Aprenda Como Escolher um Grupo Gerador de Energia para Condomínios Residenciais

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aprenda Como Escolher um Grupo Gerador de Energia para Condomínios Residenciais"

Transcrição

1 Aprenda Como Escolher um Grupo Gerador de Energia para Condomínios Residenciais

2 1. Objetivo deste E-book 2. Trifásico X Bifásico X Monofásico V X 220V X 127V 4. Definição das Cargas 5. Gerador para Todos Apartamentos? 6. Regime de Operação 7. Regime de Operação Stand-By 8. Local de Instalação 9. Definição de Potência do Grupo Gerador 10.Custo de Operação 11. Estética 12.Nível de Ruído 13.Combustíveis 14.Fumaça e Particulados 15.Automatismos 16.Cabinado X Aberto 17.Disposição Horizontal X Vertical 18.Software de Supervisão 19.Considerações Finais Conteúdo

3 Objetivo deste E-book A instalação de um grupo gerador de energia elétrica atualmente é um item fundamental em condomínios residenciais, tanto para serviços de emergência como para itens de segurança e conforto. O objetivo deste e-book é ajudar os envolvidos a entender todos os aspectos relacionados a definição de um equipamento de forma a encontrar a melhor solução para cada caso. Tentaremos usar uma linguagem mais simples para facilitar o entendimento, deixando de lado alguns termos técnicos. Grupo Gerador = Motor a Combustão + Alternador

4 Trifásico X Bifásico X Monofásico É muito importante saber se a energia que chega a seu prédio é trifásica. Isso porque os grupos geradores deste porte são normalmente trifásicos e o tipo de instalação do gerador e do prédio deve ser o mesmo. Temos três tipos de instalação: Trifásica, Bifásica e Monofásica. Na Trifásica a energia é fornecida a 4 fios: 3 fios Fase e 1 fio Neutro. Normalmente a energia chega ao seu prédio desta forma. Na Monofásica, a energia é fornecida a 2 fios: 1 fio Fase e 1 fio Neutro. A Bifásica é um meio termo com 3 fios: 2 fios Fase e 1 Fio Neutro. Fase 1 Fase 2 Fase 3 Fase A Fase B Fase Neutro Trifásico Neutro Bifásico Neutro Monofásico

5 A tensão da energia (popularmente conhecida como voltagem) também precisa ser a mesma do gerador. Aqui normalmente leigos fazem uma certa confusão. Existe duas formas de medir: Fase-Neutro Fase-Fase 380V X 220V X 127V A tensão fase-neutro é aquela que você está acostumado a mencionar. Em Santa Catarina é 220V, em São Paulo e Paraná é 127V(110V), etc. Note que muitos ainda falam 110V, mas isto não existe mais no Brasil. O correto é 127V. A tensão fase-fase é sempre maior. Onde a tensão fase-neutro é 127V, a tensão fase-fase é 220V. Nos locais onde temos a tensão fase-neutro de 220V, a tensão fase-fase é de 380V. Desta forma é comum ver a especificação do gerador como 380/220 ou então 220/127. Isto indica a tensão fase-fase e a tensão fase-neutro do equipamento. Caso apenas um número for indicado, este será a tensão fase-fase do mesmo.

6 Definição das Cargas É importante definir o que será ligado ao gerador. Normalmente liga-se toda a área comum do prédio. Elevadores, portões, iluminação, câmeras e sistema de segurança, bombas, salão de festas, etc. Para se fazer uma estimativa, é necessário somar a potência de todos os equipamentos existentes, levando em conta a corrente de partida dos equipamentos e fator de simultaneidade. Veremos isto mais a frente. Outra forma, mais garantida é fazer a medição do circuito com todos os equipamentos ligados. Esta é a forma mais segura e garantida de definir a energia necessária para funcionamento dos equipamentos. Atenção aos Motores! No momento que equipamentos com motor elétrico são ligados, existe um pico de consumo de energia, chamado de corrente de partida, que pode chegar a 8 vezes o consumo regular. Isto precisa ser levado em consideração, caso contrário o gerador pode não ter potência para ligá-los Alguns equipamentos com motor: Elevadores, portões, ar condicionados, ventiladores, bombas d'água, etc.

7 Gerador para Todos Apartamentos? Normalmente o gerador é utilizado somente para atender a área comum do condomínio. Existem 2 principais motivos para isso: 1. Potência Para atender todos apartamentos, o gerador precisa ter uma potência muito alta, o suficiente para alimentar todos os equipamentos de todos apartamentos. Isto normalmente fica inviável economicamente. 2. QTA Cada condômino tem seu medidor de energia separado. Por isso é necessário um quadro elétrico chamado QTA para cada um. O QTA é responsável por desconectar da concessionária o cabo elétrico que leva energia ao apartamento e conectar ao gerador quando este entra em funcionamento. O custo de ter inúmeros QTA's, somado a um grande gerador que alimente todos os apartamentos normalmente inviabiliza esta solução. Por fim tem-se ainda a dificuldade técnica de encontrar espaço físico para instalação de tantos quadros elétricos.

8 Regime de Operação Podemos enquadrar o uso de geradores em 5 regimes de operação: 1. Stand-By O gerador é usado somente quando há falta de energia. 2. Horário de Ponta Entra em funcionamento sempre em horários preestabelecidos onde a concessionária limita o fornecimento de energia. 3. Redução de Custo Quando o custo da energia gerada é menor que o da energia fornecida pela concessionária. 4. Fonte Primária Quando não existe outra opção de energia e todo fornecimento vem sempre do gerador. 5. Gerador de Backup Utilizado como substituto de outro gerador caso este tenha algum problema.

9 Regime de Operação Stand-By Nos condomínios normalmente utiliza-se geradores em regime Stand-By, ou seja, o gerador entra em funcionamento somente ao detectar a falta da energia elétrica da concessionária. Geradores mais completos também consideram falha no fornecimento de energia quando a tensão (voltagem) da rede está muito baixa ou muito alta e frequência fora dos limites em qualquer uma das fases. Isto porque a energia nestas condições pode provocar danos aos equipamentos elétricos. Nesta forma de operação, ao detectar uma falha no fornecimento de energia o gerador parte o motor e comuta o fornecimento de energia, desligando a rede da concessionaria e ligando a energia do gerador. Tanto equipamentos de emergência (sistemas de incêndio, pressurização de escada, etc) quanto equipamentos de conforto (elevadores, bombas da caixa d'água, portões, etc) são restabelecidos.

10 Local de Instalação O local de instalação é muito importante e pode ter um impacto significativo no custo total da instalação de um grupo gerador. Aspectos a serem levados em consideração: Proximidade com o Ponto de Conexão Representa uma economia significativa com cabos elétricos de potência e infraestrutura do cabeamento. Ventilação O grupo gerador aquece muito durante o funcionamento e precisa de um fluxo de ar fresco constante, bem como precisa eliminar o ar quente para fora do ambiente onde se encontra. Gases de Escapamento Os gases expelidos pelo escapamento devem ser canalizados para ambiente aberto, com boa ventilação. Espaço Físico Prever espaço para o equipamento e para manutenção. Transporte até o Local Altura e largura compatível durante todo o trajeto da rua até o local. Verificar também desníveis e tipo de piso do trajeto. Peso Verificar se o piso/lage suporta o peso do equipamento. Lage Em caso de instalação em laje, instalar coxins mola sob o mesmo.

11 Definição de Potência do Grupo Gerador Uma vez definidas as cargas que serão alimentadas e qual o regime de operação, é possível definir qual a potência de gerador será necessário. Alguns pontos a serem observados: Não trabalhar no limite Normalmente define-se o gerador de forma que a carga máxima atinja apenas 80% da potência nominal do mesmo. Assim o equipamento não trabalha no limite e aumenta a vida útil. Potência Reserva Com o passar dos anos outros equipamentos podem ser instalados e o gerador deve ser capaz de suportá-los também. Alguma potência extra, sem exageros, pode ser indicada. Gerador Superdimensionado Evite superdimensionar o grupo gerador. Motores que trabalham constantemente com cargas muito baixas, menores que 30%, em geral acabam tendo problemas mecânicos. Medição na Prática Por mais que as cargas possam ser calculadas, nada melhor que a medição real do consumo de energia. Vários fatores mecânicos podem aumentar significativamente o consumo de energia, tais como desgaste ou deformação de eixos, rolamentos, trilhos e outras partes móveis.

12 Custo de Operação Os custos a serem levados em consideração: Combustível Em equipamentos que operam em regime Stand-By, o custo do combustível consumido costuma ser desprezível, pois o grupo gerador opera poucas horas anuais. Contudo os combustíveis diesel e gasolina estragam e por isso precisam ser drenados e substituídos periodicamente, ao contrário dos movidos a etanol e a gás natural que não tem esta necessidade e custo. Manutenção Periódica Mesmo que o gerarador funcione muito pouco, é necessário efetuar a troca de óleo do motor a cada 6 meses. Fora isso considere fazer uma revisão completa no equipamento anualmente. Verifique se as peças necessárias são encontradas facilmente no mercado ou se são exclusivas do fabricante do gerador.

13 Estética A estética do equipamento deve ser levada em consideração, principalmente se o equipamento ficar em local visível, tal como garagens, entradas do prédio ou qualquer outra área comum. Equipamentos com gabinete fechado e cores que não destoem muito do ambiente normalmente são preferíveis.

14 Nível de Ruído Grupo Gerador é um equipamento barulhento. Possui um motor que trabalha acelerado e fazendo força. Não há como fugir disto. Entretanto algumas coisas podem ser feitas para minimizar os ruídos: Cabine acústica Também conhecida por carenagem, trata-se de invólucro instalado no grupo gerador com o objetivo de reduzir seu ruído. Sala acústica Ambiente construído de alvenaria para instalar um grupo gerador no seu interior. Utiliza-se de portas e venezianas acústicas para reduzir o ruído externamente. Veneziana Acústica Abertura para passagem de ar que reduz a passagem de ruídos. Duto do escapamento Prolongar o escapamento para outro ambiente de forma que não possa ser ouvido simultaneamente ao ruído do motor. Silencioso Hospitalar Silencioso do escapamento com maior poder de redução de ruído se comparado ao modelo Industrial.

15 Combustíveis O funcionamento de um grupo gerador depende de um motor a combustão e por isso depende de combustível. As opções disponíveis no mercado são: Diesel Disponível em geradores de todos os tamanhos, é um combustivel barato, porém tem problemas quando fica sem uso por longos períodos. Isso acontece porque absorve agua e desenvolve microorganismos que entopem os filtros e corroem as peças. Por isso precisa ser drenado e substituído periodicamente. Gasolina Normalmente disponível somente em grupos geradores de baixa potencia e baixa qualidade. Também degrada com o tempo, formando borra que entope e prejudica o funcionamento do motor. Etanol Mais indicado para equipamentos que operam em regime standby, pois pode ficar longos períodos sem uso. É um dos menos poluentes, com menos fumaça e cheiro. Gás Natural Combustível também bem limpo, normalmente usado apenas em locais que possuem o gás encanado. Isto limita os locais de uso, porém elimina a necessidade de abastecimento. Em algumas regiões a energia gerada acaba sendo mais barata que a da concessionária.

16 Fumaça e Particulados Considerando que o motor do equipamento esteja em perfeito funcionamento, o nível e fumaça emitido dependerá do combustível utilizado. Geradores movidos a diesel são os que emitem o maior nível de poluentes, fumaça escura e partículas nos gases de escapamento. Atualmente a OMS - Organização Mundial da Saúde classifica a fumaça deste combustível como cancerígena no mesmo grau do cigarro. Depois temos os da gasolina que, embora muito menos poluente que o diesel ainda está em nível bem alto, principalmente em motores pequenos e com carburador. Os menores níveis estão nos motores a etanol e gás natural, onde praticamente não há fumaça ou particulados.

17 Automatismos Nem todos geradores possuem os recursos que consideramos importantes para aplicação em condomínios residenciais. Abaixo listamos alguns processos que devem ser providos de forma automática, para um melhor aproveitamento do equipamento: Partida Automática Identifica uma falha no fornecimento de energia da concessionária e coloca o grupo gerador em funcionamento. Os melhores identificam não só a falta de energia mas também se alguma das fases apresenta frequência ou tensão tanto muito baixa quanto muito alta. Partida de Manutenção O gerador precisa entrar em funcionamento periodicamente para não danificar tanto o motor quanto o alternador. O ideal é que o equipamento permita agendar partidas semanais automáticas. Indicação de Manutenção Periódica Indicação de que é necessário fazer a manutenção periódica, não só por horas trabalhadas, mas principalmente por dias corridos, já que neste tipo de aplicação o gerador trabalha pouco. Proteções do Motor Desligamento automático com indicação do problema. Histórico de Eventos Registro de comandos e ocorrências do gerador.

18 Cabinado X Aberto O grupo gerador pode ser aberto ou cabinado. Veja as diferenças: Aberto Nesta versão o equipamento fica exposto, aparecendo o motor, alternador e demais componentes. Possui custo mais baixo que versões cabinadas, porém normalmente necessita de uma sala apropriada. Cabinado Trata-se do gerador com um invólucro, um gabinete fechando o equipamento. As cabines podem receber tratamento acústico, o que torna esta versão mais silenciosa que o gerador aberto. Algumas cabines também podem ser usadas ao tempo, sem necessidade de abrigo.

19 Disposição Horizontal X Vertical A proporção da dimensão física dos equipamentos pode facilitar a encontrar o espaço ideal para instalação do equipamento. A maioria dos geradores tem uma disposição horizontal, ou seja, são muito mais compridos do que altos. Isto faz com que ocupem uma área muito grande. Por outro lado são vantajosos se o local tem uma altura limitada. Geradores com disposição vertical embora sejam mais altos, ocupam pouco espaço no solo. Isto pode evitar a necessidade de se perder uma grande área util, tal como uma vaga de garagem para instalar o grupo gerador no condomínio.

20 Software de Supervisão Embora não seja um item essencial, softwares de supervisão do grupo gerador podem auxiliar muito e trazer comodidade na operação deste equipamento. O software é uma aplicação instalada em um computador e que comunica-se com o equipamento, trazendo todas as medições, alarmes e históricos do funcionamento para a tela do computador. Desta forma os responsáveis pelo equipamento não precisam se deslocar até o mesmo para por exemplo saber o nível de combustível do tanque, qual a potência que esta sendo consumida pelo condomínio ou se houve algum problema com o equipamento, entre outros. Existe a possibilidade também de a assistência técnica ou mesmo a fábrica fazerem o acesso a distância para identificação de eventual problema de forma mais rápida.

21 Considerações Finais Com estas informações, esperamos que o síndico ou equipe encarregada de definir a instalação de grupo gerador possa entender melhor esta tecnologia, seus termos e jargões. Com isso facilitar a comparação de propostas técnicas e comerciais de diferentes fornecedores. Esperamos também que este conhecimento possibilite ao condomínio encontrar a melhor opção para sua necessidade específica, pois cada caso pode ter uma ter uma solução diferente que melhor se adéque. Em caso de outras dúvidas ou comentários sobre este material, fique a vontade para enviá-los para e teremos o maior prazer em respondê-las.

22 Versão 1.0 Elaborado por Geraflex Ltda. Visite-nos em Permitida a redistribuição desde que na íntegra e exista link para nosso website. Última versão deste documento disponível em:

CENTRAIS TEMELÉTRICAS E COGERAÇÃO

CENTRAIS TEMELÉTRICAS E COGERAÇÃO CENTRAIS TEMELÉTRICAS E COGERAÇÃO GRUPOS MOTOGERADORES Prof. Dr. Ramón Silva - 2015 O Grupo Motogerador consiste de um ou mais motores alternativos de combustão interna utilizados para converter energia

Leia mais

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 GRUPOS MOTOGERADORES REQUISITOS DE PROJETO PRELIMINARES GMG REQUISITOS PRELIMINARES O projeto da instalação de um

Leia mais

Prática de Acionamentos e Comandos Elétricos I

Prática de Acionamentos e Comandos Elétricos I Data: / / 20 Aluno(a): Aula 4 : Motores de indução trifásicos (MIT). Partida manual, reversão e ligação em estrela/triângulo. 1 - Introdução: Chaves manuais de partida de motores de indução trifásicos

Leia mais

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 GRUPOS MOTOGERADORES PROJETO PRELIMINAR GMG PROJETO PRELIMINAR Para dimensionar um GMG o primeiro passo é a determinação

Leia mais

Eletrotécnica básica Atividade prática

Eletrotécnica básica Atividade prática Eletrotécnica básica Atividade prática 1 SUMÁRIO Apresentação... 3 Identificação dos terminais de motor trifásico... 5 Chave de Partida direta automática (com contator)... 7 Comando com acionamento de

Leia mais

Sequência para projeto de instalações 1. Determinar as áreas dos cômodos, com base na planta baixa arquitetônica 2. A partir da entrada de energia,

Sequência para projeto de instalações 1. Determinar as áreas dos cômodos, com base na planta baixa arquitetônica 2. A partir da entrada de energia, Projeto de instalações residenciais Um projeto de instalações elétricas possui, basicamente, 4 partes: Memorial técnico projetista justifica e descreve sua solução Conjunto de plantas, esquemas e detalhes

Leia mais

Notas de Aplicação. Recomendações Técnicas para instalação de CLP s. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Recomendações Técnicas para instalação de CLP s. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Recomendações Técnicas para instalação de CLP s HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.0021 Versão 1.01 novembro-2013 HI Tecnologia Recomendações Técnicas para instalação de CLP

Leia mais

w w w. e l e t r o n p l a s t. c o m. b r

w w w. e l e t r o n p l a s t. c o m. b r w w w. e l e t r o n p l a s t. c o m. b r TRUE CHARGE MINI modelo: ECB110F10-A/00 (6V) modelo: ECB110F15-A/00 (12V) Manual de Instruções e recomendações de segurança LEGENDA: TRUE CHARGE MINI Risco de

Leia mais

CNPJ: / INSC. EST.: CRITÉTRIOS CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA

CNPJ: / INSC. EST.: CRITÉTRIOS CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA Notas: CRITÉTRIOS CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA A fiação do ramal de saída deve ser a mesma fiação do ramal de entrada; O padrão de entrada na zona rural deverá ficar no mínimo de 10 metros e no máximo

Leia mais

w w w. e l e t r o n p l a s t. c o m. b r

w w w. e l e t r o n p l a s t. c o m. b r w w w. e l e t r o n p l a s t. c o m. b r TRUE CHARGE ECB110F30-A/00 (24V) Manual de Instruções e recomendações de segurança LEGENDA: Risco de Choque Elétrico Advertência Corrente contínua ~ Corrente

Leia mais

Sabesp. Geração de energia elétrica a Diesel e Gás

Sabesp. Geração de energia elétrica a Diesel e Gás Sabesp Geração de energia elétrica a Diesel e Gás Enfrentamento da Crise Hídrica / 2014-2015 Reserva Técnica Cantareira Case 1 Geradores a Diesel Reserva Técnica Cantareira A necessidade de energia elétrica

Leia mais

TVP. Manual de Instruções. MEDIDOR DE VAZÃO Tipo Deslocamento Positivo TECNOFLUID

TVP. Manual de Instruções. MEDIDOR DE VAZÃO Tipo Deslocamento Positivo TECNOFLUID Português TVP MEDIDOR DE VAZÃO Tipo Deslocamento Positivo Manual de Instruções Leia este manual atentamente antes de iniciar a operação do seu aparelho. Guarde-o para futuras consultas. Anote o modelo

Leia mais

BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA PB-350MA, 350JA MODELO

BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA PB-350MA, 350JA MODELO BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO MODELO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA PB-350MA, 350JA Leia atentamente este manual antes de instalar ou operar o equipamento para assegurar uma

Leia mais

DISPOSITIVO DE PARTIDA E TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA PARA GERADORES DE ENERGIA ELÉTRICA MANUAL DO USUÁRIO

DISPOSITIVO DE PARTIDA E TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA PARA GERADORES DE ENERGIA ELÉTRICA MANUAL DO USUÁRIO DISPOSITIVO DE PARTIDA E TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA PARA GERADORES DE ENERGIA ELÉTRICA MANUAL DO USUÁRIO Por favor, leia este manual com atenção para uso do equipamento. 1. Introdução O QTA (Quaro de transferência

Leia mais

MANUAL. Instalação Operação Manutenção de Produtos Artek

MANUAL. Instalação Operação Manutenção de Produtos Artek 1) Introdução: MANUAL Instalação Operação Manutenção de Produtos Artek Este manual tem por objetivo informar procedimentos e requisitos mínimos para a utilização dos produtos fabricados pela Artek. Estas

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES GERAIS

ESPECIFICAÇÕES GERAIS A Luminária LED com Sensor e Lanterna SLM-301, possui função de iluminação com sensor de movimento, luz de emergência e lanterna portátil. Ideal para uso em corredor, sala, escritório, dormitório, banheiro,

Leia mais

Soluções para a drenagem de obras

Soluções para a drenagem de obras Soluções para a drenagem de obras Nas obras utilizamos motobombas elétricas, a gasolina e a diesel As elétricas são as mais utilizadas devido a sua praticidade. Tensões ou voltagens encontradas nas obras

Leia mais

O que é instrumentação INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE. Tubo de venturi. Ultrassônico carretel 22/2/2011. Introdução

O que é instrumentação INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE. Tubo de venturi. Ultrassônico carretel 22/2/2011. Introdução O que é instrumentação INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE Éaciênciaquedesenvolveeaplicatécnicasde medição, indicação, registro e controle de processos, visando a otimização e eficiência destes processos. Introdução

Leia mais

BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA MODELO

BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA MODELO BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO MODELO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA Leia atentamente este manual antes de instalar ou operar o equipamento para assegurar uma montagem correta

Leia mais

GERÊNCIA DE NORMAS E PADRÕES ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT-003/2015 (NT , NT , NT

GERÊNCIA DE NORMAS E PADRÕES ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT-003/2015 (NT , NT , NT 1 OBJETIVO A presente Orientação Técnica altera e complementa as normas de fornecimento contemplando as mudanças ocorridas em conformidade com as alterações da REN 414/2010 da ANEEL, implementadas através

Leia mais

Medidor Trifásico SDM630D

Medidor Trifásico SDM630D Medidor Trifásico SDM630D MANUAL DO USUÁRIO Conteúdo 1 INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA... 3 1.1 PESSOAL QUALIFICADO... 3 1.2 FINALIDADE... 4 1.3 MANUSEIO... 4 2 INTRODUÇÃO... 5 2.1 ESPEFICICAÇÕES... 5 3 DIMENSÕES...

Leia mais

ELEVADORES MECAN PARA MATERIAIS OU PASSAGEIROS

ELEVADORES MECAN PARA MATERIAIS OU PASSAGEIROS ELEVADOR UM SISTEMA MECAN DE ELEVADOR E CABINA FECHADA OU SEMIFECHADA PARA O TRANSPORTE DE PASSAGEIROS OU MATERIAIS EM CANTEIRO DE OBRAS EQUIPADO COM FREIO DE SEGURANÇA AUTOMÁTICO E MANUAL TIPO CUNHA ELEVADORES

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DOS ESTABILIZADORES ESTEN LINHA STANDARD

MANUAL DE INSTRUÇÕES DOS ESTABILIZADORES ESTEN LINHA STANDARD 1 1/6 MANUAL DE INSTRUÇÕES DOS ESTABILIZADORES LINHA STANDARD ÍNDICE 1.Termo de garantia 02 1.Instalação 03 1.Armazenamento 05 1.Descrição de funcionamento 05 1.Assistência Técnica 06 1.Perguntas freqüentes

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO Os fatores básicos que envolvem o dimensionamento de um condutor são: tensão nominal; frequência nominal; potência ou

Leia mais

WL-AR WL Manual de Instruções. CHAVE DE FLUXO Tipo Palheta de Inserção TECNOFLUID

WL-AR WL Manual de Instruções. CHAVE DE FLUXO Tipo Palheta de Inserção TECNOFLUID Português WL-AR WL-120 190 250 CHAVE DE FLUXO Tipo Palheta de Inserção Manual de Instruções Leia este manual atentamente antes de iniciar a operação do seu aparelho. Guarde-o para futuras consultas. Anote

Leia mais

TALK SHOW SEGURANÇA EM EDIFICAÇÕES

TALK SHOW SEGURANÇA EM EDIFICAÇÕES TALK SHOW SEGURANÇA EM EDIFICAÇÕES José Rubens Alves de Souza ABNT ABINEE TEC 2013 4 abril 2013, Anhembi, São Paulo A revisão da norma ABNT NBR 5410 IEC 60364 Instalações elétricas de baixa tensão Parte

Leia mais

CHECKLIST ESCOLHENDO O LOCAL IDEAL PARA MEU SALAÃ O

CHECKLIST ESCOLHENDO O LOCAL IDEAL PARA MEU SALAÃ O CHECKLIST ESCOLHENDO O LOCAL IDEAL PARA MEU SALAÃ O Aqui você preenche com as informações que achar necessárias. As instruções estão na última página e qualquer dúvida que você tiver pode entrar em contato

Leia mais

Manual do Proprietário

Manual do Proprietário Manual do Proprietário MODELOS MRA-2/MTA Índice 1- Apresentação. 2- Instalação e Instruções. 3- Operação. 4- Limpeza. 5- Manutenção. 6- Possíveis Problemas e Soluções. 7- Esquema Elétrico. 7.1 Comando.

Leia mais

A SSISTÊNCIAST ÊCNICASAUTORIZADAS acesse: ou ligue: +55 (16) / Moto Esmeril de Coluna

A SSISTÊNCIAST ÊCNICASAUTORIZADAS acesse:  ou ligue: +55 (16) / Moto Esmeril de Coluna A SSISTÊNCIAST ÊCNICASAUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 33844968 / 33842409 Moto Esmeril de Coluna MANUAL DE INSTRUÇÃO BAMBOZZI TALHAS E MOTO ESMERIL LTDA. Av.

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE ELETRICIDADE

CONCEITOS BÁSICOS DE ELETRICIDADE CONCEITOS BÁSICOS DE ELETRICIDADE Nos fios existem partículas invisíveis chamadas de elétrons livres que, assim como os planetas ao redor do sol, giram ao redor do núcleo dos átomos. Quando uma força,

Leia mais

FONTES DE ALIMENTAÇÃO

FONTES DE ALIMENTAÇÃO FONTES DE ALIMENTAÇÃO O QUE SÃO? O QUE FAZEM? A fonte de alimentação é o dispositivo responsável por converter corrente alternada, que chega pela rede elétrica, em corrente contínua e alimentar o computador

Leia mais

Eldorado Business Tower

Eldorado Business Tower Os desafios das soluções de sistemas prediais em edifícios altos: o caso do Eldorado Business Tower Engº.Luis Fernando Ciniello Bueno Gerente Geral de Obras Requisitos do Projeto > Ser Conectável > Ser

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES TR1B/2003

MANUAL DE INSTRUÇÕES TR1B/2003 MANUAL DE INSTRUÇÕES BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 - Centro - CEP 15990-668 - Matão (SP) - Brasil Fone (16) 3383-3800 - Fax (16) 3382-4228 bambozzi@bambozzi.com.br - www.bambozzi.com.br CNPJ

Leia mais

VOLT-AMPERÍMETRO GAUSS VA 600. Manual do Usuário.

VOLT-AMPERÍMETRO GAUSS VA 600. Manual do Usuário. VOLT-AMPERÍMETRO GAUSS VA 600 Manual do Usuário www.gauss.ind.br Caro Cliente, Parabéns por adquirir um produto GAUSS! O volt-amperímetro VA600 foi desenvolvido dentro dos mais exigentes padrões de qualidade

Leia mais

PRÉDIO DE ATENDIMENTO COMUNITÁRIO ELEVADORES

PRÉDIO DE ATENDIMENTO COMUNITÁRIO ELEVADORES UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E DO MUCURI CAMPUS JUSCELINO KUBITSCHEK DIAMANTINA - MG PRÉDIO DE ATENDIMENTO COMUNITÁRIO ELEVADORES ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS OUTUBRO / 2013 Página 1 de 6

Leia mais

ÍNDICE. 3.0 Instalação do receptor de sinal Ligação no receptor Ligação no painel Alimentação do painel I-Pool...

ÍNDICE. 3.0 Instalação do receptor de sinal Ligação no receptor Ligação no painel Alimentação do painel I-Pool... ÍNDICE 1.0 Introdução...2 1.1 Itens do Produto...2 2.0 Características do Produto...4 2.1 Contatora 1...4 2.2 Contatora 2...4 2.3 Contatora 3...5 2.4 Relê liga/desliga...5 3.0 Instalação do receptor de

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES EXTRATOR DE SUCOS INOX MODELO

MANUAL DE INSTRUÇÕES EXTRATOR DE SUCOS INOX MODELO MANUAL DE INSTRUÇÕES EXTRATOR DE SUCOS INOX MODELO ES SUMÁRIO 1. Introdução... 3 1.1 Segurança... 3 1.2 Principais Componentes... 5 1.3 Características Técnicas... 6 2. Instalação e Pré-Operação... 6 2.1

Leia mais

Técnicas de Manutenção de Computadores

Técnicas de Manutenção de Computadores Técnicas de Manutenção de Computadores Professor: Luiz Claudio Ferreira de Souza Componentes e Periféricos do Computador Fonte de Alimentação As fontes de alimentação tem como função a conversão da corrente

Leia mais

Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas

Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas Aula 03 Padrão de entrada. Ramal de ligação, poste particular e pontalete. Quadro de medição. Quadro de distribuição. Prof. Dra. Giovana Tripoloni

Leia mais

DV-2 / DV-4. Manual de Instruções. Bomba Vácuo Isenta de Água. Linha

DV-2 / DV-4. Manual de Instruções. Bomba Vácuo Isenta de Água. Linha Bomba Vácuo Isenta de Água Linha DV-2 / DV-4 Manual de Instruções SANDERS DO BRASIL LTDA. Av. Sebastião Reginaldo da Cunha, 500 - Vianna Santa Rita do Sapucaí - MG CEP: 37540-000 www.sandersdobrasil.com.br

Leia mais

Manual do Proprietário. Batedeira planetaria BTI 18/ BT I36

Manual do Proprietário. Batedeira planetaria BTI 18/ BT I36 Manual do Proprietário Batedeira planetaria BTI 18/ BT I36 Índice 1- Apresentação. 2- Instalação e Instruções. 3- Operação. 4- Limpeza. 5- Manutenção. 6- Possíveis Problemas e Soluções. 7- Esquema Elétrico.

Leia mais

Condições de montagem

Condições de montagem Condições de montagem para o SUNNY CENTRAL 350 Conteúdo Este documento descreve as dimensões e as distâncias mínimas a respeitar, os volumes de entrada e de evacuação de ar necessários para um funcionamento

Leia mais

Transdutor Digital MKM-01

Transdutor Digital MKM-01 [1] Introdução O Transdutor é um instrumento digital microprocessado, para instalação em fundo de painel, que permite a medição de até 33 parâmetros elétricos em sistema de corrente alternada (CA). Para

Leia mais

Ensaio 6: Característica de Tensão-Carga de Geradores CC: Excitação Independente, Shunt Auto- Excitado e Série

Ensaio 6: Característica de Tensão-Carga de Geradores CC: Excitação Independente, Shunt Auto- Excitado e Série Ensaio 6: Característica de Tensão-Carga de Geradores CC: Excitação Independente, Shunt uto- Excitado e Série 1. Objetivos Os objetivos desse ensaio são: a) Construir a curva característica de tensão-carga

Leia mais

NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Instalações e Dispositivos Elétricos Dispositivos de Partida, Acionamento e Parada Dispositivos de Parada de Emergência Clarice I. Lorenzi Eng.

Leia mais

NR 11 - TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS

NR 11 - TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS NR 11 - TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS 11.1 Normas de segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras. 11.1.1 Os

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12 MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12 SINAIS DE ATENÇÃO! Atenção! Alta Voltagem 230/240V Atenção! Superfície quente! Vapor quente ou líquido. Atenção!

Leia mais

IMAGENS DE EQUIPAMENTOS

IMAGENS DE EQUIPAMENTOS www.ortobras.com.br ÍNDICE 1 2 3 4 5 INTRODUÇÃO IMAGENS DE EQUIPAMENTOS DETALHAMENTO DO MODELO SEM CASA DE MÁQUINAS TABELA DE ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 02 03 04 05 06 www.ortobras.com.br INTRODUÇÃO

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE ENERGÉTICA DE IMPLANTAÇÃO DE UMA USINA EÓLICA DE 100 KW PARA ABASTECER UMA COMUNIDADE RURAL ISOLADA 1

ESTUDO DA VIABILIDADE ENERGÉTICA DE IMPLANTAÇÃO DE UMA USINA EÓLICA DE 100 KW PARA ABASTECER UMA COMUNIDADE RURAL ISOLADA 1 ESTUDO DA VIABILIDADE ENERGÉTICA DE IMPLANTAÇÃO DE UMA USINA EÓLICA DE 100 KW PARA ABASTECER UMA COMUNIDADE RURAL ISOLADA 1 Felipe Alex Trennepohl 2, Leandro Becker Kehler 3. 1 Estudo realizado para a

Leia mais

AR FUSION. Brasil. Pneumática. Resfriador de painel Tubo VORTEX SÉRIE VRP AR FUSION. Pneumática. VRP9-01 pressão de trab. 07bar

AR FUSION. Brasil. Pneumática. Resfriador de painel Tubo VORTEX SÉRIE VRP AR FUSION. Pneumática. VRP9-01 pressão de trab. 07bar Resfriador de painel Tubo VORTEX SÉRIE VRP VRP9-01 pressão de trab. 07bar WWW.ARFUSION.COM.BR Resfriador de painel VORTEX Os Resfriadores com Ar Comprimido - Vortex são destinados à aplicações especiais

Leia mais

Manual de Instruções

Manual de Instruções Manual de Instruções (Máquinas de gelo em cubo) Obrigado por escolher as máquinas de gelo Thermomatic. Para garantir o uso correto das operações, por favor, leia atentamente o manual de instruções e depois

Leia mais

UNIDADE MÓVEL SOBRE A PLATAFORMA DE UM ÔNIBUS BIARTICULADO. Módulo 2

UNIDADE MÓVEL SOBRE A PLATAFORMA DE UM ÔNIBUS BIARTICULADO. Módulo 2 UNIDADE MÓVEL SOBRE A PLATAFORMA DE UM ÔNIBUS BIARTICULADO Módulo 3 Módulo FRENTE MEDIDAS: Comprimento Total 2,0 m Comprimento módulo, m Comprimento módulo 2,00 m Comprimento módulo 3,0 m Largura 2,3 m

Leia mais

Condutores, Fornecimento de Tensão e Padrão de Entrada. Instalações Hidráulicas e Elétricas - Profª Bárbara Silvéria

Condutores, Fornecimento de Tensão e Padrão de Entrada. Instalações Hidráulicas e Elétricas - Profª Bárbara Silvéria Condutores, Fornecimento de Tensão e Padrão de Entrada Instalações Hidráulicas e Elétricas - Profª Bárbara Silvéria Condutores e Isolantes Isolantes Materiais que não conduzem eletricidade; Condutores

Leia mais

Manual do Proprietário CILINDRO CS-60

Manual do Proprietário CILINDRO CS-60 Manual do Proprietário CILINDRO CS-60 Índice 1- Apresentação. 2- Instalação e Instruções. 3- Operação. 4- Limpeza. 5- Manutenção. 6- Possíveis Problemas e Soluções. 6.1- A Maquina não Liga. 6.2- Os Cilindros

Leia mais

Modelo CSL de 15kV e 20kV Seccionador Unipolar

Modelo CSL de 15kV e 20kV Seccionador Unipolar Modelo CSL de 15kV e 20kV Seccionador Unipolar Documento sujeito a alterações. Moving together 2 1. PLICÇÕES 1. PLICÇÕES s chaves a óleo tipo CSL são projetadas para chaveamento de banco de capacitores,

Leia mais

Descrição Geral: Conexões disponíveis:

Descrição Geral: Conexões disponíveis: Descrição Geral: Conexões disponíveis: - 3 - Instalação em banheiras de hidromassagem: Erros comuns de instalação: - 4 - Instalação elétrica: A montagem e instalação elétrica para a motobomba devem ser

Leia mais

FONTES DE ALIMENTAÇÃO PARA COMPUTADORES. Figura 1 - Fonte de Alimentação para Computadores.

FONTES DE ALIMENTAÇÃO PARA COMPUTADORES. Figura 1 - Fonte de Alimentação para Computadores. FONTES DE ALIMENTAÇÃO PARA COMPUTADORES 1. OBJETIVO Figura 1 - Fonte de Alimentação para Computadores. Conhecer as funcionalidades das fontes de alimentação nos computadores trabalhando suas principais

Leia mais

Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas

Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas Aula 06 Esquema de ligação dos condutores Diagramas multifiliar e unifiliar Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino 2016 Condutores Geralmente, a

Leia mais

ortobras A vida não para ELEVADOR RESIDENCIAL USO RESTRITO

ortobras A vida não para ELEVADOR RESIDENCIAL USO RESTRITO ELEVADOR RESIDENCIAL USO RESTRITO ELEVADOR RESIDENCIAL USO RESTRITO O elevador de uso restrito é unifamiliar, adaptado para uso de pessoas com mobilidade reduzida. Pode ser instalado em residências, edifícios

Leia mais

NBR Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos

NBR Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos NBR 13570 Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos NBR 13570 As prescrições desta Norma complementam, modificam ou substituem as prescrições de caráter geral contidas

Leia mais

Catálogo de Produtos

Catálogo de Produtos Catálogo de Produtos QUEM SOMOS A MEGAPRESS é fabricante de sistemas de pressurização inteligentes e também painéis de comandos voltados para área de aquecimento, possuímos profissionais capazes de desenvolver

Leia mais

Eng. Everton Moraes. Método LIDE - Máquinas Elétricas

Eng. Everton Moraes. Método LIDE - Máquinas Elétricas Eng. Everton Moraes Eng. Everton Moraes Método LIDE - Máquinas Elétricas 1 Método LIDE - Máquinas Elétricas Sumário 1. Ligação dos motores de indução trifásico (MIT)... 3 1.1. Ligação de Motores de Indução

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES ASPIRADOR DE PÓ 1.200W Equipamento somente para uso doméstico. Obrigado por escolher um produto com a marca Tramontina. Por favor, leia o Manual de Instruções por completo antes de

Leia mais

Apostila de Instalações Elétricas

Apostila de Instalações Elétricas 6.10.9 - Mista: combina uma incandescente e um tubo de descarga com alta pressão. Funciona em tensão de 220 V, sem reator. Emite cerca de 30 lumen/w. Possui vida útil de cerca de 6.000h. É uma alternativa

Leia mais

portfólio Forceware Tecnologia Industrial

portfólio Forceware Tecnologia Industrial portfólio Forceware Tecnologia Industrial Engenharia Elétrica Engenharia de Telecomunicação Projetos, instalações e manutenção; baixa e alta tensão Instalação e manutenção elétrica predial Soluções para

Leia mais

Instalações de Sistemas de Ar Condicionado Central, VRF, Ventilação, Exaustão.

Instalações de Sistemas de Ar Condicionado Central, VRF, Ventilação, Exaustão. Instalações de Sistemas de Ar Condicionado Central, VRF, Ventilação, Exaustão. SISTEMA DE AR CONDICIONADO VRF OU VRV Sistema VRF ou VRV:O VRV (Volume de refrigerante variável) ou VRF (do inglês variable

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais A ENG04482

Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 13 Dimensionamento de Condutores (Critério do Limite de Queda de Tensão) Porto Alegre - 2012 Tópicos Critério do limite de queda

Leia mais

Prepare a sua construção para a instalação de energia solar

Prepare a sua construção para a instalação de energia solar Prepare a sua construção para a instalação de energia solar Se você está na fase de planejamento de sua construção, existem alguns pontos que devem ser previstos em seu projeto para facilitar a instalação

Leia mais

Guia de boas práticas para cascateamento de switches

Guia de boas práticas para cascateamento de switches Guia de boas práticas para cascateamento de switches Apresentação Este guia surgiu para melhorar o desempenho dos switches em condições externas de utilização e cascateamento. Neste material você encontrará

Leia mais

Caro aluno, segue uma lista de exercícios para a V2, no entanto estude toda a matéria dada: 1) Qual a diferença de um gerador para um motor elétrico?

Caro aluno, segue uma lista de exercícios para a V2, no entanto estude toda a matéria dada: 1) Qual a diferença de um gerador para um motor elétrico? Lista de Exercício para a V2 Instalações Elétricas II 1 Caro aluno, segue uma lista de exercícios para a V2, no entanto estude toda a matéria dada: 1) Qual a diferença de um gerador para um motor elétrico?

Leia mais

Organização de Computadores

Organização de Computadores Organização de Computadores Dispositivos de Proteção Elétrica Jonathan Pereira Dispositivos de Proteção Elétrica São dispositivos usados para proteger equipamentos eletrônicos (computadores, impressoras,

Leia mais

Sistema de Magneto de Baixa Tensão Aula 3

Sistema de Magneto de Baixa Tensão Aula 3 Sistema de Magneto de Baixa Tensão Aula 3 O sistema de ignição por magneto de alta tensão foi amplamente empregado por mais de meio século em aeronaves de motores convencionais e ainda é utilizado em aeronaves

Leia mais

ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO PARA FATURAMENTO DE CLIENTES OPTANTES AO MERCADO LIVRE

ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO PARA FATURAMENTO DE CLIENTES OPTANTES AO MERCADO LIVRE ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO PARA FATURAMENTO DE CLIENTES OPTANTES AO MERCADO LIVRE Junho/2016 1 Objetivo Este documento tem por objetivo estabelecer os procedimentos técnicos relativos à adequação

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA. COMPRESSOR DE AR TIPO PALETAS 40 Cv

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA. COMPRESSOR DE AR TIPO PALETAS 40 Cv ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA COMPRESSOR DE AR TIPO PALETAS 40 Cv 1. ESCOPO DO FORNECIMENTO Compreende o fornecimento de 01 (um) conjunto compressor tipo paletas com potência não inferior a 40 Cv (micro processado),

Leia mais

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 GRUPOS MOTOGERADORES - OPERAÇÃO GMG MODOS DE OPERAÇÃO O modo de operação do GMG pode afetar certas características

Leia mais

Energia para quem não pode parar

Energia para quem não pode parar Energia para quem não pode parar Especificação Técnica Básica Motor Diesel Refrigerado a água por radiador incorporado, ventilador e bomba centrífuga, 1, 2, 3, 4 ou 6 cilindros dependendo da potência,

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÃO. Indicado para uso em ambientes como salas de estar, dormitório, salas de estudos, etc.

MANUAL DE INSTRUÇÃO. Indicado para uso em ambientes como salas de estar, dormitório, salas de estudos, etc. MANUAL DE INSTRUÇÃO DESIDRAT PLUS Principais funções: 1. Retira até 10 litros/dias de água. Indicado para uso em ambientes como salas de estar, dormitório, salas de estudos, etc. Capacidade máxima de acúmulo

Leia mais

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA. Centro de Treinamento

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA. Centro de Treinamento A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA Centro de Treinamento SUMÁRIO Sistema Eletrônico ESM GET STEMAC Operação e Manutenção Diária de USCA/GMG Diesel Operação e Manutenção Básica de GMG/USCA Equipamentos Diesel (USCAs

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS / INDUSTRIAIS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS / INDUSTRIAIS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS / INDUSTRIAIS Flexibilidade Os cabos flexíveis estão substituindo, com vantagens, os cabos rígidos tradicionais. Veja porque: a construção do condutor, a parte metálica do

Leia mais

MOTORES DE ACIONAMENTO PARA VIBRADORES E BOMBAS COM EIXO FLEXIVEL CREDIT DUPLA ISOLAÇÃO - OPERAÇÃO - MANUTENÇÃO - GARANTIA.

MOTORES DE ACIONAMENTO PARA VIBRADORES E BOMBAS COM EIXO FLEXIVEL CREDIT DUPLA ISOLAÇÃO - OPERAÇÃO - MANUTENÇÃO - GARANTIA. Página1 MOTORES DE ACIONAMENTO PARA VIBRADORES E BOMBAS COM EIXO FLEXIVEL CREDIT DUPLA ISOLAÇÃO - OPERAÇÃO - MANUTENÇÃO - GARANTIA UTILIZAÇÃO - Estes motores fazem o acionamento dos vibradores pendulares

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO 1. OBRA/LOCAL/IDENTIFICAÇÃO

MEMORIAL DESCRITIVO 1. OBRA/LOCAL/IDENTIFICAÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO 1. OBRA/LOCAL/IDENTIFICAÇÃO Obra: Construção de um Prédio Residencial Multifamiliar Local: Avenida Maria José Pinheiro Machado x Jorge Calixto nº 570 Planta aprovada nº 174/16 expedida

Leia mais

VENTILADORES. Aspectos gerais. Detalhes construtivos. Ventiladores

VENTILADORES. Aspectos gerais. Detalhes construtivos. Ventiladores VENTILADORES Aspectos gerais As unidades de ventilação modelo BBS, com ventiladores centrífugos de pás curvadas para frente, e BBL, com ventiladores centrífugos de pás curvadas para trás, são fruto de

Leia mais

ESTABILIZADOR DE TENSÃO GUARDIAN

ESTABILIZADOR DE TENSÃO GUARDIAN DESCRIÇÃO TÉCNICA BÁSICA ESTABILIZADOR DE TENSÃO GUARDIAN linha VGT Cor do gabinete Padrão : grafite Sob pedido : Gelo ou preto Totalmente Estático com 14 estágios de regulação, alarme visual e sonoro,

Leia mais

Ozônio gerado: 60g/hora. Energia elétrica: 220v / 1.350w / 7A. Peso bruto: 120k

Ozônio gerado: 60g/hora. Energia elétrica: 220v / 1.350w / 7A. Peso bruto: 120k Gerador de Ozônio OZONIC C-60 Fluxo de Oxigênio nos fluxômetros: 5 a 8l/min. Ozônio gerado: 60g/hora Fluxo da água de refrigeração: 10l/min. Concentração de Ozônio: 60 a 85mg/l Energia elétrica: 220v /

Leia mais

Já ouviu falar na Tecnologia Inverter?

Já ouviu falar na Tecnologia Inverter? Já ouviu falar na Tecnologia Inverter? Para garantir a melhor temperatura no ambiente, temos o condicionador de ar como grande aliado. Mas, principalmente nas épocas mais quentes do ano, quando o aparelho

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA. Montagem e Manutenção de Computadores

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA. Montagem e Manutenção de Computadores CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA Montagem e Manutenção de Computadores FONTES DE ALIMENTAÇÃO TIPOS DE CORRENTES TIPOS DE CORRENTES No Computador Corrente Contínua Na Tomada Corrente Alternada CONVERSÃO Corrente

Leia mais

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO REDES DE DISTRIBUIÇÃO CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA CONDOMÍNIOS E LOTEAMENTOS FECHADOS

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO REDES DE DISTRIBUIÇÃO CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA CONDOMÍNIOS E LOTEAMENTOS FECHADOS SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO PADRÃO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PT.DT.PDN.03.05.021 PARA CONDOMÍNIOS E LOTEAMENTOS FECHADOS 01 APROVADO POR PAULO JORGE TAVARES DE LIMA ENGENHARIA - SP SUMÁRIO 1. OBJETIVO...

Leia mais

DICAS. Instalações elétricas prediais/industriais. 2ª Edição

DICAS. Instalações elétricas prediais/industriais. 2ª Edição DICAS Instalações elétricas prediais/industriais 2ª Edição DICAS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PRE Flexibilidade Os cabos flexíveis estão substituindo, com vantagens, os cabos rígidos tradicionais. Veja porque:

Leia mais

Manual Técnico. Autotransformadores para Chave Compensadora. Versão: 3

Manual Técnico. Autotransformadores para Chave Compensadora. Versão: 3 Manual Técnico Autotransformadores para Chave Compensadora Versão: 3 Índice 1 Display 2 Ajuste 3 Conectores 4 Proteção 5 Cuidados 6 Assistência Técnica 2 2 2 4 4 5 Página 1 1 Introdução Este manual fornece

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES

ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES DS-1: Distortion Nível Nominal de Entrada...-20 dbm Impedância de Entrada...470 k ohm Nível Nominal de Saída...-20 dbm Impedância de Saída...1 k ohm Nível Equivalente de Ruído de Entrada...-122

Leia mais

Planejamento e projeto das instalações elétricas

Planejamento e projeto das instalações elétricas Planejamento e projeto das instalações elétricas 1) A energia elétrica fornecida aos consumidores residenciais é resultado da conexão do consumidor com: a) Sistema elétrico de geração; b) Sistema de compatibilidade

Leia mais

SENSOR STK 903 SENSOR DE FUMAÇA FOTOELÉTRICO STK SAMTEK

SENSOR STK 903 SENSOR DE FUMAÇA FOTOELÉTRICO STK SAMTEK SENSOR DE FUMAÇA FOTOELÉTRICO STK 903 www.samtek.com.br Agradecemos a sua preferência por nossos produtos. Nossos produtos possuem vários certificados nacionais e internacionais sendo projetados de modo

Leia mais

A Norma EIA/TIA 569A. Silvio Lucas

A Norma EIA/TIA 569A. Silvio Lucas Enquanto a norma 568B divide os subsistemas de cabeamento estruturado em 7 subsistemas, a norma 569A trata dos detalhes dos caminhos e espaços bem como a infra-estrutura de dutos para as seguintes áreas:

Leia mais

LIQUIDIFICADOR INDUSTRIAL

LIQUIDIFICADOR INDUSTRIAL Manual de Instruções e Certificado de Garantia LIQUIDIFICADOR INDUSTRIAL Sumário 1 - Introdução 1.1 - Segurança 1.2 - Principais Componentes 1.3 - Características Técnicas 2 - Instalação e Pré-Operação

Leia mais

Fundamentos. Prof. Dr. Gustavo Della Colletta 1 / 27

Fundamentos. Prof. Dr. Gustavo Della Colletta 1 / 27 Fundamentos Prof. Dr. Gustavo Della Colletta Universidade federal de Itajubá-UNIFEI 1 / 27 Agenda 1 Introdução Definições 2 Legislação NBR 5410 Normas específicas 3 Componentes das instalações Componente

Leia mais

Motobombas. Diesel. BFD 6" - Ferro Fundido BFD 8" - Ferro Fundido

Motobombas. Diesel. BFD 6 - Ferro Fundido BFD 8 - Ferro Fundido Motobombas Diesel BFD 6" - Ferro Fundido BFD 8" - Ferro Fundido 1 - Motobomba BFDE 6", BFDE 8" Sua aplicação básica está na captação de água de rio e lagos. Utilizado quando é necessário uma transferência

Leia mais

Atividade prática Partida triângulo + cálculos para motores

Atividade prática Partida triângulo + cálculos para motores Objetivos da aula Atividade prática Partida triângulo + cálculos para motores Partir motores de indução trifásicos; Entender a ligação triângulo e seus conceitos básicos; e Cálculos úteis para motores.

Leia mais

Serviços & Treinamentos Técnicos Rua 2, n 233 Conforto Volta Redonda RJ Telefax: (24)

Serviços & Treinamentos Técnicos Rua 2, n 233 Conforto Volta Redonda RJ Telefax: (24) AULA 05/25 DE COMANDOS ELÉTRICOS ASSUNTO: AULA 01/03 DE INSTALAÇÕES PREDIAIS 1 INSTALAÇÕES PREDIAIS Interruptor de três seções 1.1 SIMBOLOGIA Ponto de luz no teto Interruptor bipolar Luminária Fluorescente

Leia mais

lectra Material Didático INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Centro de Formação Profissional

lectra Material Didático  INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Centro de Formação Profissional lectra Centro de Formação Profissional Material Didático INSTALAÇÕES ELÉTRICAS WWW.ESCOLAELECTRA.COM.BR ÍNDICE 1 Introdução - 5 Definição de eletricidade. Causas e efeitos da eletricidade. Geração, transmissão

Leia mais

Sistema de alimentação para lâmpadas UV UV - CON

Sistema de alimentação para lâmpadas UV UV - CON Sistema de alimentação para lâmpadas UV UV - CON Manual de instalação Versão: 7 Página 1 Índice 1 Apresentação 2 Instruções de Instalação 2.1 Ligações 2.2 Ajustes 2.3 Resfriamento 2.4 Reator 3 Informações

Leia mais