FITOTERAPIA NA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL

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1 FITOTERAPIA NA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL Roseli Turcatel Motter Centro Popular de Saúde Yanten Rua Maranhão, 1300 Caixa Postal 1005 Tel/fax: (45) CEP: Medianeira - Paraná

2 RELAÇÃO SER HUMANO X NATUREZA NATUREZA SER HUMANO PLANTA ALIMENTO HABITAÇÃO VESTUÁRIO LAZER REMÉDIO

3 Medicina Popular X Fitoterapia Desafios para a Construção do Saber Coletivo

4 POPULAR Prática milenar FITOTERAPIA Comprovação científica Intuição como base Pesquisas e testes em animais Empírica Saber do povo Saber do povo + Saber técnico Sem preocupação com dosagem Dosagem adequada Seleção simples Controle de Qualidade Preparo popular sem critérios Preparo farmacopeico/ quantidade certa Colheita em locais simples Colheita em plantio específico Nomes populares Nomes científicos Indicações populares Indicação técnica/farmacológica

5 POPULAR FITOTERAPIA Resguardo que a vovó ensinou Fé e magia (curandor/raizeiro) Ligação forte com a natureza Pesquisa da população Colheita relacionada à festa Hábitos alimentares corretos Princípio ativo comprovado Ligação com o medicamento Classificação botânica, agronômica, farmacológica, testes clínicos e toxicologia Colheita na época quando há maior possibilidade de obtenção de princípio ativo da planta

6 Cartilha da Saúde -2, Comunidades do Sertão de Pernambuco e Alagoas, CNBB - Nordeste II, Edições Paulinas, São Paulo, 1984.

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9 CONHECIMENTOS EMPÍRICOS E CIENTÍFICOS ETAPAS DE TRANSFORMAÇÃO

10 Fatores responsáveis pelo crescimento de Fitoterápicos: Razões históricas, culturais e filosóficas. Financeiramente mais viável (custo tecnológico relativamente baixo). Países pobres ou em desenvolvimento: medicina moderna inacessível por razões econômicas e/ou geográficas. Tratamento menos paternalista do que a medicina alopática. Incentivo aos estudos e pesquisas de plantas. Interesses econômicos e políticos.

11 FITOTERAPIA E SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL

12 Políticas públicas em plantas medicinais e fitoterápicos Relatório Final da VIII Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, na cidade de Brasília, em seu item 2.3.a, refere: introdução de práticas alternativas de assistência à saúde no âmbito dos serviços de saúde, possibilitando ao usuário o acesso democrático de escolher a terapêutica preferida.

13 Políticas públicas em plantas medicinais e fitoterápicos Relatório Final da X Conferência Nacional de Saúde, onde constam as seguintes deliberações: - Item : incorporar ao SUS, em todo o país, as práticas de saúde como a fitoterapia, acupuntura e homeopatia, contemplando as terapias alternativas e práticas populares ; - Item : o Ministério da Saúde deve incentivar a fitoterapia na Assistência Farmacêutica Pública e elaborar normas para sua utilização, amplamente discutidas com os trabalhadores em saúde e especialistas, nas cidades onde existir maior participação popular, com gestores mais empenhados com a questão da cidadania e dos movimentos populares.

14 Políticas públicas em plantas medicinais e fitoterápicos SEMINÁRIO NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS, FITOTERÁPICOS E ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA (Brasília/DF, de agosto de 2003) Criar polos regionais dentro dos estados para produção de medicamentos fitoterápicos, priorizando as espécies vegetais locais; Desenvolver Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, com financiamento, garantindo assim o acesso a produtos seguros e eficazes, além do fortalecimento de pequenos laboratórios; Incluir e regulamentar o uso de plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos na Assistência Farmacêutica do SUS, como componente da Atenção Básica.

15 Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares Portaria nº 971, de 3 de maio de 2006: A Fitoterapia é um recurso terapêutico caracterizado pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas e que tal abordagem incentiva o desenvolvimento comunitário, a solidariedade e a participação social.

16 Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos O objetivo geral desta Política é garantir à população brasileira o acesso seguro e o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos, promovendo o uso sustentável da biodiversidade, o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria nacional.

17 Grupo de Trabalho Interministerial para a Formulação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos Casa Civil Ministério da Saúde Ministério do Meio Ambiente Ministério da Integração Nacional Ministério a Ciência e Tecnologia Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior

18 Em sua estratégia global sobre medicina tradicional e medicina complementar e alternativa para 2002/2005, a OMS reforça o compromisso em estimular o desenvolvimento de políticas públicas com o objetivo de inserí-las no sistema oficial de saúde dos seus 191 estados-membros. Tal propósito é firmado porque atualmente apenas 25 estados-membros, dentre os quais não se inclui o Brasil, desenvolveram uma política nacional de medicina tradicional como forma de fortalecer a atenção sanitária e de contribuir para a reforma do setor saúde.

19 Estados Unidos e Alemanha estão entre os maiores consumidores dos produtos naturais brasileiros. Entre 1994 e 1998, importaram, respectivamente, 1521 e 1466 toneladas de plantas, que seguem para esses países sob o rótulo genérico de material vegetal do Brasil, de acordo com IBAMA (Reuters, 2002).

20 Embora o nosso país possua a maior diversidade vegetal do mundo, com cerca de espécies vegetais superiores catalogadas (PRANCE, 1977), apenas 8% foram estudadas para pesquisas de compostos bioativos e espécies foram avaliadas em suas propriedades medicinais (GUERRA et al, 2001).

21 O Brasil, com seu amplo patrimônio genético e sua diversidade cultural, tem em mãos a oportunidade para estabelecer um modelo de desenvolvimento próprio e soberano na área de saúde e uso de plantas medicinais e fitoterápicos, que prime pelo uso sustentável dos componentes da biodiversidade e respeite os princípios éticos e compromissos internacionais assumidos, principalmente a Convenção sobre Diversidade Biológica, e promova a geração de riquezas com inclusão social.

22 Outro fator de relevância como potencial de nosso País para o desenvolvimento do setor é que o Brasil possui 4,8 milhões de estabelecimentos agropecuários e, desse total, mais de 4,1 milhões (85,1%) são de agricultores familiares, que respondem pela maior parte dos empregos no meio rural e por grande parte dos alimentos produzidos diariamente.

23 A ampliação das opções terapêuticas ofertadas aos usuários do Sistema Único de Saúde, com garantia de acesso a plantas medicinais, fitoterápicos e serviços relacionados à fitoterapia, com segurança, eficácia e qualidade, na perspectiva da integralidade da atenção à saúde, é uma importante estratégia com vistas à melhoria da atenção à saúde da população e à inclusão social.

24 Uma Mensagem... Que este antigo sonho se transforme em realidade são os votos de todos aqueles que têm dedicado suas vidas profissionais ao uso correto das plantas medicinais nos programas de saúde pública em todos os rincões deste país. Prof. Dr. Francisco José de Abreu Matos Idealizador do Projeto Farmácias-Vivas

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