MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA VIÁRIA REQUISITOS DA NORMA ISO 39001

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1 MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA VIÁRIA REQUISITOS DA NORMA ISO 39001

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3 A P R E S E N TA Ç Ã O Construindo um novo futuro Para tornar-se íder goba em souções de transporte sustentáve, o Grupo Vovo busca desenvover produtos que gerem produtividade, que sejam eficientes energeticamente e que ofereçam segurança máxima. Nesse útimo aspecto, a empresa recentemente estabeeceu Zero Acidentes com produtos do Grupo Vovo como uma meta de ongo prazo atamente desafiadora. A Vovo sabe que esse idea de futuro não será construído apenas com veícuos cada vez mais seguros. É essencia ampiar a conscientização e a capacitação das pessoas que efetivamente utiizam os seus produtos e serviços. Há mais de 27 anos o Grupo Vovo no Brasi, por meio do Programa Vovo de Segurança no Trânsito (PVST), mobiiza a sociedade para a redução do número e gravidade dos acidentes de trânsito no País. Para acançar o idea de futuro de Zero Acidentes com produtos Vovo, o PVST tem concentrado esforços na mobiização do setor de transporte comercia. Historicamente, segurança no trânsito nunca foi uma prioridade no Brasi, mas, feizmente, aos poucos, as empresas começam a mostrar preocupação e a desenvover ações para suprir essa grave deficiência. Sem dúvida, o enorme número de acidentes rodoviários traz grandes prejuízos humanos e financeiros para as empresas, o que torna surpreendente o fato dessa reação já não ter começado há muito mais tempo. O Brasi ainda registra um índice de acidentaidade absoutamente incompatíve com a posição que desfruta no contexto econômico mundia. É nesse contexto que a ISO surge como uma oportunidade para que os empresários do setor de transporte avancem e fortaeçam ainda mais suas empresas em segurança viária. A Norma chega justamente no momento em que a Vovo apresenta sua nova visão, a de Zero Acidentes, um desafio de grande compexidade, que encontra na ISO 39001, um aiado extraordinário para atingir seus objetivos. Ao produzir este manua sobre a Norma ISO 39001, o objetivo do PVST é o de possibiitar aos transportadores brasieiros uma visão ampa e detahada dos caminhos que precisarão percorrer para obter a certificação de um Sistema de Gestão de Segurança Viária, que certamente tornará a empresa mais competitiva no mercado, aém de mais segura. Se por um ado a ISO é capaz de proporcionar um quadro promissor para um futuro mehor, de outro, o grande desafio atua é impementá-a nas empresas, notadamente naqueas menos famiiarizadas com as particuaridades deste tipo de Norma. Para atingir a certificação, as empresas precisarão de um meticuoso e paciente processo de aperfeiçoamentos gerenciais. O ponto de partida da grande marcha é, sem dúvida, a manifestação da vontade de ir adiante por parte do comando das empresas de transporte. Não basta a iderança dizer que quer, terá de manifestar apoio forma através da disponibiização dos meios para que as ações aconteçam.

4 Este manua é composto por quatro capítuos: Introdução, Termos e Definições, Requisitos da Norma ISO e Projeto e Impantação de um Sistema de Gestão de Segurança Viária. O útimo capítuo contém um passo a passo detahado sobre como impementar a Norma nas empresas. Se a empresa não tiver famiiaridade com projetos dessa natureza, possivemente a boa opção poderá ser contratar uma consutoria para trabahar com a equipe interna na viabiização do processo. Seja qua for a forma escohida, o conseho do PVST é: Vá em frente empresário, conquiste a sua certificação da ISO 39001! Será um extraordinário egado para o futuro da sua empresa, do seu negócio e uma exceente contribuição para o desenvovimento naciona. Assuma conosco o compromisso de disseminar a segurança para que possamos, juntos, construir um novo futuro. Um futuro com Zero Acidentes! Programa Vovo de Segurança no Trânsito (PVST) Outubro de 2014

5 S U M Á R I O I N T R O D UÇÃO 6 A EMPRESA COMO UM SISTEMA 7 O SUBSISTEMA DIREÇÃO E GESTÃO 8 O SUBSISTEMA OPERAÇÕES 9 O SUBSISTEMA RECURSOS HUMANOS 9 TERMOS E DEFINIÇÕES 10 REQUISITOS DA NORMA ISO PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE SEGURANÇA VIÁRIA 26 I CONHECIMENTO DA ORGANIZAÇÃO E SEU CONCEITO 29 II COMPREENDER AS NECESSIDADES E EXPECTATIVAS DAS PARTES INTERESSADAS 33 III DETERMINAÇÃO DO ÂMBITO DO SISTEMA 34 IV LIDERANÇA E POLÍTICA 35 V INDICADORES DE DESEMPENHO 36 V OBJETIVOS 40 VII MONITORAMENTO E MEDIÇÃO 41 VIII DOCUMENTAÇÃO 42 IX PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO 43 X DIVULGAÇÃO, INFORMAÇÃO E FORMAÇÃO 46 XI ACOMPANHAMENTO DA IMPLANTAÇÃO 48 XII AUDITORIA 49 FICHA TÉCNICA 50

6 I N T R O D U Ç Ã O Tanto a administração púbica como as empresas estão se conscientizando, nos útimos anos, de que uma maneira de resover o probema da segurança viária e, em particuar, a segurança viária no trabaho, envove a reaização de ações de formação e sensibiização dentro de suas atividades de prevenção dos riscos profissionais. Muitas empresas estão impantando panos de segurança viária, panos de mobiidade e anáise de risco viário, que começam a dar frutos. Nesse contexto, os organismos internacionais de normaização recentemente pubicaram a Norma ISO Sistemas de Gestão Segurança Viária, requisitos e recomendações de mehores práticas (2012), que tem como objetivo: Especificar os requisitos para um sistema de gestão que permita a uma organização que interage com o sistema viário reduzir mortes e ferimentos graves em acidentes de trânsito. O sistema de gestão estabeecido na Norma ISO enfoca a organização, seus objetivos e metas de Segurança Viária (SV), e direciona as atividades de panejamento ao usar uma abordagem de sistema seguro para a segurança viária. A abordagem de sistemas de segurança varia de acordo com aguns fatores, mas podem ser estabeecidos critérios comuns a todos ees: Têm como objetivo de ongo prazo eiminar as mortes e danos graves em acidentes de trânsito. Procuram desenvover um sistema viário que se encaixa da mehor maneira ao erro humano. Incorporam muitas souções para atenuar a força do impacto numa coisão, estabeecendo os imites de veocidade de acordo com o tipo de estrada. Incuem o conceito econômico, a fim de definir prioridades e concentrar-se nas áreas de maior impacto. São baseados em iderança integra, tanto de governos quanto da direção das organizações. Ainham a tomada de decisões sobre a segurança viária com a maior capacidade de decisão da sociedade. Adotam o princípio da "responsabiidade compartihada" entre os diferentes atores do sistema viário. Os requisitos da Norma incuem: Desenvovimento e apicação de uma poítica de segurança viária adequada. Panos de ação que evem em conta os requisitos egais e outros que a organização subscreva. As informações sobre os eementos e critérios reacionados com a segurança viária. 6 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

7 A Norma é apicáve a quaquer organização, privada ou não, independentemente do tamanho ou atividade exercida, sempre que esta pretenda: Mehorar o desempenho em SV. Estabeecer, impementar, manter e mehorar um sistema de gestão de SV. Garantir a conformidade com poíticas próprias de SV. Demonstrar conformidade com a Norma (certificação). A EMPRESA COMO UM SISTEMA Para executar uma anáise ampa das reações empresariais, tanto interna como externa, há uma poderosa ferramenta conceitua que ajuda a estudar as situações compexas em toda a sua profundidade, para que se possa tomar decisões adequadas. Essa ferramenta é a Teoria dos Sistemas, que não é um modeo expicativo da empresa, mas um instrumento que permitirá anaisá-a de forma mais aprofundada. Existem muitas definições de sistema. Ortigueira Bouzada fornece a que mehor se adapta aos componentes especificados na noção de sistema: Um conjunto de eementos em interação dinâmica, organizados e orientados no sentido de acançar um ou mais objetivos. Conceito de sistema: Um conjunto de eementos. A existência de reações entre ees. O caráter de totaidade do conjunto dado. A importância da Teoria Gera de Sistemas no estudo das empresas se justifica peas seguintes razões: A abordagem de sistemas souciona as deficiências da abordagem anaítica. A empresa vista no âmbito da visão de sistema utrapassa a abordagem anaítica, em que são estudadas de forma detahada e meticuosa as partes em restrito âmbito da reaidade, perdendo-se a visão de conjunto. De acordo com a abordagem de sistemas, se eaboram modeos que são utiizados nas decisões empresariais tornando gerenciáveis os sistemas. Digamos que simpificam os sistemas a dimensões operacionais. Visão integrada para a tomada de decisão. Visão da empresa como um todo, de forma goba. M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

8 Fator integrador. Evidência teórica: a maioria dos estudiosos da área reconhece os benefícios de sua apicação no estudo da empresa. A empresa como um sistema está reacionada com o seu ambiente, que recebe entradas (inputs) como recursos humanos, financeiros, materiais, etc., que por transformação adequada permite a obtenção de resutados na forma de produtos e/ou serviços como saídas dos sistemas (saídas). Apicando a Teoria Gera dos Sistemas, a empresa pode ser considerada um sistema aberto compexo, em que os vários subsistemas e eementos são convenientemente interigados e organizados, formando um todo unitário e desenvovendo um conjunto de funções que pretende acançar os objetivos gobais da empresa. Toda essa atividade é reaizada em constante interação com o entorno, com o qua troca matéria, energia e informação, que são utiizados para a manutenção de sua organização contra a degradação que o tempo exerce. Existem vários subsistemas dentro da empresa, mas, para os objetivos deste Manua, interessa conhecer os seguintes: Direção e gestão. Operações. O SUBSISTEMA DIREÇÃO E GESTÃO É o subsistema "cérebro" da empresa e as principais atividades desenvovidas por ee e associados ao tema são: 1. Formuação de objetivos (rentabiidade, crescimento, produtividade). 2. Identificação das restrições externas e internas. 3. Definição do incremento desejado para cada um dos objetivos no ongo prazo. 4. Determinação dos resutados esperados. 5. Deteccão de possíveis divergências. 6. Diagnóstico da situação atua, identificando pontos fortes e fracos. 7. Busca de souções estratégicas. 8. Anáise e avaiação das diferentes estratégias possíveis, tendo em conta: n As reações da concorrência. n Consequências para a organização nos aspectos financeiros, de produto e operacionais. 9. Escoha da estratégia mais adequada, especificando objetivos de curto e médio prazo. 10. Fase de impementação, com a produção de resutados. 11. O sistema de controe projetado permitirá medir a diferença entre os objetivos panejados e os resutados obtidos. 12. A partir das informações acima, deve-se tomar as medidas corretivas adequadas, que terão um impacto sobre: 8 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

9 n n n Diagnóstico da situação atua. Panejamento e programação. Em agum momento, reconsiderar a formuação de objetivos, fechando assim o cico que começou na primeira etapa. O SUBSISTEMA OPERAÇÕES O Subsistema Operações tem como missão prover produtos e serviços de acordo com as necessidades identificadas peo subsistema Comercia e/ou Pesquisa e desenvovimento. As principais atividades desenvovidas são: 1. Definição dos objetivos de ongo prazo consistentes com os objetivos gobais da empresa e projeção de estratégias coerentes com ees. 2. Projeto do subsistema em que os investimentos em estrutura são definidos com base em critérios tecnoógicos, econômicos e financeiros, bem como outros menos quantificáveis. 3. Num horizonte de médio e curto prazo, através de várias atividades reacionadas: n Especificação de objetivos. n Programação da produção: decidir quais subconjuntos e componentes serão produzidos ou adquiridos e quais as datas estipuadas para atender o panejamento. n Programação de curtíssimo prazo: quais atividades as diferentes unidades de produção devem desenvover e quando, para atender a fase anterior. n Anáise de todos os níveis de probemas de capacidade. 4. Impementação e desenvovimento dos controes necessários, que faciitam a detecção e correção de eventuais desvios das metas e objetivos. O SUBSISTEMA RECURSOS HUMANOS A missão deste subsistema pode ser definida em dois aspectos: Seecionar os recursos humanos necessários para a empresa. Infuenciar o comportamento das pessoas, direcionando-as para a consecução dos objetivos da empresa. Características diferenciadas do subsistema: Extensão: presente em toda a organização. Tipo de recurso: as pessoas têm diferentes capacidades para a inovação, criatividade e versatiidade. M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

10 T E R M O S E D E F I N I Ç Õ E S A seguir apresentamos as principais definições da Norma, eencadas por proximidade entre os termos e seu uso na apicação, e não por ordem afabética. Estão indicadas com sua numeração de origem Segurança Viária n Fatores e condições reacionados aos acidentes ou incidentes de trânsito que tenham impacto ou potencia para provocar morte ou ferimentos graves nos usuários da via. n Incuímos, nos usuários da via, motoristas, pedestres e todos os demais usuários. Embora a regra se refira a mortes ou feridos graves, é recomendáve que seja considerado quaquer dano aos usuários da estrada, independentemente da gravidade Vias Púbicas n Superfície usada para o desocamento de veícuos e pessoas, incuindo as zonas adjacentes. n Considerar toda a área circundante que poderia afetar a segurança viária. n Ferrovias são incuídas se há passagens de níve ou bondes que funcionam nas mesmas vias púbicas Rede Viária n Sistema de vias púbicas de uma determinada área. n Na apicação da Norma, embora se fae de ruas e estradas, também ter em conta o tráfego nas áreas internas das empresas Sistema Viário n Vias púbicas, veícuos, sistemas de emergências médicas e usuários da via, bem como as suas interações. n Na apicação da Norma, embora se fae de ruas e estradas, também ter em conta o tráfego nas áreas internas das empresas Trânsito Viário n Uso motorizado ou não de vias púbicas. n Quando se usa a paavra trânsito, a tendência é reacioná-a com a condução de veícuos. Não esquecer que o pedestre também se move em vias púbicas e, consequentemente, gera trânsito viário Usuário da Via n Quaquer pessoa na via. n Condutores de quaquer meio de transporte e pedestres. 10 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

11 3.33 Acidentes n Coisão ou outro impacto em vias púbicas que cause morte, ferimentos ou danos. n Quaquer dano a uma pessoa que trafega por via púbica, independentemente de como ocorreu o evento, deve ser considerado acidente Lesão Grave n Ferimentos com impacto de ongo prazo na saúde ou outros danos causados ao corpo ou suas funções decorrentes de acidente de trânsito. n Cada país pode adotar sua definição de esão grave, dependendo de vários fatores: o tempo de internação, cassificação médica, etc Morte n Perda de vidas humanas como consequência de acidente de trânsito. n Existe um ampo consenso sobre a definição de morte no trânsito, como a ocorrida no prazo de até 30 dias após um acidente de trânsito, excuindo-se os suicídios Incidente de Trânsito n Evento proveniente da faha de um eemento ou de fatores contribuintes externos ao sistema de tráfego. n Os incidentes de trânsito estão incuídos no conceito de acidente de trânsito. n Quaquer princípio de acidente (quase-acidente) está incuído no conceito de incidente de trânsito, por exempo, uma parada brusca para evitar bater no carro da frente, mas que não chega a ocasionar um choque Defeito na Segurança Viária n Surgimento de condições e fatores reacionados com o sistema viário, identificados como determinantes de acidentes e incidentes de trânsito que causam ou tenham potencia de causar morte ou esão grave aos usuários da via. n Referem-se, principamente, a fatores de risco viários Risco n Efeito da incerteza. n Um efeito é um desvio em reação ao esperado seja positivo ou negativo. n A incerteza é o estado, mesmo parcia, da deficiência de informações reacionadas com a compreensão ou o conhecimento de um evento, sua consequência ou probabiidade. n Na Norma, os riscos reativos à segurança viária são os acidentes, a morte e os ferimentos graves. Os riscos são geramente caracterizados por uma combinação de consequências e probabiidade Requisito n Necessidade ou expectativa que está estabeecida, geramente impícita ou obrigatória. n "Geramente impícita" significa que é um costume ou prática comum na organização e nas partes interessadas. n Um requisito especificado é aquee que está decarado como, por exempo, em informação documentada. M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

12 3.16 Sistema de Gestão n Conjunto de eementos de uma organização, inter-reacionados ou que interagem para estabeecer poíticas, objetivos e processos para atingir estes objetivos. n Os eementos do sistema incuem a estrutura da organização. n O escopo do sistema pode incuir toda a organização ou setores específicos e identificados. Por exempo, um transportador pode incuir toda a empresa ou um tipo de transporte, como o transporte de produtos perigosos Organização n Pessoa ou grupo de pessoas que têm suas próprias funções com responsabiidades, autoridade e reacionamento para atingir o objetivo. n A Norma é apicáve a todos os tipos de organizações, como autônomos, empresas, corporações, instituições fiantrópicas, ou a combinação deas, incuindo organizações púbicas e privadas Ata Administração n Pessoa ou grupo de pessoas que dirigem e controam uma organização. n Se o escopo do sistema de gestão compreende apenas uma parte da organização, então a "ata gerência" se refere a quem dirige e controa essa parte da organização. n A ata administração tem o poder de deegar e fornecer recursos dentro da organização Parte Interessada n Indivíduo ou organização que pode afetar, ser afetado ou perceber-se como afetado em função de uma decisão ou atividade. n As partes interessadas podem incuir funcionários, prestadores de serviços, fornecedores, cientes e outros Terceirizar n Estabeecer um acordo peo qua uma organização reaiza uma parte de função ou processo de outra organização. n Uma organização externa está fora do sistema de gestão, embora a função ou processo terceirizado esteja no âmbito do sistema Poítica n Intenções e direção de uma organização, como expresso formamente pea ata administração. n A poítica representa os princípios ou as regras que a organização define para estabeecer suas metas e objetivos Objetivos n O resutado a acançar. n Um objetivo pode ser estratégico, tático ou operaciona. n O objetivo pode ser expresso de diversas maneiras, por exempo, um resutado esperado, uma finaidade, ou através do uso de termos semehantes (meta, objetivo). 12 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

13 3.43 Meta n Desempenho detahado que se deseja obter, coerente com a poítica e os objetivos do sistema de segurança viária, que uma organização impõe a si mesma ou em coaboração com as partes interessadas. n Normamente, a cada objetivo são atribuídas agumas metas a acançar Processo n Conjunto de atividades inter-reacionadas ou que interagem, transformando eementos de entrada em saída. n Geramente, um processo é documentado. 3.6 Compromisso n Níve de dedicação e trabaho dado a um sistema de gestão. n Se a empresa está comprometida com sistema de segurança viária, deve dedicar recursos humanos e materiais necessários. Isso também envove a aocação de recursos econômicos. 3.7 Competência n Capacidade de apicar conhecimentos e habiidades com o fim de acançar os resutados esperados. n A competência é o resutado da formação e da informação Eficácia n Medida em que se reaizam as atividades panejadas e são acançados os resutados definidos. n A eficácia de um sistema indica o seu grau de cumprimento, bem como sua adequação às necessidades Medição n Processo para determinar um vaor. n A medição sempre oferece um vaor e, em gera, é comparada a um vaor de referência Desempenho n Resutado mensuráve. n O desempenho pode estar reacionado a resutados quaitativos ou quantitativos. E pode reacionar-se com a gestão de atividades, processos, produtos (incuindo serviços), sistemas ou organizações Desempenho em Segurança Viária n Resutados mensuráveis da gestão de uma organização pea sua ação para a segurança viária. n No contexto de um sistema de gestão da segurança viária, os resutados podem ser medidos com reação à poítica, aos objetivos e às metas de segurança viária da organização, bem como outros requisitos de desempenho em matéria de segurança viária. M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

14 3.41 Indicador de Desempenho n Fator mensuráve, eemento ou critério que contribui para a segurança viária no qua uma organização pode exercer infuência e que permite determinar impactos sobre a segurança viária. n Permite que a organização, incuindo subcontratados, determine mudanças no desempenho em segurança viária. É um eemento definido e mensuráve da atividade da organização e é utiizado para controar o desempenho ao ongo do tempo Procedimento n Método específico para reaizar um processo ou atividade. n Geramente, um procedimento está documentado. 3.5 Mehor Informação Possíve n Informações disponíveis para a organização considerando quaisquer imitações conhecidas dos dados ou modeos utiizados, ou a possibiidade de divergência entre especiaistas. n Incui a utiização de fontes como a evidência e a pesquisa científica na segurança viária, a experiência, retroaimentação, observação, previsão e pareceres de especiaistas. n A sua disponibiidade depende dos recursos da organização Informação Documentada n Informações que uma organização tem que controar e manter e o meio em que está contida. n Informação documentada pode se referir a: n Sistema de gestão, incuindo os processos reacionados. n As informações criadas pea organização para operar (documentação). n Evidência de resutados acançados (registros). 3.1 Auditoria n Processo sistemático, independente e documentado para obter evidências de auditoria e avaiá-as de forma objetiva para determinação do grau de cumprimento dos critérios da auditoria. n A auditoria pode ser interna (primeira parte) ou externa (de segunda ou terceira parte), e pode ser combinada (a combinação de duas ou mais discipinas, quando o sistema é integrado com outros sistemas). 3.2 Auditor n Pessoa com atributos pessoais e competência para reaizar uma auditoria. n Neste caso, os critérios de auditoria são os requisitos da Norma, da organização e das partes interessadas. 3.3 Critérios de Auditoria n Conjunto de poíticas, procedimentos ou requisitos que se utiizam como referência em comparação com as evidências da auditoria. n Neste caso, os critérios de auditoria são os requisitos da Norma, da organização e das partes interessadas. Uma evidência pode indicar uma conformidade ou uma não conformidade 14 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

15 3.28 Requisito n Necessidade ou expectativa que é requerida, geramente impícita ou obrigatória. n "Geramente impícita" significa que é um costume ou prática comum na organização e nas partes interessadas n Um requisito especificado é aquee que é decarado, por exempo, em informação documentada. 3.4 Evidência de Auditoria n Informações, fatos e arquivos disponíveis na organização, que sejam verificáveis e reevantes para a auditoria. n A evidência de auditoria é o eemento-chave da objetividade da auditoria. 3.8 Conformidade n Atendimento a um requisito. n O sistema deve estar em conformidade com todos os requisitos Não Conformidade n Não atendimento a um requisito. n Deve ser corrigido pea organização para transformá-o em conformidade Correção n Ação para eiminar uma não conformidade detectada. n A correção pode ser chamada de "ação corretiva ou de reparação". n A não conformidade pode resutar em uma ou mais ações corretivas Ação Corretiva n Ação para eiminar a causa de uma não conformidade e prevenir a sua recorrência. n A ação corretiva deve eiminar a causa, ou seja, tem de prevenir que ocorra novamente Ação Corretiva para a Segurança Viária n Ação que eimina a causa de um acidente de trânsito. n Visa a eiminação de um determinado tipo de acidente Ação Preventiva n Ação para eiminar a causa de uma potencia não conformidade. n Ação preventiva é para evitar a ocorrência da não conformidade por meio da prevenção Ação Preventiva na Segurança Rodoviária n Ação para eiminar ou reduzir o risco de acidentes de trânsito. n Quaquer ação que reduza a probabiidade da ocorrência ou possíveis consequências de acidentes de trânsito. 3.9 Mehoria Contínua n Atividade recorrente para mehorar o desempenho. n A mehoria contínua é um eemento-chave do sistema, pois faz com que se atinjam cada vez mais mehores resutados na segurança viária. M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

16 R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O LIDERANÇA E COMPROMISSO A iderança por parte da direção é um eemento-chave para que a impantação da Norma obtenha os resutados desejados. Anaisa-se em que deve refetir a iderança da direção. Se a direção quer impementar o sistema, deve assegurar que se estabeeça a poítica de segurança viária na empresa. Também deve definir metas para a organização, considerando que eas devem estar ainhadas com a estratégia organizaciona. É importante estabeecer a sistemática de integração dos requisitos do sistema: os requisitos egais, os requisitos das diferentes partes interessadas (empregados, cientes, etc.) e todos aquees requisitos que a organização defina, mesmo não sendo obrigatórios. Da mesma forma, a gestão deve estabeecer os recursos financeiros necessários para o sistema se desenvover e cumprir seus objetivos. Se não há disponibiidade econômica, o sistema não vai funcionar. Definir como objetivo de ongo prazo a eiminação de mortos e feridos graves reacionados a acidentes de trânsito. Enquanto isso, estabeecer objetivos de redução anuais, que possam ser conquistados até o objetivo fina. No seu sistema de funcionamento, a empresa deve adotar uma abordagem de processos e anaisar e integrar a todos ees a segurança viária, quando sejam por ea afetados. A fim de integrar a segurança viária na organização e criar uma cutura adequada, a administração deve informar e educar seus membros, permitindo a participação na tomada de decisões. Finamente, a administração deve incentivar e promover a internaização dos papéis e responsabiidades para a segurança viária de todos os seus membros, para demonstrar a iderança apicada em suas áreas de responsabiidade. 5.2 POLÍTICA A poítica representa as regras do jogo da organização em termos de segurança viária. A poítica de segurança viária, quando associada à prevenção de riscos ocupacionais, é um conjunto de princípios e intenções formais e documentados em reação à segurança viária dos trabahadores e demais usuários. É um manifesto forma, que representa o comprometimento organizaciona assumido pea ata administração. Refete as orientações que visam a proteção contra os acidentes de trânsito, garantindo a segurança de seus trabahadores e partes interessadas e estabeecendo como irá atingir os seus objetivos. Também representa a imagem púbica da segurança viária da empresa. Ao definir a poítica, a direção da empresa tem que admitir e reconhecer as demandas egítimas dos outros participantes da organização, gestores, acionistas e empregados, bem como parceiros externos da empresa, cientes, administração púbica, sociedade como um todo, que, como os atores internos, são afetados peo modus operandi da empresa. 16 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

17 Cada um desses participantes ou grupos de pressão tem razões justificadas para esperar, e muitas vezes exigir, que a empresa aja de forma responsáve para atender suas demandas. A poítica deve definir critérios que acoham tais expectativas ou exigências. A poítica de segurança viária deve: Ser adequada ao propósito da organização, ou seja, não basta ser um documento de boas intenções. Fornecer um quadro referencia para definir os objetivos e metas de segurança viária. A poítica é que vai conseguir que todos estejam ainhados. Incuir um compromisso com os requisitos apicáveis, ou seja, os requisitos egais, as necessidades das partes interessadas e de todos aquees requisitos exigidos na Norma. (Para isso, a organização deve primeiro fazer uma anáise dos requisitos a cumprir). Incuir um compromisso com a mehoria contínua da organização. Aém disso, a poítica de segurança viária deve: Estar disponíve a todas as partes interessadas com informações documentadas. Ser comunicada a todos os membros da organização para conhecimento e compreensão. A poítica é um documento de caráter púbico dentro do sistema. É importante ressatar que a empresa pode incuir a poítica de segurança viária dentro de outra poítica já existente, como por exempo, a de prevenção de acidentes no trabaho, integrandose em uma única poítica. 5.3 FUNÇÕES, RESPONSABILIDADES E AUTORIDADES NA ORGANIZAÇÃO A ata administração deve assegurar que as responsabiidades e autoridades para as funções sejam atribuídas e comunicadas dentro da organização. É imperativo que todos os componentes da organização estejam conscientes de seus papéis e responsabiidades em reação à segurança viária e ao sistema de gestão. Em particuar, a ata administração deve indicar o responsáve em assegurar que o sistema de gestão da segurança viária cumpra os requisitos da ISO e em informar-he sobre o desempenho do sistema, incuindo recomendações para mehoria. 6 PLANEJAMENTO A empresa é um sistema composto de um conjunto de atividades ou processos inter-reacionados entre si por um diagrama de processo ógico, com destaque para o subsistema Direção, encarregado do processo de decisão. Das várias funções do subsistema Direção, uma das principais é o panejamento. O principa objetivo da organização é acançar a eficiência e o da gestão é a eficácia. Este é o M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

18 objetivo básico do panejamento de cada um dos processos da empresa, por meio da padronização de suas saídas ou resutados, com base na definição dos objetivos da empresa e unidades individuais ou para os eementos envovidos nos fuxos de trabaho. Também deve estabeecer os meios, ações e procedimentos para acançá-os e verificar se são os resutados desejados, gerando informação para ajudar a determinar causas de desvio e fornecer, se necessário, ações corretivas e o repanejamento subsequente. Portanto, a função de panejamento é criar uma ponte entre a situação em que a empresa se encontra no presente a situação rea e o futuro. Mas o futuro não existe, de modo que o panejador deve seecionar, dentre os vários cenários futuros possíveis, os mais convenientes para a empresa como um todo, não só do ponto de vista da prevenção como dos objetivos de cada unidade organizaciona. Não esquecer de que a gestão de prevenção busca se integrar competamente em toda a organização e seus processos. 6.3 FATORES DE DESEMPENHO DA SEGURANÇA VIÁRIA O que se deve panejar? a) Ações para tratar os riscos viários. b) As oportunidades de mehoria. c) Como impementar as ações nos processos. d) Como avaiar a eficácia do panejado e do executado (indicadores). Ao desenvover o panejamento, a organização deve primeiramente anaisar seu atua desempenho em segurança viária, identificar riscos e oportunidades, seecionar os indicadores de desempenho em segurança viária com os quais vai trabahar, definir o que pode acançar ao ongo do tempo e definir os objetivos e metas. Para fazer isso, deve: 4.1 COMPREENDER A ORGANIZAÇÃO E SEU CONTEXTO A organização deve determinar as questões internas e externas que são reevantes para a segurança viária e que afetarão seus resutados. Para isso, deve: Identificar seu pape no sistema viário: vias púbicas e veícuos que usa, sistema de emergências médicas, tipos de usuários das vias e suas interações. Identificar todos aquees cujas atividades e processos associados podem afetar ou ser afetados pea segurança viária. Determinar nos processos identificados a sequência de interações com a segurança viária. 18 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

19 4.2 COMPREENDER AS NECESSIDADES E EXPECTATIVAS DAS PARTES INTERESSADAS Para isso, deve ser determinado: Quem são as partes interessadas na segurança viária (empregados, cientes, entorno, etc.). Quais são os requisitos dessas partes interessadas. Os requisitos egais e outros reacionados (icenças necessárias, certificados, formação específica). 4.3 DETERMINAR O ALCANCE DO SISTEMA É essencia definir os imites do sistema e sua abrangência para estabeecer seu acance. É preciso considerar se será apicáve a toda a organização e suas atividades ou se ficará restrito a uma área ou atividade. 6.2 INDICADORES DE DESEMPENHO Indicadores de gestão são medidas utiizadas para determinar o sucesso de um projeto ou de uma organização. São normamente estabeecidos peos íderes do projeto ou organização e posteriormente utiizados de forma contínua durante todo o cico de vida, para avaiação de desempenho e dos resutados. A organização deve estabeecer os indicadores que he darão as informações necessárias em cada momento. Possíveis indicadores são: Indicadores de exposição ao risco a) Quiometragem. b) Voume de tráfego. c) Tipos de estradas. d) Tipos de veícuos. e) Programas de turno de trabaho. f) Quem soicita os desocamentos? Esses indicadores muitas vezes estão inter-reacionados como, por exempo, o voume de tráfego/tempo de desocamento. Indicadores intermediários São os que fornecem informações para o panejamento. Entre ees, pode-se encontrar: a) Uso de vias mais adequadas. b) Veocidades de condução segura. c) Uso de equipamentos de segurança. d) Condição física e de saúde dos motoristas. M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

20 e) Panejamento seguro de viagens. f) Remoção dos veícuos e motoristas não aptos. g) Resposta aos acidentes. Indicadores finais a) Acidentes por tipo (fatais, graves, menores, etc.). b) Acidentes por faixa etária. c) Acidentes por horário. d) Acidentes por dia da semana. 6.4 OBJETIVOS DA SEGURANÇA VIÁRIA E PLANOS PARA ATINGÍ-LOS Panejamento estratégico e de curto e médio prazo é baseado no estabeecimento de objetivos. O panejamento é a arte de estabeecer objetivos e é necessário compreender como reaizar o processo de definição. Para definir os objetivos e o futuro da organização, é fundamenta conhecer a sua situação, procedendo a uma anáise, avaiação ou diagnóstico de prevenção. A partir daí haverá informações suficientes sobre as necessidades que a organização tem em termos de segurança viária. Logicamente, a empresa vai exigir uma série de ações, todas eas importantes, embora, como de costume, com recursos imitados. Daí a importância de estabeecer quais são as ações prioritárias. Durante o processo de determinação de objetivos, a empresa define suas prioridades e seus objetivos básicos, ou aquees que gostaria de acançar. As ações são seecionadas para obter resutados adequados de prevenção, descartando aquees que, embora importantes, não são críticos ou de prioridade para a segurança viária. O que é um objetivo? Na definição de objetivos, devem ficar caras as conquistas que a organização deseja acançar em termos de prevenção e, portanto, os objetivos devem ser: Coerentes com a poítica de segurança viária, pois esta define o que a organização pretende. Mensuráveis: não devem ser fixados resutados demasiado vagos ou intangíveis. Não estabeecer "que a maioria dos agentes deve usar o cinto de segurança", e sim, que todos os condutores utiizem o cinto de segurança". Requisitos para mehoria, e não apenas objetivos de conformidade ega. Por exempo, não estabeecer que todos os caminhões-tanque passem pea inspeção periódica. Este é um objetivo de cumprimento, não de mehoria. Monitoráveis. Objetivo é úti se puder ser medido e ter sua evoução acompanhada. Comunicados a toda a organização, para que possa agir em seu cumprimento. Atuaizados periodicamente, pois os objetivos serão diferentes dependendo das circunstâncias, tanto no resutado quantitativo quanto na sua importância. 20 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

21 O que considerar ao estabeecer os objetivos? No estabeecimento e revisão de objetivos, considerar os riscos existentes, os resutados de desempenho, os indicadores, auditorias, etc. Para acançar os objetivos, deve-se estabeecer para cada um dees: O que fazer para obtê-os. Os recursos necessários. O responsáve peo cumprimento do objetivo (não o responsáve pea execução das ações). A data prevista de reaização. Como será avaiado o resutado. 7.1 COORDENAÇÃO Deve coordenar a participação de todos os membros da organização para cumprir as suas funções e responsabiidades em todos os aspectos reacionados com o sistema de Segurança Viária. Devem ser assegurados canais bidirecionais de consuta entre a direção e os trabahadores. 7.2 RECURSOS O projeto e, mais particuarmente, a impantação de um Sistema de Gestão de Segurança Viária, exige uma série de recursos técnicos, humanos e financeiros que a organização deve estar disposta a assumir. 7.3 COMPETÊNCIA Deve ser determinada a competência necessária a cada trabahador para executar quaquer atividade reacionada com a segurança viária (por exempo, definir a formação que um entregador em domicíio deve ter). A empresa deve assegurar que os trabahadores tenham a competência necessária ou propiciar treinamento, avaiando seus resutados. Documentar tanto a definição de competências como a formação recebida. 7.4 CONSCIENTIZAÇÃO Para que o sistema funcione, todos os membros da organização devem: Conhecer e compreender a poítica de segurança viária. Entender qua a sua contribuição para acançar resutados eficazes, incuindo os benefícios de uma mehoria do desempenho. M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

22 Comprometer-se e envover-se para evitar desvios quanto aos requisitos do sistema. Conhecer os resutados de acidentes de trânsito na organização, aprendendo com os resutados. 7.5 COMUNICAÇÃO Comunicação, tanto interna como externa, é um aspecto-chave para a consecução dos objetivos do sistema, de modo que a organização deve definir o processo ou procedimento para se comunicar, o que deve incuir, peo menos: O conteúdo da comunicação. Quando comunicar. Quem comunicar em cada caso. Níveis de comunicação. 7.6 DOCUMENTAÇÃO A organização deve documentar tudo o que considerar fundamenta para a eficácia do sistema de segurança viária. A documentação deve ser adequada ao tipo e função de cada organização e evar em conta: O tamanho da organização (maior tamanho, maior necessidade de documentação). As atividades, processos, produtos e serviços (são diferentes em uma empresa de escritório e uma empresa de transporte). A competência das pessoas. A documentação deve: Ser identificada (títuo, data, autor, número do item, revisão, etc.). Ser descritiva. Estar em um formato adequado (inguagem, mídia, gráficos, etc.). Ser revisada periodicamente para atuaização, se necessária. Dispor de um processo de eaboração e aprovação adequado para garantir a sua idoneidade. 8.1 CONTROLE OPERACIONAL Devem ser panejados, impementados e controados os processos para atender aos requisitos, sendo necessário: Estabeecer critérios para os processos. 22 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

23 Impementar sistemas de controe para verificação do cumprimento dos requisitos estabeecidos para os processos. Definir quais aspectos serão documentados, de modo a desenvover o controe dos processos. Se forem detectados desvios durante os controes, devem ser tomadas medidas corretivas apropriadas. Também devem ser controados processos terceirizados externamente. 8.2 PREPARAÇÃO E RESPOSTA A EMERGÊNCIAS Estabeecer canais ou procedimentos de atuação em caso de acidente. Todos os funcionários devem saber como agir em tais casos, incuindo: Quem aerta. Onde buscar assistência médica. Como comunicar a organização sobre o acidente. Como evitar danos posteriores ao acidente. Primeiros socorros. 9 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO O sistema deve determinar: O que deve ser monitorado e medido (por exempo, revisar os tacógrafos e definir quais vaores serão avaiados). Os métodos de monitoramento, medição, anáise e avaiação utiizados para garantir que os resutados sejam váidos (por exempo, ao estabeecer controes de sobriedade acooemia dos motoristas definir o método de controe e os vaores de referência). Quando reaizar o monitoramento e as medições (no caso do ácoo, por exempo, a cada dez dias, na saída da fábrica). Quando reaizar anáise goba e avaiar os resutados. Documentar todos os aspectos reacionados. 9.2 INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES E INCIDENTES DE TRÂNSITO Deve existir um ou mais procedimentos em que é definido: Como registrar acidentes. Como serão investigados. Como agir em função dos resutados. M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

24 Os resutados das investigações de acidentes devem ser documentados e mantidos. 9.3 AUDITORIA INTERNA Executar auditorias internas em intervaos panejados. As auditorias devem anaisar: Se estão sendo cumpridos os requisitos da organização para o Sistema de Segurança Viária. Se estão sendo cumpridos os requisitos da Norma ISO Se o sistema está impementado e mantido de forma eficaz. 9.4 REVISÃO (ANÁLISE CRÍTICA) DA DIREÇÃO A ata administração deve avaiar o sistema de gestão em intervaos panejados (geramente anuais) para assegurar sua contínua pertinência, adequação e eficácia no cumprimento dos objetivos estabeecidos para a segurança viária. Esta avaiação incuirá: A situação das ações recomendadas em revisões anteriores. Mudanças externas e internas que podem afetar o sistema. Informações sobre o desempenho. Oportunidades de mehoria contínua. Comunicações reaizadas. A investigação dos acidentes de trânsito. Os resutados da revisão do sistema devem incuir: As decisões tomadas com os resutados de mehoria contínua. As conquistas. As necessidades de mudanças no sistema. Todos os aspectos da revisão do sistema devem ser documentados. 24 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

25 10 MELHORIA Não conformidades A não conformidade é o não cumprimento de uma exigência. Quando uma não conformidade for detectada, deve-se: Reagir à não conformidade e, conforme o caso, tomar ações para controar e corrigir, e idar com as consequências. Avaiar a necessidade de ação para eiminar a causa de não conformidade, para que não vote a acontecer. Impementar as ações necessárias. Examinar a eficácia das ações impementadas. Modificar o sistema, se necessário. Ações corretivas Cada não conformidade deve resutar em uma ou mais ações corretivas. Entre as ações corretivas, é importante distinguir dois tipos: As que visam a correção de probemas específicos (por exempo, a iberação de um motorista com a icença de conduzir vencida). As que visam corrigir a faha do sistema (por exempo, modificar o sistema de controe para detectar quando um motorista precisa renovar sua icença de conduzir). M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

26 P R O J E T O E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A O sucesso da impementação de um Sistema de Gestão de Segurança Viária depende do empenho de todas as pessoas que trabaham na organização ou em seu nome, da ata administração aos trabahadores. Através da impantação da ISO pretende-se mehorar o desempenho na segurança viária e promover um enfoque em Sistema Seguro. O sistema de segurança viária é baseado no PDCA (Pan-Do-Check-Act), que é um processo cícico que requer uma forte iderança e comprometimento da ata administração. Apicado ao sistema de segurança viária, segue descrito abaixo. PLANEJAR Os passos a seguir são: Identificar qua é o impacto da segurança viária sobre a organização e qua escopo terá o sistema de gestão (toda organização, certos departamentos ou processos, etc.). Definir o compromisso da iderança, para quem devem estar caros: a) A visão de ongo prazo. b) Os objetivos pretendidos. c) As necessidades de recursos e disponibiidade. Desse modo, estabeece-se, documenta-se e comunica-se a poítica de segurança viária, são definidos papéis, responsabiidades e autoridades na organização. São determinados riscos e oportunidades por meio da avaiação do desempenho antes da concepção do sistema. IMPLEMENTAR Impementar e operar o Sistema de Gestão de Segurança Viária, garantir autonomia suficiente para funções-chave que permitam que as ações identificadas sejam reaizadas, garantindo o acance dos objetivos e metas de segurança viária. 26 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

27 VERIFICAR Monitorar e avaiar o desempenho em segurança viária, pea reaização de auditorias periódicas e revisões internas do Sistema de Gestão de Segurança Viária, identificando oportunidades de mehoria contínua, buscando resutados de segurança viária e apicando as mudanças necessárias no sistema de gestão. AGIR O Sistema de Gestão de Segurança Viária é mehorado continuamente através: Da avaiação de desempenho em comparação com os objetivos e metas do sistema. Do desempenho do sistema de gestão. Das deficiências e não conformidades. Da identificação de ações corretivas. Das oportunidades para ações preventivas que visam reduzir a incidência de acidentes e incidentes de trânsito. Abaixo está um diagrama que reaciona os requisitos do sistema ao cico PDCA M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

28 LINHA BASE Para projetar o sistema, a primeira ação a desenvover é a inha de base que posteriormente irá permitir a concepção adequada do sistema. As medidas necessárias para o seu desenvovimento são: Conhecimento da organização e seu contexto. Compreensão das necessidades e expectativas das partes interessadas. Acance do sistema. 28 M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

29 I CONHECIMENTO DA ORGANIZAÇÃO E SEU CONTEXTO O contexto em que a organização opera e que, portanto, afeta a segurança viária, depende dos componentes: Vias púbicas. Os veícuos em circuação nas vias púbicas. Uso das vias púbicas e veícuos. Respostas às emergências. O impacto da organização sobre a segurança viária dependerá das atividades, serviços e produtos oferecidos por ea, bem como o oca e as condições em que opera. Uso do sistema viário É preciso anaisar: A utiização peos empregados tanto para o desocamento in itinere (horas in itinere é o tempo que o empregado gasta até o seu oca de trabaho e para o retorno quando o transporte é fornecido peo empregador, isto em se tratando de oca de difíci acesso ou então não servido por transporte púbico) como a trabaho, em veícuos púbicos ou particuares, como passageiro, motorista, pedestre ou cicista. O transporte de mercadorias e pessoas dentro do sistema viário feito pea organização e contratado a outras organizações. Atividades que geram tráfego de ou para situações controadas ou infuenciadas pea organização como supermercados, escoas, ou ugares muito visitados. Distribuição de produtos e serviços para o sistema viário, tais como serviços de transporte, gestão, panejamento e projeto, construção e manutenção de infraestrutura, produtos e serviços reacionados, resposta de emergência médica, de reabiitação e cirurgia ortopédica, vigiância e atividades egisativas. Primeiramente, é fundamenta conhecer a situação da empresa e, para isso, devem ser reaizadas as ações descritas a seguir. O contexto da segurança viária concentra-se em três aspectos básicos: O fator humano. O fator via. O fator veícuo. M A N U A L D E I M P L A N TA Ç Ã O D E U M S I S T E M A D E G E S T Ã O D E S E G U R A N Ç A V I Á R I A - R E Q U I S I T O S D A N O R M A I S O

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