1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS"

Transcrição

1

2 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Especialização Técnica de Nível Médio em Mamografia Eixo A Tecnológico Ambiente e Saúde, atende ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei Federal nº 9.394/96; no Decreto Federal nº 5.154/04; na Resolução CNE/CEB nº 06/2012 e no Parecer CNE/CEB nº 11/2012, no Regimento das Unidades Educacionais do e demais normas do sistema de ensino. Com o objetivo de atualizar o perfil profissional de conclusão, para que os egressos possam acompanhar as transformações do setor produtivo e da sociedade, o Plano de Curso de Especialização Profissional de Nível Técnico em Mamografia, aprovado pela Portaria CEE/GP nº 174 de 30/04/2003 passa, nesta oportunidade, por revisão, mantendo-se alinhado às exigências específicas da ocupação, incorporando as inovações decorrentes dos avanços científicos e tecnológicos deste segmento, da experiência acumulada pela instituição e de novas tecnologias educacionais. A mamografia tem se constituído em instrumento fundamental para a identificação de doenças da mama. No Brasil, a mamografia para rastreamento e a mamografia diagnóstica, aliadas ao exame clínico das mamas, são os métodos preconizados para prevenção ou detecção do câncer de mama. A detecção precoce é, depois da prevenção, o maior fator de sucesso no combate ao câncer, potencializando significativamente o impacto do tratamento e a sobrevida de pacientes. Segundo o Instituto Nacional de Câncer INCA, o câncer de mama identificado em estágios iniciais, quando as lesões são menores de dois centímetros de diâmetro, apresenta prognóstico mais favorável e elevado percentual de cura 1. Para o seu diagnóstico precoce, preconiza-se a realização do exame clínico das mamas para mulheres de todas as faixas etárias, levando-se em consideração o histórico clínico pessoal e familiar. Para mulheres acima de 40 anos recomenda-se a realização anual da mamografia. De acordo com o INCA, em 2012 estimaram-se para o Brasil casos novos de câncer da mama, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Em 2006, o Ministério da Saúde iniciou o Pacto pela Saúde 2 que, na sua dimensão Pacto pela Vida, incluiu entre as prioridades da saúde no Brasil o controle do câncer do colo do útero e do câncer de mama. Nesse contexto, traçou-se o objetivo de ampliar a oferta de mamografia, visando alcançar uma cobertura de 60% da população-alvo, composta por mulheres de 50 a 69 anos. 1 INCA. Disponível em: <http://www.inca.gov.br>. Acesso: 5 mar Ministério da Saúde. Disponível em:<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2006/prt0399_22_02_2006.html>. Acesso em: 05 mar

3 Atualmente, os avanços tecnológicos na área de diagnóstico por imagens e a utilização de mamógrafos de alta resolução têm proporcionado a detecção de um número cada vez maior de lesões mamárias, principalmente pequenas lesões, quando ainda não são palpáveis. Outras novas tecnologias também empregadas para o diagnóstico da mama são a ultrassonografia, a ressonância magnética e métodos invasivos tais como a tomossíntese, a mamotomia, a core-biopsy (biópsia do núcleo), a estereotaxia e a PAAF (Punção Aspirativa com Agulha Fina). Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia 3 o país conta com cerca de 4000 mamógrafos, sendo 1656 pertencentes ao SUS (Sistema Único de Saúde). Vários estudos publicados concluem que, apesar do grande número de mamografias realizadas, ainda existe um grande volume de exames de baixa qualidade (Koch, H., Colégio Brasileiro de Radiologia, 2011) 4. As instituições de saúde nem sempre dispõem de profissionais capacitados para a maximização dos recursos tecnológicos, bem como para a otimização dos processos de trabalho. Os exames realizados inadequadamente geram laudos inconclusivos, incapazes de subsidiar as decisões do médico solicitante, originando um número significativo de falsos positivos e falsos negativos. Nesse contexto, o Senac-SP oferece a Especialização Técnica de Nível Médio em Mamografia, como o objetivo do formar profissionais qualificados para atender às necessidades de mercado, de acordo com parâmetros de qualidade do setor. A Instituição se propõe a dar continuidade à atualização deste Plano de Curso para acompanhar as transformações tecnológicas e socioculturais do mundo do trabalho, especialmente da área da Saúde e no campo dos exames mamográficos, mediante contato permanente com especialistas da área e do setor produtivo. 2. REQUISITOS DE ACESSO Para matrícula neste curso, os (as) candidatos (as) deverão ter concluído o Curso Técnico em Radiologia. Documentos: Requerimento de Matrícula. Documento de Identidade (RG) (cópia simples). Diploma de Técnico em Radiologia (original e cópia simples ou cópia autenticada). 3 Sociedade Brasileira de Mastologia. Disponível em: <http://www.sbmastologia.com.br>. Acesso em: 7 mar KOCK, H. Colégio Brasileiro de Radiologia. Disponível em: <http//www.rb.org.br>. Acesso em: 7 mar

4 As inscrições e as matrículas serão efetuadas conforme cronograma estabelecido pela Unidade, atendidos os requisitos de acesso e nos termos regimentais. 3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O Especialista em Mamografia atua no setor de radiodiagnóstico, em clínicas ou centros hospitalares públicos ou privados. Desempenha funções relativas à realização de exames de mamografia nos sistemas analógico e digital, de acordo com os protocolos e princípios físicos aplicáveis e minimizando a dose de radiação no paciente, podendo inclusive auxiliar o médico na realização de procedimentos invasivos. Reúne também competências inerentes ao atendimento humanizado a pacientes e acompanhantes, ao controle de qualidade de mamógrafos e sistemas de aquisição de imagens e à utilização de laudos de exames de ressonância magnética, ultrassonografia e medicina nuclear como complemento da mamografia, por meio da interpretação de laudos médicos e com base no reconhecimento da aplicabilidade de cada procedimento. Para atender às demandas do processo produtivo, esse Especialista Técnico em Nível Médio em Mamografia deverá constituir as seguintes competências profissionais: Participar da realização de exames mamográficos não invasivos e invasivos, com base em protocolos de posicionamento do paciente e dos aparelhos e de acordo com as atribuições e os limites de atuação dos profissionais envolvidos, com o objetivo de minimizar a dose de entrada na pele e fornecer subsídios de qualidade para o laudo médico. Obter e manipular imagens mamográficas por meio da utilização de equipamentos analógicos e digitais e de acordo com os parâmetros de qualidade estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA e pelos demais órgãos competentes, visando à otimização da relação entre a qualidade das imagens geradas e a dose no paciente. 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular deste curso de Especialização Técnica de Nível Médio em Mamografia está estruturada em quatro módulos independentes e sem terminalidade, não requerendo aprovação em um para continuidade em outro. 4

5 M Ó D U L O S Carga Horária I Fundamentos da Mamografia 52 II Formação de Imagens e Controle de Qualidade 52 III Exames Mamográficos 144 IV Exames Complementares 52 Carga Horária 300 Estágio Profissional Supervisionado 60 TOTAL DE HORAS 360 Módulo I Fundamentos da Mamografia: Prevê que o aluno desenvolva uma visão geral do exame de mamografia, identificando suas principais características e aplicações e seu contexto de utilização. Para tal, propõe a análise da situação do câncer de mama no Brasil, por meio da identificação dos seus fatores de risco e das políticas públicas existentes, bem como o reconhecimento da fisiologia da mama e suas estruturas anatômicas humanas e radiológicas. Promove também, o reconhecimento da evolução histórica e das atuais tendências da mamografia, assim como dos principais avanços tecnológicos do segmento. Pode ser desenvolvido isoladamente ou em concomitância com o Módulo II. Módulo II Formação de Imagens e Controle de Qualidade: Prevê a atuação do aluno na geração, processamento e manipulação de imagens mamográficas, utilizando equipamentos analógicos e digitais com seus respectivos acessórios. Promove também o desenvolvimento de competências relativas ao controle de qualidade em mamógrafos e seus respectivos sistemas de aquisição de imagens, com base no reconhecimento dos princípios físicos envolvidos. Pode ser desenvolvido isoladamente, ou em concomitância com os Módulos I ou III. Módulo III Exames Mamográficos: Promove a atuação do aluno em exames mamográficos não invasivos, com base no desenvolvimento de competências relativas ao rastreamento e identificação de alterações anatômicas e morfológicas, à interpretação do sistema de padronização Internacional BIRADS e à realização do adequado posicionamento do paciente. Prevê também o reconhecimento das funções e responsabilidades do Técnico em Radiologia Especializado em Mamografia no atendimento humanizado a pacientes e acompanhantes, dentro dos seus limites de atuação e de acordo com a postura ética do profissional de radiodiagnóstico. Pode ser desenvolvido isoladamente, ou em concomitância com os Módulos II ou IV. 5

6 Módulo IV Exames Complementares: Prevê a atuação do aluno em exames mamográficos invasivos, auxiliando o médico com base no reconhecimento das ferramentas e funções relativas à mamotomia, à estereotaxia e à tomossíntese, ajustando o posicionamento do paciente e do aparelho de acordo com cada patologia ou biotipo. Contempla também a utilização de exames de ressonância magnética, ultrassonografia e medicina nuclear como complemento da mamografia, por meio da interpretação de laudos médicos e com base no reconhecimento da aplicabilidade de cada procedimento. Pode ser desenvolvido isoladamente, ou em concomitância com o Módulo III. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS NOS MÓDULOS Módulo I Fundamentos da Mamografia Reconhecer a situação atual do câncer de mama no Brasil, por meio da identificação dos fatores de alto e baixo risco para o seu desenvolvimento, dos índices e estimativas da Organização Mundial da Saúde - OMS, e das políticas públicas vigentes e projetadas, a fim de subsidiar a análise da realidade local, regional e nacional em relação ao exame de mamografia. Reconhecer as principais características da mamografia, sua classificação (rastreamento e diagnóstica) e sua funcionalidade, de acordo com o conceito atual de saúde, com base no reconhecimento da evolução histórica e das atuais tendências do exame, bem como dos principais avanços tecnológicos do segmento, a fim de construir um repertório que fundamente a atuação profissional no setor. Reconhecer a fisiologia da mama e suas estruturas anatômicas humanas e radiológicas, por meio da identificação das principais características do seu sistema embriológico, histológico, muscular, endócrino, linfático e cardiovascular, bem como da compreensão do processo evolutivo, com o objetivo de correlacionar os tecidos mamários e sua visualização em imagens radiológicas. Módulo II Formação de Imagens e Controle de Qualidade Gerar, processar e manipular imagens mamográficas, utilizando equipamentos analógicos e digitais com seus respectivos acessórios, a fim de fornecer subsídios de qualidade para o laudo médico e minimizar a dose no paciente. Realizar controle de qualidade em mamógrafos e seus respectivos sistemas de aquisição de imagens, por meio de testes desenvolvidos conforme os padrões estabelecidos pela ANVISA e pelos demais órgãos competentes, com o objetivo de otimizar a relação entre a qualidade das imagens geradas e a dose no paciente. 6

7 Módulo III Exames Mamográficos Identificar as alterações anatômicas e morfológicas detectáveis em exames de mamografia, correlacionando as imagens radiológicas e os principais componentes anatômicos da mama, a fim de realizar o protocolo de posicionamento adequado para cada caso. Reconhecer condutas prescritas em laudos médicos, com base na interpretação do sistema de padronização Internacional BIRADS, a fim de realizar o exame mamográfico conforme a necessidade apontada para cada paciente. Realizar o adequado posicionamento do paciente em exames não invasivos com incidências de rotina e/ou complementares, reconhecendo as estruturas da mama de acordo com os métodos de localização, utilizando as angulações e os acessórios correspondentes a cada protocolo e respeitando os parâmetros de proteção radiológica aplicáveis, com o objetivo de minimizar a taxa de reconvocação, reduzir a dose de entrada na pele e fornecer subsídios de qualidade para o laudo médico. Realizar atendimento humanizado a pacientes e acompanhantes, desenvolvendo procedimentos relativos à recepção, à elaboração da ficha de avaliação do paciente e ao acompanhamento do exame baseados na legislação vigente, na postura ética do profissional de radiodiagnóstico e no reconhecimento de suas responsabilidades e limites de atuação, visando à qualidade na satisfação das necessidades específicas de cada cliente. Módulo IV Exames Complementares Utilizar exames de ressonância magnética, ultrassonografia e medicina nuclear como complemento da mamografia, por meio da interpretação de laudos médicos e com base no reconhecimento da aplicabilidade de cada procedimento, a fim de realizar o exame mamográfico de acordo com a necessidade apontada para cada paciente. Auxiliar o médico na execução de diferentes exames mamográficos invasivos, com base no reconhecimento das principais condutas médicas, cirúrgicas e terapêuticas relativas a cada procedimento, visando contribuir com a sua adequada realização. Indicações Metodológicas As indicações metodológicas que orientam este curso, em consonância com a Proposta Pedagógica do, pautam-se pelos princípios da aprendizagem com autonomia e do desenvolvimento de competências profissionais, entendidas como a 7

8 capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho 5. As competências profissionais descritas na organização curricular foram definidas com base no perfil profissional de conclusão, considerando processos de trabalho de complexidade crescente relacionados com a área de atuação deste profissional. Tais competências desenham um caminho metodológico que privilegia a prática pedagógica contextualizada, colocando o aluno frente a situações problemáticas que possibilitem o exercício contínuo da mobilização e a articulação dos saberes necessários para a ação e solução de questões inerentes à natureza do trabalho neste segmento. A incorporação de tecnologias e práticas pedagógicas inovadoras previstas, como o trabalho por projeto, atende aos processos de produção da área, às constantes transformações que lhe são impostas e às mudanças socioculturais relativas ao mundo do trabalho. Propicia aos alunos a vivência de situações desafiadoras que levam a um maior envolvimento, instigando-os a decidir, opinar, debater e construir com autonomia o seu desenvolvimento profissional. Permite, ainda, a oportunidade de trabalho em equipe, assim como o exercício da ética, da responsabilidade social e da atitude empreendedora. As situações de aprendizagem previstas para o curso têm como eixo condutor um Projeto que será construído no decorrer dos módulos, ou seja, por etapas, considerando as especificidades de cada módulo. O trabalho por projeto favorece o desenvolvimento das competências previstas em cada módulo, na medida em que considera contextos similares àqueles encontrados nas condições reais de trabalho e estimula a participação ativa dos alunos na busca de soluções para os desafios que dele emergem. Estudo de casos, proposição de problemas, pesquisa em diferentes fontes, contato com empresas e especialistas da área, seminários, visitas técnicas, trabalho de campo e simulações de contextos compõem o repertório do trabalho por projeto, que será especificado no plano dos docentes, a ser elaborado sob a coordenação da Área Técnica da Unidade e registrado em documento próprio. Cabe ressaltar que, na mediação dessas atividades, o docente deve atuar no sentido de possibilitar a identificação de problemas diversificados e desafiadores, orientando a busca de informações, estimulando o raciocínio lógico e a criatividade e incentivando 5 Definição de competência profissional presente nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico Resolução CNE/CEB nº 04/99. 8

9 respostas inovadoras. Deve, também, criar estratégias que propiciem avanços, tendo sempre em vista que a competência é formada pela prática e que esta se dá em situações concretas. PLANO DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO PROFISSIONAL SUPERVISIONADO O estágio é um ato educativo, tendo como objetivo proporcionar a preparação para o trabalho produtivo e para vida cidadã do educando, sempre desenvolvido em ambientes de trabalho que envolva atividades relacionadas com a natureza do curso, nos termos da legislação vigente. Os estágios podem ser desenvolvidos onde a atividade do Especialista Técnico de Nível Médio em Mamografia se faça necessária, desde que ofereçam as condições essenciais ao cumprimento de sua função educativa, de maneira a evitar situações em que o aluno seja compelido a assumir responsabilidades de profissionais já qualificados e, dessa forma, desenvolvendo as atividades compatíveis com as previstas no Termo de Compromisso. O estágio deverá ter início a partir do Módulo I e ser concluído até o último dia do curso. De acordo com a Lei nº /2008, a carga horária de estágio para a educação profissional é de 6 horas diárias e 30 horas semanais. Não obstante, na área de radiologia e de acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia - CONTER, nº 10 de 11 de novembro de 2011, Artigo 9º, a jornada do Estágio Supervisionado desses profissionais não poderá ultrapassar 24 (vinte e quatro) horas semanais, em razão do art. 14 da Lei nº /1985, devendo constar no respectivo Termo de Compromisso. Periodicamente o aluno deverá apresentar ao docente orientador do estágio, relatório das atividades realizadas. Serão aplicados estratégias e instrumentos de avaliação do desempenho do aluno, com registros em formulário próprio de acompanhamento do estágio, com anotações diárias feitas pelo estagiário e validadas pelo supervisor do campo de estágio. Um relatório final deverá ser entregue no final do curso devidamente assinado pelo supervisor do estágio. Para realização do estágio há necessidade dos seguintes documentos: Acordo de Cooperação entre a Unidade Senac que oferecer o curso e a parte concedente que oferecer o campo de estágio. Este documento deverá definir as responsabilidades de ambas as partes e todas as condições necessárias para a realização do estágio. 9

10 Termo de Compromisso de Estágio, consignando as responsabilidades do estagiário e da parte concedente, firmado pelo seu representante, pelo estagiário e pela Unidade Senac, que deve zelar pelo cumprimento das determinações constantes do respectivo termo. Plano de Atividades do estagiário, elaborado em acordo com aluno, parte concedente e o Senac, incorporado ao termo de Compromisso. Seguro de Acidentes Pessoais para os estagiários, com cobertura para todo o período de duração do estágio pela parte concedente e, alternativamente, assumida pelo Senac. A apólice deve ser compatível com valores de mercado, ficando também estabelecidos no Termo de Compromisso. Durante a realização do estágio devem ser elaborados: Relatório de Estágio, segundo orientações do supervisor. Ficha de Acompanhamento de Estágio com registros diários feitos pelo estagiário e com visto do supervisor. 5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES As competências anteriormente adquiridas pelos alunos, relacionadas com o perfil profissional de conclusão deste curso, podem ser avaliadas para aproveitamento de estudos, nos termos da legislação e normas vigentes. O aproveitamento, em qualquer condição, deverá ser requerido antes do início do módulo e em tempo hábil para deferimento pela direção da Unidade e devida análise por parte dos docentes, aos quais caberá a avaliação das competências e a indicação de eventuais complementações. 6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem será contínua e cumulativa, priorizando aspectos qualitativos relacionados ao processo de aprendizagem e ao desenvolvimento do aluno observado durante a realização das atividades propostas, individualmente e/ou em grupo, tais como pesquisas, relatórios de atividades e visitas técnicas, estudo de casos, diagnóstico ou prognóstico sobre situações de trabalho e produtos gerados pelos projetos desenvolvidos. A avaliação deve se pautar por critérios e indicadores de desempenho, pois considerase que cada competência traz em si determinado grau de experiência cognitiva, valorativa e comportamental. Assim, pode-se dizer que o aluno adquiriu determinada 10

11 competência quando seu desempenho expressar esse patamar de exigência qualitativa. Para orientar o processo de avaliação, torná-lo transparente e capaz de contribuir para a promoção e a regulação da aprendizagem, é necessário que os indicadores de desempenho sejam definidos no plano de trabalho docente e explicados aos alunos desde o início do curso, a fim de direcionar todos os esforços da equipe técnica, dos docentes e do próprio aluno, para que ele alcance o desempenho desejado. Desse modo, espera-se potencializar a aprendizagem e reduzir ou eliminar o insucesso. Isso porque a educação por competência implica em assegurar condições para que o aluno supere dificuldades de aprendizagem diagnosticadas durante o processo educacional. A auto avaliação será estimulada e desenvolvida por meio de procedimentos que permitam que o aluno acompanhe seu progresso e pela identificação de pontos a serem aprimorados, considerando-se que esta é uma prática imprescindível à aprendizagem com autonomia. O resultado do processo de avaliação será expresso por menções: Ótimo: capaz de desempenhar, com destaque, as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. Bom: capaz de desempenhar, a contento, as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. Insuficiente: ainda não capaz de desempenhar, no mínimo, as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. As menção será atribuída no módulo, considerando os critérios e indicadores de desempenho relacionados às competências previstas em cada um deles, as quais integram as competências profissionais descritas no perfil de conclusão. Será considerado aprovado aquele que obtiver, ao final de cada módulo, as menções Ótimo ou Bom e a frequência mínima de 75% do total de horas de efetivo trabalho educacional. Para o estágio profissional supervisionado a frequência obrigatória é de 100% das horas destinadas às atividades previstas. Será considerado reprovado, aquele que obtiver a menção Insuficiente em qualquer um dos módulos, mesmo após as oportunidades de recuperação, ou tiver frequência inferior a 75% do total de horas de efetivo trabalho educacional, ou inferior a 100% das horas estabelecidas para o estágio profissional supervisionado. 11

12 Os alunos devem ter pleno conhecimento dos procedimentos a serem adotados para o desenvolvimento do curso, bem como sobre as normas regimentais e os critérios de avaliação, recuperação, frequência e promoção. 7. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS A rede de Unidades Educacionais tem a infraestrutura necessária para a realização dos cursos técnicos propostos, contando com dependências para acolhimento dos alunos, salas de aula devidamente mobiliadas com cadeiras móveis e armário para organização dos materiais, sala de atendimento, salas para Direção, Secretaria, Coordenação e Docentes, laboratórios de informática, bibliotecas com o acervo contendo os títulos da bibliografia básica indicada no correspondente Plano de Curso, computadores conectados à Internet e outros equipamentos, como Televisão, Vídeo/DVD, Projetor de slides e Retroprojetor/Data show. Equipamentos específicos Para o ambiente de radiologia: Aparelho CR Negatoscópio Para o ambiente de mamografia: Aparelho de mamografia Negatoscópio Phantom de mama Phantom de mama para agulhamento. Saiote de chumbo para proteção radiológica Simulador radiográfico Phantom de mama para teste de qualidade Para o ambiente de diagnóstico por imagem: Apek Notebooks Software para manipulação e tratamento de imagens radiológicas Para o ambiente de câmara escura: Filmes de mamografia (de 18 X 24 cm e de 24 x 30 cm) Processadora de filmes 12

13 Para o ambiente de workstation: Apek Computadores Monitor hospitalar para visualização de imagens radiológicas, monocromático e colorido Software para manipulação e tratamento de imagens radiológicas Bibliografia Básica Módulo I - Fundamentos da Mamografia KOPANS, D. B.; VASCONCELOS, M. M. de (tradutor). Diagnóstico por imagem da mama. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, TABAR, L.; DEAN, P. B; ALENCAR, B. de. Atlas de mamografia. Rio de Janeiro: Revinter, WEBER, E. C.; VILENSKY, J. A.; CARMICHAEL, S. W. Netter anatomia em imagens essencial. Rio de Janeiro: Elsevier, Módulo II Formação de Imagens e Controle de Qualidade AUGUSTO, J. V. Conceitos básicos de física e proteção radiológicas. São Paulo: Atheneu, BUSHONG, S. C. Ciência radiológica para tecnólogos. Rio de Janeiro: Elsevier, SANTOS, A. Física médica em mamografia. Rio de Janeiro: Revinter, Módulo III - Exames Mamográficos COSTA, N.O. Mamografia: posicionamentos radiológicos. São Paulo: Corpus, KOCH, H. A. Programa para treinamento em mamografia. São Paulo: Colégio Brasileiro de Radiologia, LOPES, A. A.; LEDERMAN, H. M; DIMENSTEIN, R. Guia prático de posicionamento em mamografia. São Paulo: Senac, Módulo IV - Exames Complementares AGUILLAR, V. L. N.; BAUAB, S. P.; MARANHÃO, N. M. Mama diagnóstico por imagem: mamografia, ultra-sonografia, ressonância magnética. Rio de Janeiro: Revinter, DUARTE, D. L. A mama em imagens. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

14 ROCHA, D. C.; BAUAB, S. P. Atlas de imagem da mama: correlação mamografia / ultra-sonografia, incluindo ressonância magnética e BI-RADS. São Paulo: Revinter, Bibliografia Complementar American College of Radiology. BI-RADS: sistema de laudos e registro de dados de imagem da mama. São Paulo: Colégio Brasileiro de Radiologia, BRANDÃO, A. Ressonância magnética da mama. São Paulo: Revinter, DIMENSTEIN, R.; BELFER, A. J. Guia prático de artefatos em mamografia: como identificá-los e evitá-los. São Paulo: Senac, DRONKERS, D. J.; HENDRIKS, J. H. C. L; HOLLAND, R.; ROSENBUSCH, G. Mamografia prática: patologia: técnicas, interpretação, métodos complementares. Rio de Janeiro: Revinter, PASQUALETTE, H. A.; KOCH, H. A.; KEMP, C. Mamografia atual. Rio de Janeiro: Revinter, PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO Estão habilitados para a docência neste curso, profissionais licenciados (licenciatura plena ou programa especial de formação) na respectiva área profissional. Para o desenvolvimento das competências previstas nos módulos constantes deste Plano de Curso devem ser admitidos docentes com a seguinte formação: MÓDULOS FORMAÇÃO Profissional com formação em radiologia, medicina, biomedicina ou enfermagem, com conhecimentos de saúde coletiva e dos principais aspectos relativos à situação do câncer de mama no Brasil. Fundamentos da Mamografia Profissional com formação em radiologia, medicina ou biomedicina, com experiência na realização de exames mamográficos. Profissional com formação em radiologia, medicina, biomedicina ou fisioterapia, com conhecimentos de anatomia humana, anatomia radiológica e fisiologia da mama. Formação de Imagens e Controle de Qualidade Exames Mamográficos Profissional com formação em física médica, física, engenharia ou radiologia, com experiência no controle de qualidade em mamógrafos e seus respectivos sistemas de aquisição de imagens utilizando equipamentos analógicos e digitais. Profissional com formação em radiologia, biomedicina ou medicina, com experiência na realização de exames de mamografia. 14

15 Exames Complementares Profissional com formação em radiologia, biomedicina ou medicina, com experiência na utilização de exames de ressonância magnética, ultrassonografia e medicina nuclear como complemento da mamografia. Profissional com formação em radiologia, biomedicina ou medicina, com experiência na realização e acompanhamento de exames mamográficos invasivos. Poderão ainda ser admitidos, em caráter excepcional, profissionais com a seguinte ordem preferencial: Na falta de licenciados, os graduados na correspondente área profissional ou de estudos. Na falta de profissionais graduados em nível superior nas áreas específicas, profissionais graduados em outras áreas e que tenham comprovada experiência profissional na área do curso. Na falta de profissionais graduados, técnicos de nível médio na área do curso, com comprovada experiência profissional na área. Aos não licenciados é propiciada formação docente em serviço. A coordenação do curso será realizada por profissional com graduação e experiência profissional compatíveis com as necessidades da função. 9. CERTIFICADO E DIPLOMA Àquele que concluir, com aprovação, todos os módulos e o estágio profissional supervisionado que compõem a organização curricular deste Plano de Curso, será conferido o certificado de Especialização Técnica de Nível Médio em Mamografia, com validade nacional. 15

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Especialização Técnica de Nível Médio em Custos Eixo Tecnológico Gestão e Negócios, atende ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei Federal

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Especialização Técnica de Nível Médio em Meio Ambiente para Técnico é um curso que compõe o itinerário formativo da Habilitação Técnica de Nível Médio em Técnico em Segurança

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 15 de Junho de 2010 Número do Plano: 143 Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Especialização Técnica de Nível Médio em Prótese sobre Implante A compõe o itinerário formativo da Habilitação Técnica de Nível Médio em Prótese Dentária, Eixo Tecnológico

Leia mais

LOGÍSTICA. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Nome do Curso: Habilitação Técnica de Nível Médio em Logística

LOGÍSTICA. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Nome do Curso: Habilitação Técnica de Nível Médio em Logística LOGÍSTICA Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 30 de novembro de 2006 Número do Plano: 111 Área do Plano: Gestão Plano de Curso para: 01.

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Especialização Técnica de Nível Médio em Enfermagem Instrumentação Cirúrgica compõe o itinerário formativo da Habilitação Técnica de Nível Médio em Enfermagem, Eixo Tecnológico

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Especialização Técnica de Nível Médio em Prótese sobre Implante A compõe o itinerário formativo da Habilitação Técnica de Nível Médio em Prótese Dentária, Eixo Tecnológico

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 12 de Fevereiro de 2010 Número do Plano: 139 Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança

Leia mais

CONTABILIDADE. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

CONTABILIDADE. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CONTABILIDADE Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 30 de novembro de 2006 Número do plano: 108 Área do plano: Gestão Plano de curso para:

Leia mais

PLANO DE CURSO. Qualificação Técnica de Nível Médio de Assistente Administrativo Carga Horária: 160 horas

PLANO DE CURSO. Qualificação Técnica de Nível Médio de Assistente Administrativo Carga Horária: 160 horas PLANO DE CURSO Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 19 de Julho de 2011 Número do Plano: 160 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 21 de agosto de 2006 Número do Plano: 99 Área do Plano: Áreas Secundárias: Gestão Comércio,

Leia mais

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 21 de agosto de 2006 Número do Plano: 98 Área do Plano: Áreas Secundárias: Gestão Comércio,

Leia mais

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Especialização Técnica de Nível Médio em Contabilidade Financeira

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Especialização Técnica de Nível Médio em Contabilidade Financeira Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 07 de agosto de 2006 Número do Plano: 94 Área do Plano: Gestão Plano de Curso para: 01. Especialização

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 27 de Julho de 2009 Número do Plano: 134 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Habilitação Técnica de Nível Médio em Logística Eixo Tecnológico Gestão e Negócios, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela Resolução CNE/CEB

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Informática Eixo Tecnológico A Informação e Comunicação, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio instituído

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. Nome do Curso: Habilitação Técnica de Nível Médio em Farmácia

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. Nome do Curso: Habilitação Técnica de Nível Médio em Farmácia Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 17 de Abril de 2007 Número do Plano: 114 Área do Plano: Saúde Plano de Curso para:

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 08 de Dezembro de 2010 Número do Plano: 148 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Especialização

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 27 de Julho de 2009 Número do Plano: 135 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios HABILITAÇÃO

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 02 de Março de 2009 Número do Plano: 129 Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 02 de Março de 2009 Número do Plano: 129 Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação

Leia mais

SUPERVISÃO DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA Iº CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MAMOGRAFIA LIFE IMAGEM

SUPERVISÃO DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA Iº CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MAMOGRAFIA LIFE IMAGEM SUPERVISÃO DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA Iº CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MAMOGRAFIA LIFE IMAGEM Direção: Dr. Carlos Alberto Martins de Souza Coordenação: Fis. Antonio Pires Filho Supervisão: Drª Leolinda Maria E.

Leia mais

PROGRAMA DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA EM MULHERES DA REGIÃO DO CARIRI OCIDENTAL, ESTADO DA PARAÍBA

PROGRAMA DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA EM MULHERES DA REGIÃO DO CARIRI OCIDENTAL, ESTADO DA PARAÍBA PROGRAMA DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA EM MULHERES DA REGIÃO DO CARIRI OCIDENTAL, ESTADO DA PARAÍBA Eulina Helena Ramalho de Souza 1 Telma Ribeiro Garcia 2 INTRODUÇÃO O câncer de mama é uma neoplasia

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 19 de Julho de 2011 Número do Plano: 158 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

A participação do radiologista no controle da qualidade da mamografia

A participação do radiologista no controle da qualidade da mamografia VII Encontro Nacional para o Controle do Câncer de Colo do Útero e de Mama QUALIDADE DA MAMOGRAFIA A participação do radiologista no controle da qualidade da mamografia Objetivo - Roteiro Descrever as

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 08 de Maio de 2009 Número do Plano: 132 Eixo Tecnológico: Produção Cultural e Design

Leia mais

FUNDAÇÃO PIO XII - HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS APRIMORAMENTO EM RADIOLOGIA MAMÁRIA ( Fellowship ) EDITAL DE SELEÇÃO PARA O ANO DE 2014

FUNDAÇÃO PIO XII - HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS APRIMORAMENTO EM RADIOLOGIA MAMÁRIA ( Fellowship ) EDITAL DE SELEÇÃO PARA O ANO DE 2014 FUNDAÇÃO PIO XII - HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS APRIMORAMENTO EM RADIOLOGIA MAMÁRIA ( Fellowship ) EDITAL DE SELEÇÃO PARA O ANO DE 2014 EDITAL N.º 11/2013-IEP/HCB A Fundação Pio XII, Hospital do Câncer

Leia mais

PLANO DE CURSO. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO

PLANO DE CURSO. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO PLANO DE CURSO Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 09 de abril de 2012 Número do Plano: 169 Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS HABILITAÇÃO

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 19 de Julho de 2011 Número do Plano: 157 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

Este plano de curso é válido para turmas iniciadas a partir de 31/01/2004, autorizado pela Portaria CEE/GP- 24 de 31/01/2004.

Este plano de curso é válido para turmas iniciadas a partir de 31/01/2004, autorizado pela Portaria CEE/GP- 24 de 31/01/2004. Este plano de curso é válido para turmas iniciadas a partir de 31/01/2004, autorizado pela Portaria CEE/GP- 24 de 31/01/2004. 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS JUSTIFICATIVA Bases Legais A habilitação profissional

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS PLANO DE CURSO 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Paisagismo Eixo Tecnológico A Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Multimídia Eixo Tecnológico A Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela Resolução

Leia mais

PROCESSO N 988/2006 PROTOCOLO N.º 9.041.582-4 PARECER N.º 652/06 APROVADO EM 08/12/06 INTERESSADO: CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ALVO

PROCESSO N 988/2006 PROTOCOLO N.º 9.041.582-4 PARECER N.º 652/06 APROVADO EM 08/12/06 INTERESSADO: CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ALVO PROTOCOLO N.º 9.041.582-4 PARECER N.º 652/06 APROVADO EM 08/12/06 CÂMARA DE PLANEJAMENTO INTERESSADO: CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ALVO MUNICÍPIO: APUCARANA ASSUNTO: Renovação do Reconhecimento do Curso

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Design de Interiores Eixo A Tecnológico Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela

Leia mais

AGENTE DE DESENVOLVIMENTO SOCIOAMBIENTAL

AGENTE DE DESENVOLVIMENTO SOCIOAMBIENTAL PLANO DE CURSO QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL EM AGENTE DE DESENVOLVIMENTO SOCIOAMBIENTAL EIXO TECNOLÓGICO:Ambiente e Saúde Carga Horária: 160 horas CATALÃO GO JANEIRO- 2014 SUMÁRIO 1- Justificativa ( Inserir

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO CONSULTA PÚBLICA Nº 8, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2011. DOU de 11/11/2011 (nº 217, Seção 1, pág.

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO CONSULTA PÚBLICA Nº 8, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2011. DOU de 11/11/2011 (nº 217, Seção 1, pág. MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO CONSULTA PÚBLICA Nº 8, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2011 DOU de 11/11/2011 (nº 217, Seção 1, pág. 88) O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE torna pública, nos termos do artigo

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Habilitação Técnica de Nível Médio em Computação Gráfica Eixo Tecnológico Informação e Comunicação, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio instituído

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO GUARUJÁ 2013 REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Artigo 1º - O Estágio

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE REGIMENTO INTERNO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE REGIMENTO INTERNO I DOS OBJETIVOS E DA ESTRUTURAÇÃO GERAL DO MESTRADO Art.

Leia mais

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Especialização Técnica de Nível Médio em Comércio Exterior

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Especialização Técnica de Nível Médio em Comércio Exterior Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 07 de agosto de 2006 Número do Plano: 95 Área do Plano: Gestão Plano de Curso para: 01. Especialização

Leia mais

PLANO DE CURSO. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO

PLANO DE CURSO. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO PLANO DE CURSO Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 17 de Dezembro de 2010 Número do Plano: 149 Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Especialização Técnica de Nível Médio em Prótese Total área profissional de Saúde, atende ao disposto na Lei Federal n º 9.394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;

Leia mais

Nome do curso: Pedagogia

Nome do curso: Pedagogia Nome do curso: Pedagogia MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Artigo 1º - O ESTÁGIO SUPERVISIONADO, previsto na Lei nº 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 20 de dezembro de 1996, visa a complementar

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL. 01. Nome do curso: Habilitação Técnica de Nível Médio em Gestão Empresarial Carga Horária: 840 horas

GESTÃO EMPRESARIAL. 01. Nome do curso: Habilitação Técnica de Nível Médio em Gestão Empresarial Carga Horária: 840 horas GESTÃO EMPRESARIAL Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 30 de novembro de 2006 Número do Plano: 110 Área do Plano: Gestão Plano de Curso

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Cacoal RO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS

Leia mais

Faculdade de Tecnologia Saint Pastous Curso Superior de Tecnologia em Radiologia Médica

Faculdade de Tecnologia Saint Pastous Curso Superior de Tecnologia em Radiologia Médica Faculdade de Tecnologia Saint Pastous Curso Superior de Tecnologia em Radiologia Médica Parecer de Aprovação MEC n 3.607, de 3 de dezembro de 2003 -D.O.U 4/12/2003 Diretora da Faculdade: Profª Vera Lucia

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Comércio Exterior Eixo A Tecnológico Gestão e Negócios de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio, instituído

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA ASCES

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA ASCES REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA ASCES NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º. O estágio curricular do Curso de Fisioterapia da Faculdade ASCES constitui uma etapa curricular com

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º.Os estágios que compõem a estrutura curricular do curso do curso de graduação em Farmácia da Faculdade de Ciências

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM UBERABA MG 2010 INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR ACADÊMICO

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO Este documento regulamenta os estágios obrigatórios e não obrigatórios do Curso de Bacharelado em Biomedicina visando à formação integral do

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O estágio

Leia mais

Nome da Instituição : SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC-SP. 01. Nome do curso: Habilitação Profissional de Técnico em Publicidade

Nome da Instituição : SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC-SP. 01. Nome do curso: Habilitação Profissional de Técnico em Publicidade Nome da Instituição : SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC-SP CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 02 de janeiro de 2001 Número do Plano: 12 Área do Plano: Comunicação PLANO DE CURSO PARA: 01. Nome

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Computação Gráfica Eixo A Tecnológico Informação e Comunicação, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela Resolução

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA DO IMMES. Capítulo I

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA DO IMMES. Capítulo I MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA DO IMMES. Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1 - O presente Manual tem por finalidade orientar os alunos concluintes do Curso

Leia mais

PLANO DE CURSO. Qualificação Técnica de Nível Médio de Guia de Turismo Regional Carga Horária: 540 horas

PLANO DE CURSO. Qualificação Técnica de Nível Médio de Guia de Turismo Regional Carga Horária: 540 horas PLANO DE CURSO Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 29 de fevereiro de 2012 Número do Plano: 167 Eixo Tecnológico: Turismo, Hospitalidade

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012. RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS PLANO DE CURSO 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Habilitação Técnica de Nível Médio em Programação de Jogos Digitais Eixo Tecnológico Informação e Comunicação, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, LICENCIATURA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior - DAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 17 de Dezembro de 2010 Número do Plano: 149 Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança

Leia mais

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL GLOSSÁRIO EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SENAC DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RIO DE JANEIRO NOVEMBRO/2009 AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Ações educativas destinadas ao desenvolvimento de competências necessárias

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98. Data: 09 de Janeiro de 2009

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98. Data: 09 de Janeiro de 2009 Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 09 de Janeiro de 2009 Número do Plano: 126 Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 16 de Dezembro de 2008 Número do Plano: 125 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Modadidade:

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. O presente Regulamento estabelece as políticas

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

QUESTÕES RELATIVAS AO ESTÁGIO SUPERVISIONADO GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO

QUESTÕES RELATIVAS AO ESTÁGIO SUPERVISIONADO GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO QUESTÕES RELATIVAS AO ESTÁGIO SUPERVISIONADO GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO JUNHO/2008 Atualização Abarê Maynart de Oliveira GED Silvio Cardoso GED Validação João Ricardo Santa Rosa Gerente de Educação 2 Índice

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 043/2010 DO COLEGIADO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO Nº 043/2010 DO COLEGIADO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 043/2010 DO COLEGIADO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Dá nova redação à Resolução nº 07/2004 AD REFERENDUM do CEPE, que regulamenta as atividades de Estágio Extracurricular dos estudantes de

Leia mais

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA 2015 SUMÁRIO 1 - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 2 - OBJETIVO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO... 3 3 - ACOMPANHAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO... 4 4 - EXEMPLO DE ÁREAS PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO...

Leia mais

Regulamento dos Estágios Curriculares Supervisionados

Regulamento dos Estágios Curriculares Supervisionados Regulamento dos Estágios Curriculares Supervisionados Fixa normas dos Estágios Curriculares Supervisionados do Curso de Odontologia do Centro Universitário de Anápolis UniEVANGÉLICA. TÍTULO I DO ESTÁGIO

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º Este Regulamento disciplina as atividades do Estágio Curricular Supervisionado,

Leia mais

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI REGULAMENTO DA CLÍNICA ESCOLA E SERVIÇOS DE PSICOLOGIA - CESP Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 11/15 de 08/04/15. CAPÍTULO I DO OBJETIVO DO REGULAMENTO Art. 1º A Clínica Escola de Psicologia é o ambiente

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO Considerando o objetivo de formação de docentes em que a atividade prática de prestação de serviços especializados é relevante à sociedade, torna-se necessário

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 111 DE 18 DE JULHO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº. 111 DE 18 DE JULHO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº. 111 DE 18 DE JULHO DE 2011. O PRESIDENTE DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS, no uso de suas atribuições legais e considerando o

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

Resolução CFBM Nº 234 DE 05/12/2013

Resolução CFBM Nº 234 DE 05/12/2013 Resolução CFBM Nº 234 DE 05/12/2013 Publicado no DO em 19 dez 2013 Dispõe sobre as atribuições do biomédico habilitado na área de imagenologia, radiologia, biofísica, instrumentação médica que compõe o

Leia mais

FACULDADE REGIONAL DA BAHIA / UNIRB PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES / 2008.2 CURSO DE TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA

FACULDADE REGIONAL DA BAHIA / UNIRB PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES / 2008.2 CURSO DE TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA FACULDADE REGIONAL DA BAHIA / UNIRB PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES / 2008.2 CURSO DE TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA A coordenação do curso de Tecnologia em Radiologia da UNIRB/ Salvador, vem divulgar para

Leia mais

NORMAS GERAIS PARA A REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DE PÓS-GRADUAÇÃO

NORMAS GERAIS PARA A REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DE PÓS-GRADUAÇÃO NORMAS GERAIS PARA A REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DE PÓS-GRADUAÇÃO Regimento de Pós-Graduação CAPÍTULO I Da Caracterização, Fins e Objetivos Art.1º As presentes normas visam, em conjunto com o Regimento

Leia mais

O ESTÁGIO CURRICULAR: ESPECIFICIDADES E FUNDAMENTOS LEGAIS

O ESTÁGIO CURRICULAR: ESPECIFICIDADES E FUNDAMENTOS LEGAIS O ESTÁGIO CURRICULAR: ESPECIFICIDADES E FUNDAMENTOS LEGAIS O QUE É O ESTÁGIO? Estágio é um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO, BACHARELADO Administração LFE em Administração de Empresas Lajeado 4811 Administração LFE em Administração

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA Santa Maria, RS. 2012 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS... 3 CAPÍTULO II... 4 REGULARIZAÇÃO DO ESTÁGIO... 4 CAPÍTULO III... 5 DOS ASPECTOS LEGAIS... 5

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO 2013 Coordenação Pedagógica: Prof. Ms José Luiz de Miranda Alves Coordenação do Núcleo de Estágio - NEST: Profª. Ms

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Comunicação Visual Eixo A Tecnológico Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela

Leia mais

Curso de Engenharia de Elétrica

Curso de Engenharia de Elétrica Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório Curso de Engenharia de Elétrica Cascavel-PR 2011 - 2 - CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar o Estágio

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE NUTRIÇÃO, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA e OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA e OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA e OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Radiologia Eixo Tecnológico A Ambiente, e Saúde, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, instituído pela Resolução CNE/CEB

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS REGULAMENTO

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS REGULAMENTO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS REGULAMENTO Guarapuava 2013 1 CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES INICIAIS Art. 1º As atividades de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO - LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO - LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA 1. APRESENTAÇÃO O curso de Educação Física da FISMA, através de sua orientação de estagio supervisionado obrigatório, vem por meio de o presente documento estabelecer as diretrizes básicas da realização

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Processos Fotográficos A Eixo Tecnológico Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE LETRAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE LETRAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE LETRAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA Art. 1º O presente regulamento estabelece as orientações básicas

Leia mais