CARACTERÍSTICAS DOS PRINCIPAIS. Solos do Acre. Professor Adjunto do DCA-UFAC

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARACTERÍSTICAS DOS PRINCIPAIS. Solos do Acre. Professor Adjunto do DCA-UFAC"

Transcrição

1 INSTRUTOR: Dr. José Ribamar Torres da Silva Professor Adjunto do DCA-UFAC

2 Classificação Taxonômica LATOSSOLOS Local de Ocorrência A1 AB BA Bw 1 Bw 2 //. B latossólico. Velhos e Profundos. Pobres (Distróficos). Minerais 1:1, Óxidos. Baixa CTC. Vermelhos, Amarelos. Bastante poroso - Granular. Relevo Estável (Topo) // //==

3 Classificação Taxonômica ARGISSOLOS Local de Ocorrência Ap AB //. B textural BA. Solos Profundos e Velhos Bt1. Distrófico/Eutrófico. Minerais 1:1. Vermelhos, Amarelos //== Bt2. CTC maior que nos Latossolos. Relevo Suave Ondulado - Ondulado. Tb //

4 Classificação Taxonômica CAMBISSOLOS Local de Ocorrência Ap AB Bi CR Bt2 //. B incipiente. Solos Rasos (jovens). Distrófico/Eutrófico. Minerais 2:1. Vermelhos, Amarelos. CTC maior que nos Argissolos. Relevo Ondulado Forte Ondulado // //==

5 Classificação Taxonômica NEOSSOLOS LITÓLICOS Local de Ocorrência A1 // CR R. Ausência de Horiz. Ḅ. Solos Rasos (jovens). Distrófico/Eutrófico. Minerais 2:1. Vermelhos, Amarelos. CTC maior que nos Argissolos. Relevo Forte Ondulado - Escarpado // //==

6 Classificação Taxonômica PLINTOSSOLOS Local de Ocorrência A Btf 1 = =//= // =// == Btf 2 Btf 3. Horizonte Plíntico //. Moderadamente a Imperfeitamente Drenado. Plano a Suave Ondulado. Distrófico/Eutrófico/Álico. Tb

7 Classificação Taxonômica VERTISSOLOS Local de Ocorrência A AC Cv 1 Cv 2 = =//=. Imperfeitamente ou Mal Drenados //. Horizonte Vértico ( cm). Fendas, Slickensides e Gilgai. Argilosa a Muito Argilosa. Ta // =// ==

8 Classificação Taxonômica GLEISSOLOS Local de Ocorrência A Cg 1 Cg 2 = =//=. Horiz. A/Cg 1 /Cg 2. Hidromórfico //. Cores acinzentadas, com ou sem mosqueados. Solos Jóvens, CTC elevada.. Ricos em M. Orgânica. Relevo Plano Pl. Aluvial // =// ==

9 Classificação Taxonômica NEOSSOLOS FLÚVICOS A1 C 1 A1 2C 2 3C 3 3C 4 //. Pouco Profundos. Horiz. A/Camadas. Distrófico/Eutrófico. Margens de Rios. Amarelos, Acinzentados, Brunos. Relevo Plano Pl. Aluvial. Descontinuidade Litológica Local de Ocorrência // //==

10 V. Considerações Finais. Classes de Solo x Uso Racional x Risco de Degradação:.. LATOSSOLOS Pouco Susceptível a Erosão.. ARGISSOLOS.. CAMBISSOLOS.. NEOSSOLOS LITÓLICOS.. PLINTOSSOLOS.. VERTISSOLOS.. GLEISSOLOS.. NEOSSOLOS FLÚVICOS Risco Permanente de Erosão Problemas de Drenagem

11 VI. Exercício Proposto. Classifique a nível de ordem os seguintes solos: Foto Relevo Plano Bem Drenado Sem gradiente textural Ordem? LATOSSOLO

12 VI. Exercício Proposto. Classifique a nível de ordem os seguintes solos: Foto Relevo Plano Bem Drenado Sem Gradiente Textural Ordem? LATOSSOLO

13 VI. Exercício Proposto. Classifique a nível de ordem os seguintes solos: Foto Relevo Plano Bem Drenado Com gradiente textural Ordem? ARGISSOLO

14 VI. Exercício Proposto. Classifique a nível de ordem os seguintes solos: Foto Relevo Forte Ondulado Moderadamente Drenado Sem Horizonte B Ordem? NEOSSOLO LITÓLICO

15 VI. Exercício Proposto. Classifique a nível de ordem os seguintes solos: Foto Relevo Suave ondulado Moderadamente Drenado Com gradiente textural Ta Ordem? ARGISSOLO

16 VI. Exercício Proposto. Classifique a nível de ordem os seguintes solos: Foto Relevo Plano(Planície Aluvial) Mal Drenado Argiloso Ordem? GLEISSOLO

17 VI. Exercício Proposto. Classifique a nível de ordem os seguintes solos: Foto Relevo Suave Ondulado Bem Drenado Com gradiente textural Ordem? ARGISSOLO

18 Dr. Ribamar Silva

Principais Solos do Brasil. Prof a Adélia Aziz A. Pozza CSO 110 PEDOLOGIA

Principais Solos do Brasil. Prof a Adélia Aziz A. Pozza CSO 110 PEDOLOGIA Principais Solos do Brasil Prof a Adélia Aziz A. Pozza CSO 110 PEDOLOGIA Componentes do Solo A Líquido Sólido inorgânico B Gás C Sólido orgânico Cor do Solo Matéria Orgânica Argila e quartzo Goethita (óxido

Leia mais

NATUREZA E TIPOS DE SOLOS ACH1085. Solos do Brasil

NATUREZA E TIPOS DE SOLOS ACH1085. Solos do Brasil NATUREZA E TIPOS DE SOLOS ACH1085 Solos do Brasil 1 conteúdo 1. Introdução 2. Tipos de solos do Brasil 2 2.Tipos de solos do Brasil: área absoluta e relativa 3 Mapa com os tipos de solo do Brasil 38,73%

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA Luiz de Queiroz LSO Gênese, Morfologia e Classificação de Solos SOLOS SOLOS POUCO DESENVOLVIDOS RASOS

ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA Luiz de Queiroz LSO Gênese, Morfologia e Classificação de Solos SOLOS SOLOS POUCO DESENVOLVIDOS RASOS ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA Luiz de Queiroz LSO 410 - Gênese, Morfologia e Classificação de Solos SOLOS SOLOS POUCO DESENVOLVIDOS RASOS Prof. Jairo A. Mazza Piracicaba, SP Fonte: Buol et al., 1997.

Leia mais

Universidade Federal do Acre. Unidade V Perfil de Solo - Parte I

Universidade Federal do Acre. Unidade V Perfil de Solo - Parte I Universidade Federal do Acre Unidade V Perfil de Solo - Parte I Prof. Dr. José de Ribamar Silva 1. Conceito: Seção vertical de um solo englobando a sucessão de horizontes ou camadas, incluindo:. Manto

Leia mais

INTRODUÇÃO. Argissolos 16,7%

INTRODUÇÃO. Argissolos 16,7% INTRODUÇÃO A região Nordeste do Brasil, em razão da diversidade de climas, formações vegetais, tipos de rochas e conformações do relevo, apresenta uma grande diversidade de ambientes e, consequentemente,

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS CLASSES DE SOLOS

DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS CLASSES DE SOLOS MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E DO ABASTECIMENTO - MAPA EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA - EMBRAPA CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DE SOLOS - CNPS UNIDADE DE EXECUÇÃO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Mecanica dos solos I. Pedogênese. Princípios físicos da pedogênese. Princípios físicos da pedogênese. Adição. Adição. Transformação.

Mecanica dos solos I. Pedogênese. Princípios físicos da pedogênese. Princípios físicos da pedogênese. Adição. Adição. Transformação. Universidade Federal do Reconcavo da Bahia Centro de Ciencias Exatas e Tecnologicas Mecanica dos solos I Pedogênese 1. Intemperismo 1. Físico 2. Químico 3. Zonalidade 2. Mineralogia do solo 1. Classificação

Leia mais

UNIDADE 4 USO DE INFORMAÇÕES SOBRE SOLOS

UNIDADE 4 USO DE INFORMAÇÕES SOBRE SOLOS Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Departamento de Solos SOL 1001 Solos e Produção Animal UNIDADE 4 USO DE INFORMAÇÕES SOBRE SOLOS Alessandro Samuel-Rosa Santa Maria, junho de

Leia mais

Horizontes Diagnósticos

Horizontes Diagnósticos Horizontes Diagnósticos Horizonte Pedogenético X Horizonte Diagnóstico Horizonte pedogenético Cada uma das seções do solo resultantes dos processos pedogenéticos e que guardam relações entre si. Estas

Leia mais

Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS)

Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS) ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA Luiz de Queiroz LSO 410 - Gênese, Morfologia e Classificação de Solos Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS) Prof. Dr. Rafael Otto Prof. Dr. Jairo Antonio Mazza

Leia mais

Hélio do Prado Atalho Pedológico

Hélio do Prado Atalho Pedológico Hélio do Prado Atalho Pedológico Para classificar solos no campo Edição do autor Piracicaba 2013 Autor Hélio do Prado Capa e projeto gráfico João Paulo de Carvalho 2013, Hélio do Prado - Todos os direitos

Leia mais

Atributos Diagnósticos

Atributos Diagnósticos Atributos Diagnósticos MATERIAL ORGÂNICO Constituído por compostos orgânicos apresentando proporção variável de material mineral. Deve apresentar conteúdo de carbono orgânico maior ou igual a 80 g kg -1

Leia mais

ISSN Dezembro, Análise da Informação Pedológica da Região de Araguaína e Palmeirante-TO para Fins de Zoneamento Agrícola

ISSN Dezembro, Análise da Informação Pedológica da Região de Araguaína e Palmeirante-TO para Fins de Zoneamento Agrícola ISSN 1517-5111 Dezembro, 2005 149 Análise da Informação Pedológica da Região de Araguaína e Palmeirante-TO para Fins de Zoneamento Agrícola ISSN 1517-5111 Dezembro, 2005 Empresa Brasileira de Pesquisa

Leia mais

VERTISSOLOS. Ordem. Conhecidos como os solos de Deus. Deus nos defenda! Deus nos gilgai! Sheila R. Santos 3

VERTISSOLOS. Ordem. Conhecidos como os solos de Deus. Deus nos defenda! Deus nos gilgai! Sheila R. Santos 3 VERTISSOLOS Ordem Conhecidos como os solos de Deus. Deus nos defenda! Deus nos gilgai! Sheila R. Santos 3 VERTISSOLOS Deus nos defenda! Deus nos gilgai! Sheila R. Santos 4 VERTISSOLOS do latim vertere

Leia mais

Solos tropicais: formação, distribuição e associações Potencialidades e limitações das principais classes de solos tropicais

Solos tropicais: formação, distribuição e associações Potencialidades e limitações das principais classes de solos tropicais Solos tropicais: formação, distribuição e associações Potencialidades e limitações das principais classes de solos tropicais Marcos Koiti Kondo Perfis hipotéticos ilustrando diferentes horizontes e camadas:

Leia mais

Perfil do solo e horizontes diagnósticos

Perfil do solo e horizontes diagnósticos Universidade de São Paulo Escola Superior de gricultura Luiz de Queiroz Gênese, Morfologia e Classificação de Solos Perfil do solo e horizontes diagnósticos Prof. Rafael Otto Piracicaba, SP 14 de setembro

Leia mais

Aula do curso a distância tópicos da cultura da cana-de-açúcar Hélio do Prado

Aula do curso a distância tópicos da cultura da cana-de-açúcar Hélio do Prado SOLOS E AMBIENTES DE PRODUÇÃO DE CANA-DE-AÇÚCAR NA REGIÃO CENTRO-SUL DO BRASIL 1. INTRODUÇÃO Hélio do Prado Alceu Linares Pádua Jr Centro de Cana do IAC - 2010 O solo é a massa natural, de constituição

Leia mais

NATUREZA E TIPOS DE SOLOS ACH1085

NATUREZA E TIPOS DE SOLOS ACH1085 NATUREZA E TIPOS DE SOLOS ACH1085 SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS 1 Introdução O que significa classificar solos? Distribuir os solos em classes e/ou grupos segundo um sistema ou método de

Leia mais

Perfil representativo de ARGISSOLO VERMELHO Distrófico típico. Descrição geral

Perfil representativo de ARGISSOLO VERMELHO Distrófico típico. Descrição geral Perfis representativos das unidades taxonômicas de solos, com sua classificação taxonômica (Sistema Brasileiro de Classificação de Solos), descrições morfológicas internas e externas e dados das análises

Leia mais

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro de Pesquisa Agropecuária do Meio-Norte Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro de Pesquisa Agropecuária do Meio-Norte Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ISSN 0104-866X Julho, 2004 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro de Pesquisa Agropecuária do Meio-Norte Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Documentos 89 Levantamento Detalhado

Leia mais

FLG 1254 Pedologia. Horizontes diagnósticos e Classificação Brasileira de Solos

FLG 1254 Pedologia. Horizontes diagnósticos e Classificação Brasileira de Solos FLG 1254 Pedologia Horizontes diagnósticos e Classificação Brasileira de Solos HORIZONTES PEDOGENÉTICOS E DIAGNÓSTICOS Horizonte pedogenético: corresponde a cada uma das seções do solo resultante dos processos

Leia mais

Atualização do mapa de solos do Perímetro Irrigado de Jaíba MG

Atualização do mapa de solos do Perímetro Irrigado de Jaíba MG Anais XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR, Curitiba, PR, Brasil, 30 de abril a 05 de maio de 2011, INPE p.9104 Atualização do mapa de solos do Perímetro Irrigado de Jaíba MG Dener Correia

Leia mais

Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PEDOLOGIA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PEDOLOGIA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 8 EDITAL N o 04/2013 LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - O candidato recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 8 (oito) questões discursivas, sem

Leia mais

Horizonte Prof. Cor Estrutura Transição. (cm) Grau Tamanho Forma

Horizonte Prof. Cor Estrutura Transição. (cm) Grau Tamanho Forma Horizonte Prof. Cor Estrutura Transição (cm) Grau Tamanho Forma Podzólico Vermelho-Amarelo - terço superior da encosta (PVA1) Ap 0-15 10 YR 3/3 Fraca Pequena Granular Ondulada e clara AB 15-29 10 YR ¾

Leia mais

UNIDADES ECODINÂMICAS DA PAISAGEM DO MUNICÍPIO DE JEREMOABO- BA.

UNIDADES ECODINÂMICAS DA PAISAGEM DO MUNICÍPIO DE JEREMOABO- BA. UNIDADES ECODINÂMICAS DA PAISAGEM DO MUNICÍPIO DE JEREMOABO- BA. Ivonice Sena de Souza 1, Ana Paula Sena de Souza 2, Danilo da Silva Carneiro 3, Jumara Souza Alves 4, Marcos Roberto Souza Santos 5, Deorgia

Leia mais

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DO PORTO ORGANIZADO DE ITAITUBA

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DO PORTO ORGANIZADO DE ITAITUBA DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DO PORTO ORGANIZADO DE ITAITUBA Janeiro/2016 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 CARACTERISTICAS AMBIENTAIS DE ITAITUBA... 3 2.1 CLIMA... 3 2.2 RECURSOS HÍDRICOS... 4 2.3 SOLOS... 5 2.4 GEOLOGIA...

Leia mais

ANÁLISE SOBRE UM PERFIL DO SOLO NO MUNICÍPIO DE TABOLEIRO GRANDE/RN

ANÁLISE SOBRE UM PERFIL DO SOLO NO MUNICÍPIO DE TABOLEIRO GRANDE/RN Revista do CERES Volume 1, Número 2 2015 http://www.cerescaico.ufrn.br/ceres/ ANÁLISE SOBRE UM PERFIL DO SOLO NO MUNICÍPIO DE TABOLEIRO GRANDE/RN Analysis Of A Soil Profile In Great Taboleiro County /

Leia mais

O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (SIBCS) Sheila R. Santos 1

O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (SIBCS) Sheila R. Santos 1 O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (SIBCS) Sheila R. Santos 1 Os solos devem ser estudados e classificados de acordo com os seus perfis Para que classificar os solos? Sheila R. Santos 2 Manihot

Leia mais

Características dos Solos Goianos

Características dos Solos Goianos Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Universitário de Pontes e Lacerda Departamento de Zootecnia Disciplina: Geologia Docente: Prof. Dr. Eurico Características dos Solos Goianos Discente: Kepler

Leia mais

SOLOS E AMBIENTES DE PRODUÇÃO DE CANA-DE-AÇÚCAR NA REGIÃO CENTRO-SUL DI BRASIL. Hélio do Prado-Centro de Cana- IAC

SOLOS E AMBIENTES DE PRODUÇÃO DE CANA-DE-AÇÚCAR NA REGIÃO CENTRO-SUL DI BRASIL. Hélio do Prado-Centro de Cana- IAC 1 SOLOS E AMBIENTES DE PRODUÇÃO DE CANA-DE-AÇÚCAR NA REGIÃO CENTRO-SUL DI BRASIL Hélio do Prado-Centro de Cana- IAC André C.Vitti- Polo Regional Centro-Sul O solo é a massa natural, de constituição de

Leia mais

APTIDÃO PEDOLÓGICA DO TERRITÓRIO DE IDENTIDADE DO VALE DO JIQUIRIÇÁ-BA PARA PRODUÇÃO AGRÍCOLA CACAUEIRA

APTIDÃO PEDOLÓGICA DO TERRITÓRIO DE IDENTIDADE DO VALE DO JIQUIRIÇÁ-BA PARA PRODUÇÃO AGRÍCOLA CACAUEIRA APTIDÃO PEDOLÓGICA DO TERRITÓRIO DE IDENTIDADE DO VALE DO JIQUIRIÇÁ-BA PARA PRODUÇÃO AGRÍCOLA CACAUEIRA Diêgo Pereira Costa Universidade Estadual de Feira de Santana diego-costa1993@hotmail.com Tiago Santos

Leia mais

MORFOLOGIA DO PERFIL DO SOLO

MORFOLOGIA DO PERFIL DO SOLO MORFOLOGIA DO PERFIL DO SOLO MORFOLOGIA DO PERFIL SOLO Conceito: - Aparência do solo no campo (perfil). - Características visíveis a olho nu ou perceptíveis por manipulação Características morfológicas

Leia mais

FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA E A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA E A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA E A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL GUSTAVO RIBAS CURCIO PESQUISADOR EMBRAPA FLORESTAS COORDENADOR DO PROJETO BIOMAS (41) 3675-3511 PATROCINADORES PONTOS FOCAIS - A legislação ambiental

Leia mais

PRINCIPAIS SOLOS DO LITORAL DO PARANÁ

PRINCIPAIS SOLOS DO LITORAL DO PARANÁ PRINCIPAIS SOLOS DO LITORAL DO PARANÁ Prof. Dr. Marcelo R. de Lima (UFPR-Curitiba) mrlima@ufpr.br Prof. M.Sc. Jaime B. dos Santos Junior (UFPA-Altamira) jaime@ufpa.br Os solos são formados pela interação

Leia mais

Universidade Federal do Acre. UNIDADE 5 Perfil de Solo - Parte II Descrição Morfológica

Universidade Federal do Acre. UNIDADE 5 Perfil de Solo - Parte II Descrição Morfológica Universidade Federal do Acre UNIDADE 5 Perfil de Solo - Parte II Descrição Morfológica Prof. Dr. José de Ribamar Silva 1. Importância. Classificação taxonômica e técnica de solos;. Levantamento de solos;.

Leia mais

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS SOLOS E A OCORRÊNCIA DE FITOFISIONOMIAS DE CERRADONA BACIA DO RIO JARDIM - DISTRITO FEDERAL

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS SOLOS E A OCORRÊNCIA DE FITOFISIONOMIAS DE CERRADONA BACIA DO RIO JARDIM - DISTRITO FEDERAL CPAC 1999 ex. 2 FL03 999 1 1_MInlstórlo da Agricultura o do Abastecimento EflJ2j3a Número 39 5p. 100 exemplares dez.11999 ISSN 1517-4921 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS SOLOS E A OCORRÊNCIA DE FITOFISIONOMIAS

Leia mais

A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS

A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS Paulo Klinger Tito Jacomine Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, Pernambuco. RESUMO A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS A nova Classificação Brasileira

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DO SOLO LEVANTAMENTO DETALHADO DOS SOLOS DA FAZENDA MUQUÉM/UFLA, LAVRAS - MG

BOLETIM TÉCNICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DO SOLO LEVANTAMENTO DETALHADO DOS SOLOS DA FAZENDA MUQUÉM/UFLA, LAVRAS - MG 1 BOLETIM TÉCNICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DO SOLO LEVANTAMENTO DETALHADO DOS SOLOS DA FAZENDA MUQUÉM/UFLA, LAVRAS - MG Boletim Técnico - n.º 98 - p. 1-76 - ano 2014 Lavras/MG

Leia mais

PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA. Aula 5: Levantamento Conservacionista e classes de capacidade. Prof. Marx Leandro Naves Silva

PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA. Aula 5: Levantamento Conservacionista e classes de capacidade. Prof. Marx Leandro Naves Silva PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA Aula 5: Levantamento Conservacionista e classes de capacidade de uso do solo Prof. Marx Leandro Naves Silva Levantamento Conservacionista e classes de capacidade de

Leia mais

TEMA MORFOLOGIA DO SOLO:

TEMA MORFOLOGIA DO SOLO: TEMA MORFOLOGIA DO SOLO: Características Morfológicas e Descrição do Perfil do Solo Estrutura da Apresentação 1. Introdução a morfologia do solo 2. Características Morfológicas do Perfil do Solo 3. Descrição

Leia mais

Solos e sua importância ambiental

Solos e sua importância ambiental Solos e sua importância ambiental Atributos físicos e químicos do solo -Aula 1- Prof. Alexandre Paiva da Silva INTRODUÇÃO SOLO são produtos da ação combinada dos FATORES DE FORMAÇÃO DE SOLO (FFS) Equação

Leia mais

A NOVA VERSÃO DO SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (SiBCS) Paulo Klinger Tito Jacomine UFRPE Recife E mail: ricardo @ truenet.com.br.

A NOVA VERSÃO DO SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (SiBCS) Paulo Klinger Tito Jacomine UFRPE Recife E mail: ricardo @ truenet.com.br. 1 A NOVA VERSÃO DO SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (SiBCS) Paulo Klinger Tito Jacomine UFRPE Recife E mail: ricardo @ truenet.com.br. Comitê Executivo da Revisão do Sistema Américo Pereira

Leia mais

ESTUDO DO MEIO FÍSICO COMO SUBSÍDIO PARA CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO (UC) EM PERUÍBE-ITANHAÉM

ESTUDO DO MEIO FÍSICO COMO SUBSÍDIO PARA CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO (UC) EM PERUÍBE-ITANHAÉM Revista Geográfica de América Central Número Especial EGAL, 2011- Costa Rica II Semestre 2011 pp. 1-12 ESTUDO DO MEIO FÍSICO COMO SUBSÍDIO PARA CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO (UC) EM PERUÍBE-ITANHAÉM

Leia mais

Atributos Diagnósticos

Atributos Diagnósticos UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE DOCENTE: Dr. Ribamar Silva ph do Solo. É o logaritmo negativo da atividade (concentração) de H + na solução do solo. ph = - log [H + ] [H + ] = 10 -ph. p H e Acidez são diferentes..

Leia mais

TRABALHO DE CAMPO: sua metodologia, escala de abrangência, ensino e confronto de dados. Brunno Cesar Pereira Universidade Federal de Minas Gerais

TRABALHO DE CAMPO: sua metodologia, escala de abrangência, ensino e confronto de dados. Brunno Cesar Pereira Universidade Federal de Minas Gerais TRABALHO DE CAMPO: sua metodologia, escala de abrangência, ensino e confronto de dados. Brunno Cesar Pereira Universidade Federal de Minas Gerais brbuc@hotmail.com Eduarda Carolina Moraes de Assis Universidade

Leia mais

SOLOS DO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA

SOLOS DO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA SOLOS DO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA Anderson Clayton Rhoden 1 ; Fabiana Raquel Muhl 2 ; Neuri Antônio Feldmann 3 ; Joel Hennecka 4 ; Odair José Lucatelli 4 ; Tamires Oviedo 4 Palavras chaves: Argissolo, Cambissolo,

Leia mais

Endereço (1) : Av. Colombo, 5790, Bloco D-90, Bairro Zona Sete, Maringá/PR, CEP Fone: (44)

Endereço (1) : Av. Colombo, 5790, Bloco D-90, Bairro Zona Sete, Maringá/PR, CEP Fone: (44) CARACTERIZAÇÃO DOS ATRIBUTOS MORFOLÓGICOS, FÍSICOS, QUÍMICOS E CLASSIFICAÇÃO DE UM PERFIL DE SOLO PARA ESTUDO EM PARCELA EROSIVA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO MARINGÁ - PR Rosane Freire (1) Engenheira

Leia mais

SOLOS REPRESENTATIVOS DO ESTADO DO TOCANTINS SOB VEGETAÇÃO NATURAL DO CERRADO Helena Maria de Paula Santana 1 e Marilusa Pinto Coelho Lacerda 2, ( 1

SOLOS REPRESENTATIVOS DO ESTADO DO TOCANTINS SOB VEGETAÇÃO NATURAL DO CERRADO Helena Maria de Paula Santana 1 e Marilusa Pinto Coelho Lacerda 2, ( 1 SOLOS REPRESENTATIVOS DO ESTADO DO TOCANTINS SOB VEGETAÇÃO NATURAL DO CERRADO Helena Maria de Paula Santana 1 e Marilusa Pinto Coelho Lacerda 2, ( 1 Mestranda em Ciências Agrárias - Faculdade de Agronomia

Leia mais

Aplicação Prática da Pedologia Para Estimar o Escoamento Superficial de Água em Regiões Semi-áridas

Aplicação Prática da Pedologia Para Estimar o Escoamento Superficial de Água em Regiões Semi-áridas Aplicação Prática da Pedologia Para Estimar o Escoamento Superficial de Água em Regiões Semi-áridas Flávio Hugo Barreto Batista da Silva, Antônio Cabral Cavalcanti, Lúcia Raquel Queiroz Nogueira Embrapa

Leia mais

Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: Universidade Federal de Goiás Brasil

Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: Universidade Federal de Goiás Brasil Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil Fushimi, Melina; Rodrigues Nunes, João Osvaldo PRINCIPAIS CLASSES DE SOLOS DO MUNICÍPIO

Leia mais

Atributos Físicos de Solos e Distribuição das Fitofisionomias de Cerrado na Bacia Hidrográfica do Rio Jardim, DF

Atributos Físicos de Solos e Distribuição das Fitofisionomias de Cerrado na Bacia Hidrográfica do Rio Jardim, DF Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 146 ISSN 1676-918X Abril, 2005 Atributos Físicos de Solos e Distribuição das Fitofisionomias de Cerrado na Bacia Hidrográfica do Rio Jardim, DF ISSN

Leia mais

CLASSES DE SOLOS E UNIDADES MORFO-PEDOLÓGICAS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ACARAÚ - CEARÀ. NASCIMENTO, F. R. do 1. ROSA, M. de F.

CLASSES DE SOLOS E UNIDADES MORFO-PEDOLÓGICAS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ACARAÚ - CEARÀ. NASCIMENTO, F. R. do 1. ROSA, M. de F. CLASSES DE SOLOS E UNIDADES MORFO-PEDOLÓGICAS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ACARAÚ - CEARÀ NASCIMENTO, F. R. do 1 1 Universidade Estadual do Ceará (Campus de Limoeiro do Norte/FAFIDAM). Av. Dom Aureliano

Leia mais

Uso e manejo de solos frágeis no Bioma Caatinga: ênfase para solos arenosos

Uso e manejo de solos frágeis no Bioma Caatinga: ênfase para solos arenosos Soluções e Desafios para o Uso Sustentável dos Solos da Região Nordeste Uso e manejo de solos frágeis no Bioma Caatinga: ênfase para solos arenosos Autor: André Julio do Amaral Eng o Agr o Pesquisador

Leia mais

Evolução dos Solos do Brasil

Evolução dos Solos do Brasil Instituto de Geociências e Ciências Exatas Departamento de Petrologia e Metalogenia Campus de Rio Claro Evolução dos Solos do rasil Prof. Dr. Jairo Roberto Jiménez-Rueda 02/04/2009 jairorjr@rc.unesp.br

Leia mais

Modelo de distribuição de solos na Microbacia do Ribeirão Salinas, Distrito Federal

Modelo de distribuição de solos na Microbacia do Ribeirão Salinas, Distrito Federal Modelo de distribuição de solos na Microbacia do Ribeirão Salinas, Distrito Federal Marilusa Pinto Coelho Lacerda 1,2 Rosana Quirino de Souza 1 Bruna Gonçalves Vieira 1 Manuel Pereira Oliveira Júnior 1

Leia mais

Nome do Sítio Experimental: Cruz Alta. Localização e Mapas do Sítio Experimental: Latitude: Longitude: Altitude: 432 m

Nome do Sítio Experimental: Cruz Alta. Localização e Mapas do Sítio Experimental: Latitude: Longitude: Altitude: 432 m Nome do Sítio Experimental: Cruz Alta Localização e Mapas do Sítio Experimental: Latitude: -28.6036 Longitude: -53.6736 Altitude: 432 m Rio Grande do Sul torre Cruz Alta torre DESCRIÇÃO: Descrição Geral:

Leia mais

Manejo de solos na Suzano Papel e Celulose

Manejo de solos na Suzano Papel e Celulose Reunião de Integração e Atualização Técnica em Floresta Plantada Itapetininga, 21 e 22 de Junho de 2006 Manejo de solos na Suzano Papel e Celulose José Luiz Gava Coordenador Corporativo de Manejo de Solos

Leia mais

Classificação dos Solos

Classificação dos Solos Classificação dos Solos SOLOS BRASILEIROS exemplo - solos do RS Lemos e outros,1973- escala 1:750.000 Levantamento semelhante p/ Santa Catarina Levantamentos Brasileiros - EMBRAPA e IBGE - RADAMBRASIL

Leia mais

Boletim de Pesquisa 66 e Desenvolvimento

Boletim de Pesquisa 66 e Desenvolvimento Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Boletim de Pesquisa 66 e Desenvolvimento ISSN 1678-0892 Dezembro, 2005 Solos ISSN 1678-0892 Dezembro, 2005 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

Fatores de Formação do Solo. Unidade III - Fatores de Formação do Solo

Fatores de Formação do Solo. Unidade III - Fatores de Formação do Solo Unidade III - SILVA J.R.T., 2005 1. Material de Origem. 2. Clima. 3. Relevo. 4. Organismos Vivos. 5. Tempo. Estudo da influência de cada fator é difícil Interdependência entre eles. Fatores Ativos: Clima

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DAS FORMAÇÕES SUPERFICIAIS EM UMA VERTENTE DO CÓRREGO DO QUEBRA DEPRESSÃO DE GOUVEIA/MG MENEZES, M. L. N 1. CARVALHO, V. L. M 2.

CARACTERIZAÇÃO DAS FORMAÇÕES SUPERFICIAIS EM UMA VERTENTE DO CÓRREGO DO QUEBRA DEPRESSÃO DE GOUVEIA/MG MENEZES, M. L. N 1. CARVALHO, V. L. M 2. CARACTERIZAÇÃO DAS FORMAÇÕES SUPERFICIAIS EM UMA VERTENTE DO CÓRREGO DO QUEBRA DEPRESSÃO DE GOUVEIA/MG MENEZES, M. L. N 1. 1 Programa de Pós-graduação em Geografia/ IGC-UFMG *mlnmenezes@bol.com.br Universidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA DE SOLOS DA FAZENDA ALTO DA PUMBA, MUNICIPIO DE CRUZ DAS ALMAS- BAHIA

AVALIAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA DE SOLOS DA FAZENDA ALTO DA PUMBA, MUNICIPIO DE CRUZ DAS ALMAS- BAHIA AVALIAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA DE SOLOS DA FAZENDA ALTO DA PUMBA, MUNICIPIO DE CRUZ DAS ALMAS- BAHIA Ringo Benjamim Victor ( UNESP- Campus de Rio Claro, São Paulo) Oldair Arcos Vinhas Costa (Universidade

Leia mais

Fator erodibilidade e tolerância de perda dos solos do Estado de São Paulo

Fator erodibilidade e tolerância de perda dos solos do Estado de São Paulo Fator erodibilidade e tolerância de perda dos solos do Estado de São Paulo Anny Rosi Mannigel, Morel de Passos e Carvalho*, Dolorice Moreti e Luciano da Rosa Medeiros Pós-Graduação em Sistemas de Produção,

Leia mais

Composição e Morfologia de Solos Prof. Fernando Ximenes T. Salomão. UFMT- Cuiabá 2010

Composição e Morfologia de Solos Prof. Fernando Ximenes T. Salomão. UFMT- Cuiabá 2010 Composição e Morfologia de Solos Prof. Fernando Ximenes T. Salomão UFMT- Cuiabá 2010 1 Solo: Composição do solo Minerais Matéria Orgânica ar Água 2 Distribuição volumétrica dos constituintes de dois solos

Leia mais

Capítulo 4 CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS ATÉ O 4 O NÍVEL CATEGÓRICO

Capítulo 4 CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS ATÉ O 4 O NÍVEL CATEGÓRICO Capítulo 4 CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS ATÉ O 4 O NÍVEL CATEGÓRICO CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS ATÉ O 4 O NÍVEL CATEGÓRICO A classificação de um solo é obtida a partir dos dados morfológicos, físicos, químicos e

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. PALAVRAS-CHAVE: Erosão, Carta de Suscetibilidade, Geoprocessamento, SIG.

1 INTRODUÇÃO. PALAVRAS-CHAVE: Erosão, Carta de Suscetibilidade, Geoprocessamento, SIG. Análise da Suscetibilidade dos Solos à Erosão Laminar Utilizando Sistema de Informação Geográfica na Bacia Hidrográfica da Lagoa Feia no Limite do Município de Campos dos Goytacazes/RJ Fabricia Benda,

Leia mais

Palavras-chaves: relevo; morfodinâmica; mapeamento; Presidente Prudente; Brasil.

Palavras-chaves: relevo; morfodinâmica; mapeamento; Presidente Prudente; Brasil. Revista Geográfica de América Central Número Especial EGAL, 2011- Costa Rica II Semestre 2011 pp. 1-16 GEOMORFOLOGIA DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP, BRASIL. RESUMO Melina Fushimi 1 João Osvaldo

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE ÁREAS SUSCEPTÍVEIS À EROSÃO NO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE UBÁ (MG) UTILIZANDO FERRAMENTAS DE GEOPROCESSAMENTO

DETERMINAÇÃO DE ÁREAS SUSCEPTÍVEIS À EROSÃO NO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE UBÁ (MG) UTILIZANDO FERRAMENTAS DE GEOPROCESSAMENTO DETERMINAÇÃO DE ÁREAS SUSCEPTÍVEIS À EROSÃO NO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE UBÁ (MG) UTILIZANDO FERRAMENTAS DE GEOPROCESSAMENTO Lucas Valente Pires Universidade Federal de Viçosa lucas-valente@hotmail.com

Leia mais

Reclassificação dos perfis descritos no Levantamento Exploratório- Reconhecimento de Solos do Estado da Paraíba (1).

Reclassificação dos perfis descritos no Levantamento Exploratório- Reconhecimento de Solos do Estado da Paraíba (1). REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 Volume 6- Número 1-1º Semestre 2006 RESUMO Reclassificação dos perfis descritos no Levantamento Exploratório- Reconhecimento de Solos do Estado da

Leia mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA SOLOS COM HORIZONTE B TEXTURAL E B NÍTICO DESENVOLVIDOS A PARTIR DE LITOLOGIAS CALCIOSSILICATADAS DO GRUPO CANASTRA, DF. BRUNA GONÇALVES

Leia mais

SOLO NA FAIXA DE INFLUÊNCIA DO RIO MADEIRA, PORTO VELHO-RO A HUMAITÁ-AM

SOLO NA FAIXA DE INFLUÊNCIA DO RIO MADEIRA, PORTO VELHO-RO A HUMAITÁ-AM ANÁLISE DA FERTILIDADE NATURAL (K + ; Ca +2 ; Mg +2 ; Al +3 ) DO SOLO NA FAIXA DE INFLUÊNCIA DO RIO MADEIRA, PORTO VELHO-RO A HUMAITÁ-AM Tatiane Rodrigues Lima 1 Dorisvalder Dias Nunes 2 Ângelo Mansur

Leia mais

FATORES DE FORMAÇÃO DO SOLO

FATORES DE FORMAÇÃO DO SOLO FORMAÇÃO DO SOLO FATORES DE FORMAÇÃO DO SOLO A pedogênese ou formação do solo é estudada pela Pedologia, cujas noções básicas e conceitos fundamentais foram definidos em 1877, pelo cientista russo Dokuchaev.

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema de avaliação da aptidão de solos e de impactos ambientais para a disposição agrícola do lodo de esgoto

Desenvolvimento de um sistema de avaliação da aptidão de solos e de impactos ambientais para a disposição agrícola do lodo de esgoto Desenvolvimento de um sistema de avaliação da aptidão de solos e de impactos ambientais para a disposição agrícola do lodo de esgoto PEGORINI, E.S.; ANDREOLI, C.V.; SOUZA, M.L.P. Desenvolvimento de um

Leia mais

Aptidão Natural para Mecanização Agrícola dos Solos do Estado do Acre

Aptidão Natural para Mecanização Agrícola dos Solos do Estado do Acre ISSN 0100-8668 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Acre Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento BR-364, km 14 (Rio Branco/Porto Velho), Caixa Postal 321, 69908-970, Rio Branco,

Leia mais

SOLOS. Parte mais superficial da crosta terrestre. Trata-se de um complexo composto de mineral, material orgânico e gases.

SOLOS. Parte mais superficial da crosta terrestre. Trata-se de um complexo composto de mineral, material orgânico e gases. SOLOS Parte mais superficial da crosta terrestre. Trata-se de um complexo composto de mineral, material orgânico e gases. Pedologia ramo da geografia que estuda os solos Formação do solo Decomposição da

Leia mais

DETERMINAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE PARÂMETROS DO SOLO PARA DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 1

DETERMINAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE PARÂMETROS DO SOLO PARA DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 1 DETERMINAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE PARÂMETROS DO SOLO PARA DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 1 Fabricia Benda de Oliveira 2, Maria da Glória Alves 3, Carlos Henrique Rodrigues de Oliveira 4 Resumo: O presente

Leia mais

Agora é a vez de solos lavados, novos e alagados!

Agora é a vez de solos lavados, novos e alagados! Adilson de C. Antônio Aula 7 e-tec Brasil solos Agora é a vez de solos lavados, novos e alagados! Meta Apresentar as ordens de solos: luvissolos, neossolos e gleissolos. Objetivos Após o estudo desta aula,

Leia mais

Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 15

Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 15 ISSN 1678-0884 Dezembro, 2002 Solos Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 15 Mineralogia e Química de Algumas Unidades de Solos do Estado do Rio de Janeiro Loiva Lizia Antonello Klaus Peter Wittern Marie

Leia mais

Tipos e classificação FORMAÇÃO DOS SOLOS

Tipos e classificação FORMAÇÃO DOS SOLOS Tipos e classificação FORMAÇÃO DOS SOLOS PRIMEIRA CLASSIFICAÇÃO Baseia-se principalmente nos fatores de clima, tempo e relevo em que se encontram os solos. solos zonais são aqueles em relevos estáveis,

Leia mais

Diagnóstico Ambiental da Sub-Bacia do Arroio Moinho Porto Alegre/RS com Ênfase na Evolução Urbana, sua Dinâmica e Degradação Ambiental.

Diagnóstico Ambiental da Sub-Bacia do Arroio Moinho Porto Alegre/RS com Ênfase na Evolução Urbana, sua Dinâmica e Degradação Ambiental. Diagnóstico Ambiental da Sub-Bacia do Arroio Moinho Porto Alegre/RS com Ênfase na Evolução Urbana, sua Dinâmica e Degradação Ambiental. Rafael Sehn y Lopez Mestrando em Geografia POSGEA/UFRGS rafaelsehn@pop.com.br

Leia mais

- Para compreender os solos (conceitos e processos importantes)

- Para compreender os solos (conceitos e processos importantes) Os Solos - Para compreender os solos (conceitos e processos importantes) - Solo: camada superficial, resultante de rocha decomposta ou triturada. Mistura-se a matéria orgânica. - Intemperismo: ação decompositora

Leia mais

Código Florestal. Experiências em Recuperação Ambiental

Código Florestal. Experiências em Recuperação Ambiental Experiências em Recuperação Ambiental Código Florestal Restauração ecológica de mata ciliar e nascente por meio da regeneração natural e plantio de mudas Restauração ecológica de mata ciliar e nascente

Leia mais

SUSCETIBILIDADE DOS SOLOS À EROSÃO NA MICROBACIA DO CÓRREGO FONSECA, REGIÃO SERRANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

SUSCETIBILIDADE DOS SOLOS À EROSÃO NA MICROBACIA DO CÓRREGO FONSECA, REGIÃO SERRANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SUSCETIBILIDADE DOS SOLOS À EROSÃO NA MICROBACIA DO CÓRREGO FONSECA, REGIÃO SERRANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Braz Calderano Filho 1, Silvio Bargeng Bering 2, Sebastião Barreiros Calderano 3, Antônio

Leia mais

ISSN Novembro, 2014

ISSN Novembro, 2014 ISSN 1517-2627 Novembro, 2014 ISSN 1517-2627 Novembro, 2014 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Solos Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Documentos 169 Solos para Todos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APTIDÃO D'OESTE - RONDÔNIA.

AVALIAÇÃO DA APTIDÃO D'OESTE - RONDÔNIA. ISSN 1517-2201 ~4'"Ministério ~a Agricultura e do Abastecimento Novembro,1999 AVALIAÇÃO DA APTIDÃO AGRíCOLA DAS TERRAS DO CAMPO EXPERIMENTAL DE OURO PRETO. D'OESTE - RONDÔNIA. ISSN 1517-2201 Documentos

Leia mais

EVIDÊNCIAS DE RISCOS A INUNDAÇÕES E ALAGAMENTOS A PARTIR DA LEITURA DA PAISAGEM NO BAIXO CURSO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO

EVIDÊNCIAS DE RISCOS A INUNDAÇÕES E ALAGAMENTOS A PARTIR DA LEITURA DA PAISAGEM NO BAIXO CURSO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO I Seminário da Rede Incêndios-Solo e I Simpósio Ibero-Afro-Americano de Riscos 4 a 7 Nov 2015 EVIDÊNCIAS DE RISCOS A INUNDAÇÕES E ALAGAMENTOS A PARTIR DA LEITURA DA PAISAGEM NO BAIXO CURSO DA BACIA HIDROGRÁFICA

Leia mais

Irrigação em vinhedos no Vale do Submédio São Francisco. Luís Henrique Bassoi

Irrigação em vinhedos no Vale do Submédio São Francisco. Luís Henrique Bassoi Irrigação em vinhedos no Vale do Submédio São Francisco Luís Henrique Bassoi Introdução - Semiárido 969,589.4 km 2 1.133 municípios 9 estados: AL, BA, CE, MG, PB, PE, PI, RN, SE Critérios: 1 - chuva anual

Leia mais

Tipos e classificação FORMAÇÃO DOS SOLOS

Tipos e classificação FORMAÇÃO DOS SOLOS Tipos e classificação FORMAÇÃO DOS SOLOS PRIMEIRA CLASSIFICAÇÃO Baseia-se principalmente nos fatores de clima, tempo e relevo em que se encontram os solos. solos zonais são aqueles em relevos estáveis,

Leia mais

Comparação entre mapeamento convencional e mapeamento digital de solos em assentamento de reforma agrária

Comparação entre mapeamento convencional e mapeamento digital de solos em assentamento de reforma agrária Comparação entre mapeamento convencional e mapeamento digital de solos em assentamento de reforma agrária INTRODUÇÃO E OBJETIVOS Os mapas de solos são importantes ferramentas na tomada de decisão em relação

Leia mais

CARACTERÍSTICAS, MORFOGÊNESE E MORFODINÂMICA DOS TABULEIROS COSTEIROS E SUAS IMPLICAÇÕES NAS COBERTURAS PEDOLÓGICAS DO LITORAL NORTE DA BAHIA

CARACTERÍSTICAS, MORFOGÊNESE E MORFODINÂMICA DOS TABULEIROS COSTEIROS E SUAS IMPLICAÇÕES NAS COBERTURAS PEDOLÓGICAS DO LITORAL NORTE DA BAHIA CARACTERÍSTICAS, MORFOGÊNESE E MORFODINÂMICA DOS TABULEIROS COSTEIROS E SUAS IMPLICAÇÕES NAS COBERTURAS PEDOLÓGICAS DO LITORAL NORTE DA BAHIA Enio Fraga da Silva (1) ; Fábio Carvalho Nunes (2) ; Tony Jarbas

Leia mais

GEODIVERSIDADE DO ESTADO DE PERNAMBUCO

GEODIVERSIDADE DO ESTADO DE PERNAMBUCO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL CPRM SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL GEODIVERSIDADE DO ESTADO DE PERNAMBUCO PROGRAMA GEOLOGIA DO BRASIL LEVANTAMENTO

Leia mais

8/29/2011. J. Miguel Reichert, PhD. (Prof. Ricardo Dalmolin) Fatores e processos de formação do solo. Adição. Remoção. Transformação.

8/29/2011. J. Miguel Reichert, PhD. (Prof. Ricardo Dalmolin) Fatores e processos de formação do solo. Adição. Remoção. Transformação. Processos de formação do solo J. Miguel Reichert, PhD (Prof. Ricardo Dalmolin) 2. olos florestais e desenvolvimento de vegetação solo como corpo natural Fatores e processos de formação do solo Propriedades

Leia mais

Recursos pedológicos da Amazonia

Recursos pedológicos da Amazonia Recursos pedológicos da Amazonia G. Ranzani* Antes de tratar propriamente dos diferentes solos que ocorrem na região amazônica, julgamos de grande utilidade fazer um apanhado geral dos atributos que caracterizam

Leia mais

Silvicultura no Tocantins

Silvicultura no Tocantins Silvicultura no Tocantins Situação atual e perspectivas Alisson Moura Santos Pesquisador Palmas/TO, 17 de junho de 2016 Integração de esforços Secretaria de Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária Contextualização

Leia mais

Identificação, Espacialização e Caracterização dos Principais Solos do Município de Feliz Deserto, Alagoas

Identificação, Espacialização e Caracterização dos Principais Solos do Município de Feliz Deserto, Alagoas Comunicado Técnico Dezembro, 62 ISSN 1517-5685 Rio de Janeiro, RJ 2011 Identificação, Espacialização e Caracterização dos Principais Solos do Município de Feliz Deserto, Alagoas Ademar Barros da Silva

Leia mais

Resumo. Resumen. Introdução

Resumo. Resumen. Introdução Resumo A determinação da capacidade de uso das terras é muito importante para o planejamento de uso do solo, pois o uso inadequado e sem planejamento das terras provoca a baixa produtividade das culturas.

Leia mais

NATUREZA E TIPOS DE SOLOS ACH1085

NATUREZA E TIPOS DE SOLOS ACH1085 NATUREZA E TIPOS DE SOLOS ACH1085 MORFOLOGIA DOS SOLOS 1 O que é morfologia? Definição Morfologia é o estudo das formas dos objetos, retratando-os com: Palavras Desenhos fotos Objetivo Descrição padronizada

Leia mais

DIRETRIZES PARA O CONTROLE DA EROSÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DE IRACEMA, SP

DIRETRIZES PARA O CONTROLE DA EROSÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DE IRACEMA, SP Goiânia (GO), 03 a 06 de maio de 2001 Pag 1 1 DIRETRIZES PARA O CONTROLE DA EROSÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DE IRACEMA, SP Zeno Hellmeister Junior* (zenohell@ipt.br); Fausto Luis Stefani*; Samuel Sussumu

Leia mais

Relação entre as características e o uso das informações de levantamentos de solos de diferentes escalas

Relação entre as características e o uso das informações de levantamentos de solos de diferentes escalas Ciência Rural, Santa Relação Maria, entre v.34, as características n.5, p.1479-1486, e o uso set-out, das informações 2004 de levantamentos de solos de diferentes escalas. ISSN 0103-8478 1479 Relação entre

Leia mais

Agronomia/Agronomy 17 CLASSIFICAÇÃO DOS NEOSSOLOS E NITOSSOLOS QUANTO A NATUREZA FÍSICA, QUÍMICAS E MORFOLÓGICAS. CARMO, D.A.B.¹ e VAL, B.H.P.

Agronomia/Agronomy 17 CLASSIFICAÇÃO DOS NEOSSOLOS E NITOSSOLOS QUANTO A NATUREZA FÍSICA, QUÍMICAS E MORFOLÓGICAS. CARMO, D.A.B.¹ e VAL, B.H.P. Agronomia/Agronomy 17 CLASSIFICAÇÃO DOS NEOSSOLOS E NITOSSOLOS QUANTO A NATUREZA FÍSICA, QUÍMICAS E MORFOLÓGICAS. CARMO, D.A.B.¹ e VAL, B.H.P. ¹ Engenheiro Agrônomo, Mestrando em agronomia (Ciência do

Leia mais