AVALIAÇÃO DE ACESSOS DE MANDIOCA DE INDÚSTRIA NA EMBRAPA CERRADOS

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1 AVALIAÇÃO DE ACESSOS DE MANDIOCA DE INDÚSTRIA NA EMBRAPA CERRADOS Cásio Alves Costa de Souza 1, Eduardo Alano Vieira 1, Josefino de Freitas Fialho 1, Francisco Duarte Fernandes 1, Roberto Guimarães Júnior 1, Marilia Santos Silva 1, Mário Ozeas Sampaio dos Santos Filho 1, Hélio Ribeiro dos Santos 1, Paulo Cavalcante Bezerra 1 ( 1 Embrapa Cerrados, BR 020, Km 18, Caixa Postal 08223, Planaltina, DF. Termos para indexação: Manihot esculenta Crantz, variabiliade genética, mandioca de indústria, melhoramento genético. Introdução A mandioca se destaca dentre as plantas cultivadas em razão de suas raízes tuberosas que armazenam amido e que podem ser utilizadas na alimentação humana e animal in natura quando apresentam teores de HCN inferiores a 100 ppm ou então podem ser utilizadas na alimentação animal, indústria (farinha, amido, entre outras) independente dos teores de HCN nas raízes, desde que sejam submetidas a processamento que elimine o HCN (Fukuda et al., 2003). A região do Cerrado do Brasil Central apresenta características de solo e de clima que a colocam como uma das mais propícias para o cultivo de mandioca (Souza e Fialho, 2003) e em razão desse potencial, o cultivo de mandioca para a indústria vem crescendo na região. Como exemplo podemos citar que a maior área contínua cultivada com mandioca no mundo, cerca de seis mil hectares, está instalada na cidade de Correntina no Estado da Bahia visando à produção de amido. Além dessa fazenda, estão sendo instaladas na região fecularias e casas de farinha e como consequência, o cultivo de mandioca está crescendo e se profissionalizando na região. A perspectiva de mercado que está sendo criada tem levado a uma forte demanda dos produtores por variedades de mandioca de indústria específicas para a região e com maior qualidade e potencial produtivo. Nesse sentido, é necessário que sejam gerados e testados na região acessos de mandioca de indústria que aliem elevada produtividade de raízes, elevado teor de amido nas raízes, resistência a pragas e doenças, película branca nas raízes, elevada altura da primeira ramificação, entre outros. E que apresentem qualidades tecnológicas e

2 morfológicas favoráveis às práticas culturais e à mecanização da cultura e qualidades que atendam as exigências do mercado consumidor. O objetivo do trabalho foi avaliar o desempenho agronômico de acessos de mandioca de indústria na Embrapa Cerrados. Material e Métodos O experimento foi conduzido entre outubro de 2006 e abril de 2008 (18 meses), em área experimental da Embrapa Cerrados no município de Planaltina-DF. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados com três repetições, onde foram avaliados 17 acessos de mandioca de indústria mantidos no Banco Regional de Germoplasma de Mandioca do Cerrado (BGMC), listados na Tabela 1. Cada parcela foi composta por 4 linhas com 10 plantas em espaçamento de 1,20 m entre linhas e 0,80 m entre fileiras, sendo a área útil de cada parcela constituída pelas 16 plantas centrais. Quando o experimento estava com 12 meses de idade foi efetuada a poda da parte área a cerca de 10 cm do solo em todos os genótipos nos três blocos. Tabela 1. Acessos de mandioca de indústria avaliados com respectivos nomes comuns, coloração da película da raiz (CPR) e teor de HCN nas raízes em ppm (HCN). Acessos Nome comum CPR HCN * BGMC 788 IAC 14 marrom escuro 40 BGMC 1286 Roxinha marrom claro 40 BGMC 991 Clone 3 marrom claro 40 BGMC 1270 IAC 15 branca 40 BGMC 1297 Mani-Branca branca 85 BGMC 996 Clone 9 marrom claro 25 BGMC /06 marrom claro 40 BGMC 1265 Fibra branca 25 BGMC 1262 Enita Brava marrom escuro 25 BGMC 923 Clone 5 marrom escuro 40 BGMC /06 marrom claro 25 BGMC 994 Clone 6 marrom escuro 15 BGMC 1130 IAC 13 branca 15 BGMC /7 marrom escuro 25 BGMC 436 IAC 12 marrom escuro 15 BGMC 1250 Fécula branca branca 40 BGMC /07 marrom claro 25 * = aferido no momento da colheita por meio do método qualitativo descrito por Willians e Edwards (1980).

3 A seleção do material para o plantio bem como os tratos culturais seguiram as recomendações do sistema de produção de mandioca para a região do Cerrado (Souza e Fialho, 2003). Os acessos foram aferidos quanto aos caracteres: i) altura da planta em m (AP); ii) altura da primeira ramificação em m (APR); iii) peso da cepa em kg ha -1 (PC); iv) peso da parte aérea sem a cepa em kg ha -1 (PPA); v) produtividade de raízes em kg ha -1 (PR); vi) índice de colheita por meio da razão entre o peso total de raízes e o peso total da planta (IC); e vii) porcentagem de amido nas raízes por meio do método da balança hidrostática (AM). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas por meio do teste de comparação de médias de Scott e Knott a 5% de probabilidade de erro. As análises estatísticas foram realizadas com auxílio do programa Genes (Cruz et al., 2001). Resultados e Discussão Os resultados da análise de variância evidenciaram a existência de grandes diferenças genéticas entre os genótipos estudados, uma vez que foram detectadas variações significativas (P<0,05) entre os acessos avaliados para todos os caracteres aferidos (Tabela 2). Os coeficientes de variação variaram de 2,32% para o caráter AM a 11,10% para o caráter AP, conferindo elevada precisão experimental aos ensaios (Tabela 2). Dentre os acessos avaliados foi detectada variabilidade quanto ao teor de HCN nas raízes, que variou de 15 a 85 ppm (Tabela 1). Como todos os acessos evidenciaram teores de HCN nas raízes inferiores a 100 ppm, eles podem ter suas raízes utilizadas na forma in natura, tanto na alimentação humana como animal, apesar de terem sido selecionados para a utilização na indústria de farinha e fécula. O que é um fato positivo, uma vez que elimina o risco de intoxicação dos indivíduos e animais que venham a se alimentar dessas raízes. Tabela 2. Resumo da análise de variância dos caracteres altura da planta em m (AP), produtividade de raízes em kg ha -1 (PR), peso da cepa em kg ha -1 (PC), peso da parte aérea sem a cepa em kg ha -1 (PPA), porcentagem de amido nas raízes por meio do método da balança hidrostática (AM) e índice de colheita por meio da razão entre o peso total de raízes e o peso total da planta (IC), avaliados em dezessete acessos de mandioca na Embrapa Cerrados em Planaltina-DF.

4 Fonte de variação GL Quadrado médio AP PR PC PPA AM IC QM acessos 16 0,55 * * * * 5,60 * 0,017 * QM resíduo 32 0, ,52 0,0005 CV (%) 11,10 7,30 5,38 6,48 2,32 4,84 * = significativo a 5% de probabilidade de erro pelo teste F. A amplitude das médias dos caracteres revelou a existência de ampla variação entre os acessos (Tabela 3). Variações expressivas entre os acessos foram detectadas para os caracteres PPA ( kg ha -1 ), PR ( kg ha -1 ) e AM (5,12%), variações que reforçam a necessidade de se efetuar o teste dos genótipos em diferentes locais a fim de determinar qual é superior para cada ambiente, bem como a existência de ampla variabilidade genética em mandioca, até mesmo entre acessos elite. A existência de elevada variabilidade fenotípica em mandioca já era esperada e também foi relatada por Vieira et al. (2005). Dentre os caracteres avaliados, o que apresentou o maior número de classes distintas no teste de comparação de médias (seis classes) foi o caráter PPA, cujas médias variaram de kg ha -1 a 4030 kg ha -1, para os acessos BGMC 1305 e BGMC 1250, respectivamente (Tabela 3). O caráter PPA é muito importante para indicação para o cultivo de acessos de mandioca, uma vez que indica o potencial de produção de manivas-sementes e a possibilidade de utilização da parte área na alimentação animal como fonte protéica. O caráter AP foi o que apresentou o menor número de classes distintas no teste de comparação de médias (três classes), cujas médias variaram de 2,47 m a 1,07 m, para os acessos BGMC 996 e BGMC 1250, respectivamente (Tabela 3). Esse caráter é muito importante uma vez que juntamente com o caráter PPA dá uma idéia da capacidade de produção de manivas-sementes do acesso. Tabela 3. Comparação de médias da altura da planta em m (AP), produtividade de raízes em kg ha -1 (PR), peso da cepa em kg ha -1 (PC), peso da parte aérea sem a cepa em kg ha -1 (PPA), porcentagem de amido nas raízes por meio do método da balança hidrostática (AM) e índice de colheita por meio da razão entre o peso total de raízes e o peso total da planta (IC), avaliados em dezessete acessos de mandioca na Embrapa Cerrados em Planaltina-DF. Acessos Caracteres AP PR PC PPA AM IC

5 BGMC 788 2,43 A * F 7529 D F 32,61 A 0,43 D BGMC ,67 B B 5527 F G 29,52 D 0,61 A BGMC 991 2,40 A D B C 29,98 C 0,42 D BGMC ,60 B F 6914 D I 30,54 C 0,51 C BGMC ,27 A D 6088 E E 30,09 C 0,50 C BGMC 996 2,47 A F 9629 C B 31,97 B 0,32 E BGMC A C A B 32,47 A 0,40 D BGMC ,53 B F 7322 D H 29,13 D 0,49 C BGMC ,57 B E 6592 E H 31,89 B 0,52 C BGMC 923 2,17 A A A D 32,27 A 0,50 C BGMC ,27 A F 9208 C F 31,39 B 0,38 D BGMC 994 2,10 A E 9191 C D 31,86 B 0,43 D BGMC ,73 B E 7443 D G 31,56 B 0,50 C BGMC ,27 A F 6915 D G 33,63 A 0,47 C BGMC 436 1,93 B B 7838 D E 31,03 B 0,54 B BGMC ,07 C 8849 G 3027 G 4030 J 28,51 D 0,55 B BGMC ,37 A D B 46462A 31,48 B 0,35 E Média geral 2, ,18 0,47 Amplitude # 1, ,12 0,29 * = Médias seguidas de letras distintas na coluna diferem entre si a 5% de significância pelo teste de separação de médias de Scott e Knott; # = diferença entre a maior e a menor média. Em relação ao caráter PR que juntamente com o caráter AM é determinante para a recomendação de um acesso de indústria para o cultivo (Fukuda et al., 2003), os acessos foram divididos em sete grupos: i) BGMC 923; ii) BGMC 1286 e BGMC 436; iii) BGMC 1304; iv) BGMC 991; BGMC 1297 e 1305; v) BGMC 994, BGMC 1130 e 1292; vi) BGMC 1295; BGMC 1299, BGMC 996, BGMC 1270; BGMC 788 e BGMC 1298; e vii) BGMC Já para o caráter AM os acessos foram divididos em cinco grupos: i) BGMC 1299; BGMC 788; BGMC 1304 e BGMC 923; ii) BGMC 996; BGMC 1262; BGMC 994; BGMC 1130; BGMC 1305; BGMC 1298 e BGMC 436; iii) BGMC 1270; BGMC 1297 e BGMC 991; e iv) BGMC 1286; BGMC 1265 e BGMC 1250 (Tabela 3). A importância dos caracteres PR e AM na recomendação de uma variedade de indústria está relacionada ao rendimento final de amido na indústria que é estimado por meio da multiplicação entre a PR estimada e a AM. Assim os acessos que revelaram os maiores potenciais de produtividade de amido na indústria foram: BGMC 923 (14522 kg ha -1 ), BGMC

6 436 (12502 kg ha -1 ), BGMC 1286 (11933 kg ha -1 ) e BGMC 1304 (11893 kg ha -1 ), nesse grupo de acessos estão a variedade recomendada para o cultivo no sudoeste baiano formosa (BGMC 923), a variedade recomendada para o cultivo na região do Cerrado IAC 12 (BGMC 436), a variedade recomendada para o plantio em São Paulo Roxinha (BGMC 1286) e o híbrido gerado pela Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical e selecionado pela Embrapa Cerrados 9661/06 (BGMC 1304) (Tabela 3). Em relação a esse grupo é importante ressaltar que apesar desses acessos evidenciarem potencial para o cultivo na região, nenhum apresenta coloração da película da raiz branca, que é uma preferência da indústria em razão da facilidade para descascar que essa apresenta. O híbrido BGMC 1304 se destacou também em razão de apresentar elevado PPA kg ha -1, o que revela que esse híbrido apresenta também um elevado potencial para a utilização da parte aérea na alimentação animal e portanto apresenta potencial para lançamento como uma nova variedade de mandioca para a indústria e para a alimentação animal (Tabela 3). Dentre os acessos com coloração da película branca o que revelou o maior potencial de produção de amido foi o BGMC 1130 que é a variedade recomendada para o cultivo na região de São Paulo IAC 13 com uma produtividade de amido de 8252 kg ha -1, que é inferior a dos acessos mais produtivos que apresentam película marrom (Tabela 3). O que indica que o melhoramento de mandioca de indústria para as condições do Cerrado deve centralizar seus esforços na geração de variedades com película branca, elevada produtividade de raízes e elevado teor de amido nas raízes. Dessa forma, os resultados mostram que alguns acessos avaliados apresentam elevado potencial agronômico e que, portanto devem ser avaliados por um maior número de anos em um maior número de locais para terem sua qualidade superior validada. Conclusões Os resultados mostraram que existe ampla variabilidade fenotípica entre os acessos de indústria avaliados, que alguns apresentam potencial para o cultivo no DF e que devem ser avaliados por um número maior de anos em um número maior de locais e que o melhoramento genético de mandioca de indústria para as condições do Cerrado deve focalizar na geração de variedades com elevado potencial de produção de amido e com película branca.

7 Agradecimentos Os autores agradecem a Embrapa, Fundação Banco do Brasil, CNPq, FAPDF e ao Programa Biodiversidade Brasil-Itália pelo apoio financeiro. Referências Bibliográficas CRUZ, C.D. Programa genes: aplicativo computacional em genética e estatística. Viçosa: UFV, p. FUKUDA, W.M.G.; IGLESIAS, C.; SILVA, S.O. Melhoramento de mandioca. Cruz das Almas: CNPMF, p. SOUZA, L.S.; FIALHO, J.F. Sistema de produção de mandioca para a região do cerrado. Cruz da Almas: CNPMF, p. VIEIRA, E.A.; FIALHO, J.F.F.; SILVA, M.S.; FALEIRO, F.G. Variabilidade genética do banco ativo de germoplasma de mandioca do cerrado acessada por meio de descritores morfológicos. Planaltina: CPAC, p. WILLIAMS, H.J.; EDWARDS, T.G. Estimation of Cyanide with Alkaline Picrate. Journal of the Science of Food and Agriculture, v.31, p.15-22, 1980.

Termos para indexação: Manihot esculenta Crantz, variabiliade genética, mandiocas biofortificadas, recursos genéticos, melhoramento genético.

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