Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações"

Transcrição

1 Fonte: Introdução à Administração de Antonio Cesar Amaru Maximiano Índice Definição de planejamento Incertezas Eventos previsíveis Processo de planejamento Decisões de planejamento Planejar Atitudes em relação ao planejamento Atividades de planejamento Técnicas para estudar o futuro Objetivos Hierarquia de objetivos Administração por objetivos Processo de planejamento Planos eficaz Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro Futuro Inevitável Incerto Poucas informações Falta de controle sobre os eventos Incerteza nas organizações Falta de conhecimento Concorrência Consumidores Fornecedores Fontes de financiamento Políticas governamentais Mão-de-obra O que aumenta a incerteza nas organizações Objetivos comuns dos concorrentes Conquistar os mesmos clientes P i d t Possuir mesmos produtos Disputar o mesmo mercado Querer a mesma matéria-prima Buscar os mesmos profissionais

2 Eventos previsíveis Processo de Ferramenta utilizada para administrar as relações com o futuro. Atos e decisões conhecidas Acontecimentos regulares Alunos Pagar uma taxa 2a. Chamada de uma prova Trabalho para apresentar Hotel Carnaval São João Semana Santa 7 de Setembro Decisões de Procuram influenciar o futuro Serão colocadas em prática no futuro Planejar Definir objetivos ou resultados a serem alcançados; Definir meios para possibilitar a obtenção dos resultados; Planejar Interferir na realidade, para passar de uma situação conhecida a outra situação desejada, em um determinado espaço de tempo; Agir no presente afetando o futuro, reduzindo as incertezas. Atitudes em relação ao planejamento Proativa Forças que impulsionam e desejam as mudanças; Espírito renovador; Capacidade de adaptação a novas situações; Antecipação de novas situações.

3 Atitudes em relação ao planejamento Reativa Forças que desejam e preservam a estabilidade; Apego às tradições e espírito conservador; Incapacidade de adaptação a novas situações. Proativa Processam positivamente as informações dos ambientes interno e externo Geramdinamismo Ouvem e reagem Atuam com rapidez Reativa Preservam a estabilidade; Processam negativamente as informações dos ambientes interno e externo; Pregamossistemasdecontroleeos procedimentos padronizados; As convenções são estimuladas. Equilíbrio de atitudes em relação ao planejamento Proativa Crescimento; Mudança; Reativa Manter o equilíbrio; Impedir mudanças desnecessárias ou muito rápidas; DADOS DE ENTRADA INFORMAÇÕES MODELOS E TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PROJEÇÕES DECISÕES QUE AFETAM O FUTURO PROCESSO DE PLANEJAMENTO ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS DE ENTRADA CRIAÇÃO E ANÁLISE DE ALTERNATIVAS DECISÕES ELABORAÇÃO DE PLANOS OBJETIVOS RECURSOS MEIOS DE CONTROLE Atividades de planejamento Criar o futuro; Preparar para eventos futuros planejados; Coordenar. ETC. Figura 6.2 Três etapas ou decisões do processo de planejamento.

4 Atividades de planejamento Criar o futuro Interferir no curso dos eventos; Mudar a situação presente; Construir o futuro; Atividades de planejamento Eventos futuros planejados (1/2) Decisões passadas projetam-se nos eventos do futuro: Ex: Entrega de produtos vendidos, pagar a fatura da compra. Situação presente evolui de forma previsível: Ex: Os donos da empresa estão muito velhos e os sucessores ainda tem muito pouca experiência para assumir; Atividades de planejamento Eventos futuros planejados (2/2) Regularidade ou sazonalidade conduzem a fatos previsíveis: Ex: Data de pagamento de impostos, relatórios mensais, moda inverno e verão Probabilidade de repetição de fatos passados: Ex: Secas, enchentes, violência em campos de futebol, etc Atividades de planejamento Coordenação Encadeamento de meios e fins Ex: Produção e vendas Análise de séries temporais; Projeções derivadas; Relações causais; Pesquisas de opinião e atitudes; Método Delfos. Análise de séries temporais Estudo de dados ao longo de períodos, avaliando tendências: Exemplos:» Vendas diárias de automóveis,» Casamentos, mês a mês, nos últimos 10 anos Premissa: Futuro é a continuação do passado Obs: Nem sempre é seguro e muitas projeções não são confirmadas

5 Projeções derivadas Estudo para identificar associações entre o comportamento de duas variáveis: Exemplos: Construção de casas e vendas de móveis Crescimento de renda e aumento do consumo Crimes em determinadas horas do dia. Relações causais Determinar razões para acontecimentos baseados em comportamentos: Exemplos:» A cada 5 clientes que entram na loja, 1 compra.» Para cada 50 visitas dos vendedores externos, 8 cotações são pedidas e 2 vendas são realizadas. Pesquisas de opinião e atitudes Compreender as tendências do presente para fazer projeções: Exemplos:» Solicitar aos clientes que opinem sobre a qualidade dos produtos.» Saber dos clientes que preço pagariam por um determinado serviço. Método Delfos Pesquisa de opinião sobre um assunto específico, junto a um grupo de especialistas. São realizadas várias rodadas, d sendo a cada uma delas informados aos especialistas os resultados. É pressuposto que a informação dos resultados ajude a aprimorar o grau de acerto. Delfos Antigo oráculo grego ao qual se recorria para pedir conselhos sobre o futuro. Objetivos São os resultados finais em direção aos quais a atividade é orientada.

6 Forças que produzem objetivos Forças internas Forças externas Objetivos Forças que produzem objetivos Internas Disponibilidade ou falta de recursos; Necessidade de atender as encomendas de clientes; Motivações dos administradores; Inovações de produtos e serviços; Insatisfação com as condições de trabalho. Forças que produzem objetivos Externas Entrada e saída de concorrentes no mercado; Pressões exercidas pelo governo; Legislação; Desejos e necessidades dos consumidores. Tipos de objetivos Estratégicos Específicos Explícitos e implícitos Objetivos estratégicos Baixo grau de definição; Ponto de partida para os objetivos específicos; Estão no início da cadeia de objetivos; Ex: O objetivo da empresa é prestar serviços na área de saúde. Outras denominações: Gerais, principais, conceituais Objetivos específicos Possuem natureza operacional, indicando ações precisas a serem realizadas; Está associado a um indicador de desempenho: quantidade, data, nível de qualidade, nível de utilização de recursos, etc); Ex: Produzir 150 peças até o dia 31/03/2003

7 Objetivos explícitos e implícitos Explícitos são a linha de conduta oficial; Implícitos são os que de fato a organização procura realizar. Exemplos: Participar de uma feira das indústrias é o objetivo explícito. Divulgar a imagem da organização é o objetivo implícito. Hierarquia de objetivos Estratégia é uma escolha de objetivos para realizar outros objetivos. Cadeia de meios e fins é a sucessão de objetivos interligados. Hierarquia de objetivos Objetivos estratégicos Objetivos específicos de primeira ordem Objetivos específicos de segunda ordem» Objetivos específicos cos de terceira ordem Hierarquia de objetivos Exemplo: Ser a maior empresa do ramo de parques do nordeste Possuir uma área de 200 hectares Negociar com governo estradas de acesso Construir 20 brinquedos de alta tecnologia Ser referência em segurança e atendimento Administração por objetivos Estabelecimento de objetivos associados ao desempenho; Baseado na avaliação do grupo e da chefia; Forma específica de praticar o processo de planejamento. Administração por objetivos Definir os objetivos específicos Identificar as áreas principais de resultados ou desempenho Volume de vendas, Quantidade de contratos, Peças produzidas Estabelecer objetivos Aumentar as vendas em 10% Conseguir uma venda a cada 10 contatos

8 Administração por objetivos Definir o tempo Definir um prazo para a realização do objetivo com pontos de controle para verificação do desempenho. Administração por objetivos Feedback sobre desempenho Avaliar ao longo do tempo; Redefinir plano para o período seguinte ao final do prazo; Ações complementares podem ser definidas para apoiar a realização do plano: Contratação de mais vendedores Novos funcionários na produção Processo de planejamento Consiste em definir planos; Contém objetivos e formas de realização; Etapas do processo de planejamento: Definição de objetivos; Definição dos meios de execução; Definição dos meios de controle. Processo de planejamento Definição dos objetivos O que se quer realizar Definição dos meios de execução Como se vai realizar Estratégia = escolha dos meios Políticas Procedimentos Atividades Recursos Processo de planejamento Meios de execução Políticas Orientam o comportamento a longo prazo Procedimentos O que fazer em cada situação. São as atividades padronizadas Atividades São ações definidas, uma a uma, e onde se vão empregar os recursos Recursos São as instalações, equipamentos, matérias-primas, pessoas, tempo, informações, etc. Processo de planejamento Definição dos meios de controle Meios para verificar se os objetivos estão sendo realizados Acompanhamento da execução das atividades e o grau de realização dos objetivos Sistemas de produção de informações sobre o andamento das atividades; Forma de processamento, apresentação e destinação das informações; Definição das decisões a serem tomadas com base nas informações.

9 Objetivos secundários Forças internas e externas Objetivos principais Quadro 6.3 Processo de planejamento. Meios de execução Meios de controle Políticas Atividades Produção de informações Procedimentos Processamento de informações Decisões de controle Recursos Sistemas de controle Planos Documento que registra o resultado do processo de planejamento Devem ser: Explicitados Formalizados Escritos Com o objetivo de: Ficarem documentados Serem comunicados Serem atribuídas responsabilidades Atenderem as exigências legais Serem avaliados e comprovados OBJETIVOS RECURSOS PLANO XYZ A FORMA E O CONTEÚDO DOS PLANOS VARIAM DE UMA ORGANIZAÇÃO PARA OUTRA. MEIOS DE CONTROLE São classificados pelo(a): Permanência Alcance do tempo Abrangência Freqüência Formalidade Figura 6.3 Três componentes de um plano. Permanência Permanentes São decisões automáticas» Políticas» Procedimentos» Objetivos» Estratégias Singulares São finitos e se encerram ao serem alcançados» Planos de atividades» Cronogramas de execução» Orçamento anual Alcance do tempo Os tempos variam a cada empresa Curta Média Longa duração Pode-se atribuir o ano presente a curta, o próximo ano a média e os cinco próximos a longa duração

10 Abrangência Toda a empresa Políticas corporativas ou políticas de negócios Áreas específicas São definições baseadas nas políticas corporativas. Importância na hora de definir políticas» Comprar ou alugar: Finanças» Promoções internas ou recrutamento externo: RH» Marketing em massa ou segmentado: Vendas Freqüência É a classificação pelo tempo que devem ser elaborados e revistos os planos Anual Semestral Mensal Eventual Formalidade Definidos pela intensidade de explicitação e documentação Alguns são seguidos embora não sejam explícitos. São firmados pelo uso e costumes, tornando-se planos implícitos. eficaz Base sólida de informações Definição precisa de objetivos Elasticidade Predominância da ação Base sólida de informações Pesquisar e analisar os dados Montar o cenário atual e desejado; Verificar recursos disponíveis e necessários; Definição precisa dos objetivos Verificar se os objetivos são realistas e se os dados estão bem dimensionados, evitando frustrações. Base sólida de informações Elasticidade Avaliar variações possíveis de ocorrer, evitando refazer os planos em casos de alterações no ambiente. Predominância da ação Realizar. As ações devem ter mais importância que o próprio planejamento.

11 Níveis de planejamento Planos Estratégicos Definir o que se vai oferecer e a quem oferecer; Responsabilidade da alta direção. Planos Funcionais Definir como as diversas áreas da empresa devem trabalhar. Responsabilidade dos gerentes das áreas e de áreas especializadas. Planos Operacionais Definir as atividades e os recursos a utilizar na realização dos objetivos. São característicos da base da pirâmide organizacional.

Workshop PMBoK. Gerenciamento de Recursos Humanos

Workshop PMBoK. Gerenciamento de Recursos Humanos Workshop PMBoK Gerenciamento de Recursos Humanos Paulo H. Jayme Alves Departamento de Inovação Tecnológica - DeIT Janeiro de 2009 1 Envolvimento da equipe Os membros da equipe devem estar envolvidos: Em

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos PMI, PMP e PMBOK PMI (Project Management Institute) Estabelecido em 1969 e sediado na Filadélfia, Pensilvânia EUA, o PMI é a principal associação mundial, sem fins lucrativos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Modelo para elaboração do Plano de Negócios

Modelo para elaboração do Plano de Negócios Modelo para elaboração do Plano de Negócios 1- SUMÁRIO EXECUTIVO -Apesar de este tópico aparecer em primeiro lugar no Plano de Negócio, deverá ser escrito por último, pois constitui um resumo geral do

Leia mais

Escolha os melhores caminhos para sua empresa

Escolha os melhores caminhos para sua empresa Escolha os melhores caminhos para sua empresa O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio

Leia mais

Mónica Montenegro António Jorge Costa

Mónica Montenegro António Jorge Costa Mónica Montenegro António Jorge Costa INTRODUÇÃO... 4 REFERÊNCIAS... 5 1. ENQUADRAMENTO... 8 1.1 O sector do comércio em Portugal... 8 2. QUALIDADE, COMPETITIVIDADE E MELHORES PRÁTICAS NO COMÉRCIO... 15

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

CONTROLE ESTRATÉGICO

CONTROLE ESTRATÉGICO CONTROLE ESTRATÉGICO RESUMO Em organizações controlar significa monitorar, avaliar e melhorar as diversas atividades que ocorrem dentro de uma organização. Controle é fazer com que algo aconteça como foi

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright

Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright Ambiente Organizacional voltado a inovação As 6 chaves para o Sucesso Foco Flexibilidade

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos 3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo

Leia mais

NORMAS DE CONDUTA. Apresentação

NORMAS DE CONDUTA. Apresentação NORMAS DE CONDUTA Apresentação Adequando-se às melhores práticas de Governança Corporativa, a TITO está definindo e formalizando as suas normas de conduta ( Normas ). Estas estabelecem as relações, comportamentos

Leia mais

PMI-SP PMI-SC PMI-RS PMI PMI-PR PMI-PE

PMI-SP PMI-SC PMI-RS PMI PMI-PR PMI-PE ESTUDO DE BENCHMARKING EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 2009 Brasil Uma realização dos Chapters Brasileiros do PMI - Project Management Institute PMI-SP PMI-RJ PMI-AM PMI-SC PMI-BA ANEXO 1 PMI-RS PMI PMI-CE

Leia mais

Metodologia de Gestão de Riscos nos Projetos Estratégicos

Metodologia de Gestão de Riscos nos Projetos Estratégicos Metodologia de Gestão de Riscos nos Projetos Estratégicos Fevereiro/2014 AGENDA Gestão de Riscos Metodologia de Gestão de Riscos nos Projetos Estratégicos AGENDA Gestão de Riscos Metodologia de Gestão

Leia mais

Gestão de Pessoas. Capacidade de gerar resultados a partir das pessoas e dos processos inerentes ao negócio.

Gestão de Pessoas. Capacidade de gerar resultados a partir das pessoas e dos processos inerentes ao negócio. Gestão Corporativa Governança Corporativa é o conjunto de processos, costumes, políticas, leis que regulam a maneira como uma empresa é dirigida, administrada ou controlada. PROCESSOS PESSOAS TECNOLOGIA

Leia mais

Mensagem do presidente

Mensagem do presidente Mensagem do presidente A giroflex-forma está em um novo momento. Renovada, focada em resultados e nas pessoas, ágil e mais competitiva no mercado de assentos e de mobiliário corporativo. Representando

Leia mais

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 Banco de Dados Introdução Por: Robson do Nascimento Fidalgo rdnf@cin.ufpe.br IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro Anexo 3 PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro 1. Capa 2. Sumário 3. Sumário executivo 4. Descrição da empresa 5. Planejamento Estratégico do negócio 6. Produtos e Serviços 7. Análise de Mercado 8. Plano de Marketing

Leia mais

COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO (Moving Budget)

COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO (Moving Budget) COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO! O que é Orçamento Contínuo?! Qual a periodicidade normal para um Orçamento Contínuo?! Como podemos estruturá-lo?! O que é mais importante para um Orçamento Contínuo?!

Leia mais

Orçamento Empresarial

Orçamento Empresarial Orçamento Empresarial Definição Instrumento que traz a definição quantitativa dos objetivos e o detalhamento dos fatores necessários para atingi -los, assim como o controle do desempenho. Permite acompanhar

Leia mais

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida GEBD aula 2 COMPRAS Profª. Esp. Karen de Almeida Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa; b) Aquisição; c) Administração; d) Diversos. Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa: Estudo

Leia mais

Perfil de Profissionalização Empresarial do Estado de São Paulo

Perfil de Profissionalização Empresarial do Estado de São Paulo Tabulação da Pesquisa Perfil de Profissionalização Empresarial do Estado de São Paulo 88 participantes 1 Pesquisa: Perfil de Profissionalização Empresarial do Estado de São Paulo I Perfil da Empresa 2

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL. Prof. Roberto Almeida

Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL. Prof. Roberto Almeida Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL Prof. Roberto Almeida Esta estratégia compreende o comportamento global e integrado da empresa em relação ao ambiente que a circunda. Para Aquino:Os recursos humanos das

Leia mais

F.1 Gerenciamento da integração do projeto

F.1 Gerenciamento da integração do projeto Transcrição do Anexo F do PMBOK 4ª Edição Resumo das Áreas de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos F.1 Gerenciamento da integração do projeto O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Questões sobre o tópico Avaliação de Desempenho: objetivos, métodos, vantagens e desvantagens. Olá Pessoal, Espero que estejam gostando dos artigos. Hoje veremos

Leia mais

Missão, Visão e Valores

Missão, Visão e Valores , Visão e Valores Disciplina: Planejamento Estratégico Página: 1 Aula: 12 Introdução Página: 2 A primeira etapa no Planejamento Estratégico é estabelecer missão, visão e valores para a Organização; As

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

Fayol e a Escola do Processo de Administração

Fayol e a Escola do Processo de Administração CAPÍTULO 4 Fayol e a Escola do Processo de Administração Empresa Função de Administração Função Comercial Função Financeira Função de Segurança Função de Contabilidade Função Técnica Planejamento Organização

Leia mais

Plano de marketing Um roteiro para a ação

Plano de marketing Um roteiro para a ação Plano de marketing Um roteiro para a ação 1. Planejar, planejar, planejar 2. Planejamento de marketing e plano de marketing 3. Processo de elaboração e roteiro do plano de marketing 4. Detalhamento do

Leia mais

CAPÍTULO 15. Planejamento Estratégico

CAPÍTULO 15. Planejamento Estratégico CAPÍTULO 15 Planejamento Estratégico Autor Palavras Chave Mintzberg Ansoff Futuro. Decisão. Resultados. Programação. Negócio Atual. Tendências. Decisão. Concorrência. Produtos e serviços. MAXIMIANO /TGA

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

Como cultivar leads do Comitê de TI

Como cultivar leads do Comitê de TI BRASIL Como cultivar leads do Comitê de TI O marketing está ajudando ou atrapalhando? Confiança + Credibilidade devem ser CONQUISTADAS O profissional de marketing moderno conhece a importância de cultivar

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Introdução: Código de Conduta Corporativa

Introdução: Código de Conduta Corporativa Transporte Excelsior Ltda Código de Conduta Corporativa Introdução: A Transporte Excelsior através desse Código Corporativo de Conduta busca alinhar e apoiar o cumprimento de nossa Missão, Visão e Valores,

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

Arezzo&Co Investor Day Gente e Gestão Raquel Carneiro. Apresentação do Roadshow Diretora de Gente & Gestão

Arezzo&Co Investor Day Gente e Gestão Raquel Carneiro. Apresentação do Roadshow Diretora de Gente & Gestão Arezzo&Co Investor Day Gente e Gestão Raquel Carneiro Apresentação do Roadshow Diretora de Gente & Gestão 1 1 Sistema de Gestão Crescente cultura de meritocracia e foco em resultados Programa BSC Premissas

Leia mais

Gestão de Projetos. Processos Gerenciais Profª. Silvia Cristina da Silva Okabayashi. O que se entende por Projeto?

Gestão de Projetos. Processos Gerenciais Profª. Silvia Cristina da Silva Okabayashi. O que se entende por Projeto? Processos Gerenciais Profª. Silvia Cristina da Silva Okabayashi Gestão de Projetos Planejamento, Execução e Controle de um Projeto Laboratório de Administração Gestão de Projetos O que se entende por Projeto?

Leia mais

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Prof. Adriano Alves Fernandes DCAB - Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas CEUNES - Universidade Federal do Espírito Santo 1- Introdução Uma grande

Leia mais

Sistemas de Informações Transacionais SIT Sistemas de Informações Gerenciais SIG. Ana Clara Araújo Gomes da Silva araujo.anaclara@gmail.

Sistemas de Informações Transacionais SIT Sistemas de Informações Gerenciais SIG. Ana Clara Araújo Gomes da Silva araujo.anaclara@gmail. Sistemas de Informações Transacionais SIT Sistemas de Informações Gerenciais SIG Ana Clara Araújo Gomes da Silva araujo.anaclara@gmail.com Papéis fundamentais dos SI Os SI desempenham 3 papéis vitais em

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE TECNOLOGIA EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE TECNOLOGIA EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE TECNOLOGIA EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Professor: Adriel Ziesemer Disciplina: Engenharia de Software TRABALHO ACADÊMICO Cristian Santos - nº 45671 Guilherme

Leia mais

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico CUSTOMER SUCCESS STORY Abril 2014 Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico PERFIL DO CLIENTE Indústria: Mídia Companhia: Valor Econômico Funcionários:

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG. Diferença entre relatórios gerados pelo SPT e os gerados pelo SIG

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG. Diferença entre relatórios gerados pelo SPT e os gerados pelo SIG Introdução SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG A finalidade principal de um SIG é ajudar uma organização a atingir as suas metas, fornecendo aos administradores uma visão das operações regulares da empresa,

Leia mais

Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo

Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo 1) Definições de Previsão de Demanda 2) Mercados 3) Modelo de Previsão 4) Gestão da Demanda 5) Previsão como Processo

Leia mais

Tecnologia da Informação Aula 3 Revolução dos SI

Tecnologia da Informação Aula 3 Revolução dos SI Tecnologia da Informação Aula 3 Revolução dos SI Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife - PE Visão Geral Desafios Empresariais Administração * Monitora

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão I

Sistema Integrado de Gestão I Sistema Binário Faculdades Integradas Campos Salles Sistema Integrado de Gestão I Aulas 3 e 4 Administração da Empresa Digital Parte I Carlos Antonio José Oliviero São Paulo - 2012 Objetivos Qual é o papel

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

Processo de Planejamento Estratégico

Processo de Planejamento Estratégico Processo de Planejamento Estratégico conduzimos o nosso negócio? Onde estamos? Definição do do Negócio Missão Visão Análise do do Ambiente Externo e Interno Onde queremos Chegar? poderemos chegar lá? saberemos

Leia mais

CONCEITO DE ESTRATEGIA

CONCEITO DE ESTRATEGIA CONCEITO DE ESTRATEGIA O termo estratégia deriva do grego stratos (exército) e agein (conduzir). O strategos era o que conduzia o exercito, isto é, o general, o comandante-chefe, o responsável pela defesa

Leia mais

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags Estratégia Empresarial Prof. Felipe Kovags Conteúdo programático Planejamento: definição, origem, espírito, princípios e tipos empresariais Planejamento estratégico por negócio Formulação de estratégia:

Leia mais

Controles Internos e Governança de TI. Charles Holland e Gianni Ricciardi

Controles Internos e Governança de TI. Charles Holland e Gianni Ricciardi Controles Internos e Governança de TI Para Executivos e Auditores Charles Holland e Gianni Ricciardi Alguns Desafios da Gestão da TI Viabilizar a inovação em produtos e serviços do negócio, que contem

Leia mais

Sistemas de Informação: tipos e características

Sistemas de Informação: tipos e características Sistemas de Informação: tipos e características Tipos de sistemas de informação. Os quatro tipos principais de sistemas de informação. Sistemas do ponto de vista de pessoal Sistemas de processamento de

Leia mais

Estudos de Caso. Michael Rosemann. Diretor de Ciências Matemáticas, da Informação e Físicas Chefe da Disciplina de Sistemas de Informação

Estudos de Caso. Michael Rosemann. Diretor de Ciências Matemáticas, da Informação e Físicas Chefe da Disciplina de Sistemas de Informação Estudos de Caso Michael Rosemann Diretor de Ciências Matemáticas, da Informação e Físicas Chefe da Disciplina de Sistemas de Informação Queensland Universidade de Tecnologia Fracassos de Governança. Gestor

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro Gerenciamento de Projetos Douglas Farias Cordeiro Conceito de Organização Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado

Leia mais

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais:

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados.

15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados. 15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados. Agronegócio brasileiro. Aqui vive um país inteiro! CONSULTORIA EM USINAS SUCROALCOOLEIRAS APORTE - Análise de Potencial de mercado com

Leia mais

Gerenciamento de Recursos Humanos e Gerenciamento de Comunicações. Sergio Scheer / DCC / UFPR TC045 Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Recursos Humanos e Gerenciamento de Comunicações. Sergio Scheer / DCC / UFPR TC045 Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Recursos Humanos e Gerenciamento de Comunicações Sergio Scheer / DCC / UFPR TC045 Gerenciamento de Projetos Just to remember... Interação entre os processos segundo PMBOK... Cada processo

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Melhores práticas no planejamento de recursos humanos

Melhores práticas no planejamento de recursos humanos Melhores práticas no planejamento de recursos humanos Planejamento Performance Dashboard Plano de ação Relatórios Indicadores Preparando a força de trabalho para o futuro Planejamento de recursos humanos

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de PCP É a função da administração que planeja, dirige e controla o suprimento de material e as atividades de processamento de

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA

ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA 1 ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA SUMÁRIO Introdução... 01 1. Diferenciação das Atividades de Linha e Assessoria... 02 2. Autoridade de Linha... 03 3. Autoridade de Assessoria... 04 4. A Atuação da

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

17/08/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

17/08/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves 17//2010 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenharia de Produção PPGEP/UFSCar

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

PN PLANO DE NEGÓCIOS. Gestão e Empreendedorismo

PN PLANO DE NEGÓCIOS. Gestão e Empreendedorismo PN PLANO DE NEGÓCIOS Conceito PLANO DE NEGÓCIO É um documento que contempla a descrição do empreendimento e o modelo de gestão que sustentará a empresa É O CARTÃO DE VISITA DA EMPRESA Plano de Negócio

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO Odilio Sepulcri odilio@emater.pr.gov.br www.odiliosepulcri.com.br www.emater.pr.gov.br Telefone: (41) 3250-2252 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO 1. Perfil para empreender

Leia mais

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações Alessandro Trombeta Supervisor de Manutenção Valdemar Roberto Cremoneis Gerente Industrial Cocamar Cooperativa Agroindustrial

Leia mais

Seminário GVcev Franchising: Tendências e Desafios. Seleção e Recrutamento de Franqueados Filomena Garcia

Seminário GVcev Franchising: Tendências e Desafios. Seleção e Recrutamento de Franqueados Filomena Garcia Seminário GVcev Franchising: Tendências e Desafios Seleção e Recrutamento de Franqueados Filomena Garcia Filomena Garcia Sócia-Diretora do Grupo Cherto: Comercial, Expansão de Franquias e Rede de Negócios

Leia mais

MODELO PLANO DE NEGÓCIO

MODELO PLANO DE NEGÓCIO MODELO PLANO DE NEGÓCIO Resumo dos Tópicos 1 EMPREENDEDOR... 3 1.1. O EMPREENDIMENTO... 3 1.2. OS EMPREENDEDORES... 3 2 GESTÃO... 4 2.1. DESCRIÇÃO DO NEGÓCIO... 4 2.3. PLANO DE OPERAÇÕES... 4 2.4. NECESSIDADE

Leia mais

EMPREENDEDORISMO BIBLIOGRAFIA CORPORATIVO

EMPREENDEDORISMO BIBLIOGRAFIA CORPORATIVO EMPREENDEDORISMO BIBLIOGRAFIA CORPORATIVO EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Os negócios não serão mais os mesmos em poucos anos Velocidade Custo X Receita cenário mudou Novos Concorrentes competição

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

Organograma Linear. O organograma linear de responsabilidade revela:

Organograma Linear. O organograma linear de responsabilidade revela: 1 Organograma Linear O organograma linear de responsabilidade revela: 1. A atividade ou decisão relacionada com uma posição ou cargo organizacional, mostrando quem participa e em que grau, quando uma atividade

Leia mais

Guia de Boas Práticas para a elaboração de uma Concorrência

Guia de Boas Práticas para a elaboração de uma Concorrência Guia de Boas Práticas para a elaboração de uma Concorrência Comitê de Agências Gestão 2008 ÍNDICE OBJETIVO DO DOCUMENTO... 3 DEFINIÇÕES... 4 PONTOS PARA A ELABORAÇÃO DE UMA CONCORRÊNCIA... 5 RFI: Quando

Leia mais

9 Plano de Marketing 9.1 Estratégias de Produto

9 Plano de Marketing 9.1 Estratégias de Produto 1 Sumário Executivo (O que é o plano de negócios) 2 Agradecimentos 3 Dedicatória 4 Sumário ( tópicos e suas respectivas páginas) 5 Administrativo - Introdução (O que foi feito no módulo administrativo)

Leia mais

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427 7.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução, possibilitando a correção de desvios e a retroalimentação permanente

Leia mais

Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT

Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Mensuração Auditoria Indicadores de desempenho Relatórios Padrões/ Objetivos Metas de desempenho Correção Ajuste fino Grande

Leia mais

PLANEJAMENTO - ESCOPO - TEMPO - CUSTO

PLANEJAMENTO - ESCOPO - TEMPO - CUSTO PLANEJAMENTO - ESCOPO - TEMPO - CUSTO PAULO SÉRGIO LORENA Julho/2011 1 Planejamento escopo, tempo e custo PROGRAMA DA DISCIPLINA Apresentação professor Programa da disciplina Avaliação Introdução Processos

Leia mais

7 motivos pelos quais as Redes Sociais Corporativas vão se consolidar na América Latina.

7 motivos pelos quais as Redes Sociais Corporativas vão se consolidar na América Latina. 7 motivos pelos quais as Redes Sociais Corporativas vão se consolidar na América Latina. Não é possível voltar atrás. As Redes Sociais Corporativas (RSC) chegaram à América Latina para ficar, e irão se

Leia mais

Traçando Cenários: Microambiente e Macroambiente. Prof. Marcopolo Marinho

Traçando Cenários: Microambiente e Macroambiente. Prof. Marcopolo Marinho Traçando Cenários: Microambiente e Macroambiente. Prof. Marcopolo Marinho A ORGANIZAÇÃO DA ESTRUTURA ESTRATÉGICA MISSÃO Impacto: 1. Organizacional 2. Ação de Mudança Nenhum Positivo Negativo OBJETIVOS

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

PMI-SP PMI-SC PMI-RS PMI PMI-PR PMI-PE

PMI-SP PMI-SC PMI-RS PMI PMI-PR PMI-PE ESTUDO DE BENCHMARKING EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 2009 Brasil Uma realização dos Chapters Brasileiros do PMI - Project Management Institute PMI-SP PMI-RJ PMI-AM PMI-SC PMI-BA ANEXO 2 PMI-RS PMI PMI-CE

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais