Linguagem C Ficheiros Compilação Separada

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Linguagem C Ficheiros Compilação Separada"

Transcrição

1 Linguagem C Ficheiros Compilação Separada typedef definição de tipos Apontadores para estruturas Ficheiros na bibiloteca standard do C Compilação Separada

2 Definição de novos tipos em C É possível definir novos tipos em C A definição de um tipo é como a declaração de uma variável desse tipo, precedida pela palavra chave typedef Depois da definição o novo tipo pode ser usado como qualquer tipo pré-definido para declarar variáveis: typedef float real; // é definido o novo tipo real // como uma redefinição de float 2

3 Novos tipos em C (2) real x,y; // x e y são variáveis reais real f( real x ); // uma função que retorna reais Se quisermos simular alguns tipos: typedef int boolean; // define o tipo booleano como inteiro typedef char *String; // define o tipo String como // apontador para carácter 3

4 Typedef e struct Também podemos combinar typedef com struct: struct _data { int dia, mes, ano; }; typedef struct _data data; Ou de forma mais compacta: typedef struct { int dia, mes, ano; } data; 4

5 Apontadores para estruturas As estruturas são passadas para as funções por cópia Se quisermos preencher uma estrutura numa função temos que passar o seu endereço void preencher( data *d, { d->dia = dia; } d->mes = mes; d->ano = ano; int dia, int mes, int ano ) Operador -> desreferenciar apontador para estrutura s->campo o mesmo que (*s).campo 5

6 Preencher - utilização void preencher( data *d, int dia, int mes, int ano);... int main() { data d_nasc;... } preencher( &d_nasc, 10, 10, 1980 );... 6

7 Ficheiros em C Tipo ficheiro na biblioteca do standard do C: FILE * Um apontador para uma estrutura! Ficheiros pré-definidos: FILE *stdin; entrada standard FILE *stdout; saída standard FILE *stderr; saída de erros standard Normalmente associados à consola (terminal) Declarados em <stdio.h> Como todas as funções para ficheiros. 7

8 Abrir e fechar ficheiros Abrir um ficheiro: FILE *fopen(char *pathname,char *mode); Mode pode ser: r - leitura w escrita - cria ficheiro novo r+ - leitura/escrita w+ - leitura/escrita cria ficheiro novo Concatena-se b para ficheiros binários Retorna NULL em caso de erro! Fechar um ficheiro: fclose(file* f); Garante que os dados são realmente escritos 8

9 Ficheiros de texto Leitura e escrita formatada: fprintf( FILE *f, char *fmt,... ); fscanf( FILE *f, char *fmt,... ); printf e scanf em ficheiros Ler uma linha: fgets( char *linha, int max, FILE *f ); Preenche linha com a próxima linha lida de f Inclui o carácter \n na linha preenchida Retorna NULL no fim do ficheiro Escrever uma linha fputs( char *linha, FILE *f ); 9

10 Cópia de ficheiros linha a linha #include <stdio.h> #define MAXL 256 int main() { FILE *fin, *fout; char lin[maxl]; fin = fopen( "original.txt", "r" ); fout = fopen( "copia.txt", "w" ); if( fin == NULL fout == NULL ) // erro a abrir ficheiro while( fgets(lin, MAXL, fin)!= NULL ) fputs(lin, fout); fclose(fin); fclose(fout); } 10

11 Leitura e escrita de caracteres (bytes) fputc( int c, FILE *f ); Escreve o carácter c no ficheiro f fputchar( int c ); Definido como fputc( c, stdout ) int fgetc( FILE *f ); Le próximo carácter do ficheiro f Retorna EOF no fim do ficheiro EOF não é um caracter, mas um inteiro! int fgetchar( void ); Definido como fgetc( stdin ) 11

12 Cópia de ficheiros byte a byte #include <stdio.h> int main() { FILE *fin, *fout; int c; fin = fopen("original.txt", "rb" ); fout = fopen("copia.txt", "wb" ); if( fin == NULL fout == NULL ) // erro a abrir ficheiro while( ( c = fgetc(fin) )!= EOF ) fputc(c, fout); fclose(fin); fclose(fout); } 12

13 Ficheiros binários int fread( void *buf, int size, int n, FILE *f ); Preenche o vector buf com n elementos de tamanho size Retorna número de elementos efectivamente lidos Retorna 0 no fim do ficheiro int fwrite( void *buf, int size, int n, FILE *f ); Escreve no ficheiro n elementos de tamanho size do vector buf Retorna número de elementos escritos 13

14 Compilação Separada Podemos combinar vários módulos em C num único programa executável: prog.c modulo1.c modulo2.c Compilar prog.o modulo1.o modulo2.o Ligar prog Apenas o programa principal pode ter função main! 14

15 Ficheiros.h Servem como interfaces para os módulos Devem conter: Protótipos de funções Definições de tipos Declarações extern de variáveis globais Usados na directiva include #include modulo.h Para incluir as definições dos nossos módulos #include <modulo_sys.h> Para incluir as definições de módulos do sistema Como: stdio.h, stdlib.h, string.h, etc Não são compilados de forma independente! 15

16 Static Serve para denotar funções ou variáveis globais privadas do módulo Completamente invisíveis a outros módulos Não tem nada a ver com o static do Java! Variáveis globais são variáveis declaradas fora das funções Visíveis por todas as funções Não devem ser usadas, a menos que sejam realmente necessárias 16

17 Exemplo: Módulo contador contador.h void init_contador(void); void incr_contador(void); int ler_contador(void); contador.c #include "contador.h" static int val; void init_contador() { val = 0; } void incr_contador() { val++; } int ler_contador() { return val; } 17

18 Módulo Contador programa principal prog.c: #include <stdio.h> #include "contador.h" int main() { int n, i; scanf( "%d", &n ); init_contador(); while( (i = ler_contador()) < n ) { printf( "%d\n", i ); incr_contador(); } return 0; } 18

19 Compilação separada - comandos Podemos compilar todos os módulos numa linha de comando: gcc Wall g o prog main.c contador.c Ou separadamente: Compilar: gcc Wall g c main.c gcc Wall g c contador.c Opção c: compilar o ficheiro mas não linkar Gera ficheiro objecto (.o) Linkar: gcc Wall g o prog main.o contador.o 19

Métodos Computacionais. Arquivos

Métodos Computacionais. Arquivos Métodos Computacionais Arquivos Arquivos Um arquivo representa um elemento de informação armazenado em memória secundária (disco) Características: Informações são persistidas Atribui-se nomes aos elementos

Leia mais

CAP. IX - MANIPULAÇÃO DE ARQUIVOS Generalidades sobre Arquivos. 9.2 Abertura e Fechamento de Arquivos. Operações com arquivos:

CAP. IX - MANIPULAÇÃO DE ARQUIVOS Generalidades sobre Arquivos. 9.2 Abertura e Fechamento de Arquivos. Operações com arquivos: CAP. IX - MANIPULAÇÃO DE ARQUIVOS 9.1 Generalidades sobre arquivos 9.2 Abertura e fechamento de arquivos 9.3 Arquivos textos e arquivos binários 9.4 Leitura e escrita em arquivos binários 9.5 Procura direta

Leia mais

Outline. 33. Manipulação de arquivos DIM

Outline. 33. Manipulação de arquivos DIM Outline 33. Manipulação de arquivos DIM031 015.1 Leitura e escrita 3 s DIM031 33. Manipulação de arquivos 015.1 1 / 4 DIM031 33. Manipulação de arquivos 015.1 / 4 Arquivo = entidade de armazenamento de

Leia mais

Linguagem C. Armazenamento de Dados em Arquivos - Continuação

Linguagem C. Armazenamento de Dados em Arquivos - Continuação Linguagem C Armazenamento de Dados em Arquivos - Continuação Arquivos Binários Comandos para gravação e leitura de arquivos (revisão): FILE *arquivo; arquivo = fopen( nome, modo ); fwrite (&variavel, sizeof

Leia mais

1ª versão. #include #include #include #define maxdiscos 1000

1ª versão. #include <stdio.h> #include <string.h> #include <stdlib.h> #define maxdiscos 1000 #include #include #include #define maxdiscos 1000 typedef struct { char nomeautor[80]; char nomedisco[100]; int numdiscosvendidos; DISCO; 1ª versão int main() { DISCO listadiscos[maxdiscos];

Leia mais

Aula 16. Ficheiros de texto

Aula 16. Ficheiros de texto Aula 16 Aprender Empreender 1 Ficheiros de texto Ficheiros de texto Nos ficheiros de texto a informação é guardada sob a forma de linhas de texto, separadas por um carácter terminador de linha, '\n' (

Leia mais

Linguagem C: Arquivo-Texto

Linguagem C: Arquivo-Texto Prof. Paulo R. S. L. Coelho paulo@facom.ufu.br Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia GEQ007 Organização 1 Introdução em C 2 3 Organização Introdução em C 1 Introdução em C 2 3 Introdução

Leia mais

Estruturas de Dados. Módulo 15 - Arquivos. 2/6/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1

Estruturas de Dados. Módulo 15 - Arquivos. 2/6/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Estruturas de Dados Módulo 15 - Arquivos 2/6/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Referências Waldemar Celes, Renato Cerqueira, José Lucas Rangel, Introdução a Estruturas de Dados, Editora Campus (2004)

Leia mais

LINGUAGEM C: ARQUIVOS

LINGUAGEM C: ARQUIVOS LINGUAGEM C: ARQUIVOS Prof. André Backes Arquivos 2 Por que usar arquivos? Permitem armazenar grande quantidade de informação; Persistência dos dados (disco); Acesso aos dados poder ser não seqüencial;

Leia mais

Arquivos em C Parte 2

Arquivos em C Parte 2 Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Arquivos em C Parte 2 Profa Rosana Braga Material preparado pela profa Silvana Maria Affonso de Lara 1º semestre de

Leia mais

Introdução. Manipulação de arquivos em C. Estrutura de Dados II Prof Jairo Francisco de Souza

Introdução. Manipulação de arquivos em C. Estrutura de Dados II Prof Jairo Francisco de Souza Introdução Manipulação de arquivos em C Estrutura de Dados II Prof Jairo Francisco de Souza Manipulação de Arquivo em C Existem dois tipos possíveis de acesso a arquivos na linguagem C : sequencial (lendo

Leia mais

Manipulação de Arquivos

Manipulação de Arquivos Manipulação de Arquivos Estrutura de Dados II Prof. Guilherme Tavares de Assis Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas ICEB Departamento de Computação DECOM Tipo

Leia mais

Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação. Arquivos em C

Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação. Arquivos em C Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Arquivos em C 1 Material preparado pela profa Silvana Maria Affonso de Lara 2º semestre de 2010 ROTEIRO DA AULA Arquivos

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013

Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013 Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013 Linguagem C - Arquivos - Prof. César Melo cavmelo@dcc.ufam.edu.br Slides preparados pelo Prof. Leandro Galvão galvao@dcc.ufam.edu.br Conceitos iniciais Um arquivo

Leia mais

Ficheiros. IPC2 1999/2000 F. Nunes Ferreira

Ficheiros. IPC2 1999/2000 F. Nunes Ferreira Ficheiros IPC2 1999/2000 F. Nunes Ferreira Acetatos baseados no livro C: How to Program (second edition) H. M. Deitel P. J. Deitel Prentice Hall, 1994 Ficheiros Introdução 2 Os ficheiros são utilizados

Leia mais

Manipulação de Arquivos

Manipulação de Arquivos 394 Podemos escrever e ler blocos de dados em um determinado arquivo. Para tanto, a linguagem C, disponibiliza as funções fread() e fwrite(). - fread Manipulação de Arquivos O protótipo de fread() é: unsigned

Leia mais

14. Arquivos. W. Celes e J. L. Rangel. Estruturas de Dados PUC-Rio 13-1

14. Arquivos. W. Celes e J. L. Rangel. Estruturas de Dados PUC-Rio 13-1 14. Arquivos W. Celes e J. L. Rangel Neste capítulo, apresentaremos alguns conceitos básicos sobre arquivos, e alguns detalhes da forma de tratamento de arquivos em disco na linguagem C. A finalidade desta

Leia mais

Introdução à Programação em C (II)

Introdução à Programação em C (II) Introdução à Programação em C (II) Resumo Streams de Texto Leitura e escrita de caracteres Caracteres como números inteiros Exemplos Cópia de Ficheiros Contagem de Caracteres Contagem de Linhas Contagem

Leia mais

Programação. Folha Prática 10. Lab. 10. Departamento de Informática Universidade da Beira Interior Portugal. Copyright 2010 All rights reserved.

Programação. Folha Prática 10. Lab. 10. Departamento de Informática Universidade da Beira Interior Portugal. Copyright 2010 All rights reserved. Programação Folha Prática 10 Lab. 10 Departamento de Informática Universidade da Beira Interior Portugal Copyright 2010 All rights reserved. 1. Revisão. 2. Objectivos. 3. Exercícios LAB. 10 10ª semana

Leia mais

Depuração e Teste de programas C C Depuração e teste de programas C

Depuração e Teste de programas C C Depuração e teste de programas C Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Depuração e Teste de programas C C Depuração e teste de programas C Profa Rosana Braga (adaptado de material do prof.

Leia mais

Sumário. Introdução à Ciência da Computação. Ponteiros em C. Introdução. Definição. Por quê ponteiros são importantes?

Sumário. Introdução à Ciência da Computação. Ponteiros em C. Introdução. Definição. Por quê ponteiros são importantes? Introdução à Ciência da Computação Ponteiros em C Prof. Ricardo J. G. B. Campello Sumário Introdução Definição de Ponteiros Declaração de Ponteiros em C Manipulação de Ponteiros em C Operações Ponteiros

Leia mais

Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 02/03/2011

Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 02/03/2011 Estruturas de Dados Aula 2: Estruturas Estáticas 02/03/2011 Tipos Básicos Quantos valores distintos podemos representar com o tipo char? Operadores de Incremento e Decremento ++ e -- Incrementa ou decrementa

Leia mais

INF1007: Programação 2 9 Tipos Abstratos de Dados. (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1

INF1007: Programação 2 9 Tipos Abstratos de Dados. (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 INF1007: Programação 2 9 Tipos Abstratos de Dados (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Tópicos Módulos e compilação em separado Tipo abstrato de dados Exemplo 1: TAD Ponto Exemplo 2: TAD Círculo Exemplo 3:

Leia mais

Manipulação de arquivos

Manipulação de arquivos 246 Arquivo En4dade básica do sistema operacional (SO). Estrutura que armazena informação de forma não volá4l em disposi4vos de memória permanente. Após sua criação, podem ser acessados e modificados por

Leia mais

Manipulação de Arquivos

Manipulação de Arquivos Manipulação de Arquivos Devemos iniciar nossa explanação pelo conceito de arquivo: Arquivo é uma unidade lógica utilizada para armazenar dados em disco ou em qualquer outro dispositivo externo de armazenamento.

Leia mais

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados I (AED-I) Prof. Nilton

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados I (AED-I) Prof. Nilton Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados I (AED-I) Prof. Nilton nilton@comp.uems.br Introdução A linguagem C foi inventada por Dennis Ritchie e

Leia mais

Métodos Computacionais. Operadores, Expressões Aritméticas e Entrada/Saída de Dados

Métodos Computacionais. Operadores, Expressões Aritméticas e Entrada/Saída de Dados Métodos Computacionais Operadores, Expressões Aritméticas e Entrada/Saída de Dados Tópicos da Aula Hoje aprenderemos a escrever um programa em C que pode realizar cálculos Conceito de expressão Tipos de

Leia mais

INF P3-23/06/07 Questão 1 Nome:

INF P3-23/06/07 Questão 1 Nome: INF 1620 - P3-23/06/07 Questão 1 Considere a implementação de listas encadeadas para armazenar inteiros dada pelo tipo abaixo: struct lista { int info; struct lista* prox; typedef struct lista Lista; Escreva

Leia mais

Sequência de informações binárias armazenadas num dispositivo de armazenamento permanente. Em geral os bits são agrupados em grupos de 8 (1 byte)

Sequência de informações binárias armazenadas num dispositivo de armazenamento permanente. Em geral os bits são agrupados em grupos de 8 (1 byte) Arquivos Apesar da organização física sequencial dos bytes no arquivo, podemos em cima desta organização básica implementar outros tipos de estruturação para uma arquivo Arquivo Sequência de informações

Leia mais

Linguagem C: Introdução

Linguagem C: Introdução Linguagem C: Introdução Linguagem C É uma Linguagem de programação genérica que é utilizada para a criação de programas diversos como: Processadores de texto Planilhas eletrônicas Sistemas operacionais

Leia mais

Capítulo 06: Arquivos

Capítulo 06: Arquivos Capítulo 06: Arquivos INF1004 e INF1005 Programação 1 Pontifícia Universidade Católica Departamento de Informática Funções de entrada e saída em arquivos Motivação: quando um programa precisa processar

Leia mais

11 - Estrutura de um programa em C

11 - Estrutura de um programa em C 11 - Estrutura de um programa em C directivas para o compilador { main ( ) declarações instruções } -É possível utilizar comentários, exemplo: /* Comentário */ que não são traduzidos pelo compilador, pois

Leia mais

Estruturas da linguagem C. 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões.

Estruturas da linguagem C. 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões. 1 Estruturas da linguagem C 1. Identificadores, tipos primitivos, variáveis e constantes, operadores e expressões. Identificadores Os identificadores seguem a duas regras: 1. Devem ser começados por letras

Leia mais

Linguagem C (continuação)

Linguagem C (continuação) Linguagem C (continuação) Funções, arrays e ponteiros Slides adaptados, inspirados, muitos copiados dos slides do professor Pedro Pereira Centro de Cálculo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa João

Leia mais

O que é um apontador em C (type pointer in C)?

O que é um apontador em C (type pointer in C)? O que é um apontador em C (type pointer in C)? Um apontador é uma variável que contém um endereço de outra variável. int x = 10;//variável inteira iniciada com o valor 10 int *px = &x;//variável apontadora

Leia mais

Arquivos. Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira. Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo

Arquivos. Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira. Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo Arquivos Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo Arquivos Um arquivo é uma coleção homogênea de itens que reside em disco. teclado

Leia mais

Programação de Computadores I Arquivos na Linguagem C PROFESSORA CINTIA CAETANO

Programação de Computadores I Arquivos na Linguagem C PROFESSORA CINTIA CAETANO Programação de Computadores I Arquivos na Linguagem C PROFESSORA CINTIA CAETANO Introdução As informações que os programas utilizam são perdidas quando eles são finalizados ou quando o computador é desligado.

Leia mais

Arquivos em C. Notas de Aula. Prof. Francisco Rapchan

Arquivos em C. Notas de Aula. Prof. Francisco Rapchan Arquivos em C Notas de Aula Prof. Francisco Rapchan www.geocities.com/chicorapchan Há várias definições para arquivos em computação. Uma das mais usadas é a de que um arquivo é um conjunto de registros

Leia mais

Manipulação de Arquivos

Manipulação de Arquivos Lucas Ferrari de Oliveira Professor Adjunto Universidade Federal do Paraná Manipulação de Arquivos Linguagem de Programação Estruturado Sumário Introdução; E/S ANSI Versus E/S UNIX; E/S em C Versus E/S

Leia mais

Elementos de Linguagem C

Elementos de Linguagem C Elementos de Linguagem C Parte II Elementos de linguagem C Parte II 1 Macros O pré-processador da linguagem C suporta a substituição de macros, criadas com #define nome_macro texto de substituição As macros

Leia mais

INF 1620 P3-25/11/05 Questão 1 Nome:

INF 1620 P3-25/11/05 Questão 1 Nome: INF 1620 P3-25/11/05 Questão 1 Dizemos que uma matriz quadrada é um quadrado mágico se a soma dos elementos de cada linha, a soma dos elementos de cada coluna e a soma dos elementos de sua diagonal principal

Leia mais

PIP/CA - Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Computação Aplicada da UNISINOS ALGORITMOS & ESTRUTURAS DE DADOS

PIP/CA - Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Computação Aplicada da UNISINOS ALGORITMOS & ESTRUTURAS DE DADOS PIP/CA - Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Computação Aplicada da UNISINOS Disciplina de Nivelamento - 2000/1: ALGORITMOS & ESTRUTURAS DE DADOS Professor Responsável: Prof. Fernando Santos

Leia mais

Capítulo 6: Arquivos

Capítulo 6: Arquivos Capítulo 6: Arquivos Waldemar Celes e Roberto Ierusalimschy 29 de Fevereiro de 2012 1 Funções de entrada e saída em arquivos Nos capítulos anteriores, desenvolvemos programas que capturam seus dados de

Leia mais

Computação 2. Aula 5. Profª. Fabiany defines vetor, strings e matriz por parâmetros de função

Computação 2. Aula 5. Profª. Fabiany defines vetor, strings e matriz por parâmetros de função Computação 2 Aula 5 defines vetor, strings e matriz por parâmetros de função Profª. Fabiany fabianyl@utfpr.com.br #define A diretiva #define define um identificador e uma string que o substituirá toda

Leia mais

INF 1620 P3-29/06/04 Questão 1 Nome:

INF 1620 P3-29/06/04 Questão 1 Nome: INF 1620 P3-29/06/04 Questão 1 Considere um arquivo texto que descreve um conjunto de retângulos e círculos. Cada linha do arquivo contém a descrição de uma figura. O primeiro caractere da linha indica

Leia mais

1 Escrita de Arquivos Binário

1 Escrita de Arquivos Binário Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Aula prática sobre arquivos binários 1 Escrita de Arquivos Binário Esta aula será sobre escrita e leitura de arquivos binários. Nesta

Leia mais

Programação Básica. Estrutura de um algoritmo

Programação Básica. Estrutura de um algoritmo Programação Básica Estrutura de um algoritmo Código-fonte Como vimos na aula anterior um algoritmo pode ser representado usando um fluxograma Um algoritmo pode também ser representado usando texto Esse

Leia mais

ponteiros INF Programação I Prof. Roberto Azevedo

ponteiros INF Programação I Prof. Roberto Azevedo ponteiros INF1005 -- Programação I -- 2016.1 Prof. Roberto Azevedo razevedo@inf.puc-rio.br ponteiros tópicos o que são ponteiros operadores usados com ponteiros passagem de ponteiros para funções referência

Leia mais

Gilberto A. S. Segundo. 24 de agosto de 2011

Gilberto A. S. Segundo. 24 de agosto de 2011 Exercícios - Alocação Dinâmica Gilberto A. S. Segundo Programação Aplicada de Computadores Engenharia Elétrica Universidade Federal do Espírito Santo - UFES 24 de agosto de 2011 1 / 23 Grupo de e-mail

Leia mais

MESMO QUE ESTAS VARIÁVEIS TENHAM NOME IDÊNTICOS

MESMO QUE ESTAS VARIÁVEIS TENHAM NOME IDÊNTICOS Funções As funções são blocos de instruções que facilitam o entendimento do código. Porque usar funções? Para permitir o reaproveitamento de código já construído (por você ou por outros programadores);

Leia mais

INTRODUÇÃO À LINGUAGEM PASCAL PREFÁCIO

INTRODUÇÃO À LINGUAGEM PASCAL PREFÁCIO INTRODUÇÃO À LINGUAGEM PASCAL CESAR BEZERRA TEIXEIRA,MSC PREFÁCIO A linguagem C foi desenvolvida no início da década de 70 por dois pesquisadores do Bell Laboratories, Brian Kernihgan e Dennis Ritchie,

Leia mais

Curso de Introdução à Liguagem de. Grupo PET-Tele. Universidade Federal Fluminense. July 16, 2012

Curso de Introdução à Liguagem de. Grupo PET-Tele. Universidade Federal Fluminense. July 16, 2012 urso de à urso de à Universidade Federal Fluminense July 16, 2012 Indrodução urso de à O é uma linguagem de programação criada por Dennis Ritchie, em 1972 e que continua a ser muito utilizada até os dias

Leia mais

Linguagem C Princípios Básicos (parte 1)

Linguagem C Princípios Básicos (parte 1) Linguagem C Princípios Básicos (parte 1) Objetivos O principal objetivo deste artigo é explicar alguns conceitos fundamentais de programação em C. No final será implementado um programa envolvendo todos

Leia mais

1 Arquivos em C. CEFETES Serra - Programação II Mateus Costa Notas de Aula - Arquivos

1 Arquivos em C. CEFETES Serra - Programação II Mateus Costa Notas de Aula - Arquivos CEFETES Serra - Programação II Mateus Costa Notas de Aula - Arquivos 1 Arquivos em C O objetivo deste capítulo e permitir a construção de programas que armazenem dados de forma permanente em dispositivos

Leia mais

Ambiente de desenvolvimento

Ambiente de desenvolvimento Linguagem C Ambiente de desenvolvimento Um programa em C passa por seis fases até a execução: 1) Edição 2) Pré-processamento 3) Compilação 4) Linking 5) Carregamento 6) Execução Etapa 1: Criação do programa

Leia mais

Fundamentos de Arquivos. SCC203 Algoritmos e Estruturas de Dados II

Fundamentos de Arquivos. SCC203 Algoritmos e Estruturas de Dados II Fundamentos de Arquivos SCC203 Algoritmos e Estruturas de Dados II Arquivos Informação mantida em memória secundária HD Disquetes Fitas magnéticas CD DVD 2 Discos X Memória Principal Tempo de acesso HD:

Leia mais

Anhanguera Educacional S.A. Centro Universitário Ibero-Americano

Anhanguera Educacional S.A. Centro Universitário Ibero-Americano O C++ foi inicialmente desenvolvido por Bjarne Stroustrup durante a década de 1980 com o objetivo de melhorar a linguagem de programação C, mantendo a compatibilidade com esta linguagem. Exemplos de Aplicações

Leia mais

Arquivos Binários UFOP 1/25

Arquivos Binários UFOP 1/25 BCC 201 - Introdução à Programação I Arquivos Binários Guillermo Cámara-Chávez UFOP 1/25 Arquivos Binários: typedef, structs em Arquivos I t y p e d e f s t r u c t Dados { i n t dia, mes, ano ; d o u

Leia mais

Curso de C. Comunicação e Arquivos. 24/05/2010 Arnaldo V Moura, Daniel F. Ferber 1

Curso de C. Comunicação e Arquivos. 24/05/2010 Arnaldo V Moura, Daniel F. Ferber 1 Curso de C Comunicação e Arquivos 24/05/2010 18:40 @ Arnaldo V Moura, Daniel F. Ferber 1 Tipos Avançados de Dados Roteiro: Fluxos de Dados Arquivos Abrir/Fechar Ler/Escrever Outras operações Entrada/Saída

Leia mais

Hello World. Linguagem C. Tipos de Dados. Palavras Reservadas. Operadores Aritméticos. Pré e pós incremento e pré e pós decremento

Hello World. Linguagem C. Tipos de Dados. Palavras Reservadas. Operadores Aritméticos. Pré e pós incremento e pré e pós decremento Hello World Linguagem C printf("hello world!\n"); main é a função principal, a execução do programa começa por ela printf é uma função usada para enviar dados para o vídeo Palavras Reservadas auto double

Leia mais

Introdução à Programação. Introdução a Linguagem C. Prof. José Honorato F. Nunes

Introdução à Programação. Introdução a Linguagem C. Prof. José Honorato F. Nunes Introdução à Programação Introdução a Linguagem C Prof. José Honorato F. Nunes honorato.nunes@ifbaiano.bonfim.edu.br Resumo da aula Introdução Variáveis Tipos de dados Operadores e Expressões: Operadores

Leia mais

Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org

Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org Breve Histórico A linguagem de programação C foi criada na década de 70, por Dennis Ritchie, que a implementou,

Leia mais

Arquivos. Fundamentos de Arquivos. Discos X Memória Principal. Memória Secundária x Principal. Informação mantida em memória secundária (externa)

Arquivos. Fundamentos de Arquivos. Discos X Memória Principal. Memória Secundária x Principal. Informação mantida em memória secundária (externa) Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Ricardo J. G. B. Campello Fundamentos de Arquivos Adaptado dos Originais de: Leandro C. Cintra Maria Cristina F. de Oliveira Arquivos Informação mantida em memória

Leia mais

Rotinas, Modos e Tipos de Passagem de Parâmetros

Rotinas, Modos e Tipos de Passagem de Parâmetros Linguagens de Programação Rotinas, Modos e Tipos de Passagem de Parâmetros Carlos Bazilio carlosbazilio@id.uff.br http://www.ic.uff.br/~bazilio/cursos/lp Chamada de Rotinas Rotina f Rotina g(w) g (k) Passagem

Leia mais

Comunicação Inter-Processo em Unix. Pipes FIFO (Named Pipes) Pipes

Comunicação Inter-Processo em Unix. Pipes FIFO (Named Pipes) Pipes Comunicação Inter-Processo em Unix Pipes FIFO (Named Pipes) 1 Pipes 2 1! Comunicação entre pai e filho Ao chamar um fork(), processos pai e filho deixam de compartilhar memória Como fazer então para que

Leia mais

Introdução à Programação em C

Introdução à Programação em C Introdução à Programação em C Tipos e Operadores Elementares Estruturas de Controlo Resumo Novidades em C Exemplo: Factorial Tipos de Dados Básicos Saltos Condicionais: if-then-else Valor de retorno de

Leia mais

Strings. Introdução. Definição de strings. Criação/Declaração de strings. Inicialização de strings. Manipulação de strings. Exemplos.

Strings. Introdução. Definição de strings. Criação/Declaração de strings. Inicialização de strings. Manipulação de strings. Exemplos. Introdução Definição de strings. Criação/Declaração de strings. Inicialização de strings. Manipulação de strings. Exemplos. 1 definições Uma string é uma sequência, um conjunto, ou uma cadeia de caracteres.

Leia mais

Estrutura do programa

Estrutura do programa Linguagem C Estrutura do programa Exemplo: #include #include main() { printf( Ola, mundo! ); system( pause ); }

Leia mais

Controlo de Execução. K&R: Capitulo 3

Controlo de Execução. K&R: Capitulo 3 Controlo de Execução K&R: Capitulo 3 IAED, 2009/2010 Controlo de Execução Instruções e Blocos if else-if switch Ciclos: Instruçõeswhile e for Instruçãodo-while break e continue goto e labels 2 IAED, 2009/2010

Leia mais

Algoritmos RESUMO - LINGUAGEM C

Algoritmos RESUMO - LINGUAGEM C Algoritmos RESUMO - LINGUAGEM C 1 Sintaxe da linguagem C Componentes reconhecidos pela linguagem C (sintaxe da linguagem): tipos propriedades dos dados; declarações partes do programa, podendo dar significado

Leia mais

1 Exercícios com ponteiros

1 Exercícios com ponteiros Computação para Informática Funções e Ponteiros1 EXERCÍCIOS COM PONTEIROS Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Aula Prática - Funções e ponteiros O objetivo desta aula prática

Leia mais

Cláudio C. Rodrigues Faculdade da Computação - UFU

Cláudio C. Rodrigues Faculdade da Computação - UFU Cláudio C. Rodrigues Faculdade da Computação - UFU LINGUAGEM C 07: ARQUIVOS Trabalhando com arquivos O sistema de entrada e saída do ANSI C é composto por uma série de funções cujos protótipos estão reunidos

Leia mais

PROGRAMAÇÃO I E N T R A DA E S A Í DA D E DA D O S

PROGRAMAÇÃO I E N T R A DA E S A Í DA D E DA D O S PROGRAMAÇÃO I VA R I Á V E I S, C O N S TA N T E S, O P E R A D O R E S E N T R A DA E S A Í DA D E DA D O S Variáveis 2 Variáveis são locais onde são armazenados os valores na memória. Toda variável é

Leia mais

Arquivos. Estruturas de Dados II Vanessa Braganholo

Arquivos. Estruturas de Dados II Vanessa Braganholo Arquivos Estruturas de Dados II Vanessa Braganholo Entidades } Aplicações precisam armazenar dados sobre as mais diversas entidades, que podem ser concretas ou abstratas } Funcionário de uma empresa (concreto)

Leia mais

Linguagem C Funções. André Tavares da Silva.

Linguagem C Funções. André Tavares da Silva. Linguagem C Funções André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Funções É uma coleção de comandos identificados por um nome (identificador); As funções executam ações e podem retornar valores; main, printf

Leia mais

P2 Programação II Departamento de Informática/PUC-Rio

P2 Programação II Departamento de Informática/PUC-Rio P2 Programação II 2012.2 Departamento de Informática/PUC-Rio Aluno: Matrícula: Turma: 1. A prova é sem consulta e sem perguntas. A interpretação do enunciado faz parte da prova. 2. A prova deve ser completamente

Leia mais

INF 1620 P1-14/04/07 Questão 1 Nome:

INF 1620 P1-14/04/07 Questão 1 Nome: INF 1620 P1-14/04/07 Questão 1 Considerando o critério de aprovação de uma disciplina que determina que um aluno está aprovado se a média ponderada de suas três provas for maior ou igual a 5.0, onde a

Leia mais

1 Exercícios com ponteiros

1 Exercícios com ponteiros Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Oitava Aula Prática - 29 de outubro de 2010 O objetivo desta aula prática é exercitar ponteiros e funções. 1 Exercícios com ponteiros

Leia mais

Tipos de Dados Simples

Tipos de Dados Simples Programação 11543: Engenharia Informática 6638: Tecnologias e Sistemas de Informação Cap. 3 Tipos de Dados Simples Tipos de Dados Simples Objectivos: Hierarquia de tipos de dados Tipos de dados simples

Leia mais

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO Primeiro programa em C #include int main() { int num1, num2, result; scanf("%d",&num1); scanf("%d",&num2); result = num1 + num2; printf("%d",

Leia mais

Introdução a Programação de Jogos

Introdução a Programação de Jogos Introdução a Programação de Jogos Aula 03 Introdução a Linguagem C Edirlei Soares de Lima Estrutura de um Programa C Inclusão de bibliotecas auxiliares: #include Definição

Leia mais

Manipulação de Arquivos. Técnicas de Programação

Manipulação de Arquivos. Técnicas de Programação Manipulação de Arquivos Técnicas de Programação Agenda do Dia Noções de Manipulação de Arquivos Ponteiros para Arquivos Abrindo Arquivos Fechando Arquivos Exercícios Lendo e Escrevendo em Arquivos Noções

Leia mais

Programação II. Introdução à Linguagem C

Programação II. Introdução à Linguagem C Programação II Introdução à Linguagem C Um Pouco da História da Linguagem C Origem: década de 70 (Dennis Ritchie) BCPL B C. Prover acesso de baixo nível ao hardware (CPU, I/Os e periféricos) e se entender

Leia mais

Linguagem C: diretivas, compilação separada. Prof. Críston Algoritmos e Programação

Linguagem C: diretivas, compilação separada. Prof. Críston Algoritmos e Programação Linguagem C: diretivas, compilação separada Prof. Críston Algoritmos e Programação Diretivas do pré processador Permite que o programador modifique a compilação O pré processador é um programa que examina

Leia mais

Introdução à Linguagem C

Introdução à Linguagem C Introdução à Linguagem C Eduardo Simões de Albuquerque Instituto de Informática UFG 13/03/2006 1 História Inventada e desenvolvida por Dennis Ritchie em um DEC- PDP 11 Originária de: BCPL desenvolvida

Leia mais

Funções em Linguagem C Parte II

Funções em Linguagem C Parte II Slides inicialmente preparados pelo Prof. Dr. Claudio Fabiano Motta Toledo Funções em Linguagem C Parte II Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1. Semestre 2017 Sumário Introdução a Ponteiros Escopo de Variáveis

Leia mais

INTRODUÇÃO À LINGUAGEM C

INTRODUÇÃO À LINGUAGEM C Universidade de São Paulo São Carlos Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação INTRODUÇÃO À LINGUAGEM C Material preparado pela profa Silvana Maria Affonso de Lara e utilizado por outros professores

Leia mais

Departamento de Informática - PUC-Rio INF 1007 Programação 2 P1 17/04/2010

Departamento de Informática - PUC-Rio INF 1007 Programação 2 P1 17/04/2010 Departamento de Informática - PUC-Rio INF 1007 Programação 2 P1 17/04/2010 Aluno: Instruções: 1) Escreva seu nome completo, matrícula e turma em todas as folhas desta prova; 2) A prova deve ser completamente

Leia mais

Estrutura de Programas e Tipos de Dados Simples

Estrutura de Programas e Tipos de Dados Simples SSC0101 - ICC1 Teórica Introdução à Ciência da Computação I Estrutura de Programas e Tipos de Dados Simples Prof. Vanderlei Bonato: vbonato@icmc.usp.br Prof. Claudio Fabiano Motta Toledo: claudio@icmc.usp.br

Leia mais

1 Questões de Múltipla Escolha

1 Questões de Múltipla Escolha Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza Instituto de Matemática Departamento de Ciência da Computação Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim dm

Leia mais

O vetor é provavelmente um dos mais simples e importantes tipos agregados. Através do seu uso, podemos

O vetor é provavelmente um dos mais simples e importantes tipos agregados. Através do seu uso, podemos Cláudio C. Rodrigues Faculdade da Computação -UFU LINGUAGEM C 04: VETORES, STRINGS E MATRIZES Faculdade da Computação - UFU 1 Introdução & Objetivo O vetor é provavelmente um dos mais simples e importantes

Leia mais

Disciplina de Algoritmos e Programação

Disciplina de Algoritmos e Programação Disciplina de Algoritmos e Programação Aula Passada Prática com declaração e inicialização de variáveis Capacidade de representação (estouro de representação) Tamanho ocupado pela variável na memória (comando

Leia mais

Estruturas de Dados Aula 6: Cadeias de 28/03/2010

Estruturas de Dados Aula 6: Cadeias de 28/03/2010 Estruturas de Dados Aula 6: Cadeias de Caracteres 28/03/2010 Caracteres Caracteres são representados internamente por códigos numéricos Tipo char (inteiro pequeno ) 1 byte (8 bits) 256 caracteres possíveis

Leia mais

CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO AULA 15. Revisão Vetores e Matrizes Trabalho

CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO AULA 15. Revisão Vetores e Matrizes Trabalho CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO AULA 15 Revisão Vetores e Matrizes Trabalho Definição: Introdução a Linguagem C Vetores Estrutura que permite armazenar um conjunto de dados do mesmo tipo na mesma variável;

Leia mais

Linguagens de Programação

Linguagens de Programação Conceitos e Técnicas Prof. Isabel Cafezeiro isabel@dcc.ic.uff.br Expressão: Uma expressão é uma frase do programa que, ao ser avaliada, produz como resultado um valor. 1 aa 1+4 f(1,g(x)) Elementos da expressão:

Leia mais

Programação II. Tipos Estruturados. Bruno Feijó Dept. de Informática, PUC-Rio

Programação II. Tipos Estruturados. Bruno Feijó Dept. de Informática, PUC-Rio Programação II Tipos Estruturados Bruno Feijó Dept. de Informática, PUC-Rio Dados Compostos Até agora tipos simples: char, int, float,. Necessidade por dados compostos, por tipos estruturados Ex.: pontos

Leia mais

Arquivos de Texto UFOP 1/31

Arquivos de Texto UFOP 1/31 BCC 201 - Introdução à Programação I Arquivos de Texto Guillermo Cámara-Chávez UFOP 1/31 Arquivos I Podem armazenar grande quantidade de informação Dados são persistentes (gravados em disco) Acessso aos

Leia mais