Prof. Walter Moreira Unesp / Marília, 2017

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prof. Walter Moreira Unesp / Marília, 2017"

Transcrição

1 HJORLAND, Birger. As relações no tesauro são livres de contexto, definicionais e verdadeiras em todos os mundos possíveis"? Journal of the Association for Information Science and Technology, v. 66, n. 7, p , Prof. Walter Moreira Unesp / Marília, 2017 Introdução Saussure relações paradigmáticas anteriormente chamada de relações associativas relação entre palavras ou sinais que o usuário pode substituir por outras porque estão na mesma categoria arranjo sequencial de palavras na linguagem formadas no discurso relações sintagmáticas relações entre elementos combinados entre si ex.: combinação de palavras numa sentença, palavras num termo composto, descritores numa base de dados organização do conhecimento linguístico 1

2 Introdução Exemplo: Na frase JASIST is a journal in information science todas as palavras possuem relações sintagmáticas. Poder-se-ia dizer, contudo, JASIST is a journal in computer science (or in bibliometrics or in information management etc.). As relações entre information science, computer science, bibliometrics e information management são relações paradigmáticas. Introdução Svenonius (2000) expressa um importante aspecto da compreensão das relações paradigmáticas e sintagmáticas, dizendo: Ao contrário das relações lexicais ou definicionais, que são inteiramente paradigmáticas ou a priori, as relações sintagmáticas são contínuas ou empíricas. As primeiras expressam relações tautológicas entre ideias; as últimas expressam conhecimento relacional sobre o mundo real. As relações a priori são vistas como independentes de documentos uma vez que são geralmente reconhecidas e podem ser estabelecidas através de referência a obras-padrão, como dicionários e enciclopédias" (ISO 2788). Mas um tesauro é em si mesmo um trabalho padrão, e a questão é: como esses trabalhos padrão estabelecem suas reivindicações? Mais tarde, Svenonius (2000) argumenta que as relações semânticas em tesauros e outros KOS devem excluir relações empíricas e considerar apenas as relações não-empíricas (que tanto Austin como Svenonius denominaram "relações paradigmáticas"). A ideia de que as relações nos KOS são não-empíricas é generalizada e importante para refutá-la. 2

3 Relações comuns num tesauro: equivalência, hierárquicas, associativas Relações de equivalência Os termos não são sinônimos ou homônimos: este não é um atributo interno. Melhor dizer que termos podem ser considerados sinônimos ou homônimos em contextos específicos (e depois especificar esses contextos). Ex.: a relação de equivalência entre burnout e occupational stress, no PsycInfo thesaurus não reflete a literatura especializada Por implicação, designar termos como sinônimos ou homônimos pressupõe conhecimento de como esses termos são usados no domínio específico para o qual o KOS é construído. Relações hierárquicas is a kind of part-whole Dois conceitos são hierarquicamente relacionados se um conceito inclui a extensão do outro conceito. Trata-se de meronímia (mereologia, relação parte-de, relação parte-todo, partonomia) e hiponímia (relação tipo-de, relação taxonômica, taxonomia) lábios é merônimo de boca; pato é hipônimo de ave Os diferentes sub-conceitos para um conceito mais amplo compartilhado são irmãos pato e cotovia são ambos sub-conceitos de ave, então são irmãos Como estabelecer se A é um tipo de B? A taxonomia de Lineu, a cladística Henning... o futuro? Plutão já foi planeta Não são relações independentes de contexto, definicionais e verdadeiras em todos os mundos possíveis. De modo geral, para estabelecer num tesauro se A é uma espécie de B, deve-se basear a classificação no conhecimento empírico e nas teorias e paradigmas científicos. 3

4 Relações hierárquicas is a kind of part-whole Dois conceitos são hierarquicamente relacionados se um conceito inclui a extensão do outro conceito. Trata-se de meronímia (mereologia, relação parte-de, relação parte-todo, partonomia) e hiponímia (relação tipo-de, relação taxonômica, taxonomia) lábios é merônimo de boca; pato é hipônimo de ave Os diferentes sub-conceitos para um conceito mais amplo compartilhado são irmãos pato e cotovia são ambos sub-conceitos de ave, então são irmãos Como estabelecer se A é um tipo de B? A taxonomia de Lineu, a cladística de Henning... o futuro? Plutão já foi planeta Não são relações independentes de contexto, definicionais e verdadeiras em todos os mundos possíveis. De modo geral, para estabelecer num tesauro se A é uma espécie de B, deve-se basear a classificação no conhecimento empírico e nas teorias e paradigmas científicos. Relações associativas Podem abranger, e.g. antônimos (pesquisas sobre paz, pesquisas sobre conflitos) causa-efeito (estradas escorregadias-acidentes) sequências (bacharelado, mestrado, doutorado) e muito mais. Todas essas relações semânticas são explicadas em outro tipo de KOS, ontologias, mas não em tesauros. Às vezes são chamadas de "relações associativas", mas "relações semânticas não especificadas" é um termo mais preciso. As relações associativas devem ser limitadas às formas individuais em que as pessoas associam um termo a outro, dependendo de seus conhecimentos e interesses. Para estabelecer "relações associativas", depende-se da pesquisa empírica tanto quanto para os casos das relações de equivalência e relações hierárquicas. W.: Hjorland tergiversa sobre as relações associativas... 4

5 Relações associativas Podem abranger, e.g. antônimos (pesquisas sobre paz, pesquisas sobre conflitos) causa-efeito (estradas escorregadias-acidentes) sequências (bacharelado, mestrado, doutorado) e muito mais. Todas essas relações semânticas são explicadas em outro tipo de KOS, ontologias, mas não em tesauros. Às vezes são chamadas de "relações associativas", mas "relações semânticas não especificadas" é um termo mais preciso. As relações associativas devem ser limitadas às formas individuais em que as pessoas associam um termo a outro, dependendo de seus conhecimentos e interesses. Para estabelecer "relações associativas", dependese da pesquisa empírica tanto quanto para os casos das relações de equivalência e relações hierárquicas. W.: Hjorland tergiversa sobre as relações associativas... Teorias da semântica e do conhecimento Svenonius (2000, p. 164) coloca uma oposição entre, por um lado, as relações de perspectiva e, por outro lado, as relações de gênero-espécie.... Uma diferença essencial entre as relações de perspectiva e as de gênero-espécie é que as primeiras mantêm-se contingentemente em contextos empíricos particulares, enquanto as segundas, sendo a priori e definicionalmente verdadeiras, são sempre mantidas. A relação gênero-espécie limita um rato a ser um roedor; uma relação de perspectiva permite que seja uma praga agrícola, um animal experimental, e assim por diante. A questão para a CI é: como determinados as relações semânticas nos KOS? Hjorland responde: considerando-se as fontes de autoridade (em último caso, consideram-se as evidências científicas e acadêmicas em fontes primárias ou se faz pesquisa original) e baseando nosso trabalho em uma filosofia sólida. 5

6 Teorias da semântica e do conhecimento A diferenciação de Svenonius entre relações de gênero-espécie e relações de perspectiva é problemática: todas as relações devem ser consideradas perspectivais desde a Estrutura das Revoluções Científicas de Kuhn (1962), tem havido uma tendência na filosofia científica de considerar o conhecimento científico como perspectivista embora esta questão ainda seja debatida e, portanto, aberta. A seleção de propriedades para classificação é baseada em pontos de vista, interesses, tradições acadêmicas etc. Não podemos estudar seriamente relações de gênero-espécie sem saber como biólogos e filósofos estão discutindo o conceito de espécies biológicas (Wilkins, 2009), bem como classificações específicas, como por exemplo, Lineu ou Henning. As bibliotecas e as bases de dados também devem ser compreendidas como instrumentos educativos que refletem e atualizam o quadro da ciência. 6

Tipos de Sistemas de Organização do Conhecimento

Tipos de Sistemas de Organização do Conhecimento Tipos de Sistemas de Organização do Conhecimento P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A Lista de

Leia mais

Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula

Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Conceitos básicos e importantes a serem fixados: 1- Sincronia e Diacronia; 2- Língua e Fala 3- Significante e Significado 4- Paradigma e Sintagma 5- Fonética e

Leia mais

SEMÂNTICA PARTE 3 ANÁLISE SEMÂNTICA 14/06/2012. SCC5908 Tópicos em Processamento de Língua Natural. Até agora, significado da sentença

SEMÂNTICA PARTE 3 ANÁLISE SEMÂNTICA 14/06/2012. SCC5908 Tópicos em Processamento de Língua Natural. Até agora, significado da sentença SEMÂNTICA PARTE 3 SCC5908 Tópicos em Processamento de Língua Natural Thiago A. S. Pardo ANÁLISE SEMÂNTICA Até agora, significado da sentença Rhumba closed. e Closing(e) Closed(e,Rhumba) 2 1 ANÁLISE SEMÂNTICA

Leia mais

Sistemas de PROFA. LILLIAN ALVARES FACULDADE DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

Sistemas de PROFA. LILLIAN ALVARES FACULDADE DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Sistemas de Organização do Conhecimento PROFA. LILLIAN ALVARES FACULDADE DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Sistemas de Organização do Conhecimento tem como principal p objetivo...... a

Leia mais

Seminário 3: Estudo da Classificação

Seminário 3: Estudo da Classificação Seminário 3: Estudo da Classificação Texto: KAULA, Prithvi N. Repensando os conceitos no estudo da classificação. Disponível em: http://www.conexaorio.com/biti/kaula/index.htm. Acesso em: 2 ago 2005. Componentes

Leia mais

O tesauro pode ser pesquisado no menu da Jurisprudência pelo link Vocabulário Jurídico.

O tesauro pode ser pesquisado no menu da Jurisprudência pelo link Vocabulário Jurídico. Perguntas Frequentes Jurisprudência - Tesauro Jurídico 1. O que é o Tesauro Jurídico? Segundo o dicionário Aurélio, Tesauro é um 'vocabulário controlado e dinâmico de descritores relacionados semântica

Leia mais

CTTO: Semelhanças e Diferenças. Classificações, Tesauros,Taxonomias e Ontologias

CTTO: Semelhanças e Diferenças. Classificações, Tesauros,Taxonomias e Ontologias CTTO: Semelhanças e Diferenças Classificações, Tesauros,Taxonomias e Ontologias Classificações, tesauros, taxonomias e ontologias estruturam, classificam, modelam e representam conceitos e seus relacionamentos

Leia mais

Linguagens Documentárias. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília

Linguagens Documentárias. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Linguagens Documentárias Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Contexto Organização da Informação...... procura criar métodos e instrumentos para elaborar

Leia mais

Quais os principais objetivos dos sistemas de organização do conhecimento?

Quais os principais objetivos dos sistemas de organização do conhecimento? Quais os principais objetivos dos sistemas de organização do conhecimento? Anelise Weingärmer Ferreira Márcia Marques Márcio Gonçalves Patrícia Cunegundes Guimarães Paulo Roberto Danelon Lopes Rafaela

Leia mais

Desenvolvimento de um modelo de ensino da Física

Desenvolvimento de um modelo de ensino da Física Desenvolvimento de um modelo de ensino da Física Modelação ou desenvolvimento de um modelo Processo cognitivo de aplicação dos princípios de uma teoria para produzir um modelo de um objecto físico ou de

Leia mais

Fundamentos em Organização da Informação

Fundamentos em Organização da Informação Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Plano de Ensino Fundamentos em Organização da Informação Profa. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Código: 382779 Portal da Disciplina:

Leia mais

Tópicos de Pesquisa em Administração

Tópicos de Pesquisa em Administração Tópicos de Pesquisa em Administração Professor LUCIEL HENRIQUE DE OLIVEIRA luciel@uol.com.br Do conhecimento ao saber científico Do conhecimento ao saber científico CERVO e BERVIAN (década 1970) estabelecem

Leia mais

1 Introdução Motivação

1 Introdução Motivação 1 Introdução 1.1. Motivação Dados geográficos estão disponíveis em uma grande variedade de repositórios, desde os computadores pessoais até repositórios sofisticados mantidos por organizações. Para ajudar

Leia mais

A QUESTÃO DAS PALAVRAS- CHAVE E A PROPOSTA DO USO DE VOCABULÁRIO CONTROLADO PARA AS REVISTAS CIENTÍFICAS DA UNESP

A QUESTÃO DAS PALAVRAS- CHAVE E A PROPOSTA DO USO DE VOCABULÁRIO CONTROLADO PARA AS REVISTAS CIENTÍFICAS DA UNESP I Encontro de Editores de Revistas Científicas da Unesp A QUESTÃO DAS PALAVRAS- CHAVE E A PROPOSTA DO USO DE VOCABULÁRIO CONTROLADO PARA AS REVISTAS CIENTÍFICAS DA UNESP Fábio Sampaio Rosas Rosane Rodrigues

Leia mais

Taxonomia e Nomenclatura. Aula nº49 e 51 4 e 9 Fev 09 Prof. Ana Reis

Taxonomia e Nomenclatura. Aula nº49 e 51 4 e 9 Fev 09 Prof. Ana Reis Taxonomia e Nomenclatura Aula nº49 e 51 4 e 9 Fev 09 Prof. Ana Reis Actualmente, as classificações biológicas são ainda influenciadas pelo trabalhos de Aristóteles, mas sobretudo pelos de Lineu, que é

Leia mais

INTRODUÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA

INTRODUÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA INTRODUÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA Matemática Aplicada a Computação rofessor Rossini A M Bezerra Lógica é o estudo dos princípios e métodos usados para distinguir sentenças verdadeiras de falsas. Definição

Leia mais

Informática. Banco de Dados Relacional. Professor Julio Alves.

Informática. Banco de Dados Relacional. Professor Julio Alves. Informática Banco de Dados Relacional Professor Julio Alves www.acasadoconcurseiro.com.br Informática 1. BANCOS DE DADOS RELACIONAL Um BD relacional possui apenas um tipo de construção, a tabela. Uma

Leia mais

ONTOLOGIAS, TAXONOMIA E TESAUROS EM TEORIA DE SISTEMAS E SISTEMÁTICA

ONTOLOGIAS, TAXONOMIA E TESAUROS EM TEORIA DE SISTEMAS E SISTEMÁTICA ONTOLOGIAS, TAXONOMIA E TESAUROS EM TEORIA DE SISTEMAS E SISTEMÁTICA ONTOLOGÍAS, TAXONOMÍA E TESAUROS EM TEORIA DE SISTEMAS E SISTEMÁTICA CURRÁS, Emília. Ontologias, taxonomia e tesauros em teoria de sistemas

Leia mais

Taxonomia. Profa. Lillian Alvares, Faculdade de Ciência da Informação. Universidade de Brasília

Taxonomia. Profa. Lillian Alvares, Faculdade de Ciência da Informação. Universidade de Brasília Taxonomia Profa. Lillian Alvares, Faculdade de Ciência da Informação. Universidade de Brasília Origem O termo taxonomia tem sua origem no grego Táxis (ordem) Nomos (lei, norma) e...... derivou-se de um

Leia mais

Taxonomia e Folksonomia. São Paulo, 28 de maio de 2010

Taxonomia e Folksonomia. São Paulo, 28 de maio de 2010 Taxonomia e Folksonomia São Paulo, 28 de maio de 2010 Como os profissionais de informação podem ajudar? Nem sempre o Google é a solução para tudo! Os conceitos de ciência da informação podem otimizar

Leia mais

Modalidade da apresentação: Pôster APLICAÇÃO DE MODELO DE REENGENHARIA EM TESAURO APPLICATION OF REENGINEERING MODEL ON THESAURUS

Modalidade da apresentação: Pôster APLICAÇÃO DE MODELO DE REENGENHARIA EM TESAURO APPLICATION OF REENGINEERING MODEL ON THESAURUS 1028 Modalidade da apresentação: Pôster APLICAÇÃO DE MODELO DE REENGENHARIA EM TESAURO APPLICATION OF REENGINEERING MODEL ON THESAURUS Benildes Coura Moreira dos Santos Maculan Gercina Ângela Borem de

Leia mais

VOCABULÁRIOS CONTROLADOS. Prof. Cesar A. Tacla/UTFPR Curitiba

VOCABULÁRIOS CONTROLADOS. Prof. Cesar A. Tacla/UTFPR Curitiba VOCABULÁRIOS CONTROLADOS Prof. Cesar A. Tacla/UTFPR Curitiba Vocabulário controlado: tipos Taxonomia Tesauro Ontologia GCO2005 Prof. Cesar Augusto Tacla TAXONOMIA Vocabulários controlados: taxonomia É

Leia mais

pesquisa de informação científica 2. o processo de pesquisa

pesquisa de informação científica 2. o processo de pesquisa 2.1. Definir claramente a necessidade de informação 2.1. Definir claramente a necessidade de informação Questões a definir: Qual o objectivo da pesquisa? Qual o nível de exaustividade? Qual o tipo de documento

Leia mais

Oficina: O uso adequado das fontes de informação na área de Humanidades. Sandra Pedro da Silva Biblioteca da Faculdade de Ciências e Letras UNESP

Oficina: O uso adequado das fontes de informação na área de Humanidades. Sandra Pedro da Silva Biblioteca da Faculdade de Ciências e Letras UNESP Oficina: O uso adequado das fontes de informação na área de Humanidades Sandra Pedro da Silva Biblioteca da Faculdade de Ciências e Letras UNESP 2015 AGENDA O que são bases de dados? Estratégia de buscas;

Leia mais

Notas de Aula 03: Introdução a Orientação a Objetos e a UML

Notas de Aula 03: Introdução a Orientação a Objetos e a UML Notas de Aula 03: Introdução a Orientação a Objetos e a UML Objetivos da aula: Introduzir os conceitos da Orientação à Objetos (O.O) Introduzir os conceitos da UML Relacionar os processos às ferramentas

Leia mais

Aula 9 Desenvolvimento da linguagem: a aquisição de nomes e verbos (cont.)

Aula 9 Desenvolvimento da linguagem: a aquisição de nomes e verbos (cont.) Aula 9 Desenvolvimento da linguagem: a aquisição de nomes e verbos (cont.) Pablo Faria HL422A Linguagem e Pensamento: teoria e prática Módulo 1: Aquisição da Linguagem IEL/UNICAMP 28 de setembro de 2016

Leia mais

ÉTICA AULA 3 PROF. IGOR ASSAF MENDES

ÉTICA AULA 3 PROF. IGOR ASSAF MENDES ÉTICA AULA 3 PROF. IGOR ASSAF MENDES LUDWIG WITTGENSTEIN Texto 2 LUDWIG WITTGENSTEIN 1889-1951 Estudou o significado conceitos filosóficos através da análise lógica da natureza das proposições da linguagem.

Leia mais

Taxonomia. Profa. Lillian Alvares, Faculdade de Ciência da Informação. Universidade de Brasília

Taxonomia. Profa. Lillian Alvares, Faculdade de Ciência da Informação. Universidade de Brasília Taxonomia Profa. Lillian Alvares, Faculdade de Ciência da Informação. Universidade de Brasília Origem O termo taxonomia tem sua origem no grego Táxis (ordem) Nomos (lei, norma) e...... derivou-se de um

Leia mais

1 TEORIA DOS CONJUNTOS

1 TEORIA DOS CONJUNTOS 1 TEORIA DOS CONJUNTOS Definição de Conjunto: um conjunto é uma coleção de zero ou mais objetos distintos, chamados elementos do conjunto, os quais não possuem qualquer ordem associada. Em outras palavras,

Leia mais

Teoria do Conceito. Constitui a capacidade do homem designar os objetos que o circundam assim como de comunicar-se com os seus semelhantes.

Teoria do Conceito. Constitui a capacidade do homem designar os objetos que o circundam assim como de comunicar-se com os seus semelhantes. Teoria do Conceito Linguagem Constitui a capacidade do homem designar os objetos que o circundam assim como de comunicar-se com os seus semelhantes. Teoria do Conceito Linguagens Naturais As linguagens

Leia mais

DISCIPLINA: INGLÊS CÓDIGO DA PROVA: 367. Ensino Secundário ANO DE ESCOLARIDADE: 11.º

DISCIPLINA: INGLÊS CÓDIGO DA PROVA: 367. Ensino Secundário ANO DE ESCOLARIDADE: 11.º DISCIPLINA: INGLÊS CÓDIGO DA PROVA: 367 Ensino Secundário ANO DE ESCOLARIDADE: 11.º O presente documento divulga informação relativa à prova de equivalência à frequência do ensino secundário da disciplina

Leia mais

Linguística As Dicotomias Linguísticas e a Dupla Articulação da Linguagem

Linguística As Dicotomias Linguísticas e a Dupla Articulação da Linguagem Linguística As Dicotomias Linguísticas e a Dupla Articulação da Linguagem Profª. Sandra Moreira Conteúdo Programático As Dicotomias Linguísticas Sincronia versus Diacronia Língua versus Fala Significante

Leia mais

Taxonomia. Alberto Elizabete Ernesto Ivan. Lillian Marcio Patricia Rubens

Taxonomia. Alberto Elizabete Ernesto Ivan. Lillian Marcio Patricia Rubens Alberto Elizabete Ernesto Ivan Lillian Marcio Patricia i Rubens 1 Sumário Introdução Aspectos Metodológicos Exemplos e Aplicações Ferramentas Principais Iniciativas 2 Introdução A criação da teoria de

Leia mais

Informação - Prova de Equivalência à Frequência de INGLÊS I Nível 5 (Código da Prova 21) 2016

Informação - Prova de Equivalência à Frequência de INGLÊS I Nível 5 (Código da Prova 21) 2016 Informação - Prova de Equivalência à Frequência de INGLÊS I Nível 5 (Código da Prova 21) 2016 3ºCiclo - 9º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 17/2016, de 4 de abril) O presente documento divulga informação

Leia mais

Simbolismo e Realidade (1925) Fundamentos da Teoria do Signo (1938) Signos Linguagem e Comportamento (1946)

Simbolismo e Realidade (1925) Fundamentos da Teoria do Signo (1938) Signos Linguagem e Comportamento (1946) Charles Morris (1901-1979) clássico da semiótica cuja influência no desenvolvimento da história da semiótica foi decisiva nos anos 30 e 40 raízes na semiótica de Peirce, no behaviorismo, no pragmatismo

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A PESQUISA EM CUSTOS NO BRASIL Período de 1967 A 1999

UM ESTUDO SOBRE A PESQUISA EM CUSTOS NO BRASIL Período de 1967 A 1999 1 UM ESTUDO SOBRE A PESQUISA EM CUSTOS NO BRASIL Período de 1967 A 1999 Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 FEA 3 05508-900 Cidade

Leia mais

ATENÇÃO! Material retirado da Internet, que eu considero de fonte segura e confiável. Os endereços estão no fim de cada assunto. O que é Semântica? Semântica provém do vocábulo grego que se pode traduzir

Leia mais

Pré-Processamento de Documentos

Pré-Processamento de Documentos Pré-Processamento de Documentos Introdução Pré-Processamento : Análise léxica; Stopwords; Stemming; Vocabulário; Thesaurus Compressão: Fundamentos; Método Estatístico; Método Dicionário; Arquivos Invertidos

Leia mais

Conteúdo Programático - 3º ano

Conteúdo Programático - 3º ano Língua Conteúdo Portuguesa Programático - 3º ano Leitura/ Tipologia Textual Diferentes tipos de textos com argumentação oral texto imagético, narrativo, poema, autobiografia, história em quadrinhos, receita

Leia mais

Introdução Investigação em CS. Introdução a Investigação/ Comunicação Técnica e Científica

Introdução Investigação em CS. Introdução a Investigação/ Comunicação Técnica e Científica Introdução Investigação em CS Introdução a Investigação/ Comunicação Técnica e Científica O que é um Doutoramento? Todo conhecimento humano. O que é um Doutoramento? Aprendes algumas coisas na escola primária.

Leia mais

IBM1029 Introdução à Bioinformática. O Início da Bioinformática 27/03/2017. Aula 2. O Início. Bioionformática: definição

IBM1029 Introdução à Bioinformática. O Início da Bioinformática 27/03/2017. Aula 2. O Início. Bioionformática: definição IBM1029 Introdução à Bioinformática Profa Dra Silvana Giuliatti Departamento de Genética FMRP silvana@fmrp.usp.br O Início da Bioinformática Aula 2 O Início Trabalho de Margaret Dayhoff e colaboradores:

Leia mais

Curso: Letras Português/Espanhol. Disciplina: Linguística. Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus

Curso: Letras Português/Espanhol. Disciplina: Linguística. Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus Curso: Letras Português/Espanhol Disciplina: Linguística Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus AULA 2 1ª PARTE: Tema 2 - Principais teóricos e teorias da Linguística moderna Formalismo x Funcionalismo

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Disciplina: Zoologia dos vertebrados

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Disciplina: Zoologia dos vertebrados UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Disciplina: Zoologia dos vertebrados Diversidade e Classificação dos Vertebrados Professor: Heleno Brandão Dr. em Ciências Biológicas, Área de Concentração: Zoologia

Leia mais

TABELA DE VALORES A SEREM PRATICADOS NO ANO DE 2015

TABELA DE VALORES A SEREM PRATICADOS NO ANO DE 2015 Tabela I - Valor das Mensalidades - Ingressantes a partir de 2015 Mestrado em Administração 24 R$ 2.277,00 Mestrado em Bioética 24 R$ 1.403,00 Mestrado em Ciência Animal 24 R$ 2.191,00 Mestrado em Ciências

Leia mais

Atividade externa Resenha. MÁTTAR NETO, João Augusto. Metodologia científica na era da informática. São Paulo: Saraiva, p.

Atividade externa Resenha. MÁTTAR NETO, João Augusto. Metodologia científica na era da informática. São Paulo: Saraiva, p. 1 Universidade de São Paulo ECA Depto. de Biblioteconomia e Documentação Disciplina: CBD0100 - Orientação à Pesquisa Bibliográfica Matutino Responsável: Profa. Dra. Brasilina Passarelli Aluna: Rita de

Leia mais

Antes de iniciar as respostas, faça uma leitura completa da avaliação. Lembre-se:

Antes de iniciar as respostas, faça uma leitura completa da avaliação. Lembre-se: 9º Rasuras serão consideradas erro! Não use corretivo! Não abrevie palavras! Utilize apenas caneta de tinta azul ou preta! Responda ao que foi solicitado de forma coerente e coesa. Boa Sorte! Dar o conceito

Leia mais

O PAVEL: curso interativo de Terminologia

O PAVEL: curso interativo de Terminologia Disponível em:< http://www.termiumplus.gc.ca/didacticiel_tutorial/portugues/lecon1/indexe_p.html> Acesso em: 01/03/2011. O PAVEL: curso interativo de Terminologia Glossário Abreviação Designação formada

Leia mais

OS TIPOS DE TRABALHOS CIENTÍFICOS

OS TIPOS DE TRABALHOS CIENTÍFICOS OS TIPOS DE TRABALHOS CIENTÍFICOS Peculiaridades e formas de conduzir seus estudos Thaisa Bueno Uma breve diferenciação antes de começarmos Divulgação científica Jornalismo científico Disseminação científica

Leia mais

Ciências da Informação e da Documentação e Biblioteconomia. LINGUAGENS DOCUMENTÁRIAS Construção de Tesauros Disciplina

Ciências da Informação e da Documentação e Biblioteconomia. LINGUAGENS DOCUMENTÁRIAS Construção de Tesauros Disciplina LINGUAGENS DOCUMENTÁRIAS Construção de Tesauros Disciplina 5962036 Prof.ª Dr.ª Deise Sabbag Teoria da Terminologia A Palavra TERMINOLOGIA na literatura (de forma geral) apresenta três significados: Primeiro

Leia mais

Prof. Jorge Cavalcanti

Prof. Jorge Cavalcanti Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta - 01 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO AUXILIUM

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO AUXILIUM CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO AUXILIUM CURSO DE DIREITO 1º BIMESTRE 2º SEMESTRE A/B LINGUAGEM JURÍDICA II - PROF. OSVALDO O TEXTO JURÍDICO E SUAS PRINCIPAIS PROPRIEDADES COESÃO REFERENCIAL, RECORRENCIAL

Leia mais

Informação sobre Exame de Equivalência à Frequência. Prova de Inglês 367 Ensino Secundário) Duração da Prova: 90 minutos (escrita) 25 minutos (oral)

Informação sobre Exame de Equivalência à Frequência. Prova de Inglês 367 Ensino Secundário) Duração da Prova: 90 minutos (escrita) 25 minutos (oral) Informação sobre Exame de Equivalência à Frequência Prova de Inglês 367 Ensino Secundário) Duração da Prova: 90 minutos (escrita) 25 minutos (oral) 1. Objeto de avaliação A prova a que esta informação

Leia mais

Introdução 1 Língua, Variação e Preconceito Linguístico 1 Linguagem 2 Língua 3 Sistema 4 Norma 5 Português brasileiro 6 Variedades linguísticas 6.

Introdução 1 Língua, Variação e Preconceito Linguístico 1 Linguagem 2 Língua 3 Sistema 4 Norma 5 Português brasileiro 6 Variedades linguísticas 6. Introdução 1 Língua, Variação e Preconceito Linguístico 1 Linguagem 2 Língua 3 Sistema 4 Norma 5 Português brasileiro 6 Variedades linguísticas 6.1 Padrão vs. não padrão 6.2 Variedades sociais 6.3 Classificação

Leia mais

Lógica. Cálculo Proposicional. Introdução

Lógica. Cálculo Proposicional. Introdução Lógica Cálculo Proposicional Introdução Lógica - Definição Formalização de alguma linguagem Sintaxe Especificação precisa das expressões legais Semântica Significado das expressões Dedução Provê regras

Leia mais

A RECEPÇÃO DOS TEXTOS E IDEIAS DE DARWIN NO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DA UEM: UMA QUESTÃO DE CIRCULAÇÃO DO CONHECIMENTO

A RECEPÇÃO DOS TEXTOS E IDEIAS DE DARWIN NO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DA UEM: UMA QUESTÃO DE CIRCULAÇÃO DO CONHECIMENTO A RECEPÇÃO DOS TEXTOS E IDEIAS DE DARWIN NO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DA UEM: UMA QUESTÃO DE CIRCULAÇÃO DO CONHECIMENTO Vitor Góis Ferreira (PIBIC/FA/UEM), Cristina de Amorim Machado(Orientadora, DFE-UEM),

Leia mais

Por que é importante?

Por que é importante? Disciplina: Engenharia de Software 3 Bimestre Aula 5: ENGENHARIA DE SOFTWARE BASEADA EM COMPONENTES Para o desenvolvimento de softwares customizados, a engenharia de software baseada em componentes é uma

Leia mais

Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Disciplina: Introdução aos estudos linguísticos II

Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Disciplina: Introdução aos estudos linguísticos II Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Disciplina: Introdução aos estudos linguísticos II Alguns fenômenos da língua que constituem evidência sintática para o fato de que a sentença é uma estrutura hierárquica.

Leia mais

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Assunto: Indicadores epidemiológicos, de morbidade: incidência, prevalência, taxa de ataque e taxa de ataque secundária..

Leia mais

Bárbara da Silva. Português. Aula 42 Coesão referencial, lexical e sequencial

Bárbara da Silva. Português. Aula 42 Coesão referencial, lexical e sequencial Bárbara da Silva Português Aula 42 Coesão referencial, lexical e sequencial A coesão referencial e a coesão sequencial são chamadas de recursos coesivos por estabelecerem vínculos entre as palavras, orações

Leia mais

Modelo Relacional. Banco de Dados 2º trimestre Prof. Patrícia Lucas

Modelo Relacional. Banco de Dados 2º trimestre Prof. Patrícia Lucas Modelo Relacional Banco de Dados 2º trimestre Prof. Patrícia Lucas Composição de um BD Relacional Um banco de dados relacional é composto de tabelas ou relações. Tabelas = Relações Tabelas Umatabelaéumconjuntonãoordenadodelinhas

Leia mais

Linguística O Gerativismo de Chomsky

Linguística O Gerativismo de Chomsky Linguística O Gerativismo de Chomsky Profª. Sandra Moreira Conteúdo Programático A Gramática Gerativa Inatismo versus Behaviorismo Competência e Desempenho Estrutura Profunda e Estrutura Superficial Objetivos

Leia mais

Pôster PRINCÍPIOS PARA UTILIZAÇÃO DE ONTOLOGIAS NA INDEXAÇÃO AUTOMÁTICA. Maria Elisa Valentim Pickler UNESP/MARÍLIA Edberto Ferneda UNESP/MARÍLIA

Pôster PRINCÍPIOS PARA UTILIZAÇÃO DE ONTOLOGIAS NA INDEXAÇÃO AUTOMÁTICA. Maria Elisa Valentim Pickler UNESP/MARÍLIA Edberto Ferneda UNESP/MARÍLIA XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013) GT 8: Informação e Tecnologia Pôster PRINCÍPIOS PARA UTILIZAÇÃO DE ONTOLOGIAS NA INDEXAÇÃO AUTOMÁTICA Maria Elisa Valentim Pickler

Leia mais

CBM-GO SUMÁRIO. Língua Portuguesa. Leitura: Capacidade de compreensão e interpretação... 3

CBM-GO SUMÁRIO. Língua Portuguesa. Leitura: Capacidade de compreensão e interpretação... 3 Língua Portuguesa Leitura: Capacidade de compreensão e interpretação... 3 Pressupostos e subentendidos Relações lógicas no texto: a coerência... 10 Hierarquia das ideias: ideia central e ideias periféricas...

Leia mais

Teoria Geral dos Sistemas

Teoria Geral dos Sistemas UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Teoria Geral dos Sistemas Professor: Eduardo Coelho Modelagem de sistemas Podemos

Leia mais

Oficina: Pesquisa Acadêmica em Base de Dados. Biblioteca da Faculdade de Ciências e Letras UNESP

Oficina: Pesquisa Acadêmica em Base de Dados. Biblioteca da Faculdade de Ciências e Letras UNESP Oficina: Pesquisa Acadêmica em Base de Dados Biblioteca da Faculdade de Ciências e Letras UNESP 2016 AGENDA O que são bases de dados? Estratégia de buscas; Traçando o perfil; Perfil de interesse; Modos

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Ecologia. Filosofia da Ciência Epistemologia da Ciência

Universidade Federal de Goiás Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Ecologia. Filosofia da Ciência Epistemologia da Ciência Universidade Federal de Goiás Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Ecologia Filosofia da Ciência Epistemologia da Ciência As Revoluções Científicas Prof. Adriano S. Melo asm.adrimelo no gmail.com

Leia mais

Morfe, alomorfe e morfema. Luiz Arthur Pagani

Morfe, alomorfe e morfema. Luiz Arthur Pagani Morfe, alomorfe e morfema Luiz Arthur Pagani 1 1 Introdução recorrência: O interesse da depreensão dos morfemas resulta de seu caráter produtivo: são elementos recorrentes, reutilizados em centenas de

Leia mais

Uma ontologia para o suporte na identificação de foraminíferos. An ontology to support in the identification of foraminifera

Uma ontologia para o suporte na identificação de foraminíferos. An ontology to support in the identification of foraminifera SEMINÁRIO DE PESQUISA EM ONTOLOGIA NO BRASIL 11 e 12 de Agosto Universidade Federal Fluminense Departamento de Ciência da Informação Niterói Rio de Janeiro Brasil Esta comunicação está sendo submetida

Leia mais

Relações semânticas entre palavras. O papel das relações semânticas em português: Comparando o TeP, a MWN.PT e o PAPEL

Relações semânticas entre palavras. O papel das relações semânticas em português: Comparando o TeP, a MWN.PT e o PAPEL Relações semânticas entre palavras O papel das relações semânticas em português: Comparando o TeP, a e o Diana Santos, Anabela Barreiro, Luís Costa, Cláudia Freitas, Paulo Gomes, Hugo Gonçalo Oliveira,

Leia mais

PAVIANI, Neires Maria Soldatelli. Estudos da linguagem na educação

PAVIANI, Neires Maria Soldatelli. Estudos da linguagem na educação PAVIANI, Neires Maria Soldatelli. Estudos da linguagem na educação. Caxias do Sul: Educs, 2012. 15 RESENHA Fabiana Kaodoinski * Neires Maria Soldatelli Paviani, nascida em 1946, em Flores da Cunha RS,

Leia mais

TESTE SEUS CONHECIMENTOS sobre o MESTRE GENEBRINO! Faça o teste, conte os pontos e veja no final comentários sobre a sua pontuação.

TESTE SEUS CONHECIMENTOS sobre o MESTRE GENEBRINO! Faça o teste, conte os pontos e veja no final comentários sobre a sua pontuação. TESTE SEUS CONHECIMENTOS sobre o MESTRE GENEBRINO! Faça o teste, conte os pontos e veja no final comentários sobre a sua pontuação. Você encontra as leituras de apoio ao exercício neste link: http://www.revel.inf.br/pt/edicoes/?mode=especial&id=13

Leia mais

4 Trabalhos relacionados à extração automática de hiperonímia

4 Trabalhos relacionados à extração automática de hiperonímia 54 4 Trabalhos relacionados à extração automática de hiperonímia Neste capítulo, relato os principais trabalhos que tratam da extração automática de relações de hiperonímia a partir de textos. Começo com

Leia mais

Seleção de fontes de informação científica. Biblioteca da Universidade de Aveiro 2013

Seleção de fontes de informação científica. Biblioteca da Universidade de Aveiro 2013 Biblioteca da Universidade de Aveiro 2013 Objetivos gerais da formação Identificar as ferramentas de pesquisa disponíveis via Web e conhecer as suas funcionalidades, vantagens e desvantagens, de modo a

Leia mais

TÍTULO. Pré-projeto de Pesquisa em Letras. Dra: Ana Paula Silveira

TÍTULO. Pré-projeto de Pesquisa em Letras. Dra: Ana Paula Silveira TÍTULO Pré-projeto de Pesquisa em Letras Dra: Ana Paula Silveira O que é um projeto? O Pensador, de Auguste Rodin O Gênero Projeto de pesquisa Conteúdo de referência no campo da ciência (itens lexicais

Leia mais

ESPANHOL 1ª e 2ª fase de 2014

ESPANHOL 1ª e 2ª fase de 2014 INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ESPANHOL 1ª e 2ª fase de 2014 Prova 15 2014 9ºano de Escolaridade - 3.º Ciclo do Ensino Básico PROVA ESCRITA 50% 1. Objeto de avaliação, características e

Leia mais

Português. Conotação e Denotação. Professor Carlos Zambeli.

Português. Conotação e Denotação. Professor Carlos Zambeli. Português Conotação e Denotação Professor Carlos Zambeli www.acasadoconcurseiro.com.br Português DENOTAÇÃO X CONOTAÇÃO O signo linguístico (a palavra) é constituído pelo significante parte perceptível,

Leia mais

Alternativas à pesquisa acadêmica no Google. Eliane Colepícolo (SeABD/BCo/UFSCar) São Carlos, 19/abr./2011

Alternativas à pesquisa acadêmica no Google. Eliane Colepícolo (SeABD/BCo/UFSCar) São Carlos, 19/abr./2011 Alternativas à pesquisa acadêmica no Google Eliane Colepícolo (SeABD/BCo/UFSCar) São Carlos, 19/abr./2011 Por que usamos Google? Popularidade Facilidade de uso Resultado imediato Entretanto... o resultado

Leia mais

EMBASE. RESPOSTAS BIOMÉDICAS.

EMBASE.  RESPOSTAS BIOMÉDICAS. EMBASE RESPOSTAS BIOMÉDICAS www.embase.com www.americalatina.elsevier.com/brasil http://embase.com/info/ 1 Agenda O que é EMBASE? Tipos e opções de busca EMBASE Indexação EMTREE Thesaurus Lista de fontes

Leia mais

Introdução Seres Vivos

Introdução Seres Vivos A diversidade de seres vivos variou ao longo do tempo geológico em nosso planeta. Algumas linhas de pensamento acreditam que os seres vivos são imutáveis (fixismo), mas desde Darwin acredita-se que ocorrem

Leia mais

MODELAGEM DE DADOS UNIDADE 3 Modelo Entidade-Relacionamento. Luiz Leão

MODELAGEM DE DADOS UNIDADE 3 Modelo Entidade-Relacionamento. Luiz Leão Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Conteúdo Programático 3.1 Modelo Entidade-Relacionamento 3.1.1 Modelo de Banco de Dados 3.1.2 Modelo Conceitual 3.1.3 Modelo lógico 3.2 As Principais

Leia mais

6 Atributos. A dívida da empresa subiu.

6 Atributos. A dívida da empresa subiu. 6 Atributos Para buscar o sentimento de um texto automaticamente precisamos encontrar boas pistas ao longo do discurso. Uma grande variedade de palavras e expressões possui conotação positiva ou negativa,

Leia mais

Análise das rupturas de fala de gagos em diferentes tarefas

Análise das rupturas de fala de gagos em diferentes tarefas Análise das rupturas de fala de gagos em diferentes tarefas Descritores: Gagueira, Leitura, Adulto. Introdução As rupturas têm sido utilizadas como parâmetro para descrever, definir e medir a gravidade

Leia mais

ANÁLISE DE CONTEÚDO O QUE É A ANÁLISE DE CONTEÚDO QUANDO USAR A ANÁLISE DE CONTEÚDO COMO FAZER ANÁLISE DE CONTEÚDO

ANÁLISE DE CONTEÚDO O QUE É A ANÁLISE DE CONTEÚDO QUANDO USAR A ANÁLISE DE CONTEÚDO COMO FAZER ANÁLISE DE CONTEÚDO ANÁLISE DE CONTEÚDO SUMÁRIO O QUE É A ANÁLISE DE CONTEÚDO QUANDO USAR A ANÁLISE DE CONTEÚDO COMO FAZER ANÁLISE DE CONTEÚDO CUIDADOS A TER NA ANÁLISE DE CONTEÚDO O QU É A ANÁLISE DE CONTEÚDO É uma das técnicas

Leia mais

Sistema de Gestão de Banco de Dados SGBD. David Fernandes França

Sistema de Gestão de Banco de Dados SGBD. David Fernandes França Sistema de Gestão de Banco de Dados SGBD David Fernandes França dffranca@gmail.com Desenvolvimento Bancos de Dados Através de Projeto de Dados O projeto de dados é o processo de identificar e formalizar

Leia mais

Lógica Proposicional. Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira. Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo

Lógica Proposicional. Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira. Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo Lógica Proposicional Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira Departamento de Tecnologia da Informação aculdade de Tecnologia de São Paulo Motivação IA IA estuda estuda como como simular simular comportamento

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS

CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS Sistemática inventariar, descrever e classificar a biodiversidade, e estabelecer as relações de parentesco entre as espécies. Taxonomia descrição e classificação das espécies.

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO/CIENTÍFICO CONCEITO

RELATÓRIO TÉCNICO/CIENTÍFICO CONCEITO RELATÓRIO TÉCNICO/CIENTÍFICO (segundo a ABNT - NBR 10719: 2011) CONCEITO Para a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2011), o relatório técnico/científico é um documento onde é exposto, em detalhes,

Leia mais

Aristóteles. (384 a.c 347 a.c)

Aristóteles. (384 a.c 347 a.c) Aristóteles (384 a.c 347 a.c) Trajetória histórica Nasce em Estagira império macedônio Encontro com Platão academia aos 17 anos (fica 20 anos) Preceptor de Alexandre Muito estudo biblioteca e investigação

Leia mais

Competitividade, qualidade e produtividade científica. Jose Neuman Miranda Neiva Universidade Federal do Tocantins

Competitividade, qualidade e produtividade científica. Jose Neuman Miranda Neiva Universidade Federal do Tocantins Competitividade, qualidade e produtividade científica Jose Neuman Miranda Neiva Universidade Federal do Tocantins Antes de começar: As possíveis críticas ao exagero da métrica com avaliadora única da qualidade

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: LIBRAS Código da Disciplina: NDC139 Curso: Faculdade de Pedagogia Semestre de oferta da disciplina: 7 período Faculdade responsável: NDC Programa em vigência a partir

Leia mais

4 AULA. Regras de Inferência e Regras de Equivalência LIVRO. META: Introduzir algumas regras de inferência e algumas regras de equivalência.

4 AULA. Regras de Inferência e Regras de Equivalência LIVRO. META: Introduzir algumas regras de inferência e algumas regras de equivalência. 1 LIVRO Regras de Inferência e Regras de Equivalência 4 AULA META: Introduzir algumas regras de inferência e algumas regras de equivalência. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de:

Leia mais

TEMA: tipos de conhecimento. Professor: Elson Junior

TEMA: tipos de conhecimento. Professor: Elson Junior Ciências Humanas e suas Tecnologias. TEMA: tipos de conhecimento. Professor: Elson Junior Plano de Aula Conhecimento O que é? Como adquirir Características Tipos Recordar é Viver... Processo de pesquisa

Leia mais

3º Ciclo do Ensino Baśico (Despacho normativo n.º1-a/2017, de 10 fevereiro)

3º Ciclo do Ensino Baśico (Despacho normativo n.º1-a/2017, de 10 fevereiro) INFORMAC AÕ PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS 2017 Código da Prova 21 3º Ciclo do Ensino Baśico (Despacho normativo n.º1-a/2017, de 10 fevereiro) 1. OBJETO DE AVALIAÇÃO A prova de Inglês, LE I

Leia mais

Panorama do sistema educacional brasileiro

Panorama do sistema educacional brasileiro Panorama do sistema educacional brasileiro Notas Estatísticas com base no Censo da Educação Superior 216 Brasília, 26 de outubro de 217 A Rede de Educação Superior Brasileira 87,7% das instituições de

Leia mais

Conteúdos Programáticos PORTUGUÊS 5.º Ano

Conteúdos Programáticos PORTUGUÊS 5.º Ano INSTITUTO DE CIÊNCIAS EDUCATIVAS Departamento de Línguas Conteúdos Programáticos PORTUGUÊS 5.º Ano 1.º Período TEMA CONTEÚDOS (cf. Planos de Aula para articulação com descritores) AULAS PREVISTAS PONTO

Leia mais

Noções básicas de Lógica

Noções básicas de Lógica Noções básicas de Lógica Consideremos uma linguagem, com certos símbolos. Chamamos expressão a uma sequências de símbolos. Uma expressão pode ser uma expressão com significado expressão sem significado

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência Prova º/11anos de Escolaridade

Informação Prova de Equivalência à Frequência Prova º/11anos de Escolaridade Informação Prova de Equivalência à Frequência Prova 367 2017 Disciplina 10º/11anos de Escolaridade INGLÊS 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de Equivalência à

Leia mais

Tesauros: organização dos termos/conceitos

Tesauros: organização dos termos/conceitos Tesauros: organização dos termos/conceitos Disciplina: 5962036 - Linguagens Documentárias: Construção de Tesauros Docente: Prof. Dra. Deise Sabbag Ribeirão Preto 2016 Tesauros São aplicados preferencialmente

Leia mais

Padrão para disponibilização de conteúdo

Padrão para disponibilização de conteúdo Padrão para disponibilização de conteúdo Equipe de Ciência da Informação UNA-SUS A disponibilização de conteúdos Conteúdos são disponibilizados na Web e contribuem com a redução de gastos com sua produção,

Leia mais