Aula 04 TEXTO E TEXTUALIDADE. Prezados alunos,

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aula 04 TEXTO E TEXTUALIDADE. Prezados alunos,"

Transcrição

1 Aula 04 TEXTO E TEXTUALIDADE Prezados alunos, Após termos estudado a importância da leitura em nossas vidas e percebido que por meio dela construímos nosso conhecimento, teremos, agora, como objeto de estudo, o texto. Ouvimos a todo momento professores e outras pessoas afirmarem que se faz necessário ler o texto, interpretar o texto, redigir o texto, falar o texto e nos perguntamos: mas... O que é texto? De acordo com Koch (2001) pode-se conceituar texto como: uma manifestação verbal, constituída de elementos lingüísticos intencionalmente selecionados e ordenados em seqüência, durante a atividade verbal, de modo a permitir aos parceiros, na interação, não apenas a depressão de conteúdos semânticos, em decor rência da ativação de processos e estratégias de ordem cognitiva, como também a interação (ou atuação) de acordo com práticas socioculturais (KOCH, 2001, p. 454). Na verdade, caro aluno, você deve ter entendido que ao falar em texto, a referência faz-se a qualquer passagem, escrita ou falada que forme um todo significativo e sem extensão determinada. Fávero (1955, p. 7) afirma que se trata de um conteúdo comunicativo contextual caracterizado pelos fatores de textualidade: coesão, coerência, intencionalidade, informatividade, aceitabilidade, situacionalidade e intertextualidade. 31

2 Para se trabalhar a produção de texto, ou seja, redigir textos, é necessário ter claro os conceitos de texto e textualidade, uma vez que o objetivo dessa prática é formar escritores competentes, que sejam capazes de produzir textos eficazes, coesos e coerentes. Mas, você sabe o que significa ser um escritor competente? O escritor competente, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (1990): é o que consegue planejar o discurso e elaborar o seu texto, observando o seu objetivo, o seu leitor e a tipologia apropriada. Entre os fatores de textualidade apontados por Beaugrande e Dressler (apud Val, 1994, p. 5) bem como por Fávero (1995, p. 7) a intencionalidade e a aceitabilidade estão estreitamente ligadas, uma vez que a intencionalidade diz respeito ao emissor e a aceitabilidade, ao receptor. O primeiro fator refere-se à intenção do produtor, ao modo como produz o seu texto para alcançar o(s) seu(s) objetivo(s), fornecendo, se preciso for, pistas para que o receptor construa o sentido desejado. Val (1994, p. 10) esclarece que a meta de uma situação comunicativa pode ser: informar, ou impressionar, ou alarmar, ou convencer, ou pedir, ou ofender, etc. Já o segundo fator, efetivar-se-á se o receptor entender o texto como um todo coerente e significativo. Para isso é preciso, em muitas situações, que o interlocutor faça uso da visão de mundo 1 que possui, estabelecendo entre ele e o produtor um princípio de cooperação. intencionalidade = Qual a sua intenção? aceitabilidade = compreensão Koch & Travaglia (1995, p. 80) afirmam que a intencionalidade também está estreitamente relacionada à argumentatividade e que ao se acreditar que nenhum texto é neutro, que toda produção textual tem uma intenção alicerçada em valores, conclui-se que existe sempre uma argumentatividade subjacente à linguagem. Na verdade, os argumentos são marcas ou pistas que permeiam o texto com o objetivo de se levar o receptor a apreender do texto a leitura que o autor propôs-se a passar. O terceiro fator de textualidade é denominado de situacionalidade e determina como deve ser produzido o texto. De acordo com a situação comunicativa um texto poderá ou não ter sentido, poderá ou não ser relevante, o que nos leva a perceber a importância do contexto de situação. O contexto deve servir como orientação para a produção e para a recepção, sendo fundamental que o produtor saiba quem é o receptor de seu texto e quais os seus conhecimentos. 32

3 SITUACIONALIDADE: para qual situação??? /portuguese A união desses três fatores (intencionalidade, aceitabilidade e situacionalidade) é responsável pelo tipo de texto utilizado em cada situação comunicativa. Nem sempre o que é ideal para uma poderá sê-lo para outra pessoa e, como afirma Val (1994, p. 14): essa questão é da maior importância para quem trabalha com o ensino de redação, pois vem daí o fato de que a textualidade de cada tipo de discurso envolve elementos diferentes. Conclui-se, então, que nem sempre o que é qualidade num tipo de texto, deverá sê-lo no outro. Com referência à informatividade, vale lembrar que esse fator está relacionado ao interesse do leitor pelo texto e pelo montante de informações de que ele dispõe sobre o tema do texto. Se as informações do texto forem previsíveis, isto é, de acordo com as expectativas do leitor, esse texto será avaliado como de baixa informatividade. Por outro lado, o texto que contém um certo grau de informações previsíveis, mas também novas informações, será considerado como de maior informatividade e, finalmente, o texto quase imprevisível em suas informações será o mais rico em informatividade, apesar de exigir maior dedicação do receptor para sua decodificação. INFORMATIVIDADE: há informações suficientes??? 33

4 A intertextualidade faz-se por intermédio do conhecimento advindo de outro(s) texto(s). Quando o produtor cria o novo texto, ele nem sempre o constrói a partir de idéias inéditas, mas como resultando daquilo que já foi apreendido em outros textos. Por outro lado, a recepção desse mesmo texto depende também, por parte do recebedor, do conhecimento proveniente de outros Intertextualidade Relação entre textos logo.jpg textos. Beaugrande e Dressler (apud Elias, 1994, p. 150) consideram esse processo como uma mediação entre textos e a justificam quando no momento da situação comunicativa são introduzidas crenças e propósitos dos participantes. A mediação torna-se mais intensa à medida que se desenvolve e se faz uso dos variados tipos ou gêneros textuais. Ao serem usadas as referências ou citações de textos específicos, essa mediação é menor e quando há replicação, refutação, relato, resumo ou avaliação de outros, a mediação quase não existe. Outros Fatores de Textualidade: Coesão e Coerência Prezado aluno, Você notou como é de extrema importância conhecer os fatores de textualidade para produzir textos? Observou que eles contribuem, inclusive, para o planejamento do texto? Retomando, então, esses fatores, vale lembrar que é muito comum ouvirmos dizer que um texto é incoerente porque as idéias não estão bem articuladas e não resultam em um sentido, o que nos causa a impressão de que a coerência de um texto faz-se simplesmente pela combinação entre os elementos lingüísticos do texto. Isso não é verdadeiro, uma vez que ela também se faz por meio do conhecimento prévio que o leitor tem sobre o mundo, do contexto em que se insere, assim como do tipo de texto que se tem. Observe que o texto produzido pelo professor precisa ter coerência para o aluno. Caso contrário, não haverá compreensão do assunto abordado. Coerência é o significado ou sentido global que se dá a um texto e é construída não só pelo produtor, mas também pelo interlocutor, que necessita possuir os conhecimento prévio para efetivar a interpretação. De acordo com Koch & Travaglia (1995: 21), deve ser entendida 34

5 como um princípio de interpretabilidade, ligada à inteligibilidade do texto numa situação de comunicação e à capacidade que o receptor tem para calcular o sentido deste texto. A coerência depende também do usuário, ao conseguir ou não recuperar o sentido do texto com o qual estabelece uma interlocução. Tal possibilidade está relacionada a vários fatores, como o conhecimento que o usuário possui sobre o assunto, o conhecimento dos recursos lingüísticos empregados e o grau de integração entre o produtor e recebedor. É importante ressaltar, ainda, que um mesmo texto poderá ter variados sentidos se a interlocução efetivar-se com diferentes receptores, o que fortalece a concepção de que a coerência é uma questão de interação. A coesão como fator de textualidade Entre os fatores de textualidade a coesão é responsável pela conexão entre as partes e as idéias do texto. Embora haja autores que não distingam coesão e coerência, ou destaquem apenas uma delas ou, ainda, refiram-se apenas aos seus determinantes, sem mencioná-las, achou-se por bem, mais uma vez, enfatizar os estudos feitos por Fávero (1995, p. 11) e Koch & Travaglia (1998, p. 42) que explicam existirem textos coerentes e sem coesão1 e outros coesivos, mas sem coerência. São, portanto, fatores independentes, embora relacionados um ao outro. O entrosamento entre os músicos resulta em um som harmônico coesão e coerência A coesão de um texto determina-se pelos elementos responsáveis pela articulação erpretação de algum elemento no discurso é dependente de outro. Um pressupõe o outro, no sentido de que não pode ser efetivamente decodificado a não ser por recurso ao outro. Entende-se, assim, que a coesão existe quando um elemento do texto retoma outro elemento ou uma expressão já dita ou explicitada anteriormente; é uma relação semântica que se faz por intermédio do sistema léxico-gramatical. 35

6 Exemplos: Linguagem e Argumentação - Maria Alice - UNIGRAN A coesão pode ocorrer por anáfora, catáfora, elipse, conector e expansão lexical. A anáfora e a catáfora correspondem à retomada e à antecipação de termos. Exemplo de anáfora (retomada de um termo): João comprou um carro vermelho para o pai. Ele usou todas as suas economias. Exemplo de catáfora (antecipação de um termo): Ele era temido por todos. O professor era enérgico, pois desejava que todos aprendessem. Exemplo de elipse (ocultamento): Os jovens foram à festa e os mais velhos, à missa. (o verbo ir está oculto). Exemplo de conectores (responsáveis pelas relações): Comprei um livro a fim de que você leia, pois precisa melhorar sua capacidade de interpretar (relação de finalidade e relação de causa). Exemplo de expansão lexical (sinônimo, hiperônimo): O acidente ocorreu com um ônibus. O veículo corria muito na curva (ônibus é retomado por um vocábulo de sentido mais amplo). Você entendeu, então, pelos exemplos, que a coesão faz-se por retomadas, antecipações e encadeamento lógico? Ela contribui para a ligação entre as idéias, não é mesmo? Pois bem, observe, ao produzir seus textos, que a coesão poderá contribuir para a clareza das idéias. 36

7 Referências Bibliográficas BEAUGRANDE, R. -A. de e DRESSLER, W. V. Introduction to text linguistics. London/New York: Longman, GHILARDI, M. I. A informatividade no discurso jornalístico. Letras. Campinas: PUCCAMP, v. 13 (1/2), dezembro de 1994, p A charge jornalística e a leitura do não-verbal. Perspectiva. Erechim, RS: URI, ano 19, n. 67, setembro de 1995, p KOCH, I. V. A coesão textual. SP: Contexto, LAGE, N. Estrutura da notícia. 20 ed. SP: Ática, RAPOSO, A. Chico Caruso. Revista de Comunicação, ano 10, n. 35, março de 1994, p VAL, M. da G. C. Redação e textualidade. SP: Martins Fontes,

TEXTO E TEXTUALIDADE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO

TEXTO E TEXTUALIDADE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO TEXTO E TEXTUALIDADE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO O que é texto? TEXTO - escrito ou oral; O que as pessoas têm para dizer umas às outras não são palavras nem frases isoladas, são textos; TEXTO - dotada de unidade

Leia mais

ELEMENTOS DE TEXTUALIDADE

ELEMENTOS DE TEXTUALIDADE ELEMENTOS DE TEXTUALIDADE NOÇÃO DE TEXTO Texto ou discurso é uma ocorrência linguística falada ou escrita, de qualquer extensão. Para ser considerada um texto, uma ocorrência linguística precisa ser percebida

Leia mais

TEXTO E ELEMENTOS DE TEXTUALIZAÇÃO. PROF. Nathan Bastos de Souza UNIPAMPA 2017/1

TEXTO E ELEMENTOS DE TEXTUALIZAÇÃO. PROF. Nathan Bastos de Souza UNIPAMPA 2017/1 TEXTO E ELEMENTOS DE TEXTUALIZAÇÃO PROF. Nathan Bastos de Souza UNIPAMPA 2017/1 O QUE É UM TEXTO? Texto é o produto de uma atividade discursiva em que alguém diz algo a alguém (GERALDI,1997,p.98). Um texto

Leia mais

AULA 2. Texto e Textualização. Prof. Daniel Mazzaro Vilar de Almeida 2013/1º

AULA 2. Texto e Textualização. Prof. Daniel Mazzaro Vilar de Almeida 2013/1º AULA 2 Texto e Textualização Prof. Daniel Mazzaro Vilar de Almeida 2013/1º daniel.almeida@unifal-mg.edu.br O QUE É TEXTO? Para Costa Val, texto = discurso. É uma ocorrência linguística falada ou escrita,

Leia mais

Coerência por ser responsável pelo sentido do texto, a coerência é fator fundamental da textualidade. Abrange não só os aspectos lógicos e semânticos,

Coerência por ser responsável pelo sentido do texto, a coerência é fator fundamental da textualidade. Abrange não só os aspectos lógicos e semânticos, ESTÁGIO EM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA AULA 03: REVISANDO ALGUNS CONCEITOS PARA UM TRABALHO PRODUTIVO COM A LÍNGUA PORTUGUESA. TÓPICO 02: PROPRIEDADES DE TEXTUALIDADE Fonte [1] Depois de ler os conceitos

Leia mais

COESÃO E COERÊNCIA NOS TEXTOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (COHESION AND COHERENCE IN THE TEXTS OF THE EDUCATION OF THE YOUNG AND ADULTS)

COESÃO E COERÊNCIA NOS TEXTOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (COHESION AND COHERENCE IN THE TEXTS OF THE EDUCATION OF THE YOUNG AND ADULTS) COESÃO E COERÊNCIA NOS TEXTOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (COHESION AND COHERENCE IN THE TEXTS OF THE EDUCATION OF THE YOUNG AND ADULTS) Adriana Aparecida COSSENTINI (Faculdade de Ciências e Letras

Leia mais

LINGUÍSTICA TEXTUAL LLE 7042 ESTUDOS LINGUÍSTICOS II PROFA. RAQUEL D ELY

LINGUÍSTICA TEXTUAL LLE 7042 ESTUDOS LINGUÍSTICOS II PROFA. RAQUEL D ELY LINGUÍSTICA TEXTUAL LLE 7042 ESTUDOS LINGUÍSTICOS II PROFA. RAQUEL D ELY Objetivos gerais Conhecer as origens e a conceituação da disciplina, bem como sua representação no exterior e no Brasil. Conhecer

Leia mais

A COESÃO E A COERÊNCIA NOS TEXTOS JORNALÍSTICOS Alexsandra de Holanda Giovanini Coutinho

A COESÃO E A COERÊNCIA NOS TEXTOS JORNALÍSTICOS Alexsandra de Holanda Giovanini Coutinho A COESÃO E A COERÊNCIA NOS TEXTOS JORNALÍSTICOS Alexsandra de Holanda Giovanini Coutinho alexsandragiovanini@uol.com.br Esse trabalho tem como objetivo o estudo dos fatores de coesão e coerência nos textos

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Leitura e Produção Textual Professor: Wilma Cléa Ferreira e-mail: wilmaclea@yahoo.com.br Código: Carga Horária: 60 H Créditos:

Leia mais

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO II LEITURA E EXPRESSÃO - UM PROJETO PARA SALA DE LEITURA -

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO II LEITURA E EXPRESSÃO - UM PROJETO PARA SALA DE LEITURA - COLÉGIO PEDRO II CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO II LEITURA E EXPRESSÃO - UM PROJETO PARA SALA DE LEITURA - Rio de Janeiro / 2014 0 SUMÁRIO Público-alvo p. 2 Justificativa p.2 Objetivos Gerais p. 3 Objetivos Específicos

Leia mais

Koch, I. V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997, 124 p.

Koch, I. V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997, 124 p. Koch, I. V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997, 124 p. Resenhado por: Adriana Sidralle Rolim O texto e a construção dos sentidos é um livro que aborda questões referentes ao

Leia mais

INTERPRETAÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS

INTERPRETAÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS Unidade II INTERPRETAÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS Prof. Adilson Oliveira Gênero O termo gênero é empregado em mais de uma área de estudo. Em: gramática significa a variação das palavras em língua portuguesa

Leia mais

Sumário. Apresentação da coleção Prefácio Nota da autora Capítulo II

Sumário. Apresentação da coleção Prefácio Nota da autora Capítulo II Sumário Sumário Apresentação da coleção... 17 Prefácio... 19 Nota da autora... 21 Capítulo I Fatores importantes para produzir um texto... 23 1. A importância da leitura para produção textual... 23 2.

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Português Instrumental Código: Fisio 304 Pré-requisito: ------- Período Letivo:

Leia mais

tese tema argumentos TEMA TESE ARGUMENTOS

tese tema argumentos TEMA TESE ARGUMENTOS Defesa de uma tese, de uma opinião a respeito do tema proposto, apoiada em argumentos consistentes estruturados de forma coerente e coesa, de modo a formar uma unidade textual. Seu texto deverá ser redigido

Leia mais

LINGÜÍSTICA TEXTUAL II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

LINGÜÍSTICA TEXTUAL II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE LETRAS CLÁSSICAS E VERNÁCULAS DISCIPLINA: LINGUÍSTICA IV CARGA HORÁRIA: 60 horas-aula Nº DE CRÉDITOS: 04 (Quatro)

Leia mais

EBSERH E D I I T T R A

EBSERH E D I I T T R A EBSERH E D I T R A APRESENTAÇÃO...3 INTERPRETAÇÃO DE TEXTO...5 1. Informações Literais e Inferências possíveis...6 2. Ponto de Vista do Autor...7 3. Significado de Palavras e Expressões...7 4. Relações

Leia mais

Interpretação de Textos a Partir de Análises Isoladas

Interpretação de Textos a Partir de Análises Isoladas Interpretação de Textos a Partir de Análises Isoladas Análise Estética (formal) Análise Estilística (figuras de linguagem) Análise Gramatical (morfossintática) Análise Semântica (de significado) Análise

Leia mais

III. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

III. OBJETIVOS ESPECÍFICOS CURSO: Licenciatura em Matemática MODALIDADE: Presencial DISCIPLINA: Leitura e Produção de Textos CÓDIGO: PROFESSOR: Hugo dos Santos Konkel CARGA HORÁRIA MANAL/MESTRAL: 0 ou - 80h/a ou 60h/r MESTRE/ANO:

Leia mais

De acordo uma das leituras possíveis, discurso é a prática social de produção de textos. Isto significa que todo discurso é uma construção social, não

De acordo uma das leituras possíveis, discurso é a prática social de produção de textos. Isto significa que todo discurso é uma construção social, não Análise do Discurso para leitura e interpretação de textos Análise do Discurso é uma prática e um campo da lingüística e da comunicação especializado em analisar construções ideológicas presentes em um

Leia mais

A REDAÇÃO NO ENEM INSTITUTO SANTA LUZIA COMPONENTE CURRICULAR: REDAÇÃO PROFESSOR: EDUARDO BELMONTE 2º ANO ENSINO MÉDIO

A REDAÇÃO NO ENEM INSTITUTO SANTA LUZIA COMPONENTE CURRICULAR: REDAÇÃO PROFESSOR: EDUARDO BELMONTE 2º ANO ENSINO MÉDIO A REDAÇÃO NO ENEM INSTITUTO SANTA LUZIA COMPONENTE CURRICULAR: REDAÇÃO PROFESSOR: EDUARDO BELMONTE 2º ANO ENSINO MÉDIO FATOS SOBRE A PROVA DE REDAÇÃO Todas as redações desenvolvidas no ENEM são avaliadas;

Leia mais

CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 PLANO DE CURSO

CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 PLANO DE CURSO CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 Componente Curricular: Português Instrumental Código: FAR- 402 Pré-requisito: - Período Letivo: 2015.1

Leia mais

> Os elementos de coesão determinam a transição de ideias entre as frases e os parágrafos.

> Os elementos de coesão determinam a transição de ideias entre as frases e os parágrafos. Faculdades de Oliveira FACIJUGO / ISEOL Administração Direito Pedagogia Sistemas de Informação Prof. Ms. João Ribeiro de Barros Fevereiro 2011 COESÃO e COERÊNCIA: Principais padrões da textualidade e do

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO / Professor Efetivo - Campus São João del-rei - IF SUDESTE MG

CONCURSO PÚBLICO / Professor Efetivo - Campus São João del-rei - IF SUDESTE MG CONCURSO PÚBLICO - 014 / 2015 - Professor Efetivo - Campus São João del-rei - IF SUDESTE MG Recurso: Prova Dissertativa Dados do Num. Inscrição 00037 Dados do Recurso Num. Recurso 1 Assunto Argumentação

Leia mais

Informação - Prova de Equivalência à Frequência de. Inglês

Informação - Prova de Equivalência à Frequência de. Inglês Informação - Prova de Equivalência à Frequência de Inglês Ano Letivo 2016 / 2017 Código da Prova: 367 Ensino Secundário Tipo de Prova: Escrita e Oral 1. Objeto de avaliação A prova de exame tem por referência

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

PERFIS DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA PORTUGUESA

PERFIS DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA PORTUGUESA PERFIS DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDOS EIXO TEMÁTICO COMPETÊNCIAS ESPERADAS Variedades lingüísticas; Diálogo; Turnos. Gênero

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAIS NA REDAÇÃO DE TEXTOS TÉCNICOS

IMPORTÂNCIA DA COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAIS NA REDAÇÃO DE TEXTOS TÉCNICOS IMPORTÂNCIA DA COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAIS NA REDAÇÃO DE TEXTOS TÉCNICOS RESUMO Telma Aparecida Becher 135 Dra. Marcela Lima Cardoso Selow 136 Este estudo tem como objetivo apresentar a conceituação de

Leia mais

PRODUÇÃO DE TEXTO RECUPERAÇÃO ROTEIRO E TRABALHO

PRODUÇÃO DE TEXTO RECUPERAÇÃO ROTEIRO E TRABALHO PRODUÇÃO DE TEXTO RECUPERAÇÃO ROTEIRO E TRABALHO ANO: 9º TURMAS: A B C D E ETAPA: 1ª DATA: /05/2017 PROFESSORAS: RAQUEL MARIA VALOR: 3,0 PONTOS ALUNO(A): Nº: NOTA: I INTRODUÇÃO Este roteiro tem como objetivo

Leia mais

As Metas Curriculares de Português, para o 3º Ciclo, apresentam cinco características essenciais:

As Metas Curriculares de Português, para o 3º Ciclo, apresentam cinco características essenciais: DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS PORTUGUÊS º ANO A Ano Letivo: 204 / 205. Introdução / Metas Curriculares Na disciplina de Português o desenvolvimento do ensino será orientado por Metas Curriculares cuja definição

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Turismo, Hospitalidade e Lazer CURSO: FORMA/GRAU:( x )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE:

Leia mais

TEMPO DE DURAÇÃO: 1h. Obrigatória entrega no final da aula. PROPOSTA DE REDAÇÃO

TEMPO DE DURAÇÃO: 1h. Obrigatória entrega no final da aula. PROPOSTA DE REDAÇÃO SIMULADO PRESENCIAL ENEM 2010 TEMPO DE DURAÇÃO: 1h. Obrigatória entrega no final da aula. PROPOSTA DE REDAÇÃO Com base na leitura dos textos motivadores e nos conhecimentos construídos ao longo de sua

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência COMPONENTE ESCRITA

Informação-Prova de Equivalência à Frequência COMPONENTE ESCRITA Agrupamento de Escolas do Viso Porto Prova de Equivalência à Frequência Francês (LE II) Prova 16 3º- Ciclo do Ensino Básico Informação-Prova de Equivalência à Frequência Tipo de Prova: Escrita e Oral Duração:

Leia mais

Coesão Textual. Clarissa Reis Melo Jaciara J. Gomes *

Coesão Textual. Clarissa Reis Melo Jaciara J. Gomes * Coesão Textual Clarissa Reis Melo Jaciara J. Gomes * Resumo: O mecanismo lingüístico estudado neste trabalho é a coesão textual, que se refere à ligação de palavras, expressões ou frases dentro de uma

Leia mais

Texto e discurso: complementares?

Texto e discurso: complementares? Texto e discurso: complementares? Fábio Moreira Arcara Luane Gonçalves Amurin Viviane Santos Bezerra Resumo: Não é o objetivo nesse artigo aprofundar-se em inúmeras questões que acercam o assunto Texto

Leia mais

MÍDIAS NA ESCOLA. Continuando nossos estudos... Agosto

MÍDIAS NA ESCOLA. Continuando nossos estudos... Agosto MÍDIAS NA ESCOLA Continuando nossos estudos... Agosto - 2015 PARA RECORDAR! LEITURA: UM ENFOQUE ALÉM DO TEXTO QUAL O GÊNERO? QUAL O SUPORTE? QUEM ESCREVEU? QUANDO ESCREVEU? PARA QUEM ESCREVEU? PARA QUE

Leia mais

Plano de ensino: CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Plano de ensino: CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Plano de ensino: CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Título Contextualização Ementa Objetivos gerais CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA A língua portuguesa,

Leia mais

Quando dividimos uma oração em partes para estudar as diferentes funções que as palavras podem desempenhar na oração e entre as orações de um texto, e

Quando dividimos uma oração em partes para estudar as diferentes funções que as palavras podem desempenhar na oração e entre as orações de um texto, e MORFOSSINTAXE Quando analisamos a que classe gramatical pertencem as palavras de determinada frase, estamos realizando sua análise morfológica. A morfologia é a parte da gramática que estuda a classificação,

Leia mais

Onde se lê: O processo classificatório será constituído por uma prova de Redação.

Onde se lê: O processo classificatório será constituído por uma prova de Redação. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROCESSO SELETIVO CONCURSO VESTIBULAR EAD - UAB/UFSM (2º Semestre) EDITAL N. 042/2016 RETIFICAÇÃO DO EDITAL 040/2016

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ LÍNGUA PORTUGUESA e REDAÇÃO PROSEL/ PRISE 1ª ETAPA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ LÍNGUA PORTUGUESA e REDAÇÃO PROSEL/ PRISE 1ª ETAPA LÍNGUA PORTUGUESA e REDAÇÃO PROSEL/ PRISE 1ª ETAPA 1. Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal e não verbal. 1.2. Depreender, através de leitura do texto,

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência de Inglês. Prova Escrita + Oral

Informação Prova de Equivalência à Frequência de Inglês. Prova Escrita + Oral Informação Prova de Equivalência à Frequência de Inglês Prova Escrita + Oral Código 21 9ºAno de Escolaridade Ensino Básico 2016/2017 1. Introdução O presente documento dá a conhecer os seguintes aspetos

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL 5º Ano. Disciplina de Português Ano Letivo /2017. Domínios/Conteúdos/Descritores. Unidade 0 Apresentações

PLANIFICAÇÃO ANUAL 5º Ano. Disciplina de Português Ano Letivo /2017. Domínios/Conteúdos/Descritores. Unidade 0 Apresentações AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VALE DE MILHAÇOS ESCOLA BÁSICA DE VALE DE MILHAÇOS PLANIFICAÇÃO ANUAL 5º Ano Disciplina de Português Ano Letivo - 2016/2017 Metas de aprendizagem/objetivos Domínios/Conteúdos/Descritores

Leia mais

aula COERÊNCIA TEXTUAL

aula COERÊNCIA TEXTUAL COERÊNCIA TEXTUAL 9 aula METAS AS Apresentar o conceito de coerência; Explicar os fatores de coerência; Relacionar texto e coerência; Explicar a diferença entre coesão e coerência. OBJETIVOS Ao final desta

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL 2016

PLANEJAMENTO ANUAL 2016 PLANEJAMENTO ANUAL 2016 Professor Joabe Bernardo dos Santos Língua Portuguesa 9º ano Colégio Nossa Senhora da Piedade Referências: -SAE, 9º ano: Língua Portuguesa. Livro do professor: livro 1 / IESDE BRASIL

Leia mais

Oficina de Leitura e Produção de Textos

Oficina de Leitura e Produção de Textos Oficina de Leitura e Produção de Textos Aula I Apoio Pedagógico ao Núcleo Comum: Programa de Monitorias Professora Sabriny Santos aluna do programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos da Faculdade

Leia mais

PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome do COMPONENTE CURRICULAR: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira EMENTA

PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome do COMPONENTE CURRICULAR: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira EMENTA 53 14 PLANOS DE DISCIPLINAS PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome do COMPONENTE CURRICULAR: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira Curso: Técnico em Agroindústria Integrado ao Ensino Médio

Leia mais

OS JINGLES DA ASSOLAN: INTERTEXTUALIDADE E A CONSTRUÇÃO DA TEXTUALIDADE RESUMO

OS JINGLES DA ASSOLAN: INTERTEXTUALIDADE E A CONSTRUÇÃO DA TEXTUALIDADE RESUMO OS JINGLES DA ASSOLAN: INTERTEXTUALIDADE E A CONSTRUÇÃO DA TEXTUALIDADE Arnaldo Nogari Júnior Layane Suellen Miguel Lucélia de Fátima Cardodo Mariana Ferreto Tironi Maria Gabriele Alboneti (G - CLCA- UENP/CJ)

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA EIXO TEMÁTICO 1 - LEITURA

LÍNGUA PORTUGUESA EIXO TEMÁTICO 1 - LEITURA LÍNGUA PORTUGUESA DIRETRIZES GERAIS O estudante deve apresentar competência na modalidade escrita da língua, uma vez que é por meio dessa habilidade que se tem acesso aos conhecimentos produzidos nas diversas

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO TURMA: 20 H

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO TURMA: 20 H Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Turismo, Hospitalidade e Lazer CURSO: Técnico em Hospedagem Proeja FORMA/GRAU:( X )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura

Leia mais

ESPANHOL INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA. Prova º Ciclo do Ensino Básico AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA

ESPANHOL INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA. Prova º Ciclo do Ensino Básico AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ESPANHOL Prova 15 2014 Tipo de prova: Escrita / Oral 1ª e 2ª Fases 3º Ciclo do Ensino Básico O presente documento

Leia mais

C O E S Ã O REFERENCIAL RECORRENCIAL

C O E S Ã O REFERENCIAL RECORRENCIAL C O E S Ã O REFERENCIAL RECORRENCIAL C O E S Ã O É a conexão, ligação, harmonia entre os elementos de um texto. Percebemos tal definição quando lemos um texto e verificamos que as palavras, as frases e

Leia mais

Ensino Secundário (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho)

Ensino Secundário (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Inglês Maio de 2015 Prova 358 12º Ano (continuação) Escrita e Oral Ensino Secundário (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 1. Introdução O presente documento

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Edilva Bandeira 1 Maria Celinei de Sousa Hernandes 2 RESUMO As atividades de leitura e escrita devem ser desenvolvidas com textos completos

Leia mais

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária D-11 2º 04 Semanal Mensal Nome da Disciplina / Curso LINGUAGEM FORENSE

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária D-11 2º 04 Semanal Mensal Nome da Disciplina / Curso LINGUAGEM FORENSE Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária Curso D-11 2º 04 Semanal Mensal 04 60 Nome da Disciplina / Curso DIREITO LINGUAGEM FORENSE Noções metodológicas de leitura e interpretação de textos técnicos.

Leia mais

Período Gênero textual Expectativa

Período Gênero textual Expectativa DISCIPLINA: Produção de texto ANO DE REFERÊNCIA: 2016 PROFESSORAS RESPONSÁVEIS: 6ºano Período Gênero textual Expectativa P35 Compreender o papel do conflito gerador no desencadeamento dos episódios narrados.

Leia mais

Ele tomou emprestado sem meu consentimento, ou seja, roubou.

Ele tomou emprestado sem meu consentimento, ou seja, roubou. a paráfrase, que é uma atividade de reformulação de um texto-fonte. Comumente vem marcada por expressões introdutórias como isto é, ou seja, quer dizer, digo, ou melhor, em outras palavras: Ele tomou emprestado

Leia mais

LEITURA: COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO

LEITURA: COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO LEITURA: COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO Benedito José Calixto 1 RESUMO: As estratégias de leitura são essenciais para a construção da coerência local, das relações coesivas que se estabelecem entre os elementos

Leia mais

Disciplinas ministradas em outros cursos

Disciplinas ministradas em outros cursos Disciplinas ministradas em outros cursos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACOMB BIBLIOTECONOMIA NOME DA DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA REDAÇÃO E EXPRESSÃO II PROFESSOR RESPONSÁVEL:

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE PORTUGUÊS 8.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE PORTUGUÊS 8.º ANO DE PORTUGUÊS 8.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No final do 8.º ano de escolaridade, o aluno deve ser capaz de: interpretar e produzir textos orais com diferentes graus de formalidade, finalidade

Leia mais

Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e complexidade. Registar,

Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e complexidade. Registar, DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS PORTUGUÊS 8º ANO A Ano Letivo: 2012/2013 Introdução /Metas Consigna-se no Despacho n.º 5306/2012, de 18 de abril de 2012, que o desenvolvimento do ensino será orientado por Metas

Leia mais

Nome: Nº: Turma: Este caderno contém questões de: Português Matemática História Geografia Ciências - Espanhol

Nome: Nº: Turma: Este caderno contém questões de: Português Matemática História Geografia Ciências - Espanhol Nome: Nº: Turma: Este caderno contém questões de: Português Matemática História Geografia Ciências - Espanhol 1 Compre, compre, compre... Você já deve ter percebido a guerra que determinados anúncios ou

Leia mais

MATRIZ DE REFERÊNCIA LÍNGUA PORTUGUESA SADEAM 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

MATRIZ DE REFERÊNCIA LÍNGUA PORTUGUESA SADEAM 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATRIZ DE REFERÊNCIA LÍNGUA PORTUGUESA SADEAM 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DOMÍNIOS COMPETÊNCIAS DESCRITORES D01 Distinguir letras de outros sinais gráficos. Reconhecer as convenções da escrita. D02 Reconhecer

Leia mais

COESÃO TEXTUAL. Língua Portuguesa Prof. Samuel KühnK

COESÃO TEXTUAL. Língua Portuguesa Prof. Samuel KühnK COESÃO TEXTUAL Língua Portuguesa Prof. Samuel KühnK A COESÃO DO TEXTO Relações textuais Procedimentos Recursos 1.1. Repetição 1.1.1. Paráfrase 1.1.2. Paralelismo 1. REITERAÇÃO 1.2. Substituição 1.2.1.

Leia mais

Informação - Prova de Equivalência à Frequência. Inglês Código: Introdução

Informação - Prova de Equivalência à Frequência. Inglês Código: Introdução Científico -Humanísticos/ 11.º Ano de Escolaridade Prova: E + O Nº de anos: 2 Duração: 90 minutos + 25 minutos Decreto-Lei n.º139/2012, de 5 de julho 1. Introdução O presente documento visa divulgar as

Leia mais

OS FATORES DA TEXTUALIDADE NA PRODUÇÃO ESCRITA: UM OLHAR SOBRE OS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO MÉDIO i

OS FATORES DA TEXTUALIDADE NA PRODUÇÃO ESCRITA: UM OLHAR SOBRE OS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO MÉDIO i OS FATORES DA TEXTUALIDADE NA PRODUÇÃO ESCRITA: UM OLHAR SOBRE OS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO MÉDIO i Geam Karlo Gomes Universidade Estadual da Paraíba gkarlog@yahoo.com.br Cynara Desiee de Vasconcelos

Leia mais

Não considerada: 0 pontos Precário: 40 pontos Insuficiente: 80 pontos Mediano: 120 pontos Bom: 160 pontos Ótimo: 200 pontos

Não considerada: 0 pontos Precário: 40 pontos Insuficiente: 80 pontos Mediano: 120 pontos Bom: 160 pontos Ótimo: 200 pontos Competências ENEM Antes de relacionarmos as cinco competências do ENEM, esclarecemos que a prova de redação vale 1000 pontos no total (dividindo esse valor entre os 5 aspectos, cada um deles tem peso de

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência - 15 Ano Letivo 2012/2013

Informação Prova de Equivalência à Frequência - 15 Ano Letivo 2012/2013 Ensino Básico Informação Prova de Equivalência à Frequência - 15 Disciplina: Espanhol Ano Letivo 2012/2013 9º Ano de escolaridade 1. Objeto de avaliação A prova tem por referência o Programa de Espanhol

Leia mais

11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho)

11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS Maio de 2017 Prova 367 2017 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) Introdução Prova escrita e oral O presente documento

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PAREDE

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PAREDE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PAREDE Ano letivo de 2016 / 2017 GESTÃO DE CONTEÚDOS Ensino regular Português - 6.º Ano Unidades de Ensino / Conteúdos Nº Aulas Previstas (45 min) Unidades Abordadas: Unidade

Leia mais

UMA PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA NOS MOLDES DE DOLZ, SCHNEUWLY E NOVERRAZ

UMA PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA NOS MOLDES DE DOLZ, SCHNEUWLY E NOVERRAZ UMA PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA NOS MOLDES DE DOLZ, SCHNEUWLY E NOVERRAZ Felipe Grespan Rettore (UNIOESTE)1 Ellen Mariany da Silva Dias (Orientadora - UNIOESTE)2 Resumo: o presente trabalho tem como

Leia mais

Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André

Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André Objetivos Gerais: Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André # Promover as competências necessárias para as práticas de leitura e escrita autônomas

Leia mais

Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. (...)

Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. (...) Podemos tratar a dêixis como o modo mais óbvio de efetivação do elo entre a produção linguística dos falantes e os contextos situacionais em que tal produção ocorre. Ela permite marcar no enunciado as

Leia mais

Aula 03. Níveis de leitura de um texto. A Importância da leitura

Aula 03. Níveis de leitura de um texto. A Importância da leitura Aula 03 Níveis de leitura de um texto A aula de hoje tratará mais um pouco sobre a importância do ato de ler. Estudamos e começamos a perceber como a leitura é importante em nossas vidas, vimos que é interessante

Leia mais

TEXTOS NÃO-VERBAIS: UMA PROPOSTA DE LEITURA E PRODUÇÃO DO VERBAL

TEXTOS NÃO-VERBAIS: UMA PROPOSTA DE LEITURA E PRODUÇÃO DO VERBAL 1205 TEXTOS NÃO-VERBAIS: UMA PROPOSTA DE LEITURA E PRODUÇÃO DO VERBAL João Paulo Dias de Menezes 1 0. INTRODUÇÃO A conhecida dificuldade de produção textual levou-nos à escolha desse tema com a finalidade

Leia mais

CENTRO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS MODERNAS - CELEM

CENTRO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS MODERNAS - CELEM CENTRO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS MODERNAS - CELEM LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL CURSO BÁSICO APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA O ensino da Língua estrangeira tem feito parte da história da educação brasileira.

Leia mais

Documento curricular. 2º Trimestre

Documento curricular. 2º Trimestre Documento curricular 9º ano 2º Trimestre - 2017 Língua Portuguesa Caros pais, Relacionamos no quadro abaixo os conteúdos que serão trabalhados com os alunos neste 2º trimestre. Entenda-se por conteúdos

Leia mais

prof.: Pedro Augusto Furasté

prof.: Pedro Augusto Furasté INTERPRETAÇÃO t Coesão Textual prof.: Pedro Augusto Furasté DEFINIÇÃO A COESÃO TEXTUAL é a responsável pelo encadeamento dos elementos componentes do texto, analisa e comenta aspectos relacionados a: a)

Leia mais

textos: discussão e interpretação. de aula.

textos: discussão e interpretação. de aula. PLANO DE ENSINO 2013.1 ENGENHARIA CIVIL Disciplina LÍNGUA PORTUGUESA Código UPR 406 Docente Rita de Cássia Silva Tagliaferre Semestre I Carga horária 40 h 1 EMENTA A leitura e sua prática. A comunicação.

Leia mais

Anais do IX Seminário de Iniciação Científica SóLetras CLCA UENP/CJ - ISSN OS SETE FATORES DE TEXTUALIDADE PRESENTES NA SÉTIMA ARTE RESUMO

Anais do IX Seminário de Iniciação Científica SóLetras CLCA UENP/CJ - ISSN OS SETE FATORES DE TEXTUALIDADE PRESENTES NA SÉTIMA ARTE RESUMO OS SETE FATORES DE TEXTUALIDADE PRESENTES NA SÉTIMA ARTE RESUMO Arão Xavier de Freitas Junior Bruna Maria de Lima Coutinho Camila Zoraide de Oliveira Mayara Yurie Gazotto Yamada Pedro Augusto Lemos (G

Leia mais

L ngua Portuguesa INTRODUÇÃO

L ngua Portuguesa INTRODUÇÃO Programação 1º- ao5º-ano INTRODUÇÃO Ser leitor-escritor competente nos dias de hoje é uma das condições básicas para uma participação social efetiva. Assim, cabe à escola rever seus currículos e estar

Leia mais

Gêneros e Tipologia textuais e seus elementos constituintes (1).

Gêneros e Tipologia textuais e seus elementos constituintes (1). Aula Demonstrativa Compreensão e interpretação de textos verbais e não verbais. Análise de discursos no plano das relações entre Linguagem, Comunicação e Sociedade. Produção e recepção textuais nas práticas

Leia mais

Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Humanas e da Educação FAED PLANO DE ENSINO

Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Humanas e da Educação FAED PLANO DE ENSINO 1 Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Humanas e da Educação FAED PLANO DE ENSINO DEPARTAMENTO: Departamento de Ciências Humanas ANO/SEMESTRE: 2013/2 CURSO: Pedagogia FASE:

Leia mais

COLEGIADO DO CURSO DE DIREITO Autorizado pela Portaria nº 378 de 27/05/15-DOU de 28/05/15 Componente Curricular: Português Jurídico

COLEGIADO DO CURSO DE DIREITO Autorizado pela Portaria nº 378 de 27/05/15-DOU de 28/05/15 Componente Curricular: Português Jurídico COLEGIADO DO CURSO DE DIREITO Autorizado pela Portaria nº 378 de 27/05/15-DOU de 28/05/15 Componente Curricular: Português Jurídico Código: DIR - 192 Pré-requisito: - Período Letivo: 2016.2 Professor:

Leia mais

Processo de Admissão de Novos Estudantes Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no. 3º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA

Processo de Admissão de Novos Estudantes Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no. 3º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA Processo de Admissão de Novos Estudantes 2017 Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no 3º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA HABILIDADES CONTEÚDOS Identificar padrões numéricos ou princípios

Leia mais

MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA REDAÇÃO DETALHAMENTO POR COMPETÊNCIA FUVEST

MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA REDAÇÃO DETALHAMENTO POR COMPETÊNCIA FUVEST MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA REDAÇÃO DETALHAMENTO POR COMPETÊNCIA FUVEST C1- Desenvolvimento do tema e organização do texto dissertativo-argumentativo (Peso 4) Aqui são avaliados se o aluno cumpriu todos

Leia mais

Objectivos / Competências Conteúdos Descrição dos Domínios de referência: Unidades temáticas

Objectivos / Competências Conteúdos Descrição dos Domínios de referência: Unidades temáticas MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO-LEI Nº 357/07, DE 29 DE OUTUBRO ESPANHOL NÍVEL DE INICIAÇÃO 10º ANO (Cursos Científicos- Humanísticos Decreto Lei nº 74/04, de 26 de Março)

Leia mais

AS QUESTÕES OBRIGATORIAMENTE DEVEM SER ENTREGUES EM UMA FOLHA À PARTE COM ESTA EM ANEXO.

AS QUESTÕES OBRIGATORIAMENTE DEVEM SER ENTREGUES EM UMA FOLHA À PARTE COM ESTA EM ANEXO. ENSINO MÉDIO Conteúdos da 1ª Série 1º/2º Bimestre 2015 Trabalho de Dependência Nome: N. o : Turma: Professor(a): Glauber Data: / /2015 Unidade: Cascadura Mananciais Méier Taquara Redação Resultado / Rubrica

Leia mais

Processo de Admissão de Novos Estudantes Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no. 2º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA

Processo de Admissão de Novos Estudantes Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no. 2º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA Processo de Admissão de Novos Estudantes 2017 Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no 2º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA HABILIDADES CONTEÚDOS Reconhecer, no contexto social, diferentes

Leia mais

REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO EM CONCURSO DE PRODUÇÃO DE TEXTO E DESENHO

REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO EM CONCURSO DE PRODUÇÃO DE TEXTO E DESENHO REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO EM CONCURSO DE PRODUÇÃO DE TEXTO E DESENHO APRESENTAÇÃO Em 2014, a TV Morena HDTV e a Taurus realizam cinco ações/campanhas em prol do Meio Ambiente. Entre as ações/campanhas

Leia mais

EMENTA: O discurso enquanto prática social em diferentes situações de uso. Práticas discursivas (oralidade, leitura e escrita) e análise lingüística.

EMENTA: O discurso enquanto prática social em diferentes situações de uso. Práticas discursivas (oralidade, leitura e escrita) e análise lingüística. 17. LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA Carga horária total: 360 h/a - 300h EMENTA: O discurso enquanto prática social em diferentes situações de uso. Práticas discursivas (oralidade, leitura e escrita) e análise

Leia mais

PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL: PRODUÇÃO TEXTUAL ACADÊMICA, AVALIATIVO, PEDAGÓGICO E INSTITUCIONAL.

PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL: PRODUÇÃO TEXTUAL ACADÊMICA, AVALIATIVO, PEDAGÓGICO E INSTITUCIONAL. Centro de Estudos Superiores de Itaituba Ltda Faculdade de Itaituba FAI RAQUEL BATISTA SILVA AMANDA GONÇALVES BENTO PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL: PRODUÇÃO TEXTUAL ACADÊMICA, AVALIATIVO, PEDAGÓGICO

Leia mais

INGLÊS INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA. Prova º Ciclo do Ensino Básico AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA.

INGLÊS INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA. Prova º Ciclo do Ensino Básico AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS Prova 21 2014 Tipo de prova: Escrita e Oral 1ª e 2ª Fases 3º Ciclo do Ensino Básico O presente documento divulga

Leia mais

O INTERTEXTO EM JINGLES PUBLICITÁRIOS: CRITÉRIO DE TEXTUALIDADE

O INTERTEXTO EM JINGLES PUBLICITÁRIOS: CRITÉRIO DE TEXTUALIDADE O INTERTEXTO EM JINGLES PUBLICITÁRIOS: CRITÉRIO DE TEXTUALIDADE Arnaldo Nogari Júnior Layane Suellen Miguel Mariana Ferreto Tironi Maria Gabriele Alboneti (G- CLCA- UENP/CJ) Vera Maria Ramos Pinto (Orientadora-CLCA

Leia mais

1) Devemos proceder a primeira leitura de reconhecimento ininterrupta.

1) Devemos proceder a primeira leitura de reconhecimento ininterrupta. TRABALHOS CIENTÍFICOS ACADÊMICOS Muitas vezes, o estudante ou pesquisador, ao ser abordado para fazer um trabalho científico acadêmico, tem muitas dificuldades de diferenciar as características quanto

Leia mais

Cursos Profissionais Disciplina: PORTUGUÊS Anos: 10º; 11º e 12º

Cursos Profissionais Disciplina: PORTUGUÊS Anos: 10º; 11º e 12º PARÂMETROS GERAIS DE AVALIAÇÃO Integração escolar e profissionalizante Intervenções e Atividades na sala de aula: PESOS PARÂMETROS ESPECÍFICOS INSTRUMENTOS Peso 2 Peso 5 Comportamento-assiduidade-pontualidadecumprimento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO PROCESSO SELETIVO PARA O PREENCHIMENTO DE VAGAS DISPONÍVEIS/2015

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO PROCESSO SELETIVO PARA O PREENCHIMENTO DE VAGAS DISPONÍVEIS/2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO PROCESSO SELETIVO PARA O PREENCHIMENTO DE VAGAS DISPONÍVEIS/015 I ADEQUAÇÃO A- ao tema = 0 a pontos B- à leitura da coletânea =

Leia mais

A natureza textual e a informatividade na compreensão leitora

A natureza textual e a informatividade na compreensão leitora A natureza textual e a informatividade na compreensão leitora Francisco das Chagas de Sousa 1 1 Mestre em Linguística - UFPB. Professor do IFTO. email: francisco@ifto.edu.br. Professor pesquisador do Nuphedic,

Leia mais

Planejamento de ensino

Planejamento de ensino Planejamento de ensino Ensino O ENSINO: é um processo de aprendizagem que objetiva a formação ou transformação da conduta humana. A educação de hoje interessa-se pelo desenvolvimento harmônico do educando

Leia mais

CRITÉRIOS DE CORREÇÃO DA PROVA DE REDAÇÃO PARA O CURSO LETRAS LIBRAS. I ADEQUAÇÃO Adequação ao tema

CRITÉRIOS DE CORREÇÃO DA PROVA DE REDAÇÃO PARA O CURSO LETRAS LIBRAS. I ADEQUAÇÃO Adequação ao tema UFG/CS PS/011-1 RESPOSTAS ESPERADAS OFICIAIS CRITÉRIOS DE CORREÇÃO DA PROVA DE REDAÇÃO PARA O CURSO LETRAS LIBRAS I ADEQUAÇÃO (SERÁ CONSIDERADO O USO DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO SEGUNDA LÍNGUA) A- ao tema

Leia mais

Aula 05 MECANISMOS DE CONSTRUÇÃO TEXTUAL. Caro(a) aluno(a),

Aula 05 MECANISMOS DE CONSTRUÇÃO TEXTUAL. Caro(a) aluno(a), Aula 05 MECANISMOS DE CONSTRUÇÃO TEXTUAL Caro(a) aluno(a), Dando continuidade aos nossos estudos, esta aula abordará questões pontuais sobre o texto! Você deve estar se perguntando por que sobre ainda

Leia mais