OS PRINCÍPIOS DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E OS REBATIMENTOS NO SERVIÇO SOCIAL

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1 OS PRINCÍPIOS DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E OS REBATIMENTOS NO SERVIÇO SOCIAL Keline Borges, RosaneSampaio, Solange Silva dos Santos Fidelis, Vânia Frigotto 1. Este trabalho foi elaborado a partir de estudos bibliográficos desenvolvidos no Núcleo Temático: Movimentos Sociais, Espaços Participativos e Demandas por Cidadania, no ano de 2004, na Unioeste Campus Toledo, no curso de Serviço Social. O ponto de partida para a construção desse trabalho foi o desafio de tentar experimentar uma forma de responder a seguinte questão: qual a importância da Democracia para o Serviço Social? O presente trabalho trata do conceito de Democracia Participativa e de sua importância, a partir da Constituição Federal de 1988, para o Serviço Social. Esta procura assegurar que a construção do interesse social se dê mediante processos participativos que contribuam para a ampliação dos direitos sociais. Comprometer-se com a efetivação desse processo é de suma importância para a formação profissional em Serviço Social. Ao buscar estabelecer um parâmetro para o entendimento do significado da Democracia, encontramos, no Dicionário de Ciências Sociais (1987), o conceito de Democracia que a designa como um modo de vida numa sociedade, através da qual acredita-se que cada indivíduo tem direito a participar e de usufruir livremente dos valores da mesma. Em um sentido mais limitado, a Democracia significa a oportunidade dos membros da 1 Assistente Social na Clínica de Fonoaudiologia Champagnat, em Toledo. Contato end: XV de Novembro 1653 Centro Toledo PR. Cep Fone:

2 sociedade de participarem livremente das decisões políticas, seja no aspecto da vida individual ou coletiva. Este conteúdo do conceito de Democracia, no Brasil amplamente difundido a partir da Constituição Federal de 1988, tem funcionado como uma base para a construção e a consolidação de alguns direitos, que antes estavam relegados ao campo da benesse, filantropia, isto é, do assistencialismo. A Constituição de 1988 é um elemento precioso para a sustentação do projeto ético-político do Serviço Social na medida em que tal projeto está engajado na defesa do aprofundamento da Democracia, da equidade e da justiça social, objetivando formular parâmetros que atendam a perspectiva de universalidade do acesso aos bens e serviços e, ao mesmo tempo, observem o compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população. O compromisso assumido pelos assistentes sociais, para com a classe trabalhadora é o de contribuir com as lutas por uma nova ordem social, na qual não se tenha a exploração de classe, etnia e gênero. Com essa forma de atuação política, os assistentes sociais reiteram a defesa dos direitos humanos, recusando os preconceitos e tentam construir as condições para o pluralismo no exercício profissional, entre outros. Contudo, essas tarefas político-sociais são grandiosas e não podem ficar circunscritas às responsabilidades de uma profissão. Como sociedade brasileira ainda temos muito a conquistar. No Brasil a experiência de organização social democrática é ainda recente. Os processos de decisão político e econômico têm sido marcados, caracteristicamente, pelo poder de domínio da elite burguesa. Desse modo, poucos têm sido aqueles capazes de influenciar nas decisões e rumos do país. As transformações societárias, especialmente aquelas originárias das lutas contra regimes autoritários, influenciaram o Serviço Social. A profissão passou por um processo de renovação de sua base político-filosófica, que articulada ao projeto social democrático procurou integrar as lutas e reivindicações da classe trabalhadora que anteriormente ficava relegada apenas à benesse e ao assistencialismo. Tendo na

3 democracia um valor ético-político capaz de assegurar os princípios de liberdade, equidade e justiça social, bem como o estabelecimento de formas de controle social e de participação, que hoje estão regulamentados por legislações específicas como o Código de Ética da profissão, a Lei Orgânica da Assistência Social, a lei que regulamenta a profissão, entre outras. O reordenamento político-social e econômico brasileiro, fez surgir no interior do Serviço Social o questionamento da ideologia aristotélico-tomista que dera origem à profissão no Brasil. A partir disso, ganhava força, um movimento de intenção de ruptura com o conservadorismo. Neste sentido, a categoria profissional elaborou uma direção social estratégica que buscava, não a supressão das diferenças em seu interior e nem a equalização das diferentes vertentes que a compõem, mas, o combate à hegemonia política do grande capital. Este movimento ocorrido no interior da categoria profissional do serviço social foi denominado de Movimento de Reconceituação, entendido como um marco no processo de amadurecimento intelectual da categoria e importantíssimo para o entendimento do atual projeto ético político profissional. Mediante, o processo interno de crítica, a profissão passou a entender a prática profissional inserida na realidade social do país a partir de uma perspectiva teóricopolítica. Visando contribuir para o avanço na luta pela democratização, o Serviço Social, após amplos debates sobre o caráter político da prática profissional faz uma opção de luta em favor da classe trabalhadora. Os diversos encontros promovidos, a reativação de sindicatos, a criação de associações, a inserção da categoria nos movimentos sociais, possibilitaram grandes avanços para a profissão, como no exemplo da questão político-organizativa. A década de 80 foi marcada por diversas conquistas, fruto de um movimento da categoria profissional no sentido de inserir o Serviço Social na realidade e no contexto histórico do país. Estes movimentos caracterizaram um processo de amadurecimento profissional, o qual encontrou bases, ainda mais sólidas, com a promulgação da

4 Constituição de 1988, que representou um marco organizativo na busca pela ampliação dos direitos sociais e na instituição da participação e controle social. As transformações societárias, que vem ocorrendo no Brasil, têm influenciado diretamente o Serviço Social. A consolidação da democracia, no âmbito das políticas sociais, vem sendo a base para o acesso, ampliação e efetivação dos direitos sociais no país. Este processo de construção da cidadania tem se confrontado com uma cultura política marcada por relações clientelistas. Mas, apesar das dificuldades que se tem encontrado para se garantir os direitos sociais na atual conjuntura neoliberal, não podemos deixar de mencionar aqui o papel fundamental que a democracia teve para o Serviço Social, possibilitando a profissão o engajamento com os movimentos sociais que emergiram na sociedade na luta pela consolidação da liberdade política, garantia da cidadania e ampliação dos direitos sociais. Que posteriormente resultou para a profissão, em normas legais, com princípios de liberdade e universalidade, estabelecimento de formas de controle social e participação, bem como equidade e justiça social, assim, a democracia passou a ser tomada como valor ético-político para o Serviço Social. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Brasília, D.F LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL. Lei nº 8742/93. Brasília, D.F LIMA. Ângela Maria de Lourdes Dayrell de. A descentralização, o ambiente e as mudanças organizacionais da política de assistência social. Serviço Social e Sociedade nº 73. Cortez Editora. São Paulo. Março NETTO, J. P. Transformações Societárias e Serviço Social: notas para uma análise prospectiva da profissão no Brasil. Revista Serviço Social e Sociedade nº 50. Cortez Editora. São Paulo. Abril de 1996.

5 Proposta Básica para o Projeto de Formação Profissional. Apresentado na XXIX Convenção Nacional da ABESS em Revista Serviço Social e Sociedade nº 50. Cortez Editora. SP. Abril de SILVA, Benedito (coordenador geral).dicionário DE CIÊNCIAS SOCIAIS. Fundação Getúlio Vargas, Instituto de Documentação. 2ª Edição. Rio de Janeiro SILVA, M. O. S. e. O serviço social na conjuntura brasileira: demandas e respostas. Revista Serviço Social e Sociedade nº 44. Cortez Editora. São Paulo. Abril de O Serviço Social e o Popular: resgate teórico-metodológico do Projeto Profissional de Ruptura. Cortez Editora. São Paulo Formação Profissional e Serviço Social. Cortez Editora, São Paulo

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