TEXTO E ELEMENTOS DE TEXTUALIZAÇÃO. PROF. Nathan Bastos de Souza UNIPAMPA 2017/1

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1 TEXTO E ELEMENTOS DE TEXTUALIZAÇÃO PROF. Nathan Bastos de Souza UNIPAMPA 2017/1

2 O QUE É UM TEXTO? Texto é o produto de uma atividade discursiva em que alguém diz algo a alguém (GERALDI,1997,p.98). Um texto é uma sequência verbal (considerando que poderia ser uma sequência icônica, uma sequência de imagens, etc.)

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4 Um texto é uma sequência verbal coerente que, quando o autor toma por definitivo, acaba por formar um todo em si mesmo, publicando-o. O QUE É UM TEXTO?

5 NÃO FALAMOS ATRAVÉS DE PALAVRAS ISOLADAS, MAS ATRAVÉS DE TEXTOS. Um texto é uma unidade de linguagem em uso, cumprindo uma função identificável num dado jogo de atuação(...) tem papel determinante em sua produção e recepção uma série de fatores pragmáticos que contribuem para a construção do seu sentido (COSTAVAL,2006,p.4). Um texto é um texto porque significa;

6 A palavra texto provém do latim textum, que significa tecido, entrelaçado. Há, portanto, uma razão etimológica para nunca esquecermos que o texto resulta da ação de tecer, de entrelaçar unidades e partes afim de formar um todo inter-relacionado. Daí podemos falar em textura ou tessitura de um texto: é a rede de relações que garantem sua coesão, sua unidade(infante,1998,p.90).

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8 TEXTUALIDADE: Conjunto de características que fazem com que um texto seja um texto, e não apenas uma sequência de frases (COSTA VAL,2006,p.5). Fatos responsáveis pela textualidade Relacionados ao material linguístico do texto: Coesão Coerência

9 TEXTUALIDADE: Por textualidade se pretende considerar a condição que têm as línguas de somente ocorrerem sob a forma de textos e as propriedades que um conjunto de palavras deve apresentar para poder funcionar comunicativamente (ANTUNES, 2009, p.50).

10 PRINCÍPIOS DE TEXTUALIDADE: Coesão: Ao nível de microestrutura, envolve os procedimentos da conexão superficial do texto e estabelece as condições cotextuais [do texto com ele mesmo] e inclui a formação sintática do texto nas suas relações gramaticais (MARCUSCHI,2012,p.53). Coerência: Não está no texto, não nos é possível apontá-la, destacála, sublinhá-la, mas somos nós leitores, em um processo efetivo de interação com o autor e o texto, baseados nas pistas que nos são dadas, que construímos a coerência (KOCH,ELIAS,2013,p.184).

11 PRINCÍPIOS DE TEXTUALIDADE: SIMPLIFICANDO: Coesão: retomada por meio de recursos linguísticos (artigos definidos, repetição de palavras, sinônimos,etc); Coerência: retomada de conceitos, ideias.

12 TODAVIA... A coesão não é condição necessária nem suficiente da coerência: as marcas de coesão encontram-se no texto ( tecem o tecido do texto ), enquanto a coerência não se encontra no texto, com base em uma série de fatores de ordem semântica, cognitiva, pragmática e interacional.

13 LEIA O TEXTO: Por um lado o dia está bonito; por outro, acho que não comprarei nada. Isso porque o sol está forte e não quero lavar o carro. Penso que você goste de gato e este está no telhado e o cachorro latiu forte. Finalmente, o futebol é uma prática esportiva lastimável (SILVA,2008). Este texto apresenta elementos coesivos? Este texto é um texto coerente?

14 Exemplo do texto do pescador africano.

15 COESÃO E COERÊNCIA CONSTITUEM FENÔMENOS DISTINTOS: A. Pode haver um sequenciamento coesivo de fatos isolados que não têm condição de formar um texto (a coesão não é condição nem suficiente nem necessária para formar um texto).

16 Exemplo: Meu filho não estuda nesta universidade. Ele não sabe que a primeira universidade do mundo românico foi a de Bolonha. Aquela universidade possui imensos viveiros de plantas. A universidade possui um laboratório de línguas. Apesar de universidade ser constantemente retomado e de o sintagma nominal meu filho aparecer pronominalizado, todavia não é suficiente para conferir coerência aos quatro enunciados. Não temos aí um texto, apesar de haver uma coesão relativamente forte de encadeamento das sentenças, mas as relações de sentido não unificam essa sequência.

17 O mesmo acontece em: Maria está na cozinha. A cozinha tem as paredes com azulejos. Os azulejos são brancos. Também o leite é branco.

18 B. pode haver textos destituídos de coesão mas cuja textualidade se dá em nível da coerência. Exemplo: Luiz Paulo estuda na Cultura Inglesa. Fernanda vai todas as tardes ao laboratório de física do colégio. Mariana fez 75 pontos na Fuvest. Todos os meus filhos são estudiosos.

19 1. A retomada de elementos não é o único meio para se constituírem relações interfrásicas (não é condição necessária para a coerência); 2. A coerência não deve ser buscada unicamente na sucessão dos enunciados (ela não é unidimensional), mas, sim, em uma ordem hierárquica (é pluridimensional). Assim, para a textualidade do exemplo anterior, contribui o último enunciado, de ordem superior aos três precedentes Todos os meus filhos são estudiosos -, enunciado que reduz os outros três a um denominador comum e recupera a unidade. (FÁVERO, 2009, p. 9-10).

20 3. a coerência não é independente do contexto pragmático no qual o texto está inserido, isto é, não é independente de fatores, tais como, escritor/locutor, leitor/alocutário, lugar e tempo do discurso, ou, como afirma Marcuschi (1983, p.22 apud FÁVERO, 2009, p.12). Veja os exemplos:

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25 FATORES RESPONSÁVEIS PELA TEXTUALIDADE: 1. Intencionalidade 2. Aceitabilidade 3. Situacionalidade 4. Informatividade 5. Intertextualidade

26 INTENCIONALIDADE: A intencionalidade diz respeito à intenção do produtor de elaborar um texto seja ele oral ou escrito coeso e coerente, de modo a cumprir a função sociocomunicativa.

27 ACEITABILIDADE A aceitabilidade diz respeito à predisposição do receptor de considerar um texto coeso e coerente e colaborar no processo de produção de sentido.

28 SITUCIONALIDADE Diz respeito à adequação do texto à situação sociocomunicativa. Esse fator de textualidade está ligado às expectativas, às crenças e aos objetivos dos agentes envolvidos no processo de interlocução.

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30 INFORMATIVIDADE O grau de informatividade de um texto é medido de acordo com o conhecimento de mundo das pessoas a que ele se destina. Ou seja, dizemos que um texto possui um alto grau de informatividade quando a compreensão mais ampla desse texto depender do repertório cultural do leitor.

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32 INTERTEXTUALIDADE Diz respeito aos fatores que fazem tanto a produção quanto a recepção de um texto dependentes do conhecimento que os agentes envolvidos no processo sociocomunicativo têm de outros textos.

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34 REFERÊNCIAS ANTUNES, I. Língua, texto e ensino. Uma outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, FÁVERO, L. Coesão e coerência textuais. 11 ed. São Paulo: Ática, GERALDI,J.W. Portos de Passagem. São Paulo: Martins Fontes,1997. INFANTE,Ulisses.Do Texto ao Texto. SãoPaulo: Scipione,1998. KOCH,I.V.;ELIAS,V.M. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, SILVAL.P.Prática Textual em Língua Portuguesa. Curitiba:IESDEBrasilS.A.,2008.

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