Direito Constitucional 3º semestre Professora Ilza Facundes. Repartição de Competência

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1 Direito Constitucional 3º semestre Professora Ilza Facundes Repartição de Competência

2 Repartição de Competência na CF/88 Noções Básicas: Em 1988, a Assembleia Nacional Constituinte tinha numa das mãos todas as competências do Estado brasileiro, e na outra mão os quatro entes federados para, entre eles, repartir essas competências.

3 Repartição de Competência na CF/88 Objeto do nosso estudo: Como o legislador constituinte repartiu as competências entre os diferentes entes federados? Que técnica adotou para efetivar essa partilha? Quais as competências foram atribuídas a cada ente federado?

4 Repartição de Competência na CF/88 RELEMBRANDO... repartição de competências é decorrência de um Estado do tipo Federado, pois num Estado Unitário não há que se falar em partilhar competências, haja vista que nele só haverá um ente político, que, consequentemente, acumulará todas as competências estatais.

5 Repartição de Competência na CF/88 RELEMBRANDO... uma vez fixada a partilha de competência na Constituição, ela passa a funcionar como maior garantia da existência do Estado Federado, da autonomia dos entes federados.

6 Repartição de Competência na RELEMBRANDO... CF/88 Diz a Constituição Federal que todos os entes federados são autônomos, nos termos desta Constituição (CF, art. 18). Significa dizer que cada um dos entes federados retira sua autonomia, precisamente, nas competências que lhe foram outorgadas pela Constituição.

7 Repartição de Competência na RELEMBRANDO... CF/88 E onde está a autonomia do ente Município?

8 Repartição de Competência na RELEMBRANDO... CF/88 Exatamente nas competências que lhe foram atribuídas pela Constituição (esse mesmo raciocínio poderá ser empregado para os demais entes federados).

9 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E CLÁUSULA PÉTREA Repartição de competências é cláusula pétrea na vigente Constituição Federal de 1988?

10 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E CLÁUSULA PÉTREA O modelo de partilha de competências estabelecido pelo legislador constituinte originário em 1988 pode ou não, ser substancialmente alterado por meio de emenda constitucional?

11 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E CLÁUSULA PÉTREA Na vigente Constituição Federal, repartição de competências não é cláusula pétrea. O modelo de repartição traçado pelo legislador constituinte originário poderá sofrer modificações substancias por meio de emenda constitucional.

12 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E CLÁUSULA PÉTREA Nada impede que uma matéria hoje integrante da competência legislativa concorrente seja repassada, por meio de emenda constitucional, à União; ou que uma matéria hoje integrante da competência dos Estados seja repassada aos Municípios e assim por diante.

13 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E CLÁUSULA PÉTREA Outra indagação deve ser respondida: Se repartição de competência não é cláusula pétrea, pode-se então afirmar que uma emenda constitucional pode modificar ilimitadamente o modelo de partilha estabelecido pelo legislador constituinte originário?

14 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E CLÁUSULA PÉTREA A resposta é negativa. O poder da emenda constitucional de alterar o modelo de repartição estabelecido pelo legislador constituinte originário é um poder limitado, pois a alteração não poderá ser tendente a abolir a forma federativa de Estado, sob pena de incorrer em ofensa à cláusula pétrea (CF, art. 60, 4º, I).

15 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E Exemplificando... CLÁUSULA PÉTREA As competências dos Municípios, CF/88, não são absolutamente imutáveis, nada impede que uma emenda constitucional retire dos Municípios alguma competência; porém, seria flagrantemente inconstitucional uma emenda que retirasse todas as competências dos Municípios e as repassasse aos Estados membros, porque essa emenda seria, tendente a abolir a forma federativa de Estado.

16 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E CLÁUSULA PÉTREA Exemplificando... Inconstitucional seria uma emenda que retirasse dos Municípios a competência para instituir, fiscalizar e arrecadar seus tributos, aspecto de fundamental importância para a garantia da autonomia municipal (afrontaria o art. 60, 4º, I, da CF/88, pois tenderia à abolição, ao enfraquecimento da forma federativa de Estado, idealizada pelo legislador constituinte originário).

17 REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E CLÁUSULA PÉTREA Conclusão... Repartição de competências na CF/88 não é cláusula pétrea; nada impede, portanto, sejam promovidas modificações nessa repartição por meio de emenda constitucional; porém, esse poder de modificação não é ilimitado, pois a modificação não poderá ser de tal magnitude que tenda a abolir a forma federativa de Estado, o que violaria uma cláusula pétrea expressa.

18 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Temos competência administrativa quando a Constituição outorga ao ente a competência para atuar concretamente sobre a matéria, para explorar, para exercer efetivamente a competência.

19 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Temos competência legislativa quando a Constituição outorga ao ente a competência para legislar, para regular, para estabelecer normas sobre a matéria. Se outorgada a competência legislativa à União para o trato de determinada matéria, outros entes poderão atuar no âmbito dessa matéria, mas somente a União poderá legislar, regular essa forma de atuação.

20 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Temos competência legislativa quando a Constituição outorga ao ente a competência para legislar, para regular, para estabelecer normas sobre a matéria. Se outorgada a competência legislativa à União para o trato de determinada matéria, outros entes poderão atuar no âmbito dessa matéria, mas somente a União poderá legislar, regular essa forma de atuação.

21 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Os art. 21 e 22 da CF, nos auxiliam na compreensão dessa distinção: O art. 21 estabelece a denominada competência exclusiva da União, de natureza administrativa. Assim, trata-se de competência administrativa para atuação efetiva sobre as matérias enunciadas nos seus incisos.

22 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Exemplificando... Ao enunciar no inciso I que compete à União manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais, está a Constituição determinando que só a União poderá atuar nessa área (não há possibilidade jurídica de que um Estado ou um Município venha celebrar um tratado internacional). ANOTE: a competência administrativa é para exploração, para atuação efetiva sobre a matéria.

23 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Bem diferente é o que ocorre na competência legislativa da União, art. 22 CF. Nos incisos do art. 22, não se está afirmando que somente a União atuará sobre tais matérias. Está se afirmando que compete à união, privativamente, legislar sobre essas matérias, disciplinar, regular a exploração dessas matérias.

24 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Exemplificando... o inciso XI do art. 22 estabelece que compete privativamente à União legislar sobre trânsito e transporte. Ora, não se está aqui afirmando que só a União prestará serviços de transporte no Brasil, sabe-se que os Estados, o Distrito Federal e os Municípios também prestam serviço de transporte de passageiros.

25 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS O que se vê nesse dispositivo é que caberá à União legislar sobre essa matéria, estabelecer normas para a prestação desses serviços. Logo, quando os Estados, o Distrito Federa e os Municípios prestam serviços de transporte, estão eles obrigados a observar as regras estabelecidas pela União. Não poderão eles estabelecer regras próprias sobre trânsito e transporte.

26 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Exemplificando... Foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal lei de Município no Estado do Paraná que estabelecia a obrigatoriedade do uso de cinto de segurança no transporte público municipal.

27 MODELOS DE REPATIÇÃO DE COMPETÊNCIA Há dois modelos distintos de repartição de competências que poderão ser adotados pelos Estados Federados: o modelo horizontal e o modelo vertical.

28 MODELOS DE REPATIÇÃO DE COMPETÊNCIA No modelo horizontal de repartição, não haverá hierarquia, subordinação de um ente federado sobre a atuação do outro. A competência é atribuída constitucionalmente a um ente federado e ele a exercerá sem nenhuma ingerência de outro ente federado.

29 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Exemplificando... O art. 21 da Constituição Federal, que outorga competência administrativa exclusiva à União, bem assim o art. 22, que estabelece a competência legislativa privativa da União.

30 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Exemplificando... O art. 21 da CF, que outorga competência administrativa exclusiva à União, bem assim o art. 22, que estabelece a competência legislativa privativa da União. A competência outorgada aos Municípios, no art. 30 da CF.

31 MODELOS DE REPATIÇÃO DE COMPETÊNCIA No modelo vertical de repartição, diferentes entes federados atuarão sobre as mesmas matérias, razão pela qual haverá uma relação vertical entre eles, haverá uma relação de hierarquia no trato dessas matérias.

32 MODELOS DE REPATIÇÃO DE COMPETÊNCIA Assim, eles não poderão dispor dos mesmos poderes nessa atuação; deverão eles desempenhar funções diferentes no trato dessas matérias, sob pena de termos constantes conflitos entres tais entes federados

33 COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E COMPETÊNCIAS LEGISLATIVAS Exemplificando... No art. 24 é atribuída competência para a União, os Estados e o Distrito Federal legislar, concorrentemente, sobre as mesmas matérias (diferentes entes federados atuando sobre as mesmas matérias).

34 MODELOS DE REPATIÇÃO DE COMPETÊNCIA Os parágrafos do art. 24 estabelecem como será a atuação legislativa de cada um desses entes federados no trato das matérias (haverá uma hierarquia entre eles, ao disciplinarem essas matérias).

35 Conclusão... MODELOS DE REPATIÇÃO DE COMPETÊNCIA A Constituição Federal de 1988 adotou tanto o modelo horizontal, quanto o modelo vertical de repartição de competências, com predominância do primeiro (a única hipótese de repartição vertical de competência que temos é a competência legislativa concorrente, fixada no art. 24 da CF/88).

36 TÉCNICA DE REPARTIÇÃO ADOTADA PELA CF/88 O estudo da técnica de repartição de competências na nossa Constituição Federal deve começar pelo exame do princípio da predominância do interesse, pois foi ele o marco inicial, o princípio que norteou o legislador constituinte na partilha de competências entre os diferentes entes federados.

37 TÉCNICA DE REPARTIÇÃO ADOTADA PELA CF/88 Temos na nossa Federação um ente nacional (União), um ente regional (Estados) e um ente local (Municípios); de acordo com esse princípio, se a Matéria é de interesse predominantemente nacional, deverá ser outorgada à União;

38 TÉCNICA DE REPARTIÇÃO ADOTADA PELA CF/88 Se a matéria é de interesse predominantemente regional, deverá ser reservada aos Estados-membros; se é de interesse predominantemente local, deverá ser atribuída aos Municípios (o Distrito Federal, em face da vedação de sua divisão em Municípios, cumula as competências locais e regionais).

39 TÉCNICA DE REPARTIÇÃO ADOTADA PELA CF/88 Exemplificando... Na prestação do serviço de transporte de passageiros, temos o seguinte: (a) se o transporte é intramunicipal (no âmbito do Município), há um predomínio do interesse local, razão pela qual a competência para sua prestação foi outorgada ao Município;

40 TÉCNICA DE REPARTIÇÃO ADOTADA PELA CF/88 (b) se o transporte é intermunicipal (entre Municípios, no âmbito de um mesmo Estado), predomina o interesse regional, sendo a competência do Estado; c) se o transporte é interestadual ou internacional (entre Estados-membros, ou envolvendo outros Países), há um explícito predomínio do interesse nacional, razão pela qual a competência foi outorgada à União.

41 TÉCNICA DE REPARTIÇÃO ADOTADA PELA CF/88 Partindo do princípio da predominância do interesse, a Constituição Federal adotou a seguinte técnica para partilhar as competências entre os diferentes entes federados:

42 TÉCNICA DE REPARTIÇÃO ADOTADA PELA CF/88 a) enumerou expressamente as competências da União (artigos 21 e 22 da CF/88); b) enumerou expressamente as competências dos Municípios (art. 30 da CF/88);

43 TÉCNICA DE REPARTIÇÃO ADOTADA PELA CF/88 c) outorgou ao Distrito Federal as competências dos Estados e Municípios (CF/88, art. 32, 1º); d) reservou aos Estados-membros as competências que não lhes foram vedadas pelo texto constitucional (competência remanescente, nãoenumerada, prevista no art. 25, 1º, da CF/88);

44 TÉCNICA DE REPARTIÇÃO ADOTADA PELA CF/88 e) criou uma competência administrativa comum a todos os entes federados (art. 23 da CF/88); f) criou uma hipótese de concorrência legislativa entre a União, Estados e Distrito Federal (competência legislativa concorrente, prevista no art. 24 da CF/88).

45 MODELOS DE REPATIÇÃO DE COMPETÊNCIA Conclusão... A CF/88 enumerou expressamente as competências da União e dos Municípios, outorgou as competências municipais e estaduais ao Distrito Federal, reservou aos Estados as competências remanescentes, além de estabelecer competência administrativa comum a todos os entes e legislativa concorrente entre a União, Estados e Distrito Federal.

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