Direito ao Desenvolvimento versus os Direitos dos Povos Indígenas: estudo do caso Belo Monte

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Direito ao Desenvolvimento versus os Direitos dos Povos Indígenas: estudo do caso Belo Monte"

Transcrição

1 Direito ao Desenvolvimento versus os Direitos dos Povos Indígenas: estudo do caso Belo Monte Teoria do Estado 2013 Professora Deisy Monitora Raísa Cetra

2 Direitos Humanos e Direitos Fundamentais O dever- ser: permissão ou obrigação dos operadores Desenvolvimento pós Segunda- Guerra Mundial: Estado como principal violador desses direitos 3 dimensões: liberdades individuais; direitos econômicos, sociais e culturais; e direitos difusos Convenção de Viena 1993: indivisibilidade e interdependência desses direitos ConsWtuição Federal de 1988: uma conswtuição garanwsta arwgos 5 e 6 e os tratados internacionais

3 Direitos Humanos e Direitos Fundamentais Sopesamento em caso de conflito entre direitos Ausência de hierarquia SubjeWvidade do operador Análise do caso concreto Princípio da Proporcionalidade: 1. É adequada? 2. É necessária? 3. É proporcional em senwdo estrito?

4 Desenvolvimento x Direitos dos Povos Indígenas O Direito ao Desenvolvimento Período de Descolonização Declaração da ONU (1986) Preâmbulo da CF/88 Que desenvolvimento? Crescimento econômico? Emancipação Democracia Aumento de suas capacidades: proteção de minorias e parwcipação popular Limites ao desenvolvimento - > outros direitos

5 Desenvolvimento x Direitos dos Povos Indígenas Direito dos Povos Indígenas Declaração da ONU... Jurisprudência internacional CF/88 Direito à integridade cultural, à igualdade e à propriedade Direito à autodeterminação: livres para determinar os seus futuros sociais, econômicos e culturais Direitos Humanos

6 Desenvolvimento x Direitos dos Povos Indígenas: Belo Monte Argumentos do Estado: assegurar o desenvolvimento 1. GaranWr a futura expansão do país 2. Evitar novos apagões: suprirá a demanda de cerca de 20 milhões de pessoas 3. Preço compewwvo da energia: garanwda no licenciamento 4. Gerará 18 mil empregos diretos e 23 mil empregos indiretos 5. Possui condicionantes prévias

7 Desenvolvimento x Direitos dos Povos Indígenas: Belo Monte...foi Deus que colocou as quedas nos rios da Amazônia. Este formidável potencial hidrelétrico permite nos destacar no desafio das mudanças climáwcas. Temos a energia limpa, renovável e barata que os outros países não têm. Quinze ou vinte mil pessoas não podem impedir o progresso de 185 milhões de brasileiros (diretor de engenharia da Eletrobrás em audiência pública em Fonte: hup:// opwon=com_content&view=arwcle&id=4039:belomonte &caWd=69:especial- belo- monte&itemid=179 )

8 Desenvolvimento x Direitos dos Povos Indígenas: Belo Monte Argumentos da população indígena e da comunidade acadêmica: 1. Reduzirá a vazão do Rio na região de Volta Grande Xingú: violações do direito à água, à alimentação e direito à saúde 2. Inundará região urbana de Altamira e sua população ribeirinha: desalojamento de cerca de 19 mil pessoas 3. Pressão populacional e risco de conflito: migração populacional; eswmawva de cerca de 95 mil moradores 4. Problemas principais dos estudos oficiais: subdimensionamento da população afetada e ausência de estudo sobre índios isolados

9

10 Uma tentawva de solucionar o conflito: o direito a consulta e ao consenwmento livre, prévio e informado Convenção 169 da OIT, Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (arwgo 19), CF/88 (arwgo 231) e jurisprudência Corte Interamericana Consulta prévia e informada antes da implementação de qualquer medida legislaqva ou administraqva que afete à população indígena de modo diferente da que afeta outras parcelas da população Bases: Princípio da boa fé Direito à autodeterminação: parwcipar awvamente das decisões que os afeta Interesse público e direito ao acesso à informação: princípios democráwcos Condições de vulnerabilidade histórica Direito ao consenwmento: quando o interior das terras tradicionais Obter o consenwmento deve ser o objewvo da consulta

11 O direito ao consenwmento no caso Belo Monte Art São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, compewndo à União demarcá- las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens. 3º - O aproveitamento dos recursos hídricos, incluídos os potenciais energéwcos, a pesquisa e a lavra das riquezas minerais em terras indígenas só podem ser efeqvados com autorização do Congresso Nacional, ouvidas as comunidades afetadas, ficando- lhes assegurada parqcipação nos resultados da lavra, na forma da lei. 6º - São nulos e exqntos, não produzindo efeitos jurídicos, os atos que tenham por objeto a ocupação, o domínio e a posse das terras a que se refere este arwgo, ou a exploração das riquezas naturais do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes, ressalvado relevante interesse público da União, segundo o que dispuser lei complementar, não gerando a nulidade e a exwnção direito a indenização ou a ações contra a União, salvo, na forma da lei, quanto às benfeitorias derivadas da ocupação de boa fé.

12 O direito ao consenwmento no caso Belo Monte Em setembro de 2009 foram realizadas as primeiras audiências públicas: em quatro municípios da região ao longo de seis dias As informações relevantes e estudos do projeto somente foram disponibilizados dois dias antes dessas audiências Dezembro de 2009: Brasília MPF: recomendava mais 13 Policializadas e escasso direito de voz

13 Sopesamento dos direitos envolvidos A usina de Belo Monte é adequada (aqnge o fim desejado)? 11 mil MW de potência instalada Oscilações no nível do rio: 4571 MW em média Energia limpa Períodos de seca: 1300 MW Só é capaz de uwlizar 39% de sua capacidade Necessitaria de outras barragens

14 Sopesamento dos direitos envolvidos A usina de Belo Monte é necessária (há outras opções)? Capacidade média semelhante a de outros rios no Brasil aqueles que nascem no mesmo planalto (ex: TocanWns, São Francisco e Paraná) Outras fontes energéwcas mais eficientes Alto custo: 19 bilhões (segundo projeto mais custoso do PAC) Indústria de mineração Emissão de gás metano

15 Sopesamento dos direitos envolvidos A usina de Belo Monte é proporcional em senqdo estrito? Alagará 605 km quadrados População indígena diretamente afetadas: 266 pessoas em duas terras População indígena indiretamente afetada: 1982 pessoas em 7 terras indígenas População removida: entre 16 mil e 25 mil População total afetada: cerca de 350 mil (habitantes de áreas urbanas, 350 famílias ribeirinhas, 21 comunidades quilombolas ) Desmatamento na área de Vitória do Xingu chega a quase 60% Ausência de um plano claro de reassentamento e de indenização Fonte: Rima/Eletrobrás (disponível em hup://

16 A judicialização na realidade MPF: irregularidades Direito ao desenvolvimento como plano de fundo 19 ações civis públicas A úlwma que parou: número 11 relawva às condicionantes prévias e os despejos da população - > derrubada pelo TRF de Brasília - > somente Corte Especial poderia rever decisão da vara federal

17 Violações de Direitos Humanos pelas Empresas James Anaya: em relação ao direito à consulta, a violação por parte da empresa não exime a responsabilidade do Estado; Despejos forçados, desrespeito a direitos de povos indígenas, uso excessivo da força, entre outras violações a direitos fundamentais. Dificuldades de reponsabilização e acesso à juswça Princípios Orientadores da ONU

18 Bibliografia Processos caso Belo Monte: hup:// Tabela_de_acompanhamento_atualizada_ pdf TRF- 1 reverte decisão e mantém conwnuidade de obras de Belo Monte: hup:// opwon=com_content&task=view&id=960&itemid=2 Empresas e Direitos Humanos: hup:// e- direitos- humanos Belo Monte, Belo Monstro: hup:// opwon=com_content&view=category&layout=blog&id=69&itemid=179 Relatório Plataforma DhESCA, 2010: hup:// content/uploads/2010/10/relatorio- da- Plataforma- DHESCA- sobre- viola%c3%a7%c3%b5es- dos- direitos- humanos- do- projeto- Belo- Monte.pdf Belo Monte, Xingu Vivo: hup:// Cronologia do Projeto: hup:// Vídeo ONU: hups:// Vídeo Globo: hups://

É o ramo da biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o meio ambiente em que vivem, bem como suas recíprocas influências.

É o ramo da biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o meio ambiente em que vivem, bem como suas recíprocas influências. Da Ordem Social: do Meio Ambiente e dos Índios. Cretella Júnior e Cretella Neto Direito Ambiental Prof. Dr. João Miguel da Luz Rivero jmlrivero@gmail.com Do meio ambiente A CF de 1988 consagra o direito

Leia mais

Título Povos indígenas e o setor elétrico Veículo Planeta Sustentável- Editora Abril Data 26 Junho 2013 Autor Claudio J. D. Sales

Título Povos indígenas e o setor elétrico Veículo Planeta Sustentável- Editora Abril Data 26 Junho 2013 Autor Claudio J. D. Sales Título Povos indígenas e o setor elétrico Veículo Planeta Sustentável- Editora Abril Data 26 Junho 2013 Autor Claudio J. D. Sales Povos indígenas e o setor elétrico http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/povos-indigenas-setor-eletrico-claudiosalles-745157.shtml

Leia mais

Hidrelétricas do Rio Madeira: Violações de Direitos Humanos. Relatoria para o Direito Humano ao Meio Ambiente Junho de 2011

Hidrelétricas do Rio Madeira: Violações de Direitos Humanos. Relatoria para o Direito Humano ao Meio Ambiente Junho de 2011 Hidrelétricas do Rio Madeira: Violações de Direitos Humanos Relatoria para o Direito Humano ao Meio Ambiente Junho de 2011 A Plataforma Dhesca Brasil Articulação Nacional criada em 2001 composta por 34

Leia mais

Rede CYTED XIII-E 2 a Reunião de Coordenação. Brasil. Mineração e Áreas Indígenas. Pontifícia Universidade Católica Del Perú

Rede CYTED XIII-E 2 a Reunião de Coordenação. Brasil. Mineração e Áreas Indígenas. Pontifícia Universidade Católica Del Perú Rede CYTED XIII-E 2 a Reunião de Coordenação Brasil Mineração e Áreas Indígenas Eduardo Vale Hildebrando Herrmann Pontifícia Universidade Católica Del Perú Lima, Perú Del 10 al 13 de dezembro de 2003 Considerações

Leia mais

CARTA ABERTA DA DELEGAÇÃO DO ACRE E SUDOESTE DO AMAZONAS

CARTA ABERTA DA DELEGAÇÃO DO ACRE E SUDOESTE DO AMAZONAS CARTA ABERTA DA DELEGAÇÃO DO ACRE E SUDOESTE DO AMAZONAS Carta Aberta nº 001/2016/Delegação De: Delegação do Acre e Sudoeste do Amazonas Para: Poder Legislativo, Executivo e Judiciário Brasília-DF, 21

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITO MINERÁRIO

CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITO MINERÁRIO ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO - AGU POTENCIAL CONFLITO DA MINERAÇÃO COM ÁREAS ESPECIAIS/ RESTRITAS CRISTINA CAMPOS ESTEVES Julho/2009 CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITO MINERÁRIO Salvador, 7 a 9 de junho de

Leia mais

Direitos das Minorias

Direitos das Minorias Direitos das Minorias Federal Ministry for Foreign Affairs of Austria Direitos das Minorias Nos Estados em que existam minorias étnicas, religiosas ou linguísticas, as pessoas pertencentes a essas minorias

Leia mais

ESCOLA DE ARTE, CIÊNCIA E HUMANIDADES EACH/USP

ESCOLA DE ARTE, CIÊNCIA E HUMANIDADES EACH/USP ESCOLA DE ARTE, CIÊNCIA E HUMANIDADES EACH/USP Alunos (as): José Mateus P. Rodrigues N USP: 8924245 Laura Beltrami N USP: 8924415 Ludmilla N. N. de Almeida N USP: 8924179 Marina Rainha N USP: 9005231 Max

Leia mais

Potencialidade das emissões de metano frente a produção de eletricidade no Brasil

Potencialidade das emissões de metano frente a produção de eletricidade no Brasil Potencialidade das emissões de metano frente a produção de eletricidade no Brasil Taubaté, novembro de 2010. Lia Braz Willian J. Ferreira Marcelo S. Targa Getulio T. Batista Objetivo Apresentar dados de

Leia mais

LEGISLAÇÃO MINERÁRIA BRASILEIRA: Avaliação e Perspectivas. ANA SALETT MARQUES GULLI Procuradora-Chefe/DNPM

LEGISLAÇÃO MINERÁRIA BRASILEIRA: Avaliação e Perspectivas. ANA SALETT MARQUES GULLI Procuradora-Chefe/DNPM LEGISLAÇÃO MINERÁRIA BRASILEIRA: Avaliação e Perspectivas ANA SALETT MARQUES GULLI Procuradora-Chefe/DNPM Junho/2010 Relevância da atividade mineral A atividade mineral apresenta-se como uma atividade

Leia mais

BASES CONCEITUAIS DA ENERGIA. Pedro C. R. Rossi UFABC

BASES CONCEITUAIS DA ENERGIA. Pedro C. R. Rossi UFABC BASES CONCEITUAIS DA ENERGIA Pedro C. R. Rossi (pedro.rossi@ufabc.edu.br) Fontes de energia Principais fontes de energia disponíveis para a sociedade Fontes de energia Energia primária, energia de uso

Leia mais

DESAFIOS PARA A ENERGIA HIDROELÉCTRICA EM ANGOLA

DESAFIOS PARA A ENERGIA HIDROELÉCTRICA EM ANGOLA DESAFIOS PARA A ENERGIA HIDROELÉCTRICA EM ANGOLA António Machado e Moura Professor Catedrático, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto - Portugal Luanda, 24 a 27 de Setembro de 2013 CONFERÊNCIA

Leia mais

FONTES DE ENERGIA PROF. ISRAEL FROIS FRENTES A E B

FONTES DE ENERGIA PROF. ISRAEL FROIS FRENTES A E B FONTES DE ENERGIA PROF. ISRAEL FROIS FRENTES A E B ENERGIA DESIGUAL COMBUSTÍVES FÓSSEIS PETRÓLEO E GÁS Vantagens do Petróleo Alta densidade de energia; Deriva diversos produtos industriais; Domínio

Leia mais

Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1

Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1 Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1. 1 Parecer Técnico 21/CMAN/CGPIMA-FUNAI, 30 de setembro de 2009. http://www.ibama.gov.br/licenciamento/index.php

Leia mais

Projeto de Lei de Iniciativa Popular Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais

Projeto de Lei de Iniciativa Popular Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais Projeto de Lei de Iniciativa Popular Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais O projeto de lei de iniciativa popular é uma ferramenta que possibilita aos cidadãos a apresentação de propostas de

Leia mais

Perspectives on the main benefits and opportunities associated with the development of large hydropower projects

Perspectives on the main benefits and opportunities associated with the development of large hydropower projects Perspectives on the main benefits and opportunities associated with the development of large hydropower projects Tucurui, November 22, 2011 Marcio Drummond Evolução da Capacidade Instalada por Fonte (MW)

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA EXPANSÃO DA GERAÇÃO HIDRELÉTRICA NA REGIÃO AMAZÔNICA e INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA NA AMÉRICA DO SUL Reunião Plenária da ABRAGE Brasília, 25 de março de 2010 AGENDA Energia no Brasil

Leia mais

Críticas ao Processo de Licenciamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e a Violação de Direitos Humanos Ambientais. Prof.

Críticas ao Processo de Licenciamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e a Violação de Direitos Humanos Ambientais. Prof. Críticas ao Processo de Licenciamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e a Violação de Direitos Humanos Ambientais Prof. Paulo Melo Sociólogo Especialista em Gestão Ambiental Mestre em Gestão e Auditoria

Leia mais

ESTUDOS PARA LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO

ESTUDOS PARA LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO ESTUDOS PARA LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO AHE Belo Monte Sistema de Transmissão Associado ao AHE Belo Monte Descrição da Conexão Ministério de Minas e Energia 2 GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DE MINAS

Leia mais

Companhia Hidrelétrica Teles Pires Usina Hidrelétrica Teles Pires. Energia Eficiente!

Companhia Hidrelétrica Teles Pires Usina Hidrelétrica Teles Pires. Energia Eficiente! Companhia Hidrelétrica Teles Pires Usina Hidrelétrica Teles Pires Energia Eficiente! COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA A UHE Teles Pires tem sua estruturação formada pelas maiores empresas do setor elétrico brasileiro

Leia mais

Disciplina: Recursos Energéticos e Meio Ambiente. 2- Introdução. Professor: Sandro Donnini Mancini. Fevereiro, 2016

Disciplina: Recursos Energéticos e Meio Ambiente. 2- Introdução. Professor: Sandro Donnini Mancini. Fevereiro, 2016 Insituto de Ciência e Tecologia de Sorocaba Disciplina: Recursos Energéticos e Meio Ambiente Graduação em Engenharia Ambiental 2- Introdução Professor: Sandro Donnini Mancini Fevereiro, 2016 1 ENERGIA

Leia mais

Plano de Energia e Mudanças Climáticas de Minas Gerais: Fundação Estadual do Meio Ambiente

Plano de Energia e Mudanças Climáticas de Minas Gerais: Fundação Estadual do Meio Ambiente Plano de Energia e Mudanças Climáticas de Minas Gerais: Fundação Estadual do Meio Ambiente Estrutura da apresentação Contexto Brasileiro Plano de Energia e Mudanças Climáticas Plataforma Clima Gerais Índice

Leia mais

Constituição Federal de TÍTULO II Dos Direitos e Garantias Fundamentais CAPÍTULO I DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

Constituição Federal de TÍTULO II Dos Direitos e Garantias Fundamentais CAPÍTULO I DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Constituição Federal de 1988 TÍTULO II Dos Direitos e Garantias Fundamentais CAPÍTULO I DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer

Leia mais

Aconteceu no NAEA/UFPA a Conferência Direitos e Determinantes Sociais da Saúde em Obras de Hidrelétricas, proferida por Felício Pontes Junior.

Aconteceu no NAEA/UFPA a Conferência Direitos e Determinantes Sociais da Saúde em Obras de Hidrelétricas, proferida por Felício Pontes Junior. No Dia: 12/06/2013 às 15h00 no Auditório do NAEA/UFPA terá continuidade o Ciclo de Conferências que o NAEA realizará, até outubro deste ano, para debater os impactos causados por projetos hidrelétricos

Leia mais

Documento Final Oficina-seminário sobre conteúdo e regras de aplicação do direito de consulta livre, prévia e informada no Brasil

Documento Final Oficina-seminário sobre conteúdo e regras de aplicação do direito de consulta livre, prévia e informada no Brasil 1 Documento Final Oficina-seminário sobre conteúdo e regras de aplicação do direito de consulta livre, prévia e informada no Brasil A Rede de Cooperação Alternativa (RCA), juntamente com a Associação Brasileira

Leia mais

Especial Dia do Índio - a luta dos Munduruku contra as hidrelétricas no rio Tapajós

Especial Dia do Índio - a luta dos Munduruku contra as hidrelétricas no rio Tapajós Uol - SP 19/04/2015-07:00 Especial Dia do Índio - a luta dos Munduruku contra as hidrelétricas no rio Tapajós Da Redação Há milhares de anos os Munduruku habitam as margens do rio Tapajós, no Pará, onde

Leia mais

Programa de Aceleração do Crescimento em Rondônia

Programa de Aceleração do Crescimento em Rondônia 1 CAPÍTULO Programa de Aceleração do Crescimento em Rondônia Criado em 2007 pelo Governo Federal, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e da execução de grandes

Leia mais

Comercialização de Energia ACL e ACR

Comercialização de Energia ACL e ACR Comercialização de Energia ACL e ACR Capítulo 1 Panorama Energético no Brasil e no Mundo Prof. Alvaro Augusto W. de Almeida Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Eletrotécnica

Leia mais

OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO

OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO 01 de Abril de 2011 Mesa Redonda sobre Energia no Brasil: Energia e o Novo Governo Rio de Janeiro Empresa de Pesquisa Energética Uma Empresa do Ministério de

Leia mais

AS GRANDES HIDRELÉTRICAS E NOVOS PARADIGMAS PARA SUA IMPLEMENTAÇÃO

AS GRANDES HIDRELÉTRICAS E NOVOS PARADIGMAS PARA SUA IMPLEMENTAÇÃO AS GRANDES HIDRELÉTRICAS E NOVOS PARADIGMAS PARA SUA IMPLEMENTAÇÃO Luiz Gabriel Todt de Azevedo Diretor de Sustentabilidade da Odebrecht Infraestrutura Presidente da ABRH Associação Brasileira de Recursos

Leia mais

CONSULTA PRÉVIA, LIVRE, INFORMADA E DE BOA FÉ SANDRO LÔBO

CONSULTA PRÉVIA, LIVRE, INFORMADA E DE BOA FÉ SANDRO LÔBO CONSULTA PRÉVIA, LIVRE, INFORMADA E DE BOA FÉ SANDRO LÔBO BASE LEGAL CONVENÇÃO 169 DA OIT Arts. 4, 6 e 7 (DECRETO Nº 5.051, DE 19 DE ABRIL DE 2004). DECLARAÇÃO DA ONU SOBRE DIREITOS DOS POVOS INDÍGENAS.

Leia mais

Quantidade de água no planeta

Quantidade de água no planeta HIDROGRAFIA Quantidade de água no planeta O Brasil possui: 10% da água superficial disponível para consumo no mundo. No Brasil a distribuição é desigual. - 70% na Amazônia - 27% no Centro-Sul - 3% no

Leia mais

Pequenas Centrais Hidrelétricas: ENERGIA LIMPA, SEGURA E BARATA. Lucas M. Flessak

Pequenas Centrais Hidrelétricas: ENERGIA LIMPA, SEGURA E BARATA. Lucas M. Flessak Pequenas Centrais Hidrelétricas: ENERGIA LIMPA, SEGURA E BARATA Lucas M. Flessak Como funciona? Hidrelétrica: CGH Central Geradora Hidrelétrica até 3 MW; PCH Pequena Central Hidrelétrica de 3 a 30 MW;

Leia mais

07/04/2010. Abril/2008. Apresentação 5 e 6

07/04/2010. Abril/2008. Apresentação 5 e 6 Abril/2008 Apresentação 5 e 6 1 Bibliografia Mercado PDEE 2008-2017 Hipóteses: UM único cenário com créscimento médio do PIB de 4,9% a.a. e crescimento médio do consumo de energia elétrica de 5,4% a.a.

Leia mais

Geração de Energia Elétrica - Hidrelétricas. SIE Sistemas de Energia Professora Camila Bastos Eletroeletrônica Módulo 8

Geração de Energia Elétrica - Hidrelétricas. SIE Sistemas de Energia Professora Camila Bastos Eletroeletrônica Módulo 8 Geração de Energia Elétrica - Hidrelétricas SIE Sistemas de Energia Professora Camila Bastos Eletroeletrônica Módulo 8 Introdução A energia elétrica é produzida através de outras formas de energia; O Atlas

Leia mais

Direitos fundamentais propriedade. João Miguel da Luz Rivero Fundamento constitucional

Direitos fundamentais propriedade. João Miguel da Luz Rivero Fundamento constitucional Direitos fundamentais propriedade João Miguel da Luz Rivero jmlrivero@gmail.com Fundamento constitucional O regime jurídico da propriedade tem seu fundamento na Constituição. Esta garante o direito de

Leia mais

Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais

Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais Instalação e operação de grandes empreendimentos na Amazônia Isabelle Vidal Giannini Cássio Ingles de Sousa Papel da consultoria Apoio na construção

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Caso de usufruto que não se extingue por morte no direito brasileiro Sandro Alexander Ferreira* INTRODUÇÃO É assente, na doutrina e jurisprudência brasileira, que o usufruto é direito

Leia mais

WORKSHOP MODELAGEM CLIMÁTICA E A TERCEIRA COMUNICAÇÃO NACIONAL. Experiências de Estudos de Impactos das Mudanças de Clima nas Energias Renováveis

WORKSHOP MODELAGEM CLIMÁTICA E A TERCEIRA COMUNICAÇÃO NACIONAL. Experiências de Estudos de Impactos das Mudanças de Clima nas Energias Renováveis WORKSHOP MODELAGEM CLIMÁTICA E A TERCEIRA COMUNICAÇÃO NACIONAL Experiências de Estudos de Impactos das Mudanças de Clima nas Energias Renováveis Energia Dimensões da Energia Tecnológica Física Energia

Leia mais

Aula 02 Fontes de energia primária, cadeia energética e hidrelétrica, eólica, nuclear e biomassa

Aula 02 Fontes de energia primária, cadeia energética e hidrelétrica, eólica, nuclear e biomassa BIJ-0207 Bases Conceituais da Energia Aula 02 Fontes de energia primária, cadeia energética e hidrelétrica, eólica, nuclear e biomassa Prof. João Moreira CECS - Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências

Leia mais

PHA 3001 ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE. Prof. Dr. Theo Syrto Octavio de Souza

PHA 3001 ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE. Prof. Dr. Theo Syrto Octavio de Souza PHA 3001 ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE Prof. Dr. Theo Syrto Octavio de Souza (theos@usp.br) Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano (Conferência de Estocolmo) 1972, Estocolmo, Suécia 113

Leia mais

Planejamento nacional e Integração elétrica regional. Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos de Energia Elétrica

Planejamento nacional e Integração elétrica regional. Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos de Energia Elétrica Planejamento nacional e Integração elétrica regional Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos de Energia Elétrica Foz do Iguaçu, Brasil 27 de novembro de 2015 Planejamento nacional e Integração elétrica regional

Leia mais

NOTA PÚBLICA. Sobre a atuação das agências evangélicas de missões transculturais em terras indígenas.

NOTA PÚBLICA. Sobre a atuação das agências evangélicas de missões transculturais em terras indígenas. NOTA PÚBLICA Sobre a atuação das agências evangélicas de missões transculturais em terras indígenas. A Associação de Missões Transculturais Brasileiras AMTB, legítima representante de 47 agências missionárias

Leia mais

Direito Internacional Público

Direito Internacional Público Direito Internacional Público Atores de DIP, sujeitos das RI Prof. Dr. José Antônio Tietzmann e Silva jates@uol.com.br DIP Atores e sujeitos Estados OI's intergovernamentais Indivíduos Coletividades não-estatais

Leia mais

Título Qual a Matriz Energética Ideal para o Brasil? Veículo Revista Greenpeace Data 02 outubro 2014 Autor Claudio J. D. Sales

Título Qual a Matriz Energética Ideal para o Brasil? Veículo Revista Greenpeace Data 02 outubro 2014 Autor Claudio J. D. Sales Título Qual a Matriz Energética Ideal para o Brasil? Veículo Revista Greenpeace Data 02 outubro 2014 Autor Claudio J. D. Sales A crise no setor elétrico brasileiro não é novidade para ninguém. Diferentes

Leia mais

USINA TERMOELÉTRICA...

USINA TERMOELÉTRICA... USINA TERMOELÉTRICA... Usina Termoelétrica: A usina termoelétrica é uma alternativa para a produção de energia elétrica para uso em geral, é principalmente utilizada no setor industrial. O QUE É UMA TERMOELÉTRICA?

Leia mais

INOVAÇÕES AMBIENTAIS ENERGIA Fundação Dom Cabral 07/06/2011

INOVAÇÕES AMBIENTAIS ENERGIA Fundação Dom Cabral 07/06/2011 INOVAÇÕES AMBIENTAIS ENERGIA Fundação Dom Cabral 07/06/2011 TECNOLOGIA NUCLEAR, TECNOLOGIA MINERAL, CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS, MEIO AMBIENTE, SAÚDE MESTRADO E DOUTORADO CONTRIBUIÇÕES ASSOCIADAS

Leia mais

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N o 118, DE 2015 (Do Sr. Adilton Sachetti) Autoriza, nos termos do 3º do art. 231 da Constituição Federal, o aproveitamento

Leia mais

Allan Nº1 GabrielNº7 Pedro F. Nº27 Pedro S. Nº28 Renan Nº31 Vitor Nº33 Vitoria Nº34

Allan Nº1 GabrielNº7 Pedro F. Nº27 Pedro S. Nº28 Renan Nº31 Vitor Nº33 Vitoria Nº34 * Explorando a América do Sul Allan Nº1 GabrielNº7 Pedro F. Nº27 Pedro S. Nº28 Renan Nº31 Vitor Nº33 Vitoria Nº34 *Caracterização geral da América do Sul * América do Sul abrange um território de 18 milhões

Leia mais

ENASE 2008 DESAFIOS PARA EXPANSÃO DA GERAÇÃO HÍDRICA GRANDES APROVEITAMENTOS CENÁRIOS DE EXPANSÃO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO

ENASE 2008 DESAFIOS PARA EXPANSÃO DA GERAÇÃO HÍDRICA GRANDES APROVEITAMENTOS CENÁRIOS DE EXPANSÃO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO ENASE 2008 DESAFIOS PARA EXPANSÃO DA GERAÇÃO HÍDRICA GRANDES APROVEITAMENTOS CENÁRIOS DE EXPANSÃO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO JOSÉ CLÁUDIO CARDOSO PRESIDENTE OUTUBRO/2008 CENÁRIOS DE EXPANSÃO DO SISTEMA

Leia mais

ABINEE TEC Matriz Energética. Plano Decenal: Tendências, Dificuldades e Investimentos Políticas para Fontes de Energia

ABINEE TEC Matriz Energética. Plano Decenal: Tendências, Dificuldades e Investimentos Políticas para Fontes de Energia Ministério de Minas e Energia Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético ABINEE TEC 2007 Matriz Energética Plano Decenal: Tendências, Dificuldades e Investimentos Políticas para Fontes de

Leia mais

Características da UHE Belo Monte

Características da UHE Belo Monte Realização: Patrocínio: Características da UHE Belo Monte NORTE ENERGIA S.A. CASA DE FORÇA PRINCIPAL (Sítio Belo Monte) Potência: 11.000 MW (18 x 611,11 MW). Garantia física: 4.419 MW médios. 1ª Unidade

Leia mais

Propostas de demarcação das terras indígenas e o acirramento dos conflitos rurais

Propostas de demarcação das terras indígenas e o acirramento dos conflitos rurais Propostas de demarcação das terras indígenas e o acirramento dos conflitos rurais ATUALMENTE, A POPULAÇÃO INDÍGENA NO BRASIL SOMA 896,9 MIL (MENOS DE 1% DA POPULAÇÃO), DE 305 ETNIAS, COM LÍNGUAS E COSTUMES

Leia mais

É COM VOCÊ. cartilha. Reservatórios: degradação ambiental (?) Meio Ambiente / Série: Água Nº 2 Escassez de chuva ou. Janeiro/ ,00 556,00

É COM VOCÊ. cartilha. Reservatórios: degradação ambiental (?) Meio Ambiente / Série: Água Nº 2 Escassez de chuva ou. Janeiro/ ,00 556,00 cartilha Janeiro/2013 É COM VOCÊ Reservatórios: Meio Ambiente / Série: Água Nº 2 Escassez de chuva ou degradação ambiental (?) 558,00 556,00 Nível máximo operativo 554,00 552,00 550,00 Nível mínimo operativo

Leia mais

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 61 CONCEITOS SOBRE RECURSOS ENERGÉTICOS

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 61 CONCEITOS SOBRE RECURSOS ENERGÉTICOS GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 61 CONCEITOS SOBRE RECURSOS ENERGÉTICOS Como pode cair no enem? (ENEM) Empresa vai fornecer 230 turbinas para o segundo complexo de energia à base de ventos, no sudeste da Bahia.

Leia mais

MANIFESTO PORTUGAL MAIS LIBERAL

MANIFESTO PORTUGAL MAIS LIBERAL MANIFESTO PORTUGAL MAIS LIBERAL Este é o tempo de Portugal aprender com o passado, entender os desafios do presente e, sobretudo, assegurar a evolução que fortaleça a esperança no nosso futuro coletivo

Leia mais

Celeridade e qualidade do licenciamento ambiental de grandes empreendimentos

Celeridade e qualidade do licenciamento ambiental de grandes empreendimentos Seminário Licenciamento Ambiental: Realidade e Perspectivas Celeridade e qualidade do licenciamento ambiental de grandes empreendimentos Alexandre Uhlig Brasília, 5 de novembro de 2015 O conteúdo desta

Leia mais

O MERCADO ATUAL DA PCHS E SUAS PERSPECTIVAS

O MERCADO ATUAL DA PCHS E SUAS PERSPECTIVAS PCH Nnho da Águia, MG, ERSA O MERCADO ATUAL DA PCHS E SUAS PERSPECTIVAS Rio de Janeiro, 31 janeiro de 2011 Prof. Dr. Geraldo Lúcio TIAGO Filho Universidade Federal de Itajubá Professor Titular Centro Nacional

Leia mais

Relatório de Investimento e Gestão Social 2014

Relatório de Investimento e Gestão Social 2014 Relatório de Investimento e Gestão Social 2014 Divisão de Promoção da Cidadania Empresarial e Projetos com a Sociedade - PCSC Departamento de Responsabilidade Social e Projetos com a Sociedade PCS Sumário

Leia mais

CANA-DE-AÇÚCAR NA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA. Profa. Dra. Cristiane de Conti Medina Departamento de Agronomia

CANA-DE-AÇÚCAR NA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA. Profa. Dra. Cristiane de Conti Medina Departamento de Agronomia CANA-DE-AÇÚCAR NA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Profa. Dra. Cristiane de Conti Medina Departamento de Agronomia medina@uel.br AGRICULTURA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS PRODUÇÃO DE ENERGIA A GRANDE REVOLUÇÃO ESTÁ

Leia mais

Direito internacional público. Aula 3 As fontes de DIP

Direito internacional público. Aula 3 As fontes de DIP Direito internacional público Aula 3 As fontes de DIP Plano de aula As fontes do DIP Estatuto CIJ Novas fontes e meios auxiliares DIP Fontes 1 o art. 38, Estatuto CIJ 1. A Corte, cuja função seja decidir

Leia mais

Energia Limpa: Viabilidade e Desafios A Bioeletricidade

Energia Limpa: Viabilidade e Desafios A Bioeletricidade Energia Limpa: Viabilidade e Desafios A Bioeletricidade Zilmar José de Souza XIV CONGRESSO BRASILEIRO DE ENERGIA Rio de Janeiro 23 de outubro de 2012 A UNICA A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA)

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CÂMARA DE COMÉRCIO AMERICANA AMCHAM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: PROJETOS, DETERMINAÇÕES E INVESTIMENTOS POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS PARA A EFICICIÊNCIA ENERGÉTICA A Matriz Energética,

Leia mais

PEDIDO DE PARECER CONSULTIVO DO GOVERNO DA REPÚBLICA DO PANAMÁ

PEDIDO DE PARECER CONSULTIVO DO GOVERNO DA REPÚBLICA DO PANAMÁ 1 PEDIDO DE PARECER CONSULTIVO DO GOVERNO DA REPÚBLICA DO PANAMÁ Panamá, 28 de abril de 2014. Senhor Presidente CORTE INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS Presente O Governo da República do Panamá, em sua

Leia mais

ARBITRAGEM nos CONTRATOS DE ENGENHARIA com a ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Dr. Pablo Raúl Masud Blanco & Masud Advogados Buenos Aires República Argentina

ARBITRAGEM nos CONTRATOS DE ENGENHARIA com a ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Dr. Pablo Raúl Masud Blanco & Masud Advogados Buenos Aires República Argentina ARBITRAGEM nos CONTRATOS DE ENGENHARIA com a ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Dr. Pablo Raúl Masud Blanco & Masud Advogados Buenos Aires República Argentina ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NA ARGENTINA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Leia mais

pos Secretaria-Geral da Presidência da República

pos Secretaria-Geral da Presidência da República pos Regulamentação dos mecanismos de consulta previstos na Convenção 169 da OIT III Seminário Intersetorial Empresas e Povos Indígenas São Paulo, 13 de março de 2014 1. Linha do Tempo 2. Direitos previstos

Leia mais

Belo Monte. Texto e fotos: Anderson Barbosa/Fractures Photo Collective

Belo Monte. Texto e fotos: Anderson Barbosa/Fractures Photo Collective Belo Monte. O maior projeto em andamento do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, surge trazendo consigo uma onda de protestos e problemas sociais na cidade de Altamira, no sudoeste do Pará. Na

Leia mais

JOSÉ CARLOS DE MIRANDA FARIAS Empresa de Pesquisa Energética EXPANSÃO DA OFERTA DE ENERGIA PLANEJAMENTO E LEILÕES

JOSÉ CARLOS DE MIRANDA FARIAS Empresa de Pesquisa Energética EXPANSÃO DA OFERTA DE ENERGIA PLANEJAMENTO E LEILÕES JOSÉ CARLOS DE MIRANDA FARIAS Empresa de Pesquisa Energética EXPANSÃO DA OFERTA DE ENERGIA PLANEJAMENTO E LEILÕES POR QUE PLANEJAR? Há necessidade de prever as possibilidades do amanhã para esboçar, com

Leia mais

A Política Estadual de Energia e o Meio Ambiente. João Carlos de Souza Meirelles Secretário

A Política Estadual de Energia e o Meio Ambiente. João Carlos de Souza Meirelles Secretário A Política Estadual de Energia e o Meio Ambiente João Carlos de Souza Meirelles Secretário Diretrizes Estratégicas Ampliação da produção das energias renováveis Fomentar o gás natural como garantia de

Leia mais

Disponibilidade Hídrica do Sistema Elétrico Brasileiro

Disponibilidade Hídrica do Sistema Elétrico Brasileiro Disponibilidade Hídrica do Sistema Elétrico Brasileiro Maio/2003 A Água no Mundo Desse volume: 97,2% águas dos mares 2,15% geleiras e calotas polares 3/4 3/4 do do globo globo terrestre são são cobertos

Leia mais

Com nível baixo por causa da estiagem, reservatório da Usina de Foz do Areia atenuou enchentes rio abaixo

Com nível baixo por causa da estiagem, reservatório da Usina de Foz do Areia atenuou enchentes rio abaixo Reservatório vazio evitou tragédia no Rio Iguaçu Com nível baixo por causa da estiagem, reservatório da Usina de Foz do Areia atenuou enchentes rio abaixo Uma estratégia acertada de operação na Usina Gov.

Leia mais

Projetos do Deconcic. Reunião do Consic 14 de agosto de 2015

Projetos do Deconcic. Reunião do Consic 14 de agosto de 2015 Projetos do Deconcic Reunião do Consic 14 de agosto de 215 Agenda Programa Compete Brasil da Fiesp Responsabilidade com o Investimento Observatório da Construção: novo layout Acompanhamento de Obras Acordo

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA SEMA/IAP Nº 005/2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA SEMA/IAP Nº 005/2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA SEMA/IAP Nº 005/2010 Estabelece procedimentos para licenciamentos de unidades de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no Estadodo Paraná. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO

Leia mais

Direito Administrativo

Direito Administrativo Direito Administrativo Princípios constitucionais da Administração Pública Professora Tatiana Marcello www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Administrativo PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Soc o i c o i - o B - io i d o i d v i e v r e si s da d de do Brasil

Soc o i c o i - o B - io i d o i d v i e v r e si s da d de do Brasil Socio-Biodiversidade do Brasil Megabiodiversidade Brasileira BRASIL: Principais Estatísticas Ano Base 2008 População total 184 milhões Área total 851 milhões ha Área florestal por habitante 2,85 ha Proporção

Leia mais

Sustentabilidade Energética e Projetos de MDL no Brasil

Sustentabilidade Energética e Projetos de MDL no Brasil Sustentabilidade Energética e Projetos de MDL no Brasil Jacqueline Barboza Mariano Superintendência de Planejamento e Pesquisa III Seminário de ARIAE Junho de 2008, Cartagena de Índias, Colômbia O Papel

Leia mais

Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Malária

Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Malária Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Malária RASTREAMENTO DAS MATRIZES DE Rastreabilidade da Matriz de Indicadores - MALÁRIA - IMPACTOS IMPACTOS E EXPECTATIVAS Aumento do fluxo migratório EIA Volume

Leia mais

Questões ambientais e os impactos Produção de celulose

Questões ambientais e os impactos Produção de celulose Questões ambientais e os impactos Produção de celulose Década de 70 pressão para reduzir a poluição: Geração de compostos orgânicos clorados; Consumo de água; Emissões atmosféricas; Emissões hídricas;

Leia mais

PREÇO UNIT. CUSTO CUSTO CUSTO CONTA ITEM UN. QUANT. R$ R$ 10³ US$ 10³ $A 10³

PREÇO UNIT. CUSTO CUSTO CUSTO CONTA ITEM UN. QUANT. R$ R$ 10³ US$ 10³ $A 10³ MANUAL DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS TÍTULO: ORÇAMENTO PADRÃO - ESTUDOS FINAIS ARQUIVO 56ope.xls REVISÃO: 1 Data base-dez-2008 1,1771 2,3944 0,6984 PREÇO UNIT. CUSTO CUSTO CUSTO.10.

Leia mais

Portal G1 (Globo.com) 05/02/2015 Governo estuda estender o horário de verão para economizar energia

Portal G1 (Globo.com) 05/02/2015 Governo estuda estender o horário de verão para economizar energia Portal G1 (Globo.com) 05/02/2015 Governo estuda estender o horário de verão para economizar energia http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/02/governo-estuda-estender-o-horario-de-verao-paraeconomizar-energia.html

Leia mais

Fernando Henrique Schüffner Neto

Fernando Henrique Schüffner Neto Fernando Henrique Schüffner Neto 24/Março/2011 Tópicos i. Produção de Energia Elétrica ii. Comercialização da Energia Elétrica iii. Panorama Atual das Fontes Geração Grandes Centrais Hidrelétricas (UHE)

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Secretaria Executiva Assessoria Especial em Gestão Socioambiental

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Secretaria Executiva Assessoria Especial em Gestão Socioambiental 48330.001664/2013-00 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Secretaria Executiva Assessoria Especial em Gestão Socioambiental NOTA TÉCNICA N o 44/2013-AESA/SE-MME Assunto: Licenciamento Ambiental de Parques Eólicos

Leia mais

Os direitos da criança - No contexto internacional. Director do ILPI Njal Hostmaelingen MJDH, workshop interno, Luanda, 27 de Junho 2016

Os direitos da criança - No contexto internacional. Director do ILPI Njal Hostmaelingen MJDH, workshop interno, Luanda, 27 de Junho 2016 Os direitos da criança - No contexto internacional Director do ILPI Njal Hostmaelingen MJDH, workshop interno, Luanda, 27 de Junho 2016 Programa História e enquadramento legal Desenvolvimentos internacionais

Leia mais

Introdução. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira

Introdução. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Introdução Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira 2/21 Multidisciplinaridade Caráter multidisciplinar do conhecimento envolvido na construção de barragens: Topografia e Geodésia Hidrologia e Hidráulica Modelagens

Leia mais

Seminário - Grandes Construções NOVEMBRO 2011

Seminário - Grandes Construções NOVEMBRO 2011 Seminário - Grandes Construções NOVEMBRO 2011 Potencial Hidrelétrico da Amazônia Amazônia: nova fronteira energética do País Equilíbrio entre aspectos ambientais e a geração 70% do potencial hidrelétrico

Leia mais

APRESENTAÇÃO GERAÇÃO DISTRIBUÍDA FIESC/APESC

APRESENTAÇÃO GERAÇÃO DISTRIBUÍDA FIESC/APESC APRESENTAÇÃO GERAÇÃO DISTRIBUÍDA FIESC/APESC Apresentação ABRAPCH 26 de Maio de 2017 Paulo Arbex Presidente A ABRAPCH e a APESC Nº de associados atualmente: 197 Conquistas Recentes: 505MW contratados 2016;

Leia mais

O Paradoxo da Sustentabilidade Ambiental versus Competitividade Econômica: o exemplo do Complexo Hidroelétrico de Simplício

O Paradoxo da Sustentabilidade Ambiental versus Competitividade Econômica: o exemplo do Complexo Hidroelétrico de Simplício O Paradoxo da Sustentabilidade Ambiental versus Competitividade Econômica: o exemplo do Complexo Hidroelétrico de Simplício Nivalde José de Castro 1 Guilherme de Azevedo Dantas 2 A competitividade econômica

Leia mais

VII SIMPÓSIO SOBRE PEQUENAS E MÉDIAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS DE PEQUENAS E MÉDIAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS. Eng. Vilson D Christofari 1

VII SIMPÓSIO SOBRE PEQUENAS E MÉDIAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS DE PEQUENAS E MÉDIAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS. Eng. Vilson D Christofari 1 VII SIMPÓSIO SOBRE PEQUENAS E MÉDIAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS MARCO LEGAL E LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE PEQUENAS E MÉDIAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS Eng. Vilson D Christofari 1 MARCO REGULATÓRIO Eng. Vilson D

Leia mais

Organização do espaço geográfico na Rússia Marco Abreu dos Santos.

Organização do espaço geográfico na Rússia Marco Abreu dos Santos. Organização do espaço geográfico na Rússia Marco Abreu dos Santos marcoabreu@live.com www.professormarco.wordpress.com Características gerais É o país mais extenso do mundo com mais de 17 milhões de km²;

Leia mais

A POSIÇÃO ESTRATÉGICA DO COMPLEXO HIDRELÉTRICA DO RIO MADEIRA PARA O SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO. Felipe Botelho Tavares

A POSIÇÃO ESTRATÉGICA DO COMPLEXO HIDRELÉTRICA DO RIO MADEIRA PARA O SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO. Felipe Botelho Tavares A POSIÇÃO ESTRATÉGICA DO COMPLEXO HIDRELÉTRICA DO RIO MADEIRA PARA O SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO Felipe Botelho Tavares 1 A energia elétrica é fundamental na caminhada para o desenvolvimento econômico de

Leia mais

MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA

MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA São Paulo, 05/09/2012 Ministério de Minas e Energia ABINEE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E ELETRÔNICA ABINEE TEC 2012 TALK SHOW MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA Altino Ventura Filho Secretário

Leia mais

Introdução ao estudo de Energia. Capítulo 1 HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M. Energia e Meio Ambiente. São Paulo, Ed. Thomson. 2004, 543p.

Introdução ao estudo de Energia. Capítulo 1 HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M. Energia e Meio Ambiente. São Paulo, Ed. Thomson. 2004, 543p. Introdução ao estudo de Energia Capítulo 1 HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M. Energia e Meio Ambiente. São Paulo, Ed. Thomson. 2004, 543p. COMBUSTIVEIS FÓSSEIS A OFERTA E O PREÇO SÃO AFETADOS POR DIVERSOS

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2016

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2016 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2016 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Atualmente, a fonte biomassa representa quase 9% da potência outorgada pela Agência Nacional de Energia Elétrica

Leia mais

Fontes do Direitos: Constituição, lei, costumes, jurisprudência, doutrina e contrato. A Constituição Federal e os tópicos da Economia

Fontes do Direitos: Constituição, lei, costumes, jurisprudência, doutrina e contrato. A Constituição Federal e os tópicos da Economia Fontes do Direitos: Constituição, lei, costumes, jurisprudência, doutrina e contrato. A Constituição Federal e os tópicos da Economia No Brasil, vigora o princípio da Supremacia da Constituição, segundo

Leia mais

Unternehmen außer Kontrolle Runder Tisch Brasilien, in Weimar

Unternehmen außer Kontrolle Runder Tisch Brasilien, in Weimar Unternehmen außer Kontrolle Runder Tisch Brasilien, 03.-05.12.2010 in Weimar Forum 4: Investitionen zum Staudammbau Belo Monte ReferentInnen: Antônia Melo (FVPP) und João Roberto Lopes Pinto (IBASE) Moderation:

Leia mais

POLITICAS DE PREVENÇÃO E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS FUNDIÁRIOS CONCIDADES 2011

POLITICAS DE PREVENÇÃO E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS FUNDIÁRIOS CONCIDADES 2011 POLITICAS DE PREVENÇÃO E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS FUNDIÁRIOS CONCIDADES 2011 PRODUÇÃO DO ESPAÇO E CONFLITOS FUNDIÁRIOS Produção das Cidades e Ocupação Territorial das Cidades Atores/Agentes interesses Acesso

Leia mais

NORTE ENERGIA S.A. NESA UHE BELO MONTE. CIER TUCURUÍ / PA UHE Belo Monte

NORTE ENERGIA S.A. NESA UHE BELO MONTE. CIER TUCURUÍ / PA UHE Belo Monte NORTE ENERGIA S.A. NESA UHE BELO MONTE CIER TUCURUÍ / PA UHE Belo Monte 22.11.2011 1 Breve Histórico Estudo de Inventário do rio Xingu: realizados na década de 1970 com relatório técnico emitido no final

Leia mais

A Itaipu Binacional e a eficiência energética

A Itaipu Binacional e a eficiência energética A Itaipu Binacional e a eficiência energética Seminário de Eficiência Energética - Desafios na Busca da Sustentabilidade CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARANÁ CREA/PR Painel 2 setor de

Leia mais

INTRODUÇÃO. Regime internacional: tratados concluídos há quase meio século, com grande adesão, mais soft law;

INTRODUÇÃO. Regime internacional: tratados concluídos há quase meio século, com grande adesão, mais soft law; INTRODUÇÃO DIREITO ESPACIAL: Regime internacional: tratados concluídos há quase meio século, com grande adesão, mais soft law; Lógica da Guerra Fria ( Corrida Espacial ); Marco Legal: Tratado do Espaço,

Leia mais

A crise financeira e o. setor de energia

A crise financeira e o. setor de energia A crise financeira e o setor de energia PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA Consultor Legislativo da Área XII Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos MARÇO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 2009 Câmara dos Deputados.

Leia mais