OS PRINCÍPIOS DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E OS REBATIMENTOS NO SERVIÇO SOCIAL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS PRINCÍPIOS DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E OS REBATIMENTOS NO SERVIÇO SOCIAL"

Transcrição

1 OS PRINCÍPIOS DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E OS REBATIMENTOS NO SERVIÇO SOCIAL Keline Borges, RosaneSampaio, Solange Silva dos Santos Fidelis, Vânia Frigotto 1. Este trabalho foi elaborado a partir de estudos bibliográficos desenvolvidos no Núcleo Temático: Movimentos Sociais, Espaços Participativos e Demandas por Cidadania, no ano de 2004, na Unioeste Campus Toledo, no curso de Serviço Social. O ponto de partida para a construção desse trabalho foi o desafio de tentar experimentar uma forma de responder a seguinte questão: qual a importância da Democracia para o Serviço Social? O presente trabalho trata do conceito de Democracia Participativa e de sua importância, a partir da Constituição Federal de 1988, para o Serviço Social. Esta procura assegurar que a construção do interesse social se dê mediante processos participativos que contribuam para a ampliação dos direitos sociais. Comprometer-se com a efetivação desse processo é de suma importância para a formação profissional em Serviço Social. Ao buscar estabelecer um parâmetro para o entendimento do significado da Democracia, encontramos, no Dicionário de Ciências Sociais (1987), o conceito de Democracia que a designa como um modo de vida numa sociedade, através da qual acredita-se que cada indivíduo tem direito a participar e de usufruir livremente dos valores da mesma. Em um sentido mais limitado, a Democracia significa a oportunidade dos membros da 1 Assistente Social na Clínica de Fonoaudiologia Champagnat, em Toledo. Contato end: XV de Novembro 1653 Centro Toledo PR. Cep Fone:

2 sociedade de participarem livremente das decisões políticas, seja no aspecto da vida individual ou coletiva. Este conteúdo do conceito de Democracia, no Brasil amplamente difundido a partir da Constituição Federal de 1988, tem funcionado como uma base para a construção e a consolidação de alguns direitos, que antes estavam relegados ao campo da benesse, filantropia, isto é, do assistencialismo. A Constituição de 1988 é um elemento precioso para a sustentação do projeto ético-político do Serviço Social na medida em que tal projeto está engajado na defesa do aprofundamento da Democracia, da equidade e da justiça social, objetivando formular parâmetros que atendam a perspectiva de universalidade do acesso aos bens e serviços e, ao mesmo tempo, observem o compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população. O compromisso assumido pelos assistentes sociais, para com a classe trabalhadora é o de contribuir com as lutas por uma nova ordem social, na qual não se tenha a exploração de classe, etnia e gênero. Com essa forma de atuação política, os assistentes sociais reiteram a defesa dos direitos humanos, recusando os preconceitos e tentam construir as condições para o pluralismo no exercício profissional, entre outros. Contudo, essas tarefas político-sociais são grandiosas e não podem ficar circunscritas às responsabilidades de uma profissão. Como sociedade brasileira ainda temos muito a conquistar. No Brasil a experiência de organização social democrática é ainda recente. Os processos de decisão político e econômico têm sido marcados, caracteristicamente, pelo poder de domínio da elite burguesa. Desse modo, poucos têm sido aqueles capazes de influenciar nas decisões e rumos do país. As transformações societárias, especialmente aquelas originárias das lutas contra regimes autoritários, influenciaram o Serviço Social. A profissão passou por um processo de renovação de sua base político-filosófica, que articulada ao projeto social democrático procurou integrar as lutas e reivindicações da classe trabalhadora que anteriormente ficava relegada apenas à benesse e ao assistencialismo. Tendo na

3 democracia um valor ético-político capaz de assegurar os princípios de liberdade, equidade e justiça social, bem como o estabelecimento de formas de controle social e de participação, que hoje estão regulamentados por legislações específicas como o Código de Ética da profissão, a Lei Orgânica da Assistência Social, a lei que regulamenta a profissão, entre outras. O reordenamento político-social e econômico brasileiro, fez surgir no interior do Serviço Social o questionamento da ideologia aristotélico-tomista que dera origem à profissão no Brasil. A partir disso, ganhava força, um movimento de intenção de ruptura com o conservadorismo. Neste sentido, a categoria profissional elaborou uma direção social estratégica que buscava, não a supressão das diferenças em seu interior e nem a equalização das diferentes vertentes que a compõem, mas, o combate à hegemonia política do grande capital. Este movimento ocorrido no interior da categoria profissional do serviço social foi denominado de Movimento de Reconceituação, entendido como um marco no processo de amadurecimento intelectual da categoria e importantíssimo para o entendimento do atual projeto ético político profissional. Mediante, o processo interno de crítica, a profissão passou a entender a prática profissional inserida na realidade social do país a partir de uma perspectiva teóricopolítica. Visando contribuir para o avanço na luta pela democratização, o Serviço Social, após amplos debates sobre o caráter político da prática profissional faz uma opção de luta em favor da classe trabalhadora. Os diversos encontros promovidos, a reativação de sindicatos, a criação de associações, a inserção da categoria nos movimentos sociais, possibilitaram grandes avanços para a profissão, como no exemplo da questão político-organizativa. A década de 80 foi marcada por diversas conquistas, fruto de um movimento da categoria profissional no sentido de inserir o Serviço Social na realidade e no contexto histórico do país. Estes movimentos caracterizaram um processo de amadurecimento profissional, o qual encontrou bases, ainda mais sólidas, com a promulgação da

4 Constituição de 1988, que representou um marco organizativo na busca pela ampliação dos direitos sociais e na instituição da participação e controle social. As transformações societárias, que vem ocorrendo no Brasil, têm influenciado diretamente o Serviço Social. A consolidação da democracia, no âmbito das políticas sociais, vem sendo a base para o acesso, ampliação e efetivação dos direitos sociais no país. Este processo de construção da cidadania tem se confrontado com uma cultura política marcada por relações clientelistas. Mas, apesar das dificuldades que se tem encontrado para se garantir os direitos sociais na atual conjuntura neoliberal, não podemos deixar de mencionar aqui o papel fundamental que a democracia teve para o Serviço Social, possibilitando a profissão o engajamento com os movimentos sociais que emergiram na sociedade na luta pela consolidação da liberdade política, garantia da cidadania e ampliação dos direitos sociais. Que posteriormente resultou para a profissão, em normas legais, com princípios de liberdade e universalidade, estabelecimento de formas de controle social e participação, bem como equidade e justiça social, assim, a democracia passou a ser tomada como valor ético-político para o Serviço Social. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Brasília, D.F LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL. Lei nº 8742/93. Brasília, D.F LIMA. Ângela Maria de Lourdes Dayrell de. A descentralização, o ambiente e as mudanças organizacionais da política de assistência social. Serviço Social e Sociedade nº 73. Cortez Editora. São Paulo. Março NETTO, J. P. Transformações Societárias e Serviço Social: notas para uma análise prospectiva da profissão no Brasil. Revista Serviço Social e Sociedade nº 50. Cortez Editora. São Paulo. Abril de 1996.

5 Proposta Básica para o Projeto de Formação Profissional. Apresentado na XXIX Convenção Nacional da ABESS em Revista Serviço Social e Sociedade nº 50. Cortez Editora. SP. Abril de SILVA, Benedito (coordenador geral).dicionário DE CIÊNCIAS SOCIAIS. Fundação Getúlio Vargas, Instituto de Documentação. 2ª Edição. Rio de Janeiro SILVA, M. O. S. e. O serviço social na conjuntura brasileira: demandas e respostas. Revista Serviço Social e Sociedade nº 44. Cortez Editora. São Paulo. Abril de O Serviço Social e o Popular: resgate teórico-metodológico do Projeto Profissional de Ruptura. Cortez Editora. São Paulo Formação Profissional e Serviço Social. Cortez Editora, São Paulo

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS Unidade IV FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL Prof. José Junior A evoluçao do Serviço Social Nas décadas de 1980 e 1990, o serviço social encontra seu ápice, pois a revisão

Leia mais

Disciplina: Ética e Serviço Social. Professora Ms. Márcia Rejane Oliveira de Mesquita Silva

Disciplina: Ética e Serviço Social. Professora Ms. Márcia Rejane Oliveira de Mesquita Silva Disciplina: Ética e Serviço Social Professora Ms. Márcia Rejane Oliveira de Mesquita Silva Conhecendo o Código de Ética de 1993 Duas dimensões 1) Conteúdo dos princípios: conjunto de Valores fundamentais

Leia mais

Prof. Dra. Michelly L Wiese Assistente Social

Prof. Dra. Michelly L Wiese Assistente Social Prof. Dra. Michelly L Wiese Assistente Social 1988: Constituição Federal do Brasil Carta Cidadã do Brasil. Art. 194 - A Seguridade Social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes

Leia mais

CONTEÚDOS EXIN SERVIÇO SOCIAL

CONTEÚDOS EXIN SERVIÇO SOCIAL CONTEÚDOS EXIN 2016.2 4MA E 4NA DISCIPLINA CONTEÚDO DISCIPLINAS CUMULATIVAS -Etapas do processo de trabalho: Elementos constitutivos. - O significado do Serviço Social na divisão social e técnica do trabalho;

Leia mais

AVALIAÇÃO SOCIAL E A CONCESSÃO DO BPC PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Eixo Temático I - Questão Social e Serviço Social

AVALIAÇÃO SOCIAL E A CONCESSÃO DO BPC PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Eixo Temático I - Questão Social e Serviço Social ISSN 2359-1277 AVALIAÇÃO SOCIAL E A CONCESSÃO DO BPC PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Drielly Andressa Claro, driellyclaro@hotmail.com; Jaqueline Zuin dos Santos (Orientadora), jaque.zuin.s@gmail.com; Keila

Leia mais

O que vêm à sua mente?

O que vêm à sua mente? Controle Social O que vêm à sua mente? Controle Social Controle da sociedade Algo controla a sociedade X Controle da sociedade A sociedade controla algo Quando o Algo controlou a sociedade Breve resgate

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL NA POLÍTICA DE SAÚDE: UMA BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA. Eixo temático: Política Social e Trabalho

SERVIÇO SOCIAL NA POLÍTICA DE SAÚDE: UMA BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA. Eixo temático: Política Social e Trabalho ISSN 2359-1277 SERVIÇO SOCIAL NA POLÍTICA DE SAÚDE: UMA BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA Autora: Karine Beletatti, ka_kuty@hotmail.com Karima Omar Hamdan (orientadora), karimamga@hotmail.com Unespar Campus

Leia mais

PACTO DE APRIMORAMENTO DA GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - SUAS

PACTO DE APRIMORAMENTO DA GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - SUAS ISSN 2359-1277 PACTO DE APRIMORAMENTO DA GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - SUAS Patrícia Guilherme de Almeida (Acadêmica), forever_guilherme@hotmail.com Jaqueline Zuin dos Santos (Orientadora),

Leia mais

PARTICIPAÇÃO E REPRESENTATIVIDADE NOS CONSELHOS DOS DIREITOS DA MULHER

PARTICIPAÇÃO E REPRESENTATIVIDADE NOS CONSELHOS DOS DIREITOS DA MULHER ISSN 2359-1277 PARTICIPAÇÃO E REPRESENTATIVIDADE NOS CONSELHOS DOS DIREITOS DA MULHER Adriele de Souza da Silva, adrielesilva4@gmail.com; Prof.ª Dr.ª Maria Inez Barboza Marques (Orientadora), marques@sercomtel.com.br;

Leia mais

CONSIDERANDO os princípios referendados na Declaração Universal dos Direitos Humanos;

CONSIDERANDO os princípios referendados na Declaração Universal dos Direitos Humanos; RESOLUÇÃO Nº 066-CONSELHO SUPERIOR, de 14 de fevereiro de 2012. REGULAMENTA A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA IFRR. O PRESIDENTE DO

Leia mais

TEXTO 4 OS DESAFIOS POSTOS PARA EFETIVAÇÃO DA GESTÃO DO TRABALHO NO ÂMBITO DO SUAS 1.

TEXTO 4 OS DESAFIOS POSTOS PARA EFETIVAÇÃO DA GESTÃO DO TRABALHO NO ÂMBITO DO SUAS 1. TEXTO 4 OS DESAFIOS POSTOS PARA EFETIVAÇÃO DA GESTÃO DO TRABALHO NO ÂMBITO DO SUAS 1. Bem, estamos chegando ao fim do nosso estudo e não poderíamos deixar de trazer uma contribuição da nossa Doutora Iamamoto.

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL E A DEMOCRACIA

O SERVIÇO SOCIAL E A DEMOCRACIA O SERVIÇO SOCIAL E A DEMOCRACIA Francieli Jaqueline Gregório INTRODUÇÃO:O Serviço Social como construção histórica é um mecanismo de regulação social, assim como as políticas sociais. Enquanto o Serviço

Leia mais

PSICOLOGIA, SISTEMA ÚNICO DE SAUDE E DIREITOS HUMANOS: RELATO DE UMA PSICÓLOGA SOBRE SUA ATUAÇÃO PROFISSIONAL.

PSICOLOGIA, SISTEMA ÚNICO DE SAUDE E DIREITOS HUMANOS: RELATO DE UMA PSICÓLOGA SOBRE SUA ATUAÇÃO PROFISSIONAL. PSICOLOGIA, SISTEMA ÚNICO DE SAUDE E DIREITOS HUMANOS: RELATO DE UMA PSICÓLOGA SOBRE SUA ATUAÇÃO PROFISSIONAL. BARROS, Aline; RISSON, Ana Paula; GORCZVESKI, Jucilane. Resumo Apresentação: Este trabalho

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESCOLAR: AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DO PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR

FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESCOLAR: AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DO PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESCOLAR: AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DO PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR Kely-Anee de Oliveira Nascimento Universidade Federal do Piauí kelyoliveira_@hotmail.com INTRODUÇÃO A escola é a

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL (Currículo iniciado em 2015)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL (Currículo iniciado em 2015) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL (Currículo iniciado em 2015) ANTROPOLOGIA 68 h/a 3210 A relação dialética entre o material e o simbólico na construção das identidades sociais e da

Leia mais

A ESCOLA ATUAL, A GESTÃO DEMOCRÁTICA E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A ESCOLA ATUAL, A GESTÃO DEMOCRÁTICA E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A ESCOLA ATUAL, A GESTÃO DEMOCRÁTICA E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Josemary Morastoni Renato José Casagrande Atualmente, a gestão é vista como uma nova forma de administrar de maneira democrática, onde

Leia mais

OS DESAFIOS DO CONTROLE SOCIAL NA GARANTIA DE DIREITOS

OS DESAFIOS DO CONTROLE SOCIAL NA GARANTIA DE DIREITOS OS DESAFIOS DO CONTROLE SOCIAL NA GARANTIA DE DIREITOS Valdir Anhucci 1 Vera Lúcia Tieko Suguihiro INTRODUÇÃO: A experiência de democracia no Brasil é recente. As conquistas foram realizadas com muitas

Leia mais

Seminário Rede Socioassistencial Centro, Sul e Sudeste. Angélica da Costa Assistente Social

Seminário Rede Socioassistencial Centro, Sul e Sudeste. Angélica da Costa Assistente Social Seminário Rede Socioassistencial Centro, Sul e Sudeste Angélica da Costa Assistente Social angelcosta@unisinos.br O Começo... Qual é o seu caminho? Espero que siga pelo caminho certo ou pelo caminho feliz,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE ENSINO CIÊNCIAS JURÍDICAS E ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL ANEXO I.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE ENSINO CIÊNCIAS JURÍDICAS E ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL ANEXO I. Plano de Ensino Universidade Federal do Espírito Santo Campus: Goiabeiras Curso: Serviço Social Departamento Responsável: Serviço Social Data de Aprovação (Art. nº 91): Docente responsável: Fabiola Xavier

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E O MINISTÉRIO PÚBLICO: UMA DISCUSSÃO SOBRE A ATUAÇÃO PROFISSIONAIL. EIXO TEMÁTICO: Política Social e Trabalho

SERVIÇO SOCIAL E O MINISTÉRIO PÚBLICO: UMA DISCUSSÃO SOBRE A ATUAÇÃO PROFISSIONAIL. EIXO TEMÁTICO: Política Social e Trabalho ISSN 2359-1277 SERVIÇO SOCIAL E O MINISTÉRIO PÚBLICO: UMA DISCUSSÃO SOBRE A ATUAÇÃO PROFISSIONAIL Caroline da Silva Santos, karoliny_silva_santos@hotmail.com Daiane Souza da Silva, e-mail: day-sborges@hotmail.com

Leia mais

A Gestão do Cuidado e dos Serviços de Saúde

A Gestão do Cuidado e dos Serviços de Saúde A Gestão do Cuidado e dos Serviços de Saúde O processo de descentralização dos serviços de saúde, como princípio organizativo do SUS, não se limita à transferência de responsabilidades e recursos ao gestor

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL Introdução ao Serviço Social A prática profissional no Serviço Social na atualidade: o espaço sócioocupacional que a particulariza e identifica;

Leia mais

GT EDUCAÇÃO - CRESS/MINAS GERAIS

GT EDUCAÇÃO - CRESS/MINAS GERAIS SEMINÁRIO ESTADUAL DE SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO GT EDUCAÇÃO - CRESS/MINAS GERAIS O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA DA EDUCAÇÃO: PERSPECTIVAS E DESAFIOS PROFª DRª ELIANA BOLORINO CANTEIRO MARTINS COORDENADORA GEPESSE

Leia mais

MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA

MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA Josiane Beatris Hartung Rosane Bernardete Brochier Kist 1 INTRODUÇÃO: Como acadêmicas de Serviço Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), RS, consideramos importante

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA SOCIO JURÍDICO: NOTAS SOBRE OS DESAFIOS IMPOSTOS AO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL

O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA SOCIO JURÍDICO: NOTAS SOBRE OS DESAFIOS IMPOSTOS AO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL ISSN 2359-1277 O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA SOCIO JURÍDICO: NOTAS SOBRE OS DESAFIOS IMPOSTOS AO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL Tainara Aparecida de Albuquerque do Nascimento, tainara_ap1@hotmail.com; Karima

Leia mais

REFLEXÃO SOBRE O ACESSO AO BPC PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Eixo Temático: Política Social e trabalho

REFLEXÃO SOBRE O ACESSO AO BPC PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Eixo Temático: Política Social e trabalho ISSN 2359-1277 REFLEXÃO SOBRE O ACESSO AO BPC PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Ana Carolina Ribeiro Dos Santos, Carol_santos94@live.com Jaqueline dos Santos Zuin (Orientadora ), jaque.zuin.s@gmail.com Universidade

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL UM BREVE HISTÓRICO DA CRIAÇÃO DO SUS NO BRASIL

INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL UM BREVE HISTÓRICO DA CRIAÇÃO DO SUS NO BRASIL INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL UM BREVE HISTÓRICO DA CRIAÇÃO DO SUS NO BRASIL 1. HISTÓRICO 1920: Criação da Lei Eloy Chaves primeiro modelo de previdência social, as Caixas de Aposentadoria

Leia mais

MANIFESTO DA ABEPSS 15 DE MAIO DIA DA/O ASSISTENTE SOCIAL 2013

MANIFESTO DA ABEPSS 15 DE MAIO DIA DA/O ASSISTENTE SOCIAL 2013 MANIFESTO DA ABEPSS 15 DE MAIO DIA DA/O ASSISTENTE SOCIAL 2013 ABEPSS MANIFESTO MAY 15th SOCIAL WORKER S DAY 2013 O contexto mundial de reestruturação produtiva não é somente resultado da crise do capital

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA MULHER E O CONTROLE SOCIAL

CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA MULHER E O CONTROLE SOCIAL ISSN 2359-1277 CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA MULHER E O CONTROLE SOCIAL Denise Santos Borges, dehtaa@hotmail.com; Prof.ª Dr.ª Maria Inez Barboza Marques (Orientadora), marques@sercomtel.com.br. UNESPAR/Campus

Leia mais

DESIGUALDADES DE GÊNERO E FORMAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL. Resumo: O debate sobre gênero no Brasil se incorporou às áreas de conhecimento a partir do

DESIGUALDADES DE GÊNERO E FORMAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL. Resumo: O debate sobre gênero no Brasil se incorporou às áreas de conhecimento a partir do DESIGUALDADES DE GÊNERO E FORMAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL Rosana Mirales 1 Resumo: O debate sobre gênero no Brasil se incorporou às áreas de conhecimento a partir do final da década de 1980 e mais firmemente

Leia mais

Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados

Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados Proteção Social para todos/as os/as brasileiros/as II Plano Decenal - 2016/2026 CARACTERÍSTICAS DOS PLANOS São técnicos e políticos;

Leia mais

Assistente Social: quem é e o que faz

Assistente Social: quem é e o que faz 1 Assistente Social: quem é e o que faz Assistente Social é o/a profissional que cursou a faculdade de Serviço Social e possui inscrição no Conselho Regional de Serviço Social (CRESS). O primeiro curso

Leia mais

TERMO DE ADESÃO E COMPROMISSO AO PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO DAS FARMÁCIAS HOSPITALARES E SIMILARES DELIBERAÇÃO N 001, DE 20 DE JANEIRO DE 2017.

TERMO DE ADESÃO E COMPROMISSO AO PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO DAS FARMÁCIAS HOSPITALARES E SIMILARES DELIBERAÇÃO N 001, DE 20 DE JANEIRO DE 2017. TERMO DE ADESÃO E COMPROMISSO AO PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO DAS FARMÁCIAS HOSPITALARES E SIMILARES DELIBERAÇÃO N 001, DE 20 DE JANEIRO DE 2017. CONSIDERANDO que a saúde é direito de todos e dever do Estado

Leia mais

XV Congresso Brasileiro de Sociologia 26 a 29 de Julho de 2011 Curitiba (PR)

XV Congresso Brasileiro de Sociologia 26 a 29 de Julho de 2011 Curitiba (PR) XV Congresso Brasileiro de Sociologia 26 a 29 de Julho de 2011 Curitiba (PR) Grupo de Trabalho: GT09 - Ensino de Sociologia Título do Trabalho: A Sociologia como técnica social na educação profissional,

Leia mais

IV JORNADA DE ESTUDOS EM SERVIÇO SOCIAL

IV JORNADA DE ESTUDOS EM SERVIÇO SOCIAL ISSN 2359-1277 AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS ASSISTENTES SOCIAIS QUE ATUAM NOS MUNICÍPIOS DE ABRANGÊNCIA DO ESCRITÓRIO REGIONAL DE PARANAVAÍ - SECRETARIA DA FAMÍLIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO ESTADO DO

Leia mais

O CONCEITO DE PARTICIPAÇÃO SEGUNDO AMMANN

O CONCEITO DE PARTICIPAÇÃO SEGUNDO AMMANN O CONCEITO DE PARTICIPAÇÃO SEGUNDO AMMANN Emmanuelle Mariussi Santos 1 Claudia Fernanda Grün 2 INTRODUÇÃO: O presente artigo vem trazer a visão de AMMANN sobre os conceitos de participação social difundidos

Leia mais

Sistema único de Saúde (SUS) e Sistemas de Informação em Saúde e DATASUS

Sistema único de Saúde (SUS) e Sistemas de Informação em Saúde e DATASUS Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Ciências Agrárias e Biológicas Epidemiologia e Saúde Pública Sistema único de Saúde (SUS) e Sistemas de Informação em Saúde e DATASUS Prof. Macks Wendhell

Leia mais

CAFÉ COM SAÚDE: RODA DE CONVERSA PARA DISCUTIR O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

CAFÉ COM SAÚDE: RODA DE CONVERSA PARA DISCUTIR O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAFÉ COM SAÚDE: RODA DE CONVERSA PARA DISCUTIR O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Bruna Fernandes SILVA¹; Gabriela Rodrigues ALVES²; Lorrayne Emanuela Duarte da SILVA³; Ilda Estefani Ribeiro MARTA

Leia mais

Pesquisa Formação e Ação Sindical No Fomento da Agenda de Trabalho Decente no Brasil

Pesquisa Formação e Ação Sindical No Fomento da Agenda de Trabalho Decente no Brasil Pesquisa Formação e Ação Sindical No Fomento da Agenda de Trabalho Decente no Brasil Desafios Disseminar o conceito de Trabalho Decente junto às direções e lideranças sindicais: Emprego, Normas, Proteção

Leia mais

Estratégia de Luta. Tel./Fax:

Estratégia de Luta. Tel./Fax: Estratégia de Luta Neste texto buscaremos refletir sobre alguns desafios que as alterações em curso no mundo do trabalho colocam para as instancias de representação dos trabalhadores. Elementos como desemprego

Leia mais

POLITICA DE ASSISTENCIA SOCIAL PARA IDOSOS DA ÁREA RURAL DA PRAIA DE CAMPINA-PB: COMO ACESSAR?

POLITICA DE ASSISTENCIA SOCIAL PARA IDOSOS DA ÁREA RURAL DA PRAIA DE CAMPINA-PB: COMO ACESSAR? POLITICA DE ASSISTENCIA SOCIAL PARA IDOSOS DA ÁREA RURAL DA PRAIA DE CAMPINA-PB: COMO ACESSAR? Autoras: Edijane Nunes Valentim; Nilsonete Lucena Gonçalves Ferreira Faculdade Internacional da Paraíba -

Leia mais

COOPERATIVAS DE CRÉDITO NO ORDENAMENTO JURÍDICO VIGENTE 33º SEMINÁRIO NACIONAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS - ABDE SALVADOR - BAHIA OUTUBRO 2013

COOPERATIVAS DE CRÉDITO NO ORDENAMENTO JURÍDICO VIGENTE 33º SEMINÁRIO NACIONAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS - ABDE SALVADOR - BAHIA OUTUBRO 2013 COOPERATIVAS DE CRÉDITO NO ORDENAMENTO JURÍDICO VIGENTE 33º SEMINÁRIO NACIONAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS - ABDE SALVADOR - BAHIA OUTUBRO 2013 AGENDA 01 ORIENTAÇÃO CONSTITUCIONAL 02 CONCEITOS E PRINCÍPIOS COOPERATIVOS

Leia mais

INSERÇÃO AO MERCADO TRABALHO PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS MÚLTIPLAS

INSERÇÃO AO MERCADO TRABALHO PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS MÚLTIPLAS INSERÇÃO AO MERCADO TRABALHO PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS MÚLTIPLAS Daniela Fernanda Barreto Freitas* JUSTIFICATIVA As estimativas da Organização Mundial da Saúde (2012) calculam que no mundo existem 610 milhões

Leia mais

CURSO: Serviço Social. TÍTULO do Projeto de Pesquisa: Memória Social e Prisão: reflexões sobre as políticas públicas no âmbito da execução penal.

CURSO: Serviço Social. TÍTULO do Projeto de Pesquisa: Memória Social e Prisão: reflexões sobre as políticas públicas no âmbito da execução penal. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CURSO: Serviço Social TÍTULO do Projeto de Pesquisa: Memória Social e Prisão: reflexões sobre as políticas públicas no âmbito da execução penal.

Leia mais

PARTICIPAÇÃO POLÍTICA NA ESCOLA E A FORMAÇÃO DA CIDADANIA: UM DESAFIO PARA A COMUNIDADE ESCOLAR

PARTICIPAÇÃO POLÍTICA NA ESCOLA E A FORMAÇÃO DA CIDADANIA: UM DESAFIO PARA A COMUNIDADE ESCOLAR PARTICIPAÇÃO POLÍTICA NA ESCOLA E A FORMAÇÃO DA CIDADANIA: UM DESAFIO PARA A COMUNIDADE ESCOLAR Ariadne Schmidt Furtado UFSM/RS Sueli Menezes Pereira UFSM/RS Resumo O presente trabalho decorre da pesquisa

Leia mais

Gestão e prática educacional democrática

Gestão e prática educacional democrática Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Educação Sociologia da Educação - I A - 2015/1 Eixo Escola e Cidadania Gestão e prática educacional democrática Vanessa Souza Pereira - Mestranda

Leia mais

ANAIS DO II SEMINÁRIO SOBRE GÊNERO: Os 10 anos da lei Maria da Penha e os desafios das políticas públicas transversais

ANAIS DO II SEMINÁRIO SOBRE GÊNERO: Os 10 anos da lei Maria da Penha e os desafios das políticas públicas transversais AS MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO NO BRASIL Caroline Silva dos Santos - karoliny_silva_santos@hotmail.com Daiane Souza da Silva -day-sborges@hotmail.com Débora Brasilino - deboratr_brasilino@hotmail.com

Leia mais

Serviço Social e Saúde: espaços de atuação a partir do SUS

Serviço Social e Saúde: espaços de atuação a partir do SUS Serviço Social e Saúde: espaços de atuação a partir do SUS Historicamente a saúde tem sido o maior empregador de assistentes sociais. Dos primórdios da profissão até o final dos anos de 1980, sua atuação

Leia mais

ÉTICA E IDENTIDADE PROFISSIONAL E SERVIÇO SOCIAL:

ÉTICA E IDENTIDADE PROFISSIONAL E SERVIÇO SOCIAL: Título: ÉTICA E IDENTIDADE PROFISSIONAL E SERVIÇO SOCIAL: reflexões iniciais sobre o exercício profissional dos assistentes sociais em espaço de gestão e sua relação com o projeto ético-político do Serviço

Leia mais

Assunto: expansão da Defensoria Pública da União e criação da. O Colégio de Ouvidorias de Defensorias Públicas do Brasil, o

Assunto: expansão da Defensoria Pública da União e criação da. O Colégio de Ouvidorias de Defensorias Públicas do Brasil, o Ao Exmo. Sr. Haman Tabosa de Moraes e Córdova Defensor Público-Geral Federal Setor Bancário Sul, Quadra 01 Bloco "H", Lote 26,27 CEP: 70.070-110 - Brasília/DF C/C: Ao Exmo. Sr. Kelery Dinarte Da Páscoa

Leia mais

PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: A FUNÇÃO SOCIAL DA EDUCAÇÃO ESCOLAR

PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: A FUNÇÃO SOCIAL DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: A FUNÇÃO SOCIAL DA EDUCAÇÃO ESCOLAR BATILANI, Italo GASPARIN, João Luiz RESUMO Este trabalho apresenta elementos que indicam a função social da educação escolar na pedagogia

Leia mais

Qualificação da Gestão

Qualificação da Gestão Qualificação da Gestão O que é o SUS Instituído pela Constituição de 1988, o Sistema Único de Saúde SUS é formado pelo conjunto das ações e serviços de saúde sob gestão pública Com direção única em cada

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NO NUCLEO DE ESTUDOS E DEFESA DOS DIREITOS DA INFÂNCIA E JUVENTUDE - NEDDIJ. Política Social e Trabalho

O SERVIÇO SOCIAL NO NUCLEO DE ESTUDOS E DEFESA DOS DIREITOS DA INFÂNCIA E JUVENTUDE - NEDDIJ. Política Social e Trabalho ISSN 2359-1277 O SERVIÇO SOCIAL NO NUCLEO DE ESTUDOS E DEFESA DOS DIREITOS DA INFÂNCIA E JUVENTUDE - NEDDIJ Ana Caroline (Acadêmica), carolsantos_94@live.com; Caroline Ribeiro Patrícia Almeida (Acadêmica),

Leia mais

IV JORNADA DE ESTUDOS EM SERVIÇO SOCIAL

IV JORNADA DE ESTUDOS EM SERVIÇO SOCIAL ISSN 2359-1277 O SERVIÇO SOCIAL E O CAMPO SÓCIO JURÍDICO: UMA DISCUSSÃO SOBRE A ATUAÇÃO PROFISSIONAL NO CENSE Camila Silvestre, email: camilamonteirosilva@hotmail.com.br Drielly Claro, email: driellyclaro@hotmail.com

Leia mais

I ENCONTRO ESTADUAL DE COORDENADORES REGIONAIS. Defesa de Direitos e Mobilização Social. Informática e Comunicação. Artes

I ENCONTRO ESTADUAL DE COORDENADORES REGIONAIS. Defesa de Direitos e Mobilização Social. Informática e Comunicação. Artes I ENCONTRO ESTADUAL DE COORDENADORES REGIONAIS Defesa de Direitos e Mobilização Social Informática e Comunicação Artes FENAPAES FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAEs Sede em Brasília DF Detentora da marca APAE

Leia mais

PLANO DE CURSO. 1. Apresentar a emergência da teoria social de Marx e da tradição sociológica, discutindo os traços pertinentes destas duas vertentes.

PLANO DE CURSO. 1. Apresentar a emergência da teoria social de Marx e da tradição sociológica, discutindo os traços pertinentes destas duas vertentes. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL CURSO DE MESTRADO EM SERVIÇO SOCIAL Disciplina: Teorias Sociais

Leia mais

Referências bibliográficas

Referências bibliográficas Referências bibliográficas Élidi Cristina Tinti SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros TINTI, ÉC. Referências bibliográficas. In: Capitalismo, trabalho e formação profissional: dilemas do trabalho

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR: CONCEPÇÕES, ESTRUTURA DO PROJETO E RELATÓRIO DE ESTÁGIO

ORIENTAÇÕES SOBRE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR: CONCEPÇÕES, ESTRUTURA DO PROJETO E RELATÓRIO DE ESTÁGIO ORIENTAÇÕES SOBRE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR: CONCEPÇÕES, ESTRUTURA DO PROJETO E RELATÓRIO DE ESTÁGIO O Estágio Supervisionado Curricular de todos os cursos do Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

A HISTÓRIA SOCIAL DOS DIREITOS

A HISTÓRIA SOCIAL DOS DIREITOS A HISTÓRIA SOCIAL DOS DIREITOS TEMÁTICA As As bases sócio-históricas da fundação dos Direitos Humanos na Sociedade Capitalista A construção dos Direitos A Era da Cultura do Bem Estar Os Direitos na Contemporaneidade

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM Missão Objetivo Geral Objetivos Específicos

CURSO: ENFERMAGEM Missão Objetivo Geral Objetivos Específicos CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS - LGBT

PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS - LGBT PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS - LGBT Departamento de Apoio à Gestão Participativa /DAGEP Secretaria de Gestão Estratégica

Leia mais

Plataforma dos Consumidores

Plataforma dos Consumidores Plataforma dos Consumidores REDUÇÃO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS MELHORIA NAS AGÊNCIAS REGULADORAS MUDANÇAS NOS PADRÕES DE PRODUÇÃO CDC NAS ESCOLAS O candidato à Presidência da República escolhido nas

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL NOS CONSELHOS DE POLÍTICAS SOCIAIS: DESAFIOS PARA UMA EXPERIÊNCIA DEMOCRÁTICA

A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL NOS CONSELHOS DE POLÍTICAS SOCIAIS: DESAFIOS PARA UMA EXPERIÊNCIA DEMOCRÁTICA A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL NOS CONSELHOS DE POLÍTICAS SOCIAIS: DESAFIOS PARA UMA EXPERIÊNCIA DEMOCRÁTICA INTRODUÇÃO Andréia Caroline Bissolati de Souza 1 Bruna Cabral Borges 2 Christiane Zago Prestes

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL: PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DOS GESTORES NA REDE MUNICIPAL

GESTÃO EDUCACIONAL: PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DOS GESTORES NA REDE MUNICIPAL GESTÃO EDUCACIONAL: PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DOS GESTORES NA REDE MUNICIPAL Maria de Fátima Pereira Lima Araújo Especialização em Gestão da Educação Municipal Programa de Apoio aos Dirigentes Municipais

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA PDE-ESCOLA NOS COLÉGIOS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE LONDRINA E SEUS IMPACTOS NA GESTÃO ESCOLAR

A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA PDE-ESCOLA NOS COLÉGIOS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE LONDRINA E SEUS IMPACTOS NA GESTÃO ESCOLAR A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA PDE-ESCOLA NOS COLÉGIOS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE LONDRINA E SEUS IMPACTOS NA GESTÃO ESCOLAR Gisele de Paula Rodrigues 1 Universidade Estadual de Londrina/PR giseledepaula_2@hotmail.com

Leia mais

HISTÓRIA DAS CONFERÊNCIAS NACIONAIS DE SAÚDE

HISTÓRIA DAS CONFERÊNCIAS NACIONAIS DE SAÚDE HISTÓRIA DAS CONFERÊNCIAS NACIONAIS DE SAÚDE Criadas por Lei em 1937, previstas a cada 2 anos. 1ª CNS em 1941 (discussões sobre as realizações do antigo DNS) 2ª CNS em 1950 (trataram de firmar um campo

Leia mais

Projeto: Valorização do Trabalho e dos Trabalhadores do MS COLETIVO MS Ministério da Saúde Secretaria Executiva

Projeto: Valorização do Trabalho e dos Trabalhadores do MS COLETIVO MS Ministério da Saúde Secretaria Executiva Valorização do Trabalho e dos Trabalhadores do MS 2011 2014 Ministério da Saúde Secretaria Executiva O Coletivo MS é um grupo de trabalhadores do Ministério da Saúde, coordenado pela Secretaria Executiva,

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR PPGPS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS CR M D

ESTRUTURA CURRICULAR PPGPS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS CR M D ESTRUTURA CURRICULAR PPGPS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS CR M D Nome: Metodologia da Pesquisa Social Professor (a): Vini Rabassa da Silva Ementa: Perspectivas teórico-metodológicas: o método em Marx, Durkheim,

Leia mais

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS Escolaridade de nível superior de acordo com a NOB/RH/2006

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO ENSINO DE GEOGRAFIA PARA A FORMAÇÃO DO CIDADÃO ATIVO EM ESCOLAS DE URUAÇU-GO

CONTRIBUIÇÕES DO ENSINO DE GEOGRAFIA PARA A FORMAÇÃO DO CIDADÃO ATIVO EM ESCOLAS DE URUAÇU-GO CONTRIBUIÇÕES DO ENSINO DE GEOGRAFIA PARA A FORMAÇÃO DO CIDADÃO ATIVO EM ESCOLAS DE URUAÇU-GO Gabriella Aguiar Valente IFG-Campus Uruaçu-GO, e-mail: gabiaguiarv@hotmail.com Rafaela Gomes Araujo IFG-Campus

Leia mais

No caminho com Maiakóvski

No caminho com Maiakóvski No caminho com Maiakóvski Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na Segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO E O DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADE DE 1945 A 1953

SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO E O DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADE DE 1945 A 1953 ISSN 2359-1277 SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO E O DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADE DE 1945 A 1953 RESUMO Bruna Fonseca Moreira, bruna.fonsecamoreira@gmail.com Carlos Henrique Lopes da Silva, carloshenriquelopess@hotmail.com

Leia mais

O PAPEL DOS MUNICÍPIOS NA CONSOLIDAÇÃO DO SUS DENISE RINEHART ASSESSORA TÉCNICA

O PAPEL DOS MUNICÍPIOS NA CONSOLIDAÇÃO DO SUS DENISE RINEHART ASSESSORA TÉCNICA Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde Seminário Cidadania, Fiscalização e Controle Social em Defesa da Saúde e do SUS O Direito à Saúde e o SUS O PAPEL DOS MUNICÍPIOS NA CONSOLIDAÇÃO DO

Leia mais

O conceito de Trabalho Decente

O conceito de Trabalho Decente O Trabalho Decente O conceito de Trabalho Decente Atualmente a metade dos trabalhadores de todo o mundo (1,4 bilhão de pessoas) vive com menos de 2 dólares ao dia e portanto, é pobre quase 20% é extremamente

Leia mais

ANAIS DO II SEMINÁRIO SOBRE GÊNERO: Os 10 anos da lei Maria da Penha e os desafios das políticas públicas transversais

ANAIS DO II SEMINÁRIO SOBRE GÊNERO: Os 10 anos da lei Maria da Penha e os desafios das políticas públicas transversais MULHERES CHEFES DE FAMÍLIA Bruna Caroline Joinhas- brunajoinhas@hotmail.com Joelma Barbosa de Souza- jobarbosa_souza@hotmail.com Juliana Carolina Jorge juliana_carolina_jorge@outlook.com Tatiana Bueno

Leia mais

I Chamada Pública do Fundo Casa para Mobilidade Urbana

I Chamada Pública do Fundo Casa para Mobilidade Urbana I Chamada Pública do Fundo Casa para Mobilidade Urbana 1. Apresentação Formada em 2013 por ativistas, pesquisadores e cidadãos identificados com a visão de um Rio mais integrado, a Casa Fluminense acredita

Leia mais

Família e Políticas Públicas: Limites e Possibilidades de Atuação do Assistente Social

Família e Políticas Públicas: Limites e Possibilidades de Atuação do Assistente Social Família e Políticas Públicas: Limites e Possibilidades de Atuação do Assistente Social Ms. Camila Felice Jorge Assistente Social da PMSP, professora do Centro Brasileiro Ítalo Brasileiro, com grande vivência

Leia mais

BOLETIM DO CRP de março de (assunto) Pré-Congressos da Psicologia em Santa Catarina

BOLETIM DO CRP de março de (assunto) Pré-Congressos da Psicologia em Santa Catarina BOLETIM DO CRP-12 11 de março de 2016 (assunto) Pré-Congressos da Psicologia em Santa Catarina (título) 11 de março de 2016 Pré-Congressos da Psicologia em Santa Catarina SCacaminhodo9CNP Dia 12 de março:

Leia mais

AS TEORIAS ADMINISTRATIVAS INSERIDAS NO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA (PSF)

AS TEORIAS ADMINISTRATIVAS INSERIDAS NO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA (PSF) UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Antonio Nascimento Araujo Ericarla Castro Corrêa José Vitor Vieira Ferreira

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL na Educação. Profa. Dra. Silvia da Costa STOCKINGER UFPA/CRESS

SERVIÇO SOCIAL na Educação. Profa. Dra. Silvia da Costa STOCKINGER UFPA/CRESS SERVIÇO SOCIAL na Educação Profa. Dra. Silvia da Costa STOCKINGER UFPA/CRESS A ESCOLA Um cenário próprio: instituição que reflete as problemáticas vivenciadas pela sociedade; apresenta expressões da Questão

Leia mais

A REPRESENTAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NOS CONSELHOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS

A REPRESENTAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NOS CONSELHOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS A REPRESENTAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NOS CONSELHOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS Maria Aparecida PAGANARDI 1 RESUMO: O tema abordado neste artigo aponta a relevância da atuação do assistente social junto aos Conselhos

Leia mais

A EFETIVIDADE DA JUSTIÇA AO ACESSO A MEDICAMENTOS NO BRASIL

A EFETIVIDADE DA JUSTIÇA AO ACESSO A MEDICAMENTOS NO BRASIL A EFETIVIDADE DA JUSTIÇA AO ACESSO A MEDICAMENTOS NO BRASIL *Clarissa Paiva Guimarães e Silva **Fafina Vilela de Souza RESUMO Os Direitos Fundamentais são aqueles considerados indispensáveis à pessoa humana,

Leia mais

Download livro didático sociologia Ensino Médio

Download livro didático sociologia Ensino Médio Download livro didático sociologia Ensino Médio Por Luiz Fernandes de Oliveira Prezad@s amig@s educadores(as), Trazemos-lhes uma boa notícia: nosso livro didático SOCIOLOGIA PARA JOVENS DO SÉCULO XXI,

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

SUPERVISÃO DE ESTÁGIO

SUPERVISÃO DE ESTÁGIO Profa. Regiane Leite Unidade I SUPERVISÃO DE ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL A ética do cuidado: o cuidado é uma característica originária e essencial do ser humano; recebemos cuidado e atenção desde o ventre

Leia mais

ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO CENTRO DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS

ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO CENTRO DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS 1 ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO CENTRO DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS Cristina Ionácy Rodrigues e Souza 1 INTRODUÇÃO Ao fomentar que a assistência social é uma política que junto com as políticas setoriais,

Leia mais

FITOTERAPIA NA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL

FITOTERAPIA NA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL FITOTERAPIA NA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL Roseli Turcatel Motter Centro Popular de Saúde Yanten Rua Maranhão, 1300 Caixa Postal 1005 Tel/fax: (45) 3264-2806 yanten@arnet.com.br CEP: 85.884-000 Medianeira

Leia mais

2) O SUS foi desenvolvido em razão do artigo 198 da Constituição Federal, com base nos seguintes princípios, exceto:

2) O SUS foi desenvolvido em razão do artigo 198 da Constituição Federal, com base nos seguintes princípios, exceto: QUESTÕES DO SUS ) São objetivos do SUS: a) identificação de fatores que condicionem à saúde; b) política financeira de incentivo à saúde; c) ação de ordem social que vise arrecadação de recursos; d) identificação

Leia mais

Câmara Municipal de São Caetano do Sul

Câmara Municipal de São Caetano do Sul SENHOR PRESIDENTE PROJETO DE LEI INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA, COM A FINALIDADE DE ELABORAR E IMPLEMENTAR O PROGRAMA DE APOIO À ECONOMIA SOLIDÁRIA E AO COOPERATIVISMO POPULAR

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO EFETIVO PROFESSOR DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO Edital 17/2015 Campus São João del-rei

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO EFETIVO PROFESSOR DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO Edital 17/2015 Campus São João del-rei Tema 01: A DEMOCRACIA PARTICIPATIVA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) E SUA IMPORTÂNCIA PARA A DEFINIÇÃO, EXECUÇÃO E ACOMPANHAMEN- TO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE Redija um texto dissertativo-argumentativo

Leia mais

CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES

CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES Um desafio para a igualdade numa perspectiva de gênero Ituporanga 30/04/04 Conferência Espaço de participação popular para: Conferir o que tem sido feito

Leia mais

O desenvolvimento do Planejamento Estratégico está dividido em 5 fases principais até a sua conclusão: Figura 1 - Fases do Planejamento Estratégico

O desenvolvimento do Planejamento Estratégico está dividido em 5 fases principais até a sua conclusão: Figura 1 - Fases do Planejamento Estratégico O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A Assessoria de Planejamento (ASPLAN) está se dedicando à elaboração do Planejamento Estratégico da SEDESE. Este projeto surge como uma demanda do Secretário André Quintão para

Leia mais

Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE

Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE 2009 Ministério da Saúde. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou

Leia mais

CURSO POLÍTICAS PÚBLICAS NO SEMIÁRIDO DO NORDESTE: PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE. Profº Guilherme Soares UFRPE

CURSO POLÍTICAS PÚBLICAS NO SEMIÁRIDO DO NORDESTE: PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE. Profº Guilherme Soares UFRPE POLÍTICAS PÚBLICAS NO SEMIÁRIDO DO NORDESTE: PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE. Profº Guilherme Soares UFRPE : POLÍTICAS PÚBLICAS NO SEMIÁRIDO DO NORDESTE: Módulo III O AMBIENTE OPERACIONAL DAS POLÍTICAS PÚBLICAS:

Leia mais

Democratização da Gestão e Qualidade Social da Educação

Democratização da Gestão e Qualidade Social da Educação CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA Democratização da Gestão e Qualidade Social da Educação Dr. Luiz F. Dourado -UFG Brasília, 16.04.08 Democratização gestão e qualidade social da educação = Coneb

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL PROGRAMA DA DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL PROFESSORA: MARIA MAGDELA VASCONCELOS

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA Vanessa Martins Hidd Santos NOVAFAPI INTRODUÇÃO A avaliação institucional constitui objeto de preocupação e análise na NOVAFAPI, desde sua fundação quando

Leia mais

UM DICIONÁRIO CRÍTICO DE EDUCAÇÃO 1

UM DICIONÁRIO CRÍTICO DE EDUCAÇÃO 1 176 UM DICIONÁRIO CRÍTICO DE EDUCAÇÃO 1 Evandro de Carvalho Lobão 2 Temos recentemente disponível a segunda edição (a primeira foi publicada em 2012) do Dicionário da Educação do Campo, elaborado por autores

Leia mais

Manual de Compliance, Regras, Procedimentos e Controles Internos

Manual de Compliance, Regras, Procedimentos e Controles Internos MANUAL - ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 1 de 7 Manual de Compliance, Regras, Procedimentos e MANUAL - ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 2 de 7 ÍNDICE 1) Introdução...3 2) Responsabilidade da Área...3 3) Monitoramento

Leia mais