDA MINUTA DE CONTRATO - PROMESSA DE COMPRA E VENDA Entre: INSTITUTO DA HABITAÇÃO E DA REABILITAÇÃO URBANA, I.P., pessoa coletiva nº 501 460 888, com sede na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, 5, 1099-019

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE GESTÃO ACESSO E PERMANÊNCIA DA ACTIVIDADE DE INSPECÇÃO TÉCNICA A VEÍCULOS

MINUTA DE CONTRATO DE GESTÃO ACESSO E PERMANÊNCIA DA ACTIVIDADE DE INSPECÇÃO TÉCNICA A VEÍCULOS MINUTA DE CONTRATO DE GESTÃO ACESSO E PERMANÊNCIA DA ACTIVIDADE DE INSPECÇÃO TÉCNICA A VEÍCULOS O primeiro outorgante, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I.P., doravante designado

Leia mais

AYAMONTE-VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO

AYAMONTE-VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO -VILA REAL SANTO ANTÓNIO Ayamonte e Vila Real de Santo António mantêm, há mais de dois séculos, uma relação estável e cordial nas diferentes áreas. Comportam-se como cidades irmãs que estão localizadas

Leia mais

MODELO DE PROTOCOLO. Entre a Quercus e Empresa Intermunicipal de Recolha Selectiva de Resíduos

MODELO DE PROTOCOLO. Entre a Quercus e Empresa Intermunicipal de Recolha Selectiva de Resíduos MODELO DE PROTOCOLO Entre a Quercus e Empresa Intermunicipal de Recolha Selectiva de Resíduos ENTRE QUERCUS ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA pessoa colectiva nº 501736492, com sede no Centro

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA O OBSERVATÓRIO DO TRÁFICO DE SERES HUMANOS

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA O OBSERVATÓRIO DO TRÁFICO DE SERES HUMANOS PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA E O OBSERVATÓRIO DO TRÁFICO DE SERES HUMANOS Considerando as atribuições e competências legais da Procuradoria-Geral da República que visam,

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA

MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA (n.º 4 do art.º 23.º do D.L. n.º 57/2016, de 29 de agosto) Entre: 1) A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA, I.P., NIPC 503904040, pessoa coletiva de direito público, com

Leia mais

GUIÃO ORIENTADOR DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE

GUIÃO ORIENTADOR DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE GUIÃO ORIENTADOR DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE O presente regulamento define as regras para a avaliação dos docentes integrados na carreira, em período probatório e dos docentes em regime de contrato

Leia mais

Mestrados em Ensino Universidade de Lisboa

Mestrados em Ensino Universidade de Lisboa Papel das Escolas e dos Orientadores Cooperantes no Mestrado em Ensino Documento de orientação aprovado pela Comissão Pedagógica dos Mestrados em Ensino em 25 de maio de 2016 O presente documento dirige-se

Leia mais

Apresentação do programa Parlamento dos Jovens. 1. Objetivos do Programa

Apresentação do programa Parlamento dos Jovens. 1. Objetivos do Programa Apresentação do programa Parlamento dos Jovens O Parlamento dos Jovens é uma iniciativa institucional da Assembleia da República, desenvolvida ao longo do ano letivo com as Escolas de todo o país, em que

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA O RECRUTAMENTO E CONTRATAÇÃO DE INVESTIGADORES FCT

AVISO DE ABERTURA DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA O RECRUTAMENTO E CONTRATAÇÃO DE INVESTIGADORES FCT AVISO DE ABERTURA DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA O RECRUTAMENTO E CONTRATAÇÃO DE INVESTIGADORES FCT 1. ABERTURA DO PROCEDIMENTO CONCURSAL 1.1 Ao abrigo das disposições contidas no artigo 61.º da Lei n.º

Leia mais

Art. 1º Estabelecer cooperação técnica, científica e política com a Associação Brasileira de Enfermagem -ABEn Seção Paraná para a promoção de ações

Art. 1º Estabelecer cooperação técnica, científica e política com a Associação Brasileira de Enfermagem -ABEn Seção Paraná para a promoção de ações DECISÃO COREN/PR Nº 32, DE 07 DE ABRIL DE 2015. Dispõe sobre a celebração de Termo de Cooperação Mútua entre Coren/PR e ABEn-PR. O Conselho Regional de Enfermagem do Paraná Coren/PR, no uso das atribuições

Leia mais

Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de Infância dos Olivais PLANO DE ATIVIDADES 2015/2016

Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de Infância dos Olivais PLANO DE ATIVIDADES 2015/2016 Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de Infância dos Olivais PLANO DE ATIVIDADES 2015/2016 O ano letivo 2015/2016 será um ano de implementação da Associação de Pais e Encarregados de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1º Objecto O presente regulamento procede

Leia mais

Concurso Todos Contam. 2.ª edição

Concurso Todos Contam. 2.ª edição PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA Concurso Todos Contam 2.ª edição Regulamento do Concurso O Concurso Todos Contam é uma iniciativa promovida pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, entidade

Leia mais

Contrato n.º 12/2015. É celebrado o presente contrato que se regerá pelo disposto nas cláusulas seguintes: Cláusula 1ª. Objeto do Contrato

Contrato n.º 12/2015. É celebrado o presente contrato que se regerá pelo disposto nas cláusulas seguintes: Cláusula 1ª. Objeto do Contrato CONTRATO DE AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA AS ATIVIDADES PRÁTICAS DOS ALUNOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE JOVENS DE PANIFICAÇÃO E PASTELARIA E DO CURSO PROFISSIONAL DE RESTAURAÇÃO DO AGRUPAMENTO

Leia mais

PROTOCOLO. Colaboração entre o Município de Setúbal e Núcleo de Bicross de Setúbal

PROTOCOLO. Colaboração entre o Município de Setúbal e Núcleo de Bicross de Setúbal PROTOCOLO Colaboração entre o Município de Setúbal e Núcleo de Bicross de Setúbal Entre A Câmara Municipal de Setúbal, adiante designada por CMS, na qualidade de 1.º Outorgante, representada pela Presidente,

Leia mais

Autonomia e Gestão Novos Desafios

Autonomia e Gestão Novos Desafios Autonomia e Gestão Novos Desafios Francisco Oliveira Reforço da participação das famílias e comunidades na direcção estratégica da Escola Reforçar a liderança das Escolas Reforço da autonomia das Escolas

Leia mais

Ficha de Protocolo. Serviços/Produtos: Prestação de Serviços de Psicologia, Terapia da Fala, Reabilitação Psicomotora e Apoio Pedagógico

Ficha de Protocolo. Serviços/Produtos: Prestação de Serviços de Psicologia, Terapia da Fala, Reabilitação Psicomotora e Apoio Pedagógico Ficha de Protocolo Resumo do Protocolo Entidade: APOIOXXI Centro de Apoio Psicopedagogico, Lda Local: Vila Nova de Gaia Serviços/Produtos: Prestação de Serviços de Psicologia, Terapia da Fala, Reabilitação

Leia mais

Capítulo I. Definição, Objecto e Objectivos da RBAL. Cláusula 1.ª. Definição. Cláusula 2.ª. Objecto. Cláusula 3.ª. Objectivos

Capítulo I. Definição, Objecto e Objectivos da RBAL. Cláusula 1.ª. Definição. Cláusula 2.ª. Objecto. Cláusula 3.ª. Objectivos PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Preâmbulo A Rede de Bibliotecas de Alcochete, adiante designada RBAL, visa a prossecução de uma dinâmica de trabalho colaborativo quer ao nível da organização, gestão e disponibilização

Leia mais

A principal causa da obesidade infantil advêm de uma alimentação pouco saudável e. vida ao ar livre, ou seja com um estilo de vida menos saudável.

A principal causa da obesidade infantil advêm de uma alimentação pouco saudável e. vida ao ar livre, ou seja com um estilo de vida menos saudável. 5 ao Dia 2008 Enquadramento Mudança de hábitos alimentares das crianças A televisão, os jogos de computador e a internet têm mudado os hábitos das crianças e jovens, tornando-as mais inactivas, com menos

Leia mais

REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS (Aprovado em anexo ao Despacho 436-A/2017, de 6 de Janeiro)

REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS (Aprovado em anexo ao Despacho 436-A/2017, de 6 de Janeiro) REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS (Aprovado em anexo ao Despacho 436-A/2017, de 6 de Janeiro) Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento aplica-se ao orçamento participativo das escolas

Leia mais

ACORDO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICIPIO DE PENACOVA E O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PENACOVA

ACORDO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICIPIO DE PENACOVA E O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PENACOVA 1 Entre: Acordo de colaboração MUNICÍPIO DE PENACOVA, primeiro outorgante, pessoa colectiva n.º 506 657 957, aqui representada pelo Vice-Presidente da Câmara Municipal, Ernesto Fonseca Coelho; AGRUPAMENTO

Leia mais

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE PONTE DE LIMA CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DA RESPOSTA SOCIAL CRECHE

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE PONTE DE LIMA CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DA RESPOSTA SOCIAL CRECHE SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE PONTE DE LIMA CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DA RESPOSTA SOCIAL CRECHE Entre: Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, entidade com regime de Instituição Particular

Leia mais

CENTRO DE FORMAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS DO CONCELHO DA AMADORA (CFAECA) REGULAMENTO INTERNO

CENTRO DE FORMAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS DO CONCELHO DA AMADORA (CFAECA) REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE FORMAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS DO CONCELHO DA AMADORA (CFAECA) REGULAMENTO INTERNO Princípios gerais Artigo 1.º (Centro de Formação da Associação de Escolas do Concelho da Amadora) 1. O Centro

Leia mais

Manual. Representantes dos pais e encarregados de educação da turma e da sala

Manual. Representantes dos pais e encarregados de educação da turma e da sala Manual Representantes dos pais e encarregados de educação da turma e da sala Reuniões de Turma As reuniões com os diretores de turma (no 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e no ensino secundário) ou com

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE DlreçJo Geral da Saúde _.dgs,pt ~~ PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE E A INSPEÇÃO -GERAL DAS ATIVIDADES EM SAÚDE A Direção-Geral da Saúde, adiante designada abreviadamente por DGS,

Leia mais

Nota Informativa N.º 2/2016

Nota Informativa N.º 2/2016 Nota Informativa N.º 2/2016 MANUAIS ESCOLARES 1.º Ciclo A educação universal e gratuita constitui um princípio estruturante do Estado Social que decorre tanto da Constituição da República Portuguesa (CRP),

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação da Covilhã

Regimento do Conselho Municipal de Educação da Covilhã 2015. Regimento do Conselho Municipal de Educação da Covilhã 2 Conselho Municipal de Educação da Covilhã Regimento Interno I ESTRUTURA GERAL 1º - Noção e Objetivos 2º - Competências 3º - Composição 4º

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUEDA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUEDA 2014 Plano de melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUEDA O Plano de Melhoria do Agrupamento de Escolas de Águeda surge na sequência do relatório da Avaliação Externa das Escolas realizada pela equipa de

Leia mais

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA 5110-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 146 29 de julho de 2015 MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Portaria n.º 224-A/2015 de 29 de julho Nos termos do Estatuto do Ensino Particular e

Leia mais

Regulamento do Concurso «Ler é uma Festa!»

Regulamento do Concurso «Ler é uma Festa!» Regulamento do Concurso «Ler é uma Festa!» 1. O Concurso «Ler é uma Festa» é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura, em parceria com o Banco Popular, e enquadra-se na 8ª Edição da Semana da Leitura

Leia mais

MODELO DE PROTOCOLO. Entre a Quercus e a IPSS

MODELO DE PROTOCOLO. Entre a Quercus e a IPSS MODELO DE PROTOCOLO ENTRE QUERCUS ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA pessoa colectiva nº 501736492, com sede no Centro Associativo do Calhau, Bairro do Calhau, 1500-045 Lisboa, neste acto representada

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CINFÃES Ano Letivo 2012/2013 REGIMENTO DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INTERNA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CINFÃES Ano Letivo 2012/2013 REGIMENTO DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INTERNA REGIMENTO DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INTERNA Regimento da Comissão de Avaliação Interna Preâmbulo O conteúdo do presente Regimento resulta do desenvolvimento de uma conceção de avaliação justa e cooperativa

Leia mais

Anexo II. Contrato de Participação no Projecto RED-GENERA

Anexo II. Contrato de Participação no Projecto RED-GENERA Anexo II Contrato de Participação no Projecto RED-GENERA Em XXXXX a de XXXXXX de 2010 Entre (Designação social da empresa/nome e apelidos) (sede, matricula no registo comercial, NIPC/NIF, Capital Social),

Leia mais

Guião de Avaliação do Desempenho Docente 2015/2016. Agrupamento de Escolas de Celeirós de Avaliação do Desempenho Docente

Guião de Avaliação do Desempenho Docente 2015/2016. Agrupamento de Escolas de Celeirós de Avaliação do Desempenho Docente Agrupamento de Escolas de Celeirós de Avaliação do Desempenho Docente Secção ÍNDICE - 2-1. Nota introdutória... 3 2. Elementos de referência... 3 3. Intervenientes no processo de avaliação e suas competências...

Leia mais