CONCORRÊNCIA AA - 01/2007 RELATÓRIO DE APRECIAÇÃO TÉCNICA DOS RECURSOS E CONTRA- RAZÕES APRESENTADOS PELOS LICITANTES

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1 No presente relatório estão as considerações da Equipe Técnica, em ordem alfabética pelo nome da empresa, sobre os recursos e contra-razões apresentados na fase de julgamento das propostas técnicas referentes à Concorrência AA 01/ BRQ Soluções em Informática Ltda. Segue a análise da Equipe Técnica referente ao recurso da BRQ, que considerações somente sobre o julgamento da sua proposta técnica. apresentou 1.1. Sobre o julgamento dos SUBITENS D1/D2 da proposta da BRQ O questionamento não contempla assunto técnico da alçada da Equipe Técnica Sobre o julgamento dos SUBITENS C1/C2 da proposta da BRQ A BRQ questiona o julgamento relativo aos atestados emitidos pelas seguintes empresas, afirmando que deveriam ser considerados válidos para pontuação: o IBM Brasil; o Bradesco Seguros e Previdência; o Citibank. Alega que os atestados evidenciam a utilização da tecnologia JAVA com SGBDR cliente/servidor, sendo elevado o volume de horas anuais utilizadas, donde infere que se pode concluir que é atendido o mínimo exigido de horas por ano referentes à tecnologia. A respeito desta parte do recurso da BRQ, houve manifestação da CTIS em suas contrarazões, conforme transcrito a seguir: O atestado da IBM, apresentado às páginas A47 e A48, prevê mais de pontos de função, porém não explicita que os mesmos são para desenvolvimento/manutenção de sistemas utilizando a linguagem Java. Ora, este mesmo atestado prevê várias linguagens de programação, sendo assim, não permite sequer inferir se essa quantidade de pontos de função são para a utilização da linguagem JAVA. 1-63

2 O atestado do Bradesco, apresentado às páginas A53 e A55, prevê mais de horas para execução de diversos serviços, porém não explicita que as horas informadas no documento se referem apenas aos serviços de desenvolvimento e/ou manutenção. O atestado prevê diversas linguagens de programação, não permitindo inferir quais são as horas destinadas a utilização de JAVA. O atestado do CITIBANK, apresentado às páginas A57 e A58, contempla pontos de função, porém não explicita que os mesmos são para desenvolvimento/manutenção de sistemas utilizando a linguagem Java. Ora, este mesmo atestado informa várias linguagens de programação, sendo assim, não permite sequer inferir se essa quantidade de pontos de função são para a utilização da linguagem JAVA. A Equipe Técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar tais atestados para pontuação. O critério de pontuação valoriza a experiência com serviços compatíveis com a tecnologia que será utilizada nos serviços a serem contratados, JAVA com SGBDR cliente/servidor, tendo sido definidos os volumes mínimos que o BNDES considerou razoáveis: - tamanho mínimo de 250 (duzentos e cinqüenta) PONTOS DE FUNÇÃO e com volume médio igual ou superior a 250 (duzentos e cinqüenta) PONTOS DE FUNÇÃO por ano; ou - tamanho mínimo de (quatro mil) horas, e com volume médio igual ou superior a (quatro mil) horas por ano. O subitem de pontuação exige, portanto, a comprovação dos volumes de serviços estabelecidos especificamente na tecnologia JAVA com SGBDR cliente/servidor. Os referidos atestados fazem referência a volumes de serviços realizados em um conjunto variado de tecnologias, não sendo possível identificar que volume de serviço foi prestado especificamente na tecnologia JAVA com SGBDR cliente/servidor. Vale lembrar que, além do subitem de pontuação ser bastante claro, o assunto foi objeto de esclarecimento divulgado no site do BNDES, transcrito a seguir, onde ficou evidente que o BNDES somente aceitaria para pontuação os atestados que comprovassem serviços prestados especificamente na tecnologia referida no subitem de pontuação. ATA DA REUNIÃO PARA ANÁLISE DE PEDIDO DE ESCLARECIMENTO SOBRE O EDITAL Aos cinco dias do mês de setembro do ano de dois mil e sete (05/09/2007), na sala 317, 3º andar do Edifício de Serviços do BNDES no Rio de Janeiro EDSERJ, situado na Av. República do Chile n. 100, Centro, reuniram-se os membros da Comissão Especial de Licitação do BNDES (CEL), designada por Portaria do Presidente do BNDES, conforme documentação constante dos autos do procedimento administrativo, para a análise dos questionamentos formulados por interessado, apresentados no dia 27/08/2007, relativos ao Edital da Concorrência em epígrafe. 2-63

3 Questionamentos: 1. (...) 2. Em referência ao Edital pág. 5/14 - Anexo XIV Critérios de Pontuação Técnica Fator Compatibilidade C1: Apresentação de atestados de clientes distintos, que comprovem a experiência da Empresa Licitante no desenvolvimento e/ou manutenção de software utilizando JAVA e software de gerência de banco de dados relacional (SGBDR) cliente/servidor, já tendo sido efetivamente realizados serviços com: tamanho mínimo de 250 (duzentos e cinqüenta) PONTOS DE FUNÇÃO e com volume médio igual ou superior a 250 (duzentos e cinqüenta) PONTOS DE FUNÇÃO por ano; ou tamanho mínimo de (quatro mil) horas, e com volume médio igual ou superior a (quatro mil) horas por ano. Pergunta: Entendemos que se apresentarmos um atestado contemplando a quantidade total do projeto e que seja superior a horas ou 250 pontos de função do projeto, e que ainda neste mesmo atestado conste mais de uma tecnologia das quais estão relacionadas no fator compatibilidade atenderemos o solicitado no edital. Nosso entendimento está correto? Análise e Julgamento da CEL: Face à especificidade técnica dos questionamentos, a presente Comissão solicitou emissão de parecer à Equipe de Apoio Técnico designada pela Portaria 15/2007, de , do Presidente do BNDES, com intuito de subsidiar a resposta ao questionante. Em , a mencionada Equipe de Apoio Técnico expediu parecer apresentando as seguintes considerações: 1. (...) 2. Fará jus à pontuação - no item C1 do Anexo XIV - o licitante que comprovar a experiência da Empresa Licitante no desenvolvimento e/ou manutenção de software utilizando JAVA e software de gerência de banco de dados relacional (SGBDR) cliente/servidor, já tendo sido efetivamente realizados serviços com tamanho mínimo de 250 (duzentos e cinqüenta) Pontos de Função e com volume médio igual ou superior a 250 (duzentos e cinqüenta) Pontos de Função por ano. Também fará jus a pontuação - no item C1 do Anexo XIV - o licitante que comprovar a experiência da Empresa Licitante no desenvolvimento e/ou manutenção de software utilizando JAVA e software de gerência de banco de dados relacional (SGBDR) cliente/servidor, já tendo sido efetivamente realizados serviços com tamanho mínimo de (quatro mil) horas, e com volume médio igual ou superior a (quatro mil) horas por ano. É importante ressaltar que os referidos volumes dizem respeito a serviços prestados utilizando JAVA e software de gerência de banco de dados relacional (SGBDR) cliente/servidor Sobre o julgamento dos SUBITENS C3/C4 da proposta da BRQ Há questionamento relativo ao atestado emitido pelo Unicard Banco Múltiplo S.A.. A CTIS em suas contra-razões manifestou-se a respeito deste questionamento, que não contempla assunto técnico da alçada da Equipe Técnica. A BRQ questiona também o julgamento relativo ao atestado emitido pela seguinte empresa, afirmando que deveria ser considerado válido para pontuação: o Icatu Hartford Seguros S.A. Alega que o atestado evidencia a utilização da tecnologia ASP para Internet envolvendo atualização de dados em SGBDR cliente/servidor. 3-63

4 A Equipe Técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar tal atestado para pontuação, pois menciona volume de (dez mil) H/H utilizando SGBDR SQL Server e volume de (dez mil) H/H utilizando VBScript em ASP, todavia não comprova associação entre tais serviços. Não há qualquer indicação que o desenvolvimento em ASP foi feito para Internet. Ademais, o referido atestado apresenta como Total Horas o volume de (vinte mil) H/H, evidenciando que se trata do acumulado das duas parcelas distintas de H/H, de modo que não é comprovada a prestação de serviços utilizando ASP para Internet que envolva a atualização de dados em SGBDR cliente/servidor, conforme exigência do Edital Sobre o julgamento dos SUBITENS C5/C6 da proposta da BRQ A BRQ questiona o julgamento relativo ao atestado emitido pela seguinte empresa, afirmando que deveria ser considerado válido para pontuação: o Citibank. Alega que o atestado evidencia a utilização da tecnologia DELPHI 8, sendo elevado o volume de horas anuais utilizadas, donde infere que se pode concluir que é atendido o mínimo exigido de horas por ano referentes à tecnologia. A respeito desta parte do recurso da BRQ, houve manifestação da CTIS em suas contrarazões, conforme transcrito a seguir: O atestado do CITIBANK, apresentado às páginas A57 e A58, informa mais de pontos de função, porém não explicita que os mesmos são para desenvolvimento/manutenção de sistemas utilizando Borland DELPHI. Ora, este mesmo atestado possui várias ferramentas, sendo assim, não permite inferirmos se essa quantidade de pontos de função são para a utilização da Delphi. A Equipe Técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar tal atestado para pontuação, pois menciona volume de pontos de função e horas / homem de Fev/2004 a Jan/2005, todavia identifica conjuntamente como Linguagem de Programação as seguintes ferramentas: Java (Applets, Servlets, JSP, EJB), Visual Basic 6, Delphi 8, Clipper, Oracle Forms, PL/SQL e HTML, de modo que não é comprovada a prestação de serviços utilizando Delphi e com volume igual ou superior a ao mínimo estabelecido, conforme exigência do Edital Sobre o julgamento dos SUBITENS C7/C8 da proposta da BRQ A BRQ questiona o julgamento relativo ao atestado emitido pela seguinte empresa, afirmando que deveria ser considerado válido para pontuação: 4-63

5 o IBM Brasil. CONCORRÊNCIA AA - 01/2007 Alega que o atestado evidencia a utilização da tecnologia LOTUS NOTES 4, sendo elevado o volume de horas anuais utilizadas, donde infere que se pode concluir que é atendido o mínimo exigido de horas por ano referentes à tecnologia. A respeito desta parte do recurso da BRQ, houve manifestação da CTIS em suas contrarazões, conforme transcrito a seguir: O atestado do IBM, apresentado às páginas A47 e A48, informa mais de pontos de função, porém não explicita que os mesmos são para desenvolvimento/manutenção de software cliente/servidor utilizando LOTUS NOTES. Ora, este mesmo atestado possui vários bancos de dados, sendo assim, não permite sequer inferir se essa quantidade de pontos de função são para a utilização em LOTUS NOTES, o que fere de pronto as regras editalícias. A Equipe Técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar tal atestado para pontuação, pois menciona volume de pontos de função e horas no período de Junho/2004 a Maio/2005, todavia identifica conjuntamente como Banco de Dados as seguintes tecnologias: DB2 5 e Superior, DB2 UDB, Adabas, SQL Server 2000 e Superior, Lótus Notes 4 e Superior, de modo que não é comprovada a prestação de serviços utilizando Lotus Notes e com volume igual ou superior a ao mínimo estabelecido, conforme exigência do Edital Sobre o julgamento dos SUBITENS C11/C12 da proposta da BRQ A BRQ questiona o julgamento relativo aos atestados emitidos pelas seguintes empresas, afirmando que deveriam ser considerados válidos para pontuação: o HSBC Bank Brasil S.A.; o IBM Brasil. Alega que o atestado evidencia a utilização da tecnologia NATURAL COM ADABAS sendo elevado o número de horas anuais utilizados, donde infere que se pode concluir que é atendido o mínimo exigido de horas por ano referentes à tecnologia. A respeito desta parte do recurso da BRQ, no que se refere ao atestado da IBM Brasil houve a seguinte manifestação da CTIS, em suas contra-razões: O atestado do IBM, apresentado às páginas A47 e A48, trás mais de pontos de função, porém não explicita que os mesmos são para desenvolvimento/manutenção de sistemas utilizando a linguagem Natural com Adabas, conforme solicitado no edital. Ora, este mesmo atestado informa várias linguagens de programação, sendo assim, 5-63

6 não permite sequer inferir se essa quantidade de pontos de função são para a utilização da linguagem Natural com Adabas. A Equipe Técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar ambos os atestados, emitidos respectivamente pelo HSBC Bank Brasil S.A. e pela IBM Brasil. O atestado do HSBC menciona quantidade de horas Acima de hs., sendo: Cobol SQL acima de hs; Natural SQL acima de hs; Banco de dados DB2 e Adabas acima de hs. Já o atestado da IBM menciona volume de pontos de função e horas no período de Junho/2004 a Maio/2005, todavia identifica conjuntamente como Linguagem de Programação as seguintes ferramentas: Java (Applets, Servlets, JSP e EJB), Easytrieve, JavaScript, HTML/DHTML, C/C++, VB, Cobol, Cobol/CICS, Natural, bem como identifica conjuntamente como Banco de Dados as seguintes tecnologias: DB2 5 e Superior, DB2 UDB, Adabas, SQL Server 2000 e Superior, Lótus Notes 4 e Superior. Desse modo, ambos os atestados não comprovam a prestação de serviços utilizando Natural com Adabas e com volume igual ou superior a ao mínimo estabelecido, conforme exigência do Edital. 2. Cast Informática S.A; Segue a análise da Equipe Técnica referente ao recurso da CAST, que considerações somente sobre o julgamento da sua proposta técnica. apresentou Cabe mencionar que a CTIS, em suas Contra-Razões, apresentou argumentos contrários aos apresentados no recurso admistrativo da CAST, tanto de caráter formal, como técnicos (estes últimos citados nos subitens deste relatório a seguir). A CPM, em suas Contra-Razões, também apresentou argumentos formais contrários ao recurso da CAST. A análise elaborada pela Equipe Técnica, a seguir, se restringe aos questionamentos relativos a assuntos técnicos da sua alçada Sobre o questionamento da CAST sobre característica de diversos subitens de pontuação Trata-se do questionamento da CAST constante no item 2, subitem a, do recurso. 6-63

7 A empresa questiona uma característica comum a diversos subitens de pontuação do edital, que levou a desconsideração de atestados em vários subitens (a empresa não indica especificamente os subitens). A característica questionada é que em cada subitem de pontuação a seguir relacionado é pontuável apenas 1 (um) atestado por cliente: D1, D2, D3, D4, C1, C2, C3, C4, C5, C6, C7, C8, C9, C10, C11, C12, C13, C14, C15 e C16 Cabe à CEL avaliar se nesta etapa do processo licitatório ainda há oportunidade para tal tipo de questionamento. Independentemente deste aspecto formal a Equipe Técnica analisou o questionamento, conforme consta a seguir. A Equipe Técnica recomenda a manutenção de tal característica, pelo que se segue. O referido questionamento já havia sido respondido anteriormente, no decorrer do processo licitatório, tanto em tempo de questionamentos como também em fase impugnação, conforme documentos divulgados no site do BNDES, na área específica destinada à presente licitação, de onde extraímos os trechos transcritos a seguir, os quais contém as justificativas cabíveis. Manifestação do BNDES em fase de esclarecimentos: CONCORRÊNCIA AA Nº 01/2007 BNDES ATA DA REUNIÃO PARA ANÁLISE DE PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO SOBRE O EDITAL Aos vinte e um dias do mês de setembro do ano de dois mil e sete (21/09/2007), na sala 317, 3º andar do Edifício de Serviços do BNDES no Rio de Janeiro EDSERJ, situado na Av. República do Chile n. 100, Centro, reuniram-se os membros da Co missão Especial de Licitação do BNDES (CEL), designada por Portaria do Presidente do BNDES, conforme documentação constante dos autos do procedimento administrativo, para a análise de todos os questionamentos formulados por interessados, apresentados no dia 12/09/2007, bem como um questionamento apresentado no dia 14/09/2007, e outro apresentado no dia 20/09/2007, estes últimos fora do prazo, relativos ao Edital da Concorrência em epígrafe. A CEL solicitou a manifestação da Equipe Técnica a respeito dos questionamentos de natureza eminentemente técnica apresentados, tendo esta emitido pareceres respectivos, acatados sempre que cabível nesta Ata. Ressalte-se que os questionamentos apresentados intempestivamente foram analisados e respondidos, em observância do princípio da legalidade, da competitividade e da publicidade. (...) 5. Anexo XIV Critérios de Pontuação Técnica, Item 2: A Administração busca avaliar a experiência da empresa licitante na prestação de serviços semelhantes ao objeto licitado. É comumente adotado pela Administração Pública, que serviços prestados em um mesmo cliente são aceitos para fins de comprovação da experiência da empresa, desde que esses contratos sejam decorrentes de processos licitatórios distintos. Desta forma, entendemos que serão aceitos atestados emitidos por mesmo cliente, desde que relativos a contratos distintos. Está correto nosso entendimento? Análise e Julgamento da CEL: A Equipe Técnica emitiu parecer a respeito deste questionamento, no seguinte sentido: 7-63

8 Em cada item de pontuação a seguir relacionado é pontuável apenas 1 (um) atestado por cliente: D1, D2, D3, D4, C1, C2, C3, C4, C5, C6, C7, C8, C9, C10, C11, C12, C13, C14, C15 e C16. Diante do exposto, a CEL conclui que está incorreto o entendimento, acatando o parecer técnico. Manifestação do BNDES em relação à impugnação: ATA DA SESSÃO DE APRECIAÇÃO DA IMPUGNAÇÃO AO EDITAL CONCORRÊNCIA AA nº 01/2007 BNDES Aos vinte e quatro dias do mês de setembro do ano de dois mil e sete (24/09/07), reuniram-se nas dependências do BNDES os membros da Comissão Especial de Licitação (CEL), designada pela Portaria nº 015/2007, de , alterada pela Portaria nº 030/2007, de , ambas do Presidente do BNDES, para análise da Impugnação ao Edital interposta pela empresa ATOS ORIGIN SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO BRASIL LTDA. relativamente ao Edital da Concorrência AA 01/2007 BNDES, que tem por objeto a contratação de serviços técnicos de informática, compreendendo o desenvolvimento e a manutenção inclusive na modalidade de sustentação de softwares, bem como modelagem de processos. I DAS RAZÕES DE IMPUGNAÇÃO (...) Outro argumento utilizado pela Impugnante diz respeito aos critérios utilizados no edital para os quesitos Desempenho e Compatibilidade. Assevera a empresa que a atribuição crescente de pontuação definida para os quesitos Desempenho e Compatibilidade ocasionam clara restrição à competitividade e violação ao princípio da isonomia, beneficiando as empresas que tenham maior quantidade numérica de atestados de clientes distintos, descartando totalmente a possibilidade de participação de empresas com maior capacitação técnica mas que tenham prestado serviços a um único cliente. (...) II DA ANÁLISE DAS RAZÕES DE IMPUGNAÇÃO 1) DOS FUNDAMENTOS TÉCNICOS (...) Em relação à afirmação da Impugnante de que os critérios descritos no Edital para os quesitos Desempenho e Compatibilidade não são completamente justos e são restritivos à competitividade, temos os seguintes aspectos a considerar. Tal questionamento já foi formulado anteriormente, tendo sido objeto de análise por parte da CEL e da Equipe Técnica. O TCU não questiona a pontuação por número de atestados isoladamente, mas sim, se este é o único critério de avaliação, se não há consideração da complexidade do serviço, se há número mínimo de atestados para pontuação, se é vedado o somatório de atestados para efeito de pontuação, e se é exigido um número elevado de atestados para obtenção da pontuação máxima. Nenhuma das situações citadas ocorrem no presente Edital. Em decisão recente (Acórdão Plenário) o TCU manifestou posição quanto à comprovação de experiência na proposta técnica, no sentido de entender a pontuação pelo número de atestados como uma forma legítima de demonstrar a experiência do Licitante. Cabe, ainda, comentar a alegação da Impugnante de que a não aceitação pelo BNDES de atestados emitidos por clientes de empresas que pertençam ao mesmo grupo econômico, além de 8-63

9 restringir a competitividade, configura violação ao princípio da isonomia. Inicialmente, registre-se que o Edital é claro ao vedar a participação de sociedades em consórcio, ainda que do mesmo grupo econômico. Visando comprovar a capacidade técnica dos licitantes para a realização do objeto licitado, o Edital previu na aliena f do subitem 6.2.4, a necessidade de comprovação, pela licitante pessoa jurídica que pretende participar do certame de que executa ou executou serviços da mesma natureza ou similar, não sendo aceito atestado de qualquer outra sociedade, ainda que pertencente a seu grupo econômico. Isto porque as sociedades integrantes de um grupo econômico constituem pessoas jurídicas distintas, detentoras, portanto, de experiência/capacidade técnica distinta. Eis, portanto, o fundamento da não aceitação de atestados emitidos por clientes que pertençam ao mesmo grupo econômico, não sendo, pois, aceitável a argumentação da Impugnante de que a previsão é restritiva e não isonômica Sobre o julgamento do SUBITEM D1 da proposta da CAST Trata-se do questionamento da CAST constante no item 2, subitem b, do recurso. A empresa questiona o julgamento relativo ao atestado emitido pela seguinte empresa, afirmando que deveria ser considerado válido para pontuação: o Banco Itaú S.A Alega que os serviços especializados na área de informática citados no atestado comprovam serviços de desenvolvimento de software /sistemas. A equipe técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar tal atestado para pontuação, pelos motivos apresentados a seguir. O referido atestado não informa execução de serviços de desenvolvimento/manutenção de software, o que desqualifica o atestado para fins de pontuação neste subitem. O termo usado no atestado é serviços especializados na área de informática o que significa que podem ter sido executados quaisquer tipos de serviços na área de informática, por exemplo: elaboração de projeto de redes locais e implantação de redes locais, elaboração de metodologia / processo e implantação de metodologia / processo, etc. A respeito desta parte do recurso da CAST, houve manifestação da CTIS em suas contrarazões conforme transcrito a seguir, que vai ao encontro da posição da Equipe Técnica. A CAST alega que o atestado do ITAÚ supriria a exigência do edital, o que não é verdade. O atestado do Itaú, página 42, informa em seu escopo horas/ano em serviços especializados na área de informática. Porém, em momento algum menciona que os serviços prestados nos contratos citados são de desenvolvimento de sistemas/software. Ora, serviços na área de informática é um temo genérico no escopo de inúmeras atividades de informática como suporte, teste, administração de dados e banco de dados, helpdesk, dentre várias outras possibilidades. Assim como o atestado não comprovou expressamente a experiência solicitada neste item, não pode ser considerado para efeitos de pontuação. 9-63

10 2.3. Sobre o julgamento dos SUBITENS D3 e D4 da proposta da CAST Trata-se do questionamento da CAST constante no item 2, subitem c, do recurso. A CAST questiona o julgamento relativo aos atestados emitidos por: o Conselho da Justiça Federal; o Serviço Federal de Processamento de Dados; o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. A empresa reconhece que os atestados não informam pagamento por pontos de função, e anexa documentos que supostamente comprovariam tal forma de pagamento. Alega que o pagamento por ponto de função é irrelevante para o objeto licitado, e que a simples citação de serviços em um atestado é suficiente para comprovar sua efetiva execução. A equipe técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar tais atestados para pontuação, pelos motivos apresentados a seguir. A Equipe Técnica elaborou esta análise sem considerar os documentos anexos ao recurso da CAST, partindo do pressuposto que neste momento não devem ser incorporados, para fins de pontuação, novos documentos apresentados pelo licitante. Sendo este um aspecto formal, deve vigorar o entendimento da Comissão Especial de Licitação. Os atestados em tela, não atendem à exigência de comprovação de pagamento por Ponto de Função, que é necessária para a obtenção de pontuação, conforme foi explicitado claramente no modelo de atestado específico para este subitem de pontuação, conforme pode se verificar no trecho a seguir, transcrito do referido modelo: MODELO 3 - ATESTADO DE EXPERIÊNCIA EM SERVIÇOS UTILIZANDO A MÉTRICA PONTO DE FUNÇÃO Referência: CONCORRÊNCIA AA - 01/ BNDES Data: Empresa Licitante: CNPJ: ATESTAMOS, para fins de comprovação junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES, que a empresa acima referida executou ou vem executando serviços de desenvolvimento e/ou manutenção de software para nossa empresa, já tendo sido efetivamente realizados serviços no total de (quantidade) (quantidade por extenso) PONTOS DE FUNÇÃO, e com volume médio igual ou superior a (quantidade) (quantidade por extenso) PONTOS DE FUNÇÃO por ano, pagos por PONTOS DE FUNÇÃO, UTILIZANDO modelo de Fábrica de Software em suas instalações, localizadas no endereço (endereço) (cidade) (estado), no período transcorrido entre (data inicial, em dd/mm/aa) e (data final, em dd/mm/aa). (...) 10-63

11 A exigência de comprovação de pagamento por Ponto de Função, para a obtenção de pontuação também foi objeto de esclarecimento divulgado no site do BNDES, e transcrito a seguir. ATA DA REUNIÃO PARA ANÁLISE DE PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO SOBRE O EDITAL Aos vinte e um dias do mês de setembro do ano de dois mil e sete (21/09/2007), na sala 317, 3º andar do Edifício de Serviços do BNDES no Rio de Janeiro EDSERJ, situado na Av. República do Chile n. 100, Centro, reuniram-se os membros da Comissão Especial de Licitação do BNDES (CEL), designada por Portaria do Presidente do BNDES, conforme documentação constante dos autos do procedimento administrativo, para a análise de todos os questionamentos formulados por interessados, apresentados no dia 12/09/2007, bem como um questionamento apresentado no dia 14/09/2007, e outro apresentado no dia 20/09/2007, estes últimos fora do prazo, relativos ao Edital da Concorrência em epígrafe. A CEL solicitou a manifestação da Equipe Técnica a respeito dos questionamentos de natureza eminentemente técnica apresentados, tendo esta emitido pareceres respectivos, acatados sempre que cabível nesta Ata. Ressalte-se que os questionamentos apresentados intempestivamente foram analisados e respondidos, em observância do princípio da legalidade, da competitividade e da publicidade. (...) 6. Anexo XIV Critérios de Pontuação Técnica, Item 2, Desempenho: Os itens D3 e D4 solicitam a comprovação de experiência na prestação de serviços utilizando a métrica de Ponto de Função, com modelo de Fábrica de Software. Entendemos que serão aceitos atestados que comprovem a utilização da métrica de Ponto de Função na prestação do serviço mesmo que pagos por hora trabalhada. Está correto nosso entendimento? Análise e Julgamento da CEL: A Equipe Técnica emitiu parecer a respeito deste questionamento, no seguinte sentido: O entendimento não está correto. O modo de comprovação estabelecido para os subitens D3 e D4 do Anexo XIV indica a utilização de atestados conforme o modelo 3 do Anexo XIII, que define que os serviços devem ter sido pagos por PONTOS DE FUNÇÃO. Diante do exposto, a CEL conclui que está incorreto o entendimento, acatando o parecer técnico. Parte dos serviços a serem realizados na contratação prevista neste edital será paga por ponto de função, em Fábrica de Software, sendo esta prática a mais coerente com as recomendações dos órgãos de controle, de pagamento por serviço efetivamente entregue e mensurável, em vez de pagamento por horas de trabalho. Assim sendo, este subitem de pontuação valoriza experiência do licitante na realização de serviços compatíveis em forma de pagamento (por ponto de função) com os serviços a contratar. A pontuação também se justifica por que a cobrança de serviços por ponto de função em Fábrica de Software é mais complexa, exigindo do prestador de serviço o conhecimento do custo médio do ponto de função de suas equipes. Este custo é diferente para cada tecnologia, e no seu cálculo envolve entre outros o tempo médio de trabalho para execução de um ponto de função, custo do trabalho dos diferentes perfis profissionais na tecnologia específica, além dos custos administrativos e de infra-estrutura, necessários para a prestação de serviços. Por esse motivo, a mensuração de custo de Ponto de Função geralmente exige a criação e 11-63

12 manutenção de bases de dados históricas de projetos, contendo pelo menos a produtividade específica da equipe que realiza cada tipo de serviço (na tecnologia utilizada). Por outro lado, para utilizar a métrica de Ponto de função basta conhecer a metodologia de Contagem de Pontos de função, o que é bem mais simples, consistindo experiência diferente daquela pontuável. Um exemplo ilustrativo é o seguinte: um determinado serviço poderia ser pago por horas trabalhadas, por linhas de código de programas de software, ou por empreitada, ocorrendo a mera contagem de ponto de função do serviço realizado. Em relação à comprovação de serviços efetivamente executados, a Equipe Técnica também não aceita a argumentação do licitante, pois tem o entedimento que um serviço pode ter sido contratado, mas ainda não efetivamente realizado. Por este motivo o BNDES somente aceitou atestados que evidenciassem serviços efetivamente realizados. A respeito desta parte do recurso da CAST, houve manifestação da CTIS em suas contrarazões conforme transcrito a seguir: (...) DO RECURSO DA EMPRESA CAST (...) Itens D3/D4 (...) Conforme exposto pela própria licitante, os atestados CJF, SERPRO e TJDF, não fazem menção dos serviços pagos por ponto por função. Portanto, os próprios argumentos apresentados pela CAST fazem com que se conclua que não foram atendidas as exigências do Edital. Em um processo licitatório não pode existir interpretações subjetivas de modo a abarcar situações não previstas no edital, mas sim, deve-se interpretar as regras editalícias segundo critérios objetivos, sob pena de ferir-se os princípios da vinculação ao edital e do julgamento objetivo. (...) 2.4. Sobre o julgamento dos SUBITENS C3 e C4 da proposta da CAST Trata-se do questionamento da CAST constante no item 2, subitem d, do recurso. A CAST questiona o julgamento relativo ao atestado emitidos por: o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP. Alega que foi comprovada utilização de ASP para Internet envolvendo atualização de dados em SGBDR relacional, os quais também se enquadram nos 36 meses anteriores ao mês de publicação do edital

13 A equipe técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar tal atestado para pontuação, pelos motivos apresentados a seguir. A carta de esclarecimento anexa ao atestado contém, em seu item 1 uma descrição de serviços bastante diversos, sendo que é tamanha sua variedade, e tão genérica a redação, que é impossível analisá-los para fins de pontuação neste subitem, conforme pode ser observado na transcrição de trechos a seguir: 1 Serviço de Suporte Técnico de Infra-Estrutura: Administração, suporte e geração dos esquemas de banco de dados oracle com mais de 900 GB, padronização dos procedimentos e acesso aos dados; administração de usuários e perfis de acesso; manutenção do banco atualizado com as soluções desenvolvidas, execução de atividades de preparo de dados de Data Warehouse; implantação e manutenção de sistemas,; manutenção da documentação de sistemas; análise das opções tecnológicas existentes em TI; análise e avaliação dos processos; (...) ; execução de rotinas para manutenção e suporte de redes locais, periféricos e sistemas operacionais; gestão de redes de dados (LAN/WAN); (...) A CAST, em seu recurso, reúne termos citados em partes diferentes do atestado, e que não dizem respeito ao mesmo assunto o que já seria suficiente para que não fossem considerados como argumentos válidos além de também não comprovarem aquilo que é necessário para pontuação. A parte da carta de esclarecimento, que indica especificamente os serviços executados em ASP é aquela que pode e deve ser analisada para fins de pontuação neste subitem. Nesta parte, não há comprovação de que tais serviços tenham sido feitos em ASP, para Internet, e com atualização de dados em SGBDR cliente-servidor, conforme pode ser verificado na transcrição a seguir. 2 Os serviços são executados nas seguintes plataformas e ferramentas: (...) Linguagens de programação: Java e 1.5 (4.000 horas anuais), JSP/Servlet, PHP, Delphi V5.0 e v7.0 (4.000 horas anuais), HTML v4.0, Visual Basic 5.0 e 6.0 e ASP 3.0 (4.000 horas anuais), com banco de dados relacional (SGBDR) cliente;servidor; (...) 3. CPM Braxis S.A. Segue a análise da Equipe Técnica referente ao recurso da CPM, que considerações somente sobre o julgamento da sua proposta técnica. apresentou Cabe ressaltar que a CPM, em suas contra-razões, repetiu os mesmos argumentos que apresentou em seu recurso

14 3.1. Sobre o julgamento dos SUBITENS D3 e D4 da proposta da CPM A empresa questiona o julgamento relativo aos atestados emitidos pelas seguintes empresas, afirmando que deveriam ser considerados válidos para pontuação: o Bradesco o ABN AMRO Real Em relação ao atestado emitido pelo Bradesco, alega que se a métrica utilizada foi a de Ponto de Função então seria conseqüência lógica que o pagamento fosse realizado por Pontos de Função, e que houve a comprovação do número de horas além do exigido. Alega ainda que a prestação dos serviços de Análise de Desenvolvimento e programação se Sistemas é a prestação de serviços de Fábrica de Software. Em relação ao atestado emitido pelo ABN AMRO Real, alega que este comprova a prestação de serviços em Fábrica de Software, pagos por Ponto de Função, fazendo referência aos mesmos argumentos que havia apresentado anteriormente, para o atestado emitido pelo Bradesco. A respeito desta parte do recurso da CPM, houve manifestação da CTIS em suas contrarazões, conforme transcrito a seguir: O atestado do BRADESCO, apresentado à página 32, não comprova que os serviços foram executados sobre o regime de pontos de função. O mesmo traz produtividade de horas/ponto de função, o que nos leva a concluir, de forma incontestável, que o serviço tenha sido pago em hora atividade e não por ponto de função. O atestado ABN, apresentado à página 38, também não comprova que os serviços foram faturados por ponto de função. A equipe técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar os atestados para pontuação, pelos motivos apresentados a seguir. A exigência de comprovação de pagamento por Ponto de Função, para a obtenção de pontuação, foi explicitada claramente no modelo de atestado específico para este subitem de pontuação, conforme pode se verificar no trecho a seguir, transcrito do referido modelo: MODELO 3 - ATESTADO DE EXPERIÊNCIA EM SERVIÇOS UTILIZANDO A MÉTRICA PONTO DE FUNÇÃO Referência: CONCORRÊNCIA AA - 01/ BNDES Data: Empresa Licitante: CNPJ: 14-63

15 ATESTAMOS, para fins de comprovação junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES, que a empresa acima referida executou ou vem executando serviços de desenvolvimento e/ou manutenção de software para nossa empresa, já tendo sido efetivamente realizados serviços no total de (quantidade) (quantidade por extenso) PONTOS DE FUNÇÃO, e com volume médio igual ou superior a (quantidade) (quantidade por extenso) PONTOS DE FUNÇÃO por ano, pagos por PONTOS DE FUNÇÃO, UTILIZANDO modelo de Fábrica de Software em suas instalações, localizadas no endereço (endereço) (cidade) (estado), no período transcorrido entre (data inicial, em dd/mm/aa) e (data final, em dd/mm/aa). (...) É importante destacar que o item 3 das Instruções Gerais existentes no Anexo XVIII do Edital diz que os atestados apresentados pelas licitantes devem: contemplar as informações mínimas necessárias à comprovação das exigências para efeitos de habilitação e pontuação técnica. A exigência de comprovação de pagamento por Ponto de Função, para a obtenção de pontuação também foi objeto de esclarecimento divulgado no site do BNDES, e transcrito a seguir. ATA DA REUNIÃO PARA ANÁLISE DE PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO SOBRE O EDITAL Aos vinte e um dias do mês de setembro do ano de dois mil e sete (21/09/2007), na sala 317, 3º andar do Edifício de Serviços do BNDES no Rio de Janeiro EDSERJ, situado na Av. República do Chile n. 100, Centro, reuniram-se os membros da Comissão Especial de Licitação do BNDES (CEL), designada por Portaria do Presidente do BNDES, conforme documentação constante dos autos do procedimento administrativo, para a análise de todos os questionamentos formulados por interessados, apresentados no dia 12/09/2007, bem como um questionamento apresentado no dia 14/09/2007, e outro apresentado no dia 20/09/2007, estes últimos fora do prazo, relativos ao Edital da Concorrência em epígrafe. A CEL solicitou a manifestação da Equipe Técnica a respeito dos questionamentos de natureza eminentemente técnica apresentados, tendo esta emitido pareceres respectivos, acatados sempre que cabível nesta Ata. Ressalte-se que os questionamentos apresentados intempestivamente foram analisados e respondidos, em observância do princípio da legalidade, da competitividade e da publicidade. (...) 6. Anexo XIV Critérios de Pontuação Técnica, Item 2, Desempenho: Os itens D3 e D4 solicitam a comprovação de experiência na prestação de serviços utilizando a métrica de Ponto de Função, com modelo de Fábrica de Software. Entendemos que serão aceitos atestados que comprovem a utilização da métrica de Ponto de Função na prestação do serviço mesmo que pagos por hora trabalhada. Está correto nosso entendimento? Análise e Julgamento da CEL: A Equipe Técnica emitiu parecer a respeito deste questionamento, no seguinte sentido: O entendimento não está correto. O modo de comprovação estabelecido para os subitens D3 e D4 do Anexo XIV indica a utilização de atestados conforme o modelo 3 do Anexo XIII, que define que os serviços devem ter sido pagos por PONTOS DE FUNÇÃO. Diante do exposto, a CEL conclui que está incorreto o entendimento, acatando o parecer técnico. Parte dos serviços a serem realizados na contratação prevista neste edital será paga por ponto de função, em Fábrica de Software, sendo esta prática a mais coerente com as 15-63

16 recomendações dos órgãos de controle, de pagamento por serviço efetivamente entregue e mensurável, em vez de pagamento por horas de trabalho. Assim sendo, este subitem de pontuação valoriza experiência do licitante na realização de serviços compatíveis em forma de pagamento (por ponto de função) com os serviços a contratar. A pontuação também se justifica por que a cobrança de serviços por ponto de função em Fábrica de Software é mais complexa, exigindo do prestador de serviço o conhecimento do custo médio do ponto de função de suas equipes. Este custo é diferente para cada tecnologia, e no seu cálculo envolve entre outros o tempo médio de trabalho para execução de um ponto de função, custo do trabalho dos diferentes perfis profissionais na tecnologia específica, além dos custos administrativos e de infra-estrutura, necessários para a prestação de serviços. Por esse motivo, a mensuração de custo de Ponto de Função geralmente exige a criação e manutenção de bases de dados históricas de projetos, contendo pelo menos a produtividade específica da equipe que realiza cada tipo de serviço (na tecnologia utilizada). Por outro lado, para utilizar a métrica de Ponto de função basta conhecer a metodologia de Contagem de Pontos de função, o que é bem mais simples, consistindo experiência diferente daquela pontuável. Um exemplo ilustrativo é o seguinte: um determinado serviço poderia ser pago por horas trabalhadas, tendo a contagem de ponto de função ocorrido apenas para estimativa de duração do serviço, neste caso poderá ser pago um gasto maior de horas, motivado pela ineficiência da contratada. Ao contrário disto, o pagamento por ponto de função, remunera apenas a funcionalidade do software entregue, não havendo pagamento pelo gasto de horas desnecessárias. Cabe mencionar que este subitem de pontuação não leva em consideração o número de horas de serviço, mas tão somente a execução de serviços acima dos volumes mínimos de pontos por função, e pagos por pontos de função, conforme prevê o edital. A Equipe Técnica, não pode aceitar, também, a alegação da CPM de que a prestação dos serviços de Análise de Desenvolvimento e programação se Sistemas é a prestação de serviços de Fábrica de Software, pelo exposto a seguir. Serviços de Análise de Desenvolvimento e Programação de Sistemas podem ser feitos de diferentes formas, sendo uma delas no modelo de Fábrica de Software. Serviços de Análise de Desenvolvimento e Programação de Sistemas podem ser realizados, por exemplo, em forma de alocação de mão de obra nas instalações da contratante, o que é totalmente distinto da execução em Fábrica de Software

17 3.2. Sobre o julgamento dos SUBITENS C1 e C2 da proposta da CPM A CPM questiona o julgamento relativo a todos os atestados desconsiderados nestes subitens,, afirmando que todos deveriam ser considerados válidos para pontuação, e apresentando argumentos específicos para os atestados emitidos pelas seguintes empresas: o União de Bancos Brasileiros S.A. o Banco Bradesco S.A. A empresa não apresenta argumentos específicos para os atestados emitidos pelas seguintes empresas: o HSBC Bank Brasil S.A. o Editora Abril S.A. o Banco Itaú S.A. o Banco ABN AMRO Real S.A. o Bradesco Seguros S.A. o Dell Computadores do Brasil Ltda Alega que os projetos foram executados em multiplataforma, tendo alta complexidade e de grande porte, sendo utilizadas horas além do mínimo exigido. Em relação ao atestado emitido pelo Unibanco, alega que o número total de horas do projeto foi de e que foram utilizadas ferramentas de modelagem em Java, concluindo que a utilização de Java em um projeto deste porte jamais poderia ter menos de horas. Alega ainda que não seria necessário um aprofundamento técnico para concluir que a necessidade de um percentual mínimo de utilização de Java em projeto de tal complexidade. Em relação ao atestado emitido pelo Bradesco, alega que o número total de horas do projeto foi de (nos últimos 36 meses) e que foi utilizada a tecnologia Java, concluindo que a utilização de Java em um projeto deste porte jamais poderia ter menos de horas. A respeito desta parte do recurso da CPM, houve manifestação da CTIS em suas contrarazões, conforme transcrito a seguir: Os atestados UNIBANCO pág. 35, BRADESCO pág 32 e 66 a 68, HSBC pág 33 a 34, Editora Abril pág 36, ITAÚ pág 37 a 38, ABN pág 038, BRADESCO SEGUROS pág 40 a 41 e 60 e Dell Computadores pág 060 citam várias ferramentas de desenvolvimento, dentre elas JAVA, porém não explicitam quantas horas são utilizadas para esta ferramenta, o que exclui todos os documentos da possibilidade de serem utilizados para os efeitos de pontuação desses itens. A Equipe Técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar tais atestados para pontuação

18 O critério de pontuação valoriza a experiência com serviços compatíveis com a tecnologia que será utilizada nos serviços a serem contratados, JAVA com SGBDR cliente/servidor, tendo sido definidos os volumes mínimos que o BNDES considerou razoáveis: - tamanho mínimo de 250 (duzentos e cinqüenta) PONTOS DE FUNÇÃO e com volume médio igual ou superior a 250 (duzentos e cinqüenta) PONTOS DE FUNÇÃO por ano; ou - tamanho mínimo de (quatro mil) horas, e com volume médio igual ou superior a (quatro mil) horas por ano. O subitem de pontuação exige, portanto, a comprovação dos volumes de serviços estabelecidos especificamente na tecnologia JAVA com SGBDR cliente/servidor. Os referidos atestados fazem referência a volumes de serviços realizados em um conjunto variado de tecnologias, não sendo possível identificar que volume de serviço foi prestado especificamente na tecnologia JAVA com SGBDR cliente/servidor. Vale lembrar que, além do subitem de pontuação ser bastante claro, o assunto foi objeto de esclarecimento divulgado no site do BNDES, transcrito a seguir, onde ficou evidente que o BNDES somente aceitaria para pontuação os atestados que comprovassem serviços prestados especificamente na tecnologia referida no subitem de pontuação. ATA DA REUNIÃO PARA ANÁLISE DE PEDIDO DE ESCLARECIMENTO SOBRE O EDITAL Aos cinco dias do mês de setembro do ano de dois mil e sete (05/09/2007), na sala 317, 3º andar do Edifício de Serviços do BNDES no Rio de Janeiro EDSERJ, situado na Av. República do Chile n. 100, Centro, reuniram-se os membros da Comissão Especial de Licitação do BNDES (CEL), designada por Portaria do Presidente do BNDES, conforme documentação constante dos autos do procedimento administrativo, para a análise dos questionamentos formulados por interessado, apresentados no dia 27/08/2007, relativos ao Edital da Concorrência em epígrafe. Questionamentos: 1. (...) 2. Em referência ao Edital pág. 5/14 - Anexo XIV Critérios de Pontuação Técnica Fator Compatibilidade C1: Apresentação de atestados de clientes distintos, que comprovem a experiência da Empresa Licitante no desenvolvimento e/ou manutenção de software utilizando JAVA e software de gerência de banco de dados relacional (SGBDR) cliente/servidor, já tendo sido efetivamente realizados serviços com: tamanho mínimo de 250 (duzentos e cinqüenta) PONTOS DE FUNÇÃO e com volume médio igual ou superior a 250 (duzentos e cinqüenta) PONTOS DE FUNÇÃO por ano; ou tamanho mínimo de (quatro mil) horas, e com volume médio igual ou superior a (quatro mil) horas por ano. Pergunta: Entendemos que se apresentarmos um atestado contemplando a quantidade total do projeto e que seja superior a horas ou 250 pontos de função do projeto, e que ainda neste mesmo atestado conste mais de uma tecnologia das quais estão relacionadas no fator compatibilidade atenderemos o solicitado no edital. Nosso entendimento está correto? Análise e Julgamento da CEL: Face à especificidade técnica dos questionamentos, a presente Comissão solicitou emissão de parecer à Equipe de Apoio Técnico designada pela Portaria 15/2007, de , do Presidente do BNDES, com intuito de subsidiar a resposta ao questionante

19 Em , a mencionada Equipe de Apoio Técnico expediu parecer apresentando as seguintes considerações: 1. (...) 2. Fará jus à pontuação - no item C1 do Anexo XIV - o licitante que comprovar a experiência da Empresa Licitante no desenvolvimento e/ou manutenção de software utilizando JAVA e software de gerência de banco de dados relacional (SGBDR) cliente/servidor, já tendo sido efetivamente realizados serviços com tamanho mínimo de 250 (duzentos e cinqüenta) Pontos de Função e com volume médio igual ou superior a 250 (duzentos e cinqüenta) Pontos de Função por ano. Também fará jus a pontuação - no item C1 do Anexo XIV - o licitante que comprovar a experiência da Empresa Licitante no desenvolvimento e/ou manutenção de software utilizando JAVA e software de gerência de banco de dados relacional (SGBDR) cliente/servidor, já tendo sido efetivamente realizados serviços com tamanho mínimo de (quatro mil) horas, e com volume médio igual ou superior a (quatro mil) horas por ano. É importante ressaltar que os referidos volumes dizem respeito a serviços prestados utilizando JAVA e software de gerência de banco de dados relacional (SGBDR) cliente/servidor. A licitante alega que alguns de seus atestados representam serviços de centenas de milhares de horas e que considerando que foram utilizadas ferramentas de modelagem Java, resta (sic) comprova que a utilização de número de horas em Java em um projeto deste porte, jamais poderia ser executada com menos de horas. A Equipe Técnica considera que mesmo que o volume total de horas de um serviço tenha sido de centenas de milhares de horas não é possível saber qual parte foi feita em Java, por exemplo, poderia ter sido criado apenas um pequeno componente em Java, com um gasto de apenas poucas centenas de horas Sobre o julgamento dos SUBITENS C3 e C4 da proposta da CPM A CPM questiona o julgamento relativo aos atestados emitidos pelas seguintes empresas, afirmando que deveriam ser considerados válidos para pontuação: o União de Bancos Brasileiros S.A. (Unibanco) o Ambev Companhia de Bebidas das Américas Em relação ao atestado emitido pelo Unibanco, alega que há menção à utilização de arquitetura web, o que caracteriza a utilização em Internet. Em relação ao atestado emitido pelo Unibanco, alega que este expressa a existência de 18 projetos utilizando ASP em ambiente Web, com mais de horas em cada projeto. Alega também que pelo fato deste atestado ter 18 projetos, já atenderia a pontuação máxima. A respeito desta parte do recurso da CPM, houve manifestação da CTIS em suas contrarazões, conforme transcrito a seguir: A CPM alega que os atestados do UNIBANCO pág 35, BRADESCO pág 32 e 66 a 68, HSBC pág 33 a 34, nossa caixa, Editora Abril pág 36, ITAÙ pág 37 a 38, BRADESCO 19-63

20 SEGUROS pág 40 a 41 e 60, PILIKINGTON pág 42, AMBEV pág 46 a 57 e CEBRACE pág 59 supririam a exigência do Edital, o que não é verdade. Dentre todos os atestados apresentados, são citadas várias ferramentas de desenvolvimento, dentre elas VBScript e ASP, porém não explicita quantas horas são utilizadas para tais ferramentas, o que mais uma vez impossibilita a utilização de tais atestados para efeitos de pontuação A Equipe Técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de desconsiderar tais atestados para pontuação. O critério de pontuação valoriza a experiência com serviços compatíveis com a tecnologia que será utilizada nos serviços a serem contratados, ASP para Internet com atualização de dados em SGBDR cliente/servidor, tendo sido definidos os volumes mínimos que o BNDES considerou razoáveis: - tamanho mínimo de 250 (duzentos e cinqüenta) PONTOS DE FUNÇÃO e com volume médio igual ou superior a 250 (duzentos e cinqüenta) PONTOS DE FUNÇÃO por ano; ou - tamanho mínimo de (quatro mil) horas, e com volume médio igual ou superior a (quatro mil) horas por ano. O subitem de pontuação exige, portanto, a comprovação dos volumes de serviços estabelecidos especificamente na tecnologia ASP para Internet com atualização de dados em SGBDR cliente/servidor. Os referidos atestados fazem referência a volumes de serviços realizados em um conjunto variado de tecnologias, não sendo possível identificar que volume de serviço foi prestado especificamente na tecnologia ASP para Internet com atualização de dados em SGBDR cliente/servidor. Vale lembrar que, além do subitem de pontuação ser bastante claro, existe um esclarecimento divulgado no site do BNDES (transcrito a seguir) a respeito do mesmo assunto, porém referente à tecnologia JAVA (subitens C1 e C2 do Edital), Neste esclarecimento ficou evidente que o BNDES somente aceitaria para pontuação os atestados que comprovassem serviços prestados especificamente na tecnologia referida no subitem de pontuação. ATA DA REUNIÃO PARA ANÁLISE DE PEDIDO DE ESCLARECIMENTO SOBRE O EDITAL Aos cinco dias do mês de setembro do ano de dois mil e sete (05/09/2007), na sala 317, 3º andar do Edifício de Serviços do BNDES no Rio de Janeiro EDSERJ, situado na Av. República do Chile n. 100, Centro, reuniram-se os membros da Comissão Especial de Licitação do BNDES (CEL), designada por Portaria do Presidente do BNDES, conforme documentação constante dos autos do procedimento administrativo, para a análise dos questionamentos formulados por interessado, apresentados no dia 27/08/2007, relativos ao Edital da Concorrência em epígrafe. Questionamentos: 1. (...) 20-63

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