IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS DE CÓRREGO DO OURO 1980 a RESUMO

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1 IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS DE CÓRREGO DO OURO 1980 a Rozália Alves de Oliveira 1 ; Ordália Cristina Gonçalves Aráujo 2 1 Bolsista PBIC/UEG, graduada do curso de História, UnU Jussara - UEG. 2 Orientadora, docente do Curso de História, UnU Jussara UEG. RESUMO Este trabalho propôs-se a compreender e analisar a Igreja Assembléia de Deus da cidade de Córrego do Ouro Goiás enfatizando os discursos do período de 1980 a 2006, a fim de perceber o comportamento dos fiéis mediante a influência ou interferência que a liderança dessa instituição exerce sobre cada adepto. Este trabalho está baseado no seguinte questionamento: porque a igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro ainda procura manter costumes que em outras localidades já foram abolidos? Foram abordadas as mudanças e permanências do decorrer do período mencionado. Tentamos responder a tal questionamento, dentre outros, tendo como norte teórico-metodológico, a sociologia da religião, que nos trouxe o conceito de pentecostalismo. Também utilizamos o conceito de discurso na visão de autores que pesquisaram na área discursiva como Michel Foucault. Com este embasamento os materiais utilizados foram: fontes bibliográficas e questionários respondidos pelos fiéis por meio da pesquisa de campo. Palavra chave: Igreja; Pentecostalismo e Discurso. INTRODUÇÃO O tema desta pesquisa foi pensado a partir da necessidade de compreensão das causas que levam os adeptos da igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro a procurarem manter o mesmo comportamento moral que vigora desde a sua fundação no município. Como não há uma história escrita sobre a igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro este trabalho contribuiu para o conhecimento desta instituição, bem como para o conhecimento a respeito do pentecostalismo em Goiás. O período abordado neste trabalho foi do ano de 1980 a A seleção deste espaço temporal decorre do fato de que o atual templo da igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro foi construído na década de 1980 e foi em 2006 que se iniciou 1

2 uma reforma na estrutura deste templo. Por ser também um período pequeno proporciona mais tempo para desenvolver uma pesquisa com mais qualidade. Neste trabalho tivemos como aporte teórico metodológico basicamente os conceitos de pentecostalismo na compreensão de Paulo Siepierski e Ricardo Mariano e também o do discurso na visão de Maria do Rosário Gregolin e Michel Foucault. Para a realização desta pesquisa tivemos os seguintes objetivos: analisar os comportamentos dos adeptos no que concerne aos usos e costumes, compreender a forma de conduta dos líderes da igreja Assembléia de Deus para com as diferentes faixas etárias, verificar os mecanismos que a instituição adota com as pessoas que não se enquadram nas normas comportamentais; demonstrar as relações existentes entre o discurso (líderes) e a prática religiosa da comunidade assembleiana. MATERIAL E MÉTODOS Nessa pesquisa foram utilizados documentos concernentes ao uso da igreja Assembléia de Deus sendo: revistas usadas nas reuniões dominicais (as quais mencionam sobre usos e costumes adotados pelas igrejas Assembléias de Deus); A Bíblia; e um questionário respondido por adeptos dessa instituição, já que os mesmos demonstraram resistência em gravar entrevistas; bibliografias referentes à religiosidade e ao discurso além de observações comportamentais de alguns fiéis da instituição assembleiana de Córrego do Ouro. Dentre as obras utilizadas na pesquisa estão: Enviado por Deus de Daniel Berg; O Diário do Pioneiro Gunnar Vingren de Ivar Vingren; Reforma dos Estatutos Igreja Evangélica Montebelense; Traços da vida de Paulo Leivas Macalão de Zélia Brito Macalão. RESULTADOS E DISCUSSÃO A análise do pentecostalismo clássico por meio do discurso religioso e suas formas de controle dos fiéis contribuiu para uma compreensão e discussão desse movimento da igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro. Para compreender a história da igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro Goiás foi necessário comentar sobre a fundação desta instituição no Brasil, procurando perceber seu desenvolvimento e expansionismo do Pará até chegar à cidade de Córrego do Ouro. Fez-se também necessário identificar a classificação desta igreja como uma instituição evangélica, isto é, saber onde a mesma se enquadra no meio pentecostal. 2

3 Dessa maneira iremos mencionar sobre a criação desta instituição no Brasil; para isso é preciso um breve relato de sobre os fundadores. Após causar cisão em uma batista no estado do Pará os suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg fundaram a primeira igreja denominada Missão de fé Apostólica e somente em 11 de janeiro de 1918, foi registrada oficialmente com o nome de Assembléia de Deus (VINGREN, 2000, p. 65). Com a expectativa de alcançar todo o país, esses missionários estenderam a propagação do pentecostalismo por várias partes do país. No Rio de Janeiro na década de 1920 houve conversões de várias pessoas ao pentecostalismo, uma delas foi Paulo Leivas Macalão (VINGREN, 2000, p. 137). O mesmo foi o fundador do Ministério Madureira no estado do Rio de Janeiro. Somente em 1936 registrou-se oficialmente a presença de evangélicos pentecostais em Goiás. De Goiânia o discurso pentecostal passou por várias cidades até chegar ao município de Córrego do Ouro-Goiás na década de As informações sobre o histórico do município de Córrego do Ouro-Goiás foram extraídas da obra: Memórias de Córrego do Ouro. As terras da região de Córrego do Ouro eram devolutas, e o primeiro a requerer a posse de parte das terras da região foi Alexandre Jacob de Araújo, passando a residir na região a partir de Como não há informações escritas sobre a iniciação do trabalho de propagação do pentecostalismo e desenvolvimento do mesmo, no município de Córrego do Ouro, fez-se necessário colher informações orais sobre esse assunto por meio de um questionário, sendo que a maior parte dessas informações foram obtidas do Sr. Lázaro Alves Bueno morador da cidade e adepto da Igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro há 40 anos. Segundo relatos do Sr. Lázaro Alves Bueno, na década de 1950, o pentecostalismo chegou a cidade de Córrego do Ouro - Goiás e tinha como líder pastoral Naim Augusto da Fonseca, porém somente no ano de 1967 com o movimento Brasil para Cristo, sob a liderança de Simeão Jacob e sua família é que houve uma repercussão do pentecostalismo propagado anteriormente na década de Na década de 1980 é iniciada a construção de um templo situado na Rua Rui Barbosa no setor central da cidade. No período dessa construção quem pastoreava a igreja Assembléia de Deus em Córrego do Ouro era o pastor Sebastião Pais de Mendonça, a igreja já tinha em média 200 adeptos. Atualmente esse número está numa média de 230 fiéis. No ano de 2006 iniciaram-se algumas reformas na igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro dentre elas a ampliação da cantina e também do próprio templo. Do início 3

4 da década de 1950 até a atualidade já se passaram vários pastores pela Igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro com duração de pastoreio variada, foram eles: Naim Augusto da Fonseca, Simeão Jacob, Antônio Catarino, Sebastião Pais de Mendonça (pastoreou por duas vezes não consecutivas), Joaquim Teodoro Gabriel, Divino Martins e Benedito Silva. Para que uma instituição consiga a permanência de seus adeptos e a obediência em uma norma de comportamento é necessário um meio estratégico obtido pelo discurso. Para Ricardo Mariano (1999), a Assembléia de Deus ainda consta entre igrejas cujas regras são as que mais interpõe resistência às mudanças nos rígidos usos e costumes. Sua acomodação ao mundo tem sido lenta prejudicando seu crescimento nos últimos anos. Seus mais de 90 anos de existência e a bagagem de intolerância a mudanças que ainda carrega, favorece a manutenção de inúmeros elementos da forma original de ser cristão pentecostal. Dentre os usos e costumes está o não uso de cabelos crescidos para os homens e o não corte de cabelo para as mulheres, baseado em I CO. 11: A liderança na igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro procura manter esses usos e costumes e outros que servem de base para a sustentação do discurso de subordinação. Sendo que os adeptos dessa instituição não devem usar roupas curtas contrárias ao bom testemunho da vida cristã com referências em I PE. 3:3 e I TM 2:9. Os fiéis também não devem fazer uso de bebidas alcoólicas baseado em I CO 6: 9-10; não devem cometer adultério ICO 10: 7; nem participar de nenhuma espécie de jogos apostados ou de futebol (EC 5:10), nem praticar a idolatria (IS. 45:20) etc. Quando alguma dessas práticas são feitas por fiéis, a instituição se sente no direito de proporcionar ao indivíduo que a cometeu uma disciplina. Na intenção de compreender melhor as posições de pensamentos da liderança de adeptos da igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro foi aplicado um questionário (já que os mesmos (adeptos) demonstraram resistência para gravação de entrevistas) a diversas pessoas dessa denominação para perceber como são vistas as mulheres nessa instituição. Sendo que a maior parte de normas de usos e costumes e forma de se comportar dessa instituição são referentes às mulheres. Dentre as pessoas que responderam ao questionário, está o pastor da igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro, Benedito Silva, com 54 anos de idade e 39 anos de conversão ao pentecostalismo. Mediante observações nas reuniões podemos levantar a hipótese de que a igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro utiliza de um discurso de normas comportamentais mais rígidas em relação às mulheres porque as mesmas são mais propícias a gastar dinheiro 4

5 com acessórios e utensílios de beleza, já que diminuindo esses gastos sobraria mais dinheiro para ser aplicado na igreja. Mas também não poderíamos deixar de mencionar sobre uma minoria que recebe o discurso, não concorda e quando é disciplinada reage. Nessas reações quase sempre ocasiona um conflito entre a liderança e o indivíduo que foi disciplinado. Em alguns casos quando o membro é disciplinado ele fica em observação até passar o período da disciplina para depois retornar como participante da igreja, em outros casos sai da igreja e vai para denominações evangélicas mais liberais ou fica sem participar de nenhum segmento religioso. A igreja Assembléia de Deus de Córrego do Ouro é a mais exigente da cidade no que concerne às normas comportamentais. Mediante essas observações podemos perceber que a igreja Assembléia Deus de Córrego do Ouro ainda mantém as normas primitivas comportamentais na qual foi ensinada desde a sua fundação; a questão dos usos e costumes é tão impregnada na vida da maioria dos adeptos que eles temem deixar de seguir essas normas, pois segundo os mesmos (baseando-se em trechos bíblicos), é a obediência em todas as regras da bíblia que lhes garante a salvação. CONCLUSÕES Com essa pesquisa sobre a Igreja Assembléia de Deus, sua trajetória e seus usos e costumes concluímos que essa instituição trouxe para o Brasil a inserção de uma prática considerada pelo pentecostalismo como a mesma que era praticada pelos apóstolos cristãos, encontrado na bíblia em Atos capitulo 2:4. Quando analisamos a questão dos usos e costumes como padrão de conduta dos membros da igreja Assembléia de Deus, percebemos o conflito entre liberais e conservadores. A liderança utiliza diversificados textos bíblicos para afirmar, sustentar e responder ao aspecto dos usos e costumes. No pensamento pentecostal praticado pela igreja Assembléia de Deus, o indivíduo, como seguidor, deve se separar das coisas do mundo em troca do conforto espiritual, da certeza da salvação. Mediante observação na pesquisa pudemos avaliar que alguns adeptos da Igreja Assembléia de Deus estão mudando, mesmo que a liderança procure tentar conservar os usos e costumes por meio dos discursos propagados e quase sempre os membros que têm pensamentos diferenciados e os que o praticam são disciplinados. Compreendemos também que as normas dos usos e costumes são mais rígidas para as mulheres. 5

6 Por fim, o presente trabalho não se propõe a esgotar o assunto ou fechá-lo a novas contribuições, até porque o tema abordado é vasto e complexo e requer novas leituras e diferentes abordagens. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BERG, Daniel. Enviado por Deus. Rio de Janeiro, Casa Publicadora das Assembléias de Deus, BÍBLIA. Língua Portuguesa. Bíblia de Estudo Plenitude. Tradução de João Ferreira de Almeida. Edição Revista e Atualizada.Sociedade Bíblica do Brasil. São Paulo p. CASTRO, Aline Ferreira. Assembléia de Deus, sua trajetória histórica e seus usos e costumes. 35f. Monografia (Licenciatura em História) Universidade Estadual de Goiás Unidade de Jussara, FOUCAULT, Michel. A Ordem do Discurso. Tradução de Laura Fraga de Almeida Sampaio. São Paulo: Loyola, GREGOLIN, Maria do Rosário; BARONAS, Baronas (org). Análise do discurso: As Materialidades do Sentido. São Carlos: Clara luz, MACALÃO, Zélia Brito. Traços da vida de Paulo Leivas Macalão. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléia de Deus, MARIANO, Ricardo. Neopentecostais: Sociologia do novo pentecostalismo no Brasil. São Paulo: Loyola, Reforma dos Estatutos Igreja Evangélica Montibelense. Janeiro de SANTANA, Margarida Conceição Cunha; SILVA, Divina Maria de Sousa. Memórias de Córrego do Ouro. Goiânia: Gráfica UFG, SIEPIERSKI, Paulo D. Contribuições para uma Tipologia do Pentecostalismo Brasileiro. In: GUERRIERO, Silas. O estudo das religiões: desafios contemporâneos. São Paulo: Paulinas, 2003, p VINGREN, Ivar. O Diário do Pioneiro Gunnar Vingren. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléia de Deus,

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