PROJETO DE LEI. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

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1 PROJETO DE LEI Altera a Lei n o 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para racionalizar regras de procedimento administrativo e de competência de órgãos públicos. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1 o A Lei n o 9.503, de 23 de setembro de Código de Trânsito Brasileiro, passa a vigorar com as seguintes alterações: Art III - um represente do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; IV - um representante do Ministério da Educação; V - um representante do Ministério da Defesa; VI - um representante do Ministério do Meio Ambiente; XXV - um representante da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT; e XXVI - um representante do Ministério do Trabalho e Emprego. 4 o Serão divulgadas no Diário Oficial da União e no sítio na internet do órgão executivo máximo de trânsito da União: I - a pauta das reuniões do CONTRAN, com, no mínimo, três dias úteis de antecedência; e II - as atas das reuniões do CONTRAN. (NR) Art VIII - estabelecer e normatizar os procedimentos para a aplicação das multas por infrações, a arrecadação e o repasse dos valores arrecadados; (NR) Art III - responder a consultas relativas à aplicação da legislação e dos procedimentos normativos de trânsito, observadas as definições do CONTRAN sobre a matéria;

2 V - julgar os recursos interpostos contra decisões dos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal nos casos de não aprovação nos exames de aptidão física, mental ou psicológica; 1 o No caso do disposto no inciso III do caput, o CETRAN ou CONTRANDIFE deverá encaminhar sua decisão ao CONTRAN para definição de procedimento em nível nacional, permanecendo válida a decisão até que essa definição seja adotada. 2 o O julgamento previsto no inciso V do caput encerra a instância administrativa. (NR) Art XIII - coordenar a administração do registro das infrações de trânsito, da pontuação no prontuário do infrator, da arrecadação de multas e do repasse de que trata o parágrafo único do art. 320; XIV - fornecer aos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito informações sobre registros de veículos e de condutores, mantendo o fluxo permanente de informações com os demais órgãos do Sistema; XXIX - prestar suporte técnico, jurídico, administrativo e financeiro ao CONTRAN; e XXX - organizar e manter o Registro Nacional de Infrações - RENAINF. (NR) Art III - executar a fiscalização de trânsito, autuar, aplicar as penalidades de advertência, de multa e de suspensão do direito de dirigir prevista no inciso II do art. 261 e medidas administrativas cabíveis, notificar os proprietários ou infratores, arrecadar as multas que aplicar e os valores provenientes da estada e remoção de veículos, objetos, animais e da escolta de veículos de cargas superdimensionadas ou perigosas; XI - fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos automotores ou por sua carga, conforme estabelecido neste Código, e dar apoio, quando solicitado, às ações específicas dos órgãos ambientais; e XII - realizar o levantamento técnico dos locais de acidentes de trânsito e preservar o local para perícia criminal. (NR)

3 Art VI - executar a fiscalização de trânsito, autuar, aplicar as penalidades de advertência, de multa e de suspensão do direito de dirigir prevista no inciso II do art. 261 e medidas administrativas cabíveis, notificar os proprietários ou infratores e arrecadar as multas que aplicar; (NR) Art VII - aplicar as penalidades de advertência e multa, suspensão do direito de dirigir prevista no inciso II do caput do art. 261, por infrações de circulação, estacionamento e parada, notificar os proprietários ou infratores e arrecadar as multas que aplicar; XVII - registrar e licenciar, na forma da legislação municipal, veículos de tração ou propulsão humana e de tração animal, fiscalizar, autuar, aplicar penalidades e arrecadar multas decorrentes de infrações; (NR) Art. 54. Os condutores de motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados e quadriciclos motorizados só poderão circular nas vias: (NR) Art. 55. Os passageiros de motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados e quadriciclos motorizados só poderão ser transportados: (NR) Art. 78. Os Ministérios das Cidades, da Educação, da Justiça, da Saúde, do Trabalho e Emprego e dos Transportes, sob a coordenação do CONTRAN, desenvolverão e implementarão programas destinados à prevenção de acidentes. (NR) Art o Os veículos licenciados no exterior não poderão sair do território nacional sem o prévio pagamento ou o depósito, judicial ou administrativo, dos valores correspondentes às infrações de trânsito cometidas, independentemente da fase do processo administrativo ou judicial e do ressarcimento de danos que tiverem causado ao patrimônio público ou de

4 particulares. 2 o Os veículos que saírem do território nacional sem o cumprimento do disposto no 1 o e que forem flagrados em circulação no território nacional serão retidos até a regularização da situação. (NR) Art O registro e o licenciamento dos veículos de propulsão ou tração humana e de tração animal observarão a legislação municipal do domicílio ou da residência de seus proprietários. (NR) Art o Não sendo imediata a identificação do infrator, será concedido prazo não inferior a trinta dias, contado da data da ciência da notificação da autuação, ao proprietário para apresentá-lo, na forma em que dispuser o CONTRAN, ao fim do qual, não o fazendo, será considerado responsável pela infração. 8 o Em caso de não identificação do condutor infrator após o prazo previsto no 7 o : I - o proprietário do veículo, se regularmente habilitado, será considerado o responsável pela infração; II - sendo o veículo de propriedade de pessoa jurídica, será lavrada nova multa ao proprietário do veículo, sem prejuízo da multa originada pela infração, de valor igual ao da multa original multiplicada por três; e III - sendo o proprietário pessoa física que não esteja regularmente habilitada, aplicarse-á o disposto no inciso II do 9 o. 9 o Caso o proprietário apresente condutor infrator cuja situação se enquadre, na data da infração que originou a apresentação, em qualquer das condutas previstas nos incisos I, II, III e V do caput do art. 162, serão lavrados, na forma definida pelo CONTRAN, sem prejuízo das demais sanções administrativas e criminais previstas neste Código, os autos de infração: I - ao proprietário do veículo, por infração ao art. 163; e II - ao condutor apresentado, por infração cometida com base nos incisos I, II, III ou V do caput do art. 162, conforme a conduta verificada. 10. Para a situação prevista no 9 o, o prazo para expedição da notificação da autuação de que trata o art. 281 será contado da data do protocolo do formulário de identificação do condutor infrator junto ao órgão autuador, na forma prevista pelo CONTRAN, ou, no caso do inciso III do 8 o, a partir do prazo final para apresentação do condutor. (NR)

5 Art A cada multa por infração cometida são computados os seguintes números de pontos: 4 o Não será computada pontuação quando aplicada concomitantemente à multa a penalidade de suspensão do direito de dirigir. (NR) Art o Quando a infração for cometida com veículo licenciado no exterior, em trânsito no território nacional, aplicar-se-á o disposto nos 1 o e 2 o do art (NR) Art A penalidade de suspensão do direito de dirigir será aplicada: I - se o infrator atingir a contagem de vinte pontos no período de doze meses, conforme a pontuação prevista no art. 259; ou II - nos casos previstos em norma infracional. 1 o Para fins de aplicação do inciso I do caput, considera-se a data em que a infração foi cometida. 2 o O período de suspensão do direito de dirigir, no caso do inciso I do caput, será de cinco meses e, no caso de reincidência, de dez meses. 3 o O período de suspensão do direito de dirigir, no caso do inciso II do caput, será de: I - para infratores não reincidentes na penalidade de suspensão do direito de dirigir: a) dois meses, quando a norma infracional não previr multa com fator multiplicador; b) quatro meses, quando a norma infracional previr multa com fator multiplicador de até três vezes; c) seis meses, quando a norma infracional previr multa com fator multiplicador de quatro a cinco vezes; e d) doze meses, quando a norma infracional previr multa com fator multiplicador superior a cinco vezes; e II - para infratores reincidentes em penalidade de suspensão do direito de dirigir, observado o disposto no inciso II do caput do art. 263: o dobro dos prazos previstos no inciso I do 3 o. 4 o A penalidade de suspensão do direito de dirigir referente ao inciso II do caput será tratada em processo único instaurado pelo órgão de trânsito responsável pela aplicação de

6 penalidade de multa, na forma estabelecida pelo CONTRAN. 5 o Esgotados os prazos recursais da penalidade de suspensão do direito de dirigir, o infrator terá o prazo de trinta dias, contado da data da ciência da notificação, para entrega do seu documento de habilitação ao órgão executivo de trânsito. 6 o O período de suspensão do direito de dirigir se inicia imediatamente após a entrega do documento de habilitação. 7 o O documento de habilitação será devolvido a seu titular imediatamente após o cumprimento da penalidade de suspensão do direito de dirigir e das demais penalidades dela decorrentes. 8 o Em caso de descumprimento do disposto no 5 o : I - o período de suspensão se iniciará, automaticamente, no dia subsequente ao término do prazo; e II - o período de suspensão será majorado, a contar do dia seguinte ao do término do prazo, à razão de um dia para cada dia de atraso na entrega do documento de habilitação, limitado a cinquenta por cento de aumento no prazo de suspensão. 9 o A reincidência se caracteriza pelo cometimento, no período de um ano do cumprimento da penalidade de suspensão do direito de dirigir, de infrações sujeitas a nova penalidade de suspensão ou que resultem no acúmulo de pelo menos vinte pontos. 10. No caso de aplicação de nova penalidade de suspensão do direito de dirigir durante o cumprimento de suspensão anterior, na forma do 5 o, o novo período de suspensão se iniciará, automaticamente, ao final do período em curso. (NR) Art Será aplicada a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve, desde que o condutor seja habilitado e não tenha cometido qualquer infração de trânsito nos últimos doze meses. 1 o penalidade de advertência deverá ser registrada no prontuário do infrator, não se computando a pontuação prevista no art o Aplica-se o disposto neste artigo também aos pedestres, ciclistas e condutores de veículos não motorizados. 3 o A notificação da penalidade de advertência será encaminhada para o endereço do condutor ou do proprietário do veículo constante do seu prontuário. (NR)

7 Art O recolhimento imediato do documento de habilitação dar-se-á mediante recibo, na forma definida pelo CONTRAN, quando houver: I - indícios de sua inautenticidade ou adulteração; e II - cometimento das infrações previstas nos arts. 162, caput, incisos II e V, 165, 173, 174, 175 e 210. (NR) Art III - caracteres da placa de identificação do veículo, sua marca e outros elementos julgados necessários para sua identificação; (NR) Art A autoridade de trânsito, na esfera da competência estabelecida neste Código e dentro de sua circunscrição, julgará a regularidade e a consistência do auto de infração e expedirá a correspondente notificação mediante remessa postal ou qualquer outro meio tecnológico hábil, que assegure a ciência da notificação. 1 o O auto de infração será arquivado: I - se considerado inconsistente ou irregular; ou II - se, no prazo de trinta dias, não for expedida a notificação da autuação. 2 o O auto de infração valerá como notificação da autuação quando for assinado pelo proprietário do veículo ou pelo condutor ou em caso de recusa em assiná-lo, considerando-se, neste caso, notificado o infrator e cumprido o estabelecido no inciso II do 1 o. 3 o Na impossibilidade da autuação em flagrante ou do oferecimento de uma via do auto de infração ao condutor, deverá ser expedida a notificação no prazo previsto no inciso II do 1 o. 4 o Não se aplica o disposto no inciso II do 1 o aos veículos licenciados no exterior. (NR) Art. 281-A. Na notificação da autuação ou, na hipótese do 2º do art. 281, no próprio auto de infração, deverá constar o prazo para apresentação da defesa prévia, que não será inferior a trinta dias, contado da data da ciência da notificação. Parágrafo único. Em caso de indeferimento ou se a defesa não for apresentada no prazo estabelecido, será aplicada a penalidade de multa ou de advertência por escrito, que deverá conter o resultado do julgamento. (NR)

8 Art Aplicada a penalidade, na forma do parágrafo único do art. 281-A, será expedida a notificação, mediante remessa postal ou qualquer outro meio tecnológico hábil, que assegure a ciência da aplicação da penalidade. 1 o Da notificação da penalidade deverá constar a data do término do prazo para interposição de recurso perante a JARI, que não será inferior a trinta dias, contado da data de ciência da notificação. 2 o No caso de penalidade de multa, a data estabelecida no 1 o será a data para o recolhimento de seu valor. (NR) Art. 282-A. O pagamento das multas vinculadas ao veículo é de responsabilidade do atual proprietário, sem prejuízo do direito de regresso. (NR) Art. 282-B. As notificações da autuação e da penalidade serão encaminhadas: I - ao proprietário do veículo, nas hipóteses de infração a este vinculada; ou II - ao condutor, nos demais casos. 1 o Consideram-se infrações vinculadas ao veículo aquelas de responsabilidade do seu condutor ou do seu proprietário. 2 o Para aplicação do inciso I do caput, as notificações de autuação e de penalidade de multa serão encaminhadas à pessoa física ou jurídica que constar como proprietária junto ao RENAVAM na data da infração, incluindo-se, neste caso, quem estiver com a posse regular do veículo mediante instrumento legal devidamente cadastrado no órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal em que o veículo estiver registrado. 3 o As notificações de autuação e de penalidade de multa expedidas no interstício legal para comunicação de venda ou transferência do veículo serão consideradas válidas se entregues no endereço do antigo ou novo proprietário, devendo ser feita a transferência de responsabilidade quando da atualização cadastral junto ao órgão executivo de trânsito responsável pelo registro do veículo. 4 o A notificação aos integrantes de missões diplomáticas, repartições consulares de carreira e representações de organismos internacionais será remetida para o endereço constante no prontuário do veículo e comunicada ao Ministério das Relações Exteriores para as providências cabíveis, inclusive quanto à cobrança de multas. 5 o Para efeito do registro das infrações e expedição das notificações vinculadas ao veículo serão consideradas as informações contidas no RENAVAM.

9 6 o Para envio das notificações não vinculadas ao veículo, não havendo registro do infrator no RENAVAM, deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I - no caso de pessoa física que tenha habilitação para conduzir veículo automotor, deverá ser utilizado o endereço constante do seu prontuário junto ao órgão executivo de trânsito responsável pelo registro de seu documento de habilitação; e II - nos demais casos, poderá ser utilizado o endereço obtido no momento do preenchimento do auto de infração ou, nos termos de convênio, o endereço constante de bases de dados de outros órgãos ou entidades federais ou da respectiva unidade federada. 7 o Os órgãos executivos de trânsito do Estado e do Distrito Federal possibilitarão a atualização do endereço por meio postal ou eletrônico, nos termos das normas do CONTRAN. 8 o A notificação devolvida por desatualização ou erro de endereço de responsabilidade do proprietário ou infrator, ou por recusa de recebimento, será considerada válida para todos os efeitos. 9 o Antes da expedição das notificações da autuação, da advertência por escrito e de multa, no caso das infrações vinculadas ao veículo, o órgão responsável pela notificação deverá verificar junto ao órgão máximo executivo de trânsito da União se houve mudança de endereço do proprietário do veículo ou infrator. 10. No caso das infrações vinculadas ao veículo, o órgão responsável pela expedição deverá verificar, para cada notificação, junto ao banco de dados do órgão executivo máximo de trânsito da União o endereço atual do proprietário do veículo ou infrator, observado o disposto no 2 o. (NR) Art. 282-C. Na impossibilidade da notificação via postal, por motivo diverso do previsto no 9 o do art. 282-B, a autoridade de trânsito comunicará ao autuado por meio de edital publicado no Diário Oficial. (NR) Art. 282-D. No caso de falha em quaisquer das notificações, a autoridade de trânsito poderá refazer o ato, observados os prazos prescricionais. Parágrafo único. O comparecimento espontâneo do proprietário ou infrator junto ao órgão de trânsito responsável pela aplicação de penalidade supre a falha na notificação, devendo ser-lhe concedidos novos prazos para defesa, recurso e pagamento. (NR) Art. 282-E. As notificações referentes à infração cometida com veículo licenciado no exterior que não puderem ser entregues ao condutor serão realizadas por meio de divulgação no sítio da internet do órgão máximo executivo da União. Parágrafo único. No caso de veículos pertencentes a missões diplomáticas, repartições

10 consulares de carreira ou representações de organismo internacionais, a notificação também será encaminhada para o Ministério das Relações Exteriores. (NR) Art. 282-F. O proprietário do veículo ou o responsável pela infração poderá optar por ser notificado por meio eletrônico. 1 o Na hipótese deste artigo, o sistema deverá ser certificado digitalmente, atendidos os requisitos de autenticidade, integridade, validade jurídica e interoperabilidade da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 2 o O proprietário ou infrator deverá manter seu cadastro eletrônico atualizado junto ao órgão executivo de trânsito do Estado ou Distrito Federal. 3 o O proprietário ou infrator será considerado notificado um mês após a inclusão da informação no sistema. 4 o Caberá a cada órgão do sistema nacional de trânsito decidir pelo oferecimento da opção de que trata o caput. (NR) Art o O não pagamento no prazo estabelecido implicará a perda da redução prevista no caput. 2 o A multa não paga até o vencimento será acrescido de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - SELIC para títulos federais acumulada mensalmente, calculados a partir do mês subsequente ao da consolidação até o mês anterior ao do pagamento, e de um por cento relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado. 3 o Na hipótese do 2 o, após a inscrição em dívida ativa a multa será corrigida segundo os critérios utilizados pela União ou pela respectiva unidade federada para as dívidas de natureza fiscal. 4 o O autuado poderá, em qualquer fase do processo de aplicação da penalidade de multa, realizar o pagamento do valor correspondente e: I - reconhecer a infração e requerer o encerramento do processo na fase em que se encontra, gerando todos os efeitos previstos para a infração; ou II - prosseguir no exercício do direito de defesa.

11 5 o Até a data de vencimento expressa na notificação da penalidade de multa ou enquanto não encerrar o processo administrativo, não incidirá qualquer restrição, inclusive para fins de licenciamento e transferência, nos arquivos do órgão ou entidade executivo de trânsito responsável pelo registro do veículo. (NR) Art. 284-A. O prazo para aplicação das penalidades previstas no art. 256 é de dois anos, contado: ou I - no caso das penalidades dos incisos I e II do caput do art. 256, da data da infração; II - no caso das demais penalidades do art. 256, da conclusão do processo administrativo da penalidade que lhes der causa. 1 o Em caso de apresentação de defesa prévia, o prazo previsto no caput será de três anos. 2 o O descumprimento dos prazos previstos neste artigo implica a prescrição da ação punitiva referente às penalidades. (NR) Art O recurso previsto no 1 o do art. 282 será apresentado perante a autoridade que imputou a penalidade e terá efeito suspensivo, exceto se intempestivo. 1 o Recebido o recurso, a autoridade revisará o ato que determinou a aplicação da penalidade e, caso entenda que a penalidade foi indevida, procederá ao seu cancelamento e determinará o arquivamento do auto de infração. 2 o Caso decida manter a penalidade aplicada, não sendo o recurso intempestivo, a autoridade remeterá o recurso à JARI, no prazo de dez dias, contado da data de sua apresentação. 3 o Caso o recurso seja intempestivo, o requerimento será arquivado, sem prejuízo da possibilidade de a autoridade de trânsito rever de ofício ato ilegal, a qualquer tempo, desde que não ocorrida preclusão administrativa. 4 o O prazo para julgamento do recurso apresentado é de dois anos, contado da data do recebimento do processo na JARI. 5 o Considera-se parte legítima para apresentar recurso: I - no caso de infração vinculada ao veículo, o proprietário ou infrator; e II - no caso de infração não vinculada ao veículo, apenas o infrator.

12 6 o Se o recurso não for julgado dentro do prazo previsto no 4 o, operar-se-á a prescrição e a autoridade que impôs a penalidade cancelará a penalidade aplicada, sem prejuízo da apuração de responsabilidade. 7 o Na hipótese prevista no 6 o, se a penalidade for de multa, o auto de infração será arquivado. (NR) Art Parágrafo único. Caso a multa tenha sido paga e a penalidade cancelada, será devolvido o valor ao proprietário ou infrator que efetuou o pagamento, atualizado na forma prevista no 2 o do art (NR) Art Ocorrerá o encerramento da instância administrativa de julgamento de infrações e penalidades nas seguintes hipóteses: I - julgamento do recurso; II - não interposição do recurso no prazo legal; e III - pagamento da multa, com reconhecimento da infração e requerimento de encerramento do processo na fase em que se encontra. (NR) Art. 290-A. Encerrada a instância administrativa de julgamento de infrações e penalidades, a pretensão executória das penalidades prescreverá em cinco anos. (NR) Art. 290-B. A declaração de prescrição, nas hipóteses deste Código, será realizada de ofício pela autoridade competente, sem prejuízo da apuração da responsabilidade funcional. Parágrafo único. Durante a vigência de decisão judicial que suspenda o trâmite de atos administrativos ficam suspensos os prazos prescricionais correspondentes. (NR) Art. 2 o Os prazos prescricionais ora incluídos na Lei n o 9.503, de Código de Trânsito Brasileiro, começam a contar a partir da entrada em vigor desta Lei para as infrações ocorridas em momento anterior. Art. 3 o Esta Lei entra em vigor no dia 1 o do sexto mês após a data de sua publicação. Art. 4 o Ficam revogados os seguintes dispositivos da Lei n o setembro de Código de Trânsito Brasileiro: I - as alíneas a e b do inciso V do caput do art. 14; 9.503, de 23 de

13 II - o inciso III do caput do art. 263; III - os incisos I, IV e VI do caput do art. 268; IV - os 3 o, 4 o e 5 o do art. 282; e V - os arts. 288 e 289. Brasília,

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