História Economia colonial. Março, 05 IMPÉRIO COLONIAL O IMPÉRIO COLONIAL PORTUGUÊS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "História Economia colonial. Março, 05 IMPÉRIO COLONIAL O IMPÉRIO COLONIAL PORTUGUÊS"

Transcrição

1 História Economia colonial Março, 05 O IMPÉRIO COLONIAL PORTUGUÊS IMPÉRIO COLONIAL

2 A ECONOMIA COLONIAL

3 A ECONOMIA PRODUÇÃO AÇUCAREIRA A partir de 1530 a produção açucareira espalhou-se por todo o litoral da América portuguesa. PLANTATIONS: Escravista (inicialmente indígena, mas que foi gradativamente sendo substituída pela escravidão africana que acabou se tornando a mão de obra característica da produção); Latifúndio; Monocultura Exportação. Feita em engenhos; Constituiu-se como a unidade econômica básica de colonização portuguesa (XVI XVII) Posteriormente passou a denominar todo o conjunto da propriedade açucareira; Casa-grande, senzala, capela, lavouras e terras não cultivadas. Aguardente e rapadura; O clima do Nordeste brasileiro era muito favorável para a produção; O refinamento do produto, sua distribuição na Europa e o financiamento de engenhos foram realizados por holandeses.

4 A ECONOMIA SENHOR Feitor-mor Apoio: Padres Licenciados Cobradores de rendas Caixeiros da cidade Cirurgião Escrivão Manutenção Transporte Produção 1 carpinteiro Barcas: 3 barqueiros 18 escravos Barros de boi: 6 escravos Moendas: 1 feitorpequeno 1 lavandeiro 15 escravos Cozinha: 1 mestre de açúcar 1 banqueiro 2 caldereiros de melar 1 caldereiro de escumar 28 escravos Casa de purgar: 1 purgador 5 escravos Secagem e embalagem: 1 caixeiro 19 escravos

5 OUTRAS ATIVIDADES ECONÔMICAS Agricultura de subsistência; Produção de utensílios de trabalho (canoas, carroças, selas...); Pecuária (transporte, movimentação dos engenhos, consumo); Produção de fumo; Produção de algodão; Drogas do sertão (especiarias do Norte de origem indígena); Essas atividades eram mais voltadas para o mercado interno que o externo (como no caso do açúcar). A ECONOMIA

6 UNIÃO IBÉRICA O IMPÉRIO DE FELIPE II

7 UNIÃO IBÉRICA UNIÃO IBÉRICA No ano de 1578, durante a batalha contra os mouros marroquinos em Alcácer-Quibir, o rei português dom Sebastião desapareceu. Esse evento iniciou uma das mais complicadas crises sucessórias do trono português, tendo em vista que o jovem rei não teve tempo suficiente para deixar um descendente em seu lugar. Nos dois anos seguintes, o cardeal dom Henrique, seu tio-avô, assumiu o Estado português, mas logo morreu sem também deixar herdeiros. Imediatamente, Filipe II, rei da Espanha e neto do falecido rei português D. Manuel I, se candidatou a assumir a vaga deixada na nação vizinha. Para alcançar o poder, além de se valer do fator parental, o monarca hispânico chegou a ameaçar os portugueses com seus exércitos para que pudesse exercer tal direito. Com isso, observamos o estabelecimento da União Ibérica, que marca a centralização dos governos espanhol e português sob um mesmo governo. D. Sebastião D. Henrique Felipe II

8 UNIÃO IBÉRICA

9 ANTES DA UNIÃO IBÉRICA A Holanda refina o açúcar e exporta para o resto da Europa, gerando LUCRO. ESPANHA PORTUGAL HOLANDA A Holanda trava então uma guerra de independência com a Espanha. Os produtos são encaminhados para Portugal e para a Holanda em seguida. UNIÃO IBÉRICA BRASIL Investimentos holandeses na produção.

10 UNIÃO IBÉRICA DEPOIS DA UNIÃO IBÉRICA Sem seus investimentos, a Holanda ganha muito prejuízo. Para reverter a situação ela invade o Brasil em busca de se apossar de alguns territórios. PORTUGAL HOLANDA ESPANHA A Espanha corta os investimentos holandeses BRASIL

11 UNIÃO IBÉRICA INVASÃO HOLANDESA O Brasil foi invadido pelos holandeses por duas vezes. No ano de 1624 ocorreu a posse de Salvador, que durou um ano, e em 1630 eles tomam Pernambuco, controlando quase todo o Nordeste por 24 anos, tendo como principal objetivo a comercialização do açúcar. A invasão de Salvador ( ) Cientes da vulnerabilidade das povoações portuguesas no litoral Nordeste brasileiro, os administradores da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais (W.I.C.) decidiram pelo ataque à então capital do Estado do Brasil, a cidade do Salvador, na capitania da Bahia. Em 1625 a Espanha enviou, como reforço, uma poderosa armada de cinquenta e dois navios. Essa expedição derrotou e expulsou os invasores holandeses a 1 de maio desse mesmo ano. A invasão de Olinda e Recife ( ) O enorme gasto com a fracassada invasão às terras da Bahia foi recuperado quatro anos mais tarde, num audacioso ato de corso quando, no mar do Caribe, o Almirante Piet Heyn, a serviço da W.I.C., interceptou e saqueou a frota espanhola que transportava o carregamento anual de prata extraída nas colônias americanas.

12 UNIÃO IBÉRICA INVASÃO HOLANDESA De posse desses recursos, os neerlandeses armaram nova expedição, desta vez contra o principal centro produtivo da colônia, e um alvo menos defendido. O seu objetivo declarado era o de restaurar o comércio do açúcar com os Países Baixos, proibido pela Coroa da Espanha. Uma nova esquadra, com 64 navios e homens, investirá agora sobre a Capitania de Pernambuco onde, em Fevereiro de 1630, conquistam Olinda e depois Recife. Com a vitória, as forças neerlandesas foram reforçadas por um efetivo de mais homens, enviado da Europa para assegurar a posse da conquista. A aquisição de mão de obra escrava tornou-se imperativa para o sucesso da colonização neerlandesa. Por essa razão, a W.I.C. começou a traficar escravos da África para o Brasil. A resistência: A resistência, liderada por Matias de Albuquerque, concentrou-se no Arraial do Bom Jesus, nos arredores do Recife. Através de táticas indígenas de combate (campanha de guerrilhas), confinou o invasor às fortificações no perímetro urbano de Olinda e seu porto, Recife. As chamadas "companhias de emboscada" eram pequenos grupos de dez a quarenta homens, com alta mobilidade, que atacavam de surpresa os neerlandeses e se retiravam em velocidade, reagrupando-se para novos combates.

13 UNIÃO IBÉRICA INVASÃO HOLANDESA Entretanto, com o tempo, alguns senhores de engenho de canade-açúcar aceitaram a administração da Companhia das Índias Ocidentais por entenderem que uma injeção de capital e uma administração mais liberal auxiliariam o desenvolvimento dos seus negócios. O seu melhor representante foi Domingos Fernandes Calabar, considerado historio-graficamente como um traidor ao apoiar as forças de ocupação e a administração neerlandesa.

14 OCUPAÇÃO HOLANDESA (1635) Financiamento dos engenhos; Urbanização; Sistema de água e esgoto. Missão artística; Liberdade de culto Abrigo para judeus. Fomento comercial (açúcar e escravos). UNIÃO IBÉRICA

15 FIM DA UNIÃO IBÉRICA Guerra de restauração (1640) As batalhas entre os reinos de Espanha e Portugal que foram travadas entre os anos de 1640 e 1668 ficaram conhecidas comoguerra da Restauração. Pelo lado da Espanha, somente a região da Catalunha não participou dos confrontos. Tais conflitos tiveram origem através de um golpe de Estado da Restauração da Independência, que acabou com a monarquia da Dinastia Filipina (1580). As guerras terminaram a partir do acordo entre Carlos II de Espanha e Afonso VI de Portugal, o chamado de Tratado de Lisboa. Desta forma, Portugal teve sua independência reconhecida pela Espanha. Insurreição pernambucana ( ) Ao contrário do que preconizara em seu "testamento" político, os novos administradores da companhia passaram a exigir a liquidação das dívidas aos senhores de engenho inadimplentes, política que conduziu à Insurreição Pernambucana de 1645 e que culminou com a extinção do domínio neerlandês após a segunda Batalha dos Guararapes. Expulsão dos holandeses Os holandeses se fixam no Caribe e passam a produzir o açúcar lá. Dessa forma dominam todos os processos de produção, do plantio ao refino. Assim, o açúcar holandês fica melhor e mais barato, sendo um grande concorrente com o açúcar brasileiro e gerando a crise açucareira no Brasil e Portugal. UNIÃO IBÉRICA

16 BIBLIOGRAFIA Campos, Flavio de; Claro, Regina, Oficina de História 1. ed. São Paulo: Leya, 2012 ISBN António Cruz, Portugal Restaurado - Estudos e Documentos, Porto, Civilização, António Álvaro Dória (ed., anot. e pref.), História de Portugal Restaurado / Conde da Ericeira, Porto, Civilização, COSTA, Fernando Dores, A Guerra da Restauração , Lisboa, Livros Horizonte, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

A empresa açucareira e o Brasil holandês Prof. Maurício Ghedin Corrêa

A empresa açucareira e o Brasil holandês Prof. Maurício Ghedin Corrêa A empresa açucareira e o Brasil holandês Prof. Maurício Ghedin Corrêa 1. A empresa açucareira Todas as atividades da colônia eram organizadas de acordo com um conjunto de regras conhecidas como pacto colonial,

Leia mais

BRASIL COLÔNIA ( )

BRASIL COLÔNIA ( ) 1 - O CICLO DO AÇÚCAR Séc. XVI e XVII (auge). Nordeste (BA e PE). Litoral. Solo e clima favoráveis. Experiência de cultivo (Açores, Cabo Verde e Madeira). Mercado consumidor. Alto valor na Europa. Participação

Leia mais

Domínios Estrangeiros e Economia Colonial. Alan

Domínios Estrangeiros e Economia Colonial. Alan Domínios Estrangeiros e Economia Colonial Alan A França Antártica Passo inicial: expedição de Nicolas Durand de Villegaignon Chegaram à baía da Guanabara (RJ), em 1555 Junto de 290 colonos, aliaram-se

Leia mais

A Presença Estrangeira no Período Colonial. História C Aula 04 Prof. Thiago

A Presença Estrangeira no Período Colonial. História C Aula 04 Prof. Thiago A Presença Estrangeira no Período Colonial História C Aula 04 Prof. Thiago Disputa pelas novas terras Principais invasores Franceses, Ingleses e Holandeses Contrabando de madeira, saques de feitorias,

Leia mais

COLONIZAÇÃO DO BRASIL

COLONIZAÇÃO DO BRASIL COLONIZAÇÃO DO BRASIL Segundo relatos históricos, a colonização do Brasil iniciou quando os portugueses, liderados por Pedro Álvares Cabral, aportaram na terra que hoje chamamos de Brasil. A terra era

Leia mais

FRANCESES NO BRASIL FORTALEZA DE SANTA CRUZ DA BARRA - NITERÓI

FRANCESES NO BRASIL FORTALEZA DE SANTA CRUZ DA BARRA - NITERÓI FRANCESES NO BRASIL FORTALEZA DE SANTA CRUZ DA BARRA - NITERÓI AS INVASÕES FRANCESAS 2ª invasão 1612 Maranhão Fundação da França Equinocial e a Cidade de São Luís Comandante Daniel de La Touche Obs: esse

Leia mais

João Paulo I O NORDESTE COLONIAL. Professor Felipe Klovan

João Paulo I O NORDESTE COLONIAL. Professor Felipe Klovan João Paulo I O NORDESTE COLONIAL Professor Felipe Klovan A ECONOMIA AÇUCAREIRA Prof. Felipe Klovan Portugal já possuía experiência no plantio da cana-de-açúcar nas Ilhas Atlânticas. Portugal possuía banqueiros

Leia mais

Governo Geral. Início - Tomé de Sousa, 1549, com cerca de homens 1

Governo Geral. Início - Tomé de Sousa, 1549, com cerca de homens 1 Governo Geral Início - Tomé de Sousa, 1549, com cerca de 1.000 homens 1 Fundação de Salvador Primeira Capital Brasileira Tomé de Sousa promoveu acordos de paz com os indígenas. Restabeleceu a prática do

Leia mais

REVISÃO I Prof. Fernando.

REVISÃO I Prof. Fernando. REVISÃO I Prof. Fernando Brasil Colônia 1500: Descobrimento ou Conquista? Comunidades indígenas do Brasil Características: heterogeneidade e subsistência. Contato: a partir da colonização efetiva, ocorreu

Leia mais

A Administração Colonial

A Administração Colonial A Administração Colonial HISTÓRIA DO BRASIL Prof. Alan Carlos Ghedini O primeiros 30 anos Até 1530 Desinteresse da Coroa Portuguesa pela nova Colônia Comércio das especiarias ainda era o foco Houve apenas

Leia mais

Economia e Sociedade Açucareira. Alan

Economia e Sociedade Açucareira. Alan Economia e Sociedade Açucareira Alan Características coloniais gerais Colônia de exploração Existência de Pacto Colonial Monopólio Economia de exportação de produtos tropicais Natureza predatória extrativista,

Leia mais

O IMPÉRIO ULTRAMARINO PORTUGUÊS PROF. FELIPE KLOVAN COLÉGIO JOÃO PAULO I

O IMPÉRIO ULTRAMARINO PORTUGUÊS PROF. FELIPE KLOVAN COLÉGIO JOÃO PAULO I O IMPÉRIO ULTRAMARINO PORTUGUÊS PROF. FELIPE KLOVAN COLÉGIO JOÃO PAULO I AS CONQUISTAS PORTUGUESAS Prof. Felipe Klovan Maior império colonial europeu entre 1415 1557 Várias formas de relação colonial Relações

Leia mais

AS INVASÕES FRANCESAS

AS INVASÕES FRANCESAS AS INVASÕES FRANCESAS 2ª invasão 1612 Maranhão Fundação da França Equinocial e a Cidade de São Luís Comandante Daniel de La Touche Obs: esse período Portugal passava para domínio espanhol 1ª invasão Rio

Leia mais

Os Domínios Estrangeiros sobre o Brasil Colonial

Os Domínios Estrangeiros sobre o Brasil Colonial Os Domínios Estrangeiros sobre o Brasil Colonial Franceses, Ingleses e Holandeses Prof. Alan Carlos Ghedini O princípio: competição nos mares Portugal e Espanha chegaram primeiro à corrida das Grandes

Leia mais

História C História do Brasil. Professora Celiane

História C História do Brasil. Professora Celiane História C História do Brasil Professora Celiane História do Brasil A História do Brasil é comumente dividida em três períodos: Colônia; Império; República; No entanto, há mais algumas subdivisões nesses

Leia mais

Brasil - Período Colonial

Brasil - Período Colonial Brasil - Período Colonial Em 1500, os portugueses chegaram às terras que depois seriam chamadas de Brasil Lá, encontraram povos nativos que chamaram de índios. O primeiro encontro foi pacífico: trocaram

Leia mais

História. Insurreição Pernambucana. Professor Cássio Albernaz.

História. Insurreição Pernambucana. Professor Cássio Albernaz. História Insurreição Pernambucana Professor Cássio Albernaz www.acasadoconcurseiro.com.br História INSURREIÇÃO PERNAMBUCANA (1645 1654) https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e4/33475.jpg/250px-33475.jpg

Leia mais

Cópia autorizada. II

Cópia autorizada. II II Sugestões de avaliação História 7 o ano Unidade 8 5 Unidade 8 Nome: Data: 1. Qual(is) da(s) sentença(s) a seguir apresenta(m) corretamente as motivações de Portugal para estabelecer a produção açucareira

Leia mais

Jimboê. História. Avaliação. Projeto. 4 o ano. 4 o bimestre

Jimboê. História. Avaliação. Projeto. 4 o ano. 4 o bimestre Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao quarto bimestre escolar ou à Unidade 4 do Livro do Aluno. Projeto Jimboê História 4 o ano Avaliação 4 o bimestre 1 Avaliação História NOME: ESCOLA:

Leia mais

A Presença Estrangeira no Período Colonial. A Disputa pelas Novas Terras

A Presença Estrangeira no Período Colonial. A Disputa pelas Novas Terras A Presença Estrangeira no Período Colonial. A Disputa pelas Novas Terras O descobrimento de novas terras e riquezas (o pau-brasil) estimulou a cobiça de várias nações européias que iniciavam as suas aventuras

Leia mais

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL A partir de meados do séc. XVI, o Império Português do Oriente entrou em crise. Que fatores contribuíram para essa crise? Recuperação das rotas

Leia mais

AS INVASÕES FRANCESAS

AS INVASÕES FRANCESAS AS INVASÕES FRANCESAS 2ª invasão 1612 Maranhão Fundação da França Equinocial e a Cidade de São Luís Comandante Daniel de La Touche Obs: esse período Portugal passava para domínio espanhol 1ª invasão Rio

Leia mais

Invasões Holandesas. 1630 uma armada holandesa ocupou Olinda e o Recife.

Invasões Holandesas. 1630 uma armada holandesa ocupou Olinda e o Recife. Invasões Holandesas A dependência holandesa do açúcar brasileiro era enorme; Entre 1625 e 1630 a Holanda dedicou-se aos ataques de corsários, no litoral brasileiro e região do Caribe, chegando a ocupar

Leia mais

A MARCHA DA COLONIZAÇÃO NA AMÉRICA PORTUGUESA

A MARCHA DA COLONIZAÇÃO NA AMÉRICA PORTUGUESA A MARCHA DA COLONIZAÇÃO NA AMÉRICA PORTUGUESA Você já ouviu falar nos bandeirantes? Sabe quem eles eram e sua importância para a história do Brasil Colonial? Prof.ª: Alexandra Freitas Disciplina: História

Leia mais

União Ibérica ( )

União Ibérica ( ) União Ibérica (1580-1640) Em 1578, o rei de Portugal, D. Sebastião, morreu na batalha de Alcácer- Quibir, no atual Marrocos, em luta contra os árabes. Com a morte do rei, que não tinha descendentes, o

Leia mais

História. Lavoura Açucareira e Mão de Obra Escrava. Professor Cássio Albernaz.

História. Lavoura Açucareira e Mão de Obra Escrava. Professor Cássio Albernaz. História Lavoura Açucareira e Mão de Obra Escrava Professor Cássio Albernaz www.acasadoconcurseiro.com.br História A LAVOURA AÇUCAREIRA E MÃO DE OBRA ESCRAVA (http://www.ceert.org.br/img/galeria/1-08tdilfyc5r9m4aroafhjw.jpeg)

Leia mais

MÓDULO 02 - PERÍODO PRÉ-COLONIAL E ASPECTOS ADMINISTRATIVOS,ECONÔMICOS E SOCIAIS DA COLONIZAÇÃO

MÓDULO 02 - PERÍODO PRÉ-COLONIAL E ASPECTOS ADMINISTRATIVOS,ECONÔMICOS E SOCIAIS DA COLONIZAÇÃO MÓDULO 02 - PERÍODO PRÉ-COLONIAL E ASPECTOS ADMINISTRATIVOS,ECONÔMICOS E SOCIAIS DA COLONIZAÇÃO 2.1- O BRASIL PRÉ-COLONIAL ( 1500-1530 ) Período que antecedeu a colonização. Interesse português:índias.

Leia mais

Colégio Marista São José Montes Claros MG Prof. Sebastião Abiceu 7º ano

Colégio Marista São José Montes Claros MG Prof. Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros MG Prof. Sebastião Abiceu 7º ano 1. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO PERÍODO COLONIAL Colônia de exploração (fornecimento de gêneros inexistentes na Europa). Monocultura.

Leia mais

UD II Manutenção e Expansão do Território Colonial AS. 2 INVASÕES HOLANDESAS

UD II Manutenção e Expansão do Território Colonial AS. 2 INVASÕES HOLANDESAS UD II Manutenção e Expansão do Território Colonial AS. 2 INVASÕES HOLANDESAS OBJETIVOS a. Compreender as causas e as consequências das invasões holandesas. b. Descrever o processo de expulsão das tropas

Leia mais

BRASIL PORTUGUÊS PERÍODO PRÉ COLONIAL PERÍODO COLONIAL PROF. DE HISTÓRIA TÁCIUS FERNANDES BLOG:

BRASIL PORTUGUÊS PERÍODO PRÉ COLONIAL PERÍODO COLONIAL PROF. DE HISTÓRIA TÁCIUS FERNANDES BLOG: BRASIL PORTUGUÊS PERÍODO PRÉ COLONIAL PERÍODO COLONIAL 1. ESPANHA X PORTUGAL A BULA INTER COETERA ASSINADO EM 1493. LINHA IMAGINÁRIA A 100 LÉGUAS A OESTE DE CABO VERDE. LESTE: PORTUGAL. OESTE: ESPANHA.

Leia mais

PRIMÓRDIOS DA COLONIZAÇÃO

PRIMÓRDIOS DA COLONIZAÇÃO Prof. Alexandre Goicochea PRIMÓRDIOS DA COLONIZAÇÃO PRÉ-COLONIAL:1500-1530 Prof. Alexandre Goicochea CARACTERIZAÇÃO Período Pré-colonial período da viagem de Cabral até 1530; Nas primeiras décadas de colonização,

Leia mais

FORMAÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL. Profº Gustavo Silva de Souza

FORMAÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL. Profº Gustavo Silva de Souza FORMAÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL Profº Gustavo Silva de Souza A DIVISÃO DO CONTINENTE AMERICANO A DIVISÃO DO CONTINENTE AMERICANO DIVISÃO FISIOGRÁFICA América do Norte, América Central e América do Sul

Leia mais

A Economia Mineradora (Século XVIII) O Processo de Independência. 1 A Economia Mineradora do Século XVIII. 2 As Reformas Pombalinas

A Economia Mineradora (Século XVIII) O Processo de Independência. 1 A Economia Mineradora do Século XVIII. 2 As Reformas Pombalinas Aula 13 e 14 A Economia Mineradora (Século XVIII) 1 A Economia Mineradora do Século XVIII Setor 1601 2 As Reformas Pombalinas 3 ealvespr@gmail.com Objetivo da aula Analisar a crise do Antigo Sistema Colonial

Leia mais

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 06 O GOVERNO-GERAL

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 06 O GOVERNO-GERAL HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 06 O GOVERNO-GERAL Como pode cair no enem O sistema de capitanias hereditárias, criado no Brasil em 1534, refletia a transição do feudalismo para o capitalismo, na medida em

Leia mais

A colonização da América

A colonização da América A colonização da América As capitulações eram contratos em que a Coroa concedia permissão para explorar, conquistar e povoar terras, fixando direitos e deveres recíprocos Os adelantados eram colonizadores

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL 2º CICLO HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5.º ANO Documento(s) Orientador(es): Programa de História e Geografia de Portugal

Leia mais

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 15 A MINERAÇÃO: ECONOMIA

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 15 A MINERAÇÃO: ECONOMIA HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 15 A MINERAÇÃO: ECONOMIA Fixação 1) (UFRN) No século XVIII, teve início a exploração da região mineradora no Brasil, provocando transformações importantes na economia colonial,

Leia mais

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 10 AS ATIVIDADES ECONÔMICAS COMPLEMENTARES

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 10 AS ATIVIDADES ECONÔMICAS COMPLEMENTARES HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 10 AS ATIVIDADES ECONÔMICAS COMPLEMENTARES Fixação 1) (UNIFESP) Com relação à economia do açúcar e da pecuária no Nordeste durante o Período Colonial, é correto afirmar que:

Leia mais

A novidade é que o Brasil não é só litoral É muito mais é muito mais que qualquer zona sul Tem gente boa espalhada por este Brasil Que vai fazer

A novidade é que o Brasil não é só litoral É muito mais é muito mais que qualquer zona sul Tem gente boa espalhada por este Brasil Que vai fazer CAUSAS: Acirramento da concorrência comercial entre as potências coloniais; Crise das lavouras de cana; Estagnação da economia portuguesa na segunda metade do século XVII; Necessidade de encontrar metais

Leia mais

BRASIL COLÔNIA (1500-1822) A PRODUÇÃO AÇUCAREIRA NO BRASIL

BRASIL COLÔNIA (1500-1822) A PRODUÇÃO AÇUCAREIRA NO BRASIL A PRODUÇÃO AÇUCAREIRA NO BRASIL 1 - O CICLO DO AÇÚCAR Séc. XVI e XVII (auge). Nordeste (BA e PE). Litoral. Solo e clima favoráveis. Experiência de cultivo (Açores, Cabo Verde e Madeira). Mercado consumidor.

Leia mais

CHEGADA DA EXPEDIÇÃO COLONIZADORA DE MARTIM AFONSO DE SOUZA 1530 MARTIM AFONSO DE SOUZA FUNDOU A PRIMEIRA VILA NO BRASIL

CHEGADA DA EXPEDIÇÃO COLONIZADORA DE MARTIM AFONSO DE SOUZA 1530 MARTIM AFONSO DE SOUZA FUNDOU A PRIMEIRA VILA NO BRASIL CHEGADA DA EXPEDIÇÃO COLONIZADORA DE MARTIM AFONSO DE SOUZA 1530 MARTIM AFONSO DE SOUZA FUNDOU A PRIMEIRA VILA NO BRASIL - SÃO VICENTE e deu início ao cultivo da cana-de-açúcar CAPITANIAS HEREDITÁRIAS

Leia mais

O Brasil holandês http://www.youtube.com/watch?v=lnvwtxkch7q Imagem: Autor Desconhecido / http://educacao.uol.com.br/biografias/domingos-fernandescalabar.jhtm DOMINGOS CALABAR Domingos Fernandes

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA Escola Básica Integrada c/ Jardim de Infância Fialho de Almeida, Cuba Ano Lectivo 2007/2008

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA Escola Básica Integrada c/ Jardim de Infância Fialho de Almeida, Cuba Ano Lectivo 2007/2008 Planificação Anual da Área Curricular de História e Geografia de Portugal 5º Ano 1. Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas

Leia mais

Potências marítimas: Novas (burguesia) Antigas (nobreza) Portugal Espanha Holanda Inglaterra França

Potências marítimas: Novas (burguesia) Antigas (nobreza) Portugal Espanha Holanda Inglaterra França 1. O tempo do grande comércio oceânico Criação/crescimento de grandes companhias de comércio europeias: - Companhia das Índias Ocidentais (1600 Londres) - Companhia Inglesa das Índias Orientais (Londres

Leia mais

Portugal e Brasil no século XVII. Domínio espanhol no Brasil(1580-1640)

Portugal e Brasil no século XVII. Domínio espanhol no Brasil(1580-1640) Portugal e Brasil no século XVII Domínio espanhol no Brasil(1580-1640) O domínio espanhol. Em 1580, o rei de Portugal, D. Henrique, morreu sem deixar herdeiros ( fim da dinastia de Avis) surgiram disputas

Leia mais

MÓDULO 03 CICLOS ECONÔMICOS E REBELIÕES COLONIAIS

MÓDULO 03 CICLOS ECONÔMICOS E REBELIÕES COLONIAIS MÓDULO 03 CICLOS ECONÔMICOS E REBELIÕES COLONIAIS 3.1- A AGROMANUFATURA AÇUCAREIRA O COMPLEXO AÇUCAREIRO ( XVI / XVII ) - Pré-condições favoráveis( solo, clima, mão-deobra,mercado externo ) - Participação

Leia mais

De colônia agroexportadora a país industrializado

De colônia agroexportadora a país industrializado De colônia agroexportadora a país industrializado A formação do espaço brasileiro A chegada do colonizador no final do século XV. Inicialmente não são encontradas riquezas minerais. Os indígenas não produziam

Leia mais

Movimentos nativistas e emancipacionistas

Movimentos nativistas e emancipacionistas Movimentos nativistas e emancipacionistas Crise do sistema colonial A Revolta de Beckman (1684) Conflito entre os proprietários de terras, a Companhia de Comércio e a missão jesuítica na região. Atividades

Leia mais

BRASIL COLÔNIA ( ) BRASIL COLÔNIA PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA.

BRASIL COLÔNIA ( ) BRASIL COLÔNIA PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA. BRASIL COLÔNIA PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA joaogabriel_fonseca@hotmail.com 1 - O CICLO DO AÇÚCAR Séc. XVI e XVII (auge). Nordeste (BA e PE). Litoral. Solo e clima favoráveis. Experiência de cultivo (Açores,

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 530, DE 2011

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 530, DE 2011 COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 530, DE 2011 (Do Senado Federal Senador Marco Maciel) Inscreve os nomes de Francisco Barreto de Menezes, João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros,

Leia mais

SUMÁRIO. INTRODUÇÃO 1 Maria Yedda Leite Linhares

SUMÁRIO. INTRODUÇÃO 1 Maria Yedda Leite Linhares MARIA YEDDA LINHARES (Organizadora) ORO FLAMARION SANTANA CARDOSO FRANCISCO CARLOS TEIXEIRA DA SILVA HAMILTON DE MATTOS MONTEIRO JOÀO LUÍS FRAGOSO SÔNIA REGINA DE MENDONÇA HISTÓRIA GERAL DO SUMÁRIO INTRODUÇÃO

Leia mais

Origem O gado foi introduzido, e passou a ser criado nos engenhos do Brasil em meados do século XVI, para apoiar a economia açucareira como força

Origem O gado foi introduzido, e passou a ser criado nos engenhos do Brasil em meados do século XVI, para apoiar a economia açucareira como força 1 Origem O gado foi introduzido, e passou a ser criado nos engenhos do Brasil em meados do século XVI, para apoiar a economia açucareira como força motriz, animais de tração e de transporte (animal de

Leia mais

Expansão do território brasileiro

Expansão do território brasileiro Expansão do território brasileiro O território brasileiro é resultado de diferentes movimentos expansionistas que ocorreram no Período Colonial, Imperial e Republicano. Esse processo ocorreu através de

Leia mais

CAPÍTULO 7 - BRASIL - DINÂMICAS TERRITORIAIS E ECONÔMICAS

CAPÍTULO 7 - BRASIL - DINÂMICAS TERRITORIAIS E ECONÔMICAS Disciplina - Geografia 3 a Série Ensino Médio CAPÍTULO 7 - BRASIL - DINÂMICAS TERRITORIAIS E ECONÔMICAS Professor: Gelson Alves Pereira 1- O QUE É REGIONALIZAÇÃO É a divisão de um espaço ou território

Leia mais

PRIMEIRO REINADO A formação do Estado nacional brasileiro

PRIMEIRO REINADO A formação do Estado nacional brasileiro PRIMEIRO REINADO 1822-1831 A formação do Estado nacional brasileiro 1. A Confederação do Equador A Confederação do Equador foi um movimento político e revolucionário ocorrido na região Nordeste do Brasil

Leia mais

A Exploração do Ouro

A Exploração do Ouro A Mineração A Exploração do Ouro Dois tipos de empreendimentos, que visavam a exploração do ouro, foram organizados: as lavras e as faiscações. As lavras, unidades produtoras relativamente grandes, chegavam

Leia mais

Planejamento das Aulas de História º ano (Prof. Leandro)

Planejamento das Aulas de História º ano (Prof. Leandro) Planejamento das Aulas de História 2016 7º ano (Prof. Leandro) Fevereiro Aula Programada (As Monarquias Absolutistas) Páginas Tarefa 1 A Formação do Estado Moderno 10 e 11 Mapa Mental 3 Teorias em defesa

Leia mais

Família real portuguesa no Brasil

Família real portuguesa no Brasil Família real portuguesa no Brasil Vinda da família real No início do século XIX Napoleão Bonaparte era imperador da França. Ele queria conquistar toda a Europa e para tanto derrotou os exércitos de vários

Leia mais

Superioridade ibérica nos mares

Superioridade ibérica nos mares 2.ª metade do século XVI Superioridade ibérica nos mares PORTUGAL Entre 1580 e 1620 ESPANHA Império Português do oriente entra em crise devido a Escassez de gentes e capitais Grande extensão dos domínios

Leia mais

CENTRO CULTURAL DE BELÉM. PALESTRAS SOBRE HISTÓRIA DE PORTUGAL Janeiro Março de 2015. Segunda Parte Época Moderna

CENTRO CULTURAL DE BELÉM. PALESTRAS SOBRE HISTÓRIA DE PORTUGAL Janeiro Março de 2015. Segunda Parte Época Moderna CENTRO CULTURAL DE BELÉM PALESTRAS SOBRE HISTÓRIA DE PORTUGAL Janeiro Março de 2015 Segunda Parte Época Moderna Nuno Gonçalo Monteiro Instituto de Ciências Sociais Universidade de Lisboa Quarta Sessão

Leia mais

1530 O regime de capitanias hereditárias é instituído por D. João III. Primeira expedição colonizadora chefiada por Martim Afonso de Sousa.

1530 O regime de capitanias hereditárias é instituído por D. João III. Primeira expedição colonizadora chefiada por Martim Afonso de Sousa. Vera, Use a seguinte legenda: Amarelo: o documento para o link encontra-se neste site: http://www.info.lncc.br/wrmkkk/tratados.html Rosa: o documento para o link encontra-se neste site: http://www.webhistoria.com.br

Leia mais

07 - MERCANTILISMO E EXPANSÃO MARÍTIMA

07 - MERCANTILISMO E EXPANSÃO MARÍTIMA 07 - MERCANTILISMO E EXPANSÃO MARÍTIMA Mercantilismo Surgimento intervenção das monarquias absolutistas na área econômica expandir o comércio aumentar as reservas financeiras se tornarem governos fortes

Leia mais

História do Brasil (C) Apostila 2. Prof.ª Celiane

História do Brasil (C) Apostila 2. Prof.ª Celiane História do Brasil (C) Apostila 2 Prof.ª Celiane A mineração A descoberta de ouro na região das Minas Gerais aconteceu no final do século XVII (em 1693). Além das MG muito ouro foi encontrado em GO, MG

Leia mais

REDE EDUCACIONAL ADVENTISTA Ementa de Curso

REDE EDUCACIONAL ADVENTISTA Ementa de Curso REDE EDUCACIONAL ADVENTISTA Ementa de Curso DISCIPLINA: HISTÓRIA SÉRIE/ TURMA: 1º ANO MÉDIO ABC BIMESTRE: 4º NÚMERO 1. Módulo 16 - Política e economia no Antigo Introdução do módulo, com aula em slides

Leia mais

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Recuperação do 4 Bimestre - História Conteúdo: COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NA AMÉRICA BRASIL COLONIAL: SOCIEDADE AÇUCAREIRA BRASIL COLONIAL: EXPANSÃO PARA O INTERIOR

Leia mais

Apostila de História 19 Colônia Portuguesa na América (Brasil Colônia) 1.0 Gradativa Tomada de Posse

Apostila de História 19 Colônia Portuguesa na América (Brasil Colônia) 1.0 Gradativa Tomada de Posse Apostila de História 19 Colônia Portuguesa na América (Brasil Colônia) 1.0 Gradativa Tomada de Posse Bula Inter Coetera: 100 léguas de distância de Cabo Verde; A parte esquerda da Bula era da Espanha,

Leia mais

A Expansão Portuguesa. Portugal e o Mundo nos séculos XV e XVI

A Expansão Portuguesa. Portugal e o Mundo nos séculos XV e XVI A Expansão Portuguesa Portugal e o Mundo nos séculos XV e XVI Na Europa, as terras e povos desconhecidos surgiam em mapas, pinturas, gravuras e livros que influenciaram o pensamento europeu. A acção da

Leia mais

Sociedade Açucareira VERSÃO DO ALUNO OS ENGENHOS DE AÇÚCAR

Sociedade Açucareira VERSÃO DO ALUNO OS ENGENHOS DE AÇÚCAR Sociedade Açucareira VERSÃO DO ALUNO OS ENGENHOS DE AÇÚCAR MENU 1 - Por qual motivo o açúcar foi escolhido como base econômica de exportação pela coroa portuguesa no Brasil? 2 Quais as características

Leia mais

O Expansionismo Europeu

O Expansionismo Europeu O Expansionismo Europeu História 8.º ano 1. Classifica as seguintes afirmações em verdadeiras (V) ou falsas (F). Quais os interesses da Coroa portuguesa na expansão marítima? a) Ter acesso a novas fontes

Leia mais

História do Brasil Colônia. Profª Maria Auxiliadora

História do Brasil Colônia. Profª Maria Auxiliadora História do Brasil Colônia Profª Maria Auxiliadora O PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500 1530) Pau-Brasil Extrativismo Vegetal Fabricação de tintura para tecidos. Exploração nômade e predatória. Escambo com índios.

Leia mais

A Historiografia do Brasil Colonial tem início em 22 de abril de 1500 com a chegada dos portugueses.

A Historiografia do Brasil Colonial tem início em 22 de abril de 1500 com a chegada dos portugueses. A Historiografia do Brasil Colonial tem início em 22 de abril de 1500 com a chegada dos portugueses. A Colônia é o período da História do Brasil que engloba os anos de 1500 a 1822. Ele começa com a chegada

Leia mais

MERCANTILISMO (7a. Parte) Mercantilismo e Violência

MERCANTILISMO (7a. Parte) Mercantilismo e Violência MERCANTILISMO (7a. Parte) Mercantilismo e Violência CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004.

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5º ANO História e Geografia de Portugal

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5º ANO História e Geografia de Portugal PLANIFICAÇÃO ANUAL DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5º ANO História e Geografia de Portugal Tema 0 - Conhecer o Manual 2012/2013 Aulas previstas-5 1º Período Apresentação Material necessário para o

Leia mais

9. América Latina: lutas pela emancipação política. Páginas 04 à 17.

9. América Latina: lutas pela emancipação política. Páginas 04 à 17. 9. América Latina: lutas pela emancipação política Páginas 04 à 17. Mas por que essa parte da América é denominada latina? TROCA DE IDEIAS LEITURA DO TEXTO PÁGINA 04. QUESTÕES 1 e 2 PÁGINA 05. América

Leia mais

Crise do Sistema Colonial: Rebeliões Coloniais e Tentativas de Emancipação

Crise do Sistema Colonial: Rebeliões Coloniais e Tentativas de Emancipação Aula 6 Crise do Sistema Colonial: Rebeliões Coloniais e Tentativas de Emancipação 1 O declínio colonial Setor 1605 2 A crise do Sistema Colonial ealvespr@gmail.com Contexto 1.1 O Declínio Colonial no Brasil

Leia mais

A FORTALEZA DE SANTA CATARINA Em 1586, o governo de Frutuoso Barbosa reconheceu a necessidade urgente de se construir um forte para a defesa da

A FORTALEZA DE SANTA CATARINA Em 1586, o governo de Frutuoso Barbosa reconheceu a necessidade urgente de se construir um forte para a defesa da / / A CONQUISTA DO TERRITÓRIO Até a metade do século XVI, navegantes franceses frequentavam o nordeste brasileiro e se davam muito bem com os nativos: trocavam quinquilharias pelo pau-brasil, de cuja casca

Leia mais

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 11 A UNIÃO IBÉRICA (1580)

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 11 A UNIÃO IBÉRICA (1580) HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 11 A UNIÃO IBÉRICA (1580) Como pode cair no enem (FUVEST) Sobre a presença francesa na Baía de Guanabara (1557-60), podemos dizer que foi: a) apoiada por armadores franceses

Leia mais

BRASIL DE PAÍS AGROEXPORTADOR A PAÍS INDUSTRIALIZADO CAPÍTULO 1 PROFESSOR LEONAM JUNIOR COLÉGIO ARI DE SÁ CAVALCANTE

BRASIL DE PAÍS AGROEXPORTADOR A PAÍS INDUSTRIALIZADO CAPÍTULO 1 PROFESSOR LEONAM JUNIOR COLÉGIO ARI DE SÁ CAVALCANTE BRASIL DE PAÍS AGROEXPORTADOR A PAÍS INDUSTRIALIZADO CAPÍTULO 1 PROFESSOR LEONAM JUNIOR COLÉGIO ARI DE SÁ CAVALCANTE FORMAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO BRASILEIRO exploradores europeus. colônia de Portugal.

Leia mais

CAMINHO. Portugal encoberto e restaurado

CAMINHO. Portugal encoberto e restaurado A/480502 CAMINHO Portugal encoberto e restaurado CAPÍTULO I D. SEBASTIÁO, O DESEJADO 13 El D. Sebastiáo, o Desejado 15 A familia de D. Sebastiáo 15 O nascimento de D. Sebastiáo 17 LLJ Arvore genealógica

Leia mais

Linga A/905759 LUÍS HENRIQJJE DIAS TAVARES. ./is /'/ DA BAHIA 11' EDIÇÃO (revistaeampliada)

Linga A/905759 LUÍS HENRIQJJE DIAS TAVARES. ./is /'/ DA BAHIA 11' EDIÇÃO (revistaeampliada) Linga A/905759 LUÍS HENRIQJJE DIAS TAVARES./is /'/ DA BAHIA 11' EDIÇÃO (revistaeampliada) SUMARIO Capítulo I Povos que habitavam o atual território do estado da Bahia antes dos europeus e dos africanos

Leia mais

A MÃO-DE-OBRA AFRICANA NA ECONOMIA DO GRÃO-PARÁ *

A MÃO-DE-OBRA AFRICANA NA ECONOMIA DO GRÃO-PARÁ * 1 A MÃO-DE-OBRA AFRICANA NA ECONOMIA DO GRÃO-PARÁ * Sônia Viana do Nascimento ** RESUMO: Este artigo enfatiza a força da mão-de-obra negra de origem africana no Estado do Grão-Pará, nos séculos XVII-XIX.

Leia mais

história do brasil - colônia prof. david nogueira.

história do brasil - colônia prof. david nogueira. história do brasil - colônia prof. david nogueira. omnibus dubitandum... duvide de tudo. Para se entender História do Brasil... Duvide de tudo, principalmente do que parece natural e óbvio. Ex. O brasileiro

Leia mais

1º Período UNIDADE 1. Exercícios; A aventura de navegar

1º Período UNIDADE 1. Exercícios; A aventura de navegar 1º Período UNIDADE 1 A aventura de navegar Navegar em busca de riquezas As grandes navegações; Viagens portuguesas. Ampliação Portugal na época das navegações. Conhecer e identificar os instrumentos e

Leia mais

BRASIL COLÔNIA ( )

BRASIL COLÔNIA ( ) 2 - REVOLTAS EMANCIPACIONISTAS: Século XVIII (final) e XIX (início). Objetivo: separação de Portugal (independência). Nacionalistas. Influenciadas pelo iluminismo, independência dos EUA e Revolução Francesa.

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 1ª PROVA PARCIAL DE HISTÓRIA Aluno(a): Nº Ano: 2º Turma: Data: 26/03/2011 Nota: Professora: Élida Valor da Prova: 40 pontos Assinatura do responsável: Orientações

Leia mais

DATA: /12/2014 ETAPA: Anual VALOR: 20,0 pts. NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 7º ANO/E.F. TURMA: NOME COMPLETO:

DATA: /12/2014 ETAPA: Anual VALOR: 20,0 pts. NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 7º ANO/E.F. TURMA: NOME COMPLETO: DISCIPLINA: História PROFESSORES: Leonardo, Renata e Paula. DATA: /12/2014 ETAPA: Anual VALOR: 20,0 pts. NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 7º ANO/E.F. TURMA: NOME COMPLETO: Nº: Caro Aluno

Leia mais

Profª Adriana Moraes

Profª Adriana Moraes Profª Adriana Moraes Definição: um conjunto de atitudes políticas, econômicas e militares que visam a aquisição de territórios coloniais através da conquista e estabelecimento de colonos. Período: séculos

Leia mais

ROF.º OTTO TERRA BRASIL: 1º REINADO ( )

ROF.º OTTO TERRA BRASIL: 1º REINADO ( ) ROF.º OTTO TERRA BRASIL: 1º REINADO (1822-1831) Jean Baptiste Debret O RECONHECIMENTO INTERNACIONAL DO BRASIL INDEPENDENTE Estados Unidos da América A Doutrina Monroe (A América para os americanos )

Leia mais

HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL

HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5.º ANO SEGUNDO CICLO DO ENSINO BÁSICO ANA FILIPA MESQUITA CLÁUDIA VILAS BOAS HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL DOMÍNIO A DOMÍNIO B A PENÍNSULA IBÉRICA: LOCALIZAÇÃO E QUADRO NATURAL A PENÍNSULA IBÉRICA:

Leia mais

A terra antes habitada por indígenas, Paraguai, foi descoberto em 1524, por Aleixo Garcia e Sebastião Caboto, e permaneceu como colônia espanhola de

A terra antes habitada por indígenas, Paraguai, foi descoberto em 1524, por Aleixo Garcia e Sebastião Caboto, e permaneceu como colônia espanhola de A terra antes habitada por indígenas, Paraguai, foi descoberto em 1524, por Aleixo Garcia e Sebastião Caboto, e permaneceu como colônia espanhola de 1530 até 1811, quando conquistou sua independência.

Leia mais

CONTEÚDO SSA II UNIDADE. 3ª Série. Poesia da Segunda Fase do Modernismo: Contexto Histórico Principais Autores e suas Respectivas Características

CONTEÚDO SSA II UNIDADE. 3ª Série. Poesia da Segunda Fase do Modernismo: Contexto Histórico Principais Autores e suas Respectivas Características CONTEÚDO SSA II UNIDADE 3ª Série Disciplina: GRAMÁTICA Cadernos 1, 2, 3, 4 e 5 Disciplina: LITERATURA Poesia da Segunda Fase do Modernismo: Contexto Histórico Principais Autores e suas Respectivas Características

Leia mais

A expansão da América Portuguesa

A expansão da América Portuguesa 8 ANO A/B RESUMO DA UNIDADE 1 DISCIPLINA: HISTÓRIA PROFESSORA: SUELEM *Os índios no Brasil A expansão da América Portuguesa Violência contra os povos indígenas; - Doenças, trabalho forçado; - Foram obrigados

Leia mais

DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS. -Atinge as Índias contornando a costa da África

DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS. -Atinge as Índias contornando a costa da África DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) PORTUGAL -Atinge as Índias contornando

Leia mais

Aula 2: O período colonial ( ) Disciplina: Geografia do Brasil. Prof. Dr. Antonio Nivaldo Hespanhol Prof. Dr. Carlos de Castro Neves Neto

Aula 2: O período colonial ( ) Disciplina: Geografia do Brasil. Prof. Dr. Antonio Nivaldo Hespanhol Prof. Dr. Carlos de Castro Neves Neto UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Aula 2: O período colonial (1500-1822) Disciplina: Geografia do Brasil Prof. Dr. Antonio Nivaldo Hespanhol Prof. Dr. Carlos de Castro

Leia mais

O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL COLÉGIO PEDRO II PROFESSOR: ERIC ASSIS

O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL COLÉGIO PEDRO II PROFESSOR: ERIC ASSIS O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL 1820-1822 COLÉGIO PEDRO II PROFESSOR: ERIC ASSIS O 7 DE SETEMBRO: A INDEPENDÊNCIA FOI SOMENTE O GRITO DO IPIRANGA? OS SIGNIFICADOS DA INDEPENDÊNCIA Emancipação ou

Leia mais

PRIMEIRO REINADO ( )

PRIMEIRO REINADO ( ) PRIMEIRO REINADO (1822 1831) 7 de setembro de 1822 Independência ou morte? O grito do Ipiranga. Pedro Américo. 1888. A proclamação da Independência. François- René Moreaux. 1844. Os desafios após a independência

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO

INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1º EM História Rafael Av. Trimestral 07/11/14 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta prova

Leia mais

HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL - 6º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL º PERÍODO: 13 semanas (+/- 26 tempos)

HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL - 6º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL º PERÍODO: 13 semanas (+/- 26 tempos) HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL - 6º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL 2013-2014 1º PERÍODO: 13 semanas (+/- 26 tempos) Diagnóstico e atividades preparatórias (2 tempos) Rever a última matéria de 5ºano 3.3. A vida

Leia mais

Prof David Alexandre

Prof David Alexandre Prof David Alexandre Origens Hipótese 1 : Estreito de Bering Hipótese 2 : Via Marítima Civilizações Astecas Maias Incas Quadro Comparativo Brasil Antes de Cabral Grupos Indígenas Brasil Antes de Cabral

Leia mais