O que é um PLC (autómato)? Centro de Formação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O que é um PLC (autómato)? Centro de Formação"

Transcrição

1 O que é um PLC (autómato)? Centro de Formação 1

2 O que é um PLC (Autómato)?

3 Sumário Histórico PLC Hardware Entrdas/Saídas Modo de Funcionamento do PLC Linguagens de programação Comunicação O que é necessário para especificar um PLC Glossário Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 3

4 História do PLC O primeiro Autómato Programável foi desenvolvido pela Modicon e foi o substituto do relé para a GM e a Landis. Os PLC s eliminaram a necessidade de substituir e juntar hardware para cada nova configuração lógica. Este novo sistema incrementou drásticamente as funcionalidades e reduziu o espaço de colocação do sistema lógico. O primeiro PLC, modelo 084, foi inventado por Dick Morley em O primeiro PLC a ser comercializado com sucesso, o 184, foi introduzido em 1973 por Michael Greenberg. Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 4

5 CPU O queéum PLC? Os Blocos Básicos Entradas Saídas O AUTÓMATO PROGRAMÁVEL é um controlador do estado sólido que analiza em permanência o estado dos equipamentos ligados às entradas. Baseado no programa que foi escrito no processador e armazenado na memória, este controla o estado dos sistemas ligados às saídas. Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 5

6 O que é um PLC com E/S distribuídas? CPU Sistema Complexo Entradas Saídas Remoto Entradas Saídas Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 6

7 O que é um PLC com controlo distribuído? Sistema Complexo CPU CPU Entradas Saídas Entradas Saídas Remoto Saídas Entradas Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 7

8 Dentro do PLC Comunicações Portas Alta Tensão E n t r a d a s C i r c u i t o s Barreira isolamento Unidade Central Processador (CPU) MEMÓRIA programa dados s a í d a s C i r c u i t o s Barreira isolamento CR Alta Tensão Low Voltage Alimentação AC ou Alimentação DC Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 8

9 Dentro do PLC O CPU contem um Programa residente de modo a que o PLC : Execute o controlo das Instruções Utilizadas no Programa Comunique com outros equipamentos Outros PLCs, Programas distribuidos, I/O distribuidos, etc. Desempenhe as actividades internas Diagnosticos, etc O programa pode ser armazenado numa memória não volátil Sempre que o programa tenha que ser preservado mesmo no caso do PLC ser desligado da alimentação ou a memória tenha siso apagada Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 9

10 O que são entradas? Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 10 Permite a ligação dos captores que lhe estão associados Transformam o sinal eléctrico num sinal lógico 0 ou 1 Comutadores e botões Sensores Sensores fotoeléctricos Sensores de proximidade Pressostatos Detectores de nível Sondas de Temperatura Vacuostatos Encoders (Codificadores incrementais ou absolutos)

11 O que são saídas? Permite agir sobre os pré-accionadores que lhe são associados Transformam o estado lógico (0 ou 1) num sinal eléctrico Válvulas Motores Actuadores Relés de Controlo Alarmes Lâmpadas Contadores Bombas Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 11

12 PLC ciclo de funcionamento O PLC funciona em 4 etapas Leitura das entradas Lê o estado das entradas Execução do Programa Processa o programa Actualização das saídas Liga/desliga as saídas Controlos internos Actualização Saídas Housekeeping Esta etapa inclui as comunicações, Diagnósticos Internos, etc. Estas etapas são continuamente repetidas processadas em loop INÍCIO Leitura entradas Execução Programa Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 12

13 Programação do PLC Linguagens de programação Dependendo do PLC e do software utilizado, podemos escolher uma das 5 linguagens normalizadas. Norma IEC Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Texto estruturado / Literal (ST) Lista de Instruções / Booleana (IL) Diagrama Ladder (LD) Sequencial Função Chart / Grafcet (SFC) Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 13

14 Ladder Entradas Saídas Leitura / Condições Escrita / Controlo Instruções Acções Início (Rung #1) ( ) / ( ) / ( ) Fim (Rung #4) / ( ) Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 14

15 Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 15

16 Texto Estruturado (ST) Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 16

17 Lista de Instruções (IL) Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 17

18 Sequencial Função Chart/Grafcet (SFC) Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 18

19 Comunicação Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 19

20 Comunicação Básica Protocolos Conjunto de regras definidas, utilizadas para efectuar trocas de dados entre vários equipamentos (formato e tempos). Perfil = selecção dos protocolos para a comunicação da aplicação. Tipo de Comunicação Mestre / Escravo - pergunta / resposta & resposta só Ponto-a-ponto - cliente / servidor, publicar / subscrever Comunicação Arquitecturas Estrela (ponto-a -ponto) Bus, Anel, LAN (multiestação) Bus Estrela Anel Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 20

21 Comunicação Protocolos Ethernet Modbus Plus Modbus S908 LonWorks Interbus Profi-bus DeviceNet Uni-Telway CANopen ASi FIPIO/FIPway ControlNet ASCII Os Protocolos são similares às linguagens. Os vários equipamentos devem suportar o mesmo protocolo para que possam comunicar uns com os outros. Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 21

22 O que é necessário para especificar um PLC Quantidade, Tipo e Localização das E/S Número de Entradas e saídas Tensão de alimentação AC ou DC Analógicas ou Discretas Centralizadas ou distribuídas Comunicação Requesitos Protocolo / rede utilizada Comunicação com (HMI, outros PLCs, etc) Velocidade da Aplicação Tempo de Resposta requerido pelo sistema Com que velocidade muda o processo Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 22

23 O que é preciso para especificar um PLC Filosofia da arquitectura de Controlo Controlo Centralizado, Controlo Distribuido ou combinação Redundância - CPUs, alimentações, etc Software de programação IEC vs. 984 Instalação de base / o que é habitual utilizar-se Lógica Utilizada / Programa Dimensão e complexidade do Programa Controlo com Feedback (PID) etc. Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 23

24 Glossário HMI / MMI I/O LSB / MSB MODICON PID RF RTU SCADA TCP/IP Human Machine Interface / Man Machine Interface Input(s) e/ou Output(s) Least Significant Bit / Most Significant Bit MOdular DIgital CONtoller Proportional Integral Derivative (feedback control) Radio Frequency Remote Terminal Unit Supervisory Control And Data Acquisition Transmission Control Protocol / Internet Protocol Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 24

25 FIM Este documento foi elaborado por Fátima Borges (Engª), formadora do Centro de Formação da Schneider Electric Portugal, nas áreas da Automação Industrial, Diálogo Homem-Máquina, comunicação e electrónica. Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 / 25

Introdução aos automatismos industriais. Centro de Formação

Introdução aos automatismos industriais. Centro de Formação Introdução aos automatismos industriais Centro de Formação 1 Introdução aos automatismos industriais O nosso objectivo com este documento é : Adquirir os conhecimentos de base sobre os automatismos industriais

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS (CLPs) E DISPOSITIVOS INDUSTRIAIS UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA:

Leia mais

Bancada Didática para CLP SCHNEIDER _ TWIDO - XC110 -

Bancada Didática para CLP SCHNEIDER _ TWIDO - XC110 - T e c n o l o g i a Bancada Didática para CLP SCHNEIDER _ TWIDO - XC110 - Os melhores e mais modernos MÓDULOS DIDÁTICOS para um ensino tecnológico de qualidade. Bancada Didática para CLP Schneider TWIDO

Leia mais

Eng.º Domingos Salvador dos Santos. email:dss@isep.ipp.pt

Eng.º Domingos Salvador dos Santos. email:dss@isep.ipp.pt Sistemas e Planeamento Industrial DOMÓTICA REDES DE CAMPO Eng.º Domingos Salvador dos Santos email:dss@isep.ipp.pt Outubro de 2010 Outubro de 2010 2/20 REDES DE CAMPO Fieldbus Fieldbus Estrutura da Apresentação

Leia mais

Técnico/a de Refrigeração e Climatização

Técnico/a de Refrigeração e Climatização Técnico/a de Refrigeração e Climatização 1315 Eletricidade e eletrónica - programação de autómatos 2013/ 2014 Gamboa 1 Introdução Automação, estudo dos métodos e procedimentos que permitem a substituição

Leia mais

4. Controlador Lógico Programável

4. Controlador Lógico Programável 4. Controlador Lógico Programável INTRODUÇÃO O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente PLC (Programmiable Logic Controller), pode ser definido como um dispositivo de estado sólido - um Computador

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

Ano Letivo 2015/2016 Ciclo de Formação: 2013-2016 Nº DO PROJETO: POCH-01-5571-FSE-000424 AUTOMAÇÃO E COMANDO,12ºANO PLANIFICAÇÃO ANUAL

Ano Letivo 2015/2016 Ciclo de Formação: 2013-2016 Nº DO PROJETO: POCH-01-5571-FSE-000424 AUTOMAÇÃO E COMANDO,12ºANO PLANIFICAÇÃO ANUAL COMANDO AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE ELETRÓNICA AUTOMAÇÃO E Ano Letivo 2015/2016 Ciclo de Formação: 2013-2016 Nº DO PROJETO: POCH-01-5571-FSE-000424

Leia mais

SUBESTAÇÕES. Comando de controle e Scada local

SUBESTAÇÕES. Comando de controle e Scada local SUBESTAÇÕES Comando de controle e Scada local COMANDO DE CONTROLE E SCADA LOCAL A solução fornecida pela Sécheron para o controle local e para o monitoramento das subestações de tração é um passo importante

Leia mais

Fundamentos de Automação. Controladores

Fundamentos de Automação. Controladores Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Controladores

Leia mais

Bancada Didática para CLP SCHNEIDER _ TWIDO - XC113 -

Bancada Didática para CLP SCHNEIDER _ TWIDO - XC113 - T e c n o l o g i a Bancada Didática para CLP SCHNEIDER _ TWIDO - XC113 - Os melhores e mais modernos MÓDULOS DIDÁTICOS para um ensino tecnológico de qualidade. Bancada Didática para CLP Schneider TWIDO

Leia mais

Treinamento. ACE Schmersal Boituva - SP. Duvidas (15)3263-9800 suporte.linhalogica@schmersal.com.br

Treinamento. ACE Schmersal Boituva - SP. Duvidas (15)3263-9800 suporte.linhalogica@schmersal.com.br Treinamento ACE Schmersal Boituva - SP Duvidas (15)3263-9800 suporte.linhalogica@schmersal.com.br Produtos Schmersal Controladores e Inversores Princípio de Funcionamento de um Controlador Programavél

Leia mais

Bem-vindo à geração Nextoo. altus evolução em automação

Bem-vindo à geração Nextoo. altus evolução em automação Bem-vindo à geração Nextoo evolução em automação Série Nexto A nova geração de controladores A Altus apresenta a nova geração de Controladores Programáveis. A Série Nexto foi desenvolvida com o conceito

Leia mais

Descubra as soluções EXSTO de EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

Descubra as soluções EXSTO de EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA T e c n o l o g i a Descubra as soluções EXSTO de EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA AUTOMAÇÃO E CONTROLE Banco de Ensaios para Controlador Lógico Programável A EXSTO Tecnologia foto da empresa Instalada em Santa Rita

Leia mais

Bancada Didática para CLP SIEMENS S7-1200 com Inversor - XC124 -

Bancada Didática para CLP SIEMENS S7-1200 com Inversor - XC124 - T e c n o l o g i a Bancada Didática para CLP SIEMENS S7-1200 com Inversor - XC124 - Os melhores e mais modernos MÓDULOS DIDÁTICOS para um ensino tecnológico de qualidade. Bancada Didática para CLP SIEMENS

Leia mais

O protocolo MODBUS define também o tipo diálogo entre os equipamentos, define por exemplo quem pode enviar dados e em que altura.

O protocolo MODBUS define também o tipo diálogo entre os equipamentos, define por exemplo quem pode enviar dados e em que altura. Universidade de Aveiro Departamento de Engenharia Mecânica Informática Industrial 2010/2011 5 PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO MODBUS 5.1 Protocolo de comunicação MODBUS Este protocolo foi proposto em 1979 pela

Leia mais

Solução Completa em Automação. FieldLogger. Registro e Aquisição de Dados

Solução Completa em Automação. FieldLogger. Registro e Aquisição de Dados Solução Completa em Automação FieldLogger Registro e Aquisição de Dados Ethernet & USB Até 16GB de memória Conversor A/D 24 bits Até 1000 amostras por segundo Apresentação FieldLogger O FieldLogger é um

Leia mais

APOSTILA 1 C.L.P. LOGO!

APOSTILA 1 C.L.P. LOGO! COTIP Colégio Técnico Industrial de Piracicaba APOSTILA 1 C.L.P. LOGO! Prof. Anderson Rodrigo Rossi OBS.: Este curso será baseado em CLP LOGO!-SIEMENS. Piracicaba, 26 de janeiro de 2009. 2 1 Introdução

Leia mais

Automação Sem Limites

Automação Sem Limites representado por: Automação Sem Limites Você espera mais do seu sistema HMI/SCADA do que uma simples ferramenta tecnológica? Você procura soluções inovadoras e seguras? Então é hora de conhecer o zenon

Leia mais

Introdução às Comunicações

Introdução às Comunicações Introdução às Comunicações Comunicação de Dados 3º EEA 2004/2005 Introdução Comunicações de dados envolve a transferência de informação de um ponto para outro. Comunicações analógicas: Sistemas de telefones;

Leia mais

O uso do CP em sinalização de ferrovias

O uso do CP em sinalização de ferrovias O uso do CP em sinalização de ferrovias Introdução Um Sistema de Sinalização e Controle ferroviário é responsável por garantir a segurança das operações de movimentação dos trens, permitindo a operação

Leia mais

Sessão Automação e Contolo Industrial. ni.com/portugal

Sessão Automação e Contolo Industrial. ni.com/portugal Sessão Automação e Contolo Industrial Agenda Utilização de LabVIEW e LabVIEW DSC para: Comunicar com PLC Desenvolver SCADA NI PAC: O que é PAC? NI CompactFieldPoint NI CompactRIO Implementação caso real

Leia mais

CLP - IHM. Solução Completa em Automação. Controladores Lógicos Programáveis - Interfaces Homem Máquina

CLP - IHM. Solução Completa em Automação. Controladores Lógicos Programáveis - Interfaces Homem Máquina Solução Completa em Automação CLP IHM Controladores Lógicos Programáveis Interfaces Homem Máquina Software de programação GRATUITO para toda linha + de 80 protocolos diferentes entre 30 fabricantes mundiais

Leia mais

Projetando Controladores Digitais com FPGA César da Costa

Projetando Controladores Digitais com FPGA César da Costa Projetando Controladores Digitais com FPGA César da Costa Novatec Editora Capítulo 1 Introdução No primeiro capítulo é feita uma introdução geral sobre controladores digitais baseados em microprocessador

Leia mais

Seminário: Transmissão de Energia Elétrica a Longa Distância

Seminário: Transmissão de Energia Elétrica a Longa Distância Monitoramento de Transformadores de Potência Gerenciamento de Dados para o Monitoramento e Avaliação da Condição Operativa de Transformadores Seminário: Transmissão de Energia Elétrica a Longa Distância

Leia mais

ORKAN AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL LINHA GERAL DE PRODUTOS

ORKAN AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL LINHA GERAL DE PRODUTOS ORKAN AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL LINHA GERAL DE PRODUTOS SYSTEM SLIO Sistema de I/Os Remotos Simples e inteligente, o System Slio é um sistema de I/O s descentralizado, eficaz e moderno. Foi especialmente projetado

Leia mais

Redes Industriais. Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson

Redes Industriais. Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson Industriais Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson Ementa Proposta CAP: 1 - INTRODUÇÃO ÀS REDES INDUSTRIAIS ; CAP: 2 - MEIOS FÍSICOS ; CAP: 3 - REDES

Leia mais

ENQUALAB-2005 - Encontro para a Qualidade de Laboratórios 7 a 9 de junho de 2005, São Paulo, Brasil

ENQUALAB-2005 - Encontro para a Qualidade de Laboratórios 7 a 9 de junho de 2005, São Paulo, Brasil ENQUALAB-2005 - Encontro para a Qualidade de Laboratórios 7 a 9 de junho de 2005, São Paulo, Brasil DESENVOLVIMENTO DE UM PROCESSO PARA AVALIAÇÃO DE MEDIÇÕES DE VAZÃO E BS&W Danielle S. Silva 1, Filipe

Leia mais

PROFINET R e d e d e c o m u n i c a ç õ e s p r e p a r a d a p a r a o f u t u r o

PROFINET R e d e d e c o m u n i c a ç õ e s p r e p a r a d a p a r a o f u t u r o PROFINET R e d e d e c o m u n i c a ç õ e s p r e p a r a d a p a r a o f u t u r o» Redundância de meio» R e d e a b e r t a» C o n f i g u ra ç ã o f á c i l PROFINET Ethernet Industrial aberta para

Leia mais

a dispositivos mecânicos e electromecânicos por forma a realizar as sequências de trabalho pretendidas.

a dispositivos mecânicos e electromecânicos por forma a realizar as sequências de trabalho pretendidas. CONTROLO DE PROCESSOS Até à década de setenta, a maior parte das plantas industriais recorriam a dispositivos mecânicos e electromecânicos por forma a realizar as sequências de trabalho pretendidas. A

Leia mais

Automação Industrial. Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki. http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html

Automação Industrial. Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki. http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Automação Industrial Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html -Duas Aulas quinzenais -Datas: Engenharia Elétrica 08 e 18 de agosto 01, 15, 29 de setembro 13 e 27

Leia mais

Discrete Automation & Motion. CLP Controlador Lógico Programável Linha AC500-eCO

Discrete Automation & Motion. CLP Controlador Lógico Programável Linha AC500-eCO Discrete Automation & Motion CLP Controlador Lógico Programável Linha AC500-eCO CPUs AC500-eCO Tipo I/Os na base ED/SD/EA/AS I/O digital I/O analógico Tensão de Entrada Saída Entrada Saída alimentação

Leia mais

Micro Controladores Programáveis

Micro Controladores Programáveis Micro Controladores Programáveis Transformando energia em soluções Compacto, fácil de programar e com excelente custo benefício, o ganha mais recursos de software e hardware, podendo assim atender a uma

Leia mais

CLP- CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL PROGRAMMABLE LOGIC CONTROLLER

CLP- CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL PROGRAMMABLE LOGIC CONTROLLER CLP- CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL PROGRAMMABLE LOGIC CONTROLLER Resumo: Este artigo tem por objetivo descrever funcionalidade do CLP (Controlador Lógico Programável.) um dispositivo eletrônico digital.

Leia mais

CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL

CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL Controlador Lógico Programável ( Hardware ) Para aprendermos como funciona um CLP, é necessário uma análise de seus componentes básicos, utilizados por todos os CLPs disponíveis

Leia mais

Cronograma da Disciplina de Automação Industrial- Aulas Teóricas

Cronograma da Disciplina de Automação Industrial- Aulas Teóricas Cronograma da Disciplina de Automação Industrial- Aulas Teóricas Aula Sumário das Aulas Teóricas Sem. T1 Introdução aos objectivos e tipos da Automação Industrial Introdução à disciplina. Objectivos da

Leia mais

Treinamentos 2014. GE Intelligent Platforms

Treinamentos 2014. GE Intelligent Platforms Treinamentos 2014 GE Intelligent Platforms Curso de Configuração e Operação Painel de Operação IHM Quick Panel Permitir ao aluno conhecer o Painel de Operação Quick Panel View IHM, suas características

Leia mais

A01 Controle Linguagens: IL e LD

A01 Controle Linguagens: IL e LD A01 Controle Linguagens: IL e LD Prof. Dr. Diolino J santos Filho Modelo Estrutural Interação entre os dispositivos A partir de agora adotaremos como modelo estrutural padrão o diagrama a seguir. Dispositivo

Leia mais

100% electricidade. Relés de controle automático para grupo gerador

100% electricidade. Relés de controle automático para grupo gerador 100% electricidade Relés de controle automático para grupo gerador RGAM 10 Relé controle automático para g l Entradas VCA : concessionária L1-L2/N-L3, gerador L1-L2/N l 4 entradas digitais, 5 relés saída.

Leia mais

Sistema de Monitoramento e Supervisão de Vibração HYMV05

Sistema de Monitoramento e Supervisão de Vibração HYMV05 Sistema de Monitoramento e Supervisão de Vibração Revisão 1 Mai2005 O é um sistema inteligente de Monitoramento, Aquisição de Dados e Supervisão Local para utilização com os softwares da linha Dynamic.

Leia mais

SM213, SM214 Módulo ethernet JBUS/MODBUS para SM103E Módulo ethernet + RS485 para SM103E. Instruções de instalação

SM213, SM214 Módulo ethernet JBUS/MODBUS para SM103E Módulo ethernet + RS485 para SM103E. Instruções de instalação SM213, SM214 Módulo ethernet JBUS/MODBUS para SM103E Módulo ethernet + RS485 para SM103E Instruções de instalação Indice Operacoes preliminares... 1 Informações gerais... 1 Instalação... 3 Diagnóstico

Leia mais

José Novais (1997), Método sequencial para automatização electro-pneumática, 3ª Edição, Fundação

José Novais (1997), Método sequencial para automatização electro-pneumática, 3ª Edição, Fundação AUTOMAÇÃO (M323/3073) CAPÍTULO I Introdução à Automação 2013/2014 Bibliografia José Novais (1997), Método sequencial para automatização electro-pneumática, 3ª Edição, Fundação Calouste Gulbenkian Curtis

Leia mais

TRIOU Manual do Usuário

TRIOU Manual do Usuário Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas TRIOU Manual do Usuário . PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA Antes da instalação, operação e manutenção do produto, a fim de se familiarizar com o produto,

Leia mais

SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL

SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL MODELO: CARACTERÍSTICAS 32 Pontos de Entrada / 32 Pontos de Saída. 3 Módulos Básicos: Controlador de Entrada, Simulador de Saída, Contador & Simulador

Leia mais

5. Sistemas Supervisórios e Protocolos de Comunicação Industriais

5. Sistemas Supervisórios e Protocolos de Comunicação Industriais UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE ENG. DE PRODUÇÃO E SISTEMAS - DEPS INFORMÁTICA INDUSTRIAL IFD 5. Sistemas Supervisórios e Protocolos de

Leia mais

Sistemas de Supervisão e IHM s Automação Semestre 01/2015

Sistemas de Supervisão e IHM s Automação Semestre 01/2015 Sistemas de Supervisão e IHM s Automação Semestre 01/2015 Engenharia de Controle e Automação Introdução Sistemas Supervisórios são sistemas digitais de monitoração e operação da planta que gerenciam as

Leia mais

Sistemas Supervisórios para Automação Industrial usando Software Livre

Sistemas Supervisórios para Automação Industrial usando Software Livre Sistemas Supervisórios para Automação Industrial usando Software Livre Alan Carvalho de Assis acassis@gmail.com 1 Sumário 1) Breve histórico da Automação/Controle 2) Linux em Automação Industrial 3) Introdução

Leia mais

Automação Industrial Parte 2

Automação Industrial Parte 2 Automação Industrial Parte 2 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Perspectiva Histórica Os primeiros sistemas de controle foram desenvolvidos durante a Revolução

Leia mais

Guia de Especificação M238. Atividade IDSAF Industry

Guia de Especificação M238. Atividade IDSAF Industry Guia de Especificação M238 Atividade IDSAF Industry Programação Modicon M238 TCSXCNAMUM3P (3 metros) BMXXCAUSBH045 (4,5 metros) Cabo Mini B USB/USB USB SoMachine MSDCHNSFNV30L Software SoMachine V3.0 (10

Leia mais

Sistemas SCADAS. Apresentação dos sistemas de supervisão do mercado de automação: - Elipse E3 (fabricante Eilpse)

Sistemas SCADAS. Apresentação dos sistemas de supervisão do mercado de automação: - Elipse E3 (fabricante Eilpse) A palavra SCADA é um acrônimo para Supervisory Control And Data Acquisition. Os primeiros sistemas SCADA, basicamente telemétricos, permitiam informar periodicamente o estado corrente do processo industrial,

Leia mais

CLP Controlador Lógico Programável

CLP Controlador Lógico Programável Sistemas Digitais CLP Controlador Lógico Programável O CLP, ou PLC (Controlador Lógico Programável), nasceu da necessidade da indústria automobilística de economizar tempo e dinheiro quando a mesma precisava

Leia mais

Sistemas Supervisórios

Sistemas Supervisórios Sistemas Supervisórios Prof a. Michelle Mendes Santos michelle@cpdee.ufmg.br Sistemas Supervisórios Objetivos: Apresentação e posicionamento da utilização de sistemas supervisórios em plantas industriais;

Leia mais

As melhores soluções para sua Automação. Inversores de Freqüência Soft-Starters Servoacionamentos Controladores Programáveis

As melhores soluções para sua Automação. Inversores de Freqüência Soft-Starters Servoacionamentos Controladores Programáveis As melhores soluções para sua Automação Inversores de Freqüência Soft-Starters Servoacionamentos Controladores Programáveis Disponíveis em nosso site www.weg.com.br Softwares WEG Automação Alguns dos softwares

Leia mais

L05 - Novas Soluções em Proteção e Acionamento de Motores

L05 - Novas Soluções em Proteção e Acionamento de Motores L05 - Novas Soluções em Proteção e Acionamento de Motores Tiago Fonseca Gerente de Produto Controles Industriais, Sensores e Segurança - 5058-CO900H Agenda Apresentação do E300 Configuração Ferramentas

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 001/2011 SENAI-DR-RN/CTGÁS-ER PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. CARGO: INSTRUTOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIAS I Nível O

PROCESSO SELETIVO 001/2011 SENAI-DR-RN/CTGÁS-ER PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. CARGO: INSTRUTOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIAS I Nível O 2 PROCESSO SELETIVO 001/2011 SENAI-DR-RN/CTGÁS-ER PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CARGO: INSTRUTOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIAS I Nível O CÓDIGO DO CARGO/VAGA: V0013 1) Considere um transformador

Leia mais

Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês.

Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês. - Introdução Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês. Os relês são elementos versáteis que possuem

Leia mais

L03 - Segurança integrada usando controladores Logix - CompactGuardLogix

L03 - Segurança integrada usando controladores Logix - CompactGuardLogix L03 - Segurança integrada usando controladores Logix - CompactGuardLogix Dangelo Ávila Gerente de Produto Email: dmavila@ra.rockwell.com Cel: (021) 98207-5700 PUBLIC PUBLIC - 5058-CO900H Copyright 2011

Leia mais

1 Indicações de segurança

1 Indicações de segurança Actuador regulador universal 1 canal, 50-210 W com entrada binária N.º art. 3210 UP Manual de instruções 1 Indicações de segurança A instalação e a montagem de aparelhos eléctricos apenas devem ser realizadas

Leia mais

CONTROLADORES ELETRÔNICOS SICES. Linha de Produtos

CONTROLADORES ELETRÔNICOS SICES. Linha de Produtos CONTROLADORES ELETRÔNICOS SICES Linha de Produtos FAMÍLIA GC XXX GC 310: Controlador Simples AMF-ATS-SPM Emergência, falha dos canos principais, comutação GC 350: Controlador Avançado AMF-ATS-SPM Emergência,

Leia mais

Monitor de Temperatura M96

Monitor de Temperatura M96 ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 INTRODUÇÃO O Monitor de Temperatura M96 foi desenvolvido para supervisionar até 8 (oito) canais de temperatura simultaneamente, ele é utilizado para proteger

Leia mais

Características e Configuração da Série Ponto

Características e Configuração da Série Ponto Série Ponto A Série Ponto oferece a melhor solução para sistemas de controle distribuído com E/S remotas. Possui uma arquitetura flexível que permite o acesso a módulos remotos via diferentes padrões de

Leia mais

Relé de Proteção do Motor RPM ANSI 37/49/50/77/86/94 CATÁLOGO. ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5

Relé de Proteção do Motor RPM ANSI 37/49/50/77/86/94 CATÁLOGO. ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 CATÁLOGO ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 INTRODUÇÃO O Relé de Proteção de Motores RPM foi desenvolvido para supervisionar até 2 (dois) grupos ventiladores/motores simultaneamente, é utilizado

Leia mais

CAPÍTULO 1 Introdução. Noções e Aplicabilidade de Sistemas Distribuídos.

CAPÍTULO 1 Introdução. Noções e Aplicabilidade de Sistemas Distribuídos. CAPÍTULO 1 Introdução. Noções e Aplicabilidade de Sistemas Distribuídos. José A. Fonseca, Setembro de 1999 1 Organização da Indústria A gestão e organização. O campo: Produção Manutenção Tipos de Indústria:

Leia mais

Relés de Proteção Térmica Simotemp

Relés de Proteção Térmica Simotemp Relés de Proteção Térmica Simotemp Confiabilidade e precisão para controle e proteção de transformadores Answers for energy. A temperatura é o principal fator de envelhecimento do transformador Os relés

Leia mais

Modelo Genérico de Módulo de E/S Grande variedade de periféricos

Modelo Genérico de Módulo de E/S Grande variedade de periféricos Conteúdo Capítulo 7 Entrada/Saída Dispositivos externos Módulos E/S Técnicas de E/S E/S Programada E/S Conduzida por interrupções Processamento de interrupções Controlador Intel 82C59A Acesso Directo à

Leia mais

CLP Controlador Lógico Programável

CLP Controlador Lógico Programável CLP Controlador Lógico Programável Luiz Carlos Farkas (LCF) Eduardo Calsan (EDC) Aula no. 05 CPU e Ciclo de Varredura CPU e Ciclo de Varredura - CPU - gerenciamento e processamento das informações do sistema.

Leia mais

PROJECTO SUBERCENTRO

PROJECTO SUBERCENTRO PROJECTO SUBERCENTRO Arquitectura do Sistema SCADA 1 SCADA 2 WEB CLIENT Nível Fábrica Ethernet - Fábrica Comunicações Controlo Processo Comunicações Controlo Processo Nível Célula RS485 HMI - Célula PLC

Leia mais

IND 1 DT MICROMASTER 430

IND 1 DT MICROMASTER 430 MICROMASTER 430 MICROMASTER 430 Uma visão geral l Inversores trifásicos de 400V projetados para aplicações com cargas de torque quadrático (bombas, ventiladores, etc.) l Quatro tamanhos de carcaça: FS

Leia mais

PARTE I TECNOLOGIAS DA AUTO MAÇÃO 1. 1.1 Objectivos da Automação 3

PARTE I TECNOLOGIAS DA AUTO MAÇÃO 1. 1.1 Objectivos da Automação 3 ~ INDICE PARTE I TECNOLOGIAS DA AUTO MAÇÃO 1 1. INTRODUÇÃO 3 1.1 Objectivos da Automação 3 1.2 Tipos de Automação : 5 1.2.1 Introdução 5 1.2.2 Automação Fixa 6 1.2.3 Automação Programável 6 1.2.4 Automação

Leia mais

... Estrutura da automação industrial. Protocolos de Comunicação de Dados em Redes Industriais. Supervisor. Gerência de Informação.

... Estrutura da automação industrial. Protocolos de Comunicação de Dados em Redes Industriais. Supervisor. Gerência de Informação. Protocolos de Comunicação de Dados em Redes Estrutura da automação industrial Supervisor Base de Dados Gerência de Informação Rede de Comunicação de Dados Local Controlador Local 1 Condicionamento de sinais...

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Engenharia Departamento de Engenharia AUTOMAÇÃO CODICRED 44637-04 PROGRAMA DE DISCIPLINA 01 SÍNTESE DISCIPLINA: CURSO (S): Engenharia

Leia mais

Sistemas de geração de energia elétrica Sistemas de distribuição de energia elétrica Supervisão e controle de energia elétrica Aquisição de dados e

Sistemas de geração de energia elétrica Sistemas de distribuição de energia elétrica Supervisão e controle de energia elétrica Aquisição de dados e Sistemas de geração de energia elétrica Sistemas de distribuição de energia elétrica Supervisão e controle de energia elétrica Aquisição de dados e registro de eventos Intertravamentos de segurança Série

Leia mais

Redes Industriais ModBus RTU

Redes Industriais ModBus RTU Padrão EIA RS-232 O padrão RS (Recommended Standart) é uma padronização de interface para comunicação de dados criada nos anos 60 por um comitê da Electronic Industries Association (EIA). O equipamento

Leia mais

Evolução de Protocolos de Comunicação

Evolução de Protocolos de Comunicação Evolução de Protocolos de Comunicação Sérgio Yoshio Fujii sergio.fujii@areva-td.com Ethan Boardman ethan.boardman@areva-td.com Agenda do Mini-Curso Evolução de protocolos de comunicação: Protocolos proprietários

Leia mais

UMG 104-Mais do que um simples Multímetro UMG 104

UMG 104-Mais do que um simples Multímetro UMG 104 UMG 104 UMG 104-Mais do que um ples Multímetro O UMG 104 equipado com um DSP de 500 MHz (processador de sinal digital) é um analisador de tensão muito rápido e potente. A varredura contínua dos 8 canais

Leia mais

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 1 - Impactos no Segmento Industrial Automação Industrial

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 1 - Impactos no Segmento Industrial Automação Industrial Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação Parte 1 - Impactos no Segmento Industrial Automação Industrial Atos Automação Industrial Ltda Ministério da Ciência e Tecnologia Resultados da Lei de Informática

Leia mais

Monitor de Temperatura MONITEMP

Monitor de Temperatura MONITEMP ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 INTRODUÇÃO O Monitor de Temperatura MoniTemp foi desenvolvido para supervisionar até 3 (três) canais de temperatura simultaneamente, ele é utilizado para proteger

Leia mais

COMUNICAÇÃO ENTRE INVERSOR E PLC SÉRIE Q COM MÓDULO QJ71MB91

COMUNICAÇÃO ENTRE INVERSOR E PLC SÉRIE Q COM MÓDULO QJ71MB91 COMUNICAÇÃO ENTRE INVERSOR E PLC SÉRIE Q COM MÓDULO QJ71MB91 No. DAP-QPLC-01 rev. 2 Revisões Data da Revisão Mar/2013 Out/2013 Nome do Arquivo Revisão DAP-QPLC-01 ModbusPLC-INV Primeira edição DAP-QPLC-01

Leia mais

Manual da Comunicação Profibus DP

Manual da Comunicação Profibus DP Manual da Comunicação Profibus DP Relé Inteligente Série: SRW 01 Versão de Software: V1.3X Idioma: Português Documento: 10000089150 / 00 04/2008 Sumário SOBRE O MANUAL...5 1 A REDE PROFIBUS DP...6 1.1

Leia mais

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação (do latim Automatus, que significa mover-se por si) ; Uso de máquinas para controlar e executar suas tarefas quase sem interferência humana, empregando

Leia mais

Programação Básica em STEP 7 A Família SIMATIC S7. SITRAIN Training for Automation and Drives Página 1-1

Programação Básica em STEP 7 A Família SIMATIC S7. SITRAIN Training for Automation and Drives Página 1-1 Conteúdo Pág. A Família SIMATIC...... 2 S7-200...... 3 S7-200: Módulos...... 4 S7-200: Design da CPU...... 5 S7-300...... 6 S7-300: Módulos...... 7 S7-300: Design da CPU...... 8 S7-400...... 9 S7-400:

Leia mais

www.caiado.pt Produtos Eltako

www.caiado.pt Produtos Eltako Produtos Eltako Os preços apresentados são unitários e não incluem IVA. Estes estão sujeitos a alteração, sem aviso prévio. A TEV2 não se responsabiliza por eventuais erros tipográficos ou de transmissão

Leia mais

altus evolução em automação

altus evolução em automação Suporte Técnico 2010 altus evolução em automação Suporte Técnico Serviços altamente qualificados, para atender de forma eficiente todas as suas necessidade. 80% dos casos resolvidos em até 2 horas 89%

Leia mais

ABINEE TEC 2005. Automação. Fieldbus - Visão da Indústria. Augusto Passos Pereira

ABINEE TEC 2005. Automação. Fieldbus - Visão da Indústria. Augusto Passos Pereira Automação Fieldbus - Visão da Indústria Augusto Passos Pereira Gerente de Engenharia de Aplicações e Marketing Yokogawa América do Sul Ltda. 1 Subtítulo Adequação da escolha dos protocolos digitais de

Leia mais

Curso de Configuração e Operação Painel de Operação IHM Quick Panel

Curso de Configuração e Operação Painel de Operação IHM Quick Panel broc_treinamentos_13_01_03.pdf 2 01/02/13 14:43 Curso de Configuração e Operação Painel de Operação IHM Quick Panel Permitir ao aluno conhecer o Painel de Operação Quick Panel View IHM, suas características

Leia mais

COAXDATA. Coaxdata Homeplug e Coaxdata Gigabit ADAPTADOR COAXIAL ETHERNET. 200 Mbps. 700 Mbps. 300 Catálogo 2013 / 2014

COAXDATA. Coaxdata Homeplug e Coaxdata Gigabit ADAPTADOR COAXIAL ETHERNET. 200 Mbps. 700 Mbps. 300 Catálogo 2013 / 2014 ADAPTADOR COAXIAL ETHERNET QR-A00171 Coaxdata Homeplug e Coaxdata Gigabit A largura de banda do cabo coaxial permite combinar outros serviços no cabo sem interferir o sinal de televisão. O Coaxdata é um

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PROFIBUS www.profibus.org.br

ASSOCIAÇÃO PROFIBUS www.profibus.org.br Fundamentos e tecnologia do protocolo PROFIBUS Infra-estrutura de comunicação em Indústrias WORKSTATIONS Workstations Rede Industrial Fieldbus Ethernet Ethernet corporativa Rede corporativa LAN LAN Linking

Leia mais

Redes Industriais. Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson

Redes Industriais. Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson Redes Industriais Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson Capítulo 3 Rede AS-I Actuador - Sensor - Interface Capítulo 3 Histórico A rede AS-Interface

Leia mais

CPs Altus PROFIBUS-DP

CPs Altus PROFIBUS-DP CPs Altus PROFIBUS-DP Programa do Workshop 1 - Redes de Campo 2 - PROFIBUS 3 - PROFIBUS-DP 4 - PROFIBUS-DP Redundante 5 - CPs Altus PROFIBUS - DP 6 - Série AL-2000 PROFIBUS-DP 7 - Série Quark PROFIBUS-DP

Leia mais

Monitor de Nível de Óleo para Transformadores - MNO

Monitor de Nível de Óleo para Transformadores - MNO ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 INTRODUÇÃO O Monitor de Nível de Óleo para Transformadores e reatores MNO, é um equipamento microprocessado de alta precisão que indica o nível de óleo em escala

Leia mais

Sistema Multibombas Controle Móvel CFW-11

Sistema Multibombas Controle Móvel CFW-11 Motores Energia Automação Tintas Sistema Multibombas Controle Móvel CFW-11 Manual de Aplicação Idioma: Português Documento: 10000122732 / 01 Manual de Aplicação para Sistema Multibombas Controle Móvel

Leia mais

TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS

TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS Autor: Prof. Heliliano Carlos Sartori Guedes prof.helilianoguedes@gmail.com

Leia mais

Acção de Formação sobre a plataforma TwinCAT

Acção de Formação sobre a plataforma TwinCAT Projecto, Seminário ou Trabalho Final de Curso (A) 5.º Ano 2.º Semestre Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Acção de Formação sobre a plataforma TwinCAT João Paulo Marinho de Oliveira

Leia mais

O micro-sistema SIMATIC S7-200: É incrível o que se consegue fazer

O micro-sistema SIMATIC S7-200: É incrível o que se consegue fazer O micro-sistema SIMATIC S7-200: É incrível o que se consegue fazer Edição 11/00 O micro-sistema SIMATIC S7-200 Tecnologia de comando ao mais alto nível O micro-sistema SIMATIC S7-200 tem muito a dizer:

Leia mais

PROJETO DE UMA PLANTA PARA AVALIAÇÃO DE MEDIÇÕES DE INSTRUMENTOS DE VAZÃO E BS&W

PROJETO DE UMA PLANTA PARA AVALIAÇÃO DE MEDIÇÕES DE INSTRUMENTOS DE VAZÃO E BS&W PROJETO DE UMA PLANTA PARA AVALIAÇÃO DE MEDIÇÕES DE INSTRUMENTOS DE VAZÃO E BS&W Danielle S. Silva 1, Filipe O. Quintaes 2, Andrés O. Salazar 3, André L. Maitelli 4, Priscilla T. A. F. Jesus 5, Gustavo

Leia mais

Técnicas de Interfaceamento de Sinais em Áreas Classificadas. Alexandre M. Carneiro

Técnicas de Interfaceamento de Sinais em Áreas Classificadas. Alexandre M. Carneiro Técnicas de Interfaceamento de Sinais em Áreas Classificadas Alexandre M. Carneiro Liderando aplicações Ex Experiência comprovada e de longo termo Certificação Internacional Grande variedade de produtos

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES 1 / 6

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES 1 / 6 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES Publicação e actualizações Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de

Leia mais

CANopen Rede para Máquinas & Instalações

CANopen Rede para Máquinas & Instalações Redes & Arquiteturas - SEB01 PAE CANopen Rede para Máquinas & Instalações Palestrante: Carlos POSSEBOM, Centro de Aplicações - Schneider Electric the Redes & Arquiteturas - SEB01 PAE CANopen Rede para

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS EM INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLO. Guia de Laboratório. Trabalho 4 -P1

SISTEMAS DISTRIBUIDOS EM INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLO. Guia de Laboratório. Trabalho 4 -P1 SISTEMAS DISTRIBUIDOS EM INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLO Guia de Laboratório Trabalho 4 -P1 Sistema distribuído de Instrumentação baseado na tecnologia FieldPoint e na programação em LabVIEW RT EST, 2004/2005

Leia mais

ACTOS PROFISSIONAIS GIPE. Gabinete de Inovação Pedagógica

ACTOS PROFISSIONAIS GIPE. Gabinete de Inovação Pedagógica ACTOS PROFISSIONAIS GIPE Gabinete de Inovação Pedagógica Cooptécnica Gustave Eiffel, CRL Venda Nova, Amadora 214 996 440 910 532 379 Março, 10 MECATRÓNICA 1 GIPE - Gabinete de Inovação Pedagógica Comunicar

Leia mais